Ministério da Educação
Universidade Federal do Amazonas
Câmara de Ensino de Graduação
Resolução nº 73, de 27 de NOVEMBRO de 2025
REGULAMENTA o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, vinculado a Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A PRESIDENTA DA SESSÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO, DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, no uso de suas atribuições estatutárias;
CONSIDERANDO a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional;
CONSIDERANDO a Lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências;
CONSIDERANDO o Parecer CNE/CES nº 492/2001, aprovado em 3 de abril de 2001 - Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Sociais - Antropologia, Ciência Política e Sociologia, Comunicação Social, Filosofia, Geografia, História, Letras, Museologia e Serviço Social.
CONSIDERANDO o Parecer CNE/CES nº 1.363/2001, aprovado em 12 de dezembro de 2001 - Retifica o Parecer CNE/CES nº 492, de 3 de abril de 2001, que aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Sociais - Antropologia, Ciência Política e Sociologia, Comunicação Social, Filosofia, Geografia, História, Letras, Museologia e Serviço Social.
CONSIDERANDO o Decreto Nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
CONSIDERANDO o Decreto Nº 5.625, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras);
CONSIDERANDO o Decreto Nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES nº 20, de 13 de março de 2002 - Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Arquivologia.
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP N° 01, de 17 de junho de 2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;
CONSIDERANDO a Resolução CNS/CES Nº 2, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP Nº 01 , de 30 de maio de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP Nº 2, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 018, de 01 de agosto de 2007, da CEG/CONSEPE que regulamenta as Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 049 2009 CEG/CONSEPE (2891228), que cria o curso de Arquivologia, bacharelado, presencial, turno (noturno);
CONSIDERANDO a Resolução Nº 037, de 04 de julho de 2011, da CEG/CONSEPE que estabelece integralização dos tempos máximos de duração dos cursos de graduação presenciais da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 067, de 30 de novembro de 2011, da CEG/CONSEPE que disciplina os estágios obrigatórios e não obrigatórios da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 020, de 16 de dezembro de 2019, do CONSEPE que regulamenta a criação de curso, criação e modificação curricular e extinção de curso superior no âmbito da UFAM;
CONSIDERANDO a a Resolução no 044, de 04 de dezembro de 2023, que dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências;
CONSIDERANDO a ata da reunião do Núcleo Docente Estruturante do curso de Arquivologia (2742428), que aprova a proposta de reformulação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC);
CONSIDERANDO a ata da reunião do Colegiado do Curso de Arquivologia (2742439), que aprova a reformulação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC);
CONSIDERANDO o Ofício nº 13/2025/CARQ-FIC/UFAM, da Coordenação do Curso de Bacharelado em Arquivologia (2742533), no qual encaminha o processo para a Reformulação curricular do curso de Arquivologia;
CONSIDERANDO a Informação nº 036/2025/DAE - PROEG//UFAM (2885619), que trata da análise do processo de reformulação do Projeto Pedagógico do curso de Arquivologia;
CONSIDERANDO, finalmente, a Decisão CEG (SEI nº 2912877), do plenário em reunião ordinária realizada em 27 de novembro de 2025,
R E S O L V E :
Art. 1º REGULAMENTAR o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, vinculado a Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Art. 2º A integralização curricular do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, dar-se-á com a conclusão da carga horária total de 2.590 (dois mil quinhentos e noventa) horas/aula e 135 (cento e trinta e cinco) créditos, com a subdivisão que segue:
I - disciplinas obrigatórias;
II - disciplinas optativas:
III - atividades Acadêmico-Cienfico-Culturais (AACC's);
IV - atividades Curriculares de Extensão.
Art. 3º As disciplinas obrigatórias correspondem ao total de 1.980 (mil novecentos e oitenta) horas/aula e 119 (cento e dezenove) créditos.
Art. 4º As disciplinas optavas correspondem ao total de 240 (duzentos e quarenta) horas/aula, equivalentes a 16 (dezesseis) créditos.
Art. 5º As Atividades Acadêmico-Cienfico-Culturais (AACC's) constituem componente curricular obrigatório e correspondem ao total de 110 (cento e dez) horas.
Art. 6º O curso será ofertado em regime presencial, de crédito semestral, turno noturno, sua integralização curricular far-se-á em, no mínimo, quatro anos, equivalentes a oito períodos letivos, e, no máximo, 12 (doze) períodos letivos, respeitando o limite de 20 (vinte) e mínimo de 7 (sete) créditos por período.
Art. 7º O desdobramento da Estrutura Curricular do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno noturno, versão 2026/1, está organizada em núcleos de categorias, conforme Resolução CNE/CP º.nº 20, de 13 de março de 2002 e Parecer CNE/CES n° 492, de 3 de abril de 2001 (Diretriz curricular do Curso).
|
CONTEÚDOS CURRICULARES Resolução CNE/CP Nº.nº 20, de 13 de março de 2002 Parecer CNE/CES n° 492, de 3 de abril de 2001 (Diretriz curricular do Curso) |
||
|
CATEGORIAS |
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS |
DISCIPLINAS OPTATIVAS |
|
I – Núcleo de Estudos Básicos |
||
|
1: Fundamentos Científicos |
Oficina de Leitura e Produção de Texto I Comunicação Acadêmica e Profissional História dos Registros e do Conhecimento Introdução à Administração Organização e Planejamento Institucional Metodologia da Pesquisa
|
Fundamentos da Ciência da Informação Introdução à Comunicação História, Memória e Patrimônio Antropologia da Informação Cultura e Informação Tecnologia da Informação Inteligência Artificial Aplicada à Arquivologia |
|
2: Formação Ético-Cidadã |
Ética e o Campo Profissional Arquivístico Políticas Públicas Arquivísticas
|
Informação e Cidadania Culturas Afro-Brasileiras Educação Ambiental e Cidadania Educação Patrimonial em Arquivos Arquivos e Direitos Humanos Acessibilidade e Inclusão em Ambientes Arquivísticos Língua Brasileira de Sinais B Empreendedorismo |
|
II – Núcleo de Formação Específica |
||
|
2:Fundamentos Arquivísticos |
Introdução à Arquivologia Fundamentos Arquivísticos Fundamentos de Arquivos Permanentes Fundamentos da Representação da Informação Fundamentos da Preservação em Arquivos
|
Arquivos e Cultura Brasileira Legislação Arquivística Fundamentos da Paleografia Gestão de Processos Etnografia de Documento Arquivos Pessoais |
|
2: Processos Técnicos Arquivísticos |
Gestão de Documentos Arquivísticos Classificação de Documentos Arquivísticos Avaliação de Documentos Arquivísticos Documentos Arquivísticos Digitais Documentos Audiovisuais, Iconográficos e Sonoros Arquivísticos Gestão de Documentos Eletrônicos e Digitais Gestão Institucional e Planejamento Organizacional em arquivos Planejamento e implantação de Arquivos Acesso, Uso e Difusão de Arquivos Tecnologias Digitais na Prática Arquivística
|
Representação da Informação e Vocabulário Controlado em Arquivos Preservação de Documentos Digitais Seminário Temático em Arquivologia Tecnologia e Mídias Digitais Objetos em Ambientes Digitais em Arquivos Inteligência Artificial Aplicada à Arquivologia Prática de Diagnóstico em Arquivos Oficina de Conservação de Documentos em Papel Oficina de Restauro de Documentos em Papel Oficina de Planejamento e Gestão de Programas de Preservação Arquivística Oficina de Elaboração de Instrumentos de Pesquisa Arquivística Oficina de Arranjo e Descrição em Arquivos Permanentes Fundamentos e Práticas de Educação Patrimonial em Arquivos |
|
III – Núcleo de Formação Prática e Profissional |
||
|
1: Estágios e Trabalho de Conclusão |
Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II
|
|
|
2: Atividades de Laboratório e Prática Extensionista |
Laboratório de Prática Arquivística I Laboratório de Prática Arquivística II Laboratório de Prática Arquivística III Laboratório de Prática Arquivística IV
|
|
|
IV – Componentes Curriculares Flexíveis |
||
|
1: Disciplinas Optativas |
Optativa I Optativa II Optativa III Optativa IV |
|
Art. 8º A distribuição das disciplinas do currículo do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, por período letivo, far-se-á segundo o que estabelece a periodização e o quadro de disciplinas obrigatórias e optativas, contidos no Anexo I desta Resolução.
Art. 9º O programa de ensino das disciplinas do currículo do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, compõe o Anexo II desta Resolução.
Art. 10. As normas regulamentares das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, estão estabelecidas no Anexo III desta Resolução.
Art. 11. As normas regulamentares do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, estão estabelecidas no Anexo IV desta Resolução.
Art. 12. As normas regulamentares das Atividades Curriculares de Extensão do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, estão estabelecidas no Anexo V desta Resolução.
Art. 13. As normas regulamentares de Estágio Supervisionado do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, estão estabelecidas no Anexo VI desta Resolução.
Art. 14. O quadro sinóptico da composição curricular e o quadro geral da integralização do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, estão estabelecidas no Anexo VII desta Resolução.
Art. 15. O quadro de transição curricular do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, estão estabelecidas no Anexo VIII desta Resolução.
Art. 16. O quadro de equivalência do Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, estão estabelecidas no Anexo IX desta Resolução.
Art. 17. Aplicar-se-á esta Resolução aos discentes que ingressarem no Curso de Graduação em Arquivologia (IH25), bacharelado, presencial, turno (noturno), versão 2026/1, a partir do semestre letivo 2026/1.
Art. 18. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
PLENÁRIA DA CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO, DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, em Manaus, 27 de novembro de 2025.
SILVIA CRISTINA CONDE NOGUEIRA
Presidenta
ANEXO II
ESTRUTURA CURRICULAR - DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS POR PERÍODOS
|
PER |
Sigla |
Disciplina |
Créditos
|
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
1º |
IHQ023 |
Introdução à Arquivologia |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHP131 |
Oficina de Leitura e Produção de Texto I |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
IHQ059 |
Comunicação Acadêmica e Profissional |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
FAA011 |
Introdução à Administração |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
IHQ026 |
História dos Registros e do Conhecimento |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
|
Subtotal |
|
300 |
– |
– |
300 |
|
|
|
2º |
IHQ025 |
Fundamentos Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ060 |
Laboratório de Prática Arquivística I |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
- |
|
|
IHQ061 |
Ética e o Campo Profissional Arquivístico |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
IHQ062 |
Organização e Planejamento Institucional |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
IHQ040 |
Documentos Audiovisuais, Iconográficos e Sonoros Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
|
Subtotal |
19 |
255 |
30 |
15 |
300 |
- |
|
|
3º |
IHQ027 |
Gestão de Documentos Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
IHQ025 |
|
IHQ029 |
Classificação de Documentos Arquivísticos |
5.4.1.0 |
60 |
30 |
– |
90 |
IHQ025 |
|
|
IHQ063 |
Documentos Arquivísticos Digitais |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
IHQ098
|
Diplomática |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
|
Subtotal |
17 |
240 |
30 |
– |
270 |
- |
|
|
4º |
IHQ032 |
Avaliação de Documentos Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
IHQ029 |
|
IHQ064 |
Fundamentos de Arquivos Permanentes |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
IHQ065 |
Políticas Públicas Arquivísticas |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
IHQ066 |
Gestão de Documentos Eletrônicos e Digitais |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
IHQ063 |
|
|
|
Subtotal |
16 |
240 |
|
|
240 |
|
|
|
5º |
IHQ067 |
Fundamentos da Representação da Informação |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ068 |
Tecnologias Digitais na Prática Arquivística |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
IHQ066 |
|
|
IHQ069 |
Laboratório de Prática Arquivística II |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
- |
|
|
IHQ036 |
Acesso,Uso e Difusão de Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
IHQ025 |
|
|
|
Subtotal |
15 |
195 |
30 |
15 |
240 |
- |
|
|
6º |
IHQ070 |
Planejamento e Implantação de Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ038 |
Metodologia da Pesquisa |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
IHQ071 |
Laboratório de Prática Arquivística III |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
- |
|
|
IHQ072 |
Fundamentos da Preservação em Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
|
|
Subtotal |
15 |
195 |
30 |
15 |
240 |
- |
|
|
7º |
IHQ041 |
Estágio Supervisionado I |
3.1.2.0 |
15 |
60 |
– |
75 |
IHQ027 |
|
IHQ073 |
Trabalho de Conclusão de Curso I |
4.1.2.1 |
15 |
60 |
15 |
90 |
IHQ038 |
|
|
IHQ074 |
Laboratório de Prática Arquivística IV |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
- |
|
|
|
Subtotal |
10 |
45 |
150 |
30 |
225 |
- |
|
|
8º |
IHQ042 |
Estágio Supervisionado II |
3.1.2.0 |
15 |
60 |
– |
75 |
IHQ041 |
|
IHQ075 |
Trabalho de Conclusão de Curso II |
4.1.2.1 |
15 |
60 |
15 |
90 |
IHQ073 |
|
|
|
Subtotal |
7 |
30 |
120 |
15 |
165 |
- |
|
|
|
|
TOTAL |
119 |
1500 |
390 |
90 |
1980 |
|
ESTRUTURA CURRICULAR - DISCIPLINAS OPTATIVAS
|
Sigla |
Disciplina |
Créditos
|
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
Ext. |
Total |
||||
|
IHQ076 |
Acessibilidade e Inclusão em Ambientes Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ077 |
Análise Documentária |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ078 |
Antropologia da Informação |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ079 |
Arquivos Comunitários, Memória Coletiva e Cidadania |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ019 |
Arquivos e Cultura Brasileira |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ080 |
Arquivos e Direitos Humanos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ054 |
Arquivos Pessoais |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ081 |
Cultura e Informação |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ052 |
Culturas Afro-Brasileiras |
2.2.0.0 |
30 |
– |
– |
30 |
- |
|
IHQ053 |
Educação Ambiental e Cidadania |
2.2.0.0 |
30 |
– |
– |
30 |
- |
|
IHQ082 |
Educação Patrimonial em Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
00 |
00 |
60 |
- |
|
IHQ083 |
Empreendedorismo |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ084 |
Etnografia de Documento |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ024 |
Fundamentos da Ciência da Informação |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ055 |
Fundamentos da Paleografia |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ050 |
Gestão de Processos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ085 |
Governança Arquivística |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ028 |
História, Memória e Patrimônio |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ086 |
Informação e Cidadania |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ087 |
Indexação |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ088 |
Inteligência Artificial Aplicada à Arquivologia |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ089 |
Introdução à Comunicação |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ090 |
Introdução à Representação Temática |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ051 |
Legislação Arquivística |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHP123 |
Língua Brasileira de Sinais B |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ057 |
Objetos em Ambientes Digitais em Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ091 |
Oficina de Arranjo e Descrição em Arquivos Permanentes |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
60 |
- |
|
IHQ092 |
Oficina de Conservação de Documentos em Papel |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
60 |
- |
|
IHQ093 |
Oficina de Diagnóstico em Arquivos |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
60 |
- |
|
IHQ094 |
Oficina de Elaboração de Instrumentos de Pesquisa Arquivística |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
60 |
- |
|
IHQ095 |
Oficina de Planejamento e Gestão de Programas de Preservação Arquivística |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
60 |
- |
|
IHQ096 |
Oficina de Restauro de Documentos em Papel |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
60 |
- |
|
IHQ034 |
Representação da Informação e Vocabulário Controlado em Arquivos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
- |
60 |
- |
|
IHQ097 |
Sistemas de Organização do Conhecimento |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ031 |
Seminário Temático em Arquivologia |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ030 |
Tecnologia da Informação |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ056 |
Tecnologia e Mídias Digitais |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
|
IHQ047 |
Tópicos Especiais em Arquivologia, História e Patrimônio |
4.4.0.0 |
60 |
– |
– |
60 |
- |
ANEXO II
PROGRAMA DE ENSINO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
1º Período
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHQ023 |
Introdução à Arquivologia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Trajetória da Arquivologia: origem, conceituação, importância. Objeto da Arquivologia. Natureza e função dos arquivos. Princípios, Terminologia e Bibliografia da Arquivologia. Profissionalização: história, legislação e código de ética. |
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|
OBJETIVOS |
||||||
|
GERAL: Propiciar aos alunos a obtenção de referenciais histórico e conceituais, teoria e princípios arquivísticos. Apresentar a discussão sobre objeto, terminologia, natureza e função. Abordar a formação profissional do arquivista no Brasil.
ESPECÍFICOS: Reconhecer a trajetória histórica da Arquivologia, compreendendo sua origem, evolução conceitual e consolidação como campo científico. Analisar os principais conceitos, princípios e terminologias que fundamentam a teoria arquivística e orientam a prática profissional. Compreender a natureza e as funções dos arquivos, bem como sua importância social, administrativa e cultural. Investigar o processo de profissionalização do arquivista no Brasil, abordando sua formação, regulamentação legal e código de ética. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICA (3 REGISTROS) BELLOTTO, Heloísa. Liberalli. Arquivo: estudos e reflexões. Belo Horizonte: Editora UFMG,2014. DELMAS, Bruno. Arquivos para quê? Textos escolhidos. São Paulo: Instituto Fernando Henrique Cardoso, 2010. DUCHEIN, Michel. O papel da arquivologia na sociedade de hoje. In: Arquivo & Administração, Rio de Janeiro, v.6, n 3. Set.dez 1978. FURTADO, R. L.; SILVA, V. M. O papel do arquivista na defesa dos direitos humanos: em busca de elementos da competência em informação. Convergência em Ciência da Informação, v. 2 n. 2, n. 2, p. 23-43, 2019. LOPES, L. C. A nova arquivística na modernização administrativa. 2. ed. Brasília: Projeto Editorial, 2009. THOMASSEM, Theo. Uma primeira introdução à Arquivologia. Arquivo & Administração, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 5-16, jan./jun. 2006.
COMPLEMENTARES (5 REGISTROS) BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos Permanentes: tratamento documental. São Paulo: T. A. Queiroz, 1991. CÓDIGO DE ÉTICA DOS ARQUIVISTAS (CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS - CIA) 1996. FARGE, Arlette. O sabor do arquivo. (Tradução Fátima Murad). São Paulo: Editora da USP, 2009. FONSECA, Maria Odila. Arquivologia e ciência da informação. Rio de Janeiro: ed. FGV, 2005. GONCALVES, E. S; AGUIAR, L. C; SIQUEIRA, M. K. C. N.; AZEVEDO, R. A. (Org.). Panorama do Curso de Arquivologia da UFAM durante a pandemia de Covid-19. 2. ed. Manaus: EDUA, 2023. GONCALVES, E. S.; AGUIAR, L. C.; AZEVEDO, R. A. (Org.). Arquivologia no Amazonas: panorama dos primeiros 10 anos do Curso de Arquivologia da UFAM (2009 a 2019). 1. ed. Manaus: EDUA, 2022. v. 1. 280p. JARDIM, José Maria. A formação do arquivista no Brasil. Rio de Janeiro: EDUFF, 1999. LOPES, L. C. A nova arquivística na modernização administrativa. 2. ed. Brasília: Projeto Editorial, 2009. MARQUES, Angélica. A Arquivologia brasileira: busca por autonomia no campo da informação e interlocuções internacionais. Rio de Janeiro: AAB, 2013. ROUSSEAU, Jean-Yves.; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa. : Publicações Dom Quixote, 1998. SILVA, Armando Malheiro da, Ribeiro, F., et al. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. 3. ed. Porto: Edições Afrontamento, 2009. SOUZA, Katia Isabelli Melo de. Arquivista, visibilidade profissional: formação, associativismo e mercado de trabalho. In: SOUZA, Katia Isabelli Melo de. Profissional arquivista. Brasília: Starprint, 2011. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHP131 |
Oficina de Leitura e Produção de Texto I |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Faculdade de Letras |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
A escrita de forma organizada, objetiva e clara, conhecendo as regras ortográficas e gramaticais da norma culta da Língua Portuguesa. Formas da expressão oral e escrita, desde a leitura à criação e ao uso das palavras, dos tipos de discursos e a produção de textos. |
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|
OBJETIVOS |
||||||
|
GERAL: Proporcionar subsídios para construção de uma escrita de forma organizada, objetivo e clara, conhecendo as regras ortográficas e gramaticais da norma culta da Língua Portuguesa.
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||||||
|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) ANDRÉ, Hildebrando A. de. Gramática Ilustrada. 5. Ed. São Paulo: Moderna, 1997. CIPRO NETO, Pasquele. INFANTE, Ulisses Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 1997. TUFANO, Douglas. Estudos de Língua Portuguesa: Gramática. 3. Ed. São Paulo: Saraiva, 1996.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In:______. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992, p. 275-326. MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, LúbiaSclair. Português Instrumental. 17. Ed. Porto Alegre: Saga/DC Luzzato, 1995. MESQUITA, Roberto Melo. Gramática da Língua Portuguesa. 4. Ed. São Paulo: Saraiva, 1996. SENA, Odenildo. A Engenharia do Texto - Um Caminho Rumo À Prática da Boa Redação. 4.ed. Manaus: Editora Valer, 2011. SERCUNDES, M. M. I. Ensinando a escrever. In: GERALDI, J.W.; CITELLI, B. (coord.). Aprender e ensinar com textos de alunos. São Paulo: Cortez, 1997. vol.1, p.75-97.
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||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|
||||||||
|
T |
P |
Ext. |
|
||||||||||
|
IHQ059 |
Comunicação Acadêmica e Profissional |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
||||||
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|
|||||||||||
|
EMENTA |
|
||||||||||||
|
Estudo e prática da comunicação escrita e oral nos contextos acadêmico e profissional. Aborda aspectos da norma-padrão da língua, estruturação de gêneros textuais científicos e administrativos, leitura crítica, argumentação e ética da informação. Foco na produção textual voltada à atuação universitária e arquivística. |
|
||||||||||||
|
OBJETIVOS |
|
||||||||||||
|
GERAL: Desenvolver competências de leitura, escrita e comunicação adequadas às exigências da vida acadêmica e da atuação profissional do arquivista, promovendo o domínio da linguagem formal, dos gêneros textuais e da argumentação técnico-científica.
ESPECÍFICOS: Identificar as características dos principais gêneros textuais utilizados nos contextos acadêmico-científico e administrativo-profissional. Reconhecer a importância das boas práticas de comunicação, pautada na clareza, coesão, coerência e adequação às normas da língua culta. Refletir sobre o papel da ética na produção e circulação da informação escrita, com ênfase na autoria, originalidade e uso de fontes.
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|
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CARVALHO, Marcelo. Manual de comunicação profissional: técnicas de redação, oratória e relacionamento interpessoal. São Paulo: Atlas, 2019. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 24. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2021.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, ago.2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, ago.2002. BARBALHO, Célia Regina Simonetti; VALE, Milene Miguel; MARQUEZ, Suely Oliveira Moraes. Metodologia do Trabalho Científico: Normas para a construção de trabalhos acadêmicos. Manaus: EDUA, 2017. BRASIL. Secretaria de Comunicação Social. Manual de Comunicação da Secom – Senado Federal. Brasília: Senado Federal, 2023. 356 p.gov.br+14www12.senado.leg.br+14www2.senado.leg.br+14 MACHADO, Fernanda; SILVA, Aline. Comunicação pública digital: estratégias para redes governamentais. Florianópolis: Editora UFSC, 2020. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 14. ed. São Paulo: Atlas, 2020. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2021. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2001. |
|
||||||||||||
|
|
|
||||||||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||||||||
|
T |
P |
Ext. |
|||||||||||
|
FAA011 |
Introdução à Administração |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|||||||
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Departamento de Administração |
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|
EMENTA |
|||||||||||||
|
Introdução. Funções administrativas: planejamento, organização, direção e controle. Administração de Tecnologia e da Inovação. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender e interpretar a evolução e as funções da administração, bem como, relacioná-las empiricamente com o ambiente contemporâneos das organizações.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração, 9ª edição. Editora Manole, 2014. ISBN: 9788520436691. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Introdução à Administração, 8ª edição. Editora Atlas, 2011. ISBN-13: 9788522462889 (5 exemplares na BS da FT e 5 exemplares na BS do SN) OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Introdução à administração: Teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2009. ISBN: 9788522451807.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BATEMAN, Thomas S. Administração: novo cenário competitivo, 2ª ed. São Paulo, SP: Atlas, 2006. ISBN 978-85-224-4248-7 (15 exemplares na BS doSN) MORAES, Anna Maria Pereira. Introdução à administração, 3. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2004. ISBN 8587918923 (5 exemplares na BS da FT) Kwasnicka, Eunice Lacava. Introdução à administração, 6ª ed. São Paulo, SP: Atlas, 2004. ISBN 978-85-224-3513-5 STONER, James A.; FREEMAN, Edward R. Administração, 5ª edição. LTC, 1994. ISBN: 9788521611684 ROBBINS, Stephen P.; DECENZO, David A. Fundamentos de administração. 4 ed. São Paulo: Editora Prentice Hall, 2004. ISBN: 85-87918-87-7. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHQ026 |
História dos Registros e do Conhecimento |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Perspectiva histórica dos registros da informação. Espaços da comunicação e da cultura. Origem e história do desenvolvimento dos arquivos. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar aos alunos a obtenção de referenciais históricos que lhes permitam compreender o contexto sociocultural do processo de evolução dos suportes de informação, documentos e arquivos.
ESPECÍFICOS: Compreender os registros da antiguidade Compreender os registros e arquivos da idade média Compreender os registros e arquivos da idade |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BURKE, P. Uma história social do conhecimento: de Gutenberg a Diderot. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. HIGOUNET, C. História concisa da escrita. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. SILVA, A. M. da. et al. (org.) Arquivística: teoria e prática de uma Ciência da Informação. 3. ed. Porto: Edições Afrontamento, 2009.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BURKE, P. Uma história social do conhecimento II: da enciclopédia à Wikipedia. Rio de Janeiro: Zahar, 2012. CASTELLS, M. A sociedade em Rede: a era da informação: economia, sociedade e cultura: v. 1. São Paulo: Paz & Terra, 2002. ECO, U. O nome da rosa. Tradução de Aurora Fornoni Bernardini, Homero Freitas de Andrade; Revisão de tradução: Ivone Benedetti. 19a ed., Rio de Janeiro: Record, 2022. MARTINS, W. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 2. ed. São Paulo: Ática, 1996. SILVA, A. M.; RIBEIRO, F. Das ciências documentais à ciência da informação. Porto: Afrontamento, 2002.
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2º Período
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHQ025 |
Fundamentos Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Estudo dos fundamentos teóricos, históricos e epistemológicos da Arquivologia como campo científico e profissional autônomo. Abordagem dos conceitos, princípios e funções arquivísticas, com ênfase nos princípios da proveniência e da ordem original. Análise das características dos documentos de arquivo, suas tipologias e elementos constitutivos. Discussão das principais correntes teóricas, transformações conceituais e teorias contemporâneas que estruturam a Arquivologia no contexto das ciências da informação. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender os fundamentos epistemológicos, históricos e técnicos da Arquivologia, contextualizando seus conceitos, princípios e funções, de modo a reconhecer sua constituição enquanto campo científico e prática profissional autônoma no âmbito das ciências da informação.
ESPECÍFICOS: Discutir os principais conceitos, princípios e funções que estruturam a Arquivologia. Analisar o desenvolvimento histórico da disciplina e suas interfaces com outros campos do conhecimento. Refletir criticamente sobre o papel social, cultural e político dos arquivos na sociedade contemporânea.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CALDERON, Wilmara Rodrigues. O arquivo e a informação arquivística: da literatura científica à prática pedagógica no Brasil [recurso eletrônico]. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2013. ISBN 978‑8579834868. Disponível em: http://acervodigital.unesp.br/handle/11449/109305. Acesso em: 30 jul. 2025. COSTA, Alex de Oliveira; RONCAGLIO, Cynthia. Diálogos entre as vertentes clássica, moderna e contemporânea da Arquivologia. Em Questão, Porto Alegre, v. 26, n. 2, p. 355–386, maio/ago. 2020. DOI: 10.19132/1808‑5245262.355‑386. Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/4656/465662940016/html/. Acesso em: 30 jul. 2025. PEREIRA, Diogo Baptista; SILVA, Eliezer Pires da. Funções arquivísticas: caracterizando finalidades de instituições de arquivo. ÁGORA: Arquivologia em Debate, Florianópolis, v. 29, n. 58, p. 1–22, jan./jun. 2019. Disponível em: https://agora.emnuvens.com.br/ra/article/view/754. Acesso em: 30 jul. 2025
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) DUCHEIN, Michel. O respeito aos fundos em Arquivística: princípios teóricos e problemas práticos. Revista Arquivo & Administração, Rio de Janeiro, v. 10‑14, n. 1, p. 14–33, abr. 1982/ago. 1986. Disponível em: https://archive.org/details/ArquivoAdministracaoDuchein1986. Acesso em: 30 jul. 2025MARQUES, Angélica Alves da Cunha. A Arquivologia brasileira: busca por autonomia científica no campo da informação e interlocuções internacionais. 2. ed. ampliada. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2019, 332. RODRIGUES, Ana Márcia Lutterbach. Uma análise da teoria dos arquivos: dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) — Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2004. Disponível em: http://hdl.handle.net/1843/LHLS-69UR3J. Acesso em: 30 jul. 2025 SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos Modernos: princípios técnicos. (Trad. Nilza Teixeira Soares). 2a tir. Rio de Janeiro: FGV, 1974. SCHMIDT, C. M. S. A construção do objeto científico na trajetória histórico-epistemológica da Arquivologia. 1. ed. São Paulo: Associação de Arquivistas de São Paulo, 2015. v. 1. 287p |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ060 |
Laboratório de Prática Arquivística I |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Aplicação prática dos conhecimentos teóricos da Arquivologia em ambientes simulados ou reais. Realização de atividades como identificação, classificação, arranjo, descrição, avaliação, conservação preventiva e digitalização de documentos. Elaboração de instrumentos técnicos e relatórios. Observação e atuação em arquivos institucionais, visando à articulação entre teoria, prática e realidade profissional. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar ao estudante a vivência prática das atividades arquivísticas fundamentais, promovendo a integração entre teoria, técnica e contexto institucional, com vistas ao desenvolvimento de competências profissionais aplicadas.
ESPECÍFICOS: Aplicar metodologias arquivísticas no tratamento de documentos físicos e/ou digitais, conforme os princípios da área. Produzir instrumentos técnicos (guias, inventários, tabelas de temporalidade) com base na prática supervisionada. Refletir criticamente sobre os desafios da atuação profissional nos diferentes contextos institucionais de arquivos.
COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. Rio de Janeiro: FGV, 2006. BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 5. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2007. CONARQ. Diretrizes para a implantação de arquivos permanentes. Brasília: Arquivo Nacional, 2011. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025 COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T. A. Queiroz, 1991. FONSECA, Maria Odila. Arquivologia e ciência da informação. Rio de Janeiro: FGV, 2005. JARDIM, José Maria. A formação do arquivista no Brasil. Rio de Janeiro: EDUFF, 1999. ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. SILVA, Armando Malheiro da; RIBEIRO, Fernanda et al. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. 3. ed. Porto: Edições Afrontamento, 2009. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHQ061 |
Ética e o Campo Profissional Arquivístico |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
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|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Estudo dos fundamentos teóricos e práticos da ética aplicados à atuação profissional do arquivista. Abordagem dos conceitos de ética, moral, valores e normatividade, considerando as transformações sociais e os desafios éticos contemporâneos. Reflexão sobre o papel social do arquivista como profissional da informação, suas responsabilidades, direitos, deveres e conduta ética no exercício da profissão. Análise do mercado de trabalho, das demandas profissionais, das entidades de classe e das estratégias de formação, com ênfase na responsabilidade ética dos arquivistas. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Analisar os fundamentos teóricos e práticos da ética aplicados à atuação profissional do arquivista, promovendo a reflexão crítica sobre a responsabilidade social, os princípios éticos e os desafios contemporâneos enfrentados no exercício da profissão.
ESPECÍFICOS: Compreender os conceitos de ética, moral, valores e normatividade no contexto da Arquivologia; Identificar os direitos, deveres e princípios éticos que regem o exercício da profissão de arquivista; Refletir sobre o papel social do arquivista e sua responsabilidade na preservação, acesso e uso ético da informação; Analisar o mercado de trabalho arquivístico e as exigências éticas vinculadas às diferentes áreas de atuação; Dialogar sobre as entidades de classe e da formação ética para a consolidação da identidade profissional do arquivista. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) COSTA, Larissa Candida. Entre a formação e o trabalho: o arquivista diante das novas demandas sociais e organizacionais em matéria de informação. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – UNB/CID, Brasília, 2008. Disponível em: http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/1720/1/Dissert_Larissa%20Costa.pdf Acesso em: 10 jul 2017. ROCHA, Isadora Martins Marques da Rocha; KONRAD,Glaucia Vieira Ramos. A conduta do arquivista frente à Lei de Acesso à Informação. Informação Arquivística, Rio de Janeiro, v. 2, n. 2, p. 103-123, jul./dez., 2013. Disponível em: <http://www.aaerj.org.br/ojs/index.php/informacaoarquivistica/article/view/47/26: Acesso em: 17 jul 2017. GOMES, Henriette Ferreira; BOTTENTUIT, Aldinar Martins; OLIVEIRA, Maria Odaisa Espinheiro de (Org.). A Ética na sociedade, na área da informação e da atuação profissional: o olhar da filosofia, da sociologia, da ciência da informação e da informação e da formação e do exercício profissional do bibliotecário no Brasil. Brasília: Conselho Federal de Biblioteconomia, 2009. 187 p.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BRASIL. Lei no 12.527/2011 – Lei de Acesso à Informação. Disponível em: https://www.planalto.gov.br FLORES, Daniel. Ética, arquivos e transparência pública. Arquivo & Administração, v. 7, n. 2, p. 45–63, 2008. RIBEIRO, Fernanda Martins. Arquivista e a sociedade: reflexões ético-profissionais. In: Informação & Informação, v. 17, n. 3, 2012. SOUSA, Renato Tarciso Barbosa de. O arquivista e as políticas públicas de arquivo. Texto apresentado no II Congresso Nacional de Arquivologia. Porto Alegre, jul. 2006. VALLS, Álvaro L. M. O Que é ética. 9. ed. [São Paulo]: Brasiliense, [1994]. 83 p. (Coleção primeiros passos ; 177). WEBER, Max,. A ética protestante e o "espírito" do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. 335 p. Inclui índice e glossário. ISBN 8535904700 (broch.) 9788535904703. Node chamada: 306.6 W375e; No de exemplares: 5 |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
Organização e Planejamento Institucional |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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|
Estudo da organização e reorganização de instituições. Análise administrativa: estruturas organizacionais, normas, rotinas de trabalho, formulários e arranjo físico. Abordagem histórico-conceitual do planejamento institucional. Planejamento estratégico, tático e operacional. Fundamentos da gestão de processos: mapeamento, modelagem, análise e inovação. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Analisar os princípios, métodos e ferramentas aplicados à organização, reorganização e planejamento institucional, com ênfase na estrutura administrativa, nas rotinas de trabalho e na gestão de processos, visando ao desenvolvimento de competências para o mapeamento, modelagem e inovação organizacional em diferentes níveis de planejamento.
ESPECÍFICOS: Compreender os fundamentos teóricos e históricos da organização institucional, analisandoestruturas organizacionais, normas, rotinas e a configuração física dos ambientes de trabalho. Aplicar os princípios e técnicas do planejamento institucional nos níveis estratégico, tático eoperacional, por meio da elaboração de planos, programas e projetos. Desenvolver habilidades para mapear, modelar, analisar e propor melhorias nos processosinstitucionais, com foco na inovação e na gestão orientada a processos (BPM). |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CHIAVENATO, I. Teoria geral da administração. 7. ed. São Paulo: Campus, 2003. CRUZ, T. Sistemas, organização e métodos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002. CURY, Antônio. Organização e métodos: perspectiva comportamental & abordagemcontingencial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BAHIA, E. M. S. Organização e administração de arquivos. Ágora, v. 23, n. 46, 2013. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/15083. Acesso em: 01 ago. 2017. CAMARGO, L. S. Gestão de processos de negócios e arquivos: reflexões iniciais a partir do guia cbok. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, v. 7, n. 1, 2017. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/26890. Acesso em: 01 ago. 2017. SANTOS, A. F. T.; PAIM, I. A informação nos modelos organizacionais. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 5, n. 1, p. 9-21, 2000. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/3269. Acesso em: 01 ago. 2017. SPUDEIT, D. F. A. O.; FERENHOF, H. A. A aplicação do pmbok® na gestão de projetos em unidades de informação. Informação & Informação, v. 22, n. 1, p. 306-330, 201710.5433/1981- 8920.2017v22n1p306. DOI:10.5433/1981-8920.2017v22n1p306. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/23314. Acesso em: 01 ago 2017. VIDOTTI FILHO, E.; SANTOS, P. C. L. V. A. C.; VIDOTTI, S. A. B. G. R. Reengenharia, qualidade total e unidades de informação. Informação & Informação, v. 3, n. 1, p. 51-54, 1998. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/1504. Acesso em: 01 ago. 2017. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ040 |
Documentos Audiovisuais, Iconográficos e Sonoros Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Abordar as especificidades dos documentos audiovisuais, iconográficos e sonoros. Gerenciamento e tratamento arquivísticos de materiais audiovisuais, iconográficos e sonoros. História da imagem e imagem como linguagem. Documentos audiovisuais, iconográficos e sonoros como produtos de atividades administrativas. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Desenvolver habilidades de organização, tratamento e gestão de documentos audiovisuais, iconográficos e sonoros em arquivos. Compreender a imagem como fonte de informação. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) EDMONDSON, R. Arquivística audiovisual: filosofia e princípios / Ray Edmondson. Trad. de Carlos Roberto Rodrigues de Souza. – Brasília: UNESCO, 2017. MANINI, M. P. A fotografia como registro e como documento de arquivo. In: Linete Bartalo; Nádina Aparecida Moreno. (Org.). Gestão em Arquivologia: abordagens múltiplas. 2ed.Londrina: Editora da Universidade Estadual de Londrina, 2011, v. 1, p. 119-183. SOTUYO BLANCO, P; SIQUEIRA, M. N de; VIEIRA, T. de O. Ampliando a discussão em torno de documentos audiovisuais, iconográficos, sonoros e musicais. EDUFBA: Salvador. Disponível em: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/20828.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BURKE, P. Testemunha ocular: o uso de imagens como evidência histórica. Traduzido por Vera Maria Xavier dos Santos. São Paulo: Editora Unesp, 2017 KORNIS, M. A. Cinema, televisão e história. Rio de Janeiro: Zahar, 2008 MANINI, M. P. Imagem, memória e informação: um tripé para o documento fotográfico. Domínios da imagem (UEL), v. 8, p. 77-87, 2011. SILVA, L. A. S. Documentos audiovisuais: reflexões no contexto arquivístico brasileiro. 1. ed. Embu das Artes/Manaus: Alexa Cultural e EDUA, 2020. v. 1. 242p . SONTAG, S. Sobre fotografia. Traduzido por Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. |
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3º Período
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ027 |
Gestão de Documentos Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IHQ025 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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|
Discussão dos conceitos, modelos e metodologias aplicadas à organização, avaliação e destinação de documentos. Abordagem das etapas do ciclo documental, da gênese à eliminação e a teoria das três idades. Integração entre protocolo, sistemas arquivísticos institucionais e tecnologias da informação. Reflexão crítica sobre os desafios organizacionais e estratégicos da gestão de documentos. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Analisar a Gestão de Documentos como campo teórico e prático da Arquivologia, refletindo criticamente sobre seus fundamentos, históricos e metodológicos, e compreendendo sua aplicação estratégica nas instituições público e/ou privadas.
ESPECÍFICOS: Compreender os fundamentos conceituais, históricos e normativos que sustentam a gestão de documentos no contexto arquivístico; Identificar e aplicar os métodos e técnicas relacionados às etapas do ciclo de vida dos documentos e a teoria das três idades; Analisar criticamente os modelos e programas de gestão de documentos; Refletir os desafios organizacionais e políticos que permeiam a gestão de documentos; |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) INDOLFO, Ana Celeste. Gestão de Documentos: Uma renovação epistemológica no universo da Arquivologia. Arquivística.net –www.arquivistica.net, Rio de janeiro, v.3, n.2, p. 28-60, jul./dez, 2007. http://www.brapci.inf.br/_repositorio/2011/06/pdf_59336b505e_0003553.pdf JARDIM, José Maria. O conceito e a prática da gestão de documentos. ACERVO. Rio de Janeiro, v.2 n. 2 p. 35-42, 1987. RODRIGUES, Ana Márcia L. Uma análise da Teoria dos Arquivos. (Dissertação de Mestrado em Ciência da Informação). Minas Gerais: Escola de Ciência da Informação – UFMG, 2004.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) AMORIM, Ricardo Gomes; CLARES, Cleide. Do protocolo ao arquivo: passo a passo; a tramitação de documentos do protocolo à eliminação. Ribeirão Preto: IBRAP, 2002. Bernardes, Ieda Pimenta. Gestão documental e direito de acesso: interfaces. Acervo, rio de janeiro, v. 28, n. 2, p. 164-179, jul./dez. 2015 – p. 179 DINGWALL, Glenn. Modelo do ciclo vital e modelo do continuum: uma visão das concepções de organização arquivística desde o período do pós-guerra. In: EASTEWOOD, Terry. MACNEIL (Org.). Correntes atuais do pensamento arquivístico. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2016. p. 205-235. Jardim, José Maria. Caminhos e perspectivas da gestão de documentos em cenários de transformações. acervo, rio de janeiro, v. 28, n. 2, p. 19-50, jul./dez. 2015 RODRIGUES, Ana Márcia L. A teoria dos arquivos e a gestão de documentos. Belo Horizonte. Perspect. ciênc. inf, v.11 n.1, p. 102-117, jan./abr. 2006. http://www.scielo.br/pdf/pci/v11n1/v11n1a09 |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ029 |
Classificação de Documentos Arquivísticos |
5.4.1.0 |
60 |
30 |
0 |
IHQ025 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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Estudo da Teoria da Classificação no âmbito da Arquivologia. Princípios arquivísticos aplicados à classificação de documentos. Legislação arquivística pertinente à organização e classificação documental. Relações entre a classificação e as demais funções arquivísticas. Elementos da classificação: estrutural, funcional e por assunto. Metodologias para a elaboração de planos de classificação de documentos arquivísticos. Métodos de ordenação e regras de alfabetação aplicáveis à organização de documentos. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar a compreensão dos fundamentos teóricos, normativos e metodológicos da classificação de documentos arquivísticos, analisando sua articulação com os princípios da Arquivologia e com as demais funções arquivísticas, a fim de capacitar o aluno para estruturar e aplicar planos de classificação e implementar corretamente métodos de ordenação e regras de alfabetação.
ESPECÍFICOS: Compreender os fundamentos teóricos e legais que orientam a classificação de documentos arquivísticos, à luz dos princípios da Arquivologia. Reconhecer a importância da classificação como função arquivística articulada às demais etapas da gestão documental. Identificar os elementos estruturais, funcionais e temáticos envolvidos na construção de planos de classificação. Desenvolver habilidades para aplicar metodologias de elaboração de planos de classificação, bem como métodos de ordenação e regras de alfabetação na organização dos documentos. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO (SÃO PAULO). Roteiro para elaboração de plano de classificação e tabela de temporalidade de documentos das atividades-fim. – 1. ed. – São Paulo : Arquivo Público do Estado, 2018. 44 p. ; 23 cm. – (Coleção Gestão Documental); AZEVEDO, Rodolfo Almeida de. Classificação Arquivística: diretrizes para elaboração e implementação de planos de classificação de documentos do poder executivo dos estados brasileiros / Rodolfo Almeida de Azevedo. --Rio de Janeiro, 2023. PAES, Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. 2a ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1991. SCHELLENBERG, T. R. Arquivos Modernos: Princípios e Técnicas. 6 ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ALENCAR, Paulo José Viana de; SCHMIDT, Clarissa M. dos S. Abordagens e influências teóricas na classificação de documentos de arquivo no Brasil ao longo do século XX. Em Questão, Porto Alegre, v. 28, n. 3, p. 119027, 2022. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/119027/85282. Acesso em 01 fev. 2022. AMAZONAS. Secretaria de Administração e Gestão. Arquivo Público do Estado. Manual de Gestão de Documentos do Estado do Amazonas. Manaus: SEAD, 2022. AMAZONAS. Secretaria de Administração e Gestão. Arquivo Público do Estado. Plano de classificação e tabela de temporalidade de documentos das atividades-meio da administração do Estado do Amazonas. – . Manaus: SEAD, 2022. EASTWOOD, Terry; MACNEIL, Heather. (Org.). Correntes atuais do pensamento arquivístico. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2016. RODRIGUES, A. C. Identificação: uma Metodologia de Pesquisa para a Arquivística. In: VALENTIM, M. L. P., ed. Estudos avançados em Arquivologia [online]. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012, Disponível em: https://books.scielo.org/id/znn37/pdf/valentim- 9786559541294-11.pdf. Acesso em 04 mar. 2023. SMIT, Joanna. Arquivística e Organização da Informação. YouTube Instrumental Sesc Brasil, 2009. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vK-LOGmTePw. Acesso em 25 fev. 2023.
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHQ063 |
Documentos Arquivísticos Digitais |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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|
Conceituação de documento arquivístico digital. Produção e armazenamento de documentos digitais. Documento eletrônico e documento digital. Autenticidade e confiabilidade de documentos digitais.
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OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar ao aluno a reflexão e aplicabilidade acerca do processo de transformação digital, bem como de seus produtos, serviços e técnicas com vistas ao fazer arquivístico.
ESPECÍFICOS: Reconhecer o conceito de documento arquivístico digital Compreender a produção dos documentos arquivísticos digitais em sistemas informatizados |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONARQ (Brasil). Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos. Glossário: documentos arquivísticos digitais. Rio de Janeiro: Conarq, 2020. v. 8. DURANTI, L. Registros documentais contemporâneos como prova de ação. Revista Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 7, n. 13, p. 49-64, 1994. RONDINELLI, R. Gerenciamento Arquivístico de documentos eletrônicos. 3. ed. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 2005.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
FERREIRA, M. Introdução à preservação digital: conceitos, estratégias e atuais consensos. Portugal: Escola de Engenharia da Universidade do Minho, 2006. 88 p. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/767403299/Introducao-a-Preservacao-Digital-livro-MiguelFerrira-2006. Acesso em: 10 out. 2024 GARCIA, M. L.; CHAGAS, C. A. . A produção do documento arquivístico digital pelo Sistema de Negócio. EM QUESTÃO, v. 30, p. 1-38, 2024. InterPARES2 Project. Diretrizes do Produtor. A elaboração e a manutenção de materiais digitais: diretrizes para indivíduos. Rio de Janeiro: Conselho Nacional de Arquivos, [2011]. Disponível em: conarq_diretrizes_produtor_preservador_resolucao_38.pdf (www.gov.br). SANTOS, V. B.. Documentos Arquivísticos digitais: um descompasso entre a teoria e a prática no Brasil. Revista do Arquivo, v. 6, p. 16-33, 2018. SILVA, Margareth. DOCUMENTOS DIGITAIS: AUTENTICIDADE E CUSTÓDIA. INCLUSÃO SOCIAL (ONLINE), v. 14, p. 1-25, 2024. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHQ098 |
Diplomática |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
A gênese documental e as partes constitutivas dos documentos. A tipologia documental e suas nomenclaturas. A tradição de documentos: originais e cópias. As ciências auxiliares da Diplomática, heráldica, onomástica e a cronologia. Análise diplomática e a identificação de documentos autênticos, falsos e falsificados. Diplomática contemporânea e sua conexão com a Arquivologia. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Aplicar conhecimentos diplomáticos à documentação arquivística
ESPECÍFICOS: Aplicação e reflexão sobre análise diplomática tipológica em documentos de arquivo.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BELLOTTO, Heloisa Liberalli. Como fazer análise diplomática e análise tipológica em arquivística: reconhecendo e utilizando o documento de arquivo. São Paulo: Associação de Arquivistas de São Paulo/Arquivo do Estado, 2000. (Projeto Como Fazer). ________. Diplomática e tipologia documental. In: Arquivos Permanentes: tratamento documental. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004. p. 45-63. DURANTI, Luciana. Registros documentais contemporâneos como provas de ação. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, v. 7, n. 13, p. 49-64, 1994. Disponível em: http://www.cpdoc.fgv.br/revista/arq/134.pdf
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BELLOTTO, Heloísa Liberalli. A diplomática como chave da teoria arquivística. In: Archeion Online, João Pessoa, v.3, n.2, p.04-13, jul./dez. 2015 BERWANGER, Ana Regina; LEAL, João Eurípedes Franklin. Noções de Paleografia e Diplomática. 3. ed. Santa Maria, RS.: EDUFSM, 2008. CAMARGO, Ana Maria de Almeida. Sobre espécies e tipos documentais. In: ARDAILLON, Danielle. (Org.). Dar nome aos documentos: da teoria à prática. São Paulo: Fundação Fernando Henrique Cardoso, 2015. p. 14-30. DURANTI, Luciana. “Diplomática: novos usos para uma antiga ciência (parte v)”. Acervo - Revista do Arquivo Nacional, 28-1 (2015), pp. 196-215. Disponível em: <http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/43320>. RODRIGUES, Ana Célia. Diplomática contemporânea como fundamento para a construção de metodologias em arquivística: a identificação de tipologias documentais. Disponível em http://www.asocarchi.cl/docs/134.pdf. Acesso em 15 nov. 2009. |
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4º Período
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ032 |
Avaliação de Documentos Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IHQ029 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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|
Estudo dos fundamentos teórico-metodológicos da avaliação de documentos arquivísticos. Análise das inter-relações entre classificação e avaliação no contexto da gestão documental. Exame da legislação brasileira aplicável à avaliação e destinação de documentos. Discussão sobre os valores primários e secundários dos documentos arquivísticos. Abordagem das principais metodologias de avaliação e critérios de seleção documental. Realização de atividades práticas voltadas à aplicação dos processos de avaliação em arquivos. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar aos discentes a compreensão dos fundamentos teóricos, metodológicos e legais que orientam a avaliação de documentos arquivísticos, capacitando o estudante a aplicar critérios e metodologias adequadas para a identificação dos valores documentais e a tomada de decisões quanto à destinação e preservação de arquivos.
ESPECÍFICOS: Analisar os principais referenciais teóricos e metodológicos que fundamentam a avaliação de documentos arquivísticos no contexto da gestão documental. Compreender as inter-relações entre os processos de classificação e avaliação, considerando sua aplicação prática nos arquivos. Interpretar a legislação e as normas brasileiras relativas à avaliação, destinação e eliminação de documentos arquivísticos. Aplicar metodologias e instrumentos de avaliação documental em atividades práticas, com base na identificação dos valores primários e secundários (probatório einformativo)
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BELLOTTO, H. L. Arquivos permanentes. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004. BERNARDES, Ieda Pimenta. Como avaliar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado, 1998 SCHELLENBERG, T. R. Arquivos Modernos: Princípios e Técnicas. 6 ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006. SILVA, Armando Malheiro; RIBEIRO, Fernanda. A avaliação em arquivística: reformulação teórico-prática de uma operação metodológica. Páginas a&b, n.5, 2000.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) AMAZONAS. Secretaria de Administração e Gestão. Arquivo Público do Estado. Manual de Gestão de Documentos do Estado do Amazonas. Manaus: SEAD, 2022. AMAZONAS. Secretaria de Administração e Gestão. Arquivo Público do Estado. Plano de classificação e tabela de temporalidade de documentos das atividades-meio da administração do Estado do Amazonas. – . Manaus: SEAD, 2022. ARREGUY, Cintia Aparecida Chagas; VENÂNCIO, Renato Pinto. A avaliação de documentos na administração pública do município de Belo Horizonte: processo e metodologia. XVI Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (XVI ENANCIB), 2015. Disponível em: <http://www.ufpb.br/evento/lti/ocs/index.php/enancib2015/enancib2015/paper/view/3006/1119>. COOK, Terry. Macrovaloración y análisis funcional: lapreeminencia de lainteracciónpolíticosocial sobre elgobierno. In: TABULA: Revista de archivos de Castilla y León, n. 6, 2003. El refinado arte de La destrucción: laselección de documentos. Editor Luis Hernández Oliveira. p. 87- 102. JARDIM, José Maria. A invenção da memória nos arquivos públicos. Ciência da Informação. Brasília, v. 25, n. 2, p.1-13, 1995. LA TORRE MERINO, José Luis y MARTÍN-PALOMINO y BENITO, Mercedes. Metodología para laidentificación y valoración de fondosdocumentales. Madrid: Ministerio de Educación, Cultura y Deportes; S.G. de Información y Publicaciones, 2000. MAKHLOUF, Basma; CAVALCANTE, Lídia Eugênia. Avaliação arquivística: bases teóricas, estratégias de aplicação e instrumentação. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Florianópolis, n. 26, 2º sem.2008. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2008v13n26p201> |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ064 |
Fundamentos de Arquivos Permanentes |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo dos fundamentos teóricos e práticos relativos aos arquivos permanentes. Compreensão do ciclo de vida documental e da classificação de documentos de acordo com seu valor histórico, probatório e informativo. Análise das políticas de gestão, preservação, descrição e acesso aos documentos de guarda permanente. Abordagem das práticas e técnicas arquivísticas voltadas à preservação da memória institucional, garantia de direitos e promoção da cidadania. Discussão crítica sobre a função social, cultural, jurídica e administrativa dos arquivos permanentes na sociedade contemporânea. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender os conceitos, funções e práticas essenciais à gestão de arquivos permanentes, reconhecendo sua relevância para a preservação da memória, o acesso à informação e a construção da identidade institucional e social.
ESPECÍFICOS: Compreender os conceitos, funções e práticas essenciais à gestão de arquivos permanentes, reconhecendo sua relevância para a preservação da memória, o acesso à informação e a construção da identidade institucional e social. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T. A. Queiroz, 1991. ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
AGUIAR, Leandro Coelho de; BARBATHO, R. R. G. O Patrimônio documental como objeto de estudo histórico. In: Jefferson Fernandes Dantas. (Org.). Entre lugares e memórias: reflexões sobre patrimônio histórico e educação patrimonial na Amazônia. 1ed.Santarém: UFOPA, 2022, v. 1, p. 93-113. AGUIAR, Leandro Coelho de. História Social e Arquivos: breves considerações sobre os novos usos e apropriações. Dia-Logos, v. 10, p. 50-59, 2016. Eduarda de Oliveira Braga. Uma reflexão sobre os usos dos termos Arquivo Permanente e Arquivo Histórico na Brapci. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Arquivologia) - Universidade Federal do Amazonas. Orientador: Leandro Coelho de Aguiar. DELMAS, Bruno. Arquivos para quê? Textos escolhidos. São Paulo: Instituto Fernando Henrique Cardoso, 2010. BRASIL. Arquivo Nacional. Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005.
DUCHEIN, Michel. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e problemas práticos. Trad. Maria Amélia Gomes Leite. Arquivo & Administração. Rio de Janeiro, v. 10-14, nº1, p.14-33, abr. 1982/ago. 1986. FOX, M. Por que Precisamos de Normas. Acervo, [S. l.], v. 20, n. 1-2, p. 23–30, 2011. Disponível em: https://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/68. Acesso em: 2 jul. 2025. SILVA, Armando Malheiro da; RIBEIRO, Fernanda et al. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. 3. ed. Porto: Edições Afrontamento, 2009. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ065 |
Políticas Públicas Arquivísticas |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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Estudo da constituição da esfera pública e dos fundamentos das políticas públicas, com ênfase nas: políticas de informação, políticas públicas arquivísticas, políticas arquivísticas, e política nacional de arquivo. Análise da legislação arquivística brasileira (Lei de Arquivos, Lei de Acesso à Informação e demais instrumentos normativos). Processos de formulação, implementação e avaliação de políticas públicas aplicadas aos arquivos. Entendimento sobre a estrutura e funcionamento das instituições arquivísticas públicas e/ou privadas. Atuação de associações arquivísticas em âmbito nacional, regional e internacional. Atores e processos políticos envolvidos nas políticas arquivísticas. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender a constituição da esfera pública e os fundamentos das políticas públicas aplicadas à Arquivologia, com ênfase nas políticas públicas de informação e arquivísticas, analisando os instrumentos legais, os processos políticos e institucionais, bem como os atores envolvidos na formulação, implementação e avaliação dessas políticas.
ESPECÍFICOS: Analisar os fundamentos teóricos e conceituais das políticas e políticas públicas no contexto da esfera pública e da informação; Estudar as políticas públicas arquivísticas, políticas arquivísticas e a política nacional de arquivos no Brasil; Examinar a legislação arquivística que contemple o universo das políticas públicos no campo dos arquivos; Compreender os processos de formulação, implementação e avaliação de políticas públicas aplicadas aos arquivos; Investigar a estrutura e o funcionamento das instituições arquivísticas públicas e privadas; Avaliar o papel e a atuação das associações arquivísticas em âmbito nacional, regional e internacional; Identificar os principais atores e os processos políticos envolvidos na definição e condução das políticas públicas arquivísticas. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) JARDIM, José Maria. Transparência e opacidade do Estado no Brasil. Niterói, RJ: EDUFF, 1999. MULLER, Pierre; SUREL, Yves. Análise de políticas públicas. Pelotas: Educat, 2004. JARDIM, José Maria. Políticas públicas de informação: a (não) construção da política nacional de arquivos públicos e privados (1994-2006). In: ENANCIB, 9., 2008.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) MARQUES, Angélica. Arquivos públicos e direito à informação. São Paulo: Intermeios, 2020. HOWLETT, Michael; RAMESH, M.; PERL, Anthony. Políticas públicas: seus ciclos e subsistemas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS. Guia resumido de como criar um Arquivo Público Municipal: transparência e acesso à informação para o exercício da cidadania. Rio de Janeiro: CONARQ, 2014. JARDIM, José Maria. A diversidade arquivística e políticas de arquivo. Ponto de Acesso, Salvador, v. 3, n. 1, p. 46-59, abr. 2009. SOUSA, Renato Tarciso Barbosa de. O arquivista e as políticas públicas de arquivo. Texto apresentado no II Congresso Nacional de Arquivologia. Porto Alegre, jul. 2006. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ066 |
Gestão de Documentos Eletrônicos e Digitais |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IHQ063 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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Compreender os conceitos gerais da tecnologia da informação e sua relação com a arquivística, analisar o histórico e o desenvolvimento de sistemas de gestão arquivísticos de documentos digitais e sistemas de workflow. Normas e modelos de requisitos para a gestão de documentos digitais. Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD). |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar aos estudantes uma compreensão dos conceitos básicos de gestão eletrônica de documentos, bem como da sua captura e/ou criação, armazenamento, compartilhamento, segurança e demais questões concernentes ao ambiente digital arquivístico confiável.
ESPECÍFICOS: Analisar e-Arq Brasil. Compreender as normas e instruções normativas brasileiras referentes a gestão arquivística de documentos em ambientes digitais. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) FLORES, Daniel. Transformação digital por inovação sustentada ou tecnologias disruptivas em arquivos. Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - Instituto de Arte e Comunicação Social: Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2018. LACOMBE, C.; RONDINELLI, R. C. Gestão e preservação de documentos arquivísticos digitais: revisitando alguns dos conceitos que as precedem. Acervo, Rio de Janeiro, v. 29, n. 2, p. 61-73, jul./dez. 2016. Disponível em: <http://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/709/744>. Acesso em: 14 mar. 2019. RONDINELLI, R. C. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (CONARQ). Resolução n. 37 de 19 de dezembro de 2012. Aprova as Diretrizes para a Presunção de Autenticidade de Documentos Arquivísticos Digitais. CONARQ: Rio de Janeiro, 2012. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (CONARQ). e-ARQ Brasil: Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos /Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos. 1.1. versão. Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 2011. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (CONARQ). Resolução n. 43 de 04 de setembro de 2015 - Diretrizes para a implementação de repositórios arquivísticos digitais confiáveis- RDCArq. Rio de Janeiro, 2015. 25 p. COOK, Terry. Archivalscienceandpostmodernism: new formulations for oldconcepts. Archival Science: InternationalJournalonRecordedInformation, vol 1, n. 1, p. 03 - 24, 2001a. |
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5º Período
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ067 |
Fundamentos da Representação da Informação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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|
Estudo dos fundamentos teóricos e metodológicos da representação da informação em arquivos. Compreensão das linguagens documentárias, indexação, resumo e análise conceitual. Estruturação e avaliação de sistemas de indexação. Estudo das normas nacionais e internacionais de descrição arquivística. Princípios e práticas de arranjo e descrição documental. Normalização e padronização da descrição em ambientes arquivísticos. Elaboração e uso de instrumentos de pesquisa como guias, inventários, catálogos e repertórios. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Desenvolver nas discentes competências teóricas e práticas para compreender e aplicar os fundamentos da representação da informação arquivística, com ênfase na indexação, na descrição e na elaboração de instrumentos de pesquisa conforme normas arquivísticas.
ESPECÍFICOS: Compreender os fundamentos e as finalidades da representação da informação e da descrição arquivística. Analisar e aplicar os princípios, normas e instrumentos técnicos voltados à organização e recuperação da informação em arquivos. Identificar e utilizar as diferentes linguagens documentárias e estruturas conceituais na representação da informação arquivística. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) COUTURE, Carol; ROUSSEAU, Jean-Yves. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. MARCONDES, Carlos Alberto Ávila Araújo. Representação da informação: fundamentos e aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Arquivologia e representação da informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) SANTAELLA, Lucia. Linguagens contemporâneas da informação. São Paulo: Paulus, 2000. BELLUZZO, Regina Célia Baptista. Organização e representação da informação: indexação e recuperação. Brasília: Thesaurus, 2003. FERREIRA, Sueli Mara S.P.; TOMAÉL, Maria Inês. Arquivística: fundamentos para uma nova teoria. Brasília: Briquet de Lemos, 2006. CONARQ. Normas brasileiras de descrição arquivística (NOBRADE). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2006. BOCCATO, Vera Regina Casari; GRACIOSO, Luciana de Souza. Estudos de linguagem em ciência da informação. Campinas, SP: Alinea, 2011. 211 p., il. ISBN 9788575164389. Nº de chamada: 025.4 E82;Nº de exemplares:3. CHERRY, Colin.A comunicação humana: uma recapitulação, uma vista de conjunto e uma crítica. São Paulo: Ed. Cultrix: Editora da Universidade de São Paulo, 1971. 500 p., il., 19 cm. Nº de chamada: 302.2 C522c;Nº de exemplares:2. DODEBEI, Vera Lúcia Doyle. Tesauro:linguagem de representação da memória documentária. Niterói, RJ; Rio de Janeiro: Intertexto: Interciência, 2002. 120 p., il. Bibliografia: p.113. ISBN 8571930643. Nº de chamada: 025.49 D643t; Nº de exemplares:9. POMBO, Olga. Da classificação dos seres à classificação dos saberes. Revista da Biblioteca Nacional de Lisboa, nº 2, Primavera, pp. 19-33. 1998. Disponível em: <http://www.educ.fc.ul.pt/hyper/resources/opombo-classificacao.pdf>.Acesso em: 20 jun.2017.
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||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHQ068 |
Tecnologias Digitais na Prática Arquivística |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IHQ066 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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|
Estudo das tecnologias digitais aplicadas à prática arquivística contemporânea. Aborda sistemas de gestão eletrônica de documentos (GED), repositórios digitais, metadados arquivísticos, interoperabilidade, preservação digital, automação de processos e inteligência artificial. Discute os impactos, desafios e potencialidades das tecnologias na gestão documental, no acesso à informação e na atuação do arquivista. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Analisar criticamente o uso das tecnologias digitais na prática arquivística, compreendendo suas funcionalidades, limites e contribuições para a gestão, preservação e difusão da informação arquivística.
ESPECÍFICOS: Identificar os principais sistemas e ferramentas digitais utilizados na gestão de documentos e arquivos. Avaliar as implicações do uso de tecnologias digitais para a autenticidade, integridade e acessibilidade da informação arquivística. Compreender os conceitos de preservação digital, metadados, interoperabilidade e automação aplicados ao contexto arquivístico.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) Berno, A., Peixe, A. M. M., &Balsan, J. (2024). O uso da inteligência artificial na gestão de documentos e de dados. Pesquisa Brasileira Em Ciência Da Informação E Biblioteconomia, 19(3). Recuperado de https://pbcib.com/index.php/pbcib/article/view/62270 TEIXEIRA, J.; OLIVEIRA DE ALMEIDA, J.; BARBOSA SALLES GAVA, T.; CANELHAS PIGNATARO, T.; MORAES DORIGUETO, J. M. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL APLICADA A DOCUMENTOS EM SUPORTE PAPEL: o caso do sistema SEP no ES. Archeion Online, [S. l.], v. 13, n. Edição Especial, p. 95–105, 2025. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/archeion/article/view/72530. Acesso em: 2 jul. 2025.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CHOO, C. W. 1953-A organização do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões.I Chun Wei Choo; tradução Eliana Rocha. -São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2003. LOPES, Rosângela Bezerra. Preservação digital: conceitos, estratégias e aplicações. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2016. RIBEIRO, Fernanda Martins. Arquivística e tecnologia da informação: inter-relações e desafios. In: Informação & Informação, v. 18, n. 2, 2013. HUTCHINSON, P. Reinventinginnovation management: theimpactof self-innovating artificial intelligence. IEEE TransactionsonEngineeringManagement,v.68, n.2, p.628-639, 2020.Disponível em:https://doi.org/10.1109/TEM.2020.2977222. Acesso em: 07 ago. 2024 MACHADO, J. S., HOLANDA, F. S. R., BANDEIRA, A. A., MENEZES, A. C., NOGUEIRA, T. A., SANTOS, J. B; BRILHANTE, A. L. P. A inovação tecnológica e os desafios representados pela Inteligência Artificial.RevistaThema,v. 22, n. 1, p. 151-168, 2023.Disponível em:https://periodicos.ifsul.edu.br/index.php/thema/article/view/2991. Acesso em: 07 ago. 2024 SINGH, R., GILDHIYAL, P.An artificial intelligence-enhancedmethodology for automating global document management systems operations. In:2023 IEEE InternationalConferenceonIntegratedCircuitsand Communication Systems (ICICACS). Proceedings...IEEE,2023. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHQ069 |
Laboratório de Prática Arquivística II |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Aplicação prática dos conhecimentos teóricos da Arquivologia em ambientes simulados ou reais. Realização de atividades como identificação, classificação, arranjo, descrição, avaliação, conservação preventiva e digitalização de documentos. Elaboração de instrumentos técnicos e relatórios. Observação e atuação em arquivos institucionais, visando à articulação entre teoria, prática e realidade profissional. |
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|
OBJETIVOS |
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|
GERAL: Proporcionar ao estudante a vivência prática das atividades arquivísticas fundamentais, promovendo a integração entre teoria, técnica e contexto institucional, com vistas ao desenvolvimento de competências profissionais aplicadas.
ESPECÍFICOS: Aplicar metodologias arquivísticas no tratamento de documentos físicos e/ou digitais, conforme os princípios da área. Produzir instrumentos técnicos (guias, inventários, tabelas de temporalidade) com base na prática supervisionada. Refletir criticamente sobre os desafios da atuação profissional nos diferentes contextos institucionais de arquivos.
—-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. Rio de Janeiro: FGV, 2006. BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 5. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2007. CONARQ. Diretrizes para a implantação de arquivos permanentes. Brasília: Arquivo Nacional, 2011. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T. A. Queiroz, 1991. FONSECA, Maria Odila. Arquivologia e ciência da informação. Rio de Janeiro: FGV, 2005. JARDIM, José Maria. A formação do arquivista no Brasil. Rio de Janeiro: EDUFF, 1999. ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. SILVA, Armando Malheiro da; RIBEIRO, Fernanda et al. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. 3. ed. Porto: Edições Afrontamento, 2009. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ036 |
Acesso, Uso e Difusão de Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IHQ025 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Abordar o conceito de acesso e difusão em Arquivos. A Legislação pertinente ao acesso e difusão. Refletir ações para acesso e difusão a documentos e informações no universo dos arquivos. Discutir política de acesso e difusão nos arquivos públicos e privados. |
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|
OBJETIVOS |
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|
GERAL: Analisar criticamente os conceitos, fundamentos legais e práticas associadas ao acesso e à difusão de documentos e informações em arquivos, com ênfase na construção de políticas arquivísticas inclusivas, transparentes e socialmente comprometidas, tanto em instituições públicas quanto privadas.
ESPECÍFICOS: Conceituar o significado de acesso e difusão de documentos e informações na sociedade atual; Arrolar historicamente as legislações pertinentes ao acesso e difusão de documentos e informações em arquivos; Discutir o valor social da informação; Refletir meios de promover o acesso e difusão de documentos e informações para a sociedade de forma inclusiva. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BELLOTTO, H. L. Arquivos Permanentes: tratamento documental. São Paulo: T. A. Queiroz, 1991. ROCKEMBACH, M. Difusão em arquivos: uma função arquivística, informacional e comunicacional. Informação Arquivística, Rio de Janeiro, v. 4, n. 1, p. 98-118, 2015. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/41739. SMIT, J. W. Recuperação, acesso e uso dos documentos arquivísticos. Ciência da Informação (Impresso), v. 41, p. 11-23, 2013.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CASARIN, Helen de Castro Silva (Org.) Estudo de Usuário da Informação. Brasília: Thesauros, 2014. ROCKEMBACH, M. Estudos de usuários de arquivo e os desafios da Lei Geral de Proteção de Dados. Acervo, [S. l.], v. 33, n. 3, p. 102–115, 2020. Disponível em: https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/1554. SOUZA, E. D.; ARAÚJO, R. F. Acesso à informação: políticas, tecnologias e transparência. Ciência da Informação em Revista, v. 3, n. 3, 2016. VAZ, G. A.; VENANCIO, R. P. Marketing, difusão, ação e mediação cultural em arquivos públicos. REVISTA ANALISANDO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, v. 6, p. 1-29, 2018. VIEIRA, T. O. ; BITTENCOURT, P. R. ; SIQUEIRA, M. N. Perspectivas de uma literacia arquivística: reflexões sobre arquivos, mediação e usuários. REVISTA IBERO-AMERICANA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, v. 12 n.2, p. 385-404, 2019. |
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6º Período
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
Planejamento e implantação de Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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|
Estudo dos fundamentos e metodologias aplicados ao planejamento e à implantação de arquivos em instituições públicas e privadas. Análise das estruturas organizacionais e político-administrativas. Diagnóstico institucional, gestão de processos e dimensionamento dos serviços arquivísticos. Elaboração de projetos para a criação, reestruturação ou modernização de arquivos e centros de documentação. Aplicação de princípios arquivísticos à realidade institucional com base em marcos legais, normas técnicas e demandas informacionais. |
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|
OBJETIVOS |
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|
GERAL: Desenvolver nos discentes a capacidade de planejar, estruturar e propor projetos de implantação ou reestruturação de arquivos e centros de documentação, considerando aspectos legais, administrativos, funcionais, físicos e informacionais.
ESPECÍFICOS: Desenvolver nos discentes a capacidade de planejar, estruturar e propor projetos de implantação ou reestruturação de arquivos e centros de documentação, considerando aspectos legais, administrativos, funcionais, físicos e informacionais. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CAMARGO, Ana Maria de Almeida; MACHADO, Helena Correa. Como implantar arquivos públicos municipais. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. (Projeto Como Fazer; 3). SCHWIND, R. W. Organização Administrativa. Empresas estatais e empresas público-privadas: novos desafios da atuação empresarial do estado. Revista de Direito Administrativo Contemporâneo, São Paulo, v. 22 s/n, p. 1-18, 2016. Disponível em: http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/documentacao_e_divulgacao/doc_biblioteca/bibli_servicos_produtos/bibli_boletim/bibli_bol_2006/RDAdmCont_n.22.09.PDF Acesso em: 29 jul 2019. BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos. Diretrizes gerais para a implantação de arquivos permanentes. Rio de Janeiro: CONARQ, 2011.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CHIAVENATO, I. Teoria geral da administração. 7. ed. São Paulo: Campus, 2003. CORDEIRO, J. V. B. de M. Reflexões sobre a Gestão da Qualidade Total: fim de mais um modismo ou incorporação do conceito por meio de novas ferramentas de gestão? Revista da FAE, Curitiba, v.7, n.1, p.19-33, jan./jun. 2004. Disponível em: http://jetaconsul.dominiotemporario.com/doc/Reflexoes_sobre_a_Gestao_da_Qualidade_Total.pdf Acesso em: 29 jul 2019 LOPES, Luiz Carlos. A nova arquivística na modernização administrativa. 2. ed. Brasília: Projeto Editorial, 2009. BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T.A. Queiroz, 1991. BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos. Diretrizes gerais para a implantação de arquivos permanentes. Rio de Janeiro: CONARQ, 2011. TESSITORE, V. Como implantar centros de documentação. São Paulo: Arquivo de Estado/Imprensa Oficial do Estado, 2003. (Projeto Como Fazer; 9). |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
||||
|
IHQ038 |
Metodologia da Pesquisa |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Conhecimento, ciência e ideologia. Paradigmas da pesquisa social. Métodos e técnicas nas Ciências Sociais. Abordagens qualitativa e quantitativa em Ciências Sociais. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Analisar os diferentes abordagens e métodos de investigação e compreender a complexidade da pesquisa no contexto das Ciências Sociais, bem como sua relevância para o avanço científico e tecnológico.
ESPECÍFICOS: Identificar os principais métodos e técnicas de investigação utilizados nas Ciências Sociais, reconhecendo suas particularidades e campos de aplicação. Examinar os fundamentos epistemológicos que sustentam a produção do conhecimento científico, considerando a diversidade de abordagens metodológicas. Refletir criticamente sobre o papel da pesquisa científica no desenvolvimento social, cultural e tecnológico, destacando sua importância para a transformação da realidade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ABREU, Regina. Chiclete eu misturo com banana? Acerca da relação entre teoria e pesquisa em memória social. In. GONDAR, Jô; DOBEDEI, Vera (Org.). O que é memória social? Rio de Janeiro: DPA, 2006. ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução Filosofia da Ciência ao jogo e a suas regras. 4.ed.São Paulo: Loyola, 2002 APPOLINÁRIO, Fábio. Metodologia da Ciência: Filosofia e Prática da Pesquisa. 2a Edição Revista e Atualizada. São Paulo: Cengage Learning, 2015. DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 1985. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2008. SANTA ANNA, Jorge. Relações Paradigmáticas entre Arquivologia e Ciência da Informação. IN:BIBLIOS, No 72 (2018)
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) DUARTE, Jorge; BARROS, Antônio. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. 2a edição. São Paulo: Atlas, 2006. GODOI, Christiane Kleinübing et al (Org.). Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2006. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2001. TRIVIÑOS, Augusto. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987 VALENTIM, M. L. P. (org.) Métodos qualitativos de pesquisa em Ciência da Informação. São Paulo: Polis, 2005. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ071 |
Laboratório de Prática Arquivística III |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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|
Aplicação prática dos conhecimentos teóricos da Arquivologia em ambientes simulados ou reais. Realização de atividades como identificação, classificação, arranjo, descrição, avaliação, conservação preventiva e digitalização de documentos. Elaboração de instrumentos técnicos e relatórios. Observação e atuação em arquivos institucionais, visando à articulação entre teoria, prática e realidade profissional. |
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|
OBJETIVOS |
||||||
|
GERAL: Proporcionar ao estudante a vivência prática das atividades arquivísticas fundamentais, promovendo a integração entre teoria, técnica e contexto institucional, com vistas ao desenvolvimento de competências profissionais aplicadas.
ESPECÍFICOS: Aplicar metodologias arquivísticas no tratamento de documentos físicos e/ou digitais, conforme os princípios da área. Produzir instrumentos técnicos (guias, inventários, tabelas de temporalidade) com base na prática supervisionada. Refletir criticamente sobre os desafios da atuação profissional nos diferentes contextos institucionais de arquivos.
—-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA
Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. Rio de Janeiro: FGV, 2006. BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 5. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2007. CONARQ. Diretrizes para a implantação de arquivos permanentes. Brasília: Arquivo Nacional, 2011. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T. A. Queiroz, 1991. FONSECA, Maria Odila. Arquivologia e ciência da informação. Rio de Janeiro: FGV, 2005. JARDIM, José Maria. A formação do arquivista no Brasil. Rio de Janeiro: EDUFF, 1999. ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. SILVA, Armando Malheiro da; RIBEIRO, Fernanda et al. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. 3. ed. Porto: Edições Afrontamento, 2009. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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IHQ072 |
Fundamentos da Preservação em Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo introdutório dos conceitos de preservação, conservação e restauro de documentos arquivísticos. Ênfase no planejamento institucional da preservação, elaboração de diagnósticos, definição de prioridades e construção de instrumentos de gestão arquivística voltados à preservação. Aborda ações preventivas e políticas públicas no contexto dos arquivos permanentes e intermediários. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Analisar os fundamentos e estratégias de planejamento voltados à preservação arquivística, com foco na elaboração de políticas, diagnósticos e instrumentos de gestão que assegurem a integridade e o acesso continuado aos documentos.
ESPECÍFICOS: Reconhecer os conceitos básicos de preservação, conservação e restauro e suas distinções no contexto arquivístico. Desenvolver habilidades para identificar necessidades, definir prioridades e propor estratégias de gestão da preservação. Compreender a importância de políticas e instrumentos normativos na preservação dos acervos arquivísticos.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) SILVA, Maria Cristina Bruno da. Preservação e conservação de acervos documentais. São Paulo: SENAC, 2006. 2. SÁ, Eliane. Política de preservação de documentos de arquivo. Brasília: Arquivo Nacional, 2009. BASTOS, Mônica Ribeiro da Silva. Diagnóstico ambiental em arquivos: parâmetros e práticas para preservação. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2014.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CARVALHO, Tânia Mara. Conservação preventiva em arquivos: teoria e prática. Brasília: Thesaurus, 2012. LOPES, Rosângela Bezerra. Preservação digital: conceitos, estratégias e aplicações. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2016. BASTOS, Mônica Ribeiro da Silva. Diagnóstico ambiental em arquivos: parâmetros e práticas para preservação. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2014. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (CONARQ). Diretrizes para a política de preservação de documentos arquivísticos. Brasília: Arquivo Nacional, 2014. FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Preservação de acervos: uma construção coletiva. São Paulo: Associação Brasileira de Encadernação e Restauro, 2012. |
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7º Período
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ041 |
Estágio Supervisionado I |
3.1.2.0 |
15 |
60 |
00 |
IHQ027 |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Vivência prática supervisionada em instituições públicas ou privadas, com foco no diagnóstico técnico da realidade arquivística institucional. Aplicação dos fundamentos teóricos e metodológicos da Arquivologia em ambiente profissional. Elaboração de relatório técnico contendo análise da estrutura, processos e desafios da gestão documental. Interação com profissionais da área e observação das rotinas arquivísticas. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Capacitar o discente para a realização de diagnóstico situacional e técnico de unidades arquivísticas, reconhecendo os processos de produção, tramitação, uso, avaliação e conservação de documentos, sob a supervisão de um arquivista habilitado.
ESPECÍFICOS: Aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso na observação da realidade arquivística institucional. Desenvolver habilidades de análise crítica e diagnóstica de arquivos, considerando aspectos estruturais, funcionais e legais. Elaborar um relatório técnico-diagnóstico que sirva de base para futuras intervenções arquivísticas. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº 9.394/1996 – Dispõe sobre as Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 20 de dezembro de 1996. Brasília: Diário Oficial da União, 1996.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025 BRASIL. Lei n. 6546, de 4 de julho de 1978. Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Arquivista e de Técnico de Arquivo, e dá outras providências. Diário Oficial da república Federativa do Brasil. Brasília, DF, 5 de jul. 1978. BRASIL. Lei n. 8159, de 8 de janeiro de 1991. Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências. Diário Oficial da república Federativa do Brasil. Brasília, DF, 9 de jan. 1991. COOK, Terry. Archivalscienceandpostmodernism: new formulations for oldconcepts. Archival Science: InternationalJournalonRecordedInformation, vol 1, n. 1, p. 03 - 24, 2001a. DELMAS, Bruno. Arquivos para que? São Paulo/; Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), 2010. SCHELLENBERG, Theodore. Roosevelt. Arquivos modernos: princípios e técnicas. Pref. H. L. White, José Honório Rodrigues. Trad. Nilza Teixeira Soares. 4. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ073 |
Trabalho de Conclusão de Curso I |
4.1.2.1 |
15 |
60 |
15 |
IHQ038 |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo dos elementos constitutivos do projeto de pesquisa científica, com ênfase na seleção e delimitação do tema, formulação do problema, definição de objetivos, justificativa, revisão de literatura, fundamentação teórica, metodologia e cronograma. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Orientar os estudantes na elaboração do projeto de pesquisa do Trabalho de Conclusão de Curso, promovendo o desenvolvimento de competências teóricas e metodológicas necessárias à construção de uma proposta científica coerente, relevante e alinhada às normas acadêmicas.
ESPECÍFICOS: Auxiliar na delimitação do tema, na formulação do problema de pesquisa e na definição dos objetivos gerais e específicos do projeto. Orientar a construção do referencial teórico e da metodologia de pesquisa, com base na revisão de literatura e nos pressupostos científicos adequados à área de estudo. Promover a aplicação das normas acadêmicas e científicas na estruturação do projeto de pesquisa, assegurando coerência, clareza e viabilidade da proposta investigativa. —-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. No caso de TCC I, já um evento aberto para sociedade onde os alunos apresentam seus projetos, tanto monográficos quanto produtos, se caracterizando como prática extensionista. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 15287:2011 – Projeto de Pesquisa - Apresentação. Outras normas da ABNT necessárias para aplicação da Norma ABNT NBR 15287:2011. BARBALHO, Célia Regina Simonetti; VALE, Milene Miguel; MARQUEZ, Suely Oliveira Moraes. Metodologia do Trabalho Científico: Normas para a construção de trabalhos acadêmicos. Manaus: EDUA, 2017. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalho científico. 5a.ed. Belo Horizonte :Interlivros, 1977.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, ago.2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, ago.2002. BARROS, José D'Assunção. O projeto de pesquisa em história: da escolha do tema ao quadro teórico. 4. ed. Petrópolis,RJ: Vozes, 2007. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 10.ed. São Paulo, SP: Perspectiva, 1989.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHQ074 |
Laboratório de Prática Arquivística IV |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
- |
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|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Aplicação prática dos conhecimentos teóricos da Arquivologia em ambientes simulados ou reais. Realização de atividades como identificação, classificação, arranjo, descrição, avaliação, conservação preventiva e digitalização de documentos. Elaboração de instrumentos técnicos e relatórios. Observação e atuação em arquivos institucionais, visando à articulação entre teoria, prática e realidade profissional. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar ao estudante a vivência prática das atividades arquivísticas fundamentais, promovendo a integração entre teoria, técnica e contexto institucional, com vistas ao desenvolvimento de competências profissionais aplicadas.
ESPECÍFICOS: Aplicar metodologias arquivísticas no tratamento de documentos físicos e/ou digitais, conforme os princípios da área. Produzir instrumentos técnicos (guias, inventários, tabelas de temporalidade) com base na prática supervisionada. Refletir criticamente sobre os desafios da atuação profissional nos diferentes contextos institucionais de arquivos.
—-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. Rio de Janeiro: FGV, 2006. BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 5. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2007. CONARQ. Diretrizes para a implantação de arquivos permanentes. Brasília: Arquivo Nacional, 2011. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T. A. Queiroz, 1991. FONSECA, Maria Odila. Arquivologia e ciência da informação. Rio de Janeiro: FGV, 2005. JARDIM, José Maria. A formação do arquivista no Brasil. Rio de Janeiro: EDUFF, 1999. ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. SILVA, Armando Malheiro da; RIBEIRO, Fernanda et al. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. 3. ed. Porto: Edições Afrontamento, 2009. |
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8º Período
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHQ042 |
Estágio Supervisionado II |
3.1.2.0 |
15 |
60 |
00 |
IHQ041 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Execução prática de plano de ação arquivístico, com foco na proposição e implementação de soluções técnicas a partir do diagnóstico institucional. Acompanhamento e avaliação da aplicação de instrumentos e metodologias arquivísticas. Elaboração de relatório final com fundamentação teórico-prática. Atuação com foco ético, social e informacional. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Consolidar a formação profissional do discente por meio da implementação de um plano de intervenção técnico-arquivístico, com base em diagnóstico anterior, promovendo a articulação entre teoria, prática e função social dos arquivos.
ESPECÍFICOS: Executar atividades arquivísticas planejadas, com base em princípios e normas técnicas da área. Produzir e aplicar instrumentos de gestão documental em arquivos institucionais. Elaborar relatório final que documente, justifique e avalie criticamente a intervenção realizada. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº 9.394/1996 – Dispõe sobre as Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 20 de dezembro de 1996. Brasília: Diário Oficial da União, 1996.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BRASIL. Lei n. 6546, de 4 de julho de 1978. Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Arquivista e de Técnico de Arquivo, e dá outras providências. Diário Oficial da república Federativa do Brasil. Brasília, DF, 5 de jul. 1978. BRASIL. Lei n. 8159, de 8 de janeiro de 1991. Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências. Diário Oficial da república Federativa do Brasil. Brasília, DF, 9 de jan. 1991. COOK, Terry. Archivalscienceandpostmodernism: new formulations for oldconcepts. Archival Science: InternationalJournalonRecordedInformation, vol 1, n. 1, p. 03 - 24, 2001a. DELMAS, Bruno. Arquivos para que? São Paulo/; Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), 2010. SCHELLENBERG, Theodore. Roosevelt. Arquivos modernos: princípios e técnicas. Pref. H. L. White, José Honório Rodrigues. Trad. Nilza Teixeira Soares. 4. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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|
IHQ075 |
Trabalho de Conclusão de Curso II |
4.1.2.1 |
15 |
60 |
15 |
IHQ073 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Desenvolvimento, sistematização, redação final e defesa pública do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), a partir do projeto elaborado na disciplina de TCC I. Aplicação dos fundamentos teórico-metodológicos da Arquivologia ou de áreas correlatas, com vistas à produção de conhecimento científico ou técnico. Orientação individualizada pelo(a) docente orientador(a), conforme normas institucionais e critérios ético-acadêmicos. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Viabilizar a conclusão do Trabalho de Conclusão de Curso, com a elaboração de um produto acadêmico final estruturado, que articule teoria e prática, demonstrando domínio de conteúdo, capacidade crítica e metodológica.
ESPECÍFICOS: Consolidar a pesquisa iniciada na disciplina de TCC I, por meio do aprofundamento do referencial teórico, coleta de dados e análise. Produzir um trabalho acadêmico individual, com estrutura e rigor científico, em conformidade com as normas da UFAM e da ABNT. Apresentar e defender oralmente os resultados obtidos perante banca avaliadora, demonstrando clareza, objetividade e domínio do tema. —-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. No caso de TCC II, já há a cultura de realização de um evento aberto para sociedade onde os alunos apresentam seus projetos, tanto monográficos quanto produtos. Além disso, especificamente nos produtos, há a execução e apresentação prática do produto, o que também se caracteriza como prática extensionista. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 15287:2011 – Projeto de Pesquisa - Apresentação. Outras normas da ABNT necessárias para aplicação da Norma ABNT NBR 15287:2011. BARBALHO, Célia Regina Simonetti; VALE, Milene Miguel; MARQUEZ, Suely Oliveira Moraes. Metodologia do Trabalho Científico: Normas para a construção de trabalhos acadêmicos. Manaus: EDUA, 2017. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalho científico. 5a.ed. Belo Horizonte :Interlivros, 1977.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, ago.2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, ago.2002. BARROS, José D'Assunção. O projeto de pesquisa em história: da escolha do tema ao quadro teórico. Petrópolis,RJ: Vozes, 2007. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 10.ed. São Paulo, SP: Perspectiva, 1989. |
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Disciplinas optativas
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHQ076 |
Acessibilidade e Inclusão em Ambientes Arquivísticos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo dos fundamentos, políticas e práticas de acessibilidade e inclusão em ambientes arquivísticos. Discussão sobre diversidade, equidade e direitos humanos no acesso à informação. Análise das barreiras comunicacionais, físicas e digitais em arquivos. Aplicação de legislações, normas técnicas e diretrizes institucionais relacionadas à inclusão de pessoas com deficiência e outros públicos com necessidades específicas. Desenvolvimento de estratégias arquivísticas inclusivas com base na acessibilidade informacional, na descrição acessível, na linguagem simples e na adaptação de suportes e serviços. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Estudo dos fundamentos, políticas e práticas de acessibilidade e inclusão em ambientes arquivísticos. Discussão sobre diversidade, equidade e direitos humanos no acesso à informação. Análise das barreiras comunicacionais, físicas e digitais em arquivos. Aplicação de legislações, normas técnicas e diretrizes institucionais relacionadas à inclusão de pessoas com deficiência e outros públicos com necessidades específicas. Desenvolvimento de estratégias arquivísticas inclusivas com base na acessibilidade informacional, na descrição acessível, na linguagem simples e na adaptação de suportes e serviços.
ESPECÍFICOS: Identificar os principais conceitos, legislações e políticas públicas relacionadas à acessibilidade e inclusão em arquivos. Analisar criticamente os desafios e barreiras que dificultam o acesso equitativo à informação arquivística. Propor estratégias técnicas, tecnológicas e comunicacionais para a promoção da acessibilidade em arquivos públicos e privados.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) DODGE, B. P. (Org.). Acessibilidade em arquivos: princípios e práticas para a inclusão. São Paulo: Arquivo Aberto, 2021. MAZZONI, V. R.; COSTA, L. M. da. Acessibilidade e inclusão: desafios e perspectivas nas instituições de memória. Brasília: MEC/Inep, 2019. GIL, Gisela. Acessibilidade em arquivos e bibliotecas: diretrizes para a promoção do acesso à informação. São Paulo: SENAC, 2016.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BRASIL. Lei nº 13.146/2015 – Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Brasileira de Inclusão). BRASIL. Decreto nº 5.296/2004 – Regulamenta as Leis nº 10.048 e nº 10.098 sobre acessibilidade. BRASIL. Decreto nº 5.626/2005 – Regulamenta o ensino de Libras e a acessibilidade linguística. MENDONÇA, A.; OLIVEIRA, T. R. (Orgs.). Memória e exclusão: acessibilidade em arquivos e centros de documentação. Salvador: EDUFBA, 2020. NASCIMENTO JUNIOR, E. F. ; SILVA, C. M. S. ; SILVA, L. A. S. . Olhares cegos: transformando fotografias em sons, a importância da audiodescrição no acesso à informação por usuários com deficiência visual. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO EM REVISTA, v. esp, p. 57-69, 2020. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHQ078 |
Antropologia da Informação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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Surgimento da Antropologia, desenvolvimento e principais correntes teóricas. A antropologia diante do quadro das ciências. Conceito antropológico de cultura e culturainformacional. Etnocentrismo e relativismo cultural: conceitos e desafios emcompreendê-los. O método de investigação antropológico e o significado da ação social emum mundo informacional. Compreensão, códigos e análise das relações sociais de inclusão eexclusão nas redes informacionais. Comunidades e grupos de produção, compartilhamentode informação como formadores de sentido. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender os fundamentos da Antropologia e sua evolução teórica, relacionandoseus conceitos centrais – como cultura, etnocentrismo, relativismo e ação social – aocontexto das redes informacionais e às dinâmicas socioculturais de produção,compartilhamento e exclusão de informação, visando a análise crítica das comunidadesinformacionais e seus códigos de sentido no mundo contemporâneo.
ESPECÍFICOS: Analisar o surgimento da Antropologia e suas principais correntes teóricas, compreendendo sua inserção no campo das ciências humanas e sociais. Discutir os conceitos antropológicos de cultura, etnocentrismo e relativismo cultural, relacionando-os aos desafios contemporâneos de compreensão intercultural em contextos informacionais. Explorar o método de investigação antropológico e sua aplicabilidade na análise das práticas sociais relacionadas à produção, circulação e exclusão de informações. Investigar as dinâmicas socioculturais de comunidades e grupos informacionais, identificando como produzem e compartilham sentidos e códigos nas redes digitais e presenciais. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio deJaneiro: Rocco, 1987 ______. A Casa e a Rua: espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil. Rio deJaneiro: Rocco, 1997. FELDMAN-BIANCO, Bela; LEITE, Míriam L. Moreira (Orgs.). Desafios daimagem: fotografia, iconografia e vídeo nas ciências sociais. Campinas: Papirus, 1998.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CUNHA, Olivia. M. Gomes da. Navegar pelos arquivos da ciência. Revista da Biblioteca Mindlin, v. 4, p. 22-51, 2022. FERREIRA, L. C. M. Dramas de família em arquivos da burocracia: etnografia de um programa de assistência a familiares de crianças e adolescentes desaparecidos. In: 37o Encontro Anual da ANPOCS, 2013, Águas de Lindóia. Anais do 37o Encontro Anual da Anpocs, 2013. FERREIRA, L. C. M. Narrativas documentais sobre vidas e mortes anônimas: uma antropologia dos arquivos do IML-RJ. In: 31o Encontro Anual da ANPOCS, 2007, Caxambu. 31o Encontro Anual da ANPOCS, 2007. LOWENKRON, L.; FERREIRA, L. C. M. Perspectivas antropológicas sobre documentos: diálogos etnográficos na trilha de papeis policiais. In: Letícia Ferreira e Laura Lowenkron. (Org.). Etnografia de documentos Pesquisas antropológicas entre papéis, carimbos e burocracias. 1ed.Rio de Janeiro: E-papers, 2020, v. 1, p. 17-52. FERREIRA, L. C. M. Arquivos de silêncio e anonimato: classificação de cadáveres e gestão da morte indigente no Brasil. In: Antonio Carlos de Souza Lima. (Org.). Tutela: Formação de Estado e tradições de gestão no Brasil. 1ed.Rio de Janeiro: E-Papers, 2014, v. , p. 343-366. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|
|||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ019 |
Arquivos e Cultura Brasileira |
4.4,0,0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
|
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|
EMENTA |
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|
Os arquivos públicos brasileiros e sua importância para a cultura nacional, representação coletiva, constituição de identidade. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar o conhecimento do processo de formação cultural dos povos brasileiro, seus elementos básicos, suas implicações nas concepções de mundo. Valorizar as experiências multiculturais do povo brasileiro, como elemento de facilitador da comunicação sob o viés dos valores informacionais e históricos oriundos dos Arquivos Públicos. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ABRIL CULTURAL. “O baú de sua majestade: os tesouros dos arquivos da família Orleans e Bragança”. Veja, 25 de março de 1998, p. 132-37. FONSECA, Maria Odilia. Informação, arquivos, instituições arquivísticas. Arquivo & Administração, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, jan./jun. 1998. HOLANDA, Sergio Buarque. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ARANTES, Antônio Augusto. O que é cultura popular. 14. ed. São Paulo: Brasilense, 1999. AZEVEDO, Fernando de. A cultura brasileira: introdução ao estudo da cultura no Brasil. 4. ed. Brasília: UNB, 1963. JARDIM, José Maria. Instituições arquivísticas: estrutura e organização: a situação dos arquivos estaduais. R. do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro, n. 21, p. 39-42, 1986. RONDINELLI, Rosely C. Inventário analítico do Arquivo Permanente do Museu do Índio – FUNAI – Documentos textuais: 1950-1994.Rio de Janeiro: Museu do Índio, 1997. SÃO PAULO (Cidade). Secretaria Municipal de Cultura. Departamento do Patrimônio Histórico. O direito à memória: patrimônio histórico e cidadania. São Paulo: DPH, 1992. SANTOS, José Luiz dos. O que é cultura. 16. ed. São Paulo: Brasiliense, 2006. (Coleção Primeiros Passos; 110).
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|
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ080 |
Arquivos e Direitos Humanos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo das relações entre arquivos e direitos humanos a partir de perspectivas teóricas, políticas e éticas. A disciplina aborda os fundamentos do direito à memória, à verdade e à justiça, os marcos normativos nacionais e internacionais, e o papel dos arquivos em contextos de repressão, reparação histórica e justiça de transição. Analisa a atuação dos arquivistas na defesa de direitos, a acessibilidade da informação e a indocumentação em grupos vulnerabilizados. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender criticamente as interfaces entre arquivos e direitos humanos, analisando seu papel social na promoção da cidadania, da memória e da justiça.
ESPECÍFICOS: Discutir o papel político e ético dos arquivos na proteção e promoção dos direitos humanos; Analisar os principais marcos jurídicos e normativos nacionais e internacionais sobre arquivos e direitos humanos; Estudar casos de uso dos arquivos em processos de justiça de transição e reparação histórica; Refletir sobre as políticas arquivísticas voltadas à inclusão, à diversidade e à acessibilidade; Desenvolver consciência crítica sobre a atuação do arquivista frente às violações de direitos. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS. Princípios básicos sobre o papel dos arquivistas na defesa dos direitos humanos. Informação Arquivística, v. 5, n. 1, 2016. COUGO JUNIOR, F. A. O ensino de arquivos, Arquivologia e direitos humanos no Brasil. Informação Sociedade, v. XX, n. X, 2024. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. Programa da disciplina Arquivos e Direitos Humanos. UFSM, 2019.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BENEVIDES, M. V. Educação em direitos humanos: de que se trata? In: BARBOSA, R. L. B. Formação de educadores. São Paulo: UNESP, 2003. GERACI, N.; CASWELL, M. Desenvolvendo uma tipologia de documentos relacionados aos direitos humanos. Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação, 2019. QUINTANA, A. G. Políticas archivísticas para la defensa de losDerechos Humanos. Revista Andaluza de Archivos, n. 5, 2008. UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Programa da disciplina Arquivos e Direitos Humanos. UnB, 2023. RIO GRANDE DO SUL. Relatório Azul 2004: garantias e violações dos direitos humanos. Porto Alegre: CORAG, 2004. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ054 |
Arquivos Pessoais |
4.4,0,0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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A disciplina aborda o conceito de arquivos e coleções pessoais e familiares, bem como a caracterização da especificidade destes arquivos. O curso visa oferecer aos alunos conhecimento teórico e metodológico necessário para o tratamento de arquivos criados por indivíduos e famílias a partir da análise dos atuais procedimentos adotados pela área. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Demonstrar uma compreensão clara das questões teóricas e metodológicas relacionadas com arquivos de indivíduos e famílias; demonstrar a capacidade de tratar arquivos pessoais por meio do arranjo e descrição, com vistas a promoção do acesso aos documentos, bem como de seu conteúdo. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) HEYMANN, Luciana Quillet. O lugar do arquivo: a construção do legado de Darcy Ribeiro. Rio de Janeiro: Contracapa: FAPERJ, 2012. 237 p. Inclui REFERÊNCIA. ISBN 9788577401192 (broch.). Nº de chamada: 025.171 H618; Nº de exemplares: 6 MARQUES, Angelica Alves da Cunha; RODRIGUES, GeorgeteMedleg; SANTOS, Paulo Roberto Elian dos. História da arquivologia no Brasil: instituições, associativismo e produção científica. Rio de Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, 2014. 224 p. Inclui REFERÊNCIA. ISBN 9788585800116 (broch.).Nº de chamada: 025.17140981 H673; Nº de exemplares: 5 MAUSS, Marcel. Ensaios de sociologia. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2009. 493 p. (Estudos, 47). Inclui REFERÊNCIA e notas. ISBN 9788527301930 (broch.). Nº de chamada: 301 M459e; Nº de exemplares: 6
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BELLOTTO, H. S. L. Reconsiderando os arquivos pessoais. Ponto de Acesso, v. 8, n. 1, 2014. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/15135. Acesso em: 25 maio 2017 CAMPOS, J. F. G. Arquivos pessoais, acesso e memória: questões em pauta; archivospersonales, acceso y memoria: cuestiones em juego. Informação & Informação, v. 18, n. 2, 201310.5433/1981-8920.2013v18n2p150. DOI:10.5433/1981-8920.2013v18n2p150. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/13512. Acesso em: 25 maio. 2017. SILVA, M. C. S. M. E. Configuração da informação em documentos de ciência e tecnologia: estudo tipológico no arquivo pessoal do físico bernhardgross. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 18, n. 3, 2013. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/13596.Acessoem: 25 maio 2017. TANUS, G. F. S. C. The placeofpersonalarchives in coursesofarquivology in brazil. Ágora, v. 24, n. 48, 2014. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/14807 . Acesso em: 25 maio. 2017. V.; MATIAS, M. R. Tabela de temporalidade para arquivo pessoal: uma proposta. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, v. 21, n. 3, 2016. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/22231. Acesso em: 25 maio. 2017.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ081 |
Cultura e Informação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Inter-relações e dimensões material e simbólica. Cultura local e global e a questão do multiculturalismo. O real e o virtual na cultura: territorialidade e identidade. Cultura e produção social do conhecimento. Informação, democracia e cidadania. Governo eletrônico e inclusão digital. Bibliotecas, arquivos e museus como espaços educacionais e culturais. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Analisar as inter-relações entre cultura e informação em suas dimensões material e simbólica, compreendendo os impactos das transformações sociotécnicas na produção do conhecimento, nas identidades, na cidadania e na democracia, bem como refletir sobre o papel de bibliotecas, arquivos e museus como espaços estratégicos de inclusão digital, educação e preservação cultural no contexto local e global.
ESPECÍFICOS: Discutir as relações entre cultura local e global, explorando as implicações do multiculturalismo, da territorialidade e das identidades no contexto das culturas real e virtual. Analisar os vínculos entre cultura, informação e produção social do conhecimento, destacando sua relevância para a promoção da cidadania e da democracia. Refletir sobre o papel de bibliotecas, arquivos e museus como espaços culturais e educacionais, considerando sua função na inclusão digital e no fortalecimento de políticas públicas de acesso à informação. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ARAÚJO, Eliany Alvarenga. A construção social da informação: dinâmicas e contextos. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v.2, n.5, out./2001. BOSI, Alfredo. Cultura como tradição. In: BORNHEIM, Gerd et al. Cultura brasileira: tradição/contradição. Rio de janeiro: Jorge Zahar. 1987. p.31-58. DIZARD, Wilson. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. 2 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000. KEESING, Felix M. Antropologia cultural: a ciência dos costumes. Rio de Janeiro: Ed. Fundo de Cultura, 1961. SFEZ, Lucien. A comunicação. Lisboa: Instituto Piaget, 1995.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BENEDICT, Ruth. O desenvolvimento da cultura. In: SHAPIRO, Harry L. Homem, cultura e sociedade. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura S.A., 1966, Cap. 8. CASTRO, Ana lúciaSiaines. O valor da informação: um desafio permanente. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v.3, n.3, jun./2002. RODRIGUES, Ana Maria da Silva; OLIVEIRA, Cristina M. V. Camilo; FREITAS, Maria Cristina Vieira de. Globalização, cultura e sociedade da informação. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.6, n.1, p.97-105, jan./jun.2001. SANTAELLA, Lúcia. Navegar no ciberespaço: o perfil cognitivo do leitor imersivo. São Paulo: Paulus, 2007. XAVIER, Ismail (Org.). A experiência do cinema. Rio de Janeiro: Ed. Graal, 2003. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ052 |
Culturas Afro-Brasileiras |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Diversidade Étnico-Racial na Escola de Ensino Fundamental. Diáspora Negra. Civilizações africanas. Africanos no Brasil: origem e contribuições. Movimento negro. Quilombos: história, organização e cultura. Lei 10639/2003: texto e contexto. Africanidade e Religiosidade. Culturas Afro-brasileiras Contemporâneas. Dimensões do Ensino da Cultura Afro-Brasileira. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Analisar a pluralidade étnica brasileira, em especial a contribuição, política econômica e cultural dos povos africanos para formação do Brasil. Identificar a relevância da consciência negra para a democracia brasileira. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) FREYRE, Gilberto. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. Fernando Henrique Cardoso; Edson Nery da Fonseca, Gustavo Henrique Tuna. 52. ed. São Paulo, SP: Global, 2013. 727 p., il., 24 cm. (Introdução a história da sociedade patriarcal no Brasil, 1). MIRANDA, Claudia; LINS, Mônica Regina Ferreira; COSTA, Ricardo Cesar Rocha da. 167 Relações étnico-raciais na escola: desafios teóricos e práticas pedagógicas após a Lei n. 10.639. Rio de Janeiro: Quartet: FAPERJ, 2012. 370 p. OLIVEIRA, Luiz Fernandes de. História da África e dos africanos na escola: desafios políticos, epistemológicos e identitários para a formação dos professores de história. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio: FAPERJ, 2012. 319p., 23 cm.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) SECCO, Carmen Lucia Tindó,. A magia das letras africanas: ensaios sobre as literaturas de Angola e Moçambique e outros diálogos. 2. ed. Rio de Janeiro: Quartet: CNPq, 2008. 367p. :, il. (algumas col.). GOMES, E. Afrocentricidade: discutindo as relações étnico-raciais na biblioteca. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, v. 21, n. 3, 2016. MARTINIANO, M. C.; SILVA, R. A. A pesquisa etnográfica no arquivo pessoal de nelson coelho de senna. Archeion Online, v. 5, n. 1, 2017. PEREIRA, C. C. S. M.; FARIAS, M. G. G. Análise de mitos africanos em uma comunidade quilombola: comunicação, informação e religiosidade. Comunicação &Informação, v. 19, n. 2, ROLANDI, V. N. F.; VITORINO, A. J. R. Ideologia e reconhecimento: reflexões sobre a obrigatoriedade da temática história e cultura afro-brasileira. ETD - Educação Temática Digital, v. 17, n. 1, 2015. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/18100. Acesso em: 03 set. 2017. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ053 |
Educação Ambiental e Cidadania |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo de questões educacionais relativas ao meio ambiente, considerando a inter-relação homem-natureza, especificamente no que se refere ao ambiente de vida das pessoas, dentro de uma abordagem inter e multidisciplinar dos aspectos: político, ético, econômico, social, ecológico, evolutivo, histórico, cultural, etc. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Sensibilizar o educando para questões relativas à Terra como a manutenção de sua integridade como base de sobrevivência de todas as espécies. - Analisar, historicamente, os valores éticos que vigoram desde o mundo antigo (Grécia) até a pós-modernidade. Propor novos valores para o Terceiro Milênio. - Relacionar ciências com outras dimensões estética, ética, cultural etc. - Compreender, de forma histórica, o processo de desenvolvimento da EA. - Discutir, analiticamente, os pressupostos da EA, com vistas a elaboração de práticas pedagógicas, metodologias e projetos. - Compreender a Hipótese de Gaia de James Lovelock. O Planeta como sistema vivo. - Analisar, criticamente, as crises ambientais nos níveis planetários e locais. - Compreender a visão sistêmica da Capra e Russell. Aplicação em projetos.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Barueri, SP: Manole, 2005. xviii, 842 p., il. (Coleção Ambiental, n.2). Inclui REFERÊNCIA. ISBN 852042188 (enc.). Nº de chamada: 628 S223; Nº de exemplares: 6 SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de textos, 2006. 495 p., il. REFERÊNCIA: p.477-495. ISBN 9788586238796. Nº de chamada: 363.7 S211 ; Nº de exemplares: 17 TELLES, Marcelo de Queiroz; ROCHA, Mário Borges da; PEDROSO, Mylene Lyra; MACHADO, Silvia Maria de Campos. Vivências integradas com o meio ambiente: práticas de educação ambiental para escolas, parques, praças e zoológicos. São Paulo: Sa, c2002. 144 p. Inclui REFERÊNCIA. ISBN 8588193159. Nº de chamada: 577 V857; Nº de exemplares: 8
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) COSTA, C. S. A.; LOUREIRO, C. F. A natureza como “princípio material” de libertação: referenciais para a questão ambiental a partir de enrique dussel. ETD - Educação Temática Digital, v. 17, n. 2, p. 289-307, 2015. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/18009. Acesso em: 03 set. 2017. ESCRIVÃO, G.; NAGANO, M. S. Gestão do conhecimento na educação ambiental: estudo de casos em programas de educação ambiental em universidades brasileiras. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 19, n. 4, 2014. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/16268. Acesso em: 03 set. 2017. FORTUNATO, I. Meio-ambiente ou (meio-ambiente): o desafio da educação frente ao paradoxo ambiental. ETD - Educação Temática Digital, v. 16, n. 3, p. 386-394, 2014. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/18084. Acesso em: 03 set. 2017. LIMA, M. L.; MARQUES, R. C. C. Várzea de Marituba/Brasil: imagem e texto tecendo memórias e narrativas. Ciência da Informação em Revista, v. 4, n. 1, 2017. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/23121. Acesso em: 03 set. 2017. WOLLMANN, E. M. et al. A formação de professores para a inserção da prática ambiental: um relato de experiência. ETD - Educação Temática Digital, v. 16, n. 3, p. 532-550, 2014. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/18026. Acesso em: 03 set. 2017. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ082 |
Educação Patrimonial em Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
00 |
00 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo e aplicação prática de metodologias de educação patrimonial no contexto arquivístico. Aborda a relação entre patrimônio documental, memória social e cidadania. Desenvolve ações de mediaçãocultural e educativa com acervos arquivísticos permanentes, por meio de exposições, oficinas, roteirospedagógicos, projetos de extensão e conteúdos digitais. Enfatiza o papel do arquivista nademocratização do acesso ao patrimônio documental. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Formar o estudante para atuar na mediação entre acervos arquivísticos e a sociedade, por meio de práticas de educação patrimonial que promovam o reconhecimento, a valorização e o uso social dos arquivos permanentes.
ESPECÍFICOS: Compreender os fundamentos da educação patrimonial aplicados ao contexto dos arquivos eda memória institucional. Planejar e executar ações educativas e culturais que articulem acervos arquivísticos comcomunidades escolares, acadêmicas ou locais. Produzir materiais e atividades de mediação cultural em arquivos, considerando suportesfísicos e digitais.
—-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CHAGAS, Mário. Patrimônio cultural: entre a materialidade e a simbologia. Rio de Janeiro: IPHAN, 2005. SOUTO, Rangel; MENEZES, Ângela de Castro. Arquivos e cidadania: a função social dos arquivos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2009. BRASIL. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Educação Patrimonial: histórico e fundamentos. Brasília: IPHAN, 2000.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) GONÇALVES, José Luiz Motta. Arquivos e educação: articulações e possibilidades. São Paulo:Cultura Acadêmica, 2011. SILVA, Edvaldo Pereira da. Arquivos e práticas educativas: uma experiência de educaçãopatrimonial. João Pessoa: UFPB, 2014. GONÇALVES, GenildaAzerêdo. Memória, cultura e patrimônio: interfaces educativas. Campinas:Papirus, 2007. PORTELLI, Alessandro. O que faz a história oral. São Paulo: Letra e Voz, 2016. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025 UNESCO. Educação patrimonial e cidadania cultural. Brasília: UNESCO, 2013. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ083 |
Empreendedorismo |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Principais características e perfil do empreendedor (Comportamento e Personalidade): Habilidades. Competências. Criatividade. Visão de negócio. Atitudes empreendedoras. Análise de mercado: Concorrência, ameaças e oportunidades. Identificação e aproveitamento de oportunidades. Princípios fundamentais de marketing para a empresa emergente. Definição, características e aspectos de um plano de negócios. Empreendedorismo corporativo. O planejamento financeiro nas empresas emergentes. Fundamentos de excelência.
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OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar ao aluno uma visão do empreendedorismo; demonstrar a Importância do empreendedorismo no cenário local e nacional; Debater características e perfil do empreendedor; Desenvolver a capacidade do discente do instrumento de empreendedorismo Business Model Canvas; Desenvolver a capacidade do discente da confecção do Plano de Negócio.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CHIAVENATO, I. Vamos abrir um novo negócio? São Paulo: Makron Books, 1995. DEGEN, Ronald Jean. O Empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. Colaboração de Álvaro AugustoMello. 2 ed. São Paulo: McGraw-Hill,1989. DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. São Paulo: Pioneira, 2005. PEREIRA, Heitor José (org.);
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa, São Paulo: Editora Cultura, 2000. Fundação Prêmio Nacional da Qualidade. Rumo a Excelência/2006 –250 e 500 pontos. São Paulo: FPNQ, 2006. Disponível para download www.fnq.org.brHASHIMOTO, Marcos. Espírito empreendedor nas organizações: aumentando a competitividade através do intra-empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2006. MARINS, Luiz. Ninguém é empreendedor sozinho. São Paulo: Saraiva, 2008. SANTOS, Silvio Aparecido dos (org.). Criando seu próprio negócio: como desenvolver o potencial empreendedor. Brasília: SEBRAE, 1995. ERSE, Bel. A menina do vale: como o empreendedorismo pode mudar sua vida. São Paulo: Casa da Palavra, 2012. Disponível em http://www.ameninadovale.com/volume1/ DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo. São Paulo: Campus, 2008. MENDES, Jeronimo. Manual do empreendedor. São Paulo: Atlas, 2009. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ084 |
Etnografia de Documento |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo dos documentos como artefatos etnográficos no contexto das burocracias. Discussão sobre práticas documentais, relações sociais mediadas por registros e os desafios metodológicos da etnografia em campos marcados pela escrita e pela organização institucional. Análise de experiências de campo e reflexões teóricas sobre a performatividade e os efeitos sociais da documentação. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender os documentos como artefatos etnográficos e analisar criticamente suas funções, significados e efeitos sociais no contexto das burocracias, explorando os desafios teórico-metodológicos da pesquisa antropológica em campos marcados por práticas de documentação e registros institucionais.
ESPECÍFICOS: Analisar as práticas documentais em contextos burocráticos, identificando os sentidos, usos e efeitos sociais dos registros produzidos por instituições e grupos sociais. Explorar abordagens etnográficas aplicadas a documentos, refletindo sobre os desafios metodológicos e epistemológicos envolvidos na observação e interpretação de artefatos escritos. Investigar a materialidade, performatividade e o papel político dos documentos, considerando suas implicações nas dinâmicas de poder, controle, identidade e memória nos contextos estudados. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CUNHA, Olivia. M. Gomes da; CASTRO, Celso. Quando o Campo é o Arquivo. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), Rio de Janeiro, v. 36, p. 3-6, 2005 MOONEN, Frans. Antropologia aplicada. São Paulo, Ática, 1988. MELLO, Marcelo Moura. Visões do campo sobre o arquivo (e vice-versa). In: CUNHA, Flávia Melo da; DULLEY, Iracema; FERIANI, Daniela Moreno. (Org.). Etnografia, etnografias - ensaios sobre a diversidade do fazer antropológico. 1ed.São Paulo: Annablume, 2011, v., p. 189-200. CUNHA, Olivia. M. Gomes da. Do Ponto de Vista de Quem? Diálogos, olhares e etnografias dos/nos arquivos. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), Rio de Janeiro, v. 36, p. 7-32, 2005; FERREIRA, Letícia; LOWENKRON, Laura (org). Etnografia de documentos: Pesquisas antropológicas entre papéis, carimbos e burocracias. 1. ed. – Rio de Janeiro, E-Papers, 2020, 218p.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CUNHA, Olivia. M. Gomes da. Navegar pelos arquivos da ciência. Revista da Biblioteca Mindlin, v. 4, p. 22-51, 2022. FERREIRA, L. C. M. Dramas de família em arquivos da burocracia: etnografia de um programa de assistência a familiares de crianças e adolescentes desaparecidos. In: 37o Encontro Anual da ANPOCS, 2013, Águas de Lindóia. Anais do 37o Encontro Anual da Anpocs, 2013. FERREIRA, L. C. M. Narrativas documentais sobre vidas e mortes anônimas: uma antropologia dos arquivos do IML-RJ. In: 31o Encontro Anual da ANPOCS, 2007, Caxambu. 31o Encontro Anual da ANPOCS, 2007. LOWENKRON, L.; FERREIRA, L. C. M. Perspectivas antropológicas sobre documentos: diálogos etnográficos na trilha de papeis policiais. In: Letícia Ferreira e Laura Lowenkron. (Org.). Etnografia de documentos Pesquisas antropológicas entre papéis, carimbos e burocracias. 1ed.Rio de Janeiro: E-papers, 2020, v. 1, p. 17-52. FERREIRA, L. C. M. Arquivos de silêncio e anonimato: classificação de cadáveres e gestão da morte indigente no Brasil. In: Antonio Carlos de Souza Lima. (Org.). Tutela: Formação de Estado e tradições de gestão no Brasil. 1ed.Rio de Janeiro: E-Papers, 2014, v. , p. 343-366.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ024 |
Fundamentos da Ciência da Informação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Ciência da Informação: abordagem histórica e epistemológica. Os contextos científico, tecnológico, social e cultural do seu surgimento, constituição e desenvolvimento da área. Conceitos e abordagens de informação e a especificidade da informação arquivística. Enfoques atuais: ações e regime de informação. Ciência da Informação no Brasil: ensino, pesquisa, processo evolutivo. Estudos e pesquisas sobre as relações interdisciplinares da Ciência da Informação especialmente no que se refere à Arquivologia.
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OBJETIVOS |
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GERAL: Fazer o aluno entender as diferenças e semelhanças entre Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e Centros de Documentação; Promover a reflexão dos alunos nos estudos relacionados às questões históricas, epistemológicas, teórico-metodológicas relacionadas à Arquivologia e à Ciência da Informação, às mudanças de seus paradigmas no tempo e no espaço acadêmico; Levar os alunos ao entendimento da Ciência da Informação e Arquivologia no Brasil: ensino, pesquisa, processo evolutivo e tendências atuais, diante das Tecnologias da Informação; Compreender a responsabilidade social e o papel contemporâneo dessas áreas na sociedade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Arquivologia, biblioteconomia, museologia e ciência da informação: o diálogo possível. Brasília; São Paulo: Briquet de Lemos: associação brasileira de profissionais da informação, 2014. 200 p. LE COADIC yves-françois. a ciência da informação. 2ed.brasíliabriquet de lemos 2004. SILVA, Armando Malheiro da; RIBEIRO, Fernanda; RAMOS, Júlio; REAL, Manuel Luís. Arquivística: teoria e prática de uma ciência da informação. Porto: Afrontamento, 1999.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. O Que é Ciência da Informação? Inf. Inf., Londrina, v. 19, n. 1, p. 01–30, Jan. /abr. 2014. BORKO, Harold. Informationscience: whatis it? American Documentation, v.19, n. 1, p. 3-5, 1968 FONSECA, Maria Odila Kahl. Arquivologia e ciência da informação /. Rio de Janeiro: FGV editora, 2005. 121 p. MARQUES, Angélica. Arquivologia e Ciência da Informação: Submissão Ou Interlocução?// BrazilianJournalofInformation Science: ResearchTrends. 11:4 (2017) p.14-22. ISSN 1981-1640. SCHMIDT, Clarissa Moreira dos Santos. Arquivologia e a construção do seu objeto científico: concepções, trajetórias, contextualizações. (Tese de Doutorado em Ciência da Informação) São Paulo: Escola de Comunicações e Artes – ECA, 2012. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ055 |
Fundamentos da Paleografia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Definição, objetivos e metodologia. A escrita e seu desenvolvimento. Técnicas de leitura de documentação antiga. Transcrição e interpretação de documentos paleográficos luso-brasileiros. A escrita como forma de representação cultural. Análise e interpretação da escrita e dos símbolos gráficos nos diversos períodos históricos. A origem e a evolução da técnica de escrever, com seus sistemas e seus processos evolutivos, desde a antiguidade até o presente, com estudo dos materiais e instrumentos usados na escrita, além das formas mecânicas típicas de cada época. Estudo da acentuação, pontuação e numeração, além dos sistemas abreviativos visando o aperfeiçoamento de sua transcrição. A prática da análise paleográfica e da transcrição documental visando atender as áreas específicas que demandam o assunto paleografia. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Apreender a habilidade específica da transcrição paleográfica, integrando-a à indexação e a análise histórica em primeira mão; relacionar a Paleografia ao instrumental crítico do historiador; realizar um balanço das heranças culturais materializadas no ato da escrita, ao propiciar ao aluno contato com documentos de época e sob diversos suportes. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BERWANGER, Ana Regina; Leal, João Eurípedes Franklin. Noções de Paleografia e de Diplomática, 5aed. Santa Maria: Editora da UFSM, 2015. FLEXOR, Maria Helena Ochi. Abreviaturas: manuscritos dos séculos XVI ao XIX. São Paulo: UNESP, 1991. SAMARA, Eni. Paleografia e fontes do período colonial brasileiro. São Paulo: FFLCH-USP, 2005.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ACIOLI, Vera. A escrita no Brasil colônia. Recife: Fundaj, UFPE, 1994. BARBOSA, Maria do Socorro Ferraz et alli. Fontes repatriadas: anotações de história colonial. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2006. HIGOUNET, Charles. História concisa da escrita. São Paulo: Parábola, 2003. BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental.2 ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004·__________. Diplomática e tipologia documental em arquivos.Brasília: Briquet de Lemos,2008_________ Como Fazer Análise Diplomática e Análise Tipológica de Documento de Arquivo. São Paulo, Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado, 2002. (projeto Como Fazer, 8) CORTÉS-ALONSO, Vicenta. Observaciones sobre técnicas descritivas dearchivos. In: PONTIFICIA UniversidadCatolicadel Peru. Instituto Riva-Aguero. Descripción de documentos archivisticos: materiales de trabajo. Lima,1979. p.7-17._____. La escritura y lo escrito: paleografia y diplomática de España y Américaenlossiglos XVI y XVII. Madrid: Instituto de Cooperación Iberoamericana,1986.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ050 |
Gestão de Processos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Perspectiva Sistêmica das Organizações; Desmistificando a Gestão de Processos; Técnicas e Ferramentas de Gestão de Processos; Análise de Melhoria de Processos; Desempenho de Processos; Inovação em Processos; Organização orientada para Processos (BPM). |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Capacitar o participante a entender a abordagem de processos e suas técnicas, preparando na sua atuação no desenvolvimento de projetos que envolvam análise e redefinição dos processos de negócios. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) MINTZBERG, Henry; LAMPEL, Joseph; QUINN, James Brian; GHOSHAL, Sumatra. O processo da estratégia: conceitos, contextos e casos selecionados. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 496 p., il. Inclui índice. ISBN 9788536305875. Nº de chamada: 658.4012 M667p 4. PAIM, Rafael. Gestão de processos: pensar, agir e aprender. Porto Alegre: Bookman, 2009. 327 p., il. ISBN 9788577804849. Nº de chamada: 658.4012 G393; Nº de exemplares: 6 SORDI, José Osvaldo de. Gestão por processos: uma abordagem da moderna administração. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. xviii, 338 p., il. ISBN 9788502175578. Nº de chamada: 658.4012 S713 3.ed.; Nº de exemplares: 6
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BAHIA, E. M. S. Organização e administração de arquivos. Ágora, v. 23, n. 46, 2013. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/15083 . Acesso em: 01 ago. 2017. CAMARGO, L. S. Gestão de processos de negócios e arquivos: reflexões iniciais a partir do guia cbok. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, v. 7, n. 1, 2017. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/26890 . Acesso em: 01 ago. 2017. SANTOS, A. F. T.; PAIM, I. A informação nos modelos organizacionais. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 5, n. 1, p. 9-21, 2000. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/3269. Acesso em: 01 ago. 2017. SPUDEIT, D. F. A. O.; FERENHOF, H. A. A aplicação do pmbok® na gestão de projetos em unidades de informação. Informação & Informação, v. 22, n. 1, p. 306-330, 201710.5433/1981-8920.2017v22n1p306. DOI:10.5433/1981-8920.2017v22n1p306. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/23314 . Acesso em: 01 ago 2017. VIDOTTI FILHO, E.; SANTOS, P. C. L. V. A. C.; VIDOTTI, S. A. B. G. R. Reengenharia, qualidade total e unidades de informação. Informação & Informação, v. 3, n. 1, p. 51-54, 1998. Disponível em: http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/1504 . Acesso em: 01 ago. 2017. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
EXT |
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IHQ050 |
Gestão de Processos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou coordenação |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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|
Estudo sobre a o desenvolvimento da noção de Governança Arquivística no Brasil. Discussão sobre o conceito de Governança e a sua aplicação na Arquivologia. A relação com as políticas arquivísticas e a gestão, sobretudo a Gestão de Documentos. Possibilidade de refletir sobre abordagens e modelos de Governança Arquivística. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Desenvolver estudos e reflexões sobre a Governança Arquivística e seu desenvolvimento no Brasil analisando alcances e limites das experiências realizadas neste contexto.
ESPECÍFICOS: Identificar elementos capazes de caracterizar práticas da Governança Arquivística. Contribuir para a verticalização teórica da noção de Governança Arquivística no Brasil. Desenvolver a perspectiva da Governança Arquivística no âmbito da Arquivologia pesquisada no Amazonas.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICA (3 REGISTROS) JARDIM, J. M. Governança arquivística: contornos para uma noção. Acervo, [S. l.], v. 31, n. 3, p. 31–45, 2018. Disponível em: https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/987. Acesso em: 31 jul. 2025. VENANCIO, Renato Pinto; NASCIMENTO, Adalson; PANISSET, Bianca; CHAGAS, Cintia Aparecida; CUNHA, Francisco José Aragão Pedroza. (Org.). Governança Arquivística: repensando políticas arquivísticas. Florianópolis, SC: Rocha Gráfica e Editora; Belo Horizonte: PPGCI/UFMG, 2024. (Selo Nyota).
COMPLEMENTARES (5 REGISTROS) ABNT NBR ISO 37000, Governança de organizações – Orientações, 2022. BRASIL. Tribunal de Contas da União. Referencial básico de governança aplicável a órgãos e entidades da administração pública / Tribunal de Contas da União. Versão 2 - Brasília: TCU, Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão, 2014. 80 p. COSTA, Alexandre de Souza; Governança de serviços arquivísticos: possibilidades e potencialidades em organizações de caráter privado. In: VENÂNCIO, Renato Pinto; SILVA, WelderAntonio; NASCIMENTO ADALSON. (Org.). Ensino e pesquisa em arquivologia: cenários prospectivos. 1ed. Belo Horizonte: Escola de Ciência da Informação da UFMG, 2018, p. 542-555. ISO 24143, InformationGovernance. 2022. SILVA, W. A. Rede e sistema de arquivos: propriedades, finalidades e qualidades distintas. In: SILVEIRA, Fabrício José Nascimento da; FROTA, Maria Guiomar da; MARQUES, Rodrigo Moreno. (Org.). Informação, mediação e cultura: teorias, métodos e pesquisas. 1ed.Belo Horizonte: Letramento: PPGCI, 2022, p. 185-210. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHQ028 |
História Memoria e Patrimônio |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Universo simbólico e representações sociais. Memória coletiva e memória social. Relações entre memória, história e o conceito de patrimônio documental.
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OBJETIVOS |
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GERAL: Avaliar a historicidade da construção da noção de patrimônio documental; A institucionalização dos lugares de memória e sua correlação com o Estado, Nação e sociedade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BOSI, E. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. LE GOFF, Jacques. História e memória. 5. ed. Campinas, SP: Ed. Da UNICAMP, 2003. 541 p. SANTOS, Myriam Sepúlveda dos. A escrita do passado em museus históricos. Rio de Janeiro: Garamond, 2006. 142 p., il. (Museu, memória e cidadania, 1).
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CUNHA, V. A. Memória, sociedade e mídia impressa: a experiência do Arquivo Histórico Municipal de Salvador. Salvador: Fundação Gregório de Mattos, 2004. MENEZES, Maria Cristina. Educação, memória, história: possibilidades e leituras. Campinas: Mercado das Letras, 2004. NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. São Paulo: PUCSP, 1993. ____________. “Memória e identidade social.” Estudos Históricos. Rio de Janeiro, Vol.: 5, nº.: 10: 1992. – p. 200-212. SILVA, Zélia (Org.). Arquivos, patrimônio e memória: trajetórias e perspectivas.São Paulo: UNESP, 1999.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext |
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|
IHQ086 |
Informação e Cidadania |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
||||||
|
MENTA |
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Aborda fundamentos teóricos da Análise da Informação e os aspectos teóricos e metodológicos da Indexação. Trata da tipologia de indexação, índices e resumos. Aplica prática da indexação, elaboração de índices e resumos. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ao final da disciplina os alunos deverão ser capazes de dominar os fundamentos teóricos da Análise da Informação e as bases teóricas e metodológicas da Indexação, assim como a prática de indexação e de elaboração de índices e resumos.
ESPECÍFICOS: Conhecer os fundamentos teóricos da Análise Temática da Informação; Conhecer o objeto, função, processo e produtos da Análise da Informação; Conhecer os fundamentos teóricos e metodológicos da Indexação; Conhecer o objeto, função da Indexação e processos de Indexação; Conhecer os tipos de Índices e Resumos; Aplicar método de Indexação e de elaboração de Índices e Resumos.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICA (3 REGISTROS) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12676: Métodos para análise de documentos: determinação de seus assuntos e seleção de termos de indexação. Rio de Janeiro, 1992. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034: Índices - apresentação. Rio de Janeiro, 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Resumos. Rio de Janeiro, 1996. LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos Livros, 2004.
COMPLEMENTARES (5 REGISTROS) CINTRA, A. M. M. et al. Para entender as linguagens documentárias. São Paulo: Polis, 2000. LARA, M. L.G. O Unicórnio (o Rinoceronte, o Ornitorrinco ... ), a Análise Documentária e a Linguagem Documentária. Datagramazero, v.2 n.6, dez 2001. FUJITA, M. S. L. Política de indexação. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. MANINI, Miriam P. Análise documentária de fotografias: um referencial de leitura de imagens fotográficas para fins documentários. São Paulo, 2002. Tese (doutorado) – Escola de Comunicações e Artes, USP. SMIT, J. W. A representação da imagem. INFORMARE: Cadernos do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação, v.2, n.2, p.28-36, jul./dez., 1996.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ088 |
Inteligência Artificial Aplicada à Arquivologia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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|
História e desenvolvimento da Inteligência Artificial. Diferentes sistemas e plataformas de inteligência artificial e propostas de uso. O uso da Inteligência Artificial para gestão de documentos e arquivos. Observatório de experiências nacionais e internacionais sobre o uso da Inteligência Artificial na Arquivologia. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Refletir sobre o uso da Inteligência Artificial, especificamente os potenciais usos na Arquivologia.
ESPECÍFICOS: Reconhecer a importância da inteligência artificial nos processos institucionais atuais. Identificar processos arquivísticos onde podem ser aplicados operações da Inteligência Artificial. Desenvolver habilidades e conhecimentos acerca da Inteligência Artificial aplicada à Arquivologia. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) Botelho-Francisco, R. E., &Arana, D. (2025). Aplicações de inteligência artificial para gestão de documentos: experimentações, potencialidades e desafios. Revista Ibero-Americana De Ciência Da Informação, 18(1), 154–177. https://doi.org/10.26512/rici.v18.n1.2025.56534 DURANTI, L.; ROGERS, C. (Ed.) Artificial IntelligenceandDocumentaryHeritage. SCEaR (Sub-CommitteeonEducationandResearch), UNESCO Memoryofthe World Newsletter, SpecialIssue 2024. Disponível em: SCEaR Newsletter SpecialIssueFinalFinal (interparestrustai.org). Acesso em: 10 out. 2024; TEIXEIRA, J.; OLIVEIRA DE ALMEIDA, J.; BARBOSA SALLES GAVA, T.; CANELHAS PIGNATARO, T.; MORAES DORIGUETO, J. M. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL APLICADA A DOCUMENTOS EM SUPORTE PAPEL: o caso do sistema SEP no ES. Archeion Online, [S. l.], v. 13, n. Edição Especial, p. 95–105, 2025. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/archeion/article/view/72530. Acesso em: 18 maio. 2025.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ADEBARA, I., ABDUL-MAGEED, M., CHEN, W., DOAN, K.D., LIAO, Q. Fumbling in Babel: AnInvestigationintoChatGPT'sLanguageIdentificationAbility. Arxiv. 16 November, 2023. Disponível em: 2311.09696 (arxiv.org). BERNO, Adriana; MARIA MIGUEL PEIXE, Adriana; BALSAN, Jorge. O USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA GESTÃO DE DOCUMENTOS E DE DADOS. P2P E INOVAÇÃO, Rio de Janeiro, RJ, v. 11, n. 1, p. e-7068, 2024. DOI: 10.21728/p2p.2024v11n1e-7068. Disponível em: https://revista.ibict.br/p2p/article/view/7068. Acesso em: 18 maio. 2025. DORNELES, S.L. Aplicações de Inteligência Artificial na gestão documental: revisão sistemática na LISTA, Emerald e Scopus. In: Elisa Cerveira; Zeny Duarte. (Org.). Integração e Convergência das Instituições de Informação e Cultura. 1ed.Porto: CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória, 2024, v. 1, p. 85-104. SCOTT, Kevin. O futuro da inteligência artificial: de ameaça a recurso / Kevin Scott, Greg Shaw; tradução André Fontenelle. – Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023. SILVA, P. F. C. da, & ARAÚJO, W. J. de. (2024). Arquivologia computacional e o futuro dos registros digitais. Informação & Informação, 29(4), 122–146. https://doi.org/10.5433/1981- 8920.2024v29n4p122 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ089 |
Introdução à Comunicação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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Abordagens teórico-conceituais da comunicação. Processo de comunicação: modalidades das mensagens, natureza dos veículos e seus inter-relacionamentos com as unidades de informação. Análise semiótica da produção de sentido no processo de comunicação e seus impactos na oferta de produtos e serviços para as unidades de informação. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar aos discentes a obtenção de referenciais teóricos para a compreensão das unidades de informação enquanto parte do sistema de comunicação humana.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BERLO, David, K. O processo da comunicação: introdução à teoria e à prática. São Paulo: Martins Fontes, 2003. BORDENAVE, Juan E. Dias. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 2005. CURVELLO, João José. Comunicação interna e cultura organizacional. São Paulo: Scortecci, 2002.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) FIGUEIREDO, J. C.; GIANGRANDE, Vera. Comunicação sem fronteiras: da pré-história à era da informação. São Paulo: Gente, 1999. MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 1995. TORQUATO DO REGO, Francisco Gaudêncio. Tratado de comunicação organizacional e política. São Paulo: Pioneira/Thomson Learning, 2002. PINHO, J. B. Comunicação em marketing: princípios da comunicação mercadológica. 6. ed. Campinas, SP: Papirus, 2001. WOLF, Mauro. Teorias da comunicação. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHQ090 |
Introdução à Representação Temática |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante:
|
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Introdução à Análise da Informação. Indexação: tipologia, instrumentos e metodologias. Aborda aspectos introdutórios da Recuperação da Informação. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Capacitar o(a) estudante nos procedimentos de análise, indexação e recuperação da informação nos diferentes suportes. ESPECÍFICOS: Compreender os fundamentos da análise da informação; Compreender os fundamentos teóricos e metodológicos da indexação; Conhecer os instrumentos e sistemas de indexação; Conhecer os processos de indexação: planejamento e gerenciamento da informação; Conhecer os diferentes aspectos da recuperação da informação. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICA (3 REGISTROS) GUINCHAT, C.; MENOU, M. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e documentação. 2. ed. rev. e ampl. Brasília: IBICT, 1994. LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos Livros, 2004. McGARRY, K. O contexto dinâmico da informação. Brasília: Briquet de Lemos Livros, 1999.
COMPLEMENTARES (5 REGISTROS) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12676: Métodos para análise de documentos: determinação de seus assuntos e seleção de termos de indexação. Rio de Janeiro, 1992. BRÄSCHER, M.; CAFÉ, L. Organização da informação ou Organização do conhecimento?. In: IX Enancib, São Paulo, 2008. GUIMARÃES, J. A. C.; SALES, R. Análise Documental: concepções do universo acadêmico brasileiro em ciência da informação. Datagramazero, v.11, n.1, 2010. KOBASHI, N. Y. Análise documentária e representação da informação. INFORMARE: Cadernos do PPGCI, v. 2, n. 2, p. 5–27, 1996. FUJITA, M. S. L. Política de indexação. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ051 |
Legislação Arquivística |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Excertos da Constituição. Leis e Decretos-Leis. Medidas Provisórias. Decretos Federais. Resoluções. Portarias Federais. Instruções Normativas. Resoluções do CONARQ. Atos do Poder Judiciário. Atos do Poder Legislativo. Legislação Estadual e Municipal.
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender os instrumentos normativos da área da Arquivologia, bem como de campos correlatos com vistas a garantir o fazer arquivístico, no que tange ao amparo legal nas instituições, sejam elas públicas ou privadas, assim como no trato com a sociedade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ATIENZA, Cecilia Andreotti. Documentação jurídica: introdução a análise e indexação de atos legais. Rio de Janeiro: Achiamé, 1979. 266p. REFERÊNCIA: p.225-248. Nº de chamada: 026.34 A872d; Nº de exemplares: 7 CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (CONARQ). Coletânea da Legislação Arquivística e correlata. Rio de Janeiro: CONARQ, 2017. GUIMARÃES, José Augusto Chaves; MOLINA, Juan Carlos Fernández. Aspectos jurídicos e éticos da informação digital. Organização de. São Paulo: Cultura Acadêmica: Fundepe Ed, 2008. 151 p. ISBN 9788598605524 (Fundepe): 9788598176192 (Cultura Acadêmica). Nº de chamada: 174.9092 A838 ; Nº de exemplares: 2
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BRASIL. Lei n. 6546, de 4 de julho de 1978. Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Arquivista e de Técnico de Arquivo, e dá outras providências. Diário Oficial da república Federativa do Brasil. Brasília, DF, 5 de jul. 1978. MALAGODI, Maria Eugenia. Projetos culturais: elaboração, aspectos legais, administração, busca de patrocínio. 5. ed., rev. e atual. São Paulo: Escrituras: Instituto Pensarte, 2004. 351p., il. (Visões da cultura, 2). REFERÊNCIA: p.349-351. ISBN 8586303496. Nº de chamada: 353.7 M236p 5.ed. ; Nº de exemplares: 6 MENDEL, Toby. Liberdade de informação: um estudo de direito comparado. 2. ed. Brasília: Unesco, 2009. 162 p. Nº de chamada: 341.2732 M537f 2.ed. ; Nº de exemplares: 2 SILVA, Andréia Gonçalves. Fontes de informação jurídica: conceitos e técnicas de leitura para o profissional da informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. 227 p. Inclui REFERÊNCIA e índice. ISBN 9788571932265 . Nº de chamada: 028.12 S586f ; Nº de exemplares: 3 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHP123 |
Língua Brasileira de Sinais B |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
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Coordenação do Curso de Licenciatura em Letras Libras |
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EMENTA |
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História, Fundamentos e Teorias da Educação de Surdos; Pedagogia Surda/Visual; Parâmetros da Libras; noções básicas de linguística da Libras; Conteúdos básicos de Libras; As legislações e o Sujeito Surdo; Mitos sobre a Surdez, pessoa surda e Língua de Sinais; Cultura surda e artefatos culturais; Identidades surdas. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Construir conhecimentos acerca da Língua Brasileira de Sinais, do ser Surdo, quebrando o estigma da deficiência, através do reconhecimento da sua Língua, da sua Cultura, das suas Identidades, e Pedagogias Surda/Visual.
ESPECÍFICOS: Reconhecer a Libras como língua (e não mera linguagem dos gestos), compreendendo que esta se encontra no mesmo status das línguas orais; Conhecer os mitos existentes sobre as línguas de sinais, o Ser Surdo e a Surdez que permeiam o imaginário ouvinte; Compreender a educação de surdos e as conquistas do movimento surdo; Compreender os processos das Pedagogias Surda/Visual; Conhecer a legislação brasileira no que diz respeito às pessoas surdas; Conhecer as terminologias específicas em Libras na(s) área(s) de formação da turma; Dialogar, em nível básico na Libras, na tentativa de conversação e interação educativa com as pessoas surdas. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. _____. Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira, Volume I: Sinais de A a L. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2010. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira, Volume II: Sinais de M a Z. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2010. FELIPE, Tânia A. MONTEIRO, Myrna S. Libras em contexto: curso básico: livro do aluno. 5 ed. Brasília: MEC/SEESP, 2006. GESSER, Audrei. Libras?: que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editoral, 2009.
COMPLEMENTARES ALBRES, Neiva de Aquino. Surdos & inclusão educacional. Rio de Janeiro: Editora Arara Azul, 2010. BRASIL. Lei nº 10.098 de 19 de dezembro de 2000. _______Lei nº 12.319 de 01 de setembro de 2012. QUADROS, Ronice Müller de (org.) Estudos Surdos I. Petropólis: Editora Arara Azul, 2006. Disponível em: http://www.editora-arara-azul.com.br/ParteA.pdf e http://www.editora-arara-azul.com.br/ParteB.pdf QUADROS, Ronice Müller de. PERLIN, Gladis. (org.) Estudos Surdos II. Petrópolis: Editora Arara Azul, 2007. Disponível em: http://editora-arara-azul.com.br/estudos2.pdf. QUADROS, Ronice Müller de. PERLIN, Gladis. (org.) Estudos Surdos III. Petrópolis: Editora Arara Azul, 2008. Disponível em: http://editora-arara-azul.com.br/estudos3.pdf. QUADROS, Ronice Müller. Educação de Surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. Disponível em: https://libras.ufsc.br/educacao-de-surdos-a-aquisicao-da-linguagem. VILHALVA, Shirley. Pedagogia Surda. Petrópolis, RJ: Arara Azul. Disponível em: http://www.editora-araraazul.com.br/pdf/artigo8.pdf. Dicionário virtual de apoio: http://www.acessobrasil.org.br/libras/. Dicionário virtual de apoio: http://www.dicionariolibras.com.br/. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHQ057 |
Objetos em Ambientes Digitais em Arquivos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Compreender os conceitos de objetos e ambientes digitais visando à aplicabilidade destes no universo do saber e fazer arquivístico levando em consideração as funções arquivísticas.
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OBJETIVOS |
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GERAL: proporcionar ao aluno a reflexão e aplicabilidade acerca do processo de transformação digital, bem como de seus produtos, serviços e técnicas com vistas ao fazer arquivístico. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ). Resolução n. 43 de 04 de setembro de 2015 - Diretrizes para a implementação de repositórios arquivísticos digitais confiáveis- RDCArq. Rio de Janeiro, 2015. 25 p. FLORES, Daniel. Transformação digital por inovação sustentada ou tecnologias disruptivas em arquivos. Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - Instituto de Arte e Comunicação Social: Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2018. LACOMBE, C.; RONDINELLI, R. C. Gestão e preservação de documentos arquivísticos digitais: revisitando alguns dos conceitos que as precedem. Acervo, Rio de Janeiro, v. 29, n. 2, p. 61-73, jul./dez. 2016. Disponível em: <http://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/709/744>. Acesso em: 14 mar. 2019. MARTÍN-POZUELO, M.-P.; MORO-CABERO, M.; SANZ-BAENA, C. Factores clave para el futuro de laarchivística. El profesional de lainformación, [S.l.], v. 20, n. 2, p. 135-141, marzo/abr. 2011. Disponível em: <http://eprints.rclis.org/28903/1/02>. Acesso em: 14 mar. 2019. RONDINELLI, R. C. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ). Resolução n. 37 de 19 de dezembro de 2012. Aprova as Diretrizes para a Presunção de Autenticidade de Documentos Arquivísticos Digitais. CONARQ: Rio de Janeiro, 2012. BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ). e-ARQ Brasil: Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos /Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos. 1.1. versão. Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, 2011. COOK, T. Archivalscienceandpostmodernism: new formulations for oldconcepts. Archival Science: InternationalJournalonRecordedInformation, vol 1, n. 1, p. 03 - 24, 2001a. DELMAS, B. Arquivos para que? São Paulo/; Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), 2010. POMBO, M. Transformação digital para o bem e para o mal. VER: Valores, Ética Responsabilidade, Lisboa, 11 jan. 2018. Disponível em: <https://www.ver.pt/transformacaodigital- para-o-bem-e-para-o-mal/>. Acesso em: 14 mar. 2019. SANTOS, Vanderlei Batista dos. Gestão de documentos arquivísticos eletrônicos: o caminho percorrido pela administração pública brasileira (Digital records management: thetrailoftheBrazilianGovernment) - DOI: 10.5752/P.2237-8871.2013v14n20p9. Cadernos de História, Belo Horizonte, v. 14, n. 20, p. 9-31, abr. 2013. ISSN 2237-8871. Disponível em: <http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/P.2237-8871.2013v14n20p9/7032>. Acesso em: 27 mar. 2019. doi:https://doi.org/10.5752/P.2237-8871.2013v14n20p9.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ091 |
Oficina de Arranjo e Descrição em Arquivos Permanentes |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Voltada à aplicação dos princípios da proveniência, ordem original e organicidade no arranjo e descrição de fundos arquivísticos permanentes. Envolve análise de fundos, identificação de séries, estruturação hierárquica, produção de instrumentos de pesquisa e aplicação de normas descritivas (ISAD(G), ISAAR(CPF), NOBRADE). Utilização de acervos reais ou simulados, com integração a sistemas digitais de descrição arquivística. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Capacitar os estudantes para organizar e descrever fundos arquivísticos permanentes, com base nos princípios arquivísticos e nas normas de descrição, assegurando a preservação intelectual e o acesso à informação.
ESPECÍFICOS: Aplicar os princípios de arranjo documental na organização de fundos arquivísticos permanentes. Elaborar descrições arquivísticas segundo as normas ISAD(G), ISAAR(CPF) e NOBRADE. Produzir instrumentos de pesquisa (guia, inventário, catálogo) em formato físico e/ou digital, utilizando acervos simulados ou reais.
—-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA
Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 5. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2007. 2. CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS (CIA). Norma Internacional Geral de Descrição Arquivística – ISAD(G). 2. ed. Brasília: Arquivo Nacional, 2001. 3. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (CONARQ). Norma Brasileira de Descrição Arquivística – NOBRADE. Brasília: Arquivo Nacional, 2006.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) MENEZES, Angela de Castro. Instrumentos de pesquisa em arquivos: guia, inventário, catálogo. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992. COUTINHO, Maria Odila Fonseca. Descrição arquivística: fundamentos e práticas. João Pessoa: EdUEPB, 2011. RONDINELLI, Rosângela. Fundamentos da tipologia documental: entre a diplomática e a arquivologia. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. MACEDO, Lúcia Maria Velloso de Oliveira. Vocabulário controlado: da teoria à prática. Brasília: Thesaurus, 2003. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHQ092 |
Oficina de Conservação de Documentos em Papel |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Atividades práticas de conservação preventiva e interventiva de documentos arquivísticos em suporte de papel. Aborda técnicas de higienização, acondicionamento, pequenos reparos e controle ambiental. Introdução aos materiais e equipamentos de uso em conservação, bem como à elaboração de diagnósticos físicos de acervos. Ênfase na atuação técnica do arquivista frente à preservação de acervos documentais. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Desenvolver competências técnicas e operacionais para a execução de procedimentos de conservação de documentos em papel, com foco na prevenção de danos, no manuseio seguro e na aplicação de boas práticas em ambientes arquivísticos.
ESPECÍFICOS: Identificar os principais tipos de deterioração e os agentes de degradação que afetam documentos em papel. Executar técnicas de conservação preventiva e pequenos reparos utilizando ferramentas e materiais adequados. Elaborar diagnósticos físicos e relatórios técnicos básicos para subsidiar ações de preservação em arquivos. —-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA
Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) SILVA, Maria C. B. da. Preservação e conservação de acervos documentais. São Paulo: SENAC, 2006. CARVALHO, T. M. Conservação preventiva em arquivos: teoria e prática. Brasília: Thesaurus, 2012. FIGUEIREDO, Nice M. de. Preservação de acervos: uma construção coletiva. São Paulo: Associação Brasileira de Encadernação e Restauro, 2012.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BASTOS, Mônica R. da Silva. Diagnóstico ambiental em arquivos: parâmetros e práticas para preservação. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2014. ROCHA, Rosa Maria. Restauro e conservação de documentos em papel: técnicas básicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. MARCONDES, Maria Antonieta. Acondicionamento de documentos: orientações para arquivos e bibliotecas. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015. LOPES, Rosângela B.. Preservação digital: conceitos, estratégias e aplicações. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2016. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025 THOMAZ, Daniela F.. Ambientes e práticas de preservação em arquivos institucionais. Brasília: UnB, 2018. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ093 |
Oficina de Diagnóstico em Arquivos |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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Estudo teórico-prático do diagnóstico arquivístico como instrumento fundamental para a compreensão da realidade documental e informacional de instituições públicas e privadas. Abordagem das etapas do diagnóstico: levantamento de dados, observação de rotinas, identificação de fluxos documentais, análise de infraestrutura, recursos humanos e normativos. Elaboração de relatórios técnicos com base em critérios metodológicos e em conformidade com princípios da Arquivologia. Aplicação de modelos de diagnóstico como subsídio para ações de planejamento, gestão documental, preservação e acesso à informação. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Capacitar os discentes para a realização de diagnósticos arquivísticos em instituições, por meio da aplicação de metodologias, instrumentos técnicos e análise crítica da realidade informacional e documental.
ESPECÍFICOS: Compreender os fundamentos conceituais e metodológicos do diagnóstico arquivístico. Desenvolver habilidades de observação, análise e sistematização de informações sobre a realidade institucional dos arquivos. Elaborar relatórios diagnósticos técnicos que subsidiem ações de planejamento e gestão arquivística.
—-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA
Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T.A. Queiroz, 1991. CAMARGO, Ana Maria de Almeida; MACHADO, Helena Corrêa. Como implantar arquivos públicos municipais. São Paulo: Imprensa Oficial, 1999. (Série Como Fazer, 3). LOPES, Luiz Carlos. A nova arquivística na modernização administrativa. 2. ed. Brasília: Projeto Editorial, 2009.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CONARQ. Diretrizes gerais para a gestão de documentos públicos e privados. Rio de Janeiro: CONARQ, 2011. BRASIL. Manual de diagnóstico situacional de arquivos. Arquivo Nacional, 2012. DORNELLES, Dóris Pires Vargas. Arquivística: uma visão integrada. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004. GONÇALVES, E. S.; AGUIAR, L. C. (Orgs.). Panorama do Curso de Arquivologia da UFAM durante a pandemia de Covid-19. Manaus: EDUA, 2023. MARCONDES, C. H. Metodologia científica aplicada à Ciência da Informação. São Paulo: Atlas, 2003. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ094 |
Oficina de Elaboração de Instrumentos de Pesquisa Arquivística |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
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|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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Atividades práticas de elaboração de instrumentos de pesquisa arquivística — guia, inventário e catálogo — com base nas normas nacionais e internacionais de descrição. Aborda a estruturação de informações, níveis de descrição, uso de vocabulários controlados, aplicação de metadados e redação técnica. Utilização de acervos reais ou simulados e, quando possível, softwares de descrição arquivística como ICA-AtoM. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Capacitar o estudante para a construção de instrumentos de pesquisa arquivística, aplicando normas de descrição e princípios arquivísticos, com vistas à organização e ao acesso qualificado à informação em arquivos permanentes.
ESPECÍFICOS: Reconhecer os tipos, funções e estrutura dos principais instrumentos de pesquisa arquivística. Elaborar instrumentos descritivos com base nos princípios da proveniência, ordem original e organicidade. Aplicar normas e boas práticas de descrição arquivística em ambiente físico e/ou digital. —-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA
Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS (CIA). Norma Internacional Geral de Descrição Arquivística – ISAD(G). 2. ed. Brasília: Arquivo Nacional, 2001. MENEZES, Angela de Castro. Instrumentos de pesquisa em arquivos: guia, inventário, catálogo. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992. BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Descrição documental: fundamentos e aplicações. São Paulo: T. A. Queiroz, 1991.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (CONARQ). Norma Brasileira de Descrição Arquivística – NOBRADE. Brasília: Arquivo Nacional, 2006. COUTINHO, Maria Odila Fonseca. Descrição arquivística: fundamentos e práticas. João Pessoa: EdUEPB, 2011. MACEDO, Lúcia M. V. de O. Vocabulário controlado: da teoria à prática. Brasília: Thesaurus, 2003. LOPES, Luiz Carlos. A construção da memória e a descrição arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, 2014. DURANTI, Luciana. Diplomatics: new uses for anoldscience. Lanham: Scarecrow Press, 1998. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ095 |
Oficina de Planejamento e Gestão de Programas de Preservação Arquivística |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
- |
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|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo e aplicação dos fundamentos, metodologias e instrumentos voltados ao planejamento e gestão de programas de preservação arquivística. Aborda diagnóstico de acervos, definição de prioridades, elaboração de políticas institucionais, planejamento estratégico, gestão de riscos, captação de recursos e avaliação de resultados. Considera a preservação em ambientes físicos e digitais, integrando princípios técnicos, éticos e normativos. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Capacitar os estudantes para planejar, implantar, avaliar e gerir programas de preservação arquivística em instituições públicas e privadas, com base em diagnósticos técnicos, referenciais normativos e realidades institucionais.
ESPECÍFICOS: Compreender os elementos constitutivos de uma política e de um plano de preservação arquivística. Realizar diagnóstico técnico e ambiental de acervos, estabelecendo prioridades e estratégias sustentáveis. Aplicar metodologias de planejamento e monitoramento de programas de preservação, considerando os desafios da gestão física e digital de documentos.
—-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA
Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) SÁ, Eliane. Política de preservação de documentos de arquivo. Brasília: Arquivo Nacional, 2009. CARVALHO, Tânia Mara. Conservação preventiva em arquivos: teoria e prática. Brasília: Thesaurus, 2012. HUNTER, Gregory S. Preservation management for libraries, archivesandmuseums. 2. ed. Santa Barbara: LibrariesUnlimited, 2020.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) LOPES, R. B.. Preservação digital: conceitos, estratégias e aplicações. São Paulo: CAcadêmica, 2016. CONARQ – Conselho Nacional de Arquivos. Diretrizes para a política de preservação de documentos arquivísticos. Brasília: Arquivo Nacional, 2014. BASTOS, Mônica Ribeiro da Silva. Diagnóstico ambiental em arquivos: parâmetros e práticas para preservação. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2014. FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Preservação de acervos: uma construção coletiva. São Paulo: Associação Brasileira de Encadernação e Restauro, 2012. UNESCO. Diretrizes para a preservação digital a longo prazo. Brasília: UNESCO, 2009. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
Ext. |
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IHQ096 |
Oficina de Restauro de Documentos em Papel |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
00 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Execução prática de técnicas básicas de restauro em documentos arquivísticos em suporte de papel. Aborda a identificação de danos físicos, o uso adequado de materiais e ferramentas, e a aplicação de procedimentos de intervenção compatíveis com os princípios da conservação-restauração. Introduz conceitos de ética na restauração, documentação dos processos e cuidados no manuseio. Ênfase na prática de reforço estrutural, laminação manual e reintegração de suportes. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Capacitar o estudante a aplicar procedimentos básicos de restauro físico de documentos em papel, respeitando os princípios éticos e técnicos da conservação arquivística.
ESPECÍFICOS: Identificar os diferentes tipos de danos físicos em documentos em papel e avaliar suas causas. Aplicar técnicas de restauro manual, como laminação, enxertos e reintegração de suporte, com o uso correto de materiais e equipamentos. Registrar os procedimentos realizados por meio de relatórios técnicos e laudos de intervenção. —-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMPONENTE CURRICULAR EXTENSIONISTA
Disciplina com componente de práticas extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, que envolvem o planejamento, organização e execução de ações inter e transdisciplinares voltadas à resolução de demandas sociais relevantes. As atividades promovem a interação entre a universidade e a comunidade externa, fortalecendo o compromisso ético, cultural, científico e social do Curso de Arquivologia com a realidade amazônica e nacional. Tais ações deverão ser apresentadas no plano de ensino semestral, e podem incluir projetos, oficinas, cursos, eventos, pesquisas aplicadas ou outras formas de intercâmbio que promovam a democratização do conhecimento e o fortalecimento da cidadania. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ROCHA, Rosa Maria. Restauro e conservação de documentos em papel: técnicas básicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Preservação de acervos: uma construção coletiva. São Paulo: Associação Brasileira de Encadernação e Restauro, 2012. MARCONDES, Maria Antonieta. Técnicas de restauração de papel: fundamentos e práticas. São Paulo: Ed. Senac, 2007.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) SILVA, Maria Cristina Bruno da. Preservação e conservação de acervos documentais. São Paulo:SENAC, 2006. CARVALHO, Tânia Mara. Conservação preventiva em arquivos: teoria e prática. Brasília:Thesaurus, 2012. DERRIDA, Jacques. Mal de arquivo: uma impressão freudiana. Rio de Janeiro: RelumeDumará,2001. OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. A ética na conservação e restauração de bens culturais. Riode Janeiro: IBPC, 2008. UNESCO. Diretrizes para a conservação e restauração de documentos em papel. Paris: UNESCO,2015. SÍVERES, Luiz. A extensão universitária como princípio de aprendizagem. Brasília: Liber Livro, 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000232083. Acessado em: 15/04/2025 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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IHQ034 |
Representação da Informação e Vocabulário Controlado em Arquivos |
4.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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Teórico-conceitual da análise de informação. Linguagens documentárias. Indexação e resumo. Análise conceitual definição, relacionamento e categorização de conceitos. Construção de estruturas conceituais: fontes e métodos de coleta de termos, formas de estruturas conceituais e apresentação e avaliação de uma linguagem. Avaliação de sistemas de indexação e infra-estrutura de base de dados |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Habilitar para o conhecimento de especificidades e elementos temáticos visando ao tratamento de acervos documentais específicos. Elaborar instrumentos para o controle, busca, recuperação e disseminação de acervos arquivísticos e fundamentação para acompanhar a dinâmica da produção e organização do conhecimento em diversos domínios do conhecimento em abordagem interdisciplinar. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BOCCATO, Vera Regina Casari; GRACIOSO, Luciana de Souza. Estudos de linguagem em ciência da informação. Campinas, SP: Alinea, 2011. 211 p., il. ISBN 9788575164389. Nº de chamada: 025.4 E82;Nº de exemplares:3. CHERRY, Colin.A comunicação humana: uma recapitulação, um vista de conjunto e uma crítica. São Paulo: Ed. Cultrix: Editora da Universidade de São Paulo, 1971. 500 p., il., 19 cm. Nº de chamada: 302.2 C522c;Nº de exemplares:2. DODEBEI, Vera Lúcia Doyle. Tesauro:linguagem de representação da memória documentária. Niterói, RJ; Rio de Janeiro: Intertexto: Interciência, 2002. 120 p., il. Bibliografia: p.113. ISBN 8571930643. Nº de chamada: 025.49 D643t; Nº de exemplares:9.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CAMPOS, L. CAMPOS, M.L.A. Personalidade e Matéria na Teoria da Classificação Facetada: a questão do contexto, pressupostos teórico e metodológicos. Anais [recurso eletrônico] / XV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação: além das nuvens, expandindo as fronteiras da Ciência da Informação, 27-31 de outubro em Belo Horizonte, MG. / Organizadores: Isa M. Freire, Lilian M. A. R. Álvares, Renata M. A. Baracho, Maurício B. Almeida. –Belo Horizonte, ECI, UFMG, 2014. Disponível em: <http://enancib2014.eci.ufmg.br/documentos/anais/anais-gt2>. Acesso em:04 jul. 2018. DAHLBERG, Ingetraut. Teoria do conceito. Ciência da Informação, v. 7, n.2, p. 101-107, 1978. Disponível em: <https://www.brapci.inf.br/index.php/article/download/9859>. Acesso em:04 jul. 2018.∙DAHLBERG, Ingetraut. Fundamentos teórico-conceituais da classificação. Rev. Bibliotecon. Brasília, v.6, n.1, p. 9-21, jan./jun. 1978. Disponível em: <http://www.brapci.inf.br/index.php/article/download/16775>.Acesso em:04 jul.2018. LARA, Marilda Lopes Ginez de. O Unicórnio (o Rinoceronte, o Ornitorrinco...), a Análise Documentária e a Linguagem Documentária. Data Grama Zero-Revista de Ciência da Informação -v.2 n.6 dez/01 Disponível em: <http://www.brapci.inf.br/index.php/article/download/7456>. Acesso em: 04 jul. 2018. NOCETTI, Milton A. Línguas naturais e linguagens documentárias: traços inerentes e ocorrências de interação. Rev. Bibliotecon., Brasília, v.6, n.1, p. 23-37, jan./jun. 1978. Disponível em: <http://www.brapci.inf.br/index.php/article/download/16778>. Acesso em: 05 jul. 2018. POMBO, Olga. Da classificação dos seres à classificação dos saberes. Revista da Biblioteca Nacional de Lisboa, nº 2, Primavera, pp. 19-33. 1998. Disponível em: <http://www.educ.fc.ul.pt/hyper/resources/opombo-classificacao.pdf>.Acesso em: 20 jun.2017. MOREIRO GONZÁLEZ, José Antonio. Linguagens documentárias e vocabulários semânticos para web: elementos conceituais. Salvador, BA: EDUFBA, 2011. 128 p. ISBN 9788523208240. Nº de chamada: 025.49 M838l; Nº de exemplares: 3.
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Sigla |
disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext |
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|
IHQ097 |
Sistemas de Organização do Conhecimento |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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|
Aborda os aspectos introdutórios sobre teorias e metodologias dos Sistemas de Organização do Conhecimento (SOC) utilizados para a organização e recuperação da informação: classificações, tesauros, taxonomias e ontologias. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Estudar, de forma crítica, as bases teóricas e metodológicas dos Sistemas de Organização do Conhecimento (SOC), bem como suas aplicações nos processos de organização e recuperação da informação, com ênfase em classificações, tesauros, taxonomias, folksonomias e ontologias.
ESPECÍFICOS: Discutir as diferentes abordagens da organização do conhecimento; Contextualizar historicamente o desenvolvimento dos SOCs; Conhecer os fundamentos teóricos e metodológicos dos SOCs; Discutir os SOCs a partir da desclassificação e da decolonialidade; Aplicar método de elaboração de SOC. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICA (3 REGISTROS) CAMPOS, Maria L. A. Linguagem documentária: teorias que fundamentam sua elaboração. Rio de Janeiro: EdUFF, 2001. BRÄSCHER, Marisa; CARLAN, Eliana. Sistemas de organização do conhecimento: antigas e novas linguagens. In: ROBREDO, Jaime; BRÄSCHER, Marisa (Orgs.). Passeios no Bosque da Informação. Brasília: IBICT, 2010. Cap. 8, p. 147-176. DAHLBERG, Ingetraut. Teoria do conceito. Ciência da Informação, v. 7, n. 2, p. 101-110, 1978.
COMPLEMENTARES (5 REGISTROS) AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Sueli Carneiro: Jandaíra, 2020. ARAÚJO, Carlos A. A. Fundamentos teóricos da classificação. Encontros Bibli, n.22, 2006. DODEBEI, Vera L. D. Tesauro: linguagem de representação da memória documentária. Rio de Janeiro: Intertexto, 2002. SALES, Rodrigo; CAFE, Luciana. Diferenças entre tesauros e ontologias. Perspectivas em Ciência da Informação, v.14, n.1, 2009. GAYTÁN ZAMUDIO, R. M. Violencia epistémica y creación de subjetividades coloniales. In: LÓPEZ NÁJERA, Verónica R. (Coord.). De loposcolonial a ladescolonización. Cidade do México: UNAM, 2018. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ031 |
Seminário Temático em Arquivologia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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|
Atividade orientada é iniciada no trabalho da pesquisa na área da Arquivologia. A importância da pesquisa em ciências sociais e na própria Arquivologia |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Debater sobre a trajetória da produção de conhecimento em Arquivologia e suas perspectivas; Apresentar metodologias concernentes às ciências sociais, especificando métodos e técnicas utilizadas na pesquisa arquivística; Analisar os aspectos teórico-metodológicos presentes em diferentes abordagens realizadas em pesquisas no âmbito da Arquivologia. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) DIAS, Maria Matilde Kronka. Fontes de informação: um manual para cursos de graduação em biblioteconomia e ciência da informação. Daniela Pires. São Carlos: Ed. da UFSCar, 2005. 105p. (Apontamentos). MUELLER, Suzana Pinheiro Machado(org.). Métodos para a pesquisa em Ciência da Informação. Brasília: Thesaurus, 2007. VALENTIM, Marta Ligia Pomim. Estudos avançados em Arquivologia. Marília, SP; São Paulo: Oficina Universitária: Cultura Acadêmica, 2012. 318p.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) BARREIRA, M. I. J. S.; SANTOS, J. O.; SANTOS, B. A. Disseminação da produção científica em ciência da informação: análise do conhecimento gerado a partir das pesquisas realizadas pelos mestrandos do ppgci. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, v. 3, n. 2, 2013. MATOS, Maria Teresa Navarro de Britto [et al.]. (Org.). Perfil, evolução e perspectivas do ensino e da pesquisa em Arquivologia no Brasil / prefácio de Heloisa Liberalli Bellotto – Salvador : EDUFBA, 2015. 575 p. MARQUES, Angelica Alves da Cunha. OS DIÁLOGOS NO ESPAÇO ACADÊMICO: A PESQUISA NA GRADUAÇÃO E NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO. In: ______. Os espaços e os diálogos da formação e configuração da Arquivística como disciplina no Brasil. 2007. 298 f. VENÂNCIO, Renato Pinto; SILVA, Welder Antônio; NASCIMENTO, Adalson (Organizadores). Ensino e pesquisa em arquivologia: cenários prospectivos. Belo Horizonte: Escola de Ciência da Informação, 2018. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ030 |
Tecnologia da Informação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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Tecnologias da informação e sociedade. Tecnologias de tratamento, armazenamento e recuperação da informação. Avaliação e uso de tecnologias da informação nos serviços de transferência e disseminação da informação. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Proporcionar aos estudantes os referenciais teórico-prático-conceituais que lhes permitam avaliar o papel das tecnologias da informação em unidades e serviços de informação; compreender como os computadores e as redes de computadores trabalham; aprender a utilizar ferramentas de gerenciamento da informação; compreender os princípios das ferramentas de recuperação da informação e aplicar tecnologia da informação para resolver um problema prático. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) AUDY, Jorge Luis Nicolas; ANDRADE, Gilberto Keller de; CIDRAL, Alexandre. Fundamentos de sistemas de informação. Porto Alegre: Bookman, 2005.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) MANSUR, Ricardo. Governança de TI. Rio de Janeiro: Editora Brasport, 2007. MAGALHÃES, Ivan Luizio. Gerenciamento de serviços de TI na prática: uma abordagem com base na ITIL. São Paulo: Editora Novatec, 2007. TANEMBAUM, Andrew S. Redes de computadores. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. TITTEL, Ed. Teoria e problemas de rede de computadores. Porto Alegre: Bookman, 2003. TURBAN, Efraim; RAINER JR., Kelly; POTTER, Richard E. Introdução a sistemas de informação. Rio de Janeiro: Campus, 2007. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ056 |
Tecnologia e Mídias Digitais |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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EMENTA |
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|
História da Internet. Cibercultura. Características da comunicação na web: interatividade, multimidialidade e hipertextualidade. Princípios de criação de sites. Publicidade na web e redes sociais na Internet. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender os conceitos e princípios de: comunicação digital, cibercultura, interfaces gráficas; planejamento para as mídias sociais, social branding, plataformas de busca, monitoramento, mensuração etc; Estudar as novas mídias, suas múltiplas linguagens e suas interfaces tecnológicas: internet, e-mail marketing, e-commerce, mobile marketing, advergame, brandedentertainment, on-line, mídias sociais, novas mídias etc; |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BARBOSA, Ivan Santo (Org.); PEREZ, Clotilde (Org.).Hiperpublicidade. V.1 -Fundamentos e Interfaces. São Paulo: Thompson Pioneira, 2007. BARBOSA, Ivan Santo (Org.); PEREZ, Clotilde (Org.). Hiperpublicidade. V.2 – Atividades e Tendências. São Paulo: Thomson Pioneira, 2007. BRIGGS, A; BURKE, P. Uma História Social da Mídia. De Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Editor, 2004.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) DELMAS, B. Arquivos para que? São Paulo/; Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), 2010. FERRARI, P. Hipertexto, hipermídia: as novas ferramentas da comunicação digital. São Paulo: Contexto, 2007. RECUERO, R. Redes sociais na Internet. Porto Alegre: Sulinas, 2009. GABRIEL, Martha: Marketing na era digital: conceitos, plataformas e estratégias. São Paulo: Novatec, 2011 CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2007. COOK, T. Archivalscienceandpostmodernism: new formulations for oldconcepts. Archival Science: InternationalJournalonRecordedInformation, vol 1, n. 1, p. 03 - 24, 2001a. RÜDIGER, F. Introdução às teorias da cibercultura. Porto Alegre: Sulina, 2007.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
Ext. |
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|
IHQ047
|
Tópicos Especiais em Arquivologia, História e Patrimônio |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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|
Estudo do patrimônio documental local e regional, enquanto elementos sociais de construção do processo de memória e identidade. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Oportunizar aos alunos o estudo e a análise de conteúdos teórico-práticos relacionando a Arquivologia e a História, no que tange ao entendimento do patrimônio documental enquanto elemento social construído historicamente, assim como a fim de oferecer as condições elementares à prática da pesquisa e ao desempenho profissional em arquivos históricos com vistas ao processo de construção de memória e identidade.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) EASTWOOD, Terry; e MACNEIL, Heather. Correntes atuais do pensamento arquivístico.Belo Horizonte (MG): Editora UFMG. 2016. PERRELA. Ivana. Patrimônio documental e escrita de uma história da pátria regional - Arquivo Público Mineiro 1895-1937. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: PPGH-UFMG, 2012. SALOMON, M. J. Saber dos Arquivos. 1. ed. Goiânia: Ricochete, 2011. v. 1. 112
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CHOAY, Françoise. Alegoria do patrimônio. São Paulo: Estação Liberdade: Unesp, 2016. RODRIGUES, GeorgeteMedleg. Construindo um objeto de pesquisa em Arquivologia: algumas reflexões. Arquivística, Rio de Janeiro, RJ, v. 1, n. 1, p. 69-90, jul./dez. 2012. Disponível em: <http://www.aaerj.org.br/ojs/index.php/informacaoarquivistica/article/view/6>. Acesso em: 8 maio 2013 DELMAS, Bruno. Arquivos para quê? Textos escolhidos. São Paulo: Instituto FHC, 2010. ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. MARTINS, Ana Canas Delgado. Governação e Arquivos: d. João VI no Brasil. Lisboa: Torre do Tombo / Ministério da Cultura (Portugal), 2006. SILVA, Margareth. O Arquivo e o lugar – Custódia arquivística e a responsabilidade pela proteção aos arquivos. Niteroi: EDUFF, 2017. |
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Nome da disciplina |
Créditos |
Carga Horária |
Pré-Requisito |
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Teórico |
Prática |
Extensão |
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IHQ085 |
Governança arquivística |
4.4.0.0 |
4 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou coordenação |
Curso de Arquivologia |
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EMENTA |
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Estudo sobre a o desenvolvimento da noção de Governança Arquivística no Brasil. Discussão sobre o conceito de Governança e a sua aplicação na Arquivologia. A relação com as políticas arquivísticas e a gestão, sobretudo a Gestão de Documentos. Possibilidade de refletir sobre abordagens e modelos de Governança Arquivística. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Desenvolver estudos e reflexões sobre a Governança Arquivística e seu desenvolvimento no Brasil analisando alcances e limites das experiências realizadas neste contexto.
ESPECÍFICOS: Identificar elementos capazes de caracterizar práticas da Governança Arquivística. Contribuir para a verticalização teórica da noção de Governança Arquivística no Brasil. Desenvolver a perspectiva da Governança Arquivística no âmbito da Arquivologia pesquisada no Amazonas. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICA (3 REGISTROS) JARDIM, J. M. Governança arquivística: contornos para uma noção. Acervo, [S. l.], v. 31, n. 3, p. 31–45, 2018. Disponível em: https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/987. Acesso em: 31 jul. 2025. VENANCIO, Renato Pinto; NASCIMENTO, Adalson; PANISSET, Bianca; CHAGAS, Cintia Aparecida; CUNHA, Francisco José Aragão Pedroza. (Org.). Governança Arquivística: repensando políticas arquivísticas. Florianópolis, SC: Rocha Gráfica e Editora; Belo Horizonte: PPGCI/UFMG, 2024. (Selo Nyota).
COMPLEMENTARES (5 REGISTROS) ABNT NBR ISO 37000, Governança de organizações – Orientações, 2022. BRASIL. Tribunal de Contas da União. Referencial básico de governança aplicável a órgãos e entidades da administração pública / Tribunal de Contas da União. Versão 2 - Brasília: TCU, Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão, 2014. 80 p. COSTA, Alexandre de Souza; Governança de serviços arquivísticos: possibilidades e potencialidades em organizações de caráter privado. In: VENÂNCIO, Renato Pinto; SILVA, WelderAntonio; NASCIMENTO ADALSON. (Org.). Ensino e pesquisa em arquivologia: cenários prospectivos. 1ed. Belo Horizonte: Escola de Ciência da Informação da UFMG, 2018, p. 542-555. ISO 24143, InformationGovernance. 2022. SILVA, W. A. Rede e sistema de arquivos: propriedades, finalidades e qualidades distintas. In: SILVEIRA, Fabrício José Nascimento da; FROTA, Maria Guiomar da; MARQUES, Rodrigo Moreno. (Org.). Informação, mediação e cultura: teorias, métodos e pesquisas. 1ed.Belo Horizonte: Letramento: PPGCI, 2022, p. 185-210. |
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Sigla |
Nome da disciplina |
Créditos |
Carga Horária |
Pré-Requisito |
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|
Teórico |
Prática |
Extensão |
||||
|
IHQ087 |
Indexação |
4.4.0.0 |
4 |
0 |
0 |
- |
|
Departamento ou coordenação |
Curso de Arquivologia |
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|
EMENTA |
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Aborda fundamentos teóricos da Análise da Informação e os aspectos teóricos e metodológicos da Indexação. Trata da tipologia de indexação, índices e resumos. Aplica prática da indexação, elaboração de índices e resumos. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ao final da disciplina os alunos deverão ser capazes de dominar os fundamentos teóricos da Análise da Informação e as bases teóricas e metodológicas da Indexação, assim como a prática de indexação e de elaboração de índices e resumos.
ESPECÍFICOS: Conhecer os fundamentos teóricos e metodológicos da Indexação; Conhecer o objeto, função da Indexação e processos de Indexação; Conhecer os tipos de Índices e Resumos; Aplicar método de Indexação e de elaboração de Índices e Resumos. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICA (3 REGISTROS) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12676: Métodos para análise de documentos: determinação de seus assuntos e seleção de termos de indexação. Rio de Janeiro, 1992. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034: Índices - apresentação. Rio de Janeiro, 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Resumos. Rio de Janeiro, 1996. LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos Livros, 2004.
COMPLEMENTARES (5 REGISTROS) CINTRA, A. M. M. et al. Para entender as linguagens documentárias. São Paulo: Polis, 2000. LARA, M. L.G.. O Unicórnio (o Rinoceronte, o Ornitorrinco ... ), a Análise Documentária e a Linguagem Documentária. Datagramazero, v.2 n.6, dez 2001. FUJITA, M. S. L. Política de indexação. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. MANINI, Miriam P. Análise documentária de fotografias: um referencial de leitura de imagens fotográficas para fins documentários. São Paulo, 2002. Tese (doutorado) – Escola de Comunicações e Artes, USP. SMIT, J. W. A representação da imagem. INFORMARE: Cadernos do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação, v.2, n.2, p.28-36, jul./dez., 1996.
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ANEXO III
NORMAS REGULAMENTARES DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
I. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1° O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades complementares do Curso de Arquivologia da Universidade Federal do Amazonas e estabelecer meios operacionais para o seu acompanhamento e registro, de acordo com a legislação em vigor, em especial a Resolução n° 018/2007 – CEG/CONSEPE.
Art. 2°O objetivo das atividades complementares é atender às normas do Conselho Nacional de Educação – CNE, oportunizando a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar, integrando os conteúdos teóricos e a prática, estimulando assim, o desenvolvimento de habilidades cognitivas e comportamentais que possibilitem ao aluno compreender e exercitar conteúdos, formas de aprendizagem diferenciadas, ampliando sua forma de conceber a apropriação do conhecimento.
Parágrafo 1° - São Atividades Complementares aquelas relacionadas com o ensino, pesquisa e extensão, validades pela Coordenação do Curso.
Parágrafo 2° - As atividades deverão ser realizadas durante a graduação, perfazendo um total mínimo de 110horas de atividades de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso de Arquivologia.
II DA COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 3°A Coordenação das atividades complementares será exercida pelo Coordenador do Curso.
Art. 4°Compete ao Coordenador das Atividades Complementares:
● Vista dos documentos comprobatórios das atividades complementares, ditos como validos, dentro das possibilidades das atividades listadas no quadro de atividades, anexo I, deste regulamento;
● Exigir a comprovação documental pertinente;
● Coordenar a divulgação das atividades complementares para os alunos;
● Lançar as atividades no Sistema de Controle Acadêmico, para o devido registro no histórico do aluno.
Parágrafo Único – Este regulamento, assim como o quadro das atividades complementares poderá ser alterado a qualquer tempo pelo Coordenador, obedecendo às disposições regimentais aplicáveis e aprovadas pelo Colegiado do respectivo curso.
Art. 5°Poderão ser validadas atividades realizadas pelo aluno somente a partir de sua matrícula institucional no Curso.
Parágrafo Único – As atividades registradas como complementares no histórico do aluno não poderão ser aproveitadas como carga horária optativa.
Art. 6° Preenchimento de formulário. Entregar as cópias dos comprovantes via e-mail institucional para a coordenação de curso. Lançamento da carga horária das AACCs no Ecampus pelo coordenador.
Art. 7°As informações e documentos apresentados devem representar a verdade, pois você está assumindo todos os riscos morais, éticos e legais pelas informações apresentadas;
Art. 8° Esteja, portanto, ciente de que caso elas sejam falsas ou adulteradas você está sujeito a processo judicial e a não obtenção do grau de bacharel, além de processo disciplinar interno da UFAM podendo culminar em expulsão do curso antes da conclusão do mesmo;
Art. 9°Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso
Art.10. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação.
A atribuição dos créditos/carga horária para as Atividades Complementares de Graduação do Curso de Arquivologia fica assim estabelecida:
Atividades de Ensino (AACCs)
|
ATIVIDADE |
COMPROVANTE |
CH MÁX. |
OBSERVAÇÕES |
MARQUE UM “X” NAS ATIVIDADES REALIZADAS |
TOTAL DE HORAS SOLICITADAS |
|
Monitoria desenvolvida nas disciplinas do curso |
Declaração e/ou certificado |
60h |
20h por disciplina/semestral |
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Carga horária excedente de disciplina optativa |
Histórico escolar |
120h |
Disciplina aprovada |
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|
|
Estágio extracurricular na área do curso |
Declaração ou contrato |
60h |
5h por mês |
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Apresentação de trabalhos em eventos técnicos ou científicos locais, regionais ou nacionais |
Declaração e/ou certificado |
60h |
10h por apresentação |
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Participação em cursos (minicursos, treinamentos etc.) |
Declaração e/ou certificado |
30h |
Carga horária declarada no certificado |
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Participação em palestras |
Declaração e/ou certificado |
20h |
2h por palestra ou carga horária declarada |
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Participação em simpósios |
Declaração e/ou certificado |
20h |
5h por evento ou carga horária declarada |
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Participação em colóquios |
Declaração e/ou certificado |
20h |
5h por evento ou carga horária declarada |
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Participação em eventos locais e regionais (simpósios, colóquios, congressos etc.) |
Declaração e/ou certificado |
20h |
5h por evento ou carga horária declarada |
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Participação em eventos nacionais (simpósios, colóquios, congressos) |
Declaração e/ou certificado |
25h |
5h por congresso ou carga horária declarada |
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Participação em eventos internacionais (simpósios, colóquios, congressos) |
Declaração e/ou certificado |
30h |
5h por congresso ou carga horária declarada |
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Participação em semanas acadêmicas |
Declaração e/ou certificado |
20h |
5h por evento ou carga horária declarada |
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|
Participação na organização de eventos acadêmicos |
Declaração e/ou certificado |
20h |
10h por evento |
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Atividades de Pesquisa e Produção Científica (AACCs)
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ATIVIDADE |
COMPROVANTE |
CH MÁX. |
OBSERVAÇÕES |
MARQUE UM “X” NAS ATIVIDADES REALIZADAS |
TOTAL DE HORAS SOLICITADAS |
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Participação em programas de iniciação científica |
Relatório do programa / Declaração do Portal LIRA |
60h |
Participação em programa aprovado |
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Participação em projetos de pesquisa aprovados em instituição de fomento, conselhos de unidades acadêmicas ou pelo DAP/PROPESP/UFAM |
Comprovação de participação (relatório, declaração ou edital público) |
60h |
60h por capítulo/artigo publicado |
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Publicação de capítulo de livro ou artigo científico em revista periódica especializada (autor ou coautor) |
Declaração e/ou comprovação da publicação |
120h |
60h por capítulo/artigo publicado |
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Publicação de resumos em eventos científicos (autor ou coautor) |
Certificado, declaração ou cópia dos anais do evento |
30h |
30h por resumo publicado |
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Premiação em trabalhos acadêmicos |
Declaração e/ou certificado / comprovação da premiação |
30h |
30h por premiação |
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ATIVIDADE |
COMPROVANTE |
CH MÁX. |
OBSERVAÇÕES |
MARQUE UM “X” NAS ATIVIDADES REALIZADAS |
TOTAL DE HORAS SOLICITADAS |
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Participação em projetos de extensão aprovados em instituição de fomento, conselhos de unidades acadêmicas ou pelo DAP/PROEXT/UFAM |
Relatório final do projeto |
60h |
Exemplo: PACE, PIBEX, Rondon etc. |
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Participação como ouvinte em mostras de trabalhos de extensão |
Declaração e/ou certificado |
10h |
5h por evento |
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Participação na organização de eventos técnicos ou científicos |
Declaração e/ou certificado |
20h |
10h por evento |
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|
Atividades de Responsabilidade Social (AACCs)
|
ATIVIDADE |
COMPROVANTE |
CH MÁX. |
OBSERVAÇÕES |
MARQUE UM “X” NAS ATIVIDADES REALIZADAS |
TOTAL DE HORAS SOLICITADAS |
|
Participação voluntária em atividades de responsabilidade social |
Declaração do órgão competente / Registro da atividade |
10h |
— |
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● o número mínimo de horas de um curso/evento é de dez horas. Caso sejam apresentados certificados com um número de horas menor que o mínimo, será contabilizada a metade das horas certificadas.
● o aluno bolsista participante de atividades de pesquisa/ensino/extensão deve requerer seu certificado junto das devidas Pró-Reitorias.
● o aluno voluntário participante de atividades de pesquisa/ensino/extensão deve requerer seu certificado junto ao professor coordenador do projeto.
● no caso de estágios extra-curriculares realizados dentro da disciplina Estágio, será subtraída o valor das horas cursadas referente ao número de horas da disciplina.
● para resumos ou artigos científicos, o aluno deverá entregar o certificado fornecido pelo publicado do mesmo. Caso este não seja fornecido, ele deverá entregar: (a) para anais de congresso e revistas impressas: fotocópia da capa e do artigo publicado; (b) para publicações eletrônicas em meio digital: fotocópia da capa da mídia (DVD/CD) e impressão do artigo; (c) para publicações eletrônicas virtuais: impressão da página www e do artigo.
● para capítulos de livro ou livros, o aluno deverá entregar uma fotocópia da capa do livro, da ficha catalográfica e do índice/resumo onde constem os nomes dos autores.
● monitores de disciplina voluntários devem requerer o certificado junto à secretaria do Curso de Arquivologia.
ANEXO IV
NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 1ºO presente Regulamento tem por finalidade estabelecer as normas para as atividades relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, que terão como disciplinas: Trabalho de Conclusão de Curso I e Trabalho de Conclusão de Curso II, do currículo pleno do Curso de Arquivologia da Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal do Amazonas.
Art. 2ºO Trabalho de Conclusão de Curso consiste em pesquisa em formato monográfico, acompanhado por orientador, em campo de conhecimento que mantenha correlação direta com a Arquivologia.
Art. 3ºOs objetivos do Trabalho de Conclusão de Curso são:
Possibilitar ao aluno o desenvolvimento de um trabalho de pesquisa sobre tema relevante na área de conhecimento, utilizando os referenciais teóricos das disciplinas no estudo dos fenômenos investigativos.
Implementar as estratégias metodológicas da elaboração de um trabalho de iniciação científica.
Art. 4ºAs disciplinas terão como pré-requisitos:
Disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I: Metodologia da Pesquisa.
Disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso II: Disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I
Art.5º O TCC tem como requisitos:
Ter efetivada a solicitação de matrícula pelo e-campus em uma das turmas de TCC;
Ter assinatura de “aceite do orientador”, através do formulário próprio (Anexo 1)
Ser desenvolvido individualmente ou em dupla;
Deverá seguir as normatizações da ABNT para trabalhos acadêmicos;
Ser desenvolvido mediante processo de orientação acadêmica e, quando necessário, com co-orientação;
Ser o trabalho em sua forma final aprovado por uma banca examinadora.
Art. 6º A obrigatoriedade da realização do TCC poderá ser substituída de acordo com a resolução nº 021/2007, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da UFAM.
Art. 7ºDadas as características da proposta de pesquisa o projeto deverá ser submetido ao comitê de ética o quanto antes de forma a viabilizar sua execução.
Art. 8ºO Trabalho de Conclusão de Curso será desenvolvido sob a orientação do orientador, pertencente ao quadro efetivo da UFAM, substituto ou voluntário, desde que devidamente registrado como docente voluntário na UFAM (de acordo com a resolução n 015/2018 CONSAD);
§ 1º Poderão ser co-orientadores docentes ou profissionais da área, desde que tenha titulação mínima de graduação e experiência na temática a ser desenvolvida e pertinente que justifique a necessidade da co-orientação.
Art. 9ºCada orientador poderá orientar no máximo até 05 (cinco) orientandos de TCC.
Parágrafo único - O orientador deverá priorizar temáticas relacionadas à sua área de competência e conhecimento, lhe sendo facultativo o direito de não aceite do orientação em situações que extrapole a quantidade máxima de orientações por semestre, assim como em casos em que a temática não lhe tenha afinidade.
Art. 10.A oficialização da orientação acontecerá mediante a assinatura do Formulário de Aceite de Orientação (Anexo 1) em três vias, das quais uma deverá ser entregue à Coordenação do Curso de Arquivologia, uma ficará com o orientador e a outra fica em mãos do aluno como comprovante do aceite.
Parágrafo único – O formulário de aceite deverá ser entregue pelo orientando na coordenação do Curso de Arquivologia até o 5° dia útil do calendário acadêmico do semestre vigente na época da realização do TCC.
Art. 11.A substituição do orientador deve ser evitada, todavia, caso venha ser necessária, poderá ser formalizada, tanto pelo aluno quanto pelo orientador, mediante pedido oficial por escrito devidamente justificado e entregue na coordenação do Curso a qual será apreciada pelo Colegiado do Curso de Arquivologia.
Art. 12.Fica facultado aos professores que esteja com afastamento ou licença a possibilidade de orientação, sendo aprovado no colegiado.
Art.13.O orientador tem os seguintes deveres específicos:
Observar as normas descritas neste regimento.
Realizar todos os compromissos e datas na realização do TCC;
Acompanhar e cobrar do orientando a realização de todos os compromissos e datas na realização do TCC;
Acompanhar o desenvolvimento do trabalho para que haja uma efetiva participação no processo, elaborando junto com o aluno o cronograma de orientação individual;
Presidir as bancas examinadoras do TCC de seus orientandos;
Encaminhar à Coordenação do Curso o pedido justificado de adiamento, suspensão ou prolongamento de prazo da realização da banca, quando for extremamente necessário, a qual será apreciada pelo Colegiado do Curso de Arquivologia;
Art. 14.Considera-se orientado, o aluno que: (I) esteja matriculado em alguma das turmas da disciplina de TCC do Curso de Arquivologia; (II) tenha entregado na Coordenação do curso de Arquivologia o Formulário aceite de orientação, devidamente assinado.
Art. 15.É facultado ao aluno a indicação de um co-orientador desde que tenha a anuência do orientador e apreciado pelo Colegiado.
Art. 16.O aluno em fase de realização do TCC tem os seguintes deveres específicos:
Elaborar o plano de trabalho a partir das orientações do orientador;
Cumprir os compromissos e o calendário divulgado pela UFAM, pela FIC, pela Coordenação do Curso de Arquivologia e pelo orientador para entrega das atividades referentes as etapas da confecção do TCC;
Entregar o trabalho à Banca, em três vias (impresso encadernado em espiral), com no mínimo (20) vinte dias de antecedência da data da defesa pública;
Comparecer em dia, hora e local determinados para apresentar e defender o TCC;
Comparecer em dia, hora e local determinados pelo orientador para os ajustes finais após a defesa;
Entregar em até 15 dias corridos, a cotar da defesa, a versão final do TCC em formato
Art. 17.Será de total responsabilidade do aluno o cumprimento das atividades e datas acadêmicas da UFAM, da Coordenação do Curso de Arquivologia e das datas acertadas com o orientador.
Parágrafo único. A não entrega da versão final ou do Termo de autorização para publicação eletrônica do TCC acarretará na reprovação na disciplina.
IV- DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 18.O projeto de TCC, elaborado na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I, assim como o próprio TCC, deverão seguir as normas da ABNT para projetos e trabalhos acadêmicos;
Art. 19. O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser apresentado nos seguintes formatos, conforme a natureza da pesquisa e o interesse do aluno, sempre sob a orientação do professor responsável:
I. Trabalho Dissertativo: monografia que apresenta uma pesquisa teórica ou empírica, com fundamentação bibliográfica, análise e discussão dos resultados (anexo 2)
II. Produto Técnico: desenvolvimento e apresentação de um produto aplicado que esteja relacionado à área da Arquivologia, acompanhado de um relatório explicativo que comprove os procedimentos, metodologia e resultados alcançados (anexo 3)
Art. 20.Para análise do aproveitamento de artigo científico no lugar do TCC, o aluno deverá, além de seguir o Art. 6º deste regulamento, realizar a solicitação de aproveitamento através do E-campus e a comprovação dos originais e mais informações quando o Colegiado do Curso de Arquivologia achar necessário.
§ 1º - Parta efeito de dispensa do TCC, o Colegiado do Curso de Arquivologia só aceitará publicações que tenham participação direta do professor ou do professor orientador na co-autoria do trabalho.
§ 2º - Para efeito geral de dispensa do TCC, o aluno terá responsabilidade total acerca a abertura do processo pelo E-campus, assim como do período cabível de tramitação do processo ressaltando o tempo de exeqüibilidade de tramitação tendo em vista o calendário geral da UFAM.
V– DA DEFESA E DA ENTREGA DA VERSÃO DEFINITIVA DO TCC
Art. 21. A exposição da defesa deverá ser apresentada em forma de aula expositiva (oral) utilizando recursos áudios-visuais, contendo a mesma estrutura de acordo com as normas da ABNT.
Art. 22. O Trabalho de Conclusão de Curso é defendido pelo aluno perante banca examinadora composta pelo professor orientador e por dois membros, que poderão ser, quando necessário, substituído pelos dois membros suplentes.
§ 1º - A banca examinadora executará os seus trabalhos somente com a presença dos 3 (três) membros, não podendo um deles ser o co-orientador.
§ 2º - em caso de impedimento do orientador em participar da banca examinadora, o coordenador do curso poderá substituir o mesmo.
§ 3 º - Os membros titulares da banca poderão ser compostos por no máximo um membro externo da UFAM.
Art. 23.As sessões de defesa do TCC serão públicas.
Art. 24.Ao término da data limite para a entrega das cópias do TCC, a Coordenação de curso divulgará os o calendário de defesa com as principais informações.
Art. 25.A composição da Banca deverá ser indicada pelo orientador através do formulário específico (anexo 3) de acordo com o calendário acadêmico da UFAM, da FIC e do Curso de Arquivologia.
Art. 26.Na defesa, o aluno terá no mínimo 15 e no máximo 20 minutos para a apresentação, e os membros da banca terão até 20 (vinte) minutos para a argüição cada.
Art. 27.Os parâmetros de avaliação serão norteados pelo Formulário de Avaliação (anexo 4), seguindo as seguintes atribuição de notas:
O texto escrito (0 a 4 pontos);
A exposição oral (0 a 4 pontos);
A arguição (0 a 2 pontos).
Art. 28.A nota do aluno é o resultado da média aritmética simples das notas atribuídas pelos três membros da banca examinadora.
Art. 29.Ao final da apresentação e da arguição, a banca irá se reunir sem público para formalizar a nota e a situação final.
§ 1º - O resultado final deverá ser lavrado em Ata (anexo 5) e assinado em 5 vias, ficando uma na Coordenação do Curso, uma para cada integrante da Banca e uma via que o aluno receberá quando entregar a versão final.
§ 2º - O resultado final poderá ser:
Reprovado (cuja nota final venha a ser menor ou igual a 4,9);
Aprovado (cuja nota final venha a ser igual ou superior a 5);
§ 3° - A banca examinadora poderá sugerir ao aluno que reformule aspectos do TCC apresentado, mas sem influência no resultado final da nota.
Art. 30.O aluno que não se apresentar na defesa oral da monografia, por motivo justificado de acordo com as normas da UFAM, poderá realizar a segunda chamada até em até 10 dias após a data inicialmente agendada da banca.
Art. 31. A oficialização da aprovação ocorrerá somente com o lançamento da nota final no sistema do E-campus, o que estará condicionado à entrega na Coordenação do Curso de Arquivologia do comprovante de autodepósito da versão final do TCC junto do Repositório Institucional da UFAM (https://biblioteca.ufam.edu.br/tutorial)
Art. 32.Ao aluno que tenha sido aprovado e não entregue o comprovante de autodepósito da versão final do TCC em até 15 dias corridos após a realização da Banca, terá a nota zero na avaliação final da disciplina de TCC, sendo assim reprovado na disciplina e deverá cursá-la novamente.
VI – DO APROVEITAMENTO DE ARTIGO COMO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
Art. 33. O(a) discente regularmente matriculado(a) no curso de Arquivologia da Universidade Federal do Amazonas poderá solicitar o aproveitamento de artigo científico previamente publicado como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), desde que observadas as normas institucionais e os critérios estabelecidos nesta seção.
Art. 34. Para fins de solicitação de aproveitamento, o artigo deverá atender cumulativamente aos seguintes requisitos:
I – estar publicado com identificação de ISBN ou ISSN;
II – constar em periódico, livro ou anais com comissão científica reconhecida;
III – apresentar afinidade temática com a área de Arquivologia ou áreas correlatas, desde que claramente vinculadas à formação arquivística;
IV – ter sido fruto de atividade institucionalizada no âmbito da UFAM, conforme atestado por docente orientador(a), ainda que este(a) não figure como coautor(a).
Art. 35. O pedido de aproveitamento será analisado exclusivamente pela Coordenação do Curso, que será responsável por:
I – o recebimento e verificação documental;
II – a designação de parecerista docente do curso para avaliação técnico-científica;
III – o encaminhamento para deliberação em reunião do Colegiado de Curso;
IV – o registro e comunicação formal do resultado ao(à) discente requerente.
Art. 36. Para protocolar a solicitação, o(a) discente deverá enviar, por e-mail institucional, os seguintes documentos digitalizados, em arquivos individuais no formato PDF:
I – cópia integral do artigo publicado, com a folha de rosto da publicação;
II – sumário da publicação contendo o título do artigo;
III – folha de expediente ou comissão científica da publicação ou evento;
IV – ficha catalográfica ou equivalente que contenha ISBN ou ISSN;
V – carta de orientação emitida por docente da UFAM atestando a institucionalização do trabalho;
VI – formulário de solicitação de aproveitamento (Anexo 5), devidamente preenchido, datado e assinado.
Art. 37. O parecer técnico deverá ser emitido no prazo máximo de 15 (quinze) dias corridos após o recebimento da solicitação pela Coordenação (Anexo 6)
Art. 38. Após a emissão do parecer, o pedido será submetido à apreciação do Colegiado do Curso, no prazo de até 30 (trinta) dias corridos.
Art. 39. O resultado da deliberação será comunicado ao(à) discente por e-mail, mediante extrato de ata com a decisão de deferimento ou indeferimento.
Art. 40. Em caso de deferimento, o(a) discente deverá apresentar ao(à) professor(a) da disciplina de TCC 2 a documentação comprobatória, incluindo o extrato da ata de aprovação, para fins de lançamento da nota final no sistema acadêmico.
§1º O não encaminhamento da documentação ao(à) docente da disciplina poderá acarretar no não lançamento da nota no e-Campus.
§2º A nota final da disciplina TCC 2 será atribuída com conceito máximo pelo(a) professor(a) responsável, após o recebimento da documentação.
Art. 41. O processo de solicitação poderá ser iniciado em qualquer momento do curso, mas recomenda-se que seja realizado antes do último semestre, a fim de garantir tempo hábil para tramitação.
Parágrafo único. O prazo máximo para tramitação completa da solicitação, sob responsabilidade da Coordenação, é de 60 (sessenta) dias corridos.
Art. 42. É obrigatória a matrícula na disciplina de TCC 2 no semestre de conclusão do curso, independentemente do resultado da solicitação de aproveitamento.
Art. 43. Não serão aceitos:
I – artigos sem publicação formal (aceites sem publicação);
II – publicações sem ISBN ou ISSN;
III – solicitações que não atendam a todos os critérios ou que estejam com documentação incompleta.
Art. 44. Os casos omissos nestas normas serão encaminhados à Coordenação do Curso de Arquivologia que, se julgar necessário, poderá encaminhar par apreciação do Colegiado do Curso.
Art. 45 Estas normas entrarão em vigor a partir da publicação do PPC do Curso de Arquivologia
Presidente do Núcleo Docente Estruturante
ANEXO V
NORMATIZAÇÃO CURRICULAR DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1° Dispõe sobre a normatização das atividades de extensão no Curso de Bacharelado em Arquivologia, no contexto da curricularização da extensão universitária, conforme diretrizes nacionais e institucionais e CONSIDERANDO a Resolução nº 044/2023 – CONSEPE/UFAM, que regulamenta a curricularização da extensão nos cursos de graduação da UFAM.
Art. 2º A curricularização da extensão no Curso de Bacharelado em Arquivologia tem os seguintes objetivos:
I – Promover a interação dialógica entre a comunidade acadêmica e a sociedade;
II – Estimular a formação cidadã dos discentes por meio da vivência interprofissional e interdisciplinar;
III – Contribuir para mudanças institucionais e sociais através da construção e aplicação de conhecimentos;
IV – Articular ensino, pesquisa e extensão em um processo pedagógico único e transformador;
V – Incentivar a formação de cidadãos críticos e comprometidos socialmente;
VI – Estabelecer diálogo construtivo com os diversos setores da sociedade, valorizando a interculturalidade;
VII – Promover ações com foco em áreas estratégicas como cultura, educação, direitos humanos, meio ambiente, saúde, trabalho, entre outras;
VIII – Estimular a reflexão ética sobre a dimensão social do ensino e da pesquisa;
IX – Encorajar a atuação da comunidade acadêmica no enfrentamento das demandas sociais;
X – Apoiar princípios éticos de compromisso social da instituição;
XI – Atuar na produção de conhecimentos voltados ao desenvolvimento equitativo e sustentável.
Art. 3° As ações de extensão deverão observar os seguintes princípios:
I – Protagonismo discente;
II – Valorização das epistemologias diversas;
III – Articulação com comunidades externas e instituições públicas e privadas;
IV – Reconhecimento dos saberes tradicionais;
V – Enfoque interdisciplinar, transdisciplinar, intercultural e interprofissional.
Art. 4º É responsabilidade do(a) docente desenvolver as atividades de extensão conforme previsto no Projeto Pedagógico do Curso (PPC), em consonância com a legislação vigente.
Art. 5º A carga horária total destinada à curricularização da extensão no Curso de Bacharelado em Arquivologia é de 260 horas, se enquadrando ao mínimo pelas normativas, de 10% da carga horária total do curso (2.590 horas).
Art. 6º O Curso de Bacharelado em Arquivologia adota duas formas de curricularização da extensão, com a respectiva carga horária mínima:
|
Modalidade |
Carga Horária Mínima Obrigatória |
|
Componentes parcialmente extensionistas |
90h |
|
Participação em modalidades extensionistas |
170h |
|
Total |
260h |
Componentes parcialmente extensionistas (disciplinas obrigatórias)
Art. 7º São considerados componentes curriculares parcialmente de extensão, as seguintes disciplinas obrigatórias:
|
PERIODO |
SIGLA |
COMPONENTE CURRICULAR (DISCIPLINAS) |
CR |
CH |
|||
|
T |
P |
EXT |
TOTAL |
||||
|
2° |
IHQ060 |
Laboratório de Prática Arquivística I |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
5° |
IHQ069 |
Laboratório de Prática Arquivística II |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
6° |
IHQ071 |
Laboratório de Prática Arquivística III |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
7° |
IHQ074 |
Laboratório de Prática Arquivística IV |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
7° |
IHQ073 |
Trabalho de Conclusão de Curso I |
4.1.2.1 |
15 |
60 |
15 |
90 |
|
8° |
IHQ075 |
Trabalho de Conclusão de Curso II |
4.1.2.1 |
15 |
60 |
15 |
90 |
Art. 8° O aluno deverá estar inscrito nas disciplinas e realizar todas as atividades descritas no Plano de Curso, assim como todas as atividades de acordo com a legislação da UFAM.
Art. 9° A contagem da carga horária das disciplinas parcialmente extensionistas serão computadas automaticamente no sistema, mediante aprovação do aluno na disciplina.
Participação em modalidades extensionistas
Art. 10. Quanto aos tipos e carga horária de atividades extensionistas, serão considerados as seguintes modalidades:
|
MODALIDADE |
CARGA HORÁRIA DE EXTENSÃO POR PROJETO |
CARGA HORÁRIA MÁXIMA (POR ANO) |
|
Programa de Extensão |
60h |
120h |
|
Projeto de Extensão (PACE) |
60h |
120h |
|
Projeto de Extensão (PIBEX) |
60h |
120H |
|
Organização de Cursos de Extensão |
10h |
60h |
|
Organização de Eventos |
10h |
60h |
|
Palestrante de curso ou evento de caráter extensionista |
10h |
60h |
Parágrafo único: Os projetos e atividades deverão ser institucionalizadas na UFAM.
Art. 11. Não serão consideradas para integralização da carga horária de extensão:
· Atividades acadêmico-científico-culturais, monitorias ou tutorias;
· Horas de extensão para discentes que participarem apenas como ouvintes;
Parágrafo único: A carga horária de extensão registrada no histórico não poderá ser contabilizada para outra finalidade.
PROCEDIMENTOS DE VALIDAÇÃO DOS CERTIFICADOS
Art. 12. Preenchimento de formulário (em anexo) e entregar as cópias dos comprovantes via e-mail institucional para a coordenação de curso.
COMPETENCIA DO COORDENADOR
Art. 13. A Coordenação do procedimento de validação dos certificados será exercida pelo Coordenador do Curso.
Art. 14. Compete ao Coordenador:
Dar vista aos documentos comprobatórios, ditos como validos, dentro das possibilidades deste regulamento;
Exigir a comprovação documental pertinente;
Lançar as atividades extensionistas no Sistema de Controle Acadêmico, para o devido registro no histórico do aluno.
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 15. As informações e documentos apresentados devem representar a verdade, pois você está assumindo todos os riscos morais, éticos e legais pelas informações apresentadas;
Art. 16. Esteja, portanto, ciente de que caso elas sejam falsas ou adulteradas você está sujeito a processo judicial e a não obtenção do grau de bacharel, além de processo disciplinar interno da UFAM podendo culminar em expulsão do curso antes da conclusão do mesmo;
Art. 17. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso
Art. 18. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação.
ANEXO VI
NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
I. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1. O Estágio Curricular do curso de Arquivologia constitui-se de um conjunto de atividades de natureza teórica e prática que poderá ser cumprido pelos alunos fora das salas de aula, concomitantemente com os conteúdos teóricos, cujo objetivo é oferecer-lhes conhecimentos sócios profissionais e de cultura em situações reais de trabalho e no campo da Arquivologia.
2. Pedagogicamente, a intenção é oferecer aos estudantes, além da complementação do processo de ensino-aprendizagem, ocorrido nas salas de aula, a convivência simultânea entre teoria e prática, a partir do contato com as realidades cotidianas dos sistemas e serviços de informação vinculados às instituições dos setores públicos, privado e do terceiro setor.
3. Sua operacionalização dar-se-á segundo as normas do Regimento apresentado a seguir:
II. DO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ARQUIVOLOGIA DA REGULAMENTAÇÃO GERAL
Art. 1º No Brasil, os Estágios Curriculares de estudantes dos ensinos superiores, profissionalizante de nível médio, e supletivo estão regulamentados pela Lei n° 6.494, de 07/12/1977, e pelo Decreto nº 87.497, de 18/08/1982, que dispõem sobre essas práticas dentro das organizações de direito público e privado e dão outras providências.
Parágrafo Único - Essa legislação define Estágio Curricular como toda atividade de aprendizagem social, profissional e de cultura, proporcionada ao estudante pela participação em situações reais de trabalho, realizada junto à comunidade em geral ou a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob a responsabilidade e coordenação da instituição de ensino.
Art. 2ºO Programa de Estágio do curso de Arquivologia/UFAM compreende as seguintes modalidades:
I – Estágio Curricular, caracterizado como disciplina obrigatória e por isso submetido a todas as normas do regime acadêmico-administrativo que regulamentam as atividades didático-pedagógicas da UFAM, sem, portanto, supervisionado;
II – Estágio Não Curricular, caracterizado como atividade voluntária ou optativa, sujeita ou não ao pagamento de bolsa ou ajuda financeira, mas necessariamente submetida ao controle da Coordenação de Estágios do curso de Arquivologia/UFAM e da Pró-reitoria de Ensino de Graduação, PROEG/UFAM, portanto sem uma supervisão direta de um professor orientador.
Art. 3ºNa Universidade Federal do Amazonas - UFAM, as atividades de Estágio Curricular estão regulamentadas pela Resolução nº 004, de 29/02/2000, do Conselho de Ensino e Pesquisa - CONSEP, que as caracteriza como:
I - aplicação prática da teoria contribuindo para a formação do aluno através de experiências técnico-científicas e de relacionamento humano;
II - atividade de campo que ocorrerá uma relação de ensino-aprendizagem onde estará interagindo um professor, um profissional da área e alunos;
III - inserção do aluno, gradativamente, no processo profissionalizante para minimizar o impacto entre as duas atividades;
IV - estímulo do desenvolvimento de atividades e posturas profissionais, com o objetivo de desenvolver o senso crítico e atitudes éticas;
V - instrumento de auxílio à avaliação dos cursos e à reformulação de currículos;
VI - oportunidade de integrar plenamente a pesquisa, extensão e ensino em benefício da sociedade, de acordo com a realidade local e nacional.
III DA NATUREZA E ESTRUTURA DO ESTÁGIO
Art. 4º O Estágio Curricular do Curso de Arquivologia constitui-se de um grupo de disciplinas obrigatórias, cujos conteúdos programáticos compreendem ações de natureza teórica e prática, que serão realizadas fora das salas de aula, mas em tempo paralelo às apresentações e discussões dos conteúdos teóricos, com o fim de oferecer aos alunos conhecimentos sócios profissionais e de cultura em situações reais de vida e trabalho, dentro e fora do campo social da Arquivologia.
§1º - Esse grupo de disciplinas está estruturado de modo a cumprir uma carga horária total de 150 horas. As duas disciplinas terão 75 horas cada, sendo 60 horas práticas e 30 horas teóricas, oferecidas respectivamente no 7º e 8º período.
§2º - As atividades desenvolvidas no Estágio Curricular do curso de Arquivologia da UFAM, em todas as suas etapas, devem ser compatíveis com os conteúdos das disciplinas que os alunos estiverem cursando nos respectivos períodos da estrutura curricular do curso.
Art. 5ºPara a implantação do seu sistema operacional, as autoridades administrativas e acadêmicas do curso de Arquivologia UFAM obedecerão a seguinte estruturação: do 7º e o 8º período serão oferecidas respectivamente as disciplinas Estágio Supervisionado I e Estágio Supervisionado II, cujos campos de estágio serão, respectivamente, os sistemas e serviços de informação arquivística das organizações vinculadas aos setores públicos e privados. Nessas fases, espera-se que as atividades realizadas possibilitem aos alunos a complementação do processo de ensino-aprendizagem e a convivência simultânea entre teoria e prática, a partir da vivência de suas realidades cotidianas.
Art. 6ºO Estágio Curricular do curso de Arquivologia/UFAM tem por objetivo criar oportunidades para a complementação do processo de ensino-aprendizagem ocorrido nas salas de aula e a convivência simultânea entre teoria e prática, a partir da vivência das realidades cotidianas dos sistemas e serviços de informação arquivística das organizações dos setores públicos, privado e do terceiro setor do Estado do Amazonas, para melhor orientar o desenvolvimento pessoal e profissional dos alunos.
Art. 7ºConsidera-se como campo de estágio do curso de Arquivologia/UFAM todo sistema ou serviço de informação arquivística das organizações dos setores públicas e privado e do terceiro setor localizados no Estado do Amazonas, desde que suas estruturas físicas e de serviços apresentem-se em condições de oferecer o aprendizado projetado, e seus responsáveis técnicos comprovem estar legalmente habilitados.
§1º - Para atendimento destas exigências, a Coordenação do Estágio Curricular do curso de Arquivologia/UFAM deverá organizar e manter atualizado um cadastro das unidades-campo de estágio.
§2º - As atividades do Estágio Curricular do curso de Arquivologia/UFAM somente serão realizadas em unidades, sistemas e serviços de informação arquivística cadastrados na UFAM, observadas as suas condições de infra-estruturais e outras estabelecidas pela Resolução 004/2000 – CONSEP/UFAM.
§3º - Em caráter excepcional, o Estágio Curricular do curso de Arquivologia/UFAM poderá não ser realizado em unidades, sistemas ou serviços de informação arquivística cadastradas na UFAM, em caso do não cumprimento de exigências mencionadas na Resolução 067/2011.
VI DAS ESTRUTURAS OPERACIONAIS DO ESTÁGIO
Art. 8ºPara coordenar, orientar e supervisionar as atividades dos programas de Estágio Curricular o curso de Arquivologia/UFAM contará com a seguinte estrutura:
I - uma Coordenação de Estágio, exercida por um docente do seu quadro permanente da carreira do magistério, designado pela Coordenação Acadêmica do urso de Arquivologia/UFAM aprovado pelo Colegiado do Curso;
II – uma Orientação Acadêmica, exercida por docentes, indicado pela Coordenação Acadêmica do curso de Arquivologia/UFAM e aprovados pelo Colegiado do Curso;
III - uma Supervisão Técnica, exercida por profissionais responsável pela gestão do campo de estágio, em gozo de seus direitos.
Art. 9ºAo Coordenador de Estágios do Curso de Arquivologia UFAM compete:
a) coordenar e superintender as atividades dos Programas de Estágio Curricular do curso;
b) selecionar e mediar o credenciamento das unidades-campo de estágio junto da UFAM;
c) elaborar e manter atualizados os cadastros das unidades-campo de estágio e de alunos.
d) selecionar os alunos, para encaminhá-los às unidades-campo de estágio, tomando como parâmetro os seus perfis e áreas de interesses;
e) fiscalizar as ações de acordo com o Regimento de Estágio e os formulários para planejamento, acompanhamento e avaliação do Estágio;
f) definir, com a Coordenação Acadêmica do curso o número de alunos por Professor Orientador, conforme as características das unidades-campo de estágio e do seu quadro de docentes;
Art. 10. Ao Orientador Acadêmico compete:
I- distribuir e encaminhar os alunos aos locais de estágio;
I - acompanhar e avaliar as atividades de estágio, juntamente com o Supervisor Técnico e o aluno-estagiário;
II - elaborar, em colaboração com supervisor técnico o plano de estágio;
III - esclarecer ao aluno-estagiário e ao Supervisor Técnico sobre o sistema de avaliação do estágio;
IV - manter contatos permanentes com o Supervisor Técnico;
V - providenciar reforço teórico para os alunos-estagiários, quando necessários.
Art. 11. Ao Supervisor Técnico compete:
I - participar do planejamento e da avaliação das atividades desenvolvidas pelo aluno- estagiário;
II - informar ao estagiário as normas do campo de estágio;
III - acompanhar e orientar o estagiário durante a realização de suas atividades;
IV - informar ao Orientador Acadêmico sobre a necessidade de reforço teórico, para elevar a qualidade do desempenho do estagiário;
V - preencher e encaminhar ao Orientador Acadêmico as Fichas de Acompanhamento e Avaliação de Desempenho dos alunos-estagiários sob sua supervisão.
VII. DA ATUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO
Art. 12. Ao Aluno-Estagiário compete:
I - seguir as normas deste Regimento e aquelas estabelecidas pelo campo de estágio a que estiver vinculado;
II - participar das atividades previstas no plano de ensino da disciplina e de outras propostas pelo seu Orientador Acadêmico;
III - comparecer à sua unidade-campo de estágio assídua e pontualmente, nos dias e horas estipulados;
IV - realizar, com presteza e correção, as tarefas que lhe forem determinadas, desde que sejam compatíveis com o plano de estágio aprovado pelo seu Orientador Acadêmico;
V - zelar pela conservação do material do campo de estágio e prestar contas do que lhe foi entregue para a execução das atividades;
VI - durante o estágio, observar os princípios da urbanidade, relações humanas e ética profissional;
VII - elaborar, preencher e entregar todos os relatórios e formulários relacionados com o processo de avaliação de desempenho nas atividades da disciplina de Estágio do curso, segundo as normas estabelecidas pelo Regimento de Estágio;
VIII - participar de todas as atividades de avaliação previstas no plano de estágio, se necessário, esclarecimentos sobre o seu desempenho;
IX - solicitar orientações ao Supervisor Técnico e Orientador Acadêmico com o fim de superar as dificuldades encontradas no desempenho de suas atividades;
X - preencher e entregar ao seu Orientador Acadêmico a Ficha de Registro de Atividades (ANEXO 4) relativa ao seu desempenho;
XI - entregar, devidamente preenchido e assinado, o Termo de Compromisso ao Orientador Acadêmico (ANEXO1).
VIII DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 13.O Sistema de Avaliação do plano de estágio do curso consistirá das seguintes medidas de aferição:
I - nível de desempenho do aluno-estagiário nos campo de estágio, de responsabilidade do Orientador Acadêmico, Supervisor Técnico e do aluno (auto avaliação), tendo como Instrumentos de avaliação, respectivamente, os formulários: Avaliação de Estágio do Supervisor Técnico da Unidade Concedente (ANEXO 2) e Avaliação do Relatório de Estágio pelo professor orientador (ANEXO 3).
II - controle de frequência do aluno-estagiário nos campo de estágio, encargo de responsabilidade do Supervisor Técnico, tendo como instrumento formal a Ficha de Registro de Atividade e Frequência (ANEXO 4).
Parágrafo Único – Ao elaborar o Relatório de atividades, citada no inciso I deste artigo, o aluno deverá analisar as atividades desenvolvidas e a sua atuação no campo de estágio e a relação destas com as teorias estudadas nas aulas e relevância das mesmas para o seu aprendizado e formação profissional.
Art. 14.Para obter a aprovação na disciplina de Estágio do curso o aluno deverá atender às seguintes exigências:
I - ter frequência mínima de 75% nas atividades das quais participe;
II - alcançar a nota 5 como média aritmética, computadas as notas atribuídas em todas as atividades realizadas durante o estágio.
IX DO APROVEITAMENTO DE ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO
Art. 15. O(a) discente regularmente matriculado (a) nas disciplinas de Estágio Supervisionado Obrigatório poderá solicitar o aproveitamento de atividades profissionais como cumprimento da carga horária da respectiva disciplina matriculada, conforme critérios estabelecidos nesta Seção.
Art. 16. Poderão ser consideradas para aproveitamento:
I – Atividades de estágio não obrigatório (remunerado ou não), com carga horária mínima de 4 (quatro) horas diárias ou 20 (vinte) horas semanais;
II – Atividades profissionais com vínculo empregatício, desde que com carga horária mínima de 4 (quatro) horas diárias ou 20 (vinte) horas semanais.
Art. 17. São requisitos obrigatórios para solicitação de aproveitamento:
I – Comprovação de que as atividades exercidas são de natureza arquivística, compatíveis com a formação e os objetivos do curso;
II – Existência de supervisão direta de um(a) profissional arquivista, que se responsabilizará pelo acompanhamento técnico das atividades e pela assinatura de todos os documentos exigidos;
III – Matrícula ativa na disciplina de Estágio Supervisionado Obrigatório no mesmo semestre letivo em que o(a) discente estiver desempenhando a atividade a ser aproveitada.
Art. 18. A solicitação de aproveitamento deverá ser protocolada até o 7º (sétimo) dia após o início do semestre letivo e deverá estar acompanhada da seguinte documentação:
I – Formulário 1, de solicitação de aproveitamento, devidamente preenchido e assinado pelo(a) discente e pelo(a) arquivista responsável (anexo 5);
II – Cópia do documento comprobatório do vínculo com a instituição/empresa (contrato de estágio, comprovante de vínculo empregatício ou declaração oficial da instituição);
III – Caso o documento comprobatório não contenha informações sobre a função desempenhada e/ou carga horária da atividade, deverá ser anexada declaração complementar da instituição com essas informações;
IV – Cópia do documento comprobatório da formação em Arquivologia do(a) profissional responsável direto (declaração, diploma, histórico ou certificado).
Art. 19. O resultado da solicitação será divulgado pelo(a) professor(a) responsável pela disciplina de Estágio Supervisionado Obrigatório até o 14º (décimo quarto) dia após o início do semestre letivo.
Art. 20. Ao longo de todo o período de aproveitamento, o(a) discente deverá:
I – Entregar mensalmente o Formulário 2 – Relatório de Atividades, até o 5º (quinto) dia útil do mês subsequente, ao(à) professor(a) da disciplina (anexo 6);
II – Fornecer quaisquer outras informações ou documentos que venham a ser solicitados pelo(a) professor(a) responsável pela disciplina ao longo do semestre.
Art. 21. Todas as etapas relativas ao aproveitamento de estágio não obrigatório serão conduzidas pelo(a) professor(a) da disciplina de Estágio Supervisionado Obrigatório, à qual o(a) discente estiver vinculado(a).
Art. 22. Casos omissos ou situações excepcionais serão analisados pela Coordenação de Estágio e, se necessário, pelo Colegiado do Curso de Arquivologia.
Parágrafo único. Em caso de dúvidas, o(a) discente deverá entrar em contato com a Coordenação de Estágio do Curso de Arquivologia da Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal do Amazonas.
Art. 23. Os casos omissos neste Regimento serão dirimidos pela Coordenação de Estágio do Curso de Arquivologia, analisado e deliberado pelo Colegiado do Curso.
Art. 24. Este Regimento entrará em vigor na data da sua aprovação e publicado pelos Conselhos Superiores da UFAM.
ANEXO VII
QUADRO SINÓPTICO DA COMPOSIÇÃO CURRICULAR
|
CATEGORIAS / COMPONENTES CURRICULARES |
CARGA HORÁRIA (CH) |
CRÉDITOS (CR) |
|
1. Componentes obrigatórios teóricos, práticos e extensionistas (disciplinas) |
1.980h |
119 |
|
1.1 Estágio Supervisionado I e II |
150h |
6 |
|
1.2 Trabalho de Conclusão de Curso |
180h |
8 |
|
1.3 Disciplinas com prática extensionista |
90h |
6 |
|
2. Componentes optativos |
240h |
16 |
|
3. Componentes eletivos |
– |
– |
|
4. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACCs) |
110h |
– |
|
5. Prática extensionista |
260h |
– |
|
TOTAL GERAL |
2.590h |
135 |
QUADRO DE INTEGRALIZAÇÃO
|
Número de Períodos |
Créditos por Período |
Créditos Exigidos |
Carga Horária Exigida |
CH TOTAL |
||||||||
|
Máx. |
Mín. |
Máx. |
Mín. |
Obrig. |
Opt. |
Obrig. |
Opt. |
Elet. |
AACC |
Ext. |
2.590
|
|
|
12 |
8 |
20 |
7 |
119 |
16 |
1980h |
240 |
- |
110 |
260 |
|
|
ANEXO VIII
QUADRO DE TRANSIÇÃO CURRICULAR
|
ANO |
SEMESTRE |
CURRÍCULO 2020 |
CURRÍCULO 2026 |
|
2026 |
1º |
3º, 5º, 7º |
1º |
|
2º |
4º, 6º, 8º |
2º |
|
|
2027 |
1º |
5º, 7º |
1º, 3º |
|
2º |
6º, 8º |
2º, 4º |
|
|
2028 |
1º |
7º |
1º, 3º, 5º |
|
2º |
8º |
2º, 4º, 6º |
|
|
2029 |
1º |
– |
1º, 3º, 5º, 7º |
|
2º |
– |
2º, 4º, 6º, 8º |
ANEXO IX
QUADRO DE EQUIVALÊNCIA
|
2020 |
2026 |
||||
|
Sigla |
Disciplina |
CH |
Sigla |
Disciplina |
CH |
|
Introdução à Comunicação |
60 |
IHQ059 |
Comunicação Acadêmica e Profissional |
60 |
|
|
IHQ024 |
Ciência Política Aplicada à Arquivologia |
60 |
IHQ061 |
Ética e o campo Profissional Arquivístico |
60 |
|
IHQ033 |
Organização e planejamento em arquivos |
60 |
IHQ062 |
Organização e Planejamento Institucional |
60 |
|
IHQ030 |
Tecnologia da Informação |
60 |
IHQ063 |
Documentos ArquivisticosDigitais |
60 |
|
IHQ028 |
História, Memória e Patrimônio |
60 |
IHQ064 |
Fundamentos de Arquivos Permanentes |
60 |
|
IHQ010 |
Gerenciamento eletrônico de documentos |
60 |
IHQ066 |
Gestão de Documentos Eletrônicos e Digitais |
60 |
|
FDU049 |
Instituição de Direito Público e Privado |
60 |
IHQ065 |
Políticas Públicas Arquivisticas |
60 |
|
IHQ034 |
Representação da Informação e Vocábulo Controlado |
60 |
IHQ067 |
Fundamentos da Representação da informação |
60 |
|
IHQ091 |
Complemento de matemática e estatística |
60 |
IHQ068 |
Tecnologias Digitais na Prática Arquivística |
60 |
|
IHQ039 |
Preservação e conservação de documentos |
60 |
IHQ072 |
Fundamentos da Preservação em Arquivos |
60 |
|
IHQ037 |
Planejamento de arquivos |
60 |
IHQ070 |
Planejamento e Implantação de Arquivos |
60 |
|
IHQ043 |
Trabalho de Conclusão de Curso I |
90 |
IHQ073 |
Trabalho de Conclusão de Curso I |
90 |
|
IHQ044 |
Trabalho de Conclusão de Curso II |
90 |
IHQ075 |
Trabalho de Conclusão de Curso II |
90 |
|
IHQ024 |
Fundamentos da Ciência da Informação |
60 |
IHQ060 |
Laboratório de Prática Arquivística I |
60 |
|
IHQ035 |
Arranjo documental e descrição arquivística |
90 |
IHQ069 |
Laboratório de Prática Arquivística II |
60 |
|
IHQ005 |
Diplomática |
60 |
IHQ098 |
Diplomática |
60 |
| | Documento assinado eletronicamente por Sílvia Cristina Conde Nogueira, Presidenta, em 16/12/2025, às 17:26, conforme horário oficial de Manaus, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
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SEI nº 2930533 |