Ministério da Educação
Universidade Federal do Amazonas
Câmara de Ensino de Graduação
RESOLUÇÃO Nº 75, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2025
REGULAMENTA o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, vinculado Insituto de Ciências Biológicas (ICB), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A PRESIDENTA DA SESSÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO, DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, no uso de suas atribuições estatutárias;
CONSIDERANDO a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional;
CONSIDERANDO a Lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 , que dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências;
CONSIDERANDO o Decreto Nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
CONSIDERANDO o Decreto Nº 5.625, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras);
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP N° 01, de 17 de junho de 2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES nº 7, de 11 de março de 2002, que estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Ciências Biológicas (Bacharelado e Licenciatura) e dá outras providências;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES Nº 2, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP Nº 01 , de 30 de maio de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP Nº 2, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 018, de 01 de agosto de 2007, da CEG/CONSEPE que regulamenta as Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 049 2009 CEG/CONSEPE (2891228), que cria o curso de Arquivologia, bacharelado, presencial, turno (noturno);
CONSIDERANDO a Resolução Nº 037, de 04 de julho de 2011, da CEG/CONSEPE que estabelece integralização dos tempos máximos de duração dos cursos de graduação presenciais da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 067, de 30 de novembro de 2011, da CEG/CONSEPE que disciplina os estágios obrigatórios e não obrigatórios da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 020, de 16 de dezembro de 2019, do CONSEPE que regulamenta a criação de curso, criação e modificação curricular e extinção de curso superior no âmbito da UFAM;
CONSIDERANDO a a Resolução no 044, de 04 de dezembro de 2023, que dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências;
CONSIDERANDO a ata da reunião ordinária do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, realizada em 30 de junho de 2025, (2661849);
CONSIDERANDO a ata da reunião ordinária do Colegiado do Curso de Graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, realizada em 30 de junho de 2025, (2661831);
CONSIDERANDO o ofício nº 12/2025/CCCBIO-B/UFAM (2674656), que encaminha ao Departamento de Apoio ao Ensino o Novo Projeto Pedagógico do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas - versão 2026/1, de 8 de julho de 2025;
CONSIDERANDO a Informação nº 34/2025/DAE - PROEG/PROEG/UFAM, que trata da análise do processo de reformulação curricular do Curso de Graduação em Ciências Biológicas (2875790);
CONSIDERANDO, finalmente, a Decisão CEG (SEI nº 2913115), do plenário em reunião ordinária realizada em 27 de novembro de 2025,
R E S O L V E:
Art. 1º REGULAMENTAR o Projeto Pedagógico do do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, vinculado Insituto de Ciências Biológicas (ICB), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Art. 2º A integralização curricular do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, dar-se-á com a conclusão da carga horária total de 3.440 (três mil quatrocentos e quarente) horas/aula e 183 (cento e oitenta e três) créditos,, com a subdivisão que segue:
I - disciplinas obrigatórias;
II - disciplinas optativas;
III - disciplinas eletivas;
IV - Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC's);
V - Atividades de Extensão.
Art. 3º disciplinas obrigatórias correspondem ao total de 2.775 (duas mil setecentos e setenta e cinco) horas/aula, equivalentes a 148 (cento e quarenta e oito) créditos. Esses montantes, correspondem a somatória dos créditos e das cargas horárias dos itens: 1. Componentes Obrigatórios (disciplina - Obrig) e 5. Pesquisa como Componente Curricular (PqCC), contidos no QUADRO SINÓPTICO DA COMPOSIÇÃO CURRICULAR.
Art. 4º As disciplinas optativas correspondem ao total de 120 (cento e vinte) horas/aula, equivalentes a 6 (seis) créditos.
Art. 5º As disciplinas eletivas correspondem ao total de 120 (cento e vinte) horas/aula, equivalentes a 6 (seis) créditos.
Art. 6º As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC's) constituem componente curricular obrigatório e correspondem ao total de 80 (oitenta) horas.
Art. 7º As Atividades de Extensão correspondem ao total de 345 (trezentas e quarenta e cinco) horas, que serão integralizadas por meio de disciplinas obrigatórias, optativas, eletivas e modalidades extensionistas.
Art. 8º O curso será ofertado em regime presencial, de crédito semestral, turno Integral (matutino e vespertino), e será permitida matrícula em disciplinas, respeitando o limite máximo de 28 (vinte e oito) e mínimo de 16 (dezeseis) créditos por período.
Art. 9º A integralização curricular far-se-á em, no mínimo, quatro anos, equivalentes a oito (oito) períodos letivos, e, no máximo, seis anos, equivalentes a 12 (doze) períodos letivos.
Art. 10. O desdobramento da Estrutura Curricular do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, está organizada em núcleos formativos (tópicos/eixos), por componentes curriculares, e contido no Anexo I desta Resolução.
Art. 11. A distribuição das disciplinas do currículo do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, por período letivo, far-se-á segundo o que estabelece a periodização e o quadro de disciplinas optativas, eletivas e de atividades de extensão contidos no Anexo II desta Resolução.
Art. 12. O programa de ensino das disciplinas do currículo do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, compõe o Anexo III desta Resolução.
Art. 13. As normas regulamentares das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, estão estabelecidas no Anexo IV desta Resolução.
Art. 14. As normas regulamentares do Estágio Curricular do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, estão estabelecidas no Anexo V desta Resolução.
Art. 15. As normas regulamentares do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, fazem parte das normas regulamentares do Estágio Curricular, contidas no Anexo V desta Resolução.
Art. 16. As normas regulamentares das Atividades de Extensão do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, estão estabelecidas no Anexo VI desta Resolução.
Art. 17. As normas regulamentares da Organização Administrativa do curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, estão estabelecidas no Anexo VII desta Resolução.
Art. 18. Aplicar-se-á esta Resolução aos discentes que ingressarem no curso de graduação em Ciências Biológicas (IB01-B), bacharelado, turno Integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, a partir do período letivo 2026/1.
Art. 19. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
PLENÁRIA DA CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO, DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, em Manaus, 27 de novembro de 2025.
SILVIA CRISTINA CONDE NOGUEIRA
Presidenta
ANEXO I
DESDOBRAMENTO DA ESTRUTURA CURRICULAR
|
NÚCLEO DA FORMAÇÃO BÁSICA |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
1.Fundamentos filosóficos e sociais |
IBB631 |
Biologia e Sociedade |
30 |
2.1.0.1 |
|
IBB633 |
Fundamentos da Pesquisa Científica |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
IBB098 |
Comunicação Científica |
30 |
2.2.0.0 |
|
|
2.Biologia dos organismos, estrutura e funcionamento |
IBF086 |
Biofísica |
75 |
4.2.1.1 |
|
IBM622 |
Biologia Celular |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBM091 |
Fundamentos de Anatomia Humana |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBF046 |
Bioquímica I |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBG006 |
Introdução à Genética |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBF047 |
Bioquímica II |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
IBM092 |
Biologia do Desenvolvimento |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB634 |
Anatomia de Espermatófitas |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBF201 |
Fisiologia Humana Básica |
90 |
5.4.1.0 |
|
|
IBM044 |
Histologia Comparada |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBG007 |
Biologia Molecular |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB620 |
Fisiologia Vegetal |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBF202 |
Fisiologia Animal Comparada |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBP026 |
Imunologia Geral |
30 |
2.2.0.0 |
|
|
IBP033 |
Parasitologia Básica |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB635 |
Morfologia de Espermatófitas |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
3. Diversidade biológica, filogenia e evolução |
IBB632 |
Diversificação e Classificação das Plantas |
45 |
3.3.0.0 |
|
IBB240 |
Morfologia e Taxonomia de Criptógamas |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBP024 |
Microbiologia Geral |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB230 |
Invertebrados I |
90 |
5.4.1.0 |
|
|
IBB231 |
Invertebrados II |
90 |
5.4.1.0 |
|
|
IBG017 |
Biologia Evolutiva |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
IEG191 |
Fundamentos de Paleontologia |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBG008 |
Microevolução |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
IBP025 |
Micologia Geral |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB232 |
Vertebrados I |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB233 |
Vertebrados II |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB636 |
Sistemática de Espermatófitas |
90 |
4.2.2.0 |
|
|
4. Ecologia e educação ambiental |
IBB250 |
Ecologia de Populações |
60 |
4.4.0.0 |
|
IBB251 |
Ecologia de Comunidades e Ecossistemas |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB637 |
Biologia da Conservação |
60 |
4.2.0.2 |
|
|
IBB642 |
Gestão Ambiental |
75 |
5.4.0.1 |
|
|
IBB257 |
Avaliação de Impactos Ambientais |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
5. Ciências Exatas e da Terra |
IEQ603 |
Química Geral Fundamental |
60 |
4.4.0.0 |
|
IBB099 |
Introdução à Análise de Dados Biológicos |
30 |
2.2.0.0 |
|
|
IEE006 |
Bioestatística |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
IBB101 |
Bioestatística Aplicada I |
45 |
2.1.1.0 |
|
|
IEG004 |
Fundamentos de Geologia |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
TOTAL |
2.4650 |
136.103.28.5 |
||
LEGENDA: CH: Carga Horária; CR: Número de Créditos
|
NÚCLEO COMPLEMENTAR PROFISSIONALIZANTE |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
1. Ciências ambientais, cultura e sustentabilidade |
IBB110 |
Ecologia e manejo de Ecossistemas Aquáticos |
60 |
3.2.1.0 |
|
IBB120 |
Ecotoxicologia e Avaliação de Riscos |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB648 |
Florestas Urbanas |
75 |
4.2.1.1 |
|
|
IBB117 |
Manejo da Fauna |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB649 |
Etnobilogia |
75 |
4.2.1.1 |
|
|
2. Biologia e meio ambiente |
IBB108 |
Biologia de Campo |
90 |
4.2.2.0 |
|
IBB111 |
Inventário Florístico |
60 |
2.0.2.0 |
|
|
IBB112 |
Biologia de Aracnídeos |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBG002 |
Genética da Conservação |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
IBG015 |
Evolução Molecular |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBF048 |
Comportamento Animal |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
3. Ciências aplicadas |
IBB102 |
Bioestatística Aplicada II |
30 |
2.2.0.0 |
|
IBB246 |
Cultura de Tecidos Vegetais |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBG003 |
Regulação da Expressão Gênica |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBG005 |
Marcadores Moleculares |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBG014 |
Citogenética |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBF010 |
Farmacologia |
90 |
5.3.1.1 |
|
|
IBF090 |
Farmacologia Clínica |
30 |
2.2.0.0 |
|
|
IBM049 |
Anatomia Comparada |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBM050 |
Patologia Geral para Biologia |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
|
IBB647 |
Empreendedorismo Sustentável |
60 |
3.2.1.0 |
|
IBG001 |
Fundamentos de Engenharia Genética |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBG013 |
Bioinformática |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBM096 |
Fundamentos da Antropologia Forense |
45 |
2.1.1.0 |
|
|
TOTAL |
1.440 |
75.50.22.3 |
||
LEGENDA: CH: Carga Horária; CR: Número de Créditos
|
ESTÁGIOS E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
1. Estágios Curriculares |
IBB638 |
Estágio de Pesquisa I |
60 |
3.2.1.0 |
|
IBB639 |
Estágio de Pesquisa II A |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IBF087 |
Estágio de Pesquisa II B |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IBG009 |
Estágio de Pesquisa II C |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IBM093 |
Estágio de Pesquisa II D |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IBP052 |
Estágio de Pesquisa II E |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IEG192 |
Estágio de Pesquisa II F |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IBB640 |
Estágio de Pesquisa III A |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IBF088 |
Estágio de Pesquisa III B |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IBG010 |
Estágio de Pesquisa III C |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IBM094 |
Estágio de Pesquisa III D |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IBP053 |
Estágio de Pesquisa III E |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
IEG193 |
Estágio de Pesquisa III F |
150 |
6.2.4.0 |
|
|
2 Trabalho final de Curso |
IBB641 |
Trabalho de Conclusão de Curso |
30 |
2.2.0.0 |
|
3. Atividades de Extensão – conteúdos integradores |
IBB643 |
Mostra Científica |
90 |
6.0.0.6 |
|
IBG011 |
Oficinas de Genética e Evolução |
60 |
4.0.0.4 |
|
|
IBB644 |
Oficinas de Ilustração Biológica |
60 |
4.0.0.4 |
|
|
IBB645 |
Oficinas de Parataxonomia Botânica |
60 |
4.0.0.4 |
|
|
IEG194 |
Oficinas de Paleontologia |
60 |
4.0.0.4 |
|
|
IBB646 |
Atividade de Extensão A |
45 |
3.0.0.3 |
|
|
IBF089 |
Atividade de Extensão B |
45 |
3.0.0.3 |
|
|
IBG012 |
Atividade de Extensão C |
45 |
3.0.0.3 |
|
|
IBM095 |
Atividade de Extensão D |
45 |
3.0.0.3 |
|
|
IBP054 |
Atividade de Extensão E |
45 |
3.0.0.3 |
|
|
TOTAL |
2.345 |
114.28.49.37 |
||
LEGENDA: CH: Carga Horária; CR: Número de Créditos
|
FORMAÇÃO COMPLEMENTAR |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
1. Conhecimentos específicos |
IBB245 |
Biologia Reprodutiva de Plantas Superiores |
60 |
3.2.1.0 |
|
IBB650 |
Macrófitas Aquáticas |
75 |
4.2.1.1 |
|
|
IBB122 |
Morfologia de Sementes e Plântulas Tropicais |
45 |
2.1.1.0 |
|
|
IBB116 |
Fitogeografia da Amazônia |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBB252 |
Biomas e Ecossistemas Amazônicos |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
IBB113 |
Ecologia da Paisagem |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
IBF091 |
Toxicologia para Biologia |
30 |
2.2.0.0 |
|
|
IBP035 |
Micotecnologia |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
IBP038 |
Micologia Básica |
45 |
2.1.1.0 |
|
|
IBP055 |
Microbiologia do Solo |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
IBP044 |
Imunologia de Peixes |
30 |
2.2.0.0 |
|
|
IHP123 |
Língua Brasileira de Sinais B |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
2. Temas multidisciplinares e transversais – conteúdos integradores |
IBB114 |
Iniciação à Ilustração Científica |
45 |
2.1.1.0 |
|
IBB325 |
Ilustração Científica: Aquarela |
45 |
2.1.1.0 |
|
|
IBB125 |
Parataxonomia Botânica |
45 |
2.1.1.0 |
|
|
IBG016 |
Seminários de Genética |
30 |
2.2.0.0 |
|
|
TOTAL |
810 |
45.35.9.1 |
||
LEGENDA: CH: Carga Horária; CR: Número de Créditos
ANEXO II
ESTRUTURA CURRICULAR - DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS POR PERÍODOS
|
PER |
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CARGA HORÁRIA |
PR |
|||||
|
T |
P |
EXT |
Total |
|||||||
|
1 |
IBB631 |
Biologia e Sociedade |
2.1.0.1 |
15 |
0 |
15 |
30 |
- |
||
|
IBF086 |
Biofísica |
4.2.1.1 |
30 |
30 |
15 |
75 |
- |
|||
|
IBM622 |
Biologia Celular |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|||
|
IEQ603 |
Química Geral Fundamental |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|||
|
IBB632 |
Diversificação e Classificação das Plantas |
3.3.0.0 |
45 |
0 |
0 |
45 |
- |
|||
|
IBB633 |
Fundamentos da Pesquisa Científica |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|||
|
IBM091 |
Fundamentos de Anatomia Humana |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|||
|
Subtotais |
23.18.3.2 |
270 |
90 |
30 |
390 |
- |
||||
|
2 |
IBB099 |
Introdução à Análise de Dados Biológicos |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
30 |
- |
||
|
IBB250 |
Ecologia de Populações |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|||
|
IBF046 |
Bioquímica I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBM622 |
|||
|
IBB240 |
Morfologia e Taxonomia de Criptógamas |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBM622 IBB632 |
|||
|
IBP024 |
Microbiologia Geral |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBM622 |
|||
|
IBG006 |
Introdução à Genética |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBM622 |
|||
|
IEE006 |
Bioestatística |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|||
|
Subtotais |
22.18.4.0 |
270 |
120 |
0 |
390 |
- |
||||
|
3 |
IBB101 |
Bioestatística Aplicada I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
IBB099 |
||
|
IBB230 |
Invertebrados I |
5.4.1.0 |
60 |
30 |
0 |
90 |
- |
|||
|
IBF047 |
Bioquímica II |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
IBF046 |
|||
|
IBM092 |
Biologia do Desenvolvimento |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBM622 IBG006 |
|||
|
IBB257 |
Avaliação de Impactos Ambientais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|||
|
IBB634 |
Anatomia de Espermatófitas |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBM622 IBB632 |
|||
|
Subtotais |
20.15.5.0 |
225 |
150 |
0 |
375 |
- |
||||
|
4 |
IBB098 |
Comunicação Científica |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
30 |
IBB633 |
||
|
IBB231 |
Invertebrados II |
5.4.1.0 |
60 |
30 |
0 |
90 |
IBB230 |
|||
|
IBF201 |
Fisiologia Humana Básica |
5.4.1.0 |
60 |
30 |
0 |
90 |
IBF047 IBM091 |
|||
|
IBG017 |
Biologia Evolutiva |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
IBG006 |
|||
|
IBM044 |
Histologia Comparada |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBM622 |
|||
|
IEG004 |
Fundamentos de Geologia |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|||
|
Subtotais |
22.18.4.0 |
270 |
120 |
0 |
390 |
- |
||||
|
5 |
IBG007 |
Biologia Molecular |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBG006 IBF047 |
||
|
IBB232 |
Vertebrados I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBB230 |
|||
|
IBB638 |
Estágio de Pesquisa I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IEE006 IBB099 IBB633 |
|||
|
IEG191 |
Fundamentos de Paleontologia |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|||
|
IBB620 |
Fisiologia Vegetal |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBF047 IBB634 |
|||
|
IBP025 |
Micologia Geral |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBP024 |
|||
|
IBB251 |
Ecologia de Comunidades e Ecossistemas |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBB250 |
|||
|
Subtotais |
21.14.7.0 |
210 |
210 |
0 |
420 |
- |
||||
|
6 |
IBB233 |
Vertebrados II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBB232 |
||
|
IBF202 |
Fisiologia Animal Comparada |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBB232 |
|||
|
IBP026 |
Imunologia Geral |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
30 |
IBF201 |
|||
|
IBP033 |
Parasitologia Básica |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBB231 |
|||
|
IBB635 |
Morfologia de Espermatófitas |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBB634 |
|||
|
Subtotais |
14.10.4.0 |
150 |
120 |
0 |
270 |
- |
||||
|
7 |
IBB637 |
Biologia da Conservação |
4.2.0.2 |
30 |
0 |
30 |
60 |
- |
||
|
IBG008 |
Microevolução |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
IBG006 IBG017 |
|||
|
IBB636 |
Sistemática de Espermatófitas |
4.2.2.0 |
30 |
60 |
0 |
90 |
IBB635 |
|||
|
Subtotais |
12.8.2.2 |
120 |
60 |
30 |
210 |
- |
||||
|
8 |
IBB641 |
Trabalho de Conclusão de Curso |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
30 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
||
|
IBB642 |
Gestão Ambiental |
5.4.0.1 |
60 |
0 |
15 |
75 |
- |
|||
|
IBB643 |
Mostra Científica |
6.0.0.6 |
0 |
0 |
90 |
90 |
- |
|||
|
Subtotais |
13.6.0.7 |
90 |
0 |
105 |
195 |
- |
||||
|
TOTAIS |
147.107.29.11 |
1.605 |
870 |
165 |
2.640 |
- |
||||
|
ESTÁGIOS CURRICULARES ELETIVOS DE PESQUISA (É obrigatória a integralização de 12 créditos e 300 horas) |
||||||||
|
PER |
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CARGA HORÁRIA |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
Total |
|||||
|
6 |
IBB639 |
Estágio de Pesquisa II A |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB638 |
|
IBF087 |
Estágio de Pesquisa II B |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB638 |
|
|
IBG009 |
Estágio de Pesquisa II C |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB638 |
|
|
IBM093 |
Estágio de Pesquisa II D |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB638 |
|
|
IBP052 |
Estágio de Pesquisa II E |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB638 |
|
|
IEG192 |
Estágio de Pesquisa II F |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB638 |
|
|
7 |
IBB640 |
Estágio de Pesquisa III A |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
IBF088 |
Estágio de Pesquisa III B |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
IBG010 |
Estágio de Pesquisa III C |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
IBM094 |
Estágio de Pesquisa III D |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
IBP053 |
Estágio de Pesquisa III E |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
IEG193 |
Estágio de Pesquisa III F |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
150 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
ATIVIDADES CURRICULARES ELETIVAS DE EXTENSÃO (É obrigatória a integralização de 12 créditos e 180 horas, podendo complementar com CH de extensão de outras disciplinas eletivas e optativas) |
||||||||
|
PER |
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CARGA HORÁRIA |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
Total |
|||||
|
3 |
IBG011 |
Oficinas de Genética e Evolução |
4.0.0.4 |
0 |
0 |
60 |
60 |
- |
|
4 |
IBB645 |
Oficinas de Parataxonomia Botânica |
4.0.0.4 |
0 |
0 |
60 |
60 |
- |
|
7 |
IBB644 |
Oficinas de Ilustração Biológica |
4.0.0.4 |
0 |
0 |
60 |
60 |
- |
|
8 |
IEG194 |
Oficinas de Paleontologia |
4.0.0.4 |
0 |
0 |
60 |
60 |
- |
|
IBB646 |
Atividade de Extensão A |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
45 |
- |
|
|
IBF089 |
Atividade de Extensão B |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
45 |
- |
|
|
IBG012 |
Atividade de Extensão C |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
45 |
- |
|
|
IBM095 |
Atividade de Extensão D |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
45 |
- |
|
|
IBP054 |
Atividade de Extensão E |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
45 |
- |
|
LEGENDA: PER: Período Letivo; PR: Pré-Requisito; CR: Número de Créditos; CH: Carga Horária, dividida em: T: Teórica; P: Prática; EXT: Extensão.
ESTRUTURA CURRICULAR - DISCIPLINAS ELETIVAS
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CARGA HORÁRIA |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
Total |
||||
|
IBB108 |
Biologia de Campo |
4.2.2.0 |
30 |
60 |
0 |
90 |
- |
|
IBB647 |
Empreendedorismo Sustentável |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
IBB102 |
Bioestatística Aplicada II |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
30 |
IBB101 |
|
IBB111 |
Inventário Florístico |
2.0.2.0 |
0 |
60 |
0 |
60 |
- |
|
IBB112 |
Biologia de Aracnídeos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBB231 |
|
IBB648 |
Florestas Urbanas |
4.2.1.1 |
30 |
30 |
15 |
75 |
- |
|
BB649 |
Etnobiologia |
4.2.1.1 |
30 |
30 |
15 |
75 |
- |
|
IBB117 |
Manejo da Fauna |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
IBB110 |
Ecologia e Manejo de Ecossistemas Aquáticos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
IBB246 |
Cultura de Tecidos Vegetais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
IBB120 |
Ecotoxicologia e Avaliação de Riscos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
IBF010 |
Farmacologia |
5.3.1.1 |
45 |
30 |
15 |
90 |
IBF201 |
|
IBF048 |
Comportamento Animal |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
IBF202 |
|
IBF090 |
Farmacologia Clínica |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
30 |
IBF010 |
|
IBG001 |
Fundamentos de Engenharia Genética |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBG006 IBF047 |
|
IBG002 |
Genética da Conservação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
IBG008 |
|
IBG003 |
Regulação da Expressão Gênica |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBG007 |
|
IBG005 |
Marcadores Moleculares |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBG013 |
|
IBG013 |
Bioinformática |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBG007 |
|
IBG014 |
Citogenética |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBG006 |
|
IBG015 |
Evolução Molecular |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBG017 IBG007 |
|
IBM049 |
Anatomia Comparada |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBM091 |
|
IBM050 |
Patologia Geral paraB |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
IBM044 |
|
IBM096 |
Fundamentos da Antropologia Forense |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
IBM091 |
LEGENDA: PER: Período Letivo; PR: Pré-Requisito; CR: Número de Créditos; CH: Carga Horária, dividida em: T: Teórica; P: Prática; EXT: Extensão.
ESTRUTURA CURRICULAR - DISCIPLINAS OPTATIVAS
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CARGA HORÁRIA |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
Total |
||||
|
IBB245 |
Biologia Reprodutiva de Plantas Superiores |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
IBB116 |
Fitogeografia da Amazônia |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
IBB114 |
Iniciação à Ilustração Científica |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
- |
|
IBB325 |
Ilustração Científica: Aquarela |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
- |
|
IBB650 |
Macrófitas Aquáticas |
4.2.1.1 |
30 |
30 |
15 |
75 |
- |
|
IBB122 |
Morfologia de Sementes e Plântulas Tropicais |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
- |
|
IBB125 |
Parataxonomia Botânica |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
- |
|
IBB252 |
Biomas e Ecossistemas Amazônicos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
IBB113 |
Ecologia da Paisagem |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
IBF091 |
Toxicologia para Biologia |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
30 |
- |
|
IBG016 |
Seminários de Genética |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
30 |
- |
|
IBP035 |
Micotecnologia |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
IBP038 |
Micologia Básica |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
- |
|
IBP055 |
Microbiologia do Solo |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
IBP044 |
Imunologia de Peixes |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
30 |
- |
|
IHP123 |
Língua Brasileira de Sinais B |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
LEGENDA: PER: Período Letivo; PR: Pré-Requisito; CR: Número de Créditos; CH: Carga Horária, dividida em: T: Teórica; P: Prática; EXT: Extensão.
ANEXO III
PROGRAMAS DE ENSINO
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
|
Período: 1º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB631 |
BIOLOGIA E SOCIEDADE |
2.1.0.1 |
15 |
0 |
15 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
História da Biologia. Controvérsias acerca de valores e ética na ciência. Divulgação científica em tempos de negacionismo científico e pseudociências na biologia. História e cultura afro-brasileira e a temática indígena no ensino de biologia. Inclusão e diversidade no ensino de biologia. O papel do biólogo na sociedade. O papel da biologia na formação do cidadão. As áreas de atuação do biólogo na academia, no mercado de trabalho e na inovação. Atividades de extensão em espaços de ensino não formais para a vivência do atuar do biólogo na sociedade |
|||||||
|
OBJETIVOS |
|||||||
|
Geral: Tornar o aluno apto a conhecer as questões históricas, sociológicas e éticas relacionadas com o seu futuro profissional como Biólogo e como Professor. Específicos: Conhecer as diferentes áreas de atuação do biólogo. Desenvolver uma visão crítica sobre a atuação do biólogo. Vivenciar as diferentes áreas de atuação do biólogo e sua interação com a sociedade a través de atividades de extensão em espaços públicos. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
Básicas: DIAMOND, J. Armas, germes e aço. 13 ed. Rio de Janeiro: Record, 472 p. 2011. DURAND, G. Introdução geral à bioética: história, conceitos e instrumentos. 4a ed. São Paulo, 2012. ROONEY, A. A história da Biologia. M.Books, 2018. Complementares: ÁVILA PIRES, F. D. Fundamentos históricos da ecologia. Ribeirão Preto: Holos, 1999. DELÈAGE, J.-P. História da ecologia: uma ciência do homem e da natureza. Lisboa: Dom Quixote, 1993. GOULD, S. J. Darwin e os grandes enigmas da vida. São Paulo: Martins Fontes, 1987. LOPES, R.J.; PIRULA. Darwin sem frescura. São Paulo: Editora Harper Collins, 2019. PESSINI, L.; BARCHIFONTAINE, C. Problemas atuais em bioética. 11 ed. São Paulo. Centro Universitário São Camilo, 2014. |
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Período: 1º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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IBB632 |
DIVERSIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS PLANTAS |
3.3.0.0 |
45 |
0 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
História evolutiva das plantas: das as algas verdes ancestrais às plantas atuais. A teoria endossimbiótica. Colonização do ambiente terrestre. Adaptações evolutivas. Principais eventos evolutivos e diversificação dos principais grupos de plantas. Os sistemas de classificação das plantas, explorando seus aspectos morfológicos, anatômicos, fisiológicos e ecológicos. Noções de Nomenclatura Botânica. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Apresentar a evolução e a diversidade das plantas fundamentadas na abordagem da sistemática filogenética, mostrando as sinapomorfias que geraram a diversificação dos principais grupos, o posicionamento filogenético e a diversidade biológica de cada grupo. Específicos: Compreender a história evolutiva das plantas. Reconhecer os principais eventos evolutivos, as características importantes dos principais grupos. Entender a diversificação das plantas através das transições morfológicas e anatômicas do corpo vegetal. Entender a relação entre a morfologia, anatomia e fisiologia das plantas e seu ambiente. Identificar e classificar os principais grupos de plantas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: JUDD, Walter S. et al. Sistemática vegetal: um enfoque filogenético. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 612p. RAVEN, Peter H; EVERT, Ray F; EICHHORN, Susan E. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 830 p. SIMPSON, Michael G. Plant systematics. Amsterdam: Elsevier/Academic, c2006. 590 p Complementares: EVERT, R. F. Anatomia das plantas de Esau: meristemas, células e tecidos do corpo da planta: sua estrutura, função e desenvolvimento. São Paulo: Blucher, 2013. 726p. GUREVITCH, J.; SCHEINER, s. M.; FOX, G. A. Ecologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed. 2009. 592p. SILVA, C. J. Fundamentos de Anatomia Vegetal: conceitos e aplicações em uma abordagem didática. Sete Lagoas, MG: Ed. Do Autor. 2022. 535p. |
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Período: 1º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB633 |
FUNDAMENTOS DA PESQUISA CIENTÍFICA |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Filosofia da ciência e método científico. Definições e conceitos de Ciência. Introdução à epistemologia. O contexto histórico, social e psicológico na evolução do pensamento científico. O raciocínio lógico e o método científico para a elaboração da pergunta, hipótese e previsão em ciências biológicas. Pesquisa bibliográfica: bases de dados e critérios de seleção, organização e leitura. Introdução à elaboração de projetos de pesquisa. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Conhecer o histórico do pensamento filosófico-científico para aplicar o método científico em ciências biológicas. Específicos: Diferenciar o saber científico de outras formas de saber. Conhecer e avaliar criticamente a evolução do pensamento científico. Reconhecer a estrutura do método científico para aplicá-lo na elaboração e condução de projetos de pesquisa. Entender como aplicar a lógica filosófico-científica nas diferentes áreas de atuação profissional do biólogo. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CHALMERS, A. F. O que é Ciência Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1997. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas 2010. MAYR, E. O Desenvolvimento do Pensamento Biológico: Diversidade, Evolução e Herança. Brasília Editora da UnB, 1998. VOLPATO, G. Ciência, da filosofia à publicação. 5a ed. Botucatu: Best Writing, 2007. Complementares: GOTELLI, N.; ELLISON, A. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre: Artmed; 2011 HORGAN, J. O Fim da Ciência: Uma Discussão sobre os Limites do Conhecimento Científico. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. VOLPATO, G. Bases teóricas para redação científica. São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, 2007. |
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Período: 1º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBF086 |
BIOFÍSICA |
4.2.1.1 |
30 |
30 |
15 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Biofísica molecular e Biofísica das soluções. Bioenergética e termodinâmica aplicada aos sistemas biológicos. Princípios físicos que interferem na estrutura e função das biomoléculas. Transporte celular e estudo biofísico das soluções. Biofísica das membranas excitáveis e a bioeletricidade. A fluidodinâmica nos sistemas fisiológicos: biofísica da circulação, respiração e da função renal. Difusão do conhecimento por meio de ações de extensão. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Interpretar os fenômenos biológicos por meio das leis e princípios da física, ampliando a sua compreensão. Específicos: Compreender os mecanismos moleculares que regem os sistemas biológicos. Compreender aspectos da fluidodinâmica associada à circulação, respiração e função renal. Promover ações de extensão que proporcionem a divulgação da biofísica na sociedade. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: HENEINE, I. F. Biofísica Básica. São Paulo: Atheneu, 2010. MOURÃO JÚNIOR, C. A.; ABRAMOV, D. M. Biofísica essencial. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. 7ª ed. Porto Alegre, RS: Artmed 2019. Complementares: BACILA, M. Bioquímica Veterinária. 2a ed. São Paulo: Robe Editorial, 2003. CISTERNAS, J. R.; VARGA, J.; MONTE, O. Fundamentos de bioquímica experimental. 2ª ed. São Paulo: Editora Ateneu, 2001. GARCIA, E. A. C. Biofísica. 2ª ed. São Paulo: Editora Sarvier, 2015. MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015 RODWELL, V. W. et al. Bioquímica ilustrada de Harper. 30ª ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2017. |
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Período: 1º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBM622 |
BIOLOGIA CELULAR |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Origem e evolução celular. Química celular. Membrana plasmática. Sistema de endomembranas. Conversão de energia nas células. Citoesqueleto. Sinalização celular. Ciclo Celular. Morte celular. Microscopia. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a identificar a organização estrutural e funcional dos componentes celulares e compreender como fatores intrínsecos e extrínsecos afetam os mecanismos e processos celulares. Específicos: Identificar a interrelação entre os diversos sistemas e componentes celulares. Compreender e usar a prática citológica, envolvendo-se em atividades práticas. Construir um embasamento teórico, uma vez que esta disciplina constitui pré-requisito para outras disciplinas do curso. Adequar o conteúdo da ementa à problemas práticos, conforme as necessidades do curso em que a disciplina é ministrada. Correlacionar o conhecimento adquirido com o campo profissional do curso. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Fundamentos da Biologia Celular, 4ª edição, Artmed, 2017. LODISH, H.; BERK, A.; ZIPURSKY, S.L.; MATSUDAIRA, P.; BALTIMORE, D.; DARNELL, J. Biologia Celular e Molecular, 7ª edição, Artmed, 2014. JUNQUEIRA, L.C.U., CARNEIRO, J., ANDRADE, C.G.T., & JORDÃO, B.Q. Biologia celular e molecular, 10ª Edição, Guanabara-Koogan, 2023. Complementares: ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Biologia Molecular da Célula, 6ª edição, Artmed, 2017. KIERSZENBAUM, A.; TRES, L.L. Histologia e Biologia Celular - Uma Introdução À Patologia, 4ª edição Elsevier, 2016. NELSON, D.; COX, M. LEHNINGER. Princípios de Bioquímica. 8a edição. Artmed, 2022. RAVEN, Peter H.; EVERT, Ray Franklin; EICHHORN, Susan E. Biologia Vegetal. 8ª edição. Guanabara Koogan, 2014. Artigos Periódicos Científicos (www.periodicos.capes.gov.br ou qualquer outro portal que disponibilize artigos, especialmente das áreas biológicas). |
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Período: 1º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBM091 |
FUNDAMENTOS DE ANATOMIA HUMANA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Noções gerais da Anatomia Humana, abordando os principais sistemas orgânicos que compreendem: o esquelético, o articular, o muscular, o circulatório, o respiratório, o digestório, o nervoso, o urogenital (masculino e feminino) e o tegumentar. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Tornar o aluno apto a definir, identificar e localizar os elementos anatômicos do corpo humano, relacionando forma, estrutura e função no organismo. Específicos: Conhecer e utilizar adequadamente a terminologia anatômica. Compreender a organização do corpo humano e localização das estruturas, órgãos e sistemas. Relacionar os órgãos e estruturas anatômicas com suas respectivas funções. Reconhecer e descrever os sistemas orgânicos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Básica. 3ª Edição. São Paulo: Editora Atheneu, 2024. NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana. 8ª Edição. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2024. TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 16ª Edição. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2023. Complementares: PAULSEN, F.; WASCHKE, J. Sobotta . Atlas de Anatomia Humana. 25ª Edição. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2023. 3 v. SCHÜNKE, M. Prometheus | Atlas de Anatomia. 4ª Edição. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan 2019. 3 v. LYONS, V. T. Netter | Anatomia Sistêmica Essencial. 1ª Edição. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2023. LAROSA, P. R. R. Anatomia Humana: Texto e Atlas. 2ª Edição. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2024. SPENCE, A. P. Anatomia Humana Básica. 2ª Edição. Santana do Parnaíba: Editora Manole, 1991. |
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Período: 1º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE QUÍMICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IEQ603 |
QUÍMICA GERAL FUNDAMENTAL |
4.0.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Princípios elementares da Química: unidades de medida; matéria e energia; estrutura eletrônica dos átomos; propriedades periódicas; ligações químicas; fórmula e equações químicas; cálculo estequiométrico. Introdução à química orgânica: funções e nomenclatura de compostos orgânicos. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Compreender os princípios elementares da química em geral com introdução à química orgânica.
Específicos: Aplicar os princípios elementares da química e a estrutura eletrônica dos átomos. Identificar as propriedades periódicas dos elementos químicos e das ligações químicas. Saber utilizar fórmulas e equações químicas Descrever as características dos compostos químicos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: PENCER, James N.; BODNER, George M.; RICKARD, Lyman H. Química: estrutura e dinâmica. 3.ed. v. 2. São Paulo: LTC, 2007. ATKINS, Peter. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2004. ISBN 8536306688. RUSSELL, John B. Química Geral. 2. ed. São Paulo: Pearson Universidades, 1994. v. 1, 2. ISBN 8534601925. Complementares: BARBOSA, Luiz C. de Almeida. Introdução a química orgânica. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, c2011. xiv, 331 p. ISBN 978-85-7605-877-9. BRADY, James E.; RUSSELL, Joel W.; HOLUM, John R. Química: a matéria e suas transformações. v. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2002. ISBN 8521613059. MYERS, Rollie J.; MAHAN, Bruce M. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, 2003. ISBN 8521200366. CHANG, Raymond. QUÍMICA. 11 ed. Porto Alegre: McGraw Hill, 2013. 1168 p. BROWN, Theodore L. Química: a ciência central. São Paulo: Prentice Hall, 2006. ISBN 8587918427. |
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|
Período: 2º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB099 |
INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE DADOS BIOLÓGICOS |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
A Estatística em perspectiva, sua importância e alcance. Formas de validação. Do problema biológico ao estatístico. Níveis e escalas de medida. Atribuição de valores. Precisão e acurácia. Distribuições de frequências. Parâmetros populacionais e intervalos de confiança. Representatividade e Independência. A lógica dos testes de hipóteses |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Tornar o aluno apto a compreender os conceitos fundamentais da estatística aplicada a problemas biológicos. Específicos: Reconhecer o potencial e as limitações da estatística como ferramenta para a pesquisa biológica. Transformar problemas biológicos em problemas estatísticos construindo tabelas direcionadas à solução dos problemas. Compreender os diferentes critérios de validação em uma pesquisa, a atribuição de valores em diferentes escalas, as distribuições de frequências, parâmetros populacionais e intervalos de confiança. Entender o significado e a importância da representatividade e da independência na análise de dados. Conhecer a lógica de testes estatísticos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: GOTELLI, Nicholas J.; ELLISON, Aaron M. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011 MAGNUSSON, William E., MOURÂO, Guilherme. Estatística sem matemática: a ligação entre as questões e as análises. Londrina, PR: Planta, 2005. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC 2008. Complementares: GASNIER, T. G. 2019. A condução da Análise. Apostila da disciplina disponível em tgvirtualblog.blogspot.com MACNAUGHTON, D. B. The Entity-Property-Relationship Approach to Statistics: An Introduction for Students. Em www.matstat.com. (Último acesso em outubro de 2019.) |
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Período: 2º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB250 |
ECOLOGIA DE POPULAÇÕES |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Histórico da ecologia. Conceitos fundamentais de ecologia. O ambiente físico e o clima. Bioma, adaptação e ambiente. Princípios de ecologia evolutiva e histórias de vida. Demografia, dinâmica populacional e modelos de crescimento populacional. Distribuição e estrutura espacial das populações. Consequências ecológicas da reprodução sexual. Interações intra- e interespecíficas e coevolução. Atividades humanas e a dinâmica das populações. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Tornar o aluno apto a conhecer a teoria ecológica voltada para processos em indivíduos e populações; reconhecer o contexto evolutivo dentro dos processos ecológico. Específicos: Capacitar os alunos a compreenderem a dinâmica populacional, incluindo fatores que influenciam o tamanho e a distribuição das populações Aprender a reconhecer as interações entre populações e o ambiente. Busca-se desenvolver habilidades de análise e interpretação de dados ecológicos Promover uma reflexão crítica sobre questões ambientais. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: BEGON, M. C.; TOWNSEND, J.; HARPER. J. L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4a ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. Ribeirão Preto: SBG/FUNPEC, 2003 RICKLEFS, R. E., RELYEA, R. A Economia da Natureza. 7a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2010. Complementares: FOX, C. W.; ROFF, D. A.; FAIRBAIRN, D. J. (eds.) Evolutionary Ecology. New York: Oxford University Press, 2001. PIANKA, E. R. Evolutionary Ecology. 6a ed. Benjamin Cummings. 2000. ODUM, E. P. Fundamentos de ecologia. 5a ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. RANTA E.; LUNDBERG, P.; KAITALA, V. Ecology of Populations. Cambridge: Cambridge University Press, 2006. Disponíveis na internet: *DONOVAN, T. M.; WELDEN. C. Spreadsheet exercises in ecology and evolution. Sinauer Associates, Inc. Sunderland, MA, USA, 2002. http://www.uvm.edu/rsenr/vtcfwru/spreadsheets/ecologyevolution/ecology_evolution.htm). |
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Período: 2º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB240 |
MORFOLOGIA E TAXONOMIA DE CRIPTÓGAMAS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBM622 IBB632 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Morfologia, biologia e taxonomia de algas, briófitas e pteridófitas. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Identificar caracteres particulares e auxiliares na descrição morfológica, identificação taxonômica e dos processos de ciclos de vida dos grupos de Criptógamas, utilizando metodologias básicas de coleta, conservação e estudo em campo e laboratório e no campo. Específicos: Caracterizar morfologicamente o corpo relacionado a cada fase do ciclo de vida de Algas, Briófitas e Pteridófitas. Descrever as fases, relacionando com os aspectos evolutivos e filogenéticos dos grupos. Preparar técnicas de coleta e manutenção de material para estudo em campo e laboratório. Compreender os processos evolutivos que conduziram à especialização dos grupos e prepararam o caminho evolutivo para o aparecimento das Fanerógamas. |
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REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: BICUDO, C. E. M.; BICUDO, R. M. T. Algas de águas continentais brasileiras. São Paulo: FUNBEC, 1970. GRIFFIN, D. Guia preliminar para as Briófitas frequentes em Manaus e adjacências. Acta Amazonica, v9, n.3, 1979. MEDEIROS, J.B.L.P., MENDES, R.M.S.; LUCENA, E.MM.P. Morfologia e taxonomia de criptógamas. 2. ed. Fortaleza: Ed UECE, 2015. 163 p.il. RAVEN, P. H.; EVERT, R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. 8a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. ZUQUIM, G.; COSTA, F. R. C.; PRADO, J.; TUOMISTO, H. Guia de samambaias e licófitas da REBIO UATUMÃ – Amazônia Central. Manaus: Áttema, 2008. Complementares: JOLY, A. B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. 10a ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1991. SMITH, G. M. Botânica Criptogâmica. volume I e II. 3a ed. Lisboa: Fundação Caloustre Gulbenkian, 1978. PRITCHARD, H. N.; BRADT, P. T. Biology of Nonvascular Plants. St. Louis: T. Mirror / Mosby College Publishin, 1984. WEBERLING, F.; SCHWANTES, O. Taxonomia Vegetal. São Paulo: E.P.U., 1986. |
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|
Período: 2º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBF046 |
BIOQUÍMICA I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBM622 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Introdução à Bioquímica. Estrutura, classificação e importância biológica de aminoácidos, peptídeos, proteínas, enzimas, carboidratos, lipídeos, vitaminas, coenzimas e ácidos nucléicos. Principais vias de produção de energia. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a reconhecer e identificar os aspectos estruturais e funcionais das biomoléculas; esquematizar e explicar a estrutura e função biológica dos principais componentes moleculares encontrados nos organismos vivos. Específicos: Saber caracterizar as estruturas dos principais representantes de cada classe de biomoléculas. Aprender a descrever as principais vias metabólicas envolvendo as biomoléculas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009. 519 p. CAMPBELL, M. K.; FARRELL, S. O. Bioquímica: volume 1, bioquímica básica. São Paulo: Thomson, 2007. MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. Complementares: BAYNES, J.; DOMINICZAK, M. H. Bioquímica Médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. DEVLIN, T. M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 6a ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. 5a ed. São Paulo: Sarvier, 2011. VOET, D.; VOET, J .G., Bioquímica. 3a ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. |
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|
Período: 2º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBG006 |
INTRODUÇÃO À GENÉTICA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBM622 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Estrutura e organização do material genético. Cromossomos e reprodução celular. Herança mendeliana e suas extensões. Determinação sexual. Herança relacionada ao Sexo. Variação no número e na estrutura dos cromossomos. Herança extracromossômica. Sistema genético bacteriano e viral. Ligação, recombinação e mapeamento gênico. Genética quantitativa. Noções de genética de populações. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Tornar o aluno apto a compreender e aplicar os conceitos de Genética Clássica. Específicos: Conhecer a natureza e a transmissão da herança biológica do entendimento das bases genéticas da hereditariedade. Compreender os padrões de Herança Mendeliana e não mendeliana. Identificar as variações no número e na estrutura dos cromossomos, suas causas e consequências. Compreender a Herança de caracteres complexos. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: PIERCE, B. Genética: Um enfoque conceitual. 2016. 5ª ed. Porto Alegre: Guanabara Koogan. 780 pp. GRIFFITHS, A.J.F.; DOEBLEY, J.; PEICHEL, C. et al. Introdução a genética. 2022. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 768 pp. SNUSTAD; SIMMONS. Fundamentos de genética. 2017. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 600 pp. Complementares: KLUG, W.S., CUMMINGS, M.R.; SPENCER, C.A.; PALLADINO, M.A. Conceitos de Genética. 2010. 9ª ed. e-book. Porto Alegre: Artmed. PIERCE, B.A. Genética Essencial: conceitos e conexões. 2012. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; MORGAN, D.; RAFF, M. et al. Biologia molecular da célula. 2017. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed. 1464 pp. BORGES-OSÓRIO, M.R.; ROBINSON, W.M. Genética humana. 2013. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed. GUERRA. M. Introdução a Citogenética Geral. 1988. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. |
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Período: 2º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBP024 |
MICROBIOLOGIA GERAL |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBM622 |
|
|
EMENTA |
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Introdução ao estudo de bacteriologia. Evolução bacteriana. Morfologia, fisiologia e genética de bactérias. Microbiota normal do ser humano. Controle do crescimento microbiano. Nutrição bacteriana. Técnicas de cultivo de bactérias. Aplicações de bactérias. Introdução ao estudo de virologia. Natureza, ciclo e estrutura das partículas de vírus de eucariotos e bacteriófagos. Evolução viral. Diversidade e ecologia viral. Aplicações de vírus. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Transmitir ao estudante, mediante aulas teóricas e práticas, as noções básicas de bacteriologia e virologia, sua importância para a manutenção dos ciclos biogeoquímicos e interações com os outros organismos, bem como os fatores que afetam seu crescimento e controle, além da sua aplicação em processos industriais e biotecnológicos Específicos: Ao final da disciplina o estudante deverá ser capaz de: Caracterizar a estrutura de células bacterianas e partículas virais. Caracterizar células bacterianas de acordo com processos fisiológicos de obtenção de energia e carbono. Compreender o processo crescimento bacteriano e os fatores físicos e químicos que o afetam. Compreender diferentes técnicas de controle do crescimento bacteriano bem como sua correta aplicação. Compreender os processos de multiplicação de células bacterianas bem como os processos que permitem adquirir variabilidade genética. Conhecer as diferentes classes de vírus de acordo com o tipo de material genético. Compreender o ciclo viral e como isso afeta a célula hospedeira. Entender a importância de bactérias e vírus para a manutenção dos ciclos biogeoquímicos e consequentemente para a manutenção da vida na terra. Contextualizar os conhecimentos adquiridos na disciplina com outras disciplinas do curso e com a vida cotidiana. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BROCK, T. D.; MADIGAN, M. T. Microbiologia de Brock. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1128 p. ISBN 9788536320939. TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. Porto Alegre, RS: Artmed, c2017. xxi, 935, [5] p. ISBN 9788582713532. TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. (ed.). Microbiologia. 6. ed. São Paulo: Atheneu, 2015. 888 p. ISBN 9788538806776 Complementares: JAWETZ, Ernest; MELNICK, Joseph L.; ADELBERG, Edward A. Microbiologia Médica. 20.ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c1998. 524 p. PELCZAR, Michael Joseph; CHAN, Eddie Chin Sun; KRIEG, Noel R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo, SP: Makron Books do Brasil: Pearson Education do Brasil, 1997-2010. 2 v. ISBN 8534601968. |
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Período: 2º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
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|
IEE006 |
BIOESTATÍSTICA |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Conceitos básicos de bioestatística. Descrição e apresentação de dados. Medidas de estatística de resumo. Apresentação gráfica. Noções de probabilidade. Distribuições binomial e normal. Estimação. Testes de hipótese para uma amostra e para duas amostras. Correlação. Regressão. Tabelas de contingência. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a aplicar os conceitos e as técnicas básicas de estatística descritiva e inferencial. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BUSSAB, W. O e MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 7a edição. São Paulo-SP: Saraiva. 2011. MAGALHÃES, M. M. e LIMA, A. C. P. Noções de Probabilidade e Estatística. 5a edição. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 2002. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Complementares: MOTTA, V. T. e WAGNER, M. B. Bioestatística. 2a edição. Caxias do Sul-RS: EDUCS. 2006. PAGANO, M. e GAUVREAU, K. Princípio de Bioestatística, 2a. edição. São Paulo – SP: Thomson Pioneira. 2006. SOARES, J. F., FARIAS, A. A. e CESAR, C. C. Introdução à Estatística. 2a edição. Rio de Janeiro: LTC. 2008. VIERA, S. Introdução à Bioestatística. Rio de Janeiro: Campus, 2008. |
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Período: 3º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB101 |
BIOESTATÍSTICA APLICADA I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
IBB099 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Diversidade de testes e suas premissas. Planejamento amostral. Poder de testes estatísticos. Utilização de programas estatísticos para realização de testes e elaboração de gráficos. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a compreender conceitos estatísticos relacionados à diversidade e ao poder de testes estatísticos e utilizar um pacote estatístico para a realização dos testes e elaboração de gráficos. Específicos: Compreender conceitos de estatística relacionados à diversidade de testes estatísticos básicos e suas premissas (inclusive testes de aderência, tabelas de contingência e similares, testes paramétricos e não paramétricos com uma variável preditora e uma resposta). Relacionar fatores que influenciam sobre o poder de um teste estatístico. Utilizar um pacote estatístico para a realização de testes estatísticos e elaboração de gráficos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: GOTELLI, Nicholas J.; ELLISON, Aaron M. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011. MAGNUSSON, William E., MOURÃO, Guilherme. Estatística sem matemática: a ligação entre as questões e as análises. Londrina, PR: Planta, 2005. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC 2008. Complementares: GASNIER, T. G. 2019. A condução da Análise. (Apostila da disciplina disponível em: tgvirtualblog.blogspot.com). MACNAUGHTON, D. B. The Entity-Property-Relationship Approach to Statistics: An Introduction for Students. Disponível em www.matstat.com. RIBEIRO JUNIOR, JOSÉ IVO. Análises estatísticas no EXCEL: guia prático. Viçosa, MG: UFV, 2004. 249 p. ISBN 8572691758. SOKAL, R.R. & F. J. ROHLF. 1995. Biometry: the principles and practice of statistics in biological research. 3rd edition. W. H. Freeman and Co.: New York. 1995 p. |
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Período: 3º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB230 |
INVERTEBRADOS I |
5.4.1.0 |
60 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Origem da vida e diversidade animal. Princípios de taxonomia, sistemática, classificação e nomenclatura zoológica. Princípios de sistemática filogenética. Introdução ao Reino Protista. Reino Animalia (= Metazoa) com abordagem filogenética e evolutiva dos Metazoários basais (Filos Porifera, Placozoa, Cnidaria e Ctenophora) e dos Bilateria Spiralia (Filos Platyhelminthes, Rotifera, Nemertea e Annelida). |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a conhecer, analisar e interpretar aspectos morfológicos, biológicos e as relações evolutivas dos diferentes grupos abordados ao longo da disciplina, de forma a lhes permitir reconhecer e caracterizar esses organismos. Específicos: Identificar a importância das relações filogenéticas nos Reinos Protista e Animalia, e como essas relações refletem a classificação desses grupos; Reconhecer a importância da classificação biológica para organização e compreensão da enorme diversidade dos seres vivos. Diferenciar os principais Filos do Reino Protista e do Reino Animalia; Relacionar os processos responsáveis pela diversidade genética para elaborar explicações sobre a grande variedade de espécies no planeta. Apresentar exemplos, sempre que possível, da fauna local. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: BRUSCA, R. C.; MOORE, W.; SHUSTER, S. M. Invertebrados. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2018. HICKMAN, C. P. Jr.; ROBERTS, L. S.; KEEN, S. L.; EISENHOUR, D. J.; LARSON, A.; I’ANSON. H. Princípios Integrados de Zoologia. 16a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2016. RUPPERT, E. E.; FOX, R. S.; BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. 7a ed. São Paulo: Roca, 2005 Complementares: REY, L. Parasitologia. 4a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. LYTLE, C. F.; MEYER, J. R. General Zoology: Laboratory guide. 12a ed. New York: MacGraw Hill, 2009. |
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Período: 3º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB257 |
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
História do desenvolvimento dos Estudos de Impacto Ambiental no mundo e no Brasil. Sistemática de um Estudo de Impacto Ambiental. Metodologias para avaliação de impacto ambiental e socioeconômico. Análise de risco. Participação pública e comunicação. Estudos de impacto ambiental na Amazônia. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a: confeccionar, avaliar e executar estudos de impacto ambiental e relatórios de impacto ambiental. Propiciar uma abordagem aprofundada das avaliações de impacto ambientais e suas aplicações práticas: Estudo de Impacto Ambiental, Avaliação de Risco e Avaliação Ambiental Estratégica. Específicos: Compreender a evolução histórica, os marcos legais e os fundamentos teóricos dos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) no Brasil e no contexto internacional, com ênfase na legislação ambiental aplicável. Identificar e aplicar metodologias qualitativas e quantitativas utilizadas na avaliação de impactos ambientais e socioeconômicos, incluindo a elaboração de matrizes, checklists e sistemas de ponderação. Desenvolver competências para análise de impacto ambiental, considerando critérios técnicos, ecológicos e sociais em situações reais ou simuladas, com foco na mitigação de impactos negativos. Elaborar, de forma integrada e crítica, os principais instrumentos da avaliação de impacto ambiental, como o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e a Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), com atenção à realidade amazônica |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: ARGEL, M. Diagnóstico e ferramentas de análise em um estudo de impacto ambiental. Editora Senac São Paulo. 2020. SANCHES, L. H. Avaliação de Impactos Ambientais: conceitos e métodos. Oficina de Textos, 2006. SOUZA, B. Avaliação de Impacto ambiental. Editora Senac São Paulo. 2019. Complementares: CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. Avaliação e Perícia Ambiental. Bertrand Brasil, 2005. DUARTE, C. H. & KAKINAMI, S. H. Impactos ambientais: análise e medidas. Editora Senac São Paulo. 2018. IBAMA, Avaliação de impacto ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. 1995. TOMMASI, L. C. Avaliação de Impacto Ambiental. São Paulo: CETESB, 1995. |
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Período: 3º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB634 |
ANATOMIA DE ESPERMATÓFITAS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBM622 IBB632 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Célula vegetal. Esporogênese, gametogênese e embriogênese. Meristemas, diferenciação e crescimento do corpo vegetal. Sistemas de tecidos vegetais. Estruturas secretoras e substâncias do metabolismo primário e secundário. Anatomia dos órgãos vegetais: estrutura, adaptação e aspectos evolutivos. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Entender a estrutura e o desenvolvimento do corpo vegetal, baseado na ontogenia, função e adaptação da planta. Específicos: Entender a estrutura vegetal à luz da evolução e diversificação dos diferentes grupos de plantas. Compreender a organização estrutural das plantas e conseguir reconhecer características específicas dos principais grupos. Compreender que a estrutura da planta é essencial para a sua relação com o ambiente. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: EVERT, Ray Franklin. Anatomia das plantas de Esau: meristemas, células e tecidos do corpo da planta: sua estrutura, função e desenvolvimento. São Paulo, SP: Blucher, 2013. 726 p. RAVEN, P. H.; EVERT, R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. 8a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. SILVA, C. J. Fundamentos de Anatomia Vegetal: conceitos e aplicações em uma abordagem didática. Sete Lagoas, MG: Ed. Do Autor. 2022. 535p. Complementares: APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S.M. (ed.). Anatomia vegetal. 3. ed. Viçosa, MG: Editora UFV, 2012. 404 p. + CD-ROM. CUTLER, D. F.; BOTHA, T.; STEVENSON, D.W. Anatomia Vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre: Artmed. 2011. ESAÚ, K. Anatomia de plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. SIMPSON, M.G. Plant Systematics. London: Elsevier Academic Press. 2006. SOUZA, L. A. Morfologia e Anatomia Vegetal: Célula, tecidos, órgãos e plântula. Ponta Grossa: UEPEG, 2003. Artigos científicos. Disponível em www.scielo.org e www.periodicos.capes.gov.br. |
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Período: 3º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBF047 |
BIOQUÍMICA II |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IBF046 |
|
|
EMENTA |
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|
Bioenergética. Metabolismo de carboidratos. Ciclo de Krebs. Cadeia respiratória. Fosforilação oxidativa e fotofosforilação. Fotossíntese. Via das pentoses fosfato. Metabolismo de lipídeos e cetogênese. Metabolismo de compostos nitrogenados. Integração e regulação metabólica. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a descrever as principais vias anabólicas, através das quais a célula usa o ATP para a biossíntese das biomoléculas. Específicos: Ser capaz de explicar as transformações energéticas intracelulares, reações de óxido-redução e vias metabólicas que resultam na produção de energia Saber interpretar e correlacionar as principais rotas metabólicas dos organismos vivos bem como seus mecanismos de regulação Descrever a integração e a regulação das diferentes vias metabólicas nos organismos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009. 519 p. DEVLIN, T. M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 6a ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. Complementares: BAYNES, J.; DOMINICZAK, M. H. Bioquímica Médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. CAMPBELL, M. K.; FARRELL, S. O. Bioquímica Metabólica. São Paulo: Thomson, 2007. NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. 5a ed. São Paulo: Sarvier, 2011. SMITH, C.; MARKS, A. D.; LIEBERMAN, M. Bioquímica Médica Básica de Marks. 2a ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. VOET, D.; VOET, J .G., Bioquímica. 3a ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. |
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Período: 3º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBM092 |
BIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBM622 IBG006 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Eventos gerais que ocorrem durante o desenvolvimento animal. Mecanismos celulares e moleculares que atuam na embriogênese em diferentes grupos taxonômicos. Modelos de desenvolvimento em invertebrados e vertebrados. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Identificar e compreender os mecanismos morfofuncionais no desenvolvimento dos diferentes grupos taxonômicos de animais, através de uma abordagem evolutiva. Específicos: Ter conhecimentos sobre o processo de diferenciação e maturação das células germinativas para o desenvolvimento normal de um embrião; Conhecer exemplos de determinação do sexo em animais; Compreender os mecanismos morfofuncionais que levam a formação do organismo em diferentes grupos taxonômicos com uma abordagem evolutiva. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: GILBERT, S. F.; BARRESI, M. J. F. Biologia do desenvolvimento. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018 916 p. CARLSON, B. M. Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento. 5a. ed. Rio de Janeiro Guanabara Koogan, 2014. GARCIA, S. M. L. Embriologia. 3a ed. Porto Alegre: Artmed, 2012 Complementares: LANGMAN, Jan; SADLER, T.W. Embriologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. 330p MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V.; N. Embriologia Clínica. 10a. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. 524p Atlas de embriologia: https://embryology.med.unsw.edu.au/ |
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Período: 4º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB098 |
COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
IBB633 |
|
|
EMENTA |
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|
O processo científico como base para a redação científica. Pesquisa Bibliográfica. Diretrizes e prática de apresentação de trabalhos científicos. Diretrizes e prática de redação da introdução, métodos, resultados, discussão, resumo e bibliografia. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Capacitar o aluno a reconhecer e aplicar diretrizes e boas práticas para a produção de textos e apresentações orais efetivas. Específicos: Compreender que a redação é parte fundamental do processo científico, o qual somente se encerra no momento da publicação. Buscar e selecionar artigos científicos para dar suporte às suas pesquisas. Compreender e avaliar criticamente as diferentes modalidades de publicação científica, bem como as principais métricas de avaliação de autores e publicações em ciências biológicas. Reconhecer e aplicar diretrizes de formatação e estilo para a redação de textos científicos concisos, informativos e atrativos ao leitor. Reconhecer e aplicar técnicas para a realização de apresentações orais que comuniquem o conteúdo da pesquisa com efetividade. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BASTOS, C. L.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2005. TOMASI; MEDEIROS, J. B. Comunicação científica: normas técnicas para redação científica. São Paulo: Atlas, 2008. VOLPATO, G. Método lógico para redação cientifica. Botucatu: Best Writing, 2011. VOLPATO, Gilson L. Guia prático para redação científica. Botucatu, SP: Best Writing, c2015. 267 p. ISBN 9788564201071 (broch.). Complementares: DAY, R. A. Como escribir y publicar trabajos científicos. Washington: OMS, 1990. STRUNK, W. JR.; WHITE, E. B. The Elements of Style. 4a ed. Needham Heights: Allyn & Bacon, 2000. VOLPATO, G. Bases teóricas para redação científica. São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, 2007. VOLPATO, G. Dicas para redação científica. 3a ed. São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, 2010. |
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|
Período: 4º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB231 |
INVERTEBRADOS II |
5.4.1.0 |
60 |
30 |
0 |
IBB230 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Reino Animalia (= Metazoa) com abordagem filogenética e evolutiva dos Bilateria Spiralia (Filos Phoronida, Bryozoa, Brachiopoda e Mollusca), Ecdysozoa (Filos Nematoda, Nematomorpha, Tardigrada, Onychophora e Arthropoda) e Deuterostomia (Filos Echinodermata e Hemichordata). |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Tornar o aluno apto a conhecer, analisar e interpretar aspectos morfológicos, biológicos e as relações evolutivas dos diferentes grupos abordados ao longo da disciplina, de forma a lhes permitir reconhecer e caracterizar esses organismos. Específicos: Identificar a importância das relações filogenéticas no Reino Animalia, e como essas relações refletem a classificação desses grupos; Reconhecer a importância da classificação biológica para organização e compreensão da enorme diversidade dos seres vivos. Reconhecer e diferenciar os principais Filos de invertebrados bilaterais do Reino Animalia; Relacionar os processos responsáveis pela diversidade genética para elaborar explicações sobre a grande variedade de espécies no planeta. Apresentar exemplos, sempre que possível, da fauna local. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: BRUSCA, R. C.; MOORE, W.; SCHUSTER, S. M. Invertebrados. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2018. HICKMAN, C. P. Jr.; ROBERTS, L. S.; KEEN, S. L.; EISENHOUR, D. J.; LARSON, A.; I’ANSON. H. Princípios Integrados de Zoologia. 16a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2016. RUPPERT, E. E.; FOX, R. S.; BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados: uma abordagem funcional- evolutiva. 7a ed. São Paulo: Roca, 2005. Complementares: RIBEIRO-COSTA, C. S.; ROCHA, R. M. Invertebrados: manual de aulas práticas. Ribeirão Preto: Holos, 2006. FRANSOZO, A.; NEGREIROS-FRANSOZO, M. L. Zoologia dos Invertebrados. 1ª ed. São Paulo: Roca, 2016. GULLAN, P. J. CRANSTON, P. S. Insetos. Fundamentos de Entomologia. 5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2017. PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica (Coleções, Bibliografia, Nomenclatura). 2a ed. São Paulo: Editora Unesp, 1994. RAFAEL, J. A.; MELO, G. A. R.; CARVALHO, C. J. B.; CASARI, S. A.; CONSTANTINO, R. Insetos do Brasil – Diversidade e taxonomia. Ribeirão Preto: Holos, 2012. |
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Período: 4º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBF201 |
FISIOLOGIA HUMANA BÁSICA |
5.4.1.0 |
60 |
30 |
0 |
IBF047 IBM091 |
|
|
EMENTA |
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|
Princípios do funcionamento celular, estruturação e integração das vias sensoriais e motoras do sistema nervoso, regulação endócrina e neuro-endócrina, sistema cardiovascular e respiratório, fisiologia gastrointestinal, função renal e equilíbrio ácido-base. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Proporcionar aos acadêmicos a capacidade de identificar, caracterizar e estabelecer relações funcionais dos principais sistemas orgânicos responsáveis pela homeostasia. Específicos: Identificar, caracterizar e estabelecer os padrões funcionais envolvidos na Fisiologia Humana. Estudar o sistema nervoso considerando-se o aspecto anatômico funcional. Compreender a anatomia do coração e os diversos aspectos fisiológicos inerentes ao seu funcionamento. Aprender a estrutura funcional do sistema respiratório e suas definições. Conhecer os princípios físicos relativos aos gases bem como seus mecanismos de troca no pulmão. Compreender o binômio coração-pulmão. Conhecer e entender a estrutura funcional do sistema urinário, notadamente dos rins. Entender a relação dos rins com demais sistemas do corpo e ainda como elemento de regulação. Entender as funções do sistema do trato gastrointestinal, de suas ações no organismo com relação ao suprimento contínuo de água, eletrólitos e nutrientes para suas necessidades energéticas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: AIRES, M. M. Fisiologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2009. BERNE, R. M.; LEVY, M. N. Fisiologia, 4a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. CURY, R.; PROCÓPIO, J. Fisiologia Básica. 1a Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. GANONG, W. F. Fisiologia Médica. 22a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Complementares: ANDREW et al. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Editora Artimed, 2000. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 2a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. GUYTON A. C.; HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 11a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. STANFIELD, C. L.; GERMANN, W. J. Principles of Human Physiology. 3a ed. Ed. Pearson, 2007. TORTORA, G. J. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 4a ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. |
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|
Período: 4º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBG017 |
BIOLOGIA EVOLUTIVA |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IBG006 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Histórico do pensamento evolutivo. Teoria Darwiniana da evolução. Evidências da evolução. Forças evolutivas. Deriva gênica, seleção natural e adaptação. Microevolução e macroevolução. Espécies e especiação. Co-evolução. Irradiação. Extinção. Noções de evolução a nível molecular, sistemática filogenética, e métodos de análises em filogenia molecular. Biogeografia. |
|||||||
|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a perceber a evolução biológica como fato e processo, ambos baseados em evidências científicas das mais diversas áreas da biologia. Desenvolver a habilidade de interpretar dados e usá-los na proposição de hipóteses em reconstrução filogenética e história natural dos diversos grupos biológicos. Específicos: Dimensionar a evolução biológica como ciência. Descrever os aspectos históricos do pensamento evolutivo. Explorar os processos evolutivos envolvidos na microevolução e macroevolução. Contextualizar a lógica do processo evolutivo, com incidência nas diversas áreas em que a biologia evolutiva se tem desenvolvido recentemente. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: DALTON, S. A. Fundamentos de Sistemática Filogenética. Editora Holos. 2002. FUTUYMA, D. J. Biologia Evolutiva. Ribeirão Preto, FUNPEC, 2009. RIDLEY, M. Evolução. 3 ed. Porto Alegre, Artmed, 2004 Complementares: FREIRE-MAIA, N. Teoria da Evolução: De Darwin à Teoria Sintética. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 1988. FREEMAN, S.; HERRON, J. C. Análise Evolutiva. 4ed. Porto Alegre, Artmed, 2009. MATIOLI, S. R. Biologia Molecular e Evolução. Ribeirão Preto, Editora Holos, 2012. COYNE, J.A. Porque a evolução é uma verdade. São Paulo: JSN Editora, 2014. SNUSTAD, D. P.; E SIMMONS, M. J. Fundamentos de Genética. 7. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan S.A, 926p, 2017. |
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Período: 4º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBM044 |
HISTOLOGIA COMPARADA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBM622 |
|
|
EMENTA |
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|
Estudo morfofuncional comparativo dos tecidos epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso entre diferentes grupos animais. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a identificar a organização morfofuncional dos tecidos que constituem os diferentes grupos de animais; integrar os processos funcionais, adaptativos e evolutivos. Específico: Conhecer e identificar as estruturas, as funções e as localizações dos diferentes tecidos que compõem o corpo animal. Estabelecer as relações entre a estrutura tecidual, função e adaptação ao habitat e modo de vida entre os diferentes grupos de animais. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: PAWLINA, W. & Ross, M. H. Ross Histologia Texto e Atlas. 8ªEd. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2021. JUNQUEIRA & José Carneiro Histologia Básica-Texto e Atlas. 14ª Ed. Guanabara Koogan. 2023. GARTNER, L. P. Tratado de Histologia. 5ª Ed. Editora Guanabara Koogan. 2022. Complementares: ARTIGOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS (Favor acessar www.periodicos.capes.gov.br ou qualquer outro portal que disponibilize periódicos das aréas biológicas) GEORGE, L. L.; CASTRO, R. R. L. Histologia comparada. 2a ed. São Paulo: Roca, 1998. KERR, J. B. Atlas de Histologia Funcional. São Paulo:Artes Médicas LTDA, 2000. ATLAS VIRTUAL: Robert L. Sorenson & T. Clark Brelje (2014). Atlas of Human Histology. 3rd Edition. https://histologyguide.com/). |
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Período: 4º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IEG004 |
FUNDAMENTOS DE GEOLOGIA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
A Terra no conjunto do Sistema Solar. Estruturação e composição da Terra. A litosfera terrestre. Minerais e Rochas. Magmatismo. Tectonismo. Intemperismo. Erosão. Ação geológica da água, do vento, do gelo e dos organismos. Prática de laboratório e de campo |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a entender os principais fenômenos responsáveis pelos dinamismos interno e externo da terra. Específicos: Compreender o Sistema Terra, desde sua origem a partir de teorias mais aceitas da formação do Universo, do Sistema Solar e da Lua. Compreender como a Terra evoluiu a partir do Tempo Geológico e os processos atuantes no presente, que tanto nos impressionam. Entender os processos formadores de rochas e daqueles que afetam as rochas após sua formação, bem como, o ciclo das rochas. Identificar os principais minerais formadores de rochas e sua importância. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: LEINZ, V.; AMARAL, S. E. Geologia Geral. Editora Nacional, 2001. TEXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra. Oficina de Textos, 2000. WICANDER, R.; MONROE, J.S. Fundamento de Geologia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. Complementares: GROTZINGER, J.; JORDAN, T. H. Para entender a Terra. Porto Alegre: Bookman, 2013. TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C. M.; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F. Investigando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. PRESS, F.; SIEVER, R.; GROTZINGER, J.; JORDAN, T. H. Para entender a Terra. Porto Alegre: Bookman, 2006. |
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|
Período: 5º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB232 |
VERTEBRADOS I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBB230 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Urocordados, Cefalocordados e Vertebrados não amniotas (Myxinoidea, Petromyzontoidea, Chondrichthyes, Actinopteygii, Actinistia, Dipnoi, Caudata, Anura e Gymnophiona): origem, morfologia, biologia, diversidade, ecologia, classificação e relações filogenéticas. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a conhecer aspectos básicos sobre cordados não vertebrados, peixes e anfíbios e suas relações evolutivas, com ênfase na fauna neotropical. Específicos: Identificar caracteres ou complexos morfológicos desses animais. Compreender comparativamente a morfologia externa e interna dos animais estudados. Conhecer hábitos dos organismos e ambientes desses animais. Relacionar aspectos morfológicos, fisiológicos, ecológicos e comportamental desses animais. Integrar diversos níveis de conhecimento dos grupos estudados sob um enfoque evolutivo. Conhecer a diversidade de vertebrados. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: HICKMAN Jr., C. P.; ROBERTS, L. S.; KEEN, S. L.; EISENHOWER, D. J.; LARSON, A.; I’ANSON, H. Princípios Integrados de Zoologia. 16a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2016. HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G. Análise da estrutura dos vertebrados. 2a ed. São Paulo: Atheneu, 2006. POUGH, H.; JANIS, C. M.; HEISER, J. B. A Vida dos Vertebrados. 4a ed. São Paulo: Atheneu, 2008. Complementares: BENEDITO, E. Biologia e ecologia dos vertebrados. Rio de Janeiro: Roca, 2015. KARDONG, K. V. Vertebrados: anatomia comparada, função e evolução. 5a ed. São Paulo: Roca, 2011. RIBEIRO-COSTA, C. S.; ROCHA, R. M. Invertebrados: manual de aulas práticas. Ribeirão Preto: Holos, 2006. LIMA, A. P.; MAGNUSSON, W. E.; MENIN, M.; ERDTMANN, L. K.; RODRIGUES, D. J.; KELLER, C.; HÖDL, W. Guia de sapos da Reserva Adolpho Ducke – Amazônia Central. 2a edição. Manaus: Editora INPA, 2012. SANTOS, G.; FERREIRA, E.; ZUANON, J. Peixes Comerciais de Manaus. Manaus: IBAMA-Pró- Várzea, 2006. |
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|
Período: 5º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB638 |
ESTÁGIO DE PESQUISA I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IEE006 IBB099 IBB633 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Oficinas de leitura e interpretação de textos científicos. Seminários temáticos. Elaboração de um projeto de pesquisa: delimitação do tema, proposição dos objetivos geral e específicos, determinação dos métodos de estudo, planejamento metodológico e referências bibliográficas. Apresentação do Projeto de Pesquisa. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Aprender, de forma sistematizada, a pesquisar, classificar e interpretar textos científicos para ser capaz de planejar um estudo científico, elaborar um projeto de pesquisa e apresentar teorias, hipóteses, objetivos e métodos de estudo. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica sobre um determinado tema ou área da pesquisa científica. Ler e interpretar textos científicos, elaborar resenhas a partir da análise crítica e realizar seminário acerca dos textos científicos estudados Elaborar um projeto de pesquisa científica fundamentado nos textos científicos estudados. Apresentar um projeto de pesquisa com clareza nas suas teorias, hipóteses, objetivos e métodos de estudos. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24. ed. MALERBO, Maria Bernadete; PELÁ, Nilza Teresa Rotter. Apresentação escrita de trabalhos científicos. Rio Preto, SP: Holos, 2003. 110 p. ISBN 85-86699-41-1 Número de chamada: 001.81 M245a 2003 PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Complementares: BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil, 2008. xvi, 158 p. ISBN 9788576051565. Número de chamada: 001.8 B277f 3. ed. CHALMERS, A. F. O que é Ciência Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1997. FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 5. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2006. xiv, 210 p. ISBN 9788502055322. Número de chamada: 001.8 F139f 5. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. |
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|
Período: 5º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB620 |
FISIOLOGIA VEGETAL |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBF047 IBB634 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Fotossíntese. Relações hídricas. Nutrição mineral e metabolismo da respiração em plantas. Reguladores de crescimento. Crescimento e desenvolvimento. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Conhecer e investigar os principais processos fisiológicos e bioquímicos que conduzem ao crescimento e desenvolvimento das plantas. Reconhecer os processos fisiológicos das plantas e relacionar aos fatores ambientais que podem regular ou influenciar esses processos. Específicos: Conceituar fotossíntese e identificar as reações da fase fotoquímica e bioquímica e os fatores que afetam o processo fotossintético. Conceituar respiração celular para que consigam relacionar à capacidade de produção de energia. Reconhecer a importância da água para as plantas. Reconhecer a importância do sistema do mecanismo estomático para a sobrevivência das plantas. Classificar os minerais e reconhecer as funções dos elementos minerais e os sintomas de deficiência. Conceituar crescimento e desenvolvimento para que sejam capazes de identificar que se trata de conceitos diferentes. Identificar as avaliações e os parâmetros de crescimento das plantas. Reconhecer os principais hormônios vegetais e identificar seus efeitos fisiológicos nas plantas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: KERBAUY, G.B. Fisiologia vegetal. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 413p. TAIZ, L.; ZEIGER, E.; MØLLER, I.M.; MURPHY, A. Fisiologia e Desenvolvimento Vegetal. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. 888p. MARENCO, Ricardo A.; LOPES, Nei Fernandes. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relações hídricas e nutrição mineral. 3. ed. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2021. Complementares: EPSTEIN, Emanuel; BLOOM, Arnold J. Nutrição mineral de plantas: princípios e perspectivas. Tradução de 2. ed. norte-americana. São Paulo: Planta, 2006 KLAR, Antonio Eduardo. A água no sistema solo-planta-atmosfera. 2. ed. São Paulo: Nobel, 2000. LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal; São Carlos, SP: Ed. Rima, 2000. HARTMANN, H. T.; KESTER, D. E.; JUNIOR DAVIES, F. T.; GENEVE, R. L. Plant propagation: principles and practices. 8th. ed. New Jersey: Englewood Clipps, 2011. 900 p. FERREIRA, A.G.; BORGHETTI, F. Germinação – do básico ao aplicado. Porto Alegre: Artmed, 2004. 323p |
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|
Período: 5º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB251 |
ECOLOGIA DE COMUNIDADES E ECOSSISTEMAS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBB250 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Conceitos, definições e mensuração de comunidade e ecossistema. Estrutura e função das comunidades biológicas. Nicho ecológico. Competição, predação, facilitação e distúrbios bióticos e abióticos na estruturação de comunidades. Sucessão ecológica. História, biogeografia e biodiversidade. Conceitos e funcionamento dos ecossistemas. O fluxo de energia e a ciclagem da matéria nos ecossistemas. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Entender a estrutura e o funcionamento de comunidades biológicas e ecossistemas. Específicos: Compreender os conceitos de comunidades ecológicas e ecossistema. Identificar e mensurar os principais atributos que caracterizam as comunidades e os ecossistemas. Compreender os processos ecológicos inerentes às comunidades biológicas e ecossistemas. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: BEGON, M. C.; TOWNSEND, J. HARPER. J. L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4a ed. Porto Algre: Artmed, 2007. ODUM, Eugene Pleasants,; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo, SP: Cengage Learning, c2007 RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. 606 p. ISBN 9788527728768. Complementares: BUCKERIDGE, M.S. (Ed.). Biologia e mudanças climáticas no Brasil. São Carlos, RiMa, 2010. 295p. KREBS, C. J. Ecological Methodology. New York: Harper and Hall, 1989. MAGURRAN, A. E. Measuring biological diversity. Blackwell publishing, 2004. PIANKA, Eric R. Evolutionary ecology. 5.ed. Nova Iorque: Harpercollins College, 1994. 486p. ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 1988. |
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|
Período: 5º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBG007 |
BIOLOGIA MOLECULAR |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBG006 IBF047 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Histórico da Biologia Molecular e dogma central. Estrutura dos ácidos nucléicos. Organização dos genomas nos organismos procariotos e eucariotos. Mecanismo de replicação, transcrição e tradução. Mutação, recombinação e reparo do DNA. Regulação da expressão gênica em procariontes e eucariontes. Noções de Engenharia Genética. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Tornar o aluno apto a compreender e aplicar os conceitos de biologia molecular, proporcionando uma visão geral dos mecanismos moleculares envolvidos nos diferentes processos da organização e da expressão de genes. Específicos: Conhecer a estrutura dos ácidos nucléicos e suas peculiaridades, assim como a sua organização e funcionamento em células procarióticas e eucarióticas. Estudar o dogma central da biologia molecular. Conhecer os mecanismos de controle da regulação da expressão gênica em procariotos e eucariotos. Conhecer as técnicas de biologia molecular (extração, amplificação dos ácidos nucléicos e eletroforese) e suas aplicações. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: LODISH, H.; DARNELL, J. E.; BALTIMORE, D. Biologia Celular e Molecular. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. Porto Alegre: Artmed, 2019. SNUSTAD, P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2017 Complementares: ALBERTS, B.; JOHSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Biologia Molecular da Célula. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. COX, M.; DOUDNA, J. A.; O'DONNELL, M. Biologia Molecular: Princípios e Técnicas. Porto Alegre: Artmed, 2012. TURNER P.; McLENNAN, A.; BATES, A.; WHITE, M. Molecular Biology. 3 ed. Liverpool: Taylor and Francis, 2005. WATSON, J. D.; BAKER, T. A.; BELL, S.P.; GANN, A.; LEVINE, M.; LOSSICK, R. Biologia Molecular do Gene. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2015 Artigos científicos publicadas em revistas científicas indexadas com temas relacionados aos assuntos abordados na disciplina, disponíveis no Periódicos CAPES. |
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|
Período: 5º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBP025 |
MICOLOGIA GERAL |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBP024 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Introdução ao estudo da Micologia. Morfologia, Biologia, Fisiologia, Taxonomia e Importância dos fungos. Diagnose dos principais representantes dos grupos fúngicos no contexto evolutivo. Aplicação do conhecimento no mercado de trabalho. |
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OBJETIVOS |
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|
Geral: Conhecer a morfologia e biologia básica dos fungos; compreender a importância da micologia na natureza; distinguir os vários grupos de fungos. Específicos: Conhecer os fatores que influenciam no aparecimento e disseminação destes organismos. Conhecer técnicas básicas de laboratório para o estudo da morfologia, necessárias a identificação das espécies fúngicas; conhecer as várias aplicações dos fungos na biotecnologia. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: ALEXOPOULOS, C. J.; MIMS, C. W.; BLACKWELL, M. Introductory Mycologia. 4a ed. John Wiley & Sons, 1996. LACAZ, C. S.; PORTO, E. Micologia médica: fungos, actinimicetos e algas de interesse médico. 9a ed., São Paulo: Savier, 2002. PUTZKE, Jair; PUTZKE, Marisa Terezinha Lopes. Os reinos dos fungos. Santa Cruz do Sul,RS: EDUNISC, 2002. v. ISBN 8585869984 Complementares: LACAZ, C. S. O grande mundo dos fungos. Ed. Universitária, 1970. SIDRIM, J.J.C.; ROCHA, M.F.G. Micologia Médica à luz dos autores contemporâneos.Guanabara Koogan, 2012. 388p. ISBN: 978-85-277-0866-1 PUTZKI, J.; PUTZKE, M. T. L. Os reinos dos fungos. vol. II. Edunisc, 2002. TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berbell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 934 p. ISBN 9788536326061. |
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|
Período: 5º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IEG191 |
FUNDAMENTOS DE PALEONTOLOGIA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Conceitos e fundamentos da Paleontologia (Taxonomia, Paleoecologia, Bioestratigrafia). Origem e evolução da vida no éon Arqueano. Tafonomia (Bioestratinomia e Fossildiagênese). Descrição e análise paleontológica dos principais grupos fósseis de invertebrados. Introdução à Paleontologia de Vertebrados, Paleobotânica e Micropaleontologia. Prática de laboratório. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Compreender o papel da Paleontologia e sua inter-relação com outras ciências através da integração de conceitos, princípios e métodos paleontológicos, geológicos e biológicos; reconhecer e identificar os diferentes modos e processos de fossilização; introdução à prática de descrição e identificação de distintos grupos fósseis; datação relativa de estratos, reconstrução paleontológica e interpretação paleoambiental. Específicos: Introduzir os métodos e princípios da Paleontologia. Introduzir as áreas de conhecimento e atuação da Paleontologia. Aplicar os dos métodos de investigação paleontológica. Identificar e caracterização de grupos fósseis. Reconhecer o significado paleoecológico e estratigráfico dos principais grupos fósseis. Interpretar o conceito paleoambiental e bioestratigráfico. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, I. S. (ed.). Paleontologia: Volumes 1 (Conceitos e Métodos), 2 (Microfósseis e Paleoinvertebrados) e 3 (Paleovertebrados e Paleobotânica). Rio de Janeiro: Editora Interciência; 2010. MARTÍNEZ-CHACÓ, M. L. ; RIVAS, P. Paleontología de Invertebrados. Espanha: Sociedad Española de Paleontología, Instituto Geológico y Minero de España, 2009, 524p. PROTHERO, D. R. Bringring Fossils to life: an Introduction to Paleobiology. New York: Columbia University Press, 2013, 672p. Complementares: ARMSTRONG, H.; BRASIER, M. Microfossils. United Kindow: Wiley- Blackwell, 2005, 306p. BENTON, M. J.; HARPER, D. A. T. Introduction to Paleobiology and the Fossil Record. Chichester: Wiley-Blackwell, 2009, 608p. CLARKSON. E. N. K. Invertebrate Paleontology & Evolution. Edinburgh: Wiley-Blackwell; 1998, 468p. JACKSON, P.W.; MURRAY, J. Introducing Palaeontology: a guide to ancient life. Dunedin Academic Press, 2010, 160p. MILSOM, C. & RIGBY, S. Fossils at a Glance. Malaysia: Wiley-Blackwell, 2010, 172p. |
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|
Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB233 |
VERTEBRADOS II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBB232 |
|
|
EMENTA |
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|
Vertebrados Amniotas (Testudines, Lepidosauria, Crocodylia, Aves e Mammalia): origem, classificação, relações filogenéticas, morfologia, biologia, ecologia e diversidade. |
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|
OBJETIVOS |
|||||||
|
Geral: Tornar o aluno apto a conhecer aspectos básicos sobre vertebrados amniotas e suas relações evolutivas; criar uma consciência zoológica sobre a conservação e o manejo destes grupos faunísticos com ênfase na fauna neotropical. Específicos: Identificar caracteres ou complexos morfológicos desses animais. Compreender comparativamente a morfologia externa e interna dos animais estudados. Conhecer hábitos dos organismos e ambientes desses animais. Relacionar aspectos morfológicos, fisiológicos, ecológicos e comportamental desses animais. Integrar diversos níveis de conhecimento dos grupos estudados sob um enfoque evolutivo. Conhecer a diversidade de vertebrados. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: HICKMAN Jr., C. P.; ROBERTS, L. S.; KEEN, S. L.; EISHENHOUR, D. J.; LARSON, A.; I’ANSON, H. Princípios Integrados de Zoologia. 16a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2016. HILDEBRAND, M.; GOSLOW, G. Análise da estrutura dos vertebrados. 2a ed. São Paulo: Atheneu, 2006. POUGH, H.; JANIS, C. M.; HEISER, J. B. A Vida dos Vertebrados. 4a ed. São Paulo: Atheneu, 2008. Complementares: BENEDITO, E. Biologia e ecologia dos vertebrados. Rio de Janeiro: Roca, 2015. KARDONG, K. V. Vertebrados: anatomia comparada, função e evolução. 5a ed. São Paulo: Roca, 2011. VITT, L.; MAGNUSSON, W. E.; ÁVILA PIRES, T. C.; LIMA, A. P. Guia de lagartos da Reserva Ducke - Amazônia Central. Manaus: Áttema, 2008. |
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|
Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB635 |
MORFOLOGIA DE ESPERMATÓFITAS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBB634 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Origem e evolução das Espermatófitas. Caracterização morfológica e das modificações estruturais e funcionais dos órgãos vegetativos e reprodutivos. Aplicação da morfologia à taxonomia. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Reconhecer, descrever e comparar as estruturas dos órgãos vegetais e relacioná-las com as suas funções. Caracterizar morfologicamente os principais grupos de Gimnospermas e Angiospermas. Específicos: Caracterizar os diferentes órgãos vegetativos e reprodutivos; Distinguir as diferentes adaptações dos órgãos ao meio ambiente e relacioná-las ecológica e evolutivamente; Relacionar as estruturas externas dos órgãos vegetais à taxonomia vegetal; Desenvolver a habilidade de expressar as estruturas artisticamente e de manusear o microscópio estereoscópico na prática da taxonomia vegetal. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: GONÇALVES, E. G.; LORENZI, H. 2011 Morfologia Vegetal. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2a. edição, 546 p. il. SOUZA, L. A. 2003 Morfologia e Anatomia Vegetal. Ponta Grossa: Editora UEPG. BARROSO, G.M., MORIM, M.P., PEIXOTO, A.L., ICHASO, C.L.F. 1999. Frutos e sementes: morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. UFV, Viçosa, Brasil. 443p Complementares: BELLl, A. D. 1993 Plant Form: An Illustrated Guide to Flowering Plant Morphology. Oxford: Oxford University Press. POTT, V. J.; POTT, A. 2000. Plantas aquáticas do Pantanal. Brasília: EMBRAPA, 404 p. il. file:C:/Users/ICB/Downloads/Plantas-Aquaticas-do-Pantanal-.pdf LEAF Architecture Working Group. 1999 Manual of Leaf Architecture. Disponível em: www.peabody.yale.edu/collections/pb/MLA/ RIBEIRO, J. E. L. S. et al. 1999 Flora da Reserva Ducke: Guia de identificação das plantas vasculares de uma floresta de terra-firme na Amazônia Central. Manaus: INPA. VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. 2006 Botânica: organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 4a ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa. |
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Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBF202 |
FISIOLOGIA ANIMAL COMPARADA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBB232 |
|
|
EMENTA |
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|
Mecanismos fisiológicos de animais em abordagem comparada e evolutiva: Água e equilíbrio osmótico; nutrição, digestão e metabolismo; excreção; respiração; circulação; músculos e movimento; sistema nervoso; mecanismos endócrinos. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a identificar os mecanismos essenciais ao funcionamento dos organismos animais. Específicos: Comparar as estruturas e os fenômenos fisiológicos a elas associados, dentro da diversidade da organização biológica existente na escala animal. Correlacionar as funções fisiológicas com as estratégias adaptativas nos diferentes tipos de ambientes e relativamente aos processos filogenéticos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: AIRES, M. M. Fisiologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2009. BERNE, R. M.; LEVY, M. N. Fisiologia, 4a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. CURY, R.; PROCÓPIO, J. Fisiologia Básica. 1a Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. Complementares: ANDREW et al. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Editora Artimed, 2000. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 2a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. GANONG, W. F. Fisiologia Médica. 22a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. GUYTON A. C.; HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 11a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. TORTORA, G. J. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 4a ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. |
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Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
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IBP026 |
IMUNOLOGIA GERAL |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
IBF201 |
|
|
EMENTA |
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|
Introdução ao estudo da imunologia e sua evolução, Sistema imune inato, Sistema imune adaptativo, Órgãos linfoides, Antígenos e imunógenos, MHC - Complexo principal de histocompatibilidade, Imunoglobulinas, Sistema complemento, Reações de hipersensibilidade, Imunologia dos transplantes, Resposta imunológica a microrganismos, Soros e Vacinas e Imunologia e Aplicabilidade. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Identificar e caracterizar os componentes envolvidos no sistema imunológico. Específicos: O discente deverá ser capaz de: Identificar e caracterizar as funções dos principais componentes do sistema imunológico. Descrever os principais mecanismos imunológicos efetores, as sinalizações celulares, as interações antígenos/receptores e a aplicabilidade da imunologia nas diversas áreas das ciências biológicas. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H.; PILLAI, Shiv. Imunologia celular e molecular. 8 .ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2015. xii, 536 p. ISBN 9788535281644 (broch.). Número de chamada: 576.8.097.31 A122i 8 .ed. MALE, David K. et al. Imunologia. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2014. ix, 477 p. ISBN 9788535273083. Número de chamada: 576.8.097.31 I34 2014. ROITT, Ivan M.; DELVES, Peter J. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan; 2013. 489 p. ISBN 9788527721424. Número de chamada: 576.8.097.31 F981 12. ed. Complementares: ABBAS, A.K; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Cellular and Molecular Immunology 10ª. Edition; Elsevier, 2022. ISBN: ISBN: 978-0-323-75748-5; ISBN: 978-0-323-75749-2. Philadelphia, Pennsylvania 19103-2899. KENNETH MURPHY & CASEY WEAVER. Janeway’s Immunobiology, 2016. 9th Edition, Garland Science, Taylor & Francis Group. ISBN 9780815345053 (pbk); ISBN 9780815345510 (pkb.Row). PUNT, J.; STRANFORD, S.; JONES, P.; OWEN, J. Imunologia de Kuby, W. H. Freeman; 8th ed. Edição. ISBN-10 : 1464189781. ISBN-13 : 978-1464189784 BARARDI, C. R. M.; CAROBREZ, S. G. E A. R. PINTO. Imunologia. 1ª. Ed. UFSC. 2010. Artigos científicos de revistas das áreas de ciências biológicas e da saúde, preferencialmente com fator de impacto a partir de 1,5. Com títulos existentes na Biblioteca. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php |
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Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBP033 |
PARASITOLOGIA BÁSICA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBB231 |
|
|
EMENTA |
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|
Parasitismo. Ecologia Parasitária. Coevolução parasito-hospedeiro, adaptações morfológicas e fisiológicas ao parasitismo. História da ocupação do ambiente pelos hominídeos. Grandes movimentos migratórios humanos e as dispersões das doenças parasitárias. A organização da sociedade contemporânea na gênese das principais doenças parasitárias humanas. No contexto evolutivo. aplicação do conhecimento no mercado de trabalho. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Elencar os principais fatores responsáveis pelos padrões atuais de distribuição das doenças parasitárias; descrever, de forma sucinta, o ciclo biológico das principais espécies de parasitos humanos e de animais domésticos; descrever, analiticamente, as teorias da gênese das doenças parasitárias. Específicos: Descrever, de forma sucinta, o ciclo biológico das principais espécies de parasitos humanos e de animais domésticos. Descrever, analiticamente, as teorias da gênese das doenças parasitárias. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: NEVES, D. P.; MELO, A. L.; GENARO, O.; LINARDI, P. M. Parasitologia Humana. 13 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2016. NEVES, D. P. Parasitologia Dinâmica. 3a. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2009. PESSOA, S. B.; REY, L. Bases da Parasitologia Médica. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Complementares: AMATO-NETO, V.; CORRÊA, L. L. Exame Parasitológico de Fezes. Vol. IX. 5a. Ed., São Paulo: Sarvier, 1991. BARATA, R. B.; BRICEÑO-LEÓN, R. Doenças Endêmicas – abordagens sociais, culturais e comportamentais. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2000. CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Cimerman: Parasitologia Humana e seus fundamentos gerais. 2a ed. São Paulo: Atheneu, 2001. LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R. Parasitologia Médica: texto e Atlas. 4a ed. São Paulo: Premier, 2000. VALLADA, E. P. Manual de Exames de Fezes: coprologia e parasitologia. São Paulo: Atheneu, 1999. |
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Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB637 |
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO |
4.2.0.2 |
30 |
0 |
30 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Histórico da biologia da conservação. Valor e ética em conservação. Biodiversidade. Conservação em nível de populações e espécie. Extinção e viabilidade populacional. Ameaças à diversidade biológica. Conservação em nível de paisagens e de processos ecológicos. Conservação em unidades de conservação, em ambientes modificados pelo homem e ex-situ. Planejamento e estabelecimento de prioridades em conservação. Conservação e desenvolvimento sustentável. O manejo como ferramenta de conservação. Ações de extensão para a conservação. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Possibilitar o entendimento da biodiversidade e sua conservação, em seus diferentes níveis e suas principais ameaças. Específicos: Passar os conceitos e definições relacionados à biologia da conservação. Ensinar a aplicar as ferramentas necessárias em tomadas de decisões na conservação da biodiversidade. Realizar ação de extensão de educação ambiental e conservação. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: GROOM, M.J.; MEFFE, G. K.; CARROLL, C. R. Principles of Conservation Biology. 3a ed. Sunderland: Sinauer Associates, 2006. KAREIVA, P.; MARVIER, M. Conservation Science: balancing the needs of people and nature. Greenwood Village: Roberts & Company Publishers, 2010. PRIMACK, R. B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina: Vida, 2001. SIH, N. S.; EHRLICH, P. R. (eds.). Conservation for all. Oxford: Oxford University Press, 2011. (livre acesso em: http://www.conbio.org/publications/consbioforall/). Complementares: HANSKI, I. Metapopulation Ecology. Oxford Series in Ecology and Evolution. Oxford: Oxford University Press, 2001. LINDENMAYER, D.; BURGAM, M. Practical Conservation Biology. Collingwood: CSIRO Publishing, 2005. LINDEMEYER, D. B.; FISCHER, J. Habitat fragmentation and landscape change: an ecological and conservation synthesis. Washington: Island Press, 2006. TURNER, M.; GARNER, R. H.; O’NEILL, R. V. Landscape ecology in theory and practice: patterns and processes. New York: Springer-Verlag, 2001. VAN DYKE, F. Conservation Biology: Foundations, Concepts, Application. 2a ed. Springer Science and Business Media, 2008. |
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Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB636 |
SISTEMÁTICA DE ESPERMATÓFITAS |
4.2.2.0 |
30 |
60 |
0 |
IBB635 |
|
|
EMENTA |
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|
Origem e evolução das Gimnospermas e Angiospermas. Caracterização dos clados e linhagens da Divisão Magnoliophyta. Sistemas de classificação históricos e contemporâneos. Regras de nomenclatura botânica e métodos de estudo em taxonomia. Noções de cladística. Caracteres diagnósticos das principais famílias da Divisão Magnoliophyta, com ênfase na flora amazônica. Técnicas de coleta e preservação de material botânico. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Reconhecer os diferentes sistemas de classificação das Espermatófitas, reconhecer e caracterizar suas linhagens; aplicar as regras de Nomenclatura Botânica e produzir ferramentas úteis na identificação taxonômica das principais famílias da Divisão Magnoliophyta. Específicos: Dissertar sobre os princípios e conceitos básicos e a importância da sistemática e taxonomia vegetal como ciência. Reconhecer os diferentes sistemas de classificação e as ferramentas usadas. Caracterizar os clados da Divisão Magnoliophyta (grado ANA, clado Magnoliidae, Monocotiledôneas e Eudicotiledôneas). Identificar no campo e no laboratório as principais Famílias e Gêneros por meio de ferramentas de identificação; Produzir ferramentas de caracterização e identificação taxonômica. Utilizar técnicas de coleta e preservação de material botânico, e manejo de coleções botânicas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: JUDD, W. S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A.; STEVENS, P. F. Sistemática Vegetal - Um Enfoque Filogenético. 3a. edição. Sunderland: Sinauer Associates Inc., 2009. RIBEIRO, J. E. L. S. et al. Flora da reserva Ducke: guia de identificação de plantas vasculares de uma floresta de terra-firme na Amazônia Central. Manaus: INPA, 1999. SOUZA, V. C.; LORENZI, H. Botânica Sistemática: Guia ilustrado para identificação das famílias de Angiospermas da flora brasileira, baseado em APG III. 3. Edição. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2012. Complementares: GENTRY, A.H. 1993. A Field Guide to the Families and Genera of Woody Plants of Northwest South America. Washington, DC. Conservation International. 895 p. GONÇALVES, E. G.; LORENZI, H. Morfologia Vegetal. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2a. edição, 2011, 546 p. il. SIMPSON, M. G. Plant Systematics. New York: Elsevier, 2006. SOUZA, L. A. Morfologia e Anatomia Vegetal: Célula, tecidos, órgãos e plântula. Ponta Grossa: UEPEG, 2003. STUESSY, T. F. Plant Taxonomy. 2a ed. New York: Columbia University Press, 2009. |
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|
Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBG008 |
MICROEVOLUÇÃO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IBG006 IBG017 |
|
|
EMENTA |
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|
Variações em populações naturais. Marcadores moleculares e variações genotípicas. Estimativas das frequências genotípicas e alélicas. Propriedades de populações biológicas. Princípio de equilíbrio de Hardy-Weinberg. Causas dos desvios do equilíbrio de Hardy-Weinberg. Desequilíbrio de ligação. Sistemas de acasalamento. Endogamia. Deriva gênica. Seleção natural. Estrutura populacional. Fluxo gênico. Coalescência. Estatísticas do Sewall Wright. Métodos de análises dos polimorfismos genéticos dentro e entre populações. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a analisar os padrões da distribuição da diversidade genética dentro e entre populações, e entender como as forças evolutivas atuam no nível intraespecífico moldando esses padrões. Específicos: Contextualizar a importância da microevolução para a evolução biológica. Compreender os princípios do modelo de Hardy-Weinberg e de Fisher-Wright. Evidenciar o papel da deriva gênica como força evolutiva e o conceito do tamanho efetivo populacional. Relacionar a seleção natural com as suas consequências para evolução biológica. Descrever os tipos de endogamia. Estimar a estrutura populacional e o fluxo gênico. Conceitualizar as noções da teoria neutra da evolução e teoria da coalescência. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: FUTUYMA, Douglas J. Biologia Evolutiva. Ribeirão Preto, SP: FUNPEC, 2009. xviii, 830 p. HARTL, D.; CLARK, A. Principles of Population Genetics. 4a ed. Sinauer, 2006. TEMPLETON, A. R. Genética de Populações e Teoria Microevolutiva. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 2011. Complementares: FREELAND, J. R. Molecular Ecology. John Wiley & Sons, 2005. HEDRICK, P. W. Genetics of Population. 4a ed. Jones & Bartlett Publishers, 2009. TEMPLETON, A. R. Population Genetics and Microevolutionary Theory. New York: John Wiley & Sons, 2006. |
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|
Período: 8º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB641 |
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Trabalho de conclusão do curso: elaboração de uma monografia a partir dos dados oriundos dos estágios de pesquisa e dentro dos padrões estabelecidos institucionalmente. Defesa Pública da Monografia. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Mostrar ser capaz de planejar e realizar um estudo científico, apresentando teorias, hipóteses, objetivos, métodos de estudo e os resultados obtidos, com pensamento crítico e estabelecendo relações com pesquisas preexistentes Específicos: Redigir uma monografia com dados oriundos dos estágios de pesquisa. Realizar a Defesa Pública do Trabalho de Conclusão de Curso, que constitui os estágios e pesquisa. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: MALERBO, Maria Bernadete; PELÁ, Nilza Teresa Rotter. Apresentação escrita de trabalhos científicos. Rio Preto, SP: Holos, 2003. 110 p. ISBN 85-86699-41-1 Número de chamada: 001.81 M245a 2003. SILVA, José Maria da; SILVEIRA, Emerson Sena da. Apresentação de trabalhos acadêmicos: normas e técnicas . 8. ed. Petrópoles, RJ: Vozes, 2014. 231 p. ISBN 9788532634252. Número de chamada: 001.8 S586a 8. ed. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: BOOTH, Wayne C,; COLOMB, Gregory G.,; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo, SP: Martins Fontes, 2005. xv, 351 p. (Ferramentas). ISBN 9788533621572. Número de chamada:001.891 B725a 2. ed. BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. 29. ed. Petrópolis,RJ: Vozes, 2015. 112 p. ISBN 9788532605863 (broch.). Número de chamada: 001.8 B327a 29. ed. CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24.ed. |
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|
Período: 8º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB642 |
GESTÃO AMBIENTAL |
5.4.0.1 |
60 |
0 |
15 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Introdução à Gestão Ambiental e à proteção de recursos naturais. Convenções internacionais sobre mudança climática e biodiversidade. Políticas e Programas Nacionais referentes à questão ambiental. Sistemas de Gestão Ambiental. Instrumentos para a Gestão Ambiental. Atividades de extensão de educação ambiental. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a reconhecer os conceitos e políticas desenvolvidas para a gestão ambiental a partir do entendimento das metodologias utilizadas na gestão ambiental e do conhecimento de aspectos gerais das Legislações Federais e Estaduais para a gestão ambiental. Específicos: Compreender os fundamentos teóricos e metodológicos da gestão ambiental, incluindo os principais instrumentos normativos e políticas públicas nacionais e internacionais voltadas à sustentabilidade. Analisar criticamente os sistemas de gestão ambiental aplicados em diferentes contextos (empresarial, público e territorial), considerando normas da ISO 14000 e outras certificações ambientais. Discutir os principais desafios contemporâneos associados à proteção dos recursos naturais, incluindo a conservação da biodiversidade, as mudanças climáticas e o uso sustentável do território amazônico. Planejar e executar atividades de extensão que promovam a educação ambiental junto à comunidade local, com foco na aplicação de instrumentos de gestão ambiental em contextos reais, visando à transformação socioambiental e ao fortalecimento da cidadania ecológica. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, A. B.; ANDRADE, R. O. B.; TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental. 2a ed. São Paulo: Makron Books, 2000. DIAS, R. Gestão Ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2010. NETO, A. S; CAMPOS, L. M. S.; SHIGUNOV, T. Fundamentos de Gestão Ambiental. Editora Ciência Moderna, 2009. Complementares: ALMEIDA, J. R. Gestão Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável. Thex Editora, 2006. ALMEIDA, J. R.; BASTOS, A. C. S.; SILVA, D. M.; MALHEIROS. T. M. Política e planejamento ambiental. 3a ed. Thex Editora, 2006. BARSANO, P. R. Gestão ambiental. – 1. ed. – São Paulo: Editora Saraiva, 2014. BARTOLOTTI, A. P. Gestão Ambiental: caminhos para a sustentabilidade. Editora Senac São Paulo – 2022. MALVESTIO, A, C. Gestão de meio ambiente. Editora Senac São Paulo – 2019. |
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|
Período: 8º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB643 |
MOSTRA CIENTÍFICA |
6.0.0.6 |
0 |
0 |
90 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Atividade de extensão universitária voltada à difusão e popularização da ciência, através da exposição da produção científica resultante de pesquisas executadas em disciplinas com práticas laboratoriais e práticas de campo e outras produções oriundas de projetos institucionais. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Planejar, preparar e executar uma mostra da produção científica do curso, visando a difusão e a popularização da ciência, tendo o estudante de graduação como principal ator. Específicos: Realizar oficinas de planejamento de evento científico local, visando a preparação e aprimoramento do estudante de graduação como líder de grupos de trabalhos, com pensamento crítico e idealizador. Elaborar material necessário para a divulgação, inscrições, credenciamento e realização da mostra científica, tendo o estudante como polo ativo e propiciando o desenvolvimento da sua capacidade logística de fluxo, tempo e espaço. Executar uma mostra científica, visando aumentar a interface universidade-escola- comunidade. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BEMVENUTTI, A., O lúdico na prática pedagógica. Faculdades Luteranas do Brasil, Editora IBPEX, 2008, 217p. FINA, B. G; AOKI, C. (Orgs.) Extensão universitária: um caminho de integração e aprendizagem. Campina Grande: Editora Amplla, 2021. [Livro eletrônico]. Licenciado sob CC BY 4.0. É permitido o download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos autores. OLIVEIRA, O. Extensão universitária como práxis dialógica: o olhar das instituições comunitárias de educação superior brasileiras. Curitiba: Editora CRV, 2022. Complementares: GONÇALVES, H. A. Manual de projetos de extensão universitária. Editora Avercamp, 2008. Resolução Nº 044 CONSEPE, DE 4 de dezembro de 2023, dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências. |
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DISCIPLINAS DE ESTÁGIOS CURRICULARES ELETIVOS DE PESQUISA
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Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
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IBB369 |
ESTÁGIO DE PESQUISA II A |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB638 |
|
|
EMENTA |
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|
Estágio de Pesquisa nas áreas de Botânica, Ecologia, Zoologia e Ensino de Biologia. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a pesquisar e delimitar um tema a ser estuado, aplicar métodos científicos, analisar e compilar dados e apresentar resultados preliminares. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica sobre o tema pretendido para a pesquisa. Elaborar, organizar e manter o controle de todas as ferramentas de estudo de campo e/ou laboratório necessárias para a realização de uma pesquisa científica. Realizar treinamento das técnicas de estudo, necessárias à realização da pesquisa. Apresentar resultados preliminares da pesquisa. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBF087 |
ESTÁGIO DE PESQUISA II B |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB638 |
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EMENTA |
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Estágio de Pesquisa nas áreas de Biofísica, Bioquímica, Fisiologia e Farmacologia. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a pesquisar e delimitar um tema a ser estuado, aplicar métodos científicos, analisar e compilar dados e apresentar resultados preliminares. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica sobre o tema pretendido para a pesquisa. Elaborar, organizar e manter o controle de todas as ferramentas de estudo de campo e/ou laboratório necessárias para a realização de uma pesquisa científica. Realizar treinamento das técnicas de estudo, necessárias à realização da pesquisa. Apresentar resultados preliminares da pesquisa. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBG009 |
ESTÁGIO DE PESQUISA II C |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB638 |
|
|
EMENTA |
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|
Estágio de Pesquisa na área de Genética e Evolução. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
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OBJETIVOS |
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|
Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a pesquisar e delimitar um tema a ser estuado, aplicar métodos científicos, analisar e compilar dados e apresentar resultados preliminares. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica sobre o tema pretendido para a pesquisa. Elaborar, organizar e manter o controle de todas as ferramentas de estudo de campo e/ou laboratório necessárias para a realização de uma pesquisa científica. Realizar treinamento das técnicas de estudo, necessárias à realização da pesquisa. Apresentar resultados preliminares da pesquisa. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada:001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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|
IBM093 |
ESTÁGIO DE PESQUISA II D |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB638 |
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|
EMENTA |
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|
Estágio de Pesquisa nas áreas de biologia celular, embriologia, histologia e anatomia. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a pesquisar e delimitar um tema a ser estuado, aplicar métodos científicos, analisar e compilar dados e apresentar resultados preliminares. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica sobre o tema pretendido para a pesquisa. Elaborar, organizar e manter o controle de todas as ferramentas de estudo de campo e/ou laboratório necessárias para a realização de uma pesquisa científica. Realizar treinamento das técnicas de estudo, necessárias à realização da pesquisa. Apresentar resultados preliminares da pesquisa. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php
Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBP052 |
ESTÁGIO DE PESQUISA II E |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB638 |
|
|
EMENTA |
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Estágio de Pesquisa nas áreas de Imunologia, Microbiologia e Parasitologia. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a pesquisar e delimitar um tema a ser estuado, aplicar métodos científicos, analisar e compilar dados e apresentar resultados preliminares. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica sobre o tema pretendido para a pesquisa. Elaborar, organizar e manter o controle de todas as ferramentas de estudo de campo e/ou laboratório necessárias para a realização de uma pesquisa científica. Realizar treinamento das técnicas de estudo, necessárias à realização da pesquisa. Apresentar resultados preliminares da pesquisa. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php
Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 6º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GEOCIENCIAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IEG192 |
ESTÁGIO DE PESQUISA II F |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB638 |
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|
EMENTA |
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|
Estágio de Pesquisa nas áreas de Geologia Ambiental e/ou Paleontologia. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a pesquisar e delimitar um tema a ser estuado, aplicar métodos científicos, analisar e compilar dados e apresentar resultados preliminares. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica sobre o tema pretendido para a pesquisa. Elaborar, organizar e manter o controle de todas as ferramentas de estudo de campo e/ou laboratório necessárias para a realização de uma pesquisa científica. Realizar treinamento das técnicas de estudo, necessárias à realização da pesquisa. Apresentar resultados preliminares da pesquisa. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBB640 |
ESTÁGIO DE PESQUISA III A |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
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|
EMENTA |
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|
Estágio de Pesquisa nas áreas de Botânica, Ecologia, Zoologia e Ensino de Biologia. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a coletar, analisar, interpretar e discutir dados científicos. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica atualizada sobre o tema da pesquisa. Executar procedimentos metodológicos de coleta e análise de dados biológicos. Realizar a análise, interpretação e discussão de dados científicos Elaborar um relatório técnico-científico. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
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IBF088 |
ESTÁGIO DE PESQUISA III B |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
EMENTA |
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|
Estágio de Pesquisa nas áreas de Biofísica, Bioquímica, Fisiologia e Farmacologia. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
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OBJETIVOS |
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|
Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a coletar, analisar, interpretar e discutir dados científicos. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica atualizada sobre o tema da pesquisa. Executar procedimentos metodológicos de coleta e análise de dados biológicos. Realizar a análise, interpretação e discussão de dados científicos Elaborar um relatório técnico-científico. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada:001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada:801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
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|
IBG010 |
ESTÁGIO DE PESQUISA III C |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
EMENTA |
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|
Estágio de Pesquisa na área de Genética e Evolução. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a coletar, analisar, interpretar e discutir dados científicos. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica atualizada sobre o tema da pesquisa. Executar procedimentos metodológicos de coleta e análise de dados biológicos. Realizar a análise, interpretação e discussão de dados científicos Elaborar um relatório técnico-científico. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada:001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada:801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBM094 |
ESTÁGIO DE PESQUISA III D |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
EMENTA |
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|
Estágio de Pesquisa nas áreas de biologia celular, embriologia, histologia e anatomia. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
|||||||
|
OBJETIVOS |
|||||||
|
Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a coletar, analisar, interpretar e discutir dados científicos. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica atualizada sobre o tema da pesquisa. Executar procedimentos metodológicos de coleta e análise de dados biológicos. Realizar a análise, interpretação e discussão de dados científicos Elaborar um relatório técnico-científico. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada:001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada:801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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IBP053 |
ESTÁGIO DE PESQUISA III E |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
EMENTA |
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|
Estágio de Pesquisa nas áreas de Imunologia, Microbiologia e Parasitologia. Revisão bibliográfica, formulários de coleta de dados, organização e controle de implementos de pesquisa de campo e laboratório. Treinamento de técnicas de estudo e coleta de dados em campo e/ou laboratório. Análise preliminar dos dados. Resultados preliminares do estudo. Elaboração de relatório técnico-científico. |
|||||||
|
OBJETIVOS |
|||||||
|
Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a coletar, analisar, interpretar e discutir dados científicos. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica atualizada sobre o tema da pesquisa. Executar procedimentos metodológicos de coleta e análise de dados biológicos. Realizar a análise, interpretação e discussão de dados científicos. Elaborar um relatório técnico-científico. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IEG193 |
ESTÁGIO DE PESQUISA III F |
6.2.4.0 |
30 |
120 |
0 |
IBB639 ou IBF087 ou IBG009 ou IBM093 ou IBP052 ou IEG192 |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Estágio de Pesquisa nas áreas de Geologia Ambiental e/ou Paleontologia. Execução de um projeto de pesquisa: atualização da bibliografia, realização de procedimentos metodológicos, análise e interpretação dos dados, comparação com estudos preexistentes e discussão dos resultados. Elaboração do Relatório técnico-científico. |
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|
OBJETIVOS |
|||||||
|
Geral: Aprender de forma sistematizada e analítica a coletar, analisar, interpretar e discutir dados científicos. Específicos: Realizar pesquisa bibliográfica atualizada sobre o tema da pesquisa. Executar procedimentos metodológicos de coleta e análise de dados biológicos. Realizar a análise, interpretação e discussão de dados científicos Elaborar um relatório técnico-científico. |
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|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
Básicas: CARVALHO, Maria Cecilia Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 24. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012. 224 p. ISBN 9788530809119 (broch.). Número de chamada: 001.8 C758 24. ed. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7a ed. São Paulo: Atlas, 2010. PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e práticos para o seu ensino. 2. ed. Catanduva, SP: Respêl, 2000. 366 p. ISBN 8587069055 Número de chamada: 801.73 P936l 2. ed. Consulta on line na página da Biblioteca Central da UFAM: https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php Complementares: Deverá constar no Plano de Ensino a Bibliografia disponibilizada pelo professor/orientador |
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DISCIPLINAS DE ATIVIDADES CURRICULARES ELETIVAS DE EXTENSÃO
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Período: 3º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
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IBG011 |
OFICINAS DE GENÉTICA E EVOLUÇÃO |
4.0.0.4 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Atividades de extensão universitária voltadas ao ensino e divulgação científica sobre as temáticas: genética, padrões de herança e hereditariedade, biologia molecular, lógica molecular da vida, evolução biológica e história natural das espécies. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Executar atividades de ensino na rede de educação básica e divulgação científica em espaços não formais, físicos e/ou virtuais, na modalidade de atividade de extensão universitária. tendo o aluno como polo ativo das ações Específicos: Realizar aulas teóricas e práticas em escolas de educação básica em consonância com o programa das disciplinas de ciências e/ou biologia. Executar atividades de divulgação científica em espaço não formal físico com circulação de público externo a universidade. Elaborar e veicular material midiático virtual alusivo a datas ou marcos históricos correlatos aos temas-alvo da disciplina. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: GRIFFITHS, A.J.F.; DOEBLEY, J.; PEICHEL, C. et al. Introdução a genética. 2022. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 768 pp. NELSON, D.L.; COX, M.M. Lehninger, princípios de bioquímica. 2022. 8ª ed. Porto Alegre: Artmed. 1248 pp. FUTUYMA, D. Biologia evolutiva. 2009. 3ª ed. São Paulo: FUNPEC-Editora. 830 pp. Complementares: ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; MORGAN, D.; RAFF, M. et al. Biologia molecular da célula. 2017. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed. 1464 pp. SNUSTAD; SIMMONS. Fundamentos de genética. 2017. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 600 pp. AMAZONAS. Secretaria de Estado da Educação e Qualidade de Ensino. 2020. Referencial Curricular Amazonense: Ensino Fundamental, Anos Finais. Manaus. 604 pp CASTRO, A. D.; CARVALHO, A. M. P. 2019. Ensinar a Ensinar. Cengage Learning. Brasil. 226pp. BRASIL. Ministério da Educação. 2018. Base Nacional Comum Curricular. Disponível em |
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|
Período: 4º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB645 |
OFICINAS DE PARATAXONOMIA BOTÂNICA |
4.0.0.4 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Atividades de extensão universitária voltadas ao ensino e difusão científica da morfologia das principais linhagens de plantas de valor econômico. Inventário de atributos morfológicos úteis no reconhecimento de grupos taxonômicos em campo. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Executar oficinas de morfologia para a reconhecimento e identificação de famílias e espécies florestais em campo, em escolas e espaços públicos, visando a difusão científica, tendo o estudante de graduação como principal ator. Específicos: Realizar oficinas em escolas e/ou espaços não formais, para ensinar a identificar famílias botânicas. Confeccionar material de divulgação para expor em escolas e espaços públicos, visando a difusão científica e aumentar a interface universidade-escola. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CAMARGO, J.L.C; Ferraz, I.D.K.; Mesquita, M.R. et al. 2008. Guia de Propágulos e Plântulas da Amazônia. Manaus, Am: Editora INPA. In: https:repositorio.inpa.gov.br/handle/1/36019 EMBRAPA Amazônia Oriental. 2021(versão virtual). Espécies Arbóreas da Amazônia. In: https://www.embrapa.br//tematicas/especies-arboreas-da-amazonia. RIBEIRO, J.E.L.S. et al. 1999. Flora da Reserva Ducke: Guia de identificação das plantas vasculares de uma floresta de terra-firme na Amazônia Central. Manaus, INPA. 816 p. Complementares: GENTRY, A.H. 1993. A Field Guide to the Families and Genera of Woody Plants of Northwest South America. Washington, DC. Conservation International. 895 p. LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil I. Nova Odessa, SP: Editora Plantarum. (todos os volumes). GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. 2007. Morfologia Vegetal. Nova Odessa. Instituto Plantarum de Estudos da Flora. 448p. MARTINS-DA-SILVA, R.C.V. 2002. Coleta e identificação de espécimes botânicos. Belém: Embrapa Amazônia Oriental, 2002. 40p. 21cm. In: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/405766. SOUZA, L. A. de. Morfologia e Anatomia Vegetal: Célula, tecidos, órgãos e plântula. Ponta Grossa: UEPEG, 2003. |
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|
Período: 7º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB644 |
OFICINAS DE ILUSTRAÇÃO BIOLÓGICA |
4.0.0.4 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Atividades de extensão universitária voltadas ao ensino e difusão científica através da ilustração biológica, usando técnicas de pintura, modelagens de objetos biológicos e fotografia |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Executar oficinas de ilustração biológica e seus desdobramentos, em escolas e espaços públicos, visando a difusão científica, tendo o estudante de graduação como principal ator. Específicos: Realizar oficinas de desenho biológico e fotografia da natureza, visando a popularização da ciência. Realizar exposição de fotografias de natureza e das atividades acadêmicas e científicas realizadas no âmbito da graduação, visando aumentar a interface universidade-escola-comunidade. Realizar oficinas de modelagens de objetos biológicos, visando mostrar o potencial da natureza para a bioeconomia. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARNEIRO, D. Ilustração Botânica: Princípios e Métodos. Curitiba: Editora UFPR, 2011. 232p. FINA, B. G; AOKI, C. (Orgs.) Extensão universitária: um caminho de integração e aprendizagem. Campina Grande: Editora Amplla, 2021. [Livro eletrônico]. Licenciado sob CC BY 4.0. É permitido o download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos autores. GONÇALVES, H. A. Manual de projetos de extensão universitária. Editora Avercamp, 2008. Complementares: BARROS, L. R. M. A cor no processo criativo: um estudo sobre a Bauhaus e a teoria de Goethe, 4ed, São Paulo: Editora Senac, 2011. BOVE, C. P.; FERREIRA, C. S. Iconografia Comentada de Plantas Aquáticas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Rio de Janeiro: Museu Nacional, 2009. Portfólio 36p. Livreto 32p COMANALA, J. T. Como Pintar com Aguarela. Lisboa: Plátano Edições Tecnicas, 1995. 160p. GOETHE, J. W. Doutrina das cores. Apresentação, seleção e tradução de Marco Giannotti, 4ed, São Paulo: Nova Alexandia, 2013. OLIVEIRA, O. Extensão universitária como práxis dialógica: o olhar das instituições comunitárias de educação superior brasileiras.Curitiba: Editora CRV, 2022. |
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Período: 8º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IEG194 |
OFICINAS DE PALEONTOLOGIA |
4.0.0.4 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Atividades de extensão universitária voltadas ao ensino e difusão científica através da divulgação paleontológica, envolvendo a comunidade interna e externa à Universidade Federal do Amazonas. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Executar oficinas de paleontologia e seus desdobramentos, em escolas e espaços públicos, visando a difusão científica, tendo o estudante de graduação como principal ator. Específicos: Realizar oficinas de paleontologia e/ou jogos didáticos voltados a popularização da ciência. Permitir que, no caso de estudantes de licenciatura, desenvolva habilidades para trabalhar com questões complexas voltadas à ciência da Terra, como a escassez de material didático. Realizar exposição de fósseis e/ou réplicas das atividades acadêmicas e científicas realizadas no âmbito da graduação, visando aumentar a interface universidade-escola-comunidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: ANELLI, L.E.; OYAKAWA, J.; FIGUEIREDO, S.S.C.; CALÇA, C.P. A moldagem e Replicação de Fósseis. In: CARVALHO et al., Paleontologia: Conceitos e Métodos. Rio de Janeiro: Interciência, 2010, p.451-458. CORREIA, F. Ilustração Paleontológica – Existências Riscadas. In: CARVALHO et al., Paleontologia: Conceitos e Métodos. Rio de Janeiro: Interciência, 2010, p.459-558. SOARES, M.B. A Paleontologia na Sala de Aula. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Paleontologia, 2015, 714p. Complementares: BEMVENUTTI, A., O lúdico na prática pedagógica. Faculdades Luteranas do Brasil, Editora IBPEX, 2008, 217p. COINEAU, Y. Como hacer dibujos Científicos: materiales y métodos. Barcelona: Editora Labor, S.A., 1987, 237p. CONSTANTE, A. & VASCONCELOS, C. 2010. Actividades lúdicas no ensino da geologia: complemento motivacional para a aprendizagem. Terrae Didática, 6(2): 101-123, 2010. NEVES, J.P.; CAMPOS, L.M.L. & SIMÕES, M.G. 2008. Jogos como recuros didático para o ensino de conceitos paleontológicos básicos aos estudantes do ensino fundamental. Terra@Plural, 2: 103- 114, 2008. SCHWANKE, C. & SILVA, M.A.J. Educação e Paleontologia. In: CARVALHO, I.S. (eds). Paleontologia, 3ª. ed, v.1., Rio de Janeiro: Interciência,682-688, 2010. |
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|
Período: 8º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB646 |
ATIVIDADE DE EXTENSÃO A |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Atividade de extensão universitária voltada ao ensino, difusão e popularização da ciência, nas áreas de Botânica, Ecologia, Zoologia e Ensino de Biologia. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Planejar, preparar e executar uma atividade de extensão, visando o ensino de biologia a difusão científica e a popularização da ciência, tendo o estudante de graduação como principal ator. Específicos: Realizar o planejamento de uma atividade de extensão, despertando o pensamento crítico e idealizador do estudante. Elaborar material necessário para a divulgação e realização da atividade de extensão, tendo o estudante como ator, despertando a sua capacidade logística e organizacional. Executar uma mostra científica, visando aumentar a interface universidade-escola- comunidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: BEMVENUTTI, A., O lúdico na prática pedagógica. Faculdades Luteranas do Brasil, Editora IBPEX, 2008, 217p. FINA, B. G; AOKI, C. (Orgs.) Extensão universitária: um caminho de integração e aprendizagem. Campina Grande: Editora Amplla, 2021. [Livro eletrônico]. Licenciado sob CC BY 4.0. É permitido o download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos autores. OLIVEIRA, O. Extensão universitária como práxis dialógica: o olhar das instituições comunitárias de educação superior brasileiras. Curitiba: Editora CRV, 2022. Complementares: GONÇALVES, H. A. Manual de projetos de extensão universitária. Editora Avercamp, 2008. Resolução Nº 044 CONSEPE, DE 4 de dezembro de 2023, dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências. |
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|
Período: 8º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBF089 |
ATIVIDADE DE EXTENSÃO B |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Atividade de extensão universitária voltada ao ensino, difusão e popularização da ciência, nas áreas de Biofísica, Bioquímica, Fisiologia e Farmacologia. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Planejar, preparar e executar uma atividade de extensão, visando o ensino de biologia a difusão científica e a popularização da ciência, tendo o estudante de graduação como principal ator. Específicos: Realizar o planejamento de uma atividade de extensão, despertando o pensamento crítico e idealizador do estudante. Elaborar material necessário para a divulgação e realização da atividade de extensão, tendo o estudante como ator, despertando a sua capacidade logística e organizacional. Executar uma mostra científica, visando aumentar a interface universidade-escola- comunidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: BEMVENUTTI, A., O lúdico na prática pedagógica. Faculdades Luteranas do Brasil, Editora IBPEX, 2008, 217p. FINA, B. G; AOKI, C. (Orgs.) Extensão universitária: um caminho de integração e aprendizagem. Campina Grande: Editora Amplla, 2021. [Livro eletrônico]. Licenciado sob CC BY 4.0. É permitido o download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos autores. OLIVEIRA, O. Extensão universitária como práxis dialógica: o olhar das instituições comunitárias de educação superior brasileiras. Curitiba: Editora CRV, 2022. Complementares: GONÇALVES, H. A. Manual de projetos de extensão universitária. Editora Avercamp, 2008. Resolução Nº 044 CONSEPE, DE 4 de dezembro de 2023, dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências. |
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Período: 8º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBG012 |
ATIVIDADE DE EXTENSÃO C |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Atividade de extensão universitária voltada ao ensino, difusão e popularização da ciência, nas áreas de Genética e Evolução. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Planejar, preparar e executar uma atividade de extensão, visando o ensino de biologia a difusão científica e a popularização da ciência, tendo o estudante de graduação como principal ator. Específicos: Realizar o planejamento de uma atividade de extensão, despertando o pensamento crítico e idealizador do estudante. Elaborar material necessário para a divulgação e realização da atividade de extensão, tendo o estudante como ator, despertando a sua capacidade logística e organizacional. Executar uma mostra científica, visando aumentar a interface universidade-escola- comunidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: BEMVENUTTI, A., O lúdico na prática pedagógica. Faculdades Luteranas do Brasil, Editora IBPEX, 2008, 217p. FINA, B. G; AOKI, C. (Orgs.) Extensão universitária: um caminho de integração e aprendizagem. Campina Grande: Editora Amplla, 2021. [Livro eletrônico]. Licenciado sob CC BY 4.0. É permitido o download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos autores. OLIVEIRA, O. Extensão universitária como práxis dialógica: o olhar das instituições comunitárias de educação superior brasileiras. Curitiba: Editora CRV, 2022. Complementares: GONÇALVES, H. A. Manual de projetos de extensão universitária. Editora Avercamp, 2008. Resolução Nº 044 CONSEPE, DE 4 de dezembro de 2023, dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências. |
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|
Período: 8º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBM095 |
ATIVIDADE DE EXTENSÃO D |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Atividade de extensão universitária voltada ao ensino, difusão e popularização da ciência, nas áreas de biologia celular, embriologia, histologia e anatomia. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Planejar, preparar e executar uma atividade de extensão, visando o ensino de biologia a difusão científica e a popularização da ciência, tendo o estudante de graduação como principal ator. Específicos: Realizar o planejamento de uma atividade de extensão, despertando o pensamento crítico e idealizador do estudante. Elaborar material necessário para a divulgação e realização da atividade de extensão, tendo o estudante como ator, despertando a sua capacidade logística e organizacional. Executar uma mostra científica, visando aumentar a interface universidade-escola- comunidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
Básicas: BEMVENUTTI, A., O lúdico na prática pedagógica. Faculdades Luteranas do Brasil, Editora IBPEX, 2008, 217p. FINA, B. G; AOKI, C. (Orgs.) Extensão universitária: um caminho de integração e aprendizagem. Campina Grande: Editora Amplla, 2021. [Livro eletrônico]. Licenciado sob CC BY 4.0. É permitido o download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos autores. OLIVEIRA, O. Extensão universitária como práxis dialógica: o olhar das instituições comunitárias de educação superior brasileiras. Curitiba: Editora CRV, 2022. Complementares: GONÇALVES, H. A. Manual de projetos de extensão universitária. Editora Avercamp, 2008. Resolução Nº 044 CONSEPE, DE 4 de dezembro de 2023, dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências. |
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|
Período: 8º PERÍODO |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBP054 |
ATIVIDADE DE EXTENSÃO E |
3.0.0.3 |
0 |
0 |
45 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Atividade de extensão universitária voltada ao ensino, difusão e popularização da ciência, nas áreas de Imunologia, Microbiologia e Parasitologia. |
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|
OBJETIVOS |
|||||||
|
Geral: Planejar, preparar e executar uma atividade de extensão, visando o ensino de biologia a difusão científica e a popularização da ciência, tendo o estudante de graduação como principal ator. Específicos: Realizar o planejamento de uma atividade de extensão, despertando o pensamento crítico e idealizador do estudante. Elaborar material necessário para a divulgação e realização da atividade de extensão, tendo o estudante como ator, despertando a sua capacidade logística e organizacional. Executar uma mostra científica, visando aumentar a interface universidade-escola- comunidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
Básicas: BEMVENUTTI, A., O lúdico na prática pedagógica. Faculdades Luteranas do Brasil, Editora IBPEX, 2008, 217p. FINA, B. G; AOKI, C. (Orgs.) Extensão universitária: um caminho de integração e aprendizagem. Campina Grande: Editora Amplla, 2021. [Livro eletrônico]. Licenciado sob CC BY 4.0. É permitido o download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos autores. OLIVEIRA, O. Extensão universitária como práxis dialógica: o olhar das instituições comunitárias de educação superior brasileiras. Curitiba: Editora CRV, 2022. Complementares: GONÇALVES, H. A. Manual de projetos de extensão universitária. Editora Avercamp, 2008. Resolução Nº 044 CONSEPE, DE 4 de dezembro de 2023, dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências. |
|||||||
DISCIPLINAS ELETIVAS
|
Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB108 |
BIOLOGIA DE CAMPO |
4.2.2.0 |
30 |
60 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Aplicação dos conhecimentos em ciências biológicas. Coleta, sistematização, e análise de dados científicos em abordagens pontual, multidisciplinar e interdisciplinar. Planejamento, organização e avaliação das dificuldades inerentes à pesquisa de campo. Vivência da experiência prática de trabalho de campo em equipe. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Oportunizar a prática de atividades de pesquisas no âmbito das ciências biológicas, bem como, ensinar o planejamento, organização e execução de estudos sistematizados e analíticos no ambiente natural. Específicos: Praticar o planejamento de projetos de pesquisa de campo. Praticar o desenvolvimento de métodos de estudos científicos Praticar métodos de coletas de dados científicos em campo Praticar a análise e interpretação dos dados científicos. Praticar a comunicação científica escrita e oral. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básica: BEGON, M., C.R. TOWNSEND E J.H. HARPER. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4ª Edição. Artmed, Porto Alegre, Brasil. 2007. EICHHORN, S. E.; EVERT, R. F.; RAVEN, P. H. Biologia Vegetal, 8a edição. GUANABARA KOOGAN. 2014. RUPPERT & BARNES, Zoologia dos Invertebrados. 7a edição. Roca. Complementar: GOTELLI, Nicholas J.; ELLISON, Aaron M. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011. OLIVEIRA, A.A. & D.C. DALY. Florestas do Rio Negro. Editora Schwarcz, São Paulo. 2001. RICKLEFS, Robert E; RELYEA, Rick. A economia da natureza. 7.ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2016. SIOLI, H. Amazônia: Fundamentos da ecologia da maior região de florestas tropicais. Terceira Edição. Vozes, Petropólis, RJ.1991. |
|||||||
|
Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB647 |
EMPREENDEDORISMO SUSTENTÁVEL |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Conceitos fundamentais de empreendedorismo e inovação. Tipos de empreendedorismo. Perfil empreendedor e competências empreendedoras. O papel do biólogo como agente de transformação e inovação. Modelos de negócios aplicáveis à área das Ciências Biológicas. Planejamento e estruturação de empreendimentos de base científica e tecnológica. Introdução ao ecossistema de inovação. Propriedade intelectual e aspectos éticos no empreendedorismo científico. Desenvolvimento de propostas empreendedoras com impacto social e ambiental positivo. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Estimular o pensamento empreendedor entre os estudantes de Ciências Biológicas, promovendo o desenvolvimento de competências para identificar oportunidades, propor soluções inovadoras e estruturar iniciativas com base científica, com impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente. Específicos: Compreender os conceitos e fundamentos do empreendedorismo e sua aplicação no contexto das Ciências Biológicas. Desenvolver habilidades de criatividade, liderança, resolução de problemas e trabalho em equipe. Analisar o papel do biólogo como empreendedor em diferentes setores (ambiental, saúde, biotecnologia, educação, entre outros). Conhecer instrumentos e metodologias para modelagem e validação de ideias empreendedoras. Elaborar um plano preliminar de negócio ou projeto de impacto, alinhado aos princípios da sustentabilidade e inovação. Discutir a importância da ética, da responsabilidade socioambiental e da propriedade intelectual em empreendimentos científicos. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: BAGGIO, A.F.; BAGGIO D. K. Empreendedorismo, conceitos e definições. Rev. de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia, 1(1): 25-38. 2014. BORGES, C. Empreendedorismo sustentável. Editora Saraiva. 2014. DORNELAS, J.; VILAS BOAS, E. Empreendedorismo: fazendo acontecer. Volume I e II. Empreender. São Paulo. 2020. Complementares: BARBIERI, J. C.; CAJAZEIRA, J. E. R. Responsabilidade Social Empresarial e Empresa Sustentável: da teoria à prática. 3. ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2016 FILION, L. J. Empreendedorismo e gerenciamento: processos distintos, porém complementares. Revista de Administração de Empresas / EAESP / FGV, v. 7, n. 3, p. 2- 7São Paulo, Brasil. 2000. SILVA, C. et al. Inovação e sustentabilidade. Curitiba: Aymará Educação, 2012. |
|||||||
|
Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB102 |
BIOESTATÍSTICA APLICADA II |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
IBB101 |
|
|
EMENTA |
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|
Programas estatísticos para a realização de testes e elaboração de gráficos. Utilização de “scripts” (programação) para personalizar testes e gráficos. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Tornar o aluno apto a realizar testes e elaborar gráficos personalizados utilizando linguagem estatística. Específicos: Compreender os aspectos básicos da utilização de um programa de linguagem estatística (Linguagem R ou equivalente). Utilizar a linguagem estatística na realização de testes estatísticos e na elaboração de gráficos. Desenvolver scripts e funções personalizadas com a linguagem estatística. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
Básicas: CRAWLEY, Michael J. The R book. 2. ed. Chichester, West Sussex, England: John Wiley & Sons, 2013. GOTELLI N. J. & A. M. ELISON. 2010. Princípios de Estatística em Ecologia. Artmed. Número de Chamada na Biblioteca: 527p.574 G683p 2011. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC 2008. 696 p. Número de Chamada na Biblioteca: 519.2 T834i 10. ed. Complementares: LANDEIRO, Victor & BACCARO, Fabricio. Introdução ao uso do programa R. Apostila do curso disponível em https://sites.google.com/site/vllandeiror. MAGNUSSON, William E., MOURÂO, Guilherme. Estatística sem matemática: a ligação entre as questões e as análises. Londrina, PR: Planta, 2005. SOKAL, R.R. & F. J. ROHLF. 1995. Biometry: the principles and practice of statistics in biological research. 3rd edition. W. H. Freeman and Co.: New York. 1995 p. |
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|
Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB111 |
INVENTÁRIO FLORÍSTICO |
3.0.2.0 |
0 |
60 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Métodos e técnicas para elaboração de estudos florísticos e fitossociológicos de florestas tropicais. Uso potencial de floras, listas florísticas e inventários fitossociológicos por profissionais diversos. Técnicas de coleta, herborização de espécimes botânicos, técnicas de conservação e manejo de coleções científicas, elaboração de planilhas de campo e organização, análise e discussão de dados florísticos e fitossociológicos. Metodologias para avaliação e descrição de ações antrópicas sobre ecossistemas florestais, focado na conservação e manejo da biodiversidade. |
|||||||
|
OBJETIVOS |
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Geral: Fazer uso da metodologia básica de levantamentos florísticos, estudos fitossociológicos e caracterização de vegetação; utilizar técnicas básicas de coleta e herborização de material botânico e cálculo das principais variáveis e índices de importância que descrevem as comunidades vegetais. Específicos: Planeja e realizar levantamentos quali-quantitativos de vegetação; Organizar e analisar os dados sobre vegetação através dos principais parâmetros e índice descritores das comunidades vegetais; Reconhecer a importância da realização de estudos botânicos básicos e a formação de novos taxonomistas em florestas tropicais; Promover atividades multidisciplinares que estimulem a troca de conhecimentos entre estudantes e agentes sociais. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: FELFILI, J.M.; EISENLOHR, P.V.; MELO, M.M.R.F.; ANDRADE, L.A.; MEIRA NETO, J.A.A. (Orgs.). Fitossociologia no Brasil: métodos e estudos de casos. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2011. FLORIANO, E.P. Inventário florestal. Edição do Autor. Rio Largo, AL: Centro de Ciências Agrárias: Universidade Federal de Alagoas, 2021. Disponível em: https://www.repositorio.ufal.br/bitstream/123456789/8194/1/Invent%C3%A1rio%20Florestal.pdf MARENGO, J. A.; SOUZA JR., C. M. Mudanças Climáticas: impactos e cenários para a Amazônia. São Paulo, 2018. 33 p. DOI:10.13140/RG.2.2.26925.72166 Complementares: BROWN, J.H. (2001) Towards a general theory of biodiversity. Evolution 55, 2137– 2138. CONDIT, R., PITMAN, N., LEIGH, E.G., CHAVE, J., TERBPRGJ, J. et al. (2002) Beta-diversity in tropical forest trees. Science 295, 666– 669. FIDALGO, O. & BONONI, V. L. R. (coord). 1984. Técnicas de coleta, preservação e herborização de material botânico. Instituto de Botânica, 61p. RIBEIRO, J.E.L.S. et al. 1999. Flora da Reserva Ducke: Guia de identificação das plantas vasculares de uma floresta de terra-firme na Amazônia Central. Manaus, INPA. 816 p. WITTMANN F, SCHONGART J, BRITO JM et al. (Org.) Manual de árvores da várzea da Amazônia Central: taxonomia, ecologia e uso. Editora INPA. 2010. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBB112 |
BIOLOGIA DE ARACNÍDEOS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBB231 |
|
|
EMENTA |
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|
Morfologia, comportamento, ecologia, taxonomia, sistemática e evolução dos aracnídeos. Metodologia de coleta, manipulação e análise de dados em projetos de campo com aracnídeos. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a reconhecer as ordens de aracnídeos a partir dos estudos morfológicos e taxonômicos, bem como, agregar conhecimento sobre ecologia e evolução. Específicos: Conhecer as ordens de aracnídeos, sua morfologia, taxonomia, sistemática, comportamento, ecologia e evolução. Desenvolver estudos de campo que envolvam os conhecimentos adquiridos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BRUSCA, R. C.; MOORE, W.; SHUSTER, S. M. Invertebrados. 3a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2018. HICKMAN, C. P. Jr.; ROBERTS, L. S.; KEEN, S. L.; EISENHOUR, D. J.; LARSON, A.; I’ANSON. H. Princípios Integrados de Zoologia. 16a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Ltda, 2016. RUPPERT, E. E.; FOX, R. S.; BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. 7a ed. São Paulo: Roca, 2005. Complementares: CARDOSO, J. L. C. et al. Animais Peçonhentos do Brasil: biologia, clínica e terapêuticas dos acidentes. São Paulo: Editora Sarvier/FAPESP, 2003. GONZAGA, M. O.; A. SANTOS, A.; JAPYASSÚ, H. F. Ecologia e comportamento de aranhas. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2007. SOERENSEN, B. Acidentes por animais peçonhentos: reconhecimento, clínica e tratamento. São Paulo: Editora Atheneu, 2000. RIBEIRO-COSTA, C. S.; ROCHA, R. M. Invertebrados: manual de aulas práticas. Ribeirão Preto: Holos, 2006. Sítios na Internet: World Spider Catalog: http://wsc.nmbe.ch American Arachnology Society: http://www.americanarachnology.org/JOA_online.html Journal of Arachnology: http://www.americanarachnology.org Escorpiões: http://www.ub.ntnu.no/scorpion- files/litterature_fulltxt.php |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBB648 |
FLORESTAS URBANAS |
4.2.1.1 |
30 |
30 |
15 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Gestão e planejamento de espaços naturais urbanos. Serviços Ecossistêmicos e Biodiversidade nas cidades. Noção geral sobre os impactos da urbanização. Importância ecológica - interação com a fauna, econômica e social da floresta urbana (áreas verdes e arborização de ruas). Relações positivas e conflitos entre pessoas e natureza nas cidades. Planejamento das áreas verdes urbanas e arborização de ruas. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Reconhecer a importância da natureza na região urbana para as comunidades, inclusive humanas. Entender como a diversidade amazônica, principalmente as espécies vegetais nativas, interagem com os centros urbanos. Ter habilidade de discutir e propor soluções para problemas reais observados nas cidades amazônicas. Específicos: Reconhecer e descrever serviços ecossistêmicos, ameaças, plantas exóticas vs. nativas, conhecimento tradicional e conservação dos recursos. Reconhecer e ensinar sobre a importância das florestas urbanas geradoras de qualidade de vida, emprego e renda. Construir um arcabouço de comunidades a partir do planejamento ambiental com florestas urbanas e justiça ambiental. Solucionar problemas ambientais a partir de análises e estudos de caso. Planejar e executar extensão universitária nas comunidades e escolas, visando a difusão científica acerca da importância das florestas urbanas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: PAIVA, H. N. de e GONÇALVES, W. Florestas urbanas: planejamento para melhoria da qualidade de vida. 2ª. Ed. Viçosa: Aprenda Fácil editora, 2019. 202p. (Coleção Jardinagem e Paisagismo, Série Arborização Urbana, v.2). NICKAYIN S. S. The Urban Forest in the Age of Urbanization. River Publishers Series in Chemical, Environmental, and Energy Engineering. 2022. KONIJNENDIJK C.C. The Forest and the City: The Cultural Landscape of Urban Woodland Springer2008 Complementares: GREY, G.; DENEKE, F. J. Urban Forestry. New York: John Wiley, 1978. KOWARIK I. Wild Urban Woodlands: New Perspectives for Urban Forestry. Springer-Verlag Berlin Heidelberg 2005. 311p. HARRIS, R. W. Arboriculture? integrated management of landscape trees, shrubs and vines. 2: ed. New Jersey: Prentice Hall, 1992. ALRECK, P. L.; SETTLE, R. B. The survey research handbook. 3. ed. New York: McGraw-Hill, 2004. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
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IBB649 |
ETNOBIOLOGIA |
4.2.1.1 |
30 |
30 |
15 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Fundamentos da Etnobiologia. Etnotaxonomia. Agroecologia e formações florestais antropogênicas. Estratégias tradicionais para o uso e conservação da biodiversidade. Interpretações das práticas xamânicas. Proteção legal dos conhecimentos tradicionais. Vivências extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Contribuir para o desenvolvimento adequado da percepção dos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade e suas peculiaridades, por meio do estudo do papel da biodiversidade na elaboração dos sistemas de crenças e nas estratégias de adaptação aos ambientes com os quais os povos e comunidades tradicionais interagem. Específicos: Estimular os estudantes a refletirem sobre os aspectos ontológicos e epistemológicos subjacentes aos conhecimentos tradicionais. Apresentar e discutir os fundamentos conceituais, éticos e teórico-práticos da Etnobiologia, com ênfase nos povos originários (indígenas) da Amazônia; “Plantas Mestras”; preparações psicoativas e os estados não-ordinários da consciência (ENOC). Apresentar e discutir elementos de Etnoastronomia e suas correlações com a dinâmica das práticas agroecológicas e de caça e pesca dos povos indígenas; formações florestais antropogênicas desenvolvidas na Amazônia; remédios e venenos de caça e pesca inseridos na Etnofarmacognosia indígena. Realizar ação de extensão universitária para difundir o conhecimento da Etnobiologia. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: POSEY, D.A. Introdução – Etnobiologia: teoria e prática. In Suma Etnológica Brasileira – Vol. I: Etnobiologia, Berta G. Ribeiro (Coord.). Petrópolis: Vozes; FINEP, 1987a: 5-25. POVOS TRADICIONAIS E BIODIVERSIDADE NO BRASIL [recurso eletrônico]: contribuições dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais para a biodiversidade, políticas e ameaças / Manuela Carneiro da Cunha, Sônia Barbosa Magalhães e Cristina Adams, organizadoras. – São Paulo : SBPC, 2022. 78 p. : il. color., mapas color. ROUÉ, M. Novas perspectivas em Etnoecologia: “Saberes tradicionais e gestão dos recursos naturais” In Etnoconservação: novos rumos para a proteção da natureza nos trópicos. Antônio Carlos Diegues (Org.).2.ed. São Paulo: HUCITEC: NUBAUP-USP (Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras, 2000. 67-79. Complementares: CARNEIRO, R.L. Uso do solo e classificação da floresta (Kuikúro). In Suma Etnológica Brasileira – Volume I: Etnobiologia, Berta G. Ribeiro (coord.), p. 47-56. Petrópolis: Vozes; FINEP, 1987. CASTRO, E. Território, biodiversidade e saberes de populações tradicionais. In Etnoconservação: novos rumos para a proteção da natureza nos trópicos. Antônio Carlos Diegues (Org.). 2.ed. São Paulo: HUCITEC: NUBAUP-USP, 2000. 165-182. CAVALCANTE, P. B.; FRIKEL, P. A farmacopéia tiriyó: estudo étno-botânico. Belém, PA: Conselho Nacional de Pesquisas/Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia/Museu Paraense Emílio Goeldi, 1978. (Publicações Avulsas, 24). 145pp COOPER, J.M. Estimulantes e narcóticos. In Suma Etnológica Brasileira – Vol. I: Etnobiologia, Berta G. Ribeiro (Coord.), p. 101- 118. Petrópolis: Vozes; FINEP, 1987. 5. CUNHA, M. C. da: Cultura com aspas e outros ensaios. São Paulo: Ubu Editora, 2017 (Coleção Argonautas). 432pp PRANCE, G.T. Etnobotânica de algumas tribos amazônicas. In Suma Etnológica Brasileira – Vol. I: Etnobiologia, Berta G. Ribeiro (Coord.). Petrópolis: Vozes: FINEP, 1987: 119-133. |
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|
Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB117 |
MANEJO DA FAUNA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
|||||||
|
Histórico, princípios, terminologias, técnicas de avaliação, levantamentos e de monitoramento para o manejo de fauna. Acordos internacionais, legislação nacional, aspectos sanitários, comércio e tráfico de fauna. A problemática das espécies invasoras, da caça, da pesca e da urbanização. A criação de áreas protegidas, a educação ambiental, o ecoturismo e o manejo comercial como ferramentas para o uso sustentável da biodiversidade. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a conhecer os conceitos básicos sobre os princípios éticos, legais, sanitários e biológicos para as boas práticas do manejo de fauna, bem como, perceber e desenvolver a consciência sobre as ameaças atuais e as vantagens socioambientais do manejo sustentável da fauna como estratégia de conservação da biodiversidade e melhoria da qualidade de vida humana. Específicos: Compreender os principais conceitos do Manejo de Fauna em seus respectivos processos socioambientais e sua importância nos diferentes níveis de organização, de espécie até ecossistemas. Compreender os aspectos éticos, legais, sanitários e biológicos utilizados na manutenção da biodiversidade animal nas principais abordagens das espécies representativas da Amazônia; Contextualizar os conceitos ecológicos e de conservação aplicados ao manejo dentro de sua realidade e numa perspectiva social; Desenvolver o pensamento crítico sobre assuntos relacionados à solução de problemas e as ameaças à fauna utilizando o manejo como ferramenta para a conservação da biodiversidade animal e melhoria da qualidade de vida em sociedade. |
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|
REFERÊNCIAS |
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Básicas: ANDRADE, P. C. M. (Org.) 2008. Criação e Manejo de Quelônios no Amazonas. Manaus, IBAMA, Pró-Várzea. CAPOBIANCO, J. P. R. et al. (Orgs.). 2001. Biodiversidade na Amazônia Brasileira. Avaliação e ações prioritárias p/ a conservação, uso sustentável e repartição de benefícios. São Paulo: Estação Liberdade, Instituto Socioambiental, 540 p. CAVALCANTI, F. J. de B. et al. (Orgs.). 2006. Política de fauna silvestre da Amazônia. Brasília, Ibama, 128p. Complementares: BARTHEN, R. & GOULDING, M. 2007. Um ecossistema inesperado. A Amazônia revelada pela Pesca. Sociedade Civil Mamirauá/Gráfica Biblos, Lima-Peru, 241 p. GANEM, R.S. (Org.). 2011. Conservação da Biodiversidade. Legislação e Políticas Públicas. Câmara dos Deputados, Edições Câmara (Série memória e análise de leis), Brasília-DF, 437 p. MAGNUSSON, W. et al. 2013. Biodiversidade e Monitoramento Ambiental Integrado. Áttema Editorial. Manaus-AM, 349 p. RENCTAS.2007. Vida Silvestre: o estreito limiar entre preservação e destruição. Diagnóstico do Tráfico de Animais Silvestres na Mata Atlântica – Corredores Central e Serra do Mar. Dupligráfica, Brasília-DF,199 p. ROCHA, C.F.D.; BERGALLO, H.G.; SLUYS, M.V.; ALVES, M.A.S. 2006. Biologia da Conservação – Essências. Rima Editora, São Carlos-SP, 582 p. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB110 |
ECOLOGIA E MANEJO DE ECOSSISTEMAS AQUÁTICOS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Ambientes aquáticos tropicais e amazônicos. Ciclo hidrológico. Princípios gerais do manejo e conservação dos recursos naturais aquáticos; a água como recurso. Interface rio-zonas de estuário. Morfologia de sistemas fluviais (rios e lagos) e sua aplicação em Manejo. Indicadores físico-químicos das condições da biota. Dinâmica de áreas alagáveis, conceitos de Rio Contínuo e de Pulso de Inundação. Ecologia de comunidades e produtividade aquática primária e secundária. Recursos pesqueiros, ictiofauna, ictioplâncton e vegetação ripária. Inventário ambiental integrado e análise para aplicação em Estudos Ecológicos de Base (EEB) e PRADs. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a: conhecer os conceitos teóricos sobre o funcionamento dos ecossistemas aquáticos, com ênfase nos ambientes aquáticos amazônicos; formular questões na área de ecologia aquática e estudos ecológicos de base como subsídios para o Manejo desses ambientes e da Pesca; reconhecer a diversidade dos ambientes aquáticos amazônicos e avaliar fatores físico-químicos nesses ambientes. Específicos: Compreender os principais conceitos da ecologia aquática em seus respectivos processos associados aos diferentes níveis de organização, desde organismo, a unidade fundamental da ecologia, até as comunidades e ecossistemas. Compreender os processos ecológicos que explicam o funcionamento dos ecossistemas aquáticos representados na Amazônia, entendidos em um contexto evolutivo e aplicado. Contextualizar os conceitos ecológicos aquáticos dentro da realidade e na perspectiva social. Desenvolver o pensamento crítico sobre assuntos relacionados à solução de problemas utilizando a ecologia aquática como ferramenta para o manejo da pesca e conservação dos ambientes aquáticos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: ESTEVES, F.A. 2008. Fundamentos de Limnologia. Ed. Interciência Ltda.: 575p. NAKATANI, K.; AGOSTINHO, A.A.; BAUMGARTNER, G.; BIALETZKI, A.; SANCHES, P.V.; MAKRAKIS, M. C.; PAVANELLI, C. S. 2001. Ovos e larvas de peixes de água doce: desenvolvimento e manual de identificação. UEM, Maringá-PR Eletrobrás/EDUEM, xvii, 378p. il. TUNDISI, J.G.; & TUNDISI, T. M. 2008. Limnologia. Oficina de Textos, São Paulo-SP, 631p. Complementares: BARTHEN, R. & GOULDING, M. 2007. Um ecossistema inesperado. A Amazônia revelada pela Pesca. Sociedade Civil Mamirauá/Gráfica Biblos, Lima-Peru, 241 p. CAMARGO, M. & GHILARD, JR.,R. (Eds.) 2009. Entre a Terra, as Águas e os Pescadores do Médio Rio Xingu. Belém-PA, 329 p. FERNANDES, E.B. (Org.) 2005. Os manguezais da costa norte brasileira. Fundação Rio Bacanga – Maranhão. Belém-PA, 167p. GOULDING, M. 1997. História Natural dos Rios Amazônicos. Sociedade Civil Mamirauá/CNPq/Rainforest Aliance, Brasília-DF. LEÃO, J.F.M & LEÃO, M.M. 2013. Conservação da Natureza. FEAL/USP, Piracicaba, São Paulo, 176 p. |
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|
Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||||
|
T |
P |
E |
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|
IBB246 |
CULTURA DE TECIDOS VEGETAIS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
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|
EMENTA |
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|
Regeneração de plantas in vitro a partir de células, tecidos e órgãos, abrangendo o preparo dos meios de cultura e a técnica de micropropagação e aclimatização das plantas obtidas. Principais usos e aplicações da cultura de tecidos nas diferentes áreas da Biologia vegetal. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Usar as diferentes técnicas de cultura de tecidos vegetais e aplicar no melhoramento genético e na multiplicação de plantas. Específicos: Usar as técnicas de cultivo de plantas in vitro, a partir de células, tecidos e órgãos. Preparar meios de cultura específicos para diferentes tecidos e espécies. Aplicar técnicas de micropropagação até a aclimatização das plantas obtidas. Aplicar a cultura de tecidos nas diferentes áreas da Biologia vegetal e na produção de matéria- prima nos diversos segmentos industriais. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: FACHINELLO, José C.; HOFFMANN, Alexandre; NACHTIGAL, Jair C. Propagação de plantas frutíferas. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2005. GEORGE, E. F.; HALL, M. A.; KLERK, G.-J. Plant propagation by tissue culture. 3a ed. Volume 1. The background. Springer (e-book), 2008. www.springer.com. JUNGHANS, T. G.; SOUZA, A. S. Aspectos práticos da micropropagação de plantas. 1ª edição. Embrapa, 2009. Complementares: MARTINUS, N. Cell and tissue culture in forestry. Dordrecht, 1987. KERBAUY, G. B. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. GUERRA, M. P.; NODARI, R. O. Introdução ao conceito de Biotecnologia. Apostila de Biotecnologia 1 – Cultura de tecidos vegetal. Material de apoio. CCA/UFSC, Florianópolis. Edição da Steinmacher, 2006. TORRES, A. C.; CALDAS, L. S.; BUSO, J. A. Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. Brasília: EMBRAPA, 1998. TAIZ, Lincoln; ZEIGER, Eduardo; MØLLER, Ian Max; MURPHY, Angus. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. Tradução da 6. ed. norte-americana. Porto Alegre: Artmed, 2017. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB120 |
ECOTOXICOLOGIA E AVALIAÇÃO DE RISCOS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Ecotoxicologia. Princípios básicos da avaliação de risco. As fases da Avaliação de risco. Identificação do problema. Caracterização da exposição. Modelos para caracterizar a exposição. Caracterização dos efeitos. Testes laboratoriais. Curvas de sensibilidade de espécies. Modelos ecossistêmicos. Caracterização do risco. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Habilitar o aluno para os procedimentos do processo de avaliação de risco ambiental. Específicos: Aprender a realizar testes ecotoxicológicos Aprender a analisar dados ecotoxicológicos Saber aplicar modelos para cálculo das concentrações ambientais estimadas de contaminantes Compreender o processo de avaliação de risco ambiental. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: AZEVEDO, F. A. de; DA MATTA, A. A. (Orgs.) As Bases Toxicológicas da Ecotoxicologia. São Paulo: BIDOIA, E. D.; et al. Ecotoxicologia. São Paulo: Clube de Autores, 2012. 98 p. ZAGATTO, P.A. & BERTOLETTI, E., (Eds.). Ecotoxicologia Aquática-Princípios e Aplicações. São Paulo: Editora Rima. 2006. Complementares: ESPÍNDOLA, Evaldo L. G.; BOTTA, Clarice M. R. P.; et al. Ecotoxicologia – Perspectivas para o Século XXI. São Carlos: RiMa, 2001. FORBES, V. & CALOW, P. Ecotoxicology in theory and practices. Chapman & Hall. 1994. NIVA, C. C.; BROWN, G. G. Ecotoxicologia Terrestre: Métodos e Aplicações dos Ensaios com Oligoquetas. Embrapa, 2019. OLIVEIRA, Fernando G. de; BALDAN, Lucíola T. Fundamentos de Ecotoxicologia: Princípios e Aplicações. [S.l.]: autor(a), 2022 (PDF). ROMBKE, J. & MOLTMANN J. F. Applied Ecotoxicology. Taylor & Francis. 1995. |
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|
Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBF010 |
FARMACOLOGIA |
5.3.1.1 |
45 |
30 |
15 |
IBF201 |
|
|
EMENTA |
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|
Farmacologia básica, farmacologia do sistema nervoso autônomo, farmacologia da terapêutica do transtorno do humor, farmacologia dos anti-hipertensivos, farmacologia da resposta inflamatória e farmacologia da sensação dolorosa. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Capacitar o estudante de biologia a compreender, interpretar e aplicar cientificamente as ações de substâncias químicas naturais ou sintéticas, sobre as funções orgânicas dos seres vivos, com desenvolvimento de habilidade crítica da aplicação experimental e do uso racional dos fármacos na clínica. Específicos: Apresentar uma abordagem básica aos estudantes da fisiopatologia dos sistemas. Fazer a iniciação na pesquisa básica e experimental sobre fármacos. Identificar em um medicamento suas propriedades farmacológicas e potencial biológico. Criar condições para o reconhecimento das possibilidades terapêuticas e os riscos da aplicação dos mesmos. Realizar ações de extensão que promovam a educação em saúde, o uso racional de medicamentos e o diálogo entre ciência e sociedade. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BRUNTON, L.L.; LAZO, J.S. & PARKER, K.L. GOODMAN & GILMAN. 2018. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 12ª edição, Ed McGraaw-Hill, New York. KATZUNG, B. 2017. Farmacologia Básica e Clínica, 13ª edição, Guanabara Koogan. RANG, H.P.; DALE, M.M.; RITTER, J.N. & MOORE, P.K. 2016. Farmacologia, 8ª edição. Complementares: GOLAN, David E; TASHJIAN, Armen H.; ARMSTRONG, Ehrin. 2009. Princípios de Farmacologia - A Base Fisiopatológica da Farmacologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. KLARK, M.A. 2016. Farmacologia Ilustrada. 6ª ed. Artmed. LÜLLMANN Heinz, MOHR Klaus, HEIN Lutz, LANGELOH Augusto. 2010. Farmacologia: Texto e Atlas. 6ª edição, Artmed. Artigos científicos de revistas indexadas (Qualis CAPES A1 a B4) da área de Farmacologia e Biotecnologia. Diretrizes de Sociedades Clínicas Brasileiras e Internacionais (Acesso livre) |
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|
Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBF048 |
COMPORTAMENTO ANIMAL |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IBF202 |
|
|
EMENTA |
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|
Definição e importância do comportamento animal; histórico e escolas relacionadas ao estudo do comportamento; métodos de estudo; evolução e ontogenia do comportamento animal; estratégias alimentares e reprodutivas; organização social, estresse e bem-estar animal. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a discutir conceitos básicos sobre o comportamento animal, proporcionando uma formação integrativa, considerando a diversidade e a adaptação do comportamento dos animais. Específicos: Fazer enxergar o comportamento animal como ferramenta para investigação científica, de maneira integrada com outras áreas de pesquisa. Ser capaz de reconhecer a diversidade de comportamentos dos animais. Ser capaz de reconhecer as diferentes formas de adaptação dos animais. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: ALCOCK, J. Comportamento Animal: uma abordagem evolutiva. Artmed, 2011. KREBS, J. R.; DAVIES, N. B. Introdução à Ecologia Comportamental. São Paulo: Atheneu, 1996. YAMAMOTO, M. E.; VOLPATO, G. L. Comportamento Animal. Editora da UFRN, 2007. Complementares: ARAGÃO, M. J. Civilização Animal: A etologia numa perspectiva evolutiva e antropológica. USEB, 2006. HUNTINGFORD, F.; TURNER, A. The Study of Animal Behaviour. Chapman & Hall, 1987. MARTIN, P.; BATESON, P. Measuring Behaviour. An introductory guide. Cambridge University Press, 2002. PAIXÃO, R. L.; SCHRAMM, F. R. Experimentação Animal: razões e emoções para uma ética. EDUFF, 2008. RIDLEY, M. Animal Behavior. Blackwell Scientific Publications, 1995. |
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|
Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBF090 |
FARMACOLOGIA CLÍNICA |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
IBF010 |
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EMENTA |
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Princípios da farmacologia clínica. Aplicação da farmacocinética e farmacodinâmica em situações clínicas. Monitoramento terapêutico de fármacos (MTF). Interpretação crítica de exames laboratoriais aplicados à farmacoterapia: hemograma, função hepática, função renal, eletrólitos, perfil glicêmico e lipídico, marcadores hormonais e inflamatórios. Interações fármaco-laboratoriais. Discussão de casos clínico-laboratoriais em farmacoterapia individualizada. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Capacitar os alunos a aplicarem conhecimentos de farmacologia clínica na análise e interpretação de exames laboratoriais, com foco em decisões terapêuticas baseadas em evidências. Específicos: Compreender os fundamentos da farmacologia clínica e sua aplicação prática. Interpretar exames laboratoriais à luz da farmacoterapia. Analisar criticamente situações clínicas que envolvam polifarmácia, interações e riscos terapêuticos. Promover o raciocínio clínico e a tomada de decisão farmacológica a partir de casos simulados. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: RANG, H. P.; DALE, M. M. Farmacologia. 9ª ed. Elsevier, 2020. BRUNTON, L. L.; HILAL-DANDAN, R.; KNOLLMANN, B. C. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman. 14ª ed. AMGH, 2023. TIETZ, N. W. Fundamentos de Química Clínica e Diagnóstico Laboratorial. 8ª ed. Elsevier, 2021. Complementares: KATZUNG, B. G.; TREVOR, A. J. Farmacologia básica e clínica. 15. ed. Porto Alegre: AMGH, 2021. LÜLLMANN, H.; MOHR, K.; HEIN, L.; BERNER, U. Farmacologia. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. BISHOP, M. L.; FODY, E. P.; VANNOORSTRAND, L. Química clínica: princípios, procedimentos, correlações. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. SILVA, I. S. da. Interpretação de exames laboratoriais: um enfoque prático para estudantes e profissionais da saúde. 5. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2019. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas – PCDT. Brasília: CONITEC, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/conitec. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBG001 |
FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA GENÉTICA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBG006 IBF047 |
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EMENTA |
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Aspectos do “dogma central” da biologia molecular importantes para manipulação gênica. Enzimas de restrição e enzimas modificadoras de ácidos nucleicos. Síntese química de DNA, desenho de genes, PCR, RT-PCR e qPCR. Principais métodos de transformação genética. Clonagem molecular e estratégias de clonagem. Confecção de bancos genômicos. Expressão de genes heterólogos e transgenia. Noções de edição gênica, terapia genética e engenharia metabólica. Biologia sintética. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a compreender as ferramentas de engenharia genética clássica, além de noções das técnicas mais modernas de edição gênica e biologia sintética. Específicos: Capacitar os alunos a realizarem todas as etapas de isolamento e clonagem de genes. Conhecer os fundamentos de expressão de um gene heterólogo em organismos procariotos e eucariotos. Introduzir operações básicas de softwares, banco de dados ou plataformas computacionais para análise in silico em biologia molecular. Conceitualizar os diferentes tipos de bibliotecas gênicas. Atualizar quanto as tecnologias modernas de manipulação de genes por biologia sintética, edição gênica e outros tópicos relacionados. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: ASTOLFI – FILHO, S.; AZEVEDO, M.O.; XAVIER, J.O.; FERREIRA, J. O. Noções básicas de tecnologia do DNA recombinante. Manaus: Edirora da UFAM, 2005. NELSON, D. L.; COX M. M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. Porto Alegre: Artmed, 2019. LODISH, H; DARNELL, J. E.; BALTIMORE, D. Biologia Celular e Molecular. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. Complementares: AZEVEDO, M. O.; FELIPE, M. S. S.; BRÍGIDO, M. M.; MARANHÃO, A. Q.; DE SOUZA, M. T. Técnicas Básicas de Biologia Molecular. Brasília: Editora UnB, 2003. BROWN, T.A. Clonagem Gênica e Análise de DNA. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. DALE, J.W.; VON SCHANTZ, M. From Genes to Genomes – Concepts and Applications of DNA Technologies. 2011. Chichester: Wiley-Blackwell MIR, L. 2004. RESENDE, R. R.; SOCCOL, C. R. Biotecnologia aplicada à saúde: fundamentos e plicações, volume 2. São Paulo: Blucher, 2015. SAMBROOK, J.; FRITSCH, E.F.; MANIATIS, T. Molecular Cloning – A Laboratory Manual. 2 ed. Cold Spring Harbour: Cold Spring Harbour Laboratory Press, 1998. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBG002 |
GENÉTICA DA CONSERVAÇÃO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IBG008 |
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EMENTA |
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Definição e importância da genética da conservação, histórico e aplicações práticas. Uso de marcadores moleculares em estudos de genética da conservação. Estimativas das métricas de diversidade genética. Caracterização genética das populações. Efeitos da fragmentação de Habitats. Consequências genéticas do tamanho populacional pequeno. Genética e extinção. Resolução de incertezas taxonômicas na conservação. Genética de paisagens. Manejo de populações naturais in situ e ex situ. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a entender a atuação da Genética da Conservação e a utilização de métodos genéticos para reduzir os riscos de extinção bem como direcionar medidas de conservação e manejo da vida silvestre em especial para as espécies ameaçadas. Específicos: Contextualizar a importância da Genética da Conservação. Explorar os diferentes marcadores na obtenção de dados genéticos de espécies ameaçadas. Estudar as consequências das reduções populacionais. Entender a estrutura populacional, filogeografia e filogenia para efeitos de conservação. Explorar as medidas de manejo in situ e ex situ de espécies ameaçadas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: FRANKHAM R.; BALLOU, J. D.; BRISCOE, D. A. Fundamentos de Genética da Conservação. Editora SBG, 2008. FUTUYMA, Douglas J. Biologia Evolutiva. Ribeirão Preto, SP: FUNPEC, 2009. xviii, 830 p. RIDLEY, M. Evolução. 3° ed. Porto Alegre, Editora Artmed, 752p. 20046. Complementares: TEMPLETON, A. R. Genética de Populações e Teoria Microevolutiva. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 2011. HARTL, D.; CLARK, A. Principles of Population Genetics. 4a ed. Sinauer, 2006. Artigos científicos diversos. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBG003 |
REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBG007 |
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EMENTA |
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Princípios gerais da regulação da expressão gênica: participação de proteínas reguladoras; mecanismos de interação proteína-DNA. Controle da expressão gênica em procariotos. Controle da expressão por estresse (subunidade sigma como fator de especificidade), regulação do início da transcrição e por recombinação gênica. Controle da expressão gênica em eucariotos. Mecanismos nucleares de regulação: alterações da cromatina, início de transcrição, processamento alternativo do RNA; Mecanismos citoplasmáticos de regulação: modificações do mRNA, controle por oligonucleotídeos anti-senso, regulação da tradução de proteínas. Epigenética. Regulação mediada por sistemas hormonais. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a conhecer os principais mecanismos de controle da regulação da expressão gênica em organismos procarióticos e eucarióticos. Específicos: Conhecer as principais características estruturais de proteínas ligantes de ácidos nucleicos na regulação da expressão gênica. Apresentar os fundamentos moleculares da regulação da expressão gênica em procariotos e em eucariotos (mecanismos nucleares e citoplasmáticos). Entender a regulação da expressão gênica mediada por hormônios e análogos. Entender o mecanismo geral da regulação da expressão gênica por mecanismos epigenéticos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M., ROBERTS, K.; WALTER, P. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre: Artmed, 2017. NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. Porto Alegre: Artmed, 2019. LODISH, H.; DARNELL, J. E.; BALTIMORE, D. Biologia Celular e Molecular. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. Complementares: WATSON, J. D.; BAKER, T. A.; BELL, S. P.; GANN, A.; LEVINE, M.; LOSICK, R. Biologia Molecular do Gene. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. COX, M.; DOUDNA, J. A.; O'DONNELL, M. Biologia Molecular: Princípios e Técnicas. Porto Alegre: Artmed, 2012. SNUSTAD, P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2017. LODISH, H.; DARNELL, J. E.; BALTIMORE, D. Biologia Celular e Molecular. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005 Artigos científicos publicadas em revistas científicas indexadas com temas relacionados aos assuntos abordados na disciplina, disponíveis no Periódicos CAPES. (trocar). |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
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IBG005 |
MARCADORES MOLECULARES |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBG013 |
|
|
EMENTA |
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|
Conceito de marcadores genéticos moleculares. Hibridização de ácidos nucléicos. Amplificação de DNA por PCR. Bases teóricas e práticas da obtenção e utilização de marcadores moleculares. Marcadores dominantes (RAPD, ISSR e AFLP) e codominantes (RFLP, microssatélites e SNPs). Bases genéticas dos diferentes marcadores e modelos evolutivos associados. Uso das plataformas de Sequenciamento de Sanger e Next Generation Sequencing (NGS), aplicações dos marcadores nos estudos de diversidade genética, evolução, diagnóstico molecular, melhoramento genético, na biotecnologia e na indústria. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a caracterizar marcadores moleculares e sua aplicabilidade, proporcionando ao aluno condições de escolha das ferramentas moleculares adequadas a serem utilizadas em diversas áreas de pesquisa. Específicos: Diferenciar os tipos de marcadores moleculares, sob o ponto de vista prático e teórico; Compreender a aplicabilidade dos marcadores moleculares; Caracterizar os marcadores moleculares quanto ao material biológico a ser estudado, praticidade e custo; Capacitar o aluno a decidir quanto ao uso dos marcadores moleculares para fins de estudos de diversidade genética e evolução, caracterização varietal, melhoramento assistido por marcadores, aplicações biotecnológicas na indústria e área forense, assim como no diagnóstico molecular de doenças. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: ASTOLFI – FILHO, S.; AZEVEDO, M.O.; XAVIER, J.O. & FERREIRA, J. O. Noções básicas de tecnologia do DNA recombinante. Manaus: Ed. da Universidade Federal do Amazonas, 2005. ELSON D. L.; COX M. M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. Porto Alegre: Artmed, 2019. LODISH, H; DARNELL, J. E.; BALTIMORE, D. Biologia Celular e Molecular. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. Complementares: BORÉM, A.; CAIXETA, E. (Editores). Marcadores Moleculares. Viçosa: Editora UFV, 2016. TURCHETO-ZOLLET, A. D.; TURCHETTO, C.; ZANELLA, C. M.; PASSAIA, G. (Organizadores). Marcadores Moleculares na Era Genômica: Metodologias e Aplicações. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 2017. AZEVEDO, M. O.; FELIPE, M.S.S.; BRÍGIDO, M.M.; MARANHÃO, A.Q.; DE-SOUZA, M.T. Técnicas Básicas de Biologia Molecular. Brasília: Editora UnB. 2003. FERREIRA, M. E.; GRATTAPAGLIA, D. Introdução ao Uso de Marcadores Moleculares. 3 ed. Brasília: EMBRAPA-CENARGEN, 1998. FALEIRO F.G. Marcadores genético-moleculares aplicados a programas de conservação e uso de recursos genéticos. Planaltina: EMBRAPA-Cerrados, 2007. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
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IBG013 |
BIOINFORMÁTICA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBG007 |
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EMENTA |
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Introdução à computação para bioinformática. Revisão de conceitos elementares de biologia molecular. Estratégias de sequenciamento. Avaliação da qualidade das sequências biológicas. Métodos de alinhamento pareados de sequências. Noções em filogenia molecular. Montagem de genomas e predição de genes. Análise de genomas, transcriptomas, proteínas e proteômica. Biologia de sistemas. Bancos de dados em bioinformática. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a compreender as plataformas em Bioinformática e utilizar ferramentas computacionais para a obtenção e análise de sequências biológicas, a fim de obter dados para resoluções de problemas biológicos e/ou obtenção de produtos biotecnológicos. Específicos: Conhecer e relacionar os conceitos de identidade, similaridade e homologia entre sequencias de DNA, RNA e proteínas. Conhecer os principais bancos de dados genômicos e proteicos disponíveis na internet. Capacitar o aluno nas principais ferramentas de bioinformática utilizadas na análise in silico de genes e proteínas. Conhecer os algoritmos utilizados para elaboração de modelos evolucionários e filogenia. Obter conhecimentos básicos de sistema operacional Linux. Realizar operações básicas de operações com linguagem de programação apropriada à Bioinformatica e montar scripts. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BAXEVANIS, A. D.; OUELLETTE, B. F. Francis (Ed.). Bioinformatics: a practical guide to the analysis of genes and proteins. 3 ed. Hoboken: John Wiley & Sons, 2005. LODISH, H; DARNELL, J. E.; BALTIMORE, D. Biologia Celular e Molecular. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. KOONIN, E.V.; GALPERIN, M.Y. Sequence, evolution, function: computational approaches in comparative genomics. Boston: Kluwer Academic/PlenumPublishers, 2003. Complementares: ALLESINA, S.; WILMES, M. Computing Skills for Biologists: A Toolbox. USA. Princeton: Princeton University Press, 2019. CLAVERIE, J. M.; NOTREDAME, C. Bioinformatics. 2 ed. Hoboken: Wiley Publishing, 2007 LESK, A.M. Introdução à Bionformática. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. MATIOLE, S. R.; SOUZA, D.T. Introdução à Bioinformatica. 1 ed. Campinas: Editora Unicamp. 2021. VERLI, H. (Org.). Bioinformática: da biologia à flexibilidade molecular. São Paulo: Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular, 2014. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
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T |
P |
E |
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IBG014 |
CITOGENÉTICA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBG006 |
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EMENTA |
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Tipos de divisões celulares. Organização molecular da cromatina e níveis de compactação dos cromossomos. Estrutura do núcleo interfásico. A arquitetura do cromossomo metafásico. Cromossomos politênicos. Sistemas de determinação do sexo. Alterações cromossômicas estruturais e numéricas. Evolução cariotípica. Tipos especiais de cromossomos. Obtenção de cromossomos mitóticos e meióticos. Bandeamentos cromossômicos. Regiões organizadoras de nucléolo. Complexo sinaptonêmico. Citogenética molecular: mapeamento físico cromossômico. Bases de análise epigenética. Citogenética e câncer. Aplicações dos estudos dos cariótipos. Microscopia e captura de imagens. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a compreender e aplicar os conceitos envolvidos nos estudos sobre a estrutura e função dos cromossomos. Específicos: Entender a organização do material genético sob o ponto de vista da estrutura e funcionamento da cromatina e dos cromossomos de forma comparativa; Compreender a aplicabilidade dos estudos citogenômicos para estudos populacionais, de taxonomia, evolução cromossômica, diferenciação sexual, saúde e biotecnologia. Conhecer as técnicas de preparações cromossômicas e montagem de cariótipos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: GUERRA, M. Introdução à Citogenética Geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. KASAHARA, S. Introdução à pesquisa em citogenética de vertebrados. Ribeirão Preto: Editora SBG, 2009. SNUSTAD, P.; SIMMONS, M.J. Fundamentos de Genética. 7. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2017 Complementares: GUERRA, M.; SOUZAS, M. J. Como observar cromossomos: Um Guia de Técnicas em Citogenética Vegetal, Animal e Humana. Ribeirão Preto: Fundação de Pesquisas Científicas de Ribeirão Preto, 2002. GUERRA, M. FISH: Conceitos e Aplicações na Citogenética. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 2004. ALBERTS, B.; JOHSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Biologia Molecular da Célula. 5 ed. Porto Alegre, Artmed, 2010. LARRAMENTY, M. L.; SOLONESKI, S. (Editores). Cytogenetics: Classical Molecular Strategies for Analysing Hereditary Material. London: Intechopen, 2021. SUMNER, A. T. Chromosomes Organization and Function. North Berwick: Blackwell Science, 2003. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBG015 |
EVOLUÇÃO MOLECULAR |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBG017 IBG007 |
|
|
EMENTA |
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|
Bases moleculares da evolução. Hipótese do mundo de RNA. Mutações sinônimas e não sinônimas. Modelos de evolução nucleotídica. Taxas de evolução e relógios moleculares. Processos evolutivos: coalescência profunda, transferência horizontal e duplicação gênica. Filogenias e métodos de reconstrução filogenética. Árvores de genes e árvores de espécies. Redes filogenéticas. Evolução de estruturas proteicas. Papel da epigenética na evolução biológica. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a relacionar os conceitos de Biologia Molecular e Biologia Evolutiva de modo a permitir a compreensão de estudos evolutivos com bases moleculares e introduzir os métodos utilizados para realizá-los. Específicos: Revisar conceitos moleculares e evolutivos em um mesmo contexto. Compreender as diferentes formas de alteração genética no nível molecular e como isso se relaciona ao fenótipo; Compreender o conceito e implicações de evolução neutra; Entender como os diferentes processos evolutivos afetam as reconstruções filogenéticas; Compreender as tomadas de decisão relacionadas a métodos de reconstrução filogenética com base na escala temporal, genômica e nos processos evolutivos; Entender de que modo a epigenética pode orientar a seleção no nível populacional e, consequentemente, macroevolutivo. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: ALBERTS, Bruce et al. Biologia molecular da célula. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. xxxvi, 1427 p. ISBN 9788582714225. FUTUYMA, Douglas J.; KIRKPATRICK, Mark. Biologia evolutiva. 3. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2009. xx, 613 p. ISBN 9788527716055. MATIOLI, Sergio Russo (org.). Biologia molecular e evolução. Ribeirão Preto: Holos, 2004. 202 p. ISBN 8586699276. Complementares: GRIFFITHS, Anthony J. F. et al. Introdução à genética. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. xviii, 756 p. ISBN 9788527729727. JABLONKA, Eva; LAMB, Marion J. Evolução em quatro dimensões: os mecanismos genéticos, epigenéticos, comportamentais e simbólicos da evolução. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. 576 p. ISBN 9788535927006. MATIOLI, Sérgio R. Biologia molecular e evolução. Ribeirão Preto: Holos Editora, 2009. 278 p. ISBN 9788572162755. RIDLEY, Mark. Evolução. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 751 p. ISBN 9788536305865. VERLI, Hélio José Izidoro. Bioinformática: da biologia à flexibilidade molecular. Rio de Janeiro: Interciência, 2014. 236 p. ISBN 9788571933318. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBM049 |
ANATOMIA COMPARADA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBM091 |
|
|
EMENTA |
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|
Estudo analítico, descritivo e comparativo da organização macroscópica e topográfica dos sistemas orgânicos de diversos vertebrados atuais, tendo a anatomia humana como referência. Abrange a análise anátomo-funcional dos sistemas circulatório, respiratório, digestório, urogenital, nervoso e sensorial, bem como o estudo do esqueleto craniano, esqueleto pós-craniano, sistema muscular e tegumento. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a: Definir, identificar e localizar os elementos anatômicos dos diversos grupos vertebrados, relacionando forma, estrutura e função no organismo. Específicos: Identificar e descrever adequadamente a anatomia sistêmica e segmentar do ponto de vista comparativo. Estabelecer correlações entre as diversas classes de vertebrados, utilizando os diferentes métodos de abordagem anatômica, em peças previamente preparadas. Compreender a anatomia comparativa como uma ferramenta fundamental para a análise dos processos evolutivos que envolvem os diferentes grupos animais. Desenvolver competências práticas em dissecação anatômica, por meio de técnicas diversas, com foco em sua aplicação didática e científica para vertebrados. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: HILDEBRAND, G. Análise da Estrutura dos Vertebrados. 2a ed. Atheneu Sp. 2006. KARDONG, K. V. Vertebrados - Anatomia Comparada, Função e Evolução. 7a ed. Roca. 2022. TORTORA, G. J. Princípios de Anatomia Humana. 14a ed. Guanabara Koogan. 2019. Complementares: LIEM, K. F.; BEMIS, W. E.; WALKER, W. F.; GRANDE, L. Anatomia Funcional Dos Vertebrados. 1a ed. Cengage Learning. 2013. GARDNER, E.; GRAY, D. J.; RAHILLY, R. O’. Estudo Regional do Corpo Humano. 4a ed. Guanabara Koogan, 1988. DYCE, K. M.; SACK, W.O.; WENSING, C. J. G. Tratado de Anatomia Veterinária. 4a ed. Elsevier. 2010. NETTER, F. H. Atlas De Anatomia Humana. 7a ed. Elsevier. 2018. STORER, T. I.; USINGER, R. L.; STEBBINS, R. C.; NYBAKKEN, J. W. Zoologia geral. 6a ed. Companhia Editora Nacional. 2002. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBM050 |
PATOLOGIA GERAL PARA BIOLOGIA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
IBM044 |
|
|
EMENTA |
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|
Introdução ao estudo da patologia. Anatomia patológica. Alterações do metabolismo celular, processo degenerativo e infiltrações. Morte celular. Necrose. Pigmentos. Alterações circulatórias. Trombose. Infarto. Edema. Hemorragias. Inflamação. Reparação e cicatrização. Anormalidade do crescimento celular. Neoplasias. |
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|
OBJETIVOS |
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|
Geral: Identificar os agentes agressores, seus respectivos mecanismos de ação e reações teciduais sejam elas adaptativas, reversíveis ou irreversíveis. Reconhecer e compreender as alterações inflamatórias (inflamação aguda, crônica e reparo) e suas relações com os sinais e sintomas. Identificar os distúrbios circulatórios, sua nomenclatura e repercussões clínicas. Compreender os aspectos gerais das neoplasias, nomenclatura, oncogênese e complicações. Específicos: Identificar os agentes agressores e seus mecanismos de ação. Compreender as reações teciduais adaptativas, reversíveis e irreversíveis. Reconhecer e compreender as alterações inflamatórias e suas manifestações clínicas. Identificar os distúrbios circulatórios, sua nomenclatura e repercussões clínicas. Compreender os aspectos gerais das neoplasias, nomenclatura, oncogênese e complicações. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo: Patologia. 10a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. KIERSZENBAUM, Abraham L. ; TRES, Laura L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. xviii, 806 p. KUMAR V, ABBAS AK, FAUSTO N. Robbins & Cotran: Bases Patológicas das Doenças. 10a edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2023. Complementares: FRANCO, M.; MONTENEGRO, M.R.; DE BRITO, T.; BACCHI, C.E. & CARDOSO DE ALMEIDA, P. - Patologia. Processos gerais. 5ª edição. RUBIN E, GORSTEIN F, RUBIN R, SCHWARTING R, STRAYER D. Rubin: Bases Clínico- Patológicas da Medicina. 4a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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IBM096 |
FUNDAMENTOS DA ANTROPOLOGIA FORENSE |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
IBM091 |
|
|
EMENTA |
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Estudo introdutório à Antropologia Forense enquanto campo interdisciplinar aplicado às Ciências Forenses. Abordagem dos princípios teóricos e práticos na identificação de restos humanos esqueletizados. Construção do perfil biológico, envolvendo estimativas de idade, sexo biológico, ancestralidade e estatura a partir de estruturas ósseas. Introdução à tafonomia forense, análises antropológicas em contextos legais e humanitários, investigação de crimes, desastres em massa e violações de direitos humanos. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Proporcionar aos estudantes uma compreensão introdutória e integrada dos fundamentos teóricos e práticos da Antropologia Forense, capacitando-os a reconhecer o potencial das análises osteológicas na identificação humana em contextos legais e humanitários. Específicos: Compreender os princípios e métodos utilizados na análise de restos ósseos humanos aplicados à identificação forense. Reconhecer as contribuições da Antropologia Forense na resolução de casos criminais, desastres em massa e violações de direitos humanos. Desenvolver habilidades básicas de observação, descrição e interpretação de elementos esqueléticos para estimativas de perfil biológico e análise tafonômica. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: MACHADO, C. E. P.; DEITOS, A. R.; VELHO, J. A.; CUNHA, E. Tratado de Antropologia Forense - Fundamentos e Metodologias Aplicadas à Prática Pericial. Campinas: Millennium Editora, 2022. FRANÇA, G. V. Medicina Legal. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. NETTER, F. H. Atlas De Anatomia Humana. 7a ed. Elsevier. 2018. Complementares: WHITE, T.; BLACK, M.; FOLKENS, P. A. Human Osteology. 4th ed. San Diego: Academic Press, 2011. BYERS, S. N. Introduction to Forensic Anthropology. 5th ed. Boston: Pearson, 2016. GARDNER, E.; GRAY, D. J.; RAHILLY, R. O’. Estudo Regional do Corpo Humano. 4a ed. Guanabara Koogan, 1988. DIRKMAAT, D. C. A Companion to Forensic Anthropology. Chichester: Wiley-Blackwell, 2012. |
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DISCIPLINAS OPTATIVAS
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBB245 |
BIOLOGIA REPRODUTIVA DE PLANTAS SUPERIORES |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
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EMENTA |
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Morfologia e biologia floral. Sistemas reprodutivos de Angiospermas. Interação planta- polinizador. Métodos e técnicas no estudo da biologia reprodutiva. Rede de polinizadores, meliponicultura, apicultura e produção frutífera. Conservação ambiental e manutenção de polinizadores. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Reconhecer as relações morfofuncionais das flores com a rede de polinizadores, as diferentes síndromes de polinização e sistemas reprodutivos, relacionando-os às taxas de produtividade em redes de interação planta-animal. Específicos: Reconhecer as estruturas, as variações morfofuncionais e os recursos florais, relacionando- os à biologia floral e polinização. Reconhecer os modelos de ciclos reprodutivos das Angiospermas, o sistema sexual, os tipos de polinização e dispersão de propágulos. Usar métodos e técnicas no estudo da biologia reprodutiva, polinização e dispersão. Aplicar as técnicas no estudo reprodutivo de plantas em ambientes antropizados (cultivos agrícolas, restauração de áreas degradadas). Usar os mecanismos de conservação, manutenção e aproveitamento de redes de polinizadores na produção de mel e frutos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA 2007 Cadeias produtivas de flores e mel. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: IICA., 139 p. RECH, A.R. et al (orgs). 2011 Biologia da polinização. Rio de Janeiro: Ceres Belchior. 527 p. il. KARASAWA, M.M.G. 2009 Diversidade Reprodutiva de Plantas. Ribeirão Preto, SP: Sociedade Brasileira de Genética – SBG 113 p. Complementares: DAFNI, A.; KEVAN, P. G.; HUSBAND, B. C. 2005 Practical Pollination Biology. Cambridge; DEL-CLARO, K & TOREZAN-SILINGARDI, H.M. (Org.) 2012 Ecologia das interações plantas- animais: uma abordagem ecológico-evolutiva. Technical Books Ed. ENDRESS, P. K. 1994 Diversity and evolutionary biology of tropical flowers. New York: Cambrige University Press; RICHARDS, A. J. 1997 Plant breeding systems. 2a ed. London: Chapman & Hall; VIEIRA, M.F.; FONSECA, R.S. Biologia reprodutiva em angiospermas: síndromes florais, polinizações e sistemas reprodutivos sexuados [Recurso eletrônico]. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2014. 24 p.: il. color. ePUB. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBB116 |
FITOGEOGRAFIA DA AMAZÔNIA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
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|
EMENTA |
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A formação do meio físico: solo, clima, origem e evolução dos vegetais. Fatores que determinam a distribuição de espécies. Aspectos geoecológicos: relação vegetação-clima-solo. Os biomas terrestres. Biomas e paisagens do Brasil. Vegetação aquática. Noções de Fitossociologia. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Reconhecer as diferentes formações vegetais e os fatores bióticos e abióticos que originaram e influenciam a estrutura, dinâmica e florística, as relações entre esses fatores e a vegetação e a distribuição de espécies nas diferentes fitofisionomias da Amazônia. Específicos: Descrever os processos geológicos que resultaram na formação da Amazônia; Reconhecer a interrelação dos processos geológicos e biofísicos na formação e manutenção dos ecossistemas amazônicos; Reconhecer as diferentes formações vegetais, os fatores bióticos e abióticos que compõem e influenciam a estrutura, florística e dinâmica nos diferentes ecossistemas; Relacionar os fatores biogeoquímicos, o clima e a influência antropológica com a vegetação e a distribuição de espécies nas diferentes fitofisionomias da Amazônia; Atuar no planejamento de restauração florestal em áreas degradadas, e na manutenção da biodiversidade em áreas preservadas ou para exploração de recursos vegetais. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: GRAEFF, O. 2015. Fitogeografia do Brasil: uma Atualização de Bases e Conceitos. NAU Editora, 1a. ed. 552 p. PUIG, H. 2008. A floresta tropical úmida. Ed. INESP Imprensa Oficial. São Paulo/SP. 496p. VELOSO, H.P.1991 Classificação da vegetação brasileira, adaptada a um sistema universal. IBGE, 124p. Complementares: BOHRER, C.B.A.; GONÇALVES, L.M.C. 1991 Geografia do Brasil – Região Norte. IBGE, v.2., 2a ed. BROWN, J.H.; LOMOLINO, M.V. 2006.Biogeografia. 2a.edição. FUNPEC. São Paulo/SP. FERNANDES, A. 2007. Fitogeografia Brasileira. Multigraf.Fortaleza/CE. 1a. parte, 3a. ed. LADLE, R.; WHITTAKER, R.J.; ANDREI, E. (eds). 2014 Biogeografia e preservação ambiental. Editora Andrei 1a. ed., 502 p. RIBEIRO, J.E.L.S. et al. 1999. Flora da Reserva Ducke: Guia de identificação das plantas vasculares de uma floresta de terra-firme na Amazônia Central. Ed. INPA. Manaus, AM. 816p. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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IBB114 |
INICIAÇÃO À ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
A arte naturalista e seus reflexos na ilustração científica. A importância do material na qualidade final da ilustração. Conhecimento e prática da técnica de grafite. Apresentação da técnica de nanquim. Fundamentos básicos da fotografia de natureza. Noções básicas para elaboração de pranchas científicas. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Incentivar a prática de desenho biológico e fotografia da natureza, visando aumentar a percepção da natureza, o melhor aproveitamento das aulas práticas de biologia e áreas afins, bem como o aprimoramento nos trabalhos científicos. Específicos: Entender o processo de criação do desenho em grafite com técnicas aplicadas à ilustração científica. Adquirir habilidades básicas para o desenho em grafite, baseadas no sombreamento em camadas, luz, sombra e volumetria. Desenvolver as habilidades básicas para o desenho biológico e fotografia da natureza, fundamentadas na observação, proporção e perspectiva. Conhecer as regras básicas para elaboração de pranchas científicas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BIRCH, H. Ilustração botánica: Técnicas para desenhar flores e plantas. 1ª e. São Paulo: Gutavo Gili. 2019. 207p. CARNEIRO, D. Ilustração Botânica: Princípios e Métodos. Curitiba: Editora UFPR, 2011. 232p. GODOY, E.; ZUCOLOTO, E. Fotografia ambiental para biólogos e amantes da natureza: Leve arte para sua ciência e ciência para sua arte. Caxias do Sul:Ederson Godoy. 2024. 166p. eBook Kindle. Complementares: BOVE, C. P.; FERREIRA, C. S. Iconografia Comentada de Plantas Aquáticas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Rio de Janeiro: Museu Nacional, 2009. Portfólio 36p. Livreto 32p LUPO, R. Grafite e suas possibilidades aplicadas à ilustração científica. São Paulo: Rogério Lupo – Biólogo Ilustrador, 2015. Apostila. RICOTTA, Lúcia. Natureza, Ciência e Estética em Alexander von Humboldt. Rio de Janeiro: Muad, 2003. NETO, W. Luz, Eventos Naturais & Planejamento: Para quem está começando (Coleção Passo a Passo da Fotografia de Paisagem. Livro 2. 1ª ed. 2021. eBook Kindle. VIEIRA, F. R. M. Fotografias da Naturreza – Flores, borboletas, libélulas e insetos, 1ª ed. 2017.134p. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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IBB325 |
ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA: AQUARELA |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Noções básicas sobre ilustração científica: o desenho científico, luz, sombra e volume. Teoria das cores. A técnica de aquarela: teoria e prática. Material adequado à aquarela científica. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Oferecer condições para buscar habilidades na prática de ilustração científica utilizando a técnica de aquarela, visando a ilustração de trabalhos científicos e a difusão científica. Específicos: Ensinar noções básica do desenho biológico aplicando a técnica de aquarela. Realizar ilustrações a partir de desenhos biológicos e da técnica de aquarela, para aprender ilustrar trabalhos científicos e fazer difusão científica Despertar para a importância de conhecer a teoria das cores e a psicologia das cores para a vida prática. Propriciar a integração entre ciência e arte em vivências de campo. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CARNEIRO, D. Ilustração Botânica: Princípios e Métodos. Curitiba: Editora UFPR, 2011. 232p. GOETHE, J. W. Doutrina das cores. Apresentação, seleção e tradução de Marco Giannotti, 4ed, São Paulo: Nova Alexandia, 2013. BARROS, L. R. M. A cor no processo criativo: um estudo sobre a Bauhaus e a teoria de Goethe, 4ed, São Paulo: Editora Senac, 2011. Complementares: MEE, Margaret. Flores da Floresta Amazônica: arte botânica de Margaret MEE. São Paulo: Escrituras, 2009. COMANALA, J. T. Como Pintar com Aguarela. Lisboa: Plátano Edições Tecnicas, 1995. 160p. BOVE, C. P.; FERREIRA, C. S. Iconografia Comentada de Plantas Aquáticas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Rio de Janeiro: Museu Nacional, 2009. Portfólio 36p. Livreto 32p MEE, Margaret. Orquídeas Brasileiras. Rio de Janeiro: Fundação Botânica Margaret Mee. EMC Edições, 2000. RICOTTA, Lúcia. Natureza, Ciência e Estética em Alexander von Humboldt. Rio de Janeiro: Muad, 2003. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
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T |
P |
E |
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|
IBB650 |
MACRÓFITAS AQUÁTICAS |
4.2.1.1 |
30 |
30 |
15 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Morfologia, taxonomia, ecologia e importância econômica de macrófitas aquáticas, com ênfase nas macrófitas aquáticas amazônicas. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a: identificar as espécies de macrófitas aquáticas amazônicas mais frequentes na Amazônia Central, com ênfase nas espécies que ocorrem nas várzeas; reconhecer a morfologia adaptativa das diferentes formas de vida das macrófitas aquáticas amazônicas e sua relação com o ciclo hidrológico; destacar a importância econômica, utilizada e potencial, das macrófitas aquáticas com ênfase em espécies amazônicas. Específicos: Identificar no campo e no laboratório as principais famílias, gêneros e espécies de macrófitas aquáticas amazônicas por meio de ferramentas de identificação. Distinguir as adaptações dos órgãos ao meio ambiente nas diferentes formas de vida das macrófitas aquáticas e relacioná-las ecologicamente ao ciclo hidrológico em áreas úmidas amazônicas. Reconhecer a importância econômica das macrófitas aquáticas amazônicas. Realizar ação de extensão universitária para difundir o conhecimento botânico referente às macrófitas aquáticas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: PIEDADE, M. T. F.; LOPES, A.; DEMARCHI, L. O.; JUNK, W.; WITTMANN, F.; SCHONGART, J.; CRUZ, J. Guia de campo de herbáceas aquáticas: várzea Amazônica, Manaus: Editora INPA, 2019. 299 p.: il. color. POTT, V.J.; POTT, A. 2000. Plantas Aquáticas do Pantanal. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), Brasília, 404p. M.O.D. Pivari, P.H.A. de Melo, E. G. de Moura-Júnior, editores. Plantas aquáticas do Brasil. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2024. 258 p.:il. (algumas color). Complementares: COOK, C.D.K. 1996. Aquatic Plant Book. SPB, Academic Publishing, Amsterdam/New York, 228p. ESTEVES, F.A. 1998. Fundamentos da Limnologia. Interciência/FINEP, Rio de Janeiro, 602p. GUTERRES, M.G., MARMONTEL, M., AYUB, D.M., SINGER, R.F. & SINGER, R.B. 2008. Anatomia e Morfologia de plantas aquáticas da Amazônia utilizadas como potencial alimento por Peixe-boi Amazônico. Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Amazonas, Brasil. 187p. JUNK, W.J. 1986. Aquatic plants of the Amazon system. In: The Ecology of River Systems. DAVIES, W. B. (Ed.). Dr. W. Junk Publishers, Dordrecht, The Netherlands, p. 319-337. SIOLI, H. 1984. The Amazon: Limnology and landscape ecology of a mighty tropical river and its basin. Monographiae Biologicae 56, Dr. W. Junk Publishers, Dordrecht, 761p |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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IBB122 |
MORFOLOGIA DE SEMENTES E PLÂNTULAS TROPICAIS |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Morfologia externa e interna das unidades de dispersão. Características físicas das sementes e unidades de dispersão. Tipos de embrião. Morfologia externa das plântulas. Nomenclatura e descritores de propágulos. Classificação dos tipos de germinação das sementes. |
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|
OBJETIVOS |
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Geral: Compreender o processo de dispersão e estabelecimento da planta em condições naturais da floresta, usando e aplicando descritores morfológicos E a terminologia taxonômica e técnica às características dos propágulos e processos germinativos, que se refletem na classificação de uso universal. Específicos: Conhecer as diferentes estratégias de dispersão das sementes e/ou unidades de dispersão das espécies nativas. Conhecer os mecanismos de formação de sementes até a germinação. Entender o estudo da morfologia de sementes e plântulas como uma ferramenta para o conhecimento da dinâmica natural das espécies nativas. Possibilitar a identificação de espécies de plantas por características taxonômicas informativas de sementes ou unidades de dispersão e plântulas. Saber aplicar adequadamente descritores taxonômicos e técnicos aos tipos de propágulos e processos germinativos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BARROSO, G.M.; MORIM, M.P.; PEIXOTO, A.L.; ICHASO, C.L.F. Frutos e sementes: morfologia aplicada à sistemática de Dicotiledôneas. Viçosa: UFV, 1999. 443p. CAMARGO, J. L. C.; FERRAZ, I. D. K.; MESQUITA, M. R.; SANTOS, B. A.; BRUM, H. D. Guia de propágulos e plântulas da Amazônia. Vol. I, Manaus: INPA, 2008. 168p. DUARTE, E. F.; AONA, L. Y. S. Sementes e propágulos: guia de identificação. Londrina: Abrates, 2018. 338p. Complementares: ANGIOSPERM PHYLOGENY WEBSITE, version 14. Disponível em: <http://www.mobot.org/MOBOT/research/APweb/> BRASIL. Glossário ilustrado de morfologia. / Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Brasília: Mapa/ACS, 2009. 406p. MARTIN, A. C. The Comparative Internal Morphology of Seeds. The American Midland Naturalist, nov., v. 36, n. 3, 1946, p.513-660. RIOS, M. N. S.; PASTORE JR, F. (orgs.). Plantas da Amazônia: 450 espécies de uso geral. Brasília: Universidade de Brasília, Biblioteca Central, 2011. 3140p. VOGEL, E. F. Seedlings of dicotyledons. Centre of Agricultural Publishing and Documentation, Wageningen, The Netherlands, 1980. 465p. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
|||||
|
IBB125 |
PARATAXONOMIA BOTÂNICA |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Expressão morfológica das principais linhagens de plantas de valor econômico. Reconhecimento de caracteres informativos para identificar plantas ao nível de família. Inventário de atributos morfológicos úteis no reconhecimento de grupos taxonômicos em campo. Produção de ferramentas de identificação em campo e em coleções herborizadas. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Reconhecer os atributos morfológicos informativos para a taxonomia de famílias e espécies vegetais, utilizando-os como ferramenta para a caracterização e identificação em campo de linhagens e espécies de valor econômico. Específicos: Entender a origem e a filogenia de linhagens vegetais. Reconhecer os atributos vegetativos de valor taxonômico. Reconhecer e identificar famílias e espécies em campo. Desenvolver ferramentas úteis para identificação de espécies em campo e em coleções herborizadas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: CAMARGO, J.L.C; Ferraz, I.D.K.; Mesquita, M.R. et al. 2008. Guia de Propágulos e Plântulas da Amazônia. Manaus, Am: Editora INPA. In: https://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/36019 GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. 2007. Morfologia Vegetal. Nova Odessa. Instituto Plantarum de Estudos da Flora. 448p. RIBEIRO, J.E.L.S. et al. 1999. Flora da Reserva Ducke: Guia de identificação das plantas vasculares de uma floresta de terra-firme na Amazônia Central. Manaus, INPA. 816 p. Complementares: GENTRY, A.H. 1993. A Field Guide to the Families and Genera of Woody Plants of Northwest South America. Washington, DC. Conservation International. 895 p. LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil I. Nova Odessa, SP: Editora Plantarum. (todos os volumes). SOUZA, L. A. de. Morfologia e Anatomia Vegetal: Célula, tecidos, órgãos e plântula. Ponta Grossa: UEPEG, 2003. MARTINS-DA-SILVA, R.C.V. 2002. Coleta e identificação de espécimes botânicos. Belém: Embrapa Amazônia Oriental, 2002. 40p. In:www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/405766. EMBRAPA Amazônia Oriental. 2021(versão virtual). Espécies Arbóreas da Amazônia. In: https://www.embrapa.br//tematicas/especies-arboreas-da-amazonia. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB252 |
BIOMAS E ECOSSISTEMAS AMAZÔNICOS |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Caracterização dos biomas terrestres. A influência do clima, da geologia e da hidrologia sobre os biomas. Como as necessidades vegetais determinam características dos biomas. Ecossistemas amazônicos. História geológica da Amazônia. Hidrologia da Amazônia. O "funcionamento" dos ecossistemas amazônicos. Biodiversidade e espécies notáveis da fauna e flora amazônicas. A inserção humana na Amazônia. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a compreender as características e as diferenças entre os biomas terrestres e entre os ecossistemas amazônicos nos aspectos de paisagem e ecologia em uma perspectiva evolutiva. Específicos: Reconhecer os biomas terrestres e os ecossistemas amazônicos com base em suas características principais. Compreender a influência do clima, geologia e hidrologia na determinação dessas características. Explicar como as necessidades vegetais determinam a composição da flora em termos das frequências de diferentes estratégias vegetais conforme o contexto ecológico. Relacionar as características da fauna com as características da flora nos diferentes contextos ecológicos. Discutir os fatores que influenciam a distribuição global da biodiversidade. Opinar criticamente sobre questões relacionadas com a inserção humana na Amazônia. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: PUIG, Henri A Floresta Tropical Úmida. Editora Unesp. Brasil 2008 RICKLEFS, Robert E.; RELYEA, Rick. A economia da natureza. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. TOWNSEND, Colin R.; BEGON, Michael; HARPER, John L. Fundamentos em ecologia. 3. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, c2008. viii, 576 p. (Biblioteca Artmed). ISBN 9788536320649. 2008. Complementares: AYRES, José Márcio. As matas de várzea do Mamirauá: médio Rio Solimões. 2. ed. Brasília: Sociedade Civil Mamirauá, 1995. GASNIER, Thierry. R. J. Biomas e Ecossistemas Amazônicos (Apostila). Disponível em https://tgvirtualblog.blogspot.com. MAGNUSSUM, William E. Biodiversidade e monitoramento ambiental integrado. Attema Design Editorial. 2013. RIZZINI, Carlos T.. Tratado de fitogeografia do Brasil: aspecto ecologicos, sociologicos e floristicos. 2.ed. Rio de Janeiro: mbito Cultural, 1997. SIOLI, Harald. Amazônia: fundamentos da ecologia da maior região de florestas tropicais. 3.ed. Petropólis, RJ: Vozes, 1991. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
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|
IBB113 |
ECOLOGIA DA PAISAGEM |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Introdução história e marco conceitual da ecologia de paisagens. Causas dos padrões espaciais das paisagens e suas consequências sobre os processos ecológicos. Conceito de escala, heterogeneidade ambiental e fatores que a promovem. Caracterização da estrutura da paisagem. Dina^mica das paisagens, fragmentação de habitat e conceito de conectividade e matriz. Técnicas básicas de geoprocessamento e ferramentas para a análise de dados em ecologia de paisagens.Aplicação da ecologia de paisagens para resolver problemas ambientais e manejo de paisagens. |
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Geral: Tornar o aluno apto a entender as causas dos padrões de paisagem e suas implicações sobre as populações, comunidades e funcionamento dos ecossistemas. Específicos: Saber reconhecer os tipos de processos ecológicos que são relevantes em escala de paisagens. Aprender a utilizar ferramentas analíticas para detectar e caracterizar padrões em escala de paisagem assim como realizar análises básicas e manipular dados ecológicos em um contexto de ecologia de paisagens. Aprender a aplicar a abordagem de ecologia de paisagens a questões relacionadas com problemas ambientais. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: TURNER MG, RH GARDNER, RV O'NEILL. Landscape ecology in theory and practice: pattern and process. New York: Springer- Verlag, 2001. WU, H.; HOBBS, R.J. Key topics in landscape ecology. Cambridge: Cambridge University Press, 2007. Complementares: FORMAN, R.T.T. Land mosaics: the ecology of landscapes and regions. Cambridge: Cambridge University Press, 1995. McGARIGAL K.; CUSHMAN, S.A.; NEEL, M.C.; ENE, E. FRAGSTATS: Spatial Pattern Analysis Program for Categorical Maps. Massachusets: University of Massachusets, 2002. www.umass.edu/landeco/research/fragstats/fragstats.html ROSS, A.M.; TURNER, M.; MLADENOFF, D.J.; WIENS J. A. Foundation Papers in Landscape Ecology. New York: Columbia University Press, 2006. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
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T |
P |
E |
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|
IBF091 |
TOXICOLOGIA PARA BIOLOGIA |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
- |
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|
EMENTA |
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Toxicologia básica, toxicologia de medicamentos, toxicologia ambiental e toxicologia analítica. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Capacitar o estudante de Biologia a compreender os princípios fundamentais da toxicologia, sua aplicação na avaliação de riscos à saúde humana e ambiental, com ênfase em medicamentos, meio ambiente e métodos analíticos utilizados na detecção de substâncias tóxicas. Específicos: Apresentar a classificação dos agentes tóxicos e os mecanismos de toxicidade celular e sistêmica; Conceituar e discutir a importância clínica dos efeitos adversos de fármacos, Interações medicamentosas e avaliação de risco toxicológico de fármacos e produtos naturais; Compreender aos efeitos nocivos que as substâncias químicas presentes no ambiente (água, ar e solo) têm sobre os humanos; Introduzir os princípios da toxicologia analítica: identificação e quantificação de substâncias tóxicas, e as aplicações em toxicologia forense, clínica e ambiental. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: EIZI, O.; CAMARGO, M. M. A.; BATISTUZZO, J. A. O. 2014. Fundamentos de toxicologia. 4ª edição, Editora Atheneu, São Paulo. MIDIO, A. F.; MARTINS, D. I. 2000. Toxicologia de alimentos. 1ª edição, Editora Varela, São Paulo. MOREAU, R. L. M.; SIQUEIRA, M. E. P. B. 2008. Toxicologia analítica. 1ª edição, Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro Complementares: PAUL ILLING. Toxicity and risk: context, principles and practice. 2001. 1ª Edição. Editora Taylor & Francis, Nova Iorque. MARTÍNEZ, J. V. B.; SIFRE, R. B. Toxicologia clínica. 2004. 1ª edição. Editora Universitat de València, Valência. DARCI ROBERTO LIMA. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. 2004. 1ª edição, Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. Artigos científicos de revistas indexadas (Qualis CAPES A1 a B4) da área de toxicologia. Diretrizes de Sociedades Clínicas Brasileiras e Internacionais. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE GENÉTICA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBG016 |
SEMINÁRIOS DE GENÉTICA |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
- |
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EMENTA |
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Abordagem de temas atuais de Genética e Biologia Molecular em organismos distintos, como microorganismos, vegetais, humanos e outros animais. Participação ativa dos alunos, desde a sua escolha até a apresentação de seminários de textos especializados. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar o aluno apto a vivenciar uma formativa integrada, que envolva o contato com conteúdos avançados de Genética e Biologia Molecular, o uso do vocabulário técnico da área (em português e inglês), a leitura crítica de artigos científicos publicados em periódicos internacionais, a familiarização com ferramentas computacionais de apoio à construção de apresentações e o desenvolvimento de técnicas de comunicação científica. Específicos: Promover o interesse dos alunos por temas centrais da Genética e Biologia Molecular, especialmente aqueles com ampla repercussão acadêmica e social. Incentivar o uso adequado do vocabulário técnico da área, tanto em português quanto em inglês, como ferramenta para a compreensão e comunicação do conhecimento científico. Estimular a leitura e interpretação de textos científicos, especialmente artigos de divulgação científica e de periódicos especializados. Desenvolver habilidades de exposição oral, argumentação e didática voltadas à apresentação de temas complexos em linguagem acessível. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: MATIOLI, Sergio Russo (org.). Biologia molecular e evolução. Ribeirão Preto: Holos, 2004. 202 p. ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; MORGAN, D.; RAFF, M. et al. Biologia molecular da célula. 2017. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed. 1464 pp. RIDLEY, M. Evolução. 3 ed. Porto Alegre, Artmed, 2004. Complementares: COYNE, J.A. Porque a evolução é uma verdade. São Paulo: JSN Editora, 2014. DAWKINS, R. (2009). A grande história da evolução. Companhia das Letras, São Paulo. NICIURA, S.C.M. & SARAIVA, N.Z. (2014). Epigenética: Bases Moleculares, efeitos na fisiologia e na patologia, e implicações para produção animal e a vegetal. Editora SBG CARARETO et al. (2015). Elementos de Transposição - Diversidade, evolução, aplicações e impacto nos genomas dos seres vivos. Editora SBG. Latchman, D.S. (2010). Gene control. Garland Science, Londres Artigos científicos publicadas em revistas científicas indexadas com temas relacionados aos assuntos abordados na disciplina, disponíveis no Periódicos CAPES. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBP044 |
IMUNOLOGIA DE PEIXES |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
- |
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|
EMENTA |
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Complementação do conhecimento em Imunologia através do estudo do sistema imune de peixes; sistema imune inato e adaptativo em vertebrados; ontogenia do sistema imunológico em peixes; Funcionamento do sistema imunológico de peixes; células envolvidas na resposta imunológica em peixes; Imunoglobulinas em peixes; complexo principal de histocompatibilidade em peixes; sistema complemento em peixes; efeitos do ambiente na resposta imunológica dos peixes; imunomoduladores em peixes; técnicas imunológicas de auxílio diagnóstico em animais aquáticos. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Caracterizar o sistema imunológico de peixes quanto à estrutura e função. Específicos: Descrever os principais mecanismos imunológicos em peixes. Comparar evolutivamente o sistema imunológico dos diferentes seres vivos. Conhecer as noções básicas de imunoprofilaxia em peixes. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: ABBAS, Abul K; Lichtman, Andrew H.; Pillai, Shiv. Imunologia Celular e Molecular. 8ª. Edição; Elsevier, 2015. ISBN: ISBN-10: 85-352- 8164-9; ISBN-13: 978-85-352-8164-4. FORTE, Wilma Carvalho Neves. Imunologia do Básico ao Aplicado. 3. Ed., Atheneu, 2015. 360 p. ISBN: 9788538806059. ROITT, Ivan M.; Delves, Peter J. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan; 2014. 552 p. ISBN 9788527721424. Complementares: STOLEN, J.S.; Fletcher, T.C.; Anderson, D.P.; Roberson, B.S.; van Muiswinkel, W.B. Techniques in Fish Immunology.1st. Edition; SOS Publications, 1990. ISBN: 0-9625505-0-7. IWAMA, G; Nakanishi, T. The fish immune system: organism, pathogen and environment. Academic Press. Academic Press.1996. ISBN: 978-0-12-350439-5. SODERHALL, K. (Editor). Invertebrate Immunity. Advances in Experimental Medicine and Biology Vol. 708. 1st. Edition. Springer Sciente & Landes Bioscience. 2010. ISBN: 978-1-4419-8058-8. GOLDSBY, R. A.; Kindt, T. J.; Osborne, B. Imunologia de Kuby, 6ª. Edição, ArtMed, 2008. Porto Alegre. JANEWAY, C. A.; Travers, P.; Walport, M; Shlomchik, M, J. Imunobiologia: O sistema imune na saúde e na doença. 6ª. Edição, ArtMed, 2007. Porto Alegre. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBP038 |
MICOLOGIA BÁSICA |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
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EMENTA |
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Introdução do estudo da Micologia; Estudo da Morfologia e biologia dos fungos de interesse médico; Diagnóstico laboratorial das micoses; Epidemiologia e profilaxia das doenças micóticas. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Identificar e diferenciar os fungos causadores de micoses humanas, assim como estudar a epidemiologia e profilaxia de tais parasitas. Específicos: Conhecer as técnicas básicas empregadas para o estudo da morfologia dos fungos. Conhecer as técnicas fundamentais utilizadas para o diagnóstico laboratorial das diversas infecções micóticas. Identificar e diferenciar os fungos causadores micoses humanas. Estudar a epidemiologia e profilaxia de tais parasitas. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: LACAZ, C. S. et al, 2002. Tratado de Micologia Médica Lacaz. 9ª. Ed., São Paulo. Editora Savier. 1103p. ISBN: 85-7378—123-8 MADIGAN, M. T.; MARTINKO, M. M.; BENDER, K. S.; BUCKLEY, D. H.; STAHL, D. A. 2016. Microbiologia de Brock. 14a. Edição. Editora Artmed. 960p. ISBN: 978-85-8271 – 298 - 6. SIDRIM, J. C.; ROCHA, M. F. G. 2012. Micologia Médica à luz de autores contemporâneos. Editora Guanabara Koogan. 388p. ISBN: 978-85-277-0866-1 Complementares: FISHER, F.; COOK, N. B. C. 2001. MICOLOGIA – Fundamentos e Diagnóstico. Editora Revinter, 337p. ISBN: 978-0-323-47978-3. ZAITZ, C.; CAMPBELL, I.; MARQUES, S.A.; RUIZ, L.R.B.; FRAMIL, V.M.S. Compêndio de Micologia Médica. 2ª. Edição (Reimpr.) Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 432 p. 2012. ZAITZ, C.; CAMPBELL, I.; MARQUES, S.A.; RUIZ, L.R.B.; DE SOUZA, V.M. Micologia Médica. Belo Horizonte - MG: Médica e Científica Ltda, 434 p. 1998. Consulta on line dos livros da Biblioteca Central da UFAM (Capital): https://pergamum.ufam.edu.br/pergamum/biblioteca/index.php BROCK, T. D.; MADIGAN, M. T. Microbiologia de Brock. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1128 p. ISBN 9788536320939. |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
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IBP035 |
MICOTECNOLOGIA |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
|
EMENTA |
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|
Estudo dos fungos de interesse biotecnológico dando enfoque à screening, aos processos de síntese e produção de biocompostos (metabólitos primários e secundários). Esta abertura está fora do padrão. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Reconhecer as principais características genéricas de fungos envolvidos em processos industriais, de interesse médico, os fundamentos básicos e gerais dos processos, tais como noções de fermentação, métodos para identificação de substâncias bioativas e a importância dos testes de toxicidade. Efetivar um permanente e produtivo intercambio de vivências através da realização de atividades práticas. Específicos: Aplicar e examinar técnicas para isolar e identificar fungos microscópicos com a finalidade de produzir compostos bioativos. Subsidiar os profissionais da área de Biológicas com os conhecimentos mais atualizados da área de micologia para segmentos profissionais afins. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: LEOCADIO, A.M.; DIAS, P.J. Biologia e cultivo de Artemia sp. Universidade de Algarve-Campus Gambelas, FCMA. Sistema de Produção em Aquacultura, 7p, 2001. OSTROSKY, E. A.; MIZUMOTO, M. K.; LIMA, M. E. L.; KANEKO, T. L.; NISHIKAWA, S. O.; FREITAS, B. R. Métodos para avaliação da atividade antimicrobiana e determinação da concentração mínima inibitória (CMI) de plantas medicinais. Brazilian Journal of Pharmacognosy, n. 18, v. 2, p. 301-307, 2008. TEIXEIRA, M.F.S.; SILVA, T. A.; PALHETA, R. A.; ATAYDE, H.M.; Fungos da Amazônia: uma riqueza inexplorada (Aplicações Biotecnológicas). EDUA: Manaus-AM, 207p., 2011. Complementares: PARIS, L. D.; SCHEUFELE, F. B.; TEIXEIRA JUNIOR, A. GUERREIRO, T. L.; HASAN, S. D. M. Estudo do crescimento de A. casiellus em farelo de soja convencional para produção de enzimas. Estudos tecnológicos, v. 6, n. 1, p.22-35, 2010. Artigo disponível no PubMed (free) YAZDANI, D., ZAINAL ABIDIN, M. A., TAN, Y. H.; KAMARUZAMAN, S. Evaluation of the detection techniques of toxigenic Aspergillus isolates. African Journal of Biotechnology v. 9, n.45, p. 7654-7659, 2010. Artigo disponível no PubMed (free) YEGIN, S.; FERNÁNDEZ-LAHORE, M.; GUVENC, U.; GOKSUNGUR, Y. Production of extracellular aspartic protease in submerged fermentation with Mucor mucedo DSM 809. African Journal of Biotechnology, v.9, n.38, p. 6380-6386, 2010. Artigo disponível no PubMed (free) YOUSSEF, M. S. Natural Occurrence of mycotoxins and mycotoxigenic fungi on Libyan corn with special reference to mycotoxin control. Research Journal of Toxins, v. 1, n.1, p. 8-22, 2009. Artigo disponível no PubMed (free) |
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Período: |
Departamento: DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IBP055 |
MICROBIOLOGIA DO SOLO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
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EMENTA |
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Introdução à microbiologia do solo. Interação entre características do solo e micro-organismos. Metabolismo e fatores que interferem a diversidade microbiana. Ecologia microbiana do solo. Micro- organismos da rizosfera. Biorremediação do solo. Ciclos biogeoquímicos. Fixação biológica de nitrogênio. Micorrizas. |
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OBJETIVOS |
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Geral: Tornar os alunos apto a: Demonstrar conhecimento básico sobre a morfologia e fisiologia de micro-organismos do solo, sobre as inter-relações existentes entre os micro-organismos do solo, bem como entre os micro-organismos e outros organismos bem como sua importância nos ciclos biogeoquímicos. Específicos: Compreender a diversidade microbiana no solo. Compreender as interações entre diferentes tipos de micro-organismos e entre micro- organismos e outros organismos. Compreender a importância dos micro-organismos na degradação da matéria orgânica e nos ciclos biogeoquímicos. |
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: D. M. Sylvia; J. J. Fuhrmann, P. G. Hartel e D. A. Zuberer. Principles and applications of soil microbiology. 2a ed. Prentice Hall, New Jersey, 2005. F. M. S. Moreira; J. O. Siqueira. Microbiologia e bioquímica do solo. Editora UFLA, 2006. E. J. B. N. Cardoso; S. M. Tsai; M. C. P. Neves. Microbiologia do Solo. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciências do Solo, 1992. Complementares: G. J. Tortora; B. R. Funke; C. L. Case. Microbiologia. 12ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. L. R. Trabulsi. Microbiologia. 5a ed. São Paulo: Atheneu, 2008. M. T. Madigan; J. M. Martinko; K. S. Bender; D. H. Buckley; D. A. Stahl. Microbiologia de Brock. 14a ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. |
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Departamento: FLET |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
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IHP123 |
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS B |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
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EMENTA |
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História, fundamentos e teorias da eduação de surdos; Pedagogia Surda/Visual; parâmetros da Libras; noções básicas de linguística da Libras; conteúdos básicos de Libras; as legislações e o sujeito surdo; mitos sobre s surdez, pessoa surda e Língua de Sinais; cultura surda e artefatos culturais; identidades surdas. |
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OBJETIVO |
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Geral: Construir o conhecimento da Língua Brasileira de Sinais, do ser surdo, quebrando o estigma da deficiência, através do reconhecimento da sua língua, da sua cultura, das suas identidades e pedagogias surda/visual. Específicos: Reconhecer a Libras como língua (e não mera linguagem dos gestos), compreendendo que esta se encontra no mesmo status das línguas orais; Conhecer os mitos existentes sobre as línguas de sinais, o Ser Surdo e a surdez que permeiam o imaginário ouvinte; Compreender a educação de surdos e as conquistas do movimento surdo; Compreender os processos das Pedagogias surda/visual; Conhecer a legislação brasileira no que diz respeito às pessoas surdas; Conhecer as terminologias específicas em Libras na(s) área(s) de formação da turma; Dialogar, em nível básico na Libras, na tentativa de conversação e interação educativa com as pessoas surdas.
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REFERÊNCIAS |
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Básicas: BRASIL. Decreto Lei de LIBRAS. Decreto no 5.626, de 22 de dezembro de 2005. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walquíria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Lingua de Sinais Brasileira, Volumes I e II. 3 ed. São Paulo: Editora da USP, 2010. FELIPE, Tania A; MONTEIRO, Myrna S. Libras em contexto: curso básico: livro do aluno. 5 ed. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Complementares: GESSER, Audrei. Libras? Que língua é esse? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábolo Editoral, 2009. QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua brasileira de sinais: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. Manaus: EDUA/VALER, 2002. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Surdos qual escola? Manaus: EDUA/VALER, 2011. STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: UFSC, 2008. |
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ANEXO IV
NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC) DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º O presente conjunto de normas tem por finalidade regulamentar as Atividades Acadêmico-Científicas e Culturais - AACC do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Amazonas e integra o Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 2º É indispensável o integral cumprimento das AACC, como Atividades Complementares ao Currículo, para tornando e estudante apto à colar de grau.
Art 3º O(A) Diretor(a) do Instituto de Ciências Biológicas, a partir da solicitação da coordenação do curso, nomeará através de portaria um docente supervisor das AACC que ficará responsável pela recepção e conferência da documentação comprobatória das atividades complementares realizadas pelo estudante.
Art. 4º A coordenação do curso será a responsável pelo lançamento das horas de atividades complementares na plataforma e-campus, para que as mesmas sejam integralizadas no Histórico Escolar do estudante.
Art 5º Os discentes do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas deverão obrigatoriamente integralizar no seu currículo o mínimo de 80 horas em atividades complementares, conforme estabelecido no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6º Cada atividade complementar realizada pelo discente deverá ser comprovada por meio de documento apropriado, onde deverão estar discriminados o tipo de atividade, a carga horária, o período, a instituição e/ou responsável, conforme especificado no quadro em anexo.
Art. 7º O(A) docente supervisor(a) das atividades complementares analisará a documentação apresentada pelo discente, emitindo a decisão Deferido/Indeferido à solicitação de contagem das horas. Caso haja alguma dúvida, a supervisão deverá solicitar esclarecimentos e/ou documentação complementar.
Art. 8º É obrigatória a realização de três categorias diferentes de atividades complementares, sendo a forma de distribuição da carga horária conforme os incisos I, II e III.
I - Ensino e engajamento acadêmico, obrigatório o cumprimento de 40 horas e inclui as modalidades: monitoria em disciplinas da UFAM; carga horária excedente em disciplinas eletivas ou optativas; elaboração de material didático, exceto os requeridos como avaliação em disciplinas (cartilhas, jogos lúdicos, etc.); ministração de aula em ações inclusivas e afirmativas (cursos ou palestras envolvendo educação ambiental, cursos preparatórios para ingressar na universidade; cursos de nivelamento para ingressantes, etc); membro do centro acadêmico, membro do PET-Biologia ou representação estudantil nos órgãos colegiados do ICB e da UFAM.
II - Atividades de pesquisa, extensão e inovação, obrigatório o mínimo de 20 horas e inclui: participação, como ouvinte ou ator, em eventos científicos, de extensão ou tecnológicos integradores - que apresentam como principal característica o incentivo ao trabalho em equipe e a colaboração. Inclui as modalidades: gincanas científicas (Hackathon), feiras de bioprodutos e sustentabilidade (Amazontech, por exemplo), cursos ou treinamentos voltados para aprimorar as habilidades de apresentação de ideias e persuasão (Pitch Training), entre outros.
III - Atividades de pesquisa, extensão, sociais e culturais, obrigatório o mínimo de 20 horas e inclui as modalidades: participação em projetos de pesquisa ou extensão de cunho socioambiental; ações sociais que visem o bem-estar humano, animal ou do meio ambiente.
Art. 9º As horas de cada modalidade de atividade serão contabilizadas como atividade complementar uma única vez, exceto na monitoria, que será permitida duas vezes, desde que realizada em semestres diferentes.
Parágrafo único: na contabilização das horas dentro de cada categoria, será exigido no mínimo duas modalidades de atividades
Art. 10. As horas contabilizadas de cada modalidades de atividade serão equivalentes ao disposto no Quadro de Equivalência de Horas de AACC, que deverá ser atualizado anualmente pela supervisão de AACC, discutido e acatado no NDE, e aprovado no Colegiado do Curso, conforme disposto no modelo atual.
QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE HORAS DE AACC
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Categioria da AACC |
Modalidade da atividade |
CH mínima para validação da atividade |
Hora máxima contabilizada/atividade |
Documento comprobatórioo |
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I - Ensino e engajamento acadêmico |
Monitoria em disciplinas da UFAM |
130 horas |
15 horas |
Certificado da PROEG ou Declaração do Departamento |
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Carga horária excedente em disciplinas eletivas ou optativas |
30 horas |
15 horas |
Histórico Escolar |
|
|
Elaboração de material didático (cartilhas, jogos lúdicos, etc.), exceto os requeridos como avaliação em disciplinas |
10 horas |
10 horas |
Certificado ou declaração |
|
|
Ministração de aula em ações inclusivas e afirmativas (cursos ou palestras envolvendo educação ambiental, cursos preparatórios para ingressar na universidade; cursos de nivelamento para ingressantes, etc) |
4 horas |
4 horas |
Certificado da entidade promotora |
|
|
Membro do centro acadêmico, Membro do PET-Biologia |
100 horas |
20 horas |
Certificado ou declaração |
|
|
Representação estudantil nos órgãos colegiados do ICB e da UFAM (serão contabilizadas as participações em reuniões, comissões ou GTs, registradas em Ata) |
20 horas |
10 horas |
Declaração do órgão colegiado comprovando hoas de participação. |
|
|
II - Atividades de pesquisa, extensão e inovação |
Gincanas científicas (Hackathon - pode somar a CH de mais de um evento) |
4 horas |
4 horas |
Certificado da entidade promotora |
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Feiras de bioprodutos e sustentabilidade (Amazontech, por exemplo – pode somar a CH de mais de um evento) |
4 horas |
4 horas |
Certificado da entidade promotora |
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|
Cursos ou treinamentos voltados para aprimorar as habilidades de apresentação de ideias e persuasão (Pitch Training), entre outros (pode somar a carga de mais de um curso) |
10 horas |
10 horas |
Certificado da entidade promotora |
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III - Atividades de pesquisa, extensão, sociais e culturais |
Participação em projetos de pesquisa ou extensão de cunho socioambiental |
60 horas |
10 horas |
Certificado ou declaração |
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Ações sociais que visem o bem-estar humano, animal ou do meio ambiente (exemplos: doar sangue ou participação em campanhas de doação de sangue, conscientização ambiental, setembro amarelo, outubro rosa, novembro azul, conscientização TEA e adoção de pets). Obs: Cada ação é considerada uma modalidade |
10 horas |
10 horas |
Certificado da entidade promotora |
ANEXO V
NORMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º O estágio curricular no curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, corresponde a um estágio de pesquisa científica nas diversas áreas do conhecimento da biologia, totalizando 390 horas de estudos orientados, envolvendo teoria e prática, podendo incluir, de forma complementar, ensino, extensão e inovação, tanto como objeto de estudo quanto como um processo ou produto gerado, que servirá como veículo para a aplicação social do conhecimento científico adquirido.
Art. 2º O estágio curricular se dará através de quatro disciplinas:
I - Estágio de Pesquisa I – em 60 horas, onde o estudante, sob a ajuda do professor(a)/coordenador(a) da disciplina, irá ser instruído para buscar um orientador, definir a sua área de atuação científica, definir o tema a ser estudado e elaborar seu projeto de pesquisa. O professor responsável pela disciplina será, preferencialmente, o coordenador de estágios, designado por portaria do ICB, cabendo a ele a elaboração do Plano de Ensino.
II - Estágio de Pesquisa II – em 150 horas, onde cada estudante será matriculado em uma turma exclusiva, com um professor(a)/orientador(a) (em caso de orientador do quadro de docentes da UFAM), ou professor(a)/supervisor(a) (em caso do orientador do quadro de TAE da UFAM ou pesquisador de outra instituição). Por meio deste componente curricular o estudante deve dar prosseguimento ao seu projeto de pesquisa, realizando os primeiros passos, atendendo os prazos previstos no Plano de Ensino. Ao final, deverá apresentar o relatório técnico-científico com os dados preliminares.
III - Estágio de Pesquisa III – em 150 horas, onde cada estudante será matriculado uma turma exclusiva, com um professor(a)/orientador(a) (em caso de orientador do quadro de docentes da UFAM), ou professor(a)/supervisor(a) (em caso do orientador do quadro de TAE da UFAM ou pesquisador de outra instituição). Por meio deste componente curricular o estudante deve concluir o seu projeto de pesquisa, atendendo os prazos previstos no Plano de Ensino. Ao final deverá entregar e apresentar o relatório final.
IV - Trabalho de conclusão de curso – em 30 horas, onde o estudante deverá redigir uma monografia com dados oriundos dos estágios de pesquisa e realizar a defesa pública. o professor responsável pela disciplina será, preferencialmente, o coordenador de estágios, designado por portaria do ICB, cabendo a ele a elaboração do Plano de Ensino com todo o planejamento das etapas de conclusão dos trabalhos, revisão da monografia e defesa pública.
Art. 3º As pesquisas científicas realizadas no âmbito dos estágios curriculares podem ser fomentadas por meio dos programas institucionais da UFAM ou externos, nas instituições parceiras.
Art. 4º Um mesmo professor/orientador, poderá formar turma de estágio curricular com mais de um(a) orientando(a), recomendando-se, no máximo três por disciplina e no máximo cinco no total de orientações, para assegurar o melhor atendimento direcionado ao estudante.
Art. 5º O encargo didático do(a) professor(a)/coordenador(a) das disciplinas Estágio de Pesquisa I e Trabalho de Conclusão de Curso, será a carga horária total da disciplina.
Art. 6º O encargo didático do(a) professor(a)/orientador(a) ou professor(a)/supervisor(a) das disciplinas de Estágios de Pesquisa II e III será de no mínimo 30 horas (até dois estudantes), 45 horas (três estudantes) e 60 horas (quatro estudantes, ou mais), em casos excepcionais.
II - DA AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
Art. 7º O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é o desfecho do estágio curricular do(a) discente e compreende a redação da monografia, avaliação, defesa pública e entrega da versão final.
Art. 8º A estrutura da monografia , obedecerá a normatização atualizada da ABNT com as adequações pertinentes ao modelo de estudo e área de atuação.
Art. 9º A avaliação da monografia será feita por uma banca examinadora constituída por dois membros com título de mestre ou doutor e será feita em duas etapas:
I – a primeira etapa consiste na avaliação do documento escrito, que após corrigido deverá retornar ao estudante e orientador até 48 horas antes da defesa.
II – a segunda etapa consiste na avaliação da defesa, momento em que será aferida a nota, considerando a redação do texto e a apresentação oral.
Art. 10. O(A) orientador(a) ou supervisor(a) do estudante deverá fazer o encaminhamento da monografia pelo SEI e tramitar para a Coordenação do Curso, até 30 dias antes da defesa, indicando a sugestão da banca examinadora com dois titulares e dois suplentes, data e hora da defesa.
Art. 11. A defesa pública da monografia é obrigatória para a aprovação no TCC e obedecerá o disposto nos incisos de I a X.
I - a defesa pública será avaliada pela Banca Examinadora constituída com o tempo adequado para realizar a avaliação em duas etapas;
II - o(a) orientador(a)/supervisor(a) ou, excepcionalmente, o(a) coorientador(a) será o(a) Presidente da Banca e conduzirá os trabalhos, entretanto, não poderá interferir na avaliação. Na ausência de ambos, o(a) Coordenador(a) do Curso ou o(a) Coordenador(a) de Estágios, deverá assumir a presidência da Banca;
III - a defesa pública terá duração de 20 a 30 minutos. E cada membro da banca terá no máximo 20 minutos de arguição;
IV - a Banca deve avaliar o estudante quanto a qualidade da apresentação, linguagem, domínio do assunto e segurança. No caso de lacunas deixadas na apresentação, é importante levar em conta se o estudante conseguiu suprir tais lacunas no momento da arguição;
V - após a arguição, a Banca Examinadora se reunirá reservadamente para avaliar e aferir nota;
VI - de acordo com as referidas considerações, a Banca Examinadora consubstanciará o parecer final, considerando a(o) discente APROVADO(A) ou REPROVADO(A), atendendo aos Artigos 9 e 10 da Resolução N° 023/2017- CONSEPE/UFAM, onde consta, no §3 do Art. 9 “Será considerado aprovado o discente que obtiver Média Final igual ou superior a 5,0 (cinco virgula zero)”;
VII - após o processo deliberativo o(a) presidente deverá realizar a leitura pública da Ata de defesa, informando o resultado: aprovado(a) ou reprovado(a);
VIII - para efeito de registro acadêmico na disciplina de TCC, a nota aferida por cada Membro da Banca Examinadora corresponderá a uma nota de Exercício Escolar, com Peso 1 e será obtida a Média dos Exercícios Escolares (MEE);
IX - em caso do(a) discente aprovado(a) com Média inferior à 8 (oito), o(a) professor(a) responsável pela disciplina deverá repetir a nota da MEE como Prova Final (PF) para efeito de validação da Média Final (ME);
X - é compromisso intransferível e inadiável do estudante entregar a versão final da monografia, que deverá ser depositada no RIU – Repositório Institucional da UFAM, no máximo 10 dias corridos após a defesa.
XI - é compromisso intransferível e inadiável do professor(a) responsável pela disciplina TCC, fazer o lançamento das notas no Boletim de Notas e Frequências do e-campus, mediante a entrega do comprovante do depósito da versão final da monografia no RIU;
XII - os membros da Banca Examinadora terão direito ao certificado. Em caso de orientador externo, ou TAE UFAM, este também receberá certificado como orientador(a).
III - DO APROVEITAMENTO DE ARTIGO CIENTÍCO COMO TCC
Art. 12. Em caso de publicação de artigo científico em revista indexada com corpo editorial, o estudante estará isento de entregar a monografia e fazer a defesa pública, em consonância com o Art. 3º da Resolução Nº 55, de 2 de dezembro de 2024 – Disciplina o Parágrafo Único do Artigo 70 do Regimento Geral da UFAM, estabelecendo e consolidando normas para Aproveitamento de Estudos e revoga a Resolução nº 021 de 2007/CONSEPE.
Parágrafo único. O aproveitamento da disciplina TCC, não passará pelo processo de aproveitamento de estudos via sistema acadêmico. A matrícula no respectivo componente curricular será obrigatória, cabendo o lançamento das notas como uma disciplina regular.
Art. 13. O aproveitamento do artigo em TCC será feito mediante à sua avaliação pelo Colegiado do Curso, instituindo dois avaliadores que deverão fazer a análises independentes, obedecendo os seguintes critérios:
I - o(a) estudante deve ser o primeiro autor(a).
II - o artigo deve ser originado de um programa institucional da UFAM ou de instituições parceiras (por exemplo PIBIC/UFAM ou PIBIC/INPA) ou um projeto institucionalizado na UFAM, orientado por um servidor da UFAM.
III - o(a) orientador(a) do(a) estudante durante o estágio currícular deve ser coautor. Em caso de orientador externo à UFAM, o supervisor da(s) disciplinas Estágio de Pesquisa I e II, não precisa ser coautor.
IV - a nota na disciplina será atribuída considerando os seguintes fatores:
a) nota de 9,0 a 10,0 – até três autores, qualis B1 ou acima (ou métrica equivalente, em substituição);
b) nota de 8,0 a 9,0 – de três a cinco autores, qualis B4 a B2;
c) nota de 7,0 a 8,0 – seis ou mais autores, qualis abaixo de B4;
d) a nota mínima para o aproveitamento é 7,0;
e) a nota aferida por cada avaliador corresponderá a uma nota de Exercício Escolar com peso 1 e em caso de média abaixo de 8,0, a MEE será lançada como PF.
Art. 14. o(a) estudante pode optar por não pedir o aproveitamento do artigo e escolher defender o TCC. Neste caso, o(a) estudante fica isento(a) de entregar a monografia, porém o artigo deve ser depositado no RIU, ficando o lançamento da nota da defesa condicionada à esta obrigação.
Art. 15. o(a) estudante que realizar aproveitamento de artigo em TCC, fica comprometido em apresentar o seu trabalho em forma de seminário público, preferencialmente, na Semana de Defesas de Monografias, para cumprir a difusão científica no âmbito acadêmico. A nota do aproveitamento do artigo só será lançada após o cumprimento desse compromisso. O(A) estudante terá direito a um certificado de palestra que pode ser aproveitado como AACC.
ANEXO VI
NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
I - DA CONCEPÇÃO E OBJETIVOS DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
As atividades de extensão no âmbito do curso serão realizadas de acordo com Meta 12.7 da Lei no 13.005 de 25 de junho de 2014, que em linhas gerais visa assegurar que a educação profissional técnica oferecida seja de boa qualidade, com conteúdos relevantes e adequados às necessidades do mercado e, ainda, conectar a formação profissional com as demandas do mercado, facilitando a inserção dos alunos no mundo do trabalho após a conclusão do curso; com a resolução N° 7, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Lei no 13.005/2014 e com a Resolução Nº 044/2023-CONSEPE, que regulamenta a curricularização das ações de extensão universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e preconiza o disposto nos Artigos abaixo:
Art. 1º A Extensão Universitária, tendo por fundamento o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, consiste num processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político capaz de promover a interação transformadora entre a Universidade e outros setores da sociedade.
Art. 2º A Extensão na Educação Superior Brasileira é a avidade que se integra à matriz curricular e à organização da pesquisa, construindo-se em processo interdisciplinar, político educacional, cultural, científico, tecnológico, que promove a interação transformadora entre as intuições de ensino superior e os outros setores da sociedade, por meio da produção e da aplicação do conhecimento, em articulação permanente com o ensino e a pesquisa.
Art. 3º As ações extensionistas são caracterizadas por intervenções que envolvam diretamente a comunidade externa à Universidade Federal do Amazonas, vinculadas à formação dos discentes e que possam por meio da relação dialógica realizar transformações no processo de desenvolvimento humano.
Art. 4º As ações extensionistas, em termos de formulação e implementação, deverão atender às seguintes diretrizes, conforme a Resolução nº 7/2018/CNE/CES:
I – a interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da troca de conhecimentos, da participação e do contato com as questões complexas contemporâneas presentes no contexto social;
II – a formação cidadã dos discentes, marcada e construída pela vivência dos seus conhecimentos, que, de modo interprofissional e interdisciplinar, seja valorizada e integrada à matriz curricular;
III – a produção de mudanças na própria instituição superior e nos demais setores da sociedade, a partir da construção e aplicação de conhecimentos, bem como por outras atividades acadêmicas e sociais;
IV – a articulação entre o ensino, a extensão e a pesquisa, ancorada em processo pedagógico único, interdisciplinar, político, educacional, cultural, científico e tecnológico;
V – a contribuição na formação integral do discente, estimulando sua formação como cidadão crítico e responsável;
VI – o estabelecimento de diálogo construtivo e transformador com os demais setores da sociedade brasileira e internacional, respeitando e promovendo a interculturalidade;
VII – a promoção de iniciavas que expressem o compromisso social das instituições de ensino superior com todas as áreas, em especial, as de comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção e trabalho, em consonância com as políticas ligadas às diretrizes para a educação ambiental, educação étnico-racial, direitos humanos e educação indígena;
VIII – a promoção da reflexão ética quanto à dimensão social do ensino e da pesquisa;
IX – o incentivo à atuação da comunidade acadêmica e técnica na contribuição ao enfrentamento das questões da sociedade brasileira, inclusive por meio do desenvolvimento econômico, social e cultural;
X – o apoio em princípios éticos que expressem o compromisso social de cada estabelecimento superior de educação;
XI – a atuação na produção e na construção de conhecimentos, atualizados e coerentes, voltados para o desenvolvimento social, equitativo, sustentável, com a realidade brasileira.
Parágrafo único. Incentivo ao debate permanente em torno da realidade amazônica propiciando a implementação de ações correspondentes às demandas das populações locais. O espaço das ações extensionistas oportuniza possibilidades ímpares de reflexão acerca da realidade sócioambiental da Amazônia, debruçando- se sobre questões que afligem as comunidades da região. Possibilita, ainda, a construção de alianças e parcerias em defesa dessas populações, contribuindo para o seu fortalecimento enquanto sujeitos de direitos.
II - DAS MODALIDADES E CREDITAÇÃO DE EXTENSÃO NO CURSO
Art. 5º Os componentes curriculares de extensão serão realizados nas seguintes modalidades:
I – Atividade obrigatória parcial de extensão - realizada como conteúdo complementar de disciplina obrigatória, ao longo dos períodos letivos, com carga horária mínima de 15 horas, equivalendo a 1 (um) crédito de extensão, devendo incluir planejamento, preparação e execução de uma ação de extensão, prioritariamente, em escolas.
II – Atividade obrigatória integral de extensão - realizada na modalidade de Mostra Científica, como disciplina oferecida no 8º período letivo do curso, com carga horária de 90 horas e 6 créditos, vinculada à Semana Acadêmica do ICB ou, excepcionalmente, desvinculada deste evento quando houver justificativa cabível. Na realização da Mostra Científica, constará o planejamento, preparação e programação, devendo ser apresentadas todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas no âmbito do curso, tendo como público as escolas e sociedade em geral.
III – Atividades Curriculares Eletivas de Extensão - realizadas, na modalidade de oficinas com carga horária de 60 horas e 4 créditos e de outras atividade de extensão, com carga horária de 45 horas e 3 créditos, incluindo cursos, palestras, exposições de coleções científicas, confecção e aplicação de material didático nas escolas, entre outras.
IV – Atividade parcial de extensão - realizada como conteúdo complementar de disciplina eletiva ou optativa, com carga horária mínima de 15 horas, equivalendo a 1 (um) crédito, podendo entrar no cômputo da carga horária mínima exigida como componente curricular de extensão.
Art. 6º As ações de extensão devem atender às seguintes caracteríscas:
a) Protagonismo do discente, devendo ser estimulado a parcipar das ações envolvendo a temática da comunicação, cultura, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e inovação;
b) Articulação com as comunidades externas, especialmente as escolas;
d) Diálogo e reconhecimento das distintas formas de saberes, integrando o saber científico com o saber tradicional;
e) Valorização do enfoque interdisciplinar, transdisciplinar, muldisciplinar, intercultural e interprofissional.
Art. 7º Para fins de creditação da extensão no currículo do Curso, deverão ser integralizadas um total mínimo de 345 horas de avidades de extensão.
Art. 8º A creditação da extensão no currículo do discente será garantida por meio de disciplinas obrigatórias, eletivas e optativas, com componentes curriculares criados nos diferentes Departamentos de Ensino do ICB e em parceria com departamentos de de outras unidades acadêmicas.
Parágrafo único. as Atividades Acadêmico-Científico-Culturais que envolvam extensão não podem entrar no cômputo da carga horária mínima exigida como conteúdo de extensão no currículo do Curso.
Art. 9º Os componentes curriculares, que tenham na sua estrutura atividades de extensão, deverão apresentar estas informações no programa de disciplina, mencionando na ementa e nos objetivos,
Art. 10. O Plano de ensino deve descrever a metodologia, a forma de avaliação e a carga horária das ações de extensão e ser aprovado pelo Colegiado do Curso.
Art. 11. Os casos omissos serão resolvidos pela Colegiado do Curso, obedecendo a Resolução Nº 044/2023.
ANEXO VII
NORMATIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
I - DO COORENADOR DO CURSO
Art. 1º São atribuições do coordenador de curso:
I - presidir o Colegiado de Curso;
II - presidir o Núcleo Docente Estruturante do Curso;
III - convocar reuniões (ordinárias e extraordinárias), por meio do SEI;
IV - solicitar emissão de portarias por meio do SEI;
V - representar o Colegiado nas instâncias competentes da UFAM;
VI - realizar atendimentos presenciais na sala da coordenação;
VII - representar o curso em eventos fora e dentro da universidade;
VIII - elaborar e cadastrar quadro semestral de oferta de disciplinas;
IX - analisar solicitações de aproveitamento de estudos no e-campus;
X - acompanhar a participação do curso no ENADE;
XI - acompanhar o recebimento das visitas do MEC;
XII - cadastrar as horas de AACC dos alunos no e-campus;
XIII - analisar das Solicitações de Acompanhamento Domiciliar;
XIV - incentivar o corpo docente e discente em suas atividades de extensão e pesquisa;
XV - emitir aceite dos Planos de Ensino submetidos pelos professores, após a aprovação no Colegiado.
II - DO COLEGIADO DO CURSO
Art. 2º Compete ao Colegiado de Curso:
I - Promover a coordenação didática do curso que lhe esteja afeito;
II - Implementar, avaliar e aprovar o Projeto Pedagógico do Curso, incluindo, entre outros:
a) aprovar a relação de disciplinas para o curso;
b) propor o número de créditos das disciplinas do curso;
c) aprovar as disciplinas complementares, definindo as de caráter obrigatório, eletivo e optativo;
d) estabelecer os pré-requisitos e as equivalências das disciplinas;
e) aprovar as ementas das disciplinas do curso;
f) aprovar as Atividades Complementares para o curso;
g) propor a metodologia e frequência de avaliação do curso.
III - Aprovar semestralmente os Planos de Ensino das disciplinas do curso, encaminhando-os para o conhecimento dos departamentos;
IV - Propor aos órgãos competentes providências para a melhoria do ensino no curso.
III – DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO
Art. 3º São atribuições do Núcleo Docente Estruturante do Curso
I - contribuir para a consolidação do perfil dos egressos do curso;
II - zelar pela observância da aplicação das Diretrizes Curriculares Nacionais nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação;
III - observar, contribuir e acompanhar a implantação, desenvolvimento, avaliação e reestruturação do projeto pedagógico;
IV - propor formas de incentivo ao desenvolvimento da pesquisa e da extensão articuladas às necessidades da graduação e à área de conhecimento do curso.
Parágrafo único. as proposições do NDE serão submetidas à apreciação do colegiado do curso.
Art. 4º São competências do Presidente do NDE:
I - Convocar e presidir as reuniões;
II - Representar o Núcleo Docente Estruturante junto aos órgãos institucionais;
III - Encaminhar propostas e sugestões do Núcleo ao Colegiado do Curso, para deliberações.
IV - Coordenar e integrar as ações do Núcleo Docente Estruturante aos demais colegiados e instâncias institucionais.
IV – DO MANDATO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO
Art. 5º Os mandatos dos integrantes do Núcleo, a exemplo do Coordenador do Colegiado de Curso, serão de dois anos, podendo cada membro ser reconduzido por dois mandatos.
| | Documento assinado eletronicamente por Sílvia Cristina Conde Nogueira, Presidenta, em 26/03/2026, às 14:58, conforme horário oficial de Manaus, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
| | A autenticidade deste documento pode ser conferida no site https://sei.ufam.edu.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 3073156 e o código CRC 5883F02F. |
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Referência: Processo nº 23105.029278/2025-52 |
SEI nº 3073156 |