Ministério da Educação
Universidade Federal do Amazonas
Câmara de Ensino de Graduação
RESOLUÇÃO Nº 77, DE 27 DE NOVEMBRO 2025
REGULAMENTA o Projeto Pedagógico do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, vinculado ao Instituto de Natureza e Cultura (INC), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A PRESIDENTA DA SESSÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO, DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, no uso de suas atribuições estatutárias;
CONSIDERANDO a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional;
CONSIDERANDO a Lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 , que dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências;
CONSIDERANDO o Decreto Nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
CONSIDERANDO o Decreto Nº 5.625, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras);
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP N° 01, de 17 de junho de 2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES Nº 2, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 018, de 01 de agosto de 2007, CEG/CONSEPE, que regulamenta as Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 067, de 30 de novembro de 2011, CEG/CONSEPE, que disciplina os estágios obrigatórios e não obrigatórios da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP Nº 01, de 30 de maio de 2012, que estabelece as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 037, de 04 de julho de 2011, CEG/CONSEPE, que estabelece integralização dos tempos máximos de duração dos cursos de graduação presenciais da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP Nº 2, de 15 de junho de 2012 , que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;
CONSIDERANDO a Resolução nº 020, de 16 de dezembro de 2019, CONSEPE, que regulamenta a criação de curso, criação e modificação curricular e extinção de curso superior no âmbito da UFAM;
CONSIDERANDO a Resolução nº 044, de 04 de dezembro de 2023, CONSEPE, que dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP N° 04, de 29 de maio de 2024, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados não licenciados e cursos de segunda licenciatura);
CONSIDERANDO o OFÍCIO Nº 111/2025/CCPEDAG - INC/UFAM (2718414) da Coordenação do curso de graduação em Pedagogia; que encaminha ao Departamento de Apoio ao Ensino o Novo Projeto Pedagógico do curso de graduação em Pedagogia (IN02), versão 2026/1, de 31 de julho de 2025;
CONSIDERANDO a ata da reunião do Núcleo Docente Estruturante do curso de graduação em Pedagogia (2883559), realizada em 5 de novembro de 2025, que apreciou a proposta de reformulação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC);;
CONSIDERANDO a ata da reunião do Colegiado do curso de graduação em Pedagogia (2634071), realizada em 5 de novembro de 2025, que aprovou a reformulação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC);
CONSIDERANDO a Informação nº 38/2025/DAE - PROEG/PROEG/UFAM ( 2887464), que trata da análise do processo de reformulação curricular docurso de graduação em Pedagogia;
CONSIDERANDO, finalmente, a Decisão CEG (SEI nº 2912967), do plenário em reunião ordinária realizada em 27 de novembro de 2025,
R E S O L V E:
Art. 1º REGULAMENTAR o Projeto Pedagógico do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, vinculado ao Instituto de Natureza e Cultura (INC), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Art. 2º A integralização curricular do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, dar-se-á com a conclusão da carga horária total de 3.415 (três mil quatrocentos e quinze) horas/aula e 183 (cento e oitenta e três) créditos, com a subdivisão que segue:
I - disciplinas obrigatórias;
II - atividades de Extensão;
III - disciplinas eletivas;
IV - Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC's);
Art. 3º disciplinas obrigatórias correspondem ao total de 3.075 (três mil e setenta e cinco) horas/aula, equivalentes a 179 (cento e setenta e nove) créditos.
Art. 4º As disciplinas optativas correspondem ao total de 60 (sessenta) horas/aula, equivalentes a 4 (quatro) créditos.
Art. 5º As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC's) constituem componente curricular obrigatório e correspondem ao total de 100(cem) horas.
Art. 6º As atividades de extensão correspondem ao total de 345 (trezentos e quarenta e cinco) horas, distribuídas em 165 (cento e sessenta e cinco) horas, em disciplinas obrigatórias com atividades parciais de extensão, equivalentes a 11 (onze) créditos, somados a 180 (cento e oitenta ) horas de atividades em modalidades de extensão;.
Art. 7º O curso será ofertado em regime presencial, de crédito semestral, em, no mínimo, 4,5 anos, equivalentes a 9 (nove) períodos letivos, e, no máximo, 7 (sete) anos, equivalentes a 14 (quatorze) períodos letivos, respeitando o limite máximo de 26 (vinte e seis) e mínimo de 8 (oito) créditos por período.
Art. 8º A integralização curricular far-se-á em, no mínimo, quatro anos e meio, equivalentes a 9 (nove) períodos letivos, e, no máximo, 7 (sete) anos, equivalentes a equivalentes a 14 (quatorze) períodos letivos.
Art. 9º O desdobramento da Estrutura Curricular do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, está organizada em núcleos formativos (I, II, III e IV), por componentes curriculares, e contido no Anexo I desta Resolução.
Art. 10. A distribuição das disciplinas do currículo do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, por período letivo, far-se-á segundo o que estabelece a periodização e o quadro de disciplinas optativas, e de atividades de extensão contidos no Anexo II desta Resolução.
Art. 11. O programa de ensino das disciplinas do currículo do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, compõe o Anexo III desta Resolução.
Art. 12. As normas regulamentares das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, estão estabelecidas no Anexo IV desta Resolução.
Art. 13. As normas regulamentares do Estágio Curricular do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, estão estabelecidas no Anexo V desta Resolução.
Art. 14. As normas regulamentares do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, estão estabelecidas no Anexo VI desta Resolução.
Art. 15. As normas regulamentares das Atividades de Extensão do curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, estão estabelecidas no Anexo VII desta Resolução.
Art. 16. Aplicar-se-á esta Resolução aos discentes que ingressarem no curso de graduação em Pedagogia (IN02), licenciatura, turrno integral (matutino e vespertino), versão corrente 2026/1, a partir do período letivo 2026/1.
Art. 17. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
PLENÁRIA DA CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO, DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, em Manaus, 27 de novembro de 2025.
SILVIA CRISTINA CONDE NOGUEIRA
Presidenta
ANEXO I
DESDOBRAMENTO DA ESTRUTURA CURRICULAR
Quadro 01 -Núcleo I - Estudos de Formação Geral – EFG
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
T |
P |
E |
CH |
|
INB029 |
Libras |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60h |
|
INB030 |
Filosofia da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB031 |
Educação Escolar Indígena |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60h |
|
INB032 |
Sociologia da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB033 |
Didática Geral |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB034 |
Metodologia Científica |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB035 |
Psicologia do Desenvolvimento Humano |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB036 |
Relações de Gênero e Sexualidade na Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB037 |
Leitura e Produção Textual em Língua Portuguesa |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB040 |
Educação Ambiental |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60h |
|
INB041 |
Educação do Campo, das águas e das florestas |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60h |
|
INB042 |
Antropologia da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB043 |
Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB044 |
Políticas Públicas e Gestão da Educação Básica |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
INB045 |
Tecnologias Aplicadas a Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60h |
|
TOTAL |
56.52.4.0 |
780 |
120 |
0 |
900 |
|
LEGENDA: CR: Número de Créditos (Creditação); CH: Carga Horária, dividida em: T: Teórica; P: Prática; EXT: Extensão.
Quadro 02 - Núcleo II - Aprendizagem e Aprofundamento dos Conteúdos Específicos das áreas de atuação profissional – ACCE
|
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO NÚCLEO II |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
T |
P |
E |
CH |
|
INP100 |
Introdução à Pedagogia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
INP101 |
Psicologia da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
INP102 |
História da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
INP103 |
Planejamento de Ensino |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
EXT030 |
Educação, Cultura e Identidades Étnicas |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
INP104 |
Escola, Currículo e Cultura |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
INP105 |
Alfabetização e Letramento |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
EXT031 |
Fundamentos da Educação Especial |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT032 |
Educação de Jovens e Adultos |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT033 |
Literatura Infantil |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT034 |
Psicomotricidade e Recreação na Educação Infantil e Anos Iniciais |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT035 |
Arte na Educação Infantil e Anos Iniciais |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
INP106 |
Princípios e Métodos da Educação Infantil I |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
INP107 |
Princípios e Métodos da Educação Infantil II |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
INP108 |
Metodologia da Língua Portuguesa nos Anos Iniciais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
EXT038 |
Metodologia do ensino no Multisseriado |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
INP109 |
Pedagogia de Projetos Interdisciplinares |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
INP110 |
Metodologia da História e da Geografia nos Anos Iniciais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
INP111 |
Metodologia da Matemática nos Anos Iniciais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
INP112 |
Metodologia das Ciências nos Anos Iniciais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
EXT036 |
História e cultura afro-brasileira, africana e indígena |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT037 |
Políticas públicas e Financiamento da Educação Básica |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
INP113 |
Avaliação Educacional e Institucional |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
EXT039 |
Projeto Politico Pedagógico |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT040 |
Planejamento Curricular na Educação |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
INP114 |
Prática da Pesquisa Pedagógica I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
INP115 |
Prática da Pesquisa Pedagógica II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
INP116 |
Prática da Pesquisa Pedagógica III |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
INP117 |
Trabalho de Conclusão de Curso I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
|
INP118 |
Trabalho de Conclusão de Curso II |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
|
TOTAL |
101.87.10.11 |
1305 |
300 |
165 |
1770 |
|
|
TOTAL SEM CARGA HORARIA DE EXTENSÃO |
|
1.605h |
|
|
||
LEGENDA: CR: Número de Créditos (Creditação); CH: Carga Horária, dividida em: T: Teórica; P: Prática; EXT: Extensão.
Quadro 03 - Núcleo III - Atividades Acadêmicas de Extensão – (AAE)
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
T |
P |
E |
CH |
|
EXT030 |
Educação, Cultura e Identidades Étnicas |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT031 |
Fundamentos da Educação Especial |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT032 |
Educação de Jovens e Adultos |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT033 |
Literatura Infantil |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT034 |
Psicomotricidade e Recreação na Educação Infantil e Anos Iniciais |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT035 |
Arte na Educação Infantil e Anos Iniciais |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT036 |
História e cultura afro-brasileira, africana e indígena |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT037 |
Políticas públicas e Financiamento da Educação Básica |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT038 |
Metodologia do ensino no Multisseriado |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT039 |
Projeto Politico Pedagógico |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
EXT040 |
Planejamento Curricular na Educação |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
TOTAL CH disciplinas de extensão |
44.33.0.11 |
495 |
0 |
165 |
660 |
|
|
Modalidades de Extensão |
12.0 .0. 12 |
0 |
0 |
180 |
180 |
|
|
Total carga horária de extensão |
|
|
|
345h |
|
|
LEGENDA: CR: Número de Créditos (Creditação); CH: Carga Horária, dividida em: T: Teórica; P: Prática; EXT: Extensão.
Quadro 04 - Núcleo IV - Estágio Curricular Supervisionado - ECS
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
T |
P |
E |
CH |
|
INP119 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45h |
|
INP120 |
Estágio Supervisionado na Educação Infantil I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45h |
|
INP121 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45h |
|
INP122 |
Estágio Supervisionado na Educação Infantil II |
3.0.3.0 |
0 |
90 |
0 |
90h |
|
INP123 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II |
3.0.3.0 |
0 |
90 |
0 |
90h |
|
INP124 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional II |
3.0.3.0 |
0 |
90 |
0 |
90h |
|
TOTAL |
15.3.12.0 |
45 |
360 |
0 |
405 |
|
LEGENDA: CR: Número de Créditos (Creditação);
CH: Carga Horária, dividida em: T: Teórica; P: Prática; EXT: Extensão.
Quadro 05 - Disciplinas do núcleo de conteúdos específicos por campo de atuação do pedagogo
|
NÚCLEO DE CONTEÚDOS ESPECÍFICOS |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
1. DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS
|
INP105 |
Alfabetização e Letramento |
60 |
4 |
|
EXT033 |
Literatura Infantil |
60 |
4 |
|
|
EXT034 |
Psicomotricidade e Recreação na Educação Infantil e Anos Iniciais |
60 |
4 |
|
|
EXT035 |
Arte na Educação Infantil e Anos Iniciais |
60 |
4 |
|
|
INB033 |
Didática Geral |
60 |
4 |
|
|
INP103 |
Planejamento de Ensino |
60 |
4 |
|
|
EXT038 |
Metodologia do Ensino no Multisseriado |
60 |
4 |
|
|
INP109 |
Pedagogia de Projetos Interdisciplinares |
60 |
3 |
|
|
TOTAL |
480 |
31 |
||
|
2. DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL |
INP106 |
Princípios e Métodos da Educação Infantil I |
60 |
4 |
|
INP107 |
Princípios e Métodos da Educação Infantil II |
60 |
4 |
|
|
INP120 |
Estágio Supervisionado na Educação Infantil I |
45 |
2 |
|
|
INP122 |
Estágio Supervisionado na Educação Infantil II |
90 |
3 |
|
|
TOTAL |
255 |
13 |
||
|
3. DOCÊNCIA NOS ANOS INICIAIS |
INP108 |
Metodologia da Língua Portuguesa nos Anos Iniciais |
60 |
4 |
|
INP110 |
Metodologia da História e Geografia nos Anos Iniciais |
60 |
4 |
|
|
INP111 |
Metodologia da Matemática nos Anos Iniciais |
60 |
4 |
|
|
INP112 |
Metodologia das Ciências nos Anos Iniciais |
60 |
4 |
|
|
INP119 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais I |
45 |
2 |
|
|
INP123 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II |
90 |
3 |
|
|
TOTAL |
375 |
21 |
||
|
4. GESTÃO EDUCACIONAL |
EXT037 |
Políticas públicas e Financiamento da Educação Básica |
60 |
4 |
|
INB044 |
Políticas Públicas e Gestão da Educação Básica |
60 |
4 |
|
|
INP113 |
Avaliação Educacional e Institucional |
60 |
4 |
|
|
EXT039 |
Projeto Político Pedagógico |
60 |
4 |
|
|
EXT040 |
Planejamento Curricular na Educação |
60 |
4 |
|
|
INP121 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional I |
45 |
2 |
|
|
INP124 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional II |
90 |
3 |
|
|
TOTAL |
435 |
25 |
||
LEGENDA: CR: Número de Créditos; CH: Carga Horária.
Quadro 06 - Disciplinas de créditos práticos
|
DISCIPLINAS DE CRÉDITOS PRÁTICOS |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS |
CH PRÁTICAS |
CR |
|
1. DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL |
INP120 |
Estágio Supervisionado na Educação Infantil I |
30 |
2.1.1.0 |
|
INP122 |
Estágio Supervisionado na Educação Infantil II |
90 |
3.0.3.0 |
|
|
TOTAL |
120 |
5.1. 4. 0 |
||
|
2. DOCÊNCIA NOS ANOS INICIAIS |
INP119 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais I |
30 |
2.1.1.0 |
|
INP108 |
Metodologia da Língua Portuguesa nos Anos Iniciais |
30 |
3.2.1.0 |
|
|
INP111 |
Metodologia da Matemática nos Anos Iniciais |
30 |
3.2.1.0 |
|
|
INP110 |
Metodologia da História e da Geografia nos Anos Iniciais |
30 |
3.2.1.0 |
|
|
INP112 |
Metodologia das Ciências nos Anos Iniciais |
30 |
3.2.1.0 |
|
|
INP123 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II |
90 |
3.0.3.0 |
|
|
TOTAL |
240 |
17. 9. 8 .0 |
||
|
3. DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NOS ANOS INICIAIS |
INP109 |
Pedagogia de Projetos Interdisciplinares |
30 |
3.2.1.0 |
|
TOTAL |
30 |
3.2.1.0 |
||
|
4. GESTÃO EDUCACIONAL |
INP121 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional I |
30 |
2.1.1.0 |
|
INP124 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional II |
90 |
3.0.3.0 |
|
|
TOTAL |
120 |
5.1.4.0 |
||
|
5. DISCIPLINA NÚCLEO I-EFG |
INB029 |
LIBRAS |
30 |
3.2.1.0 |
|
INB041 |
Educação do campo, das águas e das florestas |
30 |
3.2.1.0 |
|
|
INB031 |
Educação Escolar Indígena |
30 |
3.2.1.0 |
|
|
INB040 |
Educação Ambiental |
30 |
3.2.1.0 |
|
|
TOTAL |
120 |
12.8.4.0 |
||
|
6.PRÁTICA DA PESQUISA PEDAGÓGICA |
INP114 |
Prática da Pesquisa Pedagógica I |
30 |
3.2.1.0 |
|
INP115 |
Prática da Pesquisa Pedagógica II |
30 |
3.2.1.0 |
|
|
INP116 |
Prática da Pesquisa Pedagógica III |
30 |
3.2.1.0 |
|
|
TOTAL |
90 |
9.6.3.0 |
||
|
7.TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO |
INP117 |
Trabalho de Conclusão de Curso I |
30 |
2.1.1.0 |
|
INP118 |
Trabalho de Conclusão de Curso II |
30 |
2.1.1.0
|
|
|
TOTAL |
60 |
4.2.2.0 |
||
|
TOTAL SOMENTE DE CARGA HORÁRIA PRÁTICA |
780h |
26 |
||
Quadro 07 - Disciplinas com crédito de extensão
|
NUCLEO DE DISCIPLINAS COM EXTENSÃO |
|||
|
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH DE EXTENSÃO |
CR |
|
EXT033 |
Literatura Infantil |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT034 |
Psicomotricidade e Recreação na Educação Infantil e Anos Iniciais |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT035 |
Arte na Educação Infantil e Anos Iniciais |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT030 |
Educação, Cultura e Identidades Étnicas |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT031 |
Fundamentos da Educação Especial |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT032 |
Educação de Jovens e Adultos |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT038 |
Metodologia do Ensino no Multissertiado |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT036 |
História e cultura afro-brasileira, africana e indígena |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT037 |
Políticas públicas e Financiamento da Educação Básica |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT039 |
Projeto Político Pedagógico |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT040 |
Planejamento Curricular na Educação |
15 |
4.3.0.1 |
|
TOTAL |
165 |
44.33.0.11 |
|
Quadro 08 - As disciplinas de Estágio Supervisionado
|
NUCLEO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
1. DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL |
INP120 |
Estagio Supervisionado na Educação Infantil I |
45 |
2.1.1.0 |
|
INP122 |
Estagio Supervisionado na Educação Infantil II |
90 |
3.0.3.0 |
|
|
2. DOCÊNCIA NOS ANOS INICIAIS |
INP119 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais I |
45 |
2.1.1.0 |
|
INP123 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II |
90 |
3.0.3.0 |
|
|
3. GESTÃO EDUCACIONAL |
INP121 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional I |
45 |
2.1.1.0 |
|
INP124 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional II |
90 |
3.0.3.0 |
|
|
TOTAL |
405 |
15.3.12.0 |
||
LEGENDA: CR: Número de Créditos; CH: Carga Horária.
ANEXO II
ESTRUTURA CURRICULAR - DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS POR PERÍODOS
|
Quadro 09 - Disciplinas obrigatórias por período |
||||||||
|
PER |
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
TOTAL |
|||||
|
1º |
INP100 |
Introdução à Pedagogia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
---- |
|
INB030 |
Filosofia da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
---- |
|
|
INB037 |
Leitura e Produção Textual em Língua Portuguesa |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
|
INB034 |
Metodologia Científica |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
|
INP102 |
História da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
---- |
|
|
INP119 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
----- |
|
|
INB042 |
Antropologia da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
|
SUBTOTAL |
26.25.1.0 |
375 |
30 |
0 |
405 |
----
|
||
|
INB032 |
Sociologia da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
|
EXT036 |
História e cultura afro-brasileira, africana e indígena |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
----- |
|
|
INB036 |
Relações de Gênero e Sexualidade na Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
|
INB045 |
Tecnologias Aplicadas A Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
|
INB043 |
Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
|
INP120 |
Estágio Supervisionado na Educação Infantil I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
----- |
|
|
SUBTOTAL |
22.20.1.1 |
300 |
30 |
15 |
345 |
-----
|
||
|
3º |
INB040 |
Educação Ambiental |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
----- |
|
INB044 |
Políticas Públicas e Gestão da Educação Básica |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
|
EXT030 |
Educação, Cultura e Identidades Étnicas |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
----- |
|
|
INB035 |
Psicologia do Desenvolvimento Humano |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
|
EXT034 |
Psicomotricidade e Recreação na Educação Infantil e Anos Iniciais |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
|
|
INP121 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
|
|
|
SUBTOTAL |
21.17.2.2 |
255 |
60 |
30 |
345 |
|
||
|
4º |
INB031 |
Educação Escolar Indígena |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
|
INB033 |
Didática Geral |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
|
EXT032 |
Educação de Jovens e Adultos |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
|
|
INP101 |
Psicologia da Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
INB035 |
|
|
INP114 |
Prática da Pesquisa Pedagógica I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INB034
|
|
|
EXT035 |
Arte na Educação Infantil e Anos Iniciais |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
|
|
SUBTOTAL |
22.18.2.2 |
270 |
60 |
30 |
360 |
|
||
|
5º |
INB041 |
Educação do Campo, das águas e das florestas |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
|
EXT031 |
Fundamentos da Educação Especial |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
|
|
INP103 |
Planejamento de Ensino |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
INB033 |
|
|
INP115 |
Prática da Pesquisa Pedagógica II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP114 |
|
|
INP104 |
Escola, Currículo e Cultura |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
|
INP106 |
Princípios e Métodos da Educação Infantil I |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
|
SUBTOTAL |
22.19.2.1 |
285 |
60 |
15 |
360 |
|
||
|
6º |
INB029 |
Libras |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
|
INP108 |
Metodologia da Língua Portuguesa nos Anos Iniciais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
|
|
INP107 |
Princípios e Métodos da Educação Infantil II |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
INP106 |
|
|
INP105 |
Alfabetização e Letramento |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
|
INP116 |
Prática da Pesquisa Pedagógica III |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP115 |
|
|
INP109 |
Pedagogia de Projetos Interdisciplinares |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INB033 |
|
|
SUBTOTAL |
20.16.4.0 |
240 |
120 |
0 |
360 |
|
||
|
7º |
EXT037 |
Políticas públicas e Financiamento da Educação Básica |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
|
EXT033 |
Literatura Infantil |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
|
|
INP111 |
Metodologia da Matemática nos Anos Iniciais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP103 |
|
|
EXT040 |
Planejamento Curricular na Educação
|
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
INP103 |
|
|
INP122 |
Estágio Supervisionado na Educação Infantil II |
3.0.3.0 |
0 |
90 |
0 |
90 |
INP120, INP103 |
|
|
INP112 |
Metodologia das Ciencias nos Anos Iniciais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP103 |
|
|
SUBTOTAL |
21.13.5.3 |
195 |
150 |
45 |
390 |
|
||
|
8º |
INP110 |
Metodologia da historia e da geografia nos Anos Iniciais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP103 |
|
INP113 |
Avaliação Educacional e Institucional |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
INP103 |
|
|
EXT039 |
Projeto Político Pedagógico |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
EXT040 |
|
|
EXT038 |
Metodologia do ensino no multisseriado |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
INB041 |
|
|
INP123 |
Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II |
3.0.3.0 |
0 |
90 |
0 |
90 |
INP119, INP103 |
|
|
INP117 |
Trabalho de Conclusão de Curso 1 |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
INP116 |
|
|
SUBTOTAL |
20.13.5.2 |
195 |
150 |
30 |
375 |
|
||
|
9º |
INP118 |
Trabalho de Conclusão de Curso II |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
INP117 |
|
INP124 |
Estágio Supervisionado na Gestão Educacional II |
3.0.3.0 |
0 |
90 |
0 |
90 |
INP121, EXT039 |
|
|
SUBTOTAL |
5.1.4.0 |
15 |
120 |
0 |
135 |
|
||
|
TOTAL |
179.142.26.11 |
2.130 |
780 |
165 |
3.075 |
|||
|
CH Atividades em Modalidades de Extensão |
180 |
|||||||
|
CH Disciplina Optativa |
60 |
|||||||
|
CH Atividade Acadêmico-Científico Culturais - AACCs |
100 |
|||||||
|
TOTAL GERAL |
3.415 |
|||||||
LEGENDA: PER: Período Letivo; PR: Pré-Requisito; CR: Número de Créditos; CH: Carga Horária, dividida em: T: Teórica; P: Prática; EXT: Extensão.
Quadro 10 - Disciplinas optativas do curso
|
DISCIPLINA |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
EXT |
TOTAL |
|
|||
|
INP049 |
História da cultura amazonense |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
INP125 |
Educação à distância |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
INP066 |
Ludicidade e educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
INP056 |
Metodologia da leitura |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
INP024 |
Saberes Tradicionais |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
INP126 |
Cinema, Educação e Temas Contemporâneos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
INP127 |
Tópicos especiais em educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
INP072 |
Docência, gestão e relações humanas |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
INP128 |
Aprofundamentos em Psicologia e transtornos da aprendizagem |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
TOTAL |
36.36.0.0 |
540 |
0 |
0 |
540 |
|
|
Quadro 07 - Disciplinas com crédito de extensão
|
NUCLEO DE DISCIPLINAS COM EXTENSÃO |
|||
|
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH DE EXTENSÃO |
CR |
|
EXT033 |
Literatura Infantil |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT034 |
Psicomotricidade e Recreação na Educação Infantil e Anos Iniciais |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT035 |
Arte na Educação Infantil e Anos Iniciais |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT030 |
Educação, Cultura e Identidades Étnicas |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT031 |
Fundamentos da Educação Especial |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT032 |
Educação de Jovens e Adultos |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT038 |
Metodologia do Ensino no Multissertiado |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT036 |
História e cultura afro-brasileira, africana e indígena |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT037 |
Políticas públicas e Financiamento da Educação Básica |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT039 |
Projeto Político Pedagógico |
15 |
4.3.0.1 |
|
EXT040 |
Planejamento Curricular na Educação |
15 |
4.3.0.1 |
|
TOTAL |
165 |
44.33.0.11 |
|
ANEXO III
PROGRAMAS DE ENSINO
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 1º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||||
|
INP100 |
INTRODUÇÃO A PEDAGOGIA |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|||
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||||
|
|
EMENTA |
|
||||||||
|
Pedagogia: definição e história da pedagogia. O curso de pedagogia na formação do profissional/educador. História das ideias pedagógicas. A pedagogia, ciência da educação. Campos de atuação do/a pedagogo/a: o/a professor/a da Educação Infantil e anos iniciais. A gestão educacional e sua relação com a Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental. |
||||||||||
|
|
OBJETIVOS |
|
||||||||
|
GERAL: • Compreender concepções referentes à educação, à importância do papel do/a pedagogo/a e do curso de pedagogia e à relação com a formação de professores da educação infantil e dos anos iniciais, bem como da compreensão da gestão educacional com os processos de organização do trabalho escolar
ESPECÍFICOS: • Discutir o processo da origem, definição, objeto e a importância da pedagogia no fazer educativo; • Contextualizar o processo histórico do curso de pedagogia no Brasil; • Refletir sobre a formação do educador da educação infantil e das séries iniciais do ensino fundamental. • Analisar as principais definições de educação infantil, anos iniciais e gestão escolar, segundo a legislação educacional brasileira. |
||||||||||
|
|
REFERÊNCIAS |
|
||||||||
|
BÁSICAS: BRANDÃO, C. R.. O que é Educação. Coleção Primeiros Passos, Brasiliense, São Paulo, 1981. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. LIBÂNEO, J. C.. Pedagogia e Pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez Editora, 1998 |
||||||||||
|
COMPLEMENTARES: GADOTTI, M. História das Ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 1993. GIROUX, H. A. Os Professores como Intelectuais - rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: ArtMed, 1987. PIMENTA, S. G. (Org). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. São Paulo Cortez Editora, 1999. PIMENTA S. (coord.). Pedagogia, ciência ou educação? São Paulo: Cortez, 1996. SILVA, C. S. B. Curso de Pedagogia no Brasil: história e identidade. Campinas, SP: Autores associados, 1999. (Coleção polêmicas do nosso tempo). |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
Total |
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|
INB034 |
METODOLOGIA CIENTÍFICA |
4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Orientações metodológicas para o estudo na universidade. História da ciência e novos paradigmas epistemológicos do conhecimento científico. Formação das ciências e tipos de conhecimento. Fundamentos teóricos e metodológicos da ciência. Pesquisa científica. Modalidades e normas do trabalho científico. |
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OBJETIVOS |
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GERAL:
• Compreender os fundamentos teóricos e metodológicos do estudo, da ciência e do conhecimento científico, desenvolvendo a prática sistemática de construção e socialização do conhecimento na universidade. ESPECÍFICOS: • Conhecer o conceito e a importância da metodologia do estudo e da metodologia da pesquisa, relacionando-as e diferenciando-as; • Conhecer diversas técnicas de estudos acadêmicos para o processo do conhecimento cientifico, enfatizando a organização de referências, citações e a elaboração de fichamentos, resumos e resenhas; • Conhecer os enfoques filosóficos, os tipos de pesquisa, as técnicas e instrumentos de coleta de dados que constituem a metodologia de produção do conhecimento; • Exercitar a reflexão sobre a ética na produção do conhecimento; • Compreender o processo de elaboração de um artigo e um projeto de pesquisa, conhecendo os elementos que o constituem. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS:
LAKATOS, E., V; MARCONI, M, A. Metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2018. MATOS, H. C.J.. Aprenda a estudar: Orientações metodológicas para o estudo. 17. ed. Petrópolis – RJ: Editora Vozes, 2011. SEVERINO, A. J.. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007. |
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|
COMPLEMENTARES: BASTOS, C.; KELLER, V. Introdução à metodologia científica. 29. ed. Petrópolis – RJ: Editora Vozes, 2012. GIL, A. C.. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2019. LEÃO, L. M.. Metodologia do estudo e pesquisa: facilitando a vida dos estudantes, professores e pesquisadores. Petrópolis – RJ: Editora Vozes, 2016. MEDEIROS, J. B. de. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019. OLIVEIRA, J. L.de. Texto acadêmico: técnicas de redação e da pesquisa científica. 9. ed. Petrópolis – RJ: Editora Vozes, 2014. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
Total |
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|
INB030 |
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO |
4 .4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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Conceito de Filosofia e de Educação. Fundamentos metafísicos, antropológicos, epistemológicos e axiológicos da educação. Principais representantes do pensamento educacional moderno e pós-moderno. Educação e política. Filosofia da educação brasileira. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender os principais fundamentos teóricos da Filosofia da Educação, analisando suas bases metafísicas, antropológicas, epistemológicas e axiológicas, promovendo uma reflexão crítica, interdisciplinar e contextualizada sobre as questões filosófico-pedagógicas e político-pedagógicas que emergem na prática educacional, considerando as influências do pensamento moderno e pós- moderno e o impacto das novas tecnologias. ESPECÍFICOS: Ø Identificar as principais correntes filosóficas da educação e sua relação com as teorias pedagógicas; Ø Refletir críticamente sobre o pensamento educacional moderno e pós-moderno. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS ARANHA, M. L. de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo: Moderna, 2006 FREIRE, P. Pedagogia do oprimido - 1. ed. - Rio de Janeiro : Paz e Terra, 2013. LUCKESI, C. C.. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez , 2017 |
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COMPLEMENTARES:
ASSMANN, H.. Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente. Petrópolis: vozes, 1998. LIPMAN, M.. A filosofia vai à escola. São Paulo. Summus. 1990. MENDES, D. T.. (Coord.). Filosofia da educação brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991. PAVIANI. J. Problemas de filosofia da Educação. 3 ed. Caxias do Sul. EDUCS, 1986 REBOUL, O. A Filosofia da Educação. 1. ed. Lisboa: Edições 70, jan. 2017. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
Total |
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|
INP102 |
HISTORIA DA EDUCAÇÃO |
4 .4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
História e Educação. As origens da Educação. A educação greco-romana, medieval, humanista renascentista. Análise histórica do processo educativo nas sociedades antigas, moderna e contemporânea. Relação e compreensão da história da educação e das organizações educacionais com os contextos sociais, econômicos e políticos brasileiro. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender a educação como processo social, económico, político, cultural, geográfico, ideológico e filosófico ao longo dos diferentes períodos históricos da humanidade ESPECÍFICOS: Ø Reconhecer o conceito e objeto da historia da educação, refletindo sobre o seu caráter interdisciplinar e sua importância na formação do pedagogo; Ø Compreender as práticas educativas que caracterizaram cada período da historia da educação, numa perspectiva histórico-crítica; Ø Conhecer os principais pensadores que influenciaram as idéias pedagógicas e educacionais em cada período da historia da educação; Ø Analisar o processo histórico-educacional brasileiro enfatizando o caráter dialético dos diferentes fatores e contextos ao longo do tempo e do espaço. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS ARANHA, M. L. de A.. Historia da Educação. São Paulo: Moderna, 1989. FRANCISCO FILHO, G.. Historia geral da educação. Campinas: Alínea, 2003 GHIRALDELLI, P. Historia da Educação. São Paulo, Cortez, 2002. |
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COMPLEMENTARES: HILSDORF, M. L. S. História da Educação Brasileira: Leituras. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. LUZURIAGA, L.. Historia da Educação e da Pedagogia. 18ed. São Paulo: Nacional, 1990. MANACORDA, M. A.. Historia da Educação: da antiguidade aos nossos dias. 8ed. São Paulo: Cortez, 2000. ROMANELLI, O. de O. Historia da educação no Brasil. 19ed. Porto Alegre: Vozes, 1997. SAVIANI, D. O Legado Educacional do século XX no Brasil. Campinas, SP:Autores Associados, 2004 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INB037 |
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS EM LÍNGUA PORTUGUESA |
4 .4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Letras |
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|
EMENTA |
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Língua e linguagem – informações de caráter linguístico. Variedade da língua e norma padrão brasileira. Oralidade e escrita. Leitura e interpretação textual; Informações implícitas: pressupostos e subentendidos; A frase e suas características no interior do parágrafo. O parágrafo como unidade da composição, formas de constituição, características e qualidades. Organização e características de diferentes gêneros e tipologias textuais; Redação: tipo textual dissertativo-argumentativo e sua estruturação; Coesão e coerência; Noções linguístico-gramaticais aplicadas ao texto. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Desenvolver a capacidade de leitura de textos, visando à construção de uma postura crítica frente aos temas abordados, instrumentalizando para a produção de textos acadêmicos e científicos. ESPECÍFICOS: Ø Compreender os conceitos de língua e linguagem, bem como a variação e a mudança como fenômenos inerentes às línguas; Ø Exercer o posicionamento crítico diante das leituras realizadas e dos textos produzidos, com vistas ao desenvolvimento da autonomia intelectual; Ø Atentar para a estrutura de textos coerentes e coesos, percebendo o planejamento, a execução e a revisão como parte integrante desse processo; Ø Conhecer os princípios teóricos, consistentes e bem fundamentados a respeito dos gêneros textuais; Ø Produzir textos na modalidade escrita e oral, tendo como referência os fatores de textualidade, tais como a organização da estrutura do texto, a unidade temática, a coerência e a coesão; Ø Aplicar, de forma intencional, o conhecimento acerca do funcionamento da língua, na modalidade oral e escrita. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS ANTUNES, I.. Lutar com as palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 49ª. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2020. MARCUSCHI, L. A.. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. |
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COMPLEMENTARES: ANTUNES, I. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. FARACO, C.A.; VIEIRA, F. E.. Escrever na universidade: texto e discurso. Volume 1. São Paulo: Parábola Editorial, 2019. GARCIA, O. M.. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever aprendendo a pensar. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2010. PERINI, M. A. Gramática do Português brasileiro. São Paulo: Vozes, 2016. PLATÃO, F. S.; FIORIN, J.L. Para entender o texto: Leitura e redação. 17ª. ed. São Paulo: Editora Ática,2007. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INB042 |
ANTROPOLOGIA DA EDUCAÇÃO |
4 .4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Antropologia |
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|
EMENTA |
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Constituição da Antropologia da educação enquanto campo de conhecimento científico. Os conceitos e objetos da Antropologia e da educação. As teorias antropológicas em diálogo com as teorias educacionais, articulando-se entre individuo, cultura e sociedade. Contexto socioculturais e práticas educacionais na Amazônia. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender a sociedade e sua diversidade cultural, analisando as manifestações educacionais no contexto de fenômenos étnicossocioculturais com ênfase em conhecimentos da Amazônia, em especial a tríplice fronteira. ESPECÍFICOS: Ø Conhecer contextos e conceitos relacionados à Antropologia Educação; Ø Adquirir conhecimentos teórico-metodológicos sobre o conceito antropológico de cultura; Ø Aproximar-se das diferentes possibilidades e olhares antropológicos no cotidiano escolar. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
BANIWA, G. Povos indígenas e a interculturalidade na educação. Brasília: MEC, 2006. LAPLANTINE, F. Aprender Antropologia. São Paulo. Brasiliense.2005 LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. |
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COMPLEMENTARES: BENEDICT, R. O Crisântemo e a Espada, São Paulo: Perspectiva, 1972.p. 213-247. DaMATTA, R.. Relativizando: uma introdução à Antropologia Social.Rio Janeiro: Rocco. 1987. GEERTZ, C.Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.2001 ITURRA, R. A epistemologia da infância: ensaio de Antropologia da educação. In. DAUSTER, Tania; TOSTA, S.P.; ROCHA, G. (orgs.) Etnografia e educação: culturas escolares, formação e sociabilidades infantis e juvenis. Rio de Janeiro: Lamparina, 2012. RAMOS, A. R. Sociedade indígenas. São Paulo: Ática, 1988. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INP019 |
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NOS ANOS INICIAIS I |
2 .1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
Os anos iniciais como campo de atuação docente do pedagogo. A organização e a finalidade dos anos iniciais. A importância da imersão do acadêmico de Pedagogia no contexto escolar dos anos iniciais. O estágio como forma de vivência e conhecimento da realidade dos anos iniciais. Introdução aos aspectos conceituais e legais do estágio. Orientando as atividades do estàgio I nos anos iniciais. Observação, participação ativa e registros pelos estagiários. Relatório das atividades do estágio. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Vivenciar a realidade da docência nos anos iniciais por meio do contato com o ambiente escolar, oportunizando a aquisição de conhecimentos sobre a práxis educativa que contribuirá para o desenvolvimento de habilidades essenciais ao seu processo de formação. ESPECÍFICOS: Ø Ter conhecimento da docência dos anos iniciais como seu futuro campo de atuação profissional e como etapa importante no processo de escolarização dos estudantes; Ø Conceituar estágio, identificando-o como princípio educativo do licenciando em Pedagogia Ø Realizar observações e participação ativa em turma dos anos iniciais, fazendo registros das atividades realizadas e de suas sensações e percepções; Ø Elaborar um relatório sintético a partir dos registros realizados. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Lei Nº 9394/96. Brasília: MEC/CNE, 1996. . Base Nacional Comum Curricular. Brasília: CNE/CP, 2017 BURIOLLA, M.A. F. O Estágio Supervisionado. 5. Ed. São Paulo: Cortez, 2008. |
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COMPLEMENTARES:
AMAZONAS. Referenciall Curricular Amazonense do Ensino Fundamental. Manaus: CEE/AM, 2019. BIANCHI, A. C. de M.; ALVARENGA, M.; BIANCHI, R. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2005. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica- Resolução Nº 04 de 2024. Brasília Brasília: MEC/CNE/CP, 2024 . Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia. Resolução CNE/CP Nº 01/2006. Brasilia: Conselho Nacional de Educação, 2006. PIMENTA, S.G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo, Cortez, 1994 |
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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 2º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INB032 |
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Antropologia |
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|
EMENTA |
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Constituição da sociologia da educação enquanto campo de conhecimento científico. Os conceitos e objetos da sociologia e da educação. As teorias sociológicas e da educação. Imperialismo, capitalismo burocrático e submissão do estado brasileiro via educação. Educação como mecanismo de controle do Estado. Educação como mercadoria na visão de mercado. Políticas Educacionais no Brasil, na Amazônia. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Adquirir conhecimentos introdutórios da Sociologia da Educação, a partir de teorias e elementos para análises críticas dos atuais processos de educação no Brasil e na Amazônia, ampliando os conceitos de políticas educacionais e conhecendo outros modelos possíveis de educação referendados pela Sociologia da Educação ESPECÍFICOS: Ø Entender o fenômeno educacional como formador da personalidade, num processo de mudanças; Ø Distinguir cada Teoria Sociológica no contexto educacional de seu tempo e espaço, relacionando- as com as tendências ideológicas da educação, sobre, para a educação brasileira; Ø Analisar os métodos de contextualização do conhecimento na sociedade e as conexões entre os processos culturais e a educação. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS ALTUSSER, L. Ideologia e aparelhos ideológicos de estado. 7. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1998. BRANDÃO, C. R.. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 1981. DURKHEIM, É.. Educação e sociologia. São Paulo: Melhoramentos, 1972. |
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COMPLEMENTARES: BOURDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. 2 ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1987. FREIRE, P. Política e educação. 4. ed. São Paulo: 2000. MARX, K & ENGELS, F. Textos sobre Educação e Ensino. Campinas: Navegando, 2011. MENDES, G. M.; PASSOS, I.P. A. V. Educação, políticas públicas e desigualdades sociais: interfaces e desafios na Amazônia brasileira. In: Revista Tempos e Espaços em Educação, v. 13, n. 32, p. 231- 246, 2020. NOGUEIRA, M.A. e NOGUEIRA, C. M. M.. Bourdieu e a educação. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
EXT036 |
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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Fundamentos conceituais de raça, etnia, racismo e racismo estrutural e diversidade cultural. A história dos povos africanos e indígenas no Brasil, no Amazonas e no Alto Solimões. O impacto da escravidão e do colonialismo na formação da sociedade brasileira. Estudo dos movimentos sociais negros e indígenas. Políticas públicas educacionais para as relações étnico-raciais. Importância do estudo da cultura afro-brasileira, africana e indígena. A aplicação na prática cotidiana escolar das Leis 10.630/03 e 11.645/08. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender os fundamentos conceituais, históricos e políticos dos povos africanos e indígenas no Brasil, especialmente no Amazonas e no Alto Solimões, refletindo sobre os impactos da escravidão e do colonialismo nas relações étnico-raciais e a influência desses povos no contexto educacional, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. ESPECÍFICOS: Ø Compreender os conceitos de raça, etnia, racismo e racismo estrutural, refletindo sobre suas implicações na construção da diversidade cultural brasileira; Ø Investigar as origens, trajetórias e contribuições culturais, religiosas e sociais dos povos africanos e indígenas, com ênfase no contexto histórico do Brasil, do Amazonas e do Alto Solimões; Ø Analisar os impactos da escravidão e do colonialismo na formação da sociedade brasileira, especialmente nas dinâmicas das relações étnico-raciais e nas desigualdades estruturais; Ø Examinar a atuação e conquistas dos movimentos sociais negros e indígenas e das políticas públicas para as relações étnico-raciais, destacando sua importância na valorização das culturas afro-brasileira, africana e indígena na educação infantil, nos anos iniciais e na gestão educacional. Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS ALMEIDA, M.R. C. de. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2010. KABENGELE, M.. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias, línguas, cultura e civilizações. São Paulo: Global, 2009 SOUZA, M. M. . África e Brasil Africano. 2 ed. São Paulo: Ática. |
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COMPLEMENTARES ABREU, M. e MATTOS, H.. Em torno das Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana: uma conversa com historiadores. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, v.21, n.41, jan./jun., 2008. FANON, F. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008. GOMES, N. L Alguns termos e conceitos presentes nos debates sobre as relações raciais no Brasil: uma breve discussão. Ação Educativa. 2012. MACEDO, J. R.. História da África. São Paulo: Contexto, 2020 OLIVEIRA, J.P.; FREIRE, C. A. R.. A presença indígena na formação do Brasil. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada: LACED/Museu Nacional, 2006 |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INB036 |
RELAÇÕES DE GÊNERO E SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
O gênero e a sexualidade como construções histórico-culturais e políticas na ótica decolonial. Infância e juventude: perspectivas sobre o corpo, o gênero e a sexualidade. Discursos que atuam nos corpos, gêneros e sexualidades na família e na escola. Educação para a equidade de gênero. Orientações sexuais e identidades de gênero na escola. O currículo e a dimensão educativa do gênero e da sexualidade. Educação sexual no cotidiano escolar. Recursos didático-metodológicos ao trabalho de educação sexual na escola. LGBTfobia na escola; O professor como educador para a inclusão da diversidade de gênero e sexualidade. Interseccionalidade entre gênero, orientação sexual, deficiência e igualdade étnico-racial. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Conceituar o gênero e a sexualidade como questões inerentes à vida, compreendendo como estes produzem saberes nos processos educativos ao mesmo tempo que são produzidos por estes mesmos processos, na perspectiva intencional de emancipar os corpos, acolher a diversidade e promover a inclusão nos cotidianos escolares e demais espaços educacionais ESPECÍFICOS: Ø Fazer uso dos conceitos de gênero e sexualidade em uma perspectiva decolonial e inclusiva; Ø Refletir sobre a escola como instituição de relações de gênero e sexualidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS:
FIGUEIRÓ, M N D. Formação de educadores sexuais: adiar não é mais possível. Campinas: Mercado de Letras; EDUEL, Editora da Universidade Estadual de Londrina, 2006. JUNQUEIRA, R. D. (Org.) Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, UNESCO, 2009. LOURO, G.L. Gênero, sexualidade e educação. Uma perspectiva pós-estruturalista. 16. ed. Petropolis: Vozes, 2014. |
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COMPLEMENTARES:
FOUCAULT, M. História da sexualidade: a vontade do saber. Ed. Graal, Petrópolis, 2007 FURLANI, J.(Org.). Educação sexual na escola: equidade de gênero, livre orientação sexual e igualdade étnico-racial numa proposta de respeito às diferenças. Florianópolis: UDESC (Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina); SECAD/Ministério da Educação, 2008. HILL COLLINS, P. ; BILGE, S. Interseccionalidade. São Paulo, Boitempo, 2021. JUNQUEIRA, R.D. A invenção da ideologia de gênero. Brasília: Letras Livres, 2022. LOURO, G L. (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica, 1999. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INB045 |
TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Administração |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Histórico da utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e Evolução das Mídias na Educação. Implicações pedagógicas e sociais do uso da informática na educação. Novas tendências da utilização das TICs na Educação. A Inteligência Artificial e uso na Educação. Desenvolvimento de projetos de aprendizagem integrados com as TICs. Recursos computacionais aplicados na educação. Metodologias ativas com suporte tecnológico. Educação à distância (EAD). Tecnologias digitais na educação e experiências em ambientes de aprendizagem. |
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|
OBJETIVOS |
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|
GERAL: Ø Contextualizar às tendências das novas tecnologias como recursos capazes de mediar estratégias inovadoras para a construção do conhecimento e aplicações tecnológicas em ambientes educacionais ESPECÍFICOS: Ø Compreender o conceito e aplicabilidade das mídias educacionais e suas importâncias no processo de ensino e aprendizagem; Ø Compreender as interlocuções das mídias digitais nas expressões da cultura de movimento; Ø Exercitar métodos que promovam experiências emancipatórias dos discentes através do uso de mídias educacionais. Ø Desenvolver um projeto de ensino mediado pelas novas tecnologias da informação/comunicação. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS BACICH, L.; MORAN, J. Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: Uma Abordagem Teórico-Prática. 1. Ed. Penso Editora, 2017, 260 p. CORRÊA, A. M. S.; SILVA, E. L. da; SILVA, E. K. S. da; MARQUES, J. A. (Orgs.). Objetos Virtuais de Aprendizagem como recurso didático. 1. Ed., Curitiba: Editora CRV, 2019. 160p. LEITE, B. S. (Org.). Tecnologias Digitais na Educação: Da formação à aplicação. 1. Ed., São Paulo: Livraria da Física, 2022, 478 p. |
||||||||
|
COMPLEMENTARES: BATES, T. A. W. Educar na Era Digital. Design, Ensino e Aprendizagem. 1. Ed. São Paulo: Artesanato Educacional. 2017, 640 p. ESPOSITO, M.; GOH, D.; TSE, T. C. M. A Era da Inteligência Artificial: O impacto nos negócios, na educação, no lar e na sociedade. Rio de Janeiro: Ubook Editora, 2021. 204 p. MENEZES, E. T. A revolução da Inteligência Artificial na Educação. São Paulo: Midiamix Editora, 2024. SANTOS, E. Mídias e Tecnologias na Educação presencial e a distância. Editora Lct, 2016. YAEGASHI, S. F. R. Novas tecnologias digitais: reflexões sobre mediação, aprendizagem e desenvolvimento. 1. Ed., Curitiba: CRV, 2020, 334 p. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INB043 |
RELAÇÕES ÉTNICO- RACIAIS E DIREITOS HUMANOS |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Antropologia |
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EMENTA |
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Fundamentos das relações raciais na sociedade brasileira; História e Cultura Afro-brasileira e Indígena; Identidades culturais; Relações étnico-raciais e racismo; Processo histórico e cultural nas relações étnico-raciais no norte brasileiro; orientações pedagógicas, políticas e ações para a educação das relações étnico-raciais; autoritarismo, direitos humanos e cidadania. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender as relações étnico-raciais, Direitos Humanos e cidadania, a partir dos fundamentos sócio-históricos. ESPECÍFICOS: Ø Discutir os conceitos: relações raciais, relações de gênero, direitos humanos, igualdade, diferença, estigma, estereótipos, preconceito, identidade social, branquitude, diversidade sexual e alteridade; Ø Debater sobre as políticas públicas de equidade, mais especificamente, sobre as ações afirmativas e sua relevância no mercado de trabalho; Ø Conhecer processos e conceitos relativos à cultura afro-brasileira, às africanidades e à cultura indígena e Direitos Humanos. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS CANDAU, V M. Direitos humanos, educação e interculturalidade: as tensões entre igualdade e diferença. Revista Brasileira de Educação v. 13 n. 37 jan./abr. 2008. CHAUÍ, M SANTOS, B. de S. Direitos humanos e democracia em desenvolvimento. São Paulo: Cortez, 2013. HALL, S. Da diáspora, identidades e mediações culturais. Trad. Adelaine La Guardia. Belo Horizonte: UFMG, 2008. . |
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|
COMPLEMENTARES: ALMEIDA, S. L. de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro: Editora Jandaia, 2021. BRASIl. Resolução Nª 1 de 30 de maio de 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp001_12.pdf. Acesso em 02 de junho de 2025. DAVIS, A. Y. Mulheres, Raça e Classe. São Paulo: Boitempo, 2016. MUNANGA, K.. Políticas de ação afirmativa em benefício da população Negra no Brasil: um ponto de vista em defesa de cotas. Sociedade e Cultura, v. 4, n. 2, jul./dez. 2001, p. 31-43. SANTOS, R. E. dos. (Org.) Diversidade, espaço e relações étnico-raciais: o negro na geografia do Brasil. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. . |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
Total |
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|
INP120 |
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL I |
2 .1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
- |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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A educação infantil como campo de atuação docente do pedagogo. A organização e a finalidade da Educação Infantil. A importância da imersão do acadêmico de Pedagogia no contexto da creche e pré- escola. O estágio como forma de vivência e conhecimento da realidade da educação infantil. Ampliando os aspectos conceituais e legais do estágio. Orientando as atividades do estàgio I na Educação Infantil. Observação, participação ativa e registros pelos estagiários. Relatório das atividades do estágio. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Vivenciar a realidade do educar e cuidar a criança da educação infantil por meio do contato com a creche e a pré-escola, oportunizando a aquisição de conhecimentos sobre a práxis educativa com crianças de 0 a 5 anos e contribuindo para o desenvolvimento de habilidades essenciais ao seu processo de formação. ESPECÍFICOS: Ø Ter conhecimento da docência na educação infantil como seu futuro campo de atuação profissional e como primeira etapa do processo de escolarização das crianças; Ø Ampliar os conhecimentos sobre as concepções teorico-legais do estágio, identificando-o como princípio educativo do licenciando em Pedagogia Ø Realizar observações e participação ativa em turma da educação infantil, fazendo registros das atividades realizadas e de suas sensações e percepções; Ø Elaborar um relatório sintético a partir dos registros realizados. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Nº 9394/96). Brasília: MEC/CNE, 1996. BURIOLLA, M.A. F. O Estágio Supervisionado. 5. Ed. São Paulo: Cortez, 2008. KRAMER, S. (org.). Infância e educação infantil. 7.ed. Campinas, SP: Papirus, 2008. |
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COMPLEMENTARES:
BIANCHI, A, C, de M,; ALVARENGA, M,; BIANCHI, R,. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2005. BRASIL. . Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica-Resolução Nº 04 de 2024 Brasília Brasília: MEC/CNE/CP, 2024 Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia. Resolução CNE/CP Nº 01/2006. Brasilia: Conselho Nacional de Educação, 2006. KISHIMOTO, T. M.. O jogo e a educação infantil. Pro-Posições, v. 6, n. ju 1995, p. 46-63, 1995. PIMENTA, S.G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo, Cortez, 1994. |
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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 3º PERÍODO
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
Total |
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INB040 |
EDUCAÇÃO AMBIENTAL |
3 .2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Ciências Agrárias e do Ambiente |
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EMENTA |
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Histórico, conceito, princípios e práticas da Educação Ambiental. Conferências mundiais sobre meio ambiente. Educação, Ambiente e Sustentabilidade. A educação como fator de defesa do patrimônio natural e cultural. Emergência do Paradigma Ambiental. Impactos das mudanças climáticas no contexto Amazônico. Responsabilidade Ambiental. Integração Escola-Meio e Ambiente-Comunidade. Abordagens metodológicas e práticas de Educação Ambiental e sustentabilidade para o ensino básico. Elaboração e execução de projetos interdisciplinares de Educação Ambiental Amazônica. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Compreender os processos referentes à Educação Ambiental atuando no processo de ensino e aprendizagem no âmbito da educação básica dentro dos propósitos da realidade ambiental. ESPECÍFICOS Ø Conhecer os fundamentos teóricos da educação ambiental, considerando fatores sociais, econômicos, políticos e ecológicos; Ø Caracterizar os problemas ambientais nas diferentes dimensões global, nacional, regional e local; Ø Discutir a educação ambiental como aspecto de vida cidadã por meio de sua inclusão no dia a dia para proporcionar pensamento crítico quanto à conservação e valorização ambiental. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS DIAS, G.F.; SALGADO S,. Educação ambiental, princípios e práticas. Editora Gaia, 2023. 10 ª ed. 512 páginas. FERNANDES, Diego da Rocha. Legislações Ambientais: seleção de leis nacionais para a proteção, uso e controle do meio ambiente. 2 ª ed Editora: Amaozon Prime, 2023. 214 p.. SANTOS, M. M. C.; SILVA, M. J. V; ALMEIDA, R. M.; ROCHA, E.C. A.; MOURA, E. R. S.. EducaçãoAmbiental na Amazônia: realidades e desafios – Belém: RFB, 2024.. |
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|
COMPLEMENTARES: AVELAR, M C. Educação Ambiental Interdisciplinar no Contexto Amazônico: Universidade, Escola e Comunidade. Curitiba – PR: Appris, 2021. BOFF, L. Sustentabilidade: O que é o – O que não é. 5 ª ed.Editora: Vozes, 2016. CRUZ, V.C. et al. (Org.). Dicionário de ecologia política. Rio de Janeiro: Consequência Editora, 2024. 714 p. LEFF, E. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 11 ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. 496 p. LEMOS, K.R; LIMA, A. A. Manual de práticas interdisciplinares de educação ambiental. Ponta Grossa - PR: Atena, 2023. 151 p
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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INB044 |
POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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Políticas públicas educacionais: a legislação e suas implicações para a organização da atividade escolar. A educação na Constituição Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96). Profissionais da Educação. A estrutura didática da educação escolar. Os níveis e as modalidades de ensino. Gestão da escola: organização administrativa e financeira. Flexibilidade e autonomia da escola para elaboração de seu projeto político-pedagógico. A qualidade na gestão da escola. A gestão democrática do ensino público. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Conhecer as principais políticas públicas educacionais, relacionando os aspectos da organização do trabalho, da organização social, política e econômica do país com a gestão democrática da educação. ESPECÍFICOS: Ø Conhecer as políticas educacionais, a estrutura e a organização da educação básica no Brasil e a influência dos diferentes interesses sociais, econômicos e políticos e sua vinculação com os organismos internacionais; Ø Refletir sobre o processo de elaboração das políticas educacionais para a educação básica; Ø Compreender a aplicação das legislações educacionais nacionais e estaduais a respeito da Educação Básica, discutindo alternativas que contribuam para superar as contradições e as limitações relativas a esses dispositivos; Ø Conhecer as políticas de financiamento da educação básica e suas bases regulatórias legais. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: LIBÂNEO, J.C.. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5.ed. Goiânia: MF Livros, 2008. SAVIANI, D. Política e educação no Brasil. 5. ed. rev. São Paulo: Cortez, 2002. 158 p. SHIROMA, E.O; MORAES, M. C. M.; EVANGELISTA, O.. Política educacional. 3. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2004. 140p. |
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|
COMPLEMENTARES: BONFIM, D.Q J.S. O Custo da Educação Pública no Brasil: Uma visão contemporânea sobre investimento e equalidade. Belo Horizonte: Editora Forum, 2022 FÁVERO, O. (org.). A educação nas constituintes brasileiras: 1823-1988. 3.ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2005. Coleção Memória da Educação FONSECA, M.. O banco mundial e a educação: reflexões sobre o caso brasileiro. In.: Pedagogia da exclusão: o neoliberalismo e a crise da escola pública- Michael W. Apple. Pablo Gentili (org) – Petrópolis. Vozes, 1995. LIBÂNEO, J.C.. Educação Escolar: Política, Estrutura e Organização. São Paulo: Cortez, 2008. PADILHA, P. R.. Planejamento dialógico: como construir o projeto político pedagógico da escola. São Paulo: Cortez, 2001. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
EXT030 |
EDUCAÇÃO, CULTURA E IDENTIDADES ÉTNICAS |
4 .3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
- |
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|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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Educação, educações. Cultura, culturas, culturalismo, multiculturalismo e interculturalismo. Colonialidade/Decolonialidade. Identidade, Etnia e Etnicidade. A construção sociocultural das representações. Linguagem, Cultura e Identidade. Processos identitários e fronteiras culturais. Identidades complexas e hibridismo cultural. Identidades, práticas sociais e sociabilidades na Educação. As diferenças dos aspectos individual e social relacionadas às manifestações culturais, etnias, gênero e religião na floresta e na fronteira/Alto Solimões. Construir conhecimentos a partir de práticas Extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL:. Compreender os conceitos básicos de Cultura, Identidade e Etnia através do trabalho de memória coletiva local e suas relações e inter-relações no campo da Educação na floresta e na fronteira/ no Alto Solimões, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. ESPECÍFICOS: Ø Refletir sobre os conceitos de cultura, culturalismos e multiculturalismo e sua importância no processo educacional; Ø Considerar a diversidade identitária na sociedade e as especificidades para que tenhamos uma educação pautada no respeito pelas diferenças; Ø Considerar a construção étnica na formação social brasileira; Ø Reconhecer diferenças de natureza individual e social relacionadas às manifestações culturais, etnias, gênero e religião. Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS CANDAU, V. M (org.). Sociedade, educação e cultura(s): questões e propostas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. DIEGUES, A. C.;ARRUDA, R. S.V. (org). Saberes tradicionais e biodiversidade no Brasil. Brasília: Ministério do Meio Ambiente; S. Paulo: USP, 2001. SILVA, M.A.D.Memória e identidade do povo Xetá: narrativas visuais e memória coletiva no quadro da dispersão. Manaus: EDUA; São Paulo: Alexa Cultural, 2020. 272 p. |
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COMPLEMENTARES: HALBWACHS, M. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006. MIGNOLO, W. Histórias Globais/projetos locais. Colonialidade, saberes subalternos e pensamento limiar. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003. MUNANGA, K(org.) Superando o racismo na escola. Brasília: Secretaria de Educação, 2005. RIVERA CUSICANQUI, S. Sociología de la imagen: ensayos. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Tinta Limón, 2015. RODRIGUES, G. A. ; JUSTAMAND, M. Antropologia no Alto Solimões, Alexa Cultural: São Paulo, 2012. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INB035 |
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
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|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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Definição da Psicologia e da Psicologia do Desenvolvimento; Aspectos do desenvolvimento humano e sua relação com a aprendizagem: Teorias interacionistas do desenvolvimento e sua relação com a aprendizagem: O desenvolvimento psicossexual em Freud; Teoria do desenvolvimento Psicossocial de Erik Erikson e sua relação com a adolescência; Desenvolvimento físico, cognitivo e social na adultez e velhice; Aspectos psicossociais do fim da vida; A relação entre desenvolvimento humano e educação nos ciclos de vida. Redes de proteção à infância e adolescência. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender os aspectos psicossociais do desenvolvimento humano e sua relação com a aprendizagem para a formação de professores. ESPECÍFICOS: Ø Conhecer as principais perspectivas da Psicologia do Desenvolvimento Humano; Ø Conhecer aspectos do desenvolvimento cognitivo e psicossocial da infância a adultez tardia; Ø Articular o desenvolvimento humano com a educação e aprendizagem nos ciclos de vida. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS:
COLL, C; PALACIOS, J. e MARCHESI, Á (Org.). Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia Evolutiva. 2. ed. Porto Alegre: artes médicas, 2007. LA TAILLE, Y. J.J. M. R.; de OLIVEIRA, M. K. PINTO, H. D. S. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 28 ed. São Paulo: Summus, 2019. PAPALIA, D; FELDMAN, R. D.. Desenvolvimento humano. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. |
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COMPLEMENTARES:
BEE, H.. O ciclo vital. Porto Alegre: Artmed, 1997. BIAGGIO, Â. M. B.. Psicologia do desenvolvimento. 24º ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2015. CAMPOS, D. M.S.. Psicologia e Desenvolvimento Humano. Petrópolis: Vozes. 1997. DO VALLE, T. G.M, MAIA, A. C. B. (orgs). Psicologia do desenvolvimento humano e aprendizagem. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011. PILETTI, N.; ROSSATO, S.M.; ROSSATO, G.. Psicologia do Desenvolvimento. São Paulo: Editora Contexto, 2014. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
EXT034 |
PSICOMOTRICIDADE E RECREAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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Psicomotricidade e desenvolvimento infantil. O movimento e suas implicações no processo de desenvolvimento. Aspectos do desenvolvimento motor da criança. A importância da psicomotricidade no processo de aprendizagem. Exercícios psicomotores. O jogo no processo ensino aprendizagem. Jogo e brincadeiras na prática pedagógica e na vida da criança. O valor do jogo e do brinquedo no desenvolvimento da criança. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender o papel da psicomotricidade no desenvolvimento global da criança, bem como no processo de aprendizagem e sua importância no entendimento das dificuldades escolares, compreendendo uma reflexão sobre a avaliação psicomotora e exercícios psicomotores, desenvolvendo assim uma reeducação de movimentos incorretos e prejudicais a saúde física e mental da criança em desenvolvimento, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. ESPECÍFICOS: Ø Identificar a contribuição da psicomotricidade à pedagogia, justificando sua importância na prática pedagógica. Ø Descrever as etapas do desenvolvimento psicomotor da criança, destacando sua integração com os aspectos sócio afetivo e intelectual da criança. Ø Analisar os aspectos teórico práticos utilizados na avaliação psicomotora para detectar os déficits no desenvolvimento psicomotor. Ø Compreender a importância do jogo para o desenvolvimento da criança como um todo. Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICA FERREIRA, C. A. M. Psicomotricidade: da educação infantil à gerontologia. São Paulo: Lovise, 2000. FONSECA, V. Psicomotricidade.4. ed. São Paulo: Martins Fontes,1996. MEUR, D.S. Psicomotricidade: educação e reeducação psicomotora. São Paulo: Manole,1991. |
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COMPLEMENTAR: FERREIRA, C. A. de M., RAMOS, M. I. B. (org.). Psicomotricidade: educação especial e inclusão social. Rio de Janeiro: Wak ed., 2007. FERREIRA, C.A. de M. Psicomotricidade clínica. São Paulo:Lovise,2002. KISHIMOTO, T. M.(col). Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. São Paulo: CORTEZ, 1997. MACHADO, N. V. A Educação Física e Recreação para o Pré-Escolar – Crianças de 0 a 6 Anos. Porto Alegre: PRODIL, 1986. MARANHÃO, D. Ensinar Brincando: Aprendizagem pode ser uma grande Brincadeira. Rio de Janeiro. WAK, 2004. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP121 |
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA GESTÃO EDUCACIONAL I |
2 .1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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A gestão educacional como campo de atuação do pedagogo. Conceito de gestão e a gestão democrática como principio da educação brasileira. Os líderes gestionários da escola e suas funções. A importância da imersão do acadêmico de Pedagogia no contexto da gestão escolar. O estágio como forma de vivência e conhecimento da realidade da gestão das instituições de ensino. Ampliando os aspectos conceituais e legais do estágio. Orientando as atividades do estàgio I na Gestão Educacional. Observação, participação ativa e registros pelos estagiários. Relatório das atividades do estágio. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Vivenciar a realidade da gestão de escolas da Educação Básica, oportunizando a aquisição de conhecimentos sobre a práxis gestionária e seus desafios, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades essenciais ao seu processo de formação. ESPECÍFICOS: Ø Ter conhecimento da gestão educacional como seu futuro campo de atuação profissional, devendo primar pela democracia participativa na escola; Ø Ampliar os conhecimentos sobre as concepções teorico-legais do estágio, identificando-o como princípio educativo do licenciando em Pedagogia Ø Realizar observações e participação ativa eno ambito da gestão de escolas da Educação Básica, fazendo registros das atividades realizadas e de suas sensações e percepções; Ø Elaborar um relatório sintético a partir dos registros realizados. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional -Lei Nº 9394/96. Brasília: MEC/CNE, 1996. BURIOLLA, MA. F. O Estágio Supervisionado. 5. Ed. São Paulo: Cortez, 2008. LÜCK, H, Dimensões de gestão escolar e suas competências. Curitiba: Editora Positivo, 2009. |
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|
COMPLEMENTARES:
BIANCHI, A. C. de M; ALVARENGA, M; BIANCHI, R.. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2005. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica - Resolução Nº 04 de 2024. Brasília Brasília: MEC/CNE/CP, 2024 . Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia. Resolução CNE/CP Nº 01/2006. Brasilia: Conselho Nacional de Educação, 2006. LIBÂNEO, J. C.. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. 5. ed. Goiânia: MF Livros, 2008. PIMENTA, S.G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo, Cortez, 1994. |
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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 4º PERÍODO
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INB031 |
EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA |
3 .2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Educação e Etnia. Educação indígena x educação escolar indígena. Escolaridade indígena: missionária, integracionista, estatal e outras experiências históricas de desenvolvimento da educação escolar indígena como os projetos realizados por organizações não governamentais. A educação escolar indígena no Brasil e na Amazônia: da escola “para índios” às “escolas indígenas”. As políticas para educação escolar indígena no Brasil e no Amazônia: o direito a uma escola específica, diferenciada, bilíngue/multilíngue e intercultural. (O currículo da educação escolar indígena). |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Conhecer o processo histórico, as concepções e as políticas públicas da educação escolar indígena, enquanto modalidade da educação básica específica, diferenciada, bilíngue/multilíngue e intercultural que objetiva contribuir para a afirmação étnica e identitária dos povos indígenas no Brasil e na Amazônia. ESPECÍFICOS: Ø Diferenciar educação indígena de educação escolar indígena; Ø Compreender as concepções em escolarização indígena; Ø Conhecer as politicas de educação escolar indígena no Brasil e na Amazônia e as diretrizes do curriculo desta modalidadee de ensino. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: BANIWA, G. Educação Escolar Indígena no Século XXI: encantos e desencantos. Rio de Janeiro: Mórula, Laced, 2019. STEPHANOU, M; BASTOS M H. C.(Orgs.). Histórias e memórias da Educação no Brasil. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2005. SILVA, A. S.; FERREIRA, M. K. L. (Orgs.). Práticas pedagógicas na escola indígena. São Paulo: Global, 2001. (Série antropologia e educação). |
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|
COMPLEMENTARES: D’ANGELIS, W. Aprisionando sonhos: a educação escolar indígena no Brasil. São Paulo: Curt Nimuendajú, 2012. SILVA, A. da S; GRUPIONI, L. D. B. (Orgs.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. São Paulo: Global; Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995 CANDAU, V. M. (org.). Sociedade, educação e cultura(s): questões e propostas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. FREIRE, J. R. B. Trajetória de muitas perdas e poucos ganhos. In: .Educação Escolar Indígena em Terra Brasilis - tempo de novo descobrimento. Rio de Janeiro: Ibase, 2004. TASSINARI, A. M.I.. Antropologia, história e educação. São Paulo: Global, 2001. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INB033 |
DIDÁTICA GERAL |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Conceito, objeto, histórico e importância da Didática. As tendências didático-pedagógicas educacionais e suas concepções na atualidade. Relação pedagógica entre professor e aluno. Aspectos éticos, didáticos e comportamentais do exercício profissional. Os tipos de planejamento na educação e sua ressignificação na prática docente. Fundamentos do planejamento: transdisciplinaridade, interdisciplinaridade, contextualização e transversalidade. Estratégia de planejamento e avaliação das aprendizagens na Educação Básica. Componentes e elaboração do Plano de Ensino. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender os processos didático-pedagógicos, seus elementos orientadores, sua importância e função no processo ensino-aprendizagem e no trabalho docente comprometidos com elaboração e execução de um planejamento constituído como projeto educativo transformador centrado no desenvolvimento pleno dos estudantes da Educação Básica. ESPECÍFICOS: Ø Entender os elementos básicos que norteiam o processo de ensino e aprendizagem; Ø Relacionar os fundamentos teórico-metodológicos à prática pedagógica;. Ø Desenvolver habilidades para o planejamento de ensino, compreendendo seus componentes e seu processo de elaboração Ø Elaborar um plano de aula de acordo com o pressupostos teóricos, metodológicos e contextuais que exige a formação docente no contexto do Alto Solimões. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS:
CORDEIRO, J.. Didática. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2017. LIBÂNEO, J. C.. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013. NOGUEIRA, N R. Pedagogia de Projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. 7. ed. São Paulo: Érica, 2007. |
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COMPLEMENTARES:
AMAZONAS. Referencial Curricular Amazonense. Manaus: CEE/AM, 2019/2021. CANDAU, V. M.. A didática em questão. 37. ed. Petrópolis, RJ, 2017 (3ª impressão). HAYDT, R. C.C.Curso de Didática Geral. 8. ed. São Paulo: Ática, 2011. MIZUKAMI, M. da G.N.. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986 (temas básicos de Educação e Ensino). STRECK, D. Correntes pedagógicas: uma abordagem interdisciplinar. Petrópolis, RJ: Vozes; Rio Grande do Sul: Celadec, 2005. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
Total |
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|
EXT032 |
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Desafios e perspectivas da educação de jovens e adultos e o mundo do trabalho. Política educacional e educação de jovens e adultos. Principais representantes da Educação de jovens e adultos. As especificidades da educação de jovens e adultos: concepções e modalidades. O perfil sociocultural do educando e suas reais necessidades de aprendizagem. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Compreender a Educação de Jovens e Adultos como possibilidade de integração e fortalecimento do respeito à pluralidade cultural, social e étnica, existentes no contexto da realidade brasileira, analisando os aspectos os os aspectos históricos e legais que fudamentam essa modalidade de ensino, contextualizando com a realidade do município, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade.
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Ø Discutir os desafios e perspectivas da Educação de Jovens e Adultos, identificando conceitos, os aspectos históricos e legais. Ø Conhecer a proposta de Paulo Freire referente à alfabetização de adultos. Ø Destacar as especificidades da Educação de Jovens e Adultos, discutindo conceitos, propostas, modalidades e o perfil do educador e do educando da EJA. Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade.que favoreçam a aprendizagem dos alunos da EJA. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS BARRETO, V.. Paulo Freire para educadores. São Paulo. Arte & Ciências. 1998. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1983. GALVÃO, A. M. de O.; DI PIERRO, M. C.. O preconceito contra o analfabeto. Editora Cortez, São Paulo, 2007. |
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COMPLEMENTAR:
BARRETO, V. Alfabetização:permanência e mudança. São Paulo. Centro de Estudos em educação vereda. 1998 DURANTE, M. et ali. Alfabetização de adultos: Leitura e produção de textos. Porto alegre. Artes Médicas. 1998. FREIRE, P.. Conscientização: Teoria e prática da libertação. 3ª ed. São Paulo. Editora Moraes. 1980. LEONCIO. S. (Org). Aprendendo com a diferença: Estudos e pesquisas em educação de Jovens e Adultos. Belo Horizonte. Ed. Autêntica. 2002. PAIVA, V.. Educação Popular e Educação de Adultos. São Paulo: Loyla, 1983.
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INP101 |
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
INB035 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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História da psicologia educacional; Diferenciação entre Psicologia da educação e Psicologia Escolar; A relação entre Psicologia, família e escola; Motivação para aprendizagem; O lúdico na aprendizagem; Fracasso escolar; Medicalização da aprendizagem; Relação professor-aluno e a aprendizagem: a transferência/contratransferência; Distúrbios de aprendizagem: perspectivas críticas; Temas emergentes em Psicologia, saúde mental e educação. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender as contribuições teórico-reflexivas da Psicologia para o fazer pedagógico do professor. ESPECÍFICOS: Ø Compreender como a relação escola histórica entre escola e psicologia; Ø Identificar as contribuições da Psicologia para os contextos educacionais Ø Refletir como a escola se alia a psicologia para manter e reforçar as desigualdades sociais dos alunos das minorias sociais. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: CAMPOS, D.M. de S. Psicologia da Aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 2014. COLL, C; PALACIOS, J; MARCHESI, Á. (Org.). Desenvolvimento Psicológico e Educação: Vol. 2: Psicologia da educação escolar. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. SALVADOR, C. C.; MESTRES, M.M.; GOÑI, J. O.; GALLART, I.S. Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artmed, 2004. |
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|
COMPLEMENTARES:
BARBOSA, L. M. S. Um diálogo entre a pedagogia e a educação. 2ª Ed. Bolsa nacional ao livro. Curitiba, 2006. FERREIRA, C.A M. (Org.). Psicomotricidade: da educação infantil a gerontologia. São Paulo: Lovise, 2000. MEIRA, M. E. M.; ANTUNES, M. A. M. Psicologia escolar: teorias críticas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. PATTO, M. H. S. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: USP, 2022. PILETTI, N.; ROSSATO, S. M.. Psicologia da Aprendizagem: da teoria do condicionamento ao construtivismo. São Paulo: Contexto, 2011. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
Total |
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|
EXT035 |
ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
Processo histórico da arte nas diversas concepções. A arte no currículo infantil. A arte no ensino fundamental. Arte no cotidiano da vida humana. Artes e formação humana e estética. As linguagens e a expressão corporal: música; artes cênica e plástica. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL:. Ø Construir uma visão abrangente das possibilidades da arte no currículo de Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental em um processo de reflexão filosófica tendo a arte como um sistema de conhecimento do mundo na percepção de si mesmo e do outro, elaborando e executando ações extensionistas junto à comunidade externa à universidade. ESPECÍFICOS: Ø Conhecer o processo histórico da arte, refletindo sobre a arte e suas diversas formas de linguagem e de expressão como instrumentos utilizados pela humanidade no processo de construção de conhecimento e de comunicação. Ø Discutir a arte no currículo da Educação básica (Educação Infantil e Anos Iniciais) Ø Relacionar teoria e prática no campo da arte para a Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental como possibilidades de desenvolvimento e aprendizagem por meio de ações extensionistas. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
ARNHEIM, R. Intuição e intelecto na arte. 2.ed. São Paulo:Martins Fontes, 2004. CUNHA, S. R.V. da. As artes no universo infantil. 2. Ed. Porto Alegre: Mediação, 2012. MÖDINGER, C. R; VALLE, F. P. do; HUMMES, J. M. et al. Artes visuais, dança, música e teatro:práticas pedagógicas e colaborações docentes. Erechim: Edelbra, 2012. |
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|
COMPLEMENTARES:
BRASIL. Mapa cultural: artesanato, folclore, patrimônio ecológico, patrimônio histórico. Rio de Janeiro: Mobral, 1980. DURIGAN C.C.; LIRA, F. O. de; PEREIRA, R.F.. Fibras de índio: arte e cultura no médio rio Negro. Manaus, AM: Ed. da Universidade Federal do Amazonas, 2012. FERREIRA, A.. A criança e a arte: o dia-a-dia na sala de aula. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Ed. 2007. FUSARI, M. F. de R.. Arte na educação escolar. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2001. KOCH-GRUNBERG, T. Começos da arte na selva: desenhos manuais de indígenas, colecionados por Dr. Theodor Koch-Grunberg. Manaus: EDUA, 2009.
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Totai |
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|
INP114 |
PRÁTICA DA PESQUISA PEDAGÓGICA I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INB034 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
Pesquisa em educação: abordagens, meios e etapas de pesquisa. Técnicas e instrumentos de pesquisa e sua aplicação. Componentes de um projeto de pesquisa em educação. Elaboração de Projeto de pesquisa dentre o campo de formação do pedagogo: Gestão educacional, educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender a pesquisa educacional no contexto da educação infantil, dos anos iniciais e da gestão educacional, entendendo os pressupostos teoricos e metodologicos da pesquisa educacional,que favoreceram a elaboração de um projeto de pesquisa em educação.
ESPECÍFICOS: Ø Refletir sobre a relevância da pesquisa educacional para a construção da Ciência em Educação. Ø Conhecer a estrutura de um projeto de pesquisa e seus principais elementos, Ø Fazer estudos e discussões sobre as principais problemáticas educacionais no âmbito da Gestão Educacional, da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental de escolas urbanas, do campo e indígenas dos municípios do Alto Solimões para a elaboração do projeto de pesquisa; Ø Elaborar e apresentar o projeto de Pesquisa. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
ANDRÉ, M. (org). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo: Papirus. 2006. . Etnografia da prática escolar. Campinas, São Paulo: Papirus, 1995. FIGUEIREDO, A. M. de S; SOUZA, S. R G. Como elaborar Projetos, Monografias, Dissertações e Teses: da redação científica à apresentação do texto final. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. |
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|
COMPLEMENTARES:
GONSALVES, E. P. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. 3 ed. Campinas, SP: Alínea, 2003. LÜDKE, M.. O professor da escola básica e a pesquisa. In: CANDAU, V. M. (Org.). Reinventar a escola. Petrópolis: Vozes, 2000. ; ANDRÉ, M. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. OLIVEIRA, S. L. Tratado de Metodologia Científica: Projetos de Pesquisa, TGI, TCC, Monografias, Dissertações e Teses. São Paulo: Pioneira, 2003. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 32. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1986. |
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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 5º PERÍODO
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INB041 |
EDUCAÇÃO DO CAMPO, DAS ÁGUAS E DAS FLORESTAS |
3 .2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Cursos de Licenciatura em Ciências Agrárias |
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|
EMENTA |
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Conceitos, princípios e Historicidade da educação do Campo, das Águas e das Florestas. Políticas e Legislação. Paulo Freire e a interdisciplinaridade. Pedagogia da Alternância. Educação Multisseriada/Multietapas. Educação do Campo, das Águas e das Florestas e Currículos no Contexto da Amazônia. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender os fundamentos teórico-práticos da Educação do Campo, das Águas e das Florestas, com ênfase em práticas interdisciplinares, na Pedagogia da Alternância e nos Currículos Escolares do contexto Amazônico. ESPECÍFICOS: Ø Conhecer os conceitos e os princípios da Educação do Campo, analisando seu lugar nas Políticas Públicas e na Legislação Brasileira, reconhecendo sua historicidade e os movimentos sociais envolvidos na sua consolidação. Ø Compreender os fundamentos e metodologias da Pedagogia da Alternância, do método Paulo Freire e da Educação Multisseriada/Multietapas aplicados à realidade amazônica. Ø Realizar atividades práticas de Educação do Campo envolvendo os graduandos, comunitários locais e colaboradores por meio de visita a escolas rurais da região e debates sobre as realidades das mesmas. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: PAZ e Terra, 1987. NOSELLA, P. Educação no campo: origens da pedagogia da alternância no Brasil / Paolo Nosella. Vitória: EDUFES, 2012. SANTOS, C. A. (Org.). Por uma educação do Campo: Campo – Políticas Públicas. Brasília: INCRA; MDA, 2008. (Coleção Por Uma Educação do Campo, n. 7).
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|
COMPLEMENTARES: CALDART, R. S. et al. (Org.). Dicionário da Educação do campo. 2. ed. Rio de Janeiro, São Paulo: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Expressão Popular, 2012. FAZENDA, I.C. A. (Org.). Práticas interdisciplinares na escola. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2005. GRANEREAU, A.. O livro de Lauzun: onde começou a Pedagogia da Alternância. Fortaleza: Edições UFC, 2020. LEITE, S. C.. Escola rural: urbanização e políticas educacionais. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2002. (Coleção Questões da Nossa Época; v.70). SANTOS, C. A. et al. (Org.). Dossiê Educação do Campo: documentos 1998 a 2018. Brasília: Editora Universidade Federal de Brasília, 2020. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
EXT031 |
FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
A educação especial: aspectos históricos, filosóficos, sociais, psicológicos. Legislação internacional e nacional. A educação especial no Brasil. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva, 2008. Atendimento Educacional Especializado. Caracterização dos indivíduos com deficiências, transtornos do desenvolvimento globais, altas habilidades e superdotação. Análise da realidade do sistema educacional brasileiro e estadual com relação aos direitos das pessoas público alvo da educação especial. Fundamentos e recursos para a inclusão, acessibilidade, tecnologia assistiva e anticapacitismo. Construir conhecimentos a partir de Práticas extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Construir conhecimentos teóricos e metodológicos a respeito da Educação Especial, compreendendo a educação no paradigma da inclusão e apreendendo práticas inclusivas, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade ESPECÍFICOS: Ø Compreender o contexto histórico, filosófico, político da Educação Especial estadual, nacional e internacional. Ø Reconhecer e discutir sobre os marcos legais que orientam e asseguram os o direito a educação especial na perspectiva da educação inclusiva para aqueles que dela precisarem. Ø Caracterizar o público-alvo da Educação Especial, as estratégias, práticas e recursos do Atendimento educacional especializado; Ø Identificar as práticas metodológicas de ensino e aprendizagem desenvolvidas para a educação especial e inclusiva; Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS MAZZOTA, M. J.S. Educação Especial no Brasil: História e Políticas Públicas. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2005. OLIVEIRA, J.P. Educação Especial: Formação de Professores para a inclusão escolar. São Paulo:Contexto, 2023 SILVA, A. M. M. COSTA, V. A. da C. Educação inclusiva e direitos humanos. Cortez, 2015 |
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|
COMPLEMENTARES:
FERREIRA, C. A. de M (org.). Psicomotricidade: educação especial e inclusão social. São Paulo: Lovise, 2007 GIROTO, C. R. M.; POKER, R. B.; OMOTE, S.. (Org.). As tecnologias nas práticas pedagógicas inclusivas. Marília/SP: Cultura Acadêmica, 2012, p. 65-92. MANTOAN, M. T.E. Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Summus Editorial, 2015. MITTLER, P. Educação Inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003 STAINBACK, S.; STAINBACK,W. Inclusão: Um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed 1999 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP103 |
PLANEJAMENTO DE ENSINO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
INB033 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Conceito, tipos e elementos do planejamento de ensino. Fundamentos do planejamento de ensino e o Referencial Curricular Amazonense. A interdisciplinaridade no planejamento de ensino. Elaboração dos diferentes tipos de planejamento de ensino. Elaboração de material didático e de instrumentos de avaliação. Aplicação do planejamento de aula. |
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OBJETIVOS |
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GERAL:. Ø Desenvolver competências e habilidades para elaboração e aplicação dos diferentes planejamentos de ensino conforme os fundamentos atuais do planejamento e mais especificamente do Referencial Curricular Amazonense da etapa de ensino correspondente a sua área de formação e futura atuação profissional.
ESPECÍFICOS: Ø Aprofundar conhecimentos sobre a importância e tipos do planejamento educacional e as etapas, elementos e elaboração do plano de ensino; Ø Elaborar planos de ensino interdisiciplinares e contextualizados na sua área de formação, em consonância com os fundamentos teóricos-legais do currículo e com as propostas pedagógicas implementadas. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS AMAZONAS. Referencial Curricular Amazonense. Manaus: CEE/AM, 2019/2021. LIBÂNEO, J. C. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013. NOGUEIRA, N R. Pedagogia de Projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. 7. ed. São Paulo: Érica, 2007. |
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COMPLEMENTARES:
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília/DF: CNE/CEB, 2017/2018. GADIN, D. A prática do planejamento participativo: na educação e em outras instituições, grupos e movimentos dos campos culturais, social, político, religioso e governamental. 15. ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2008. LUCK, H. Planejamento em orientação educacional. 20. ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2008. MIZUKAMI, M. da G. N.. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986 (temas básicos de Educação e Ensino). STRECK, D. Correntes pedagógicas: uma abordagem interdisciplinar. Petrópolis, RJ: Vozes; Rio Grande do Sul: Celadec, 2005. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP104 |
ESCOLA , CURRICULO E CULTURA |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Etimologia e epistemologia do currículo. História do currículo. Teorias do currículo. Currículo e política cultural. Currículo e disciplinas escolares. Currículo e formação de professores. A diversidade cultural. Paradigmas curriculares. A práxis do currículo. A educação na Amazônia: o currículo, cultura e identidade na floresta e na fronteira. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Refletir criticamente sobre e a educação e cultura a partir dos paradigmas curriculares.
ESPECÍFICOS: Ø Entender as concepções apresentadas sobre as teorias do currículo; Ø Analisar o currículo como emancipação e resistência de uma sociedade; Ø Perceber as diversas identidades e diferenças presentes nas concepções interculturais que abrangem o currículo. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
APPLE, M. Ideologia e Currículo. São Paulo: Brasiliense, 1982. SILVA, M. A D. da. Memória e identidade do povo Xetá: narrativas visuais e memória coletiva no quadro da dispersão. Manaus: EDUA; São Paulo: Alexa Cultural, 2020. 272 p. SILVA, T. T. da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica ,2009. |
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COMPLEMENTARES:
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa. 12 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. GOODSON, I. F. A Construção Social do Currículo. Lisboa:Educa, 1997. LOPES, A. C. Teorias de Currículo. São Paulo: Cortez, 2011. MOTA, M. L. Amazônia-criança e a Fronteira da Vida. Curitiba: Appris,2019 CHAUÍ, M. Cidadania Cultural. 1ª Ed. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2006. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP106 |
PRINCÍPIOS E MÉTODOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL I |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Contextualização histórica, social e política da educação infantil. As infâncias e a criança na Amazônia. Marcos legais da Educação Infantil. A alfabetização na Educação Infantil. Pedagogia da Educação Infantil. Fundamentos teórico-epistemológicos e metodológicos do currículo para a Educação Infantil. Alternativas pedagógicas sobre aprendizagem e desenvolvimento da criança de 0 a 5 anos. O campo profissional e a formação do professor da Educação Infantil. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender a Educação Infantil como possibilidade de desenvolvimento pleno da criança e fortalecimento do respeito à pluralidade cultural, social e étnica, existentes no contexto da realidade brasileira, analisando os aspectos legais e psicológicos que fundamentam a prática pedagógica na Educação Infantil.
ESPECÍFICOS: Ø Discutir as concepções de infância, criança e Educação Infantil de um ponto de vista político, histórico e sociocultural Ø Apreender os fundamentos legais, pedagógicos, teórico-epistemológicos e metodológicos das legislações nacionais e locais, compreendendo o processo de aprendizagem da criança; Ø Refletir o papel da escola e do professor no processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança de 0 a 5 anos. Ø Compreender a especificidade do perfil do profissional de educação infantil, identificando as ambiguidades, contradições e dilemas no educar e cuidar as crianças. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
ANGOTTI, M. O trabalho docente na pré-escola: revisitando teorias, descortinando práticas. São Paulo: Pioneira, 1994. DEHEINZELN, M. A fome com vontade de comer: uma proposta curricular de educação Infantil. Petrópolis, Vozes 1994. KUHLMANN JR., M Infância e educação infantil: uma abordagem histórica. Porto Alegre: Mediação, 1998. |
||||||||
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COMPLEMENTARES:
BASSEADAS, E. Et alii. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. CRAIDY, C. M; KAECHER, G. P. S. Educação Infantil: Pra que te quero. Porto Alegre: Artes Médicas. 1999. DEVRIES, R. ; ZAN, B. A ética na educação infantil: o ambiente sócio- moral na escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. EDWARDS, C. et alii. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggi Emilia na educação da primeira infância. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. FREIRE, M. do C. B.. A criança indígena na escola urbana. Manaus: Ed. Da Universidadedo Amazonas, 2009. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP115 |
PRÁTICA DA PESQUISA PEDAGÓGICA II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP114 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Etapas da pesquisa: sistematização e coletas de dados. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: • Desenvolver um projeto de pesquisa educacional nas etapas de sistematização e coleta de dados sobre o objeto de pesquisa em educação infantil, anos iniciais e gestão educacional ESPECÍFICOS: • Elaborar e organizar os instrumentos de coleta de dados; • Realizar a coleta de dados de acordo com o projeto de pesquisa no contexto educacional definido, considerando os aspectos metodologicos e éticos; • Sistematizar os dados quantitativos em forma de gráficos e tabelas e dados qualitativos em forma de textos. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS CARVALHO, M. C. M. de (org.). Construindo do saber. 17 ed. Campinas, SP: Papirus, 1989. FIGUEIREDO, A. M. de S.; SOUZA, S. R. G. Como elaborar Projetos, Monografias, Dissertações e Teses: da redação científica à apresentação do texto final. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 32 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1986. |
||||||||
|
COMPLEMENTARES: CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo (SP): Cortez Editora, 1995. GONSALVES, E. P. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. 3 ed. Campinas, SP: Alínea, 2003. LÜDKE, M. O professor da escola básica e a pesquisa. In: CANDAU, V. M (Org). Reinventar a escola. Petrópolis: Vozes, 2000. ; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. OLIVEIRA, S. L. Tratado de Metodologia Científica: Projetos de Pesquisa, TGI, TCC, Monografias, Dissertações e Teses. São Paulo: Pioneira, 2003. |
||||||||
]
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 6º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INB039 |
LIBRAS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
|
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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História da Educação de Surdos e da Língua de Sinais. Legislação. Abordagens metodológicas. Introdução a língua de sinais. Parâmetros de Libras. Pares mínimos Estrutura gramatical, expressão corporal. Léxicos específicos, Identidades surdas, comunidade surda e Cultura Surda. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø .Adquirir conhecimentos sobre a Língua de Sinais em seus principais aspectos linguísticos possibilitando a comunicação com os surdos; ESPECÍFICOS: Ø Conhecer os aspectos históricos, culturais e legais da inclusão social e educacional das pessoas surdas; Ø Introduzir os estudos teóricos metodologicos da Língua brasileira de Sinais e seus principais aspectos linguísticos. Ø Desenvolver habilidades de comunicação básica em LIBRAS. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
ESSER., A. LIBRAS que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da Língua e sinais e da realidade surda. São Paulo. Parábola,2009. CAPOVILLA, F. C RAPHAEL, W. D.. TIMOTEO , J. G. Dicionário de Língua de Sinais do Brasil: a língua em suas mãos: Volume I, II e III e P a Z. Universidade de São Paulo,2017. QUADROS, R, M, de. KARNOPP, L.B. Língua de Sinais Brasileira: Estudos linguísticos. Artmed. Porto Alegre, 2004. |
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COMPLEMENTARES
FERREIRA BRITO.Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro, tempo Brasileiro, 1995. GOLDFELD, M. A criança surda: Linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista. Plexus. 2002. QUADROS, R. M.de. Educação de surdos. Porto Alegre: Artmed, 1997. SÁ, N. L.. Cultura, Poder e educação de surdos. Manaus: EDUA, 2002;2010. SKLIAR, C. (Org.). Atualidade da educação bilíngue para surdos: processos e projetos pedagógicos, 2016. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP107 |
PRINCÍPIOS E MÉTODOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL II |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
INP106 |
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|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Planejamento do trabalho pedagógico com crianças de 0 a 5 anos. A interdisciplinaridade na Educação Infantil. A Educação infantil na BNCC. As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. A aprendizagem das habilidades sociais para a convivência, a filosofia e a criança, noções temporais e causais, a percepção do espaço geográfico, construção do conceito de número, ciências naturais e sociais, linguagem oral, escrita e corporal. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Adquirir conhecimentos teóricos e metodológicos para a prática docente interdisciplinar na educação infantil, conhecendo os tipos de planejamentos e conteúdos que propiciem o pleno desenvolvimento da criança a partir de seu contexto históricosocial e cultural. ESPECÍFICOS: Ø Aprofundar os aspectos teórico-metodológicos que norteiam o trabalho com a infância, tendo como pressuposto o cuidar, educar e brincar. Ø Refletir sobre a organização curricular na Educação Infantil com base nos aportes legais do curriculo desta etapa de ensino em nível nacional e estadual. Ø Produzir planejamento interdisciplinar e materiais didáticos para o trabalho pedagógico em creches e pré-escola, na perspectiva da teoria de aprendizagem sociocultural e interacionista, considerando as múltiplas linguagens e os campos de experiências na educação infantil. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
ANTUNES, C. Educação Infantil: prioridade imprescindível. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. KRAMER, S. (coord). Com a pré-escola nas mãos: uma alternativa curricular para a educação infantil, São Paulo: Ática, 1989. REDIN, E. O espaço entre o tempo e a criança: se der tempo a gente brinca. Porto Alegre: Mediação, 1998. |
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|
COMPLEMENTARES
FONSECA, L L da. O universo sala de aula: uma experiência em pedagogia de projetos. Porto Alegre: Mediação, 1999. HOFFMANN, J. Avaliação na pré-escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. 5. ed. Porto Alegre: Mediação, 1998. OLIVEIRA, Z.M.R(org.). Educação Infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez, 1994. RODRIGUES, M B C; AMODEO, M.C.B (coord.). O espaço pedagógico na pré-escola. Porto Alegre: Mediação, 1996. SILVA, W. Cala-boca não morreu: a linguagem na pré-escola. Petrópolis: Vozes, 1987. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INP108 |
METODOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA NOS ANOS INICIAIS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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Concepções e diversidade linguística brasileira e as propostas de ensino no Brasil. A língua padrão e as variantes linguísticas. A língua como objeto de conhecimento e a constituição de falantes-leitores e escritores nos diversos contextos educacionais. Fundamentos teórico-metodológicos do ensino da Língua Portuguesa nos anos iniciais: a oralidade, a leitura, a poesia, a literatura infantil, a produção de textos, a questão gramatical. Análise e produção de materiais didáticos e de propostas metodológicas para o ensino da língua portuguesa nos anos iniciais. BNCC e a área de linguagens. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender e refletir sobre os aspectos teórico-metodológicos implicados na prática do ensino da Língua Portuguesa e suas implicações no processo ensino-aprendizagem em particular sobre as práticas de leitura, produção de texto e análise linguística.
ESPECÍFICOS: Ø Compreender a língua portuguesa a partir dos falares brasileiros; Ø Analisar as práticas do ensino e estudo da língua portuguesa nos anos iniciais; Ø Adquirir conhecimentos sobre as práticas de linguagem, os conteúdos e metodologias utilizados no ensino da língua portuguesa nos anos iniciais. Ø Elaborar e aplicar plano de ensino, confeccionando materiais didáticos pedagógicos e avaliativos para o ensino da língua portuguesa nos anos iniciais a partir da base nacional e estadual do curriculo. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS AZNHA, M. G. Construtivismo: de Piaget a Emília Ferreiro. São Paulo: Ática, 1994. CAGLIARI, L. C. Alfabetização e Lingüística. 7 ed. São Paulo: Scipione, 1994 SOARES, M. Alfaletrar: Toda criança pode aprender a ler e a escrever. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2020. |
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|
COMPLEMENTARES:
AZEVEDO, M. A. A. MARQUES, M. L (org). Alfabetização hoje. São Paulo: Cortez, 1994. CASTILHO, A T.de.Variação lingüística e Ensino da língua materna -2001 FERREIRO, E. Reflexões sobre alfabetização. 24 ed. São Paulo: Cortez, 1995 FERREIRO, E;TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999 MARTINS, M.H. O que e Leitura. 19 ª ed. São Paulo: Brasilense, 1994 - Coleção primeiros passos |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP105 |
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
Os conceitos de alfabetização e letramento na perspectiva histórico, cultural e social. Concepções teóricas de aquisição e desenvolvimento da linguagem escrita. Métodos de Alfabetização. Alfabetização na Educação Infantil. Alfabetização na Educação de jovens e Adultos. Alfabetização e letramento como práticas sociais. Letramento e avaliação na prática pedagógica interdisciplinar. Análise e Produção de materiais didáticos para alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Compreender e refletir sobres os aspectos teórico-metodológicos de propostas e práticas pedagógicas no processo de alfabetização e letramento e os seus desdobramentos na aprendizagem, possibilitando uma atuação docente auxiliada pelo movimento teórico-prático no ensino e construção do fazer pedagógico potencializador dos conhecimentos do alfabetizando, bem como a produção de materiais didáticos de alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos. ESPECÍFICOS: Ø Compreender as concepções teóricas de alfabetização e letramento e de aquisição e desenvolvimento da linguagem escrita; Ø Explorar os diversos métodos de alfabetizaçao e letramento na educação infantil e anos iniciais, bem como nas diferentes modalidades de ensino Ø Produzir materiais didáticos para alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos, aplicando-os em sala de aula. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. Psicogênese da Língua escrita. . Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999 FREIRE, P.; MACEDO, D. Alfabetização: leitura do mundo, leitura da palavra. 3 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990. SOARES, M. Alfabetização: questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016. |
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|
COMPLEMENTARES
ANDRADE, M. E. B.. Alfabetização e letramento: o desvelar de dois caminhos possíveis. Jundiaí: Paco Editorial, 2011. ROJO, R. (Org.) Alfabetização e letramento: perspectivas 37erdadeira37s. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1998. SMOLKA, A. L. B. A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo. 12 ed. São Paulo: Cortez, 2008. SOARES, M. Alfabetização e letramento. 7. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2018. TFOUNI, L. V. Letramento e alfabetização. 8.ed. São Paulo: Cortez, 2006 |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP116 |
PRÁTICA DA PESQUISA PEDAGÓGICA III |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP115 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Análise dos dados e elaboração do relatório de pesquisa. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Realizar a análise dos dados coletados numa pesquisa educacional destacando-a no relatório da pesquisa. ESPECÍFICOS: Ø Entender o processo de sistematização, organização e análise de dados, refletindo sobre a postura ética na pesquisa; Ø Conhecer a estrutura do relatório de pesquisa; Ø Conhecer as normas da ABNT para produção de relatório de pesquisa; Ø Produzir o relatório final da pesquisa evidenciando a realidade educacional articulado às concepções teóricas; Ø Apresentar os resultados da pesquisa em seminário. |
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REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS BERNARDES, M. E. M; JOVANOVIC, M. L. A produção de relatórios de pesquisa: redação e normatização. Jundiaí, SP: Editora Fontoura, 2005. BOGDAN, R. e BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto – Portugal: Porto Editora, 1994. FLICK, U. Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. |
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|
COMPLEMENTARES
ANDRÉ, M. (Org) O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo: Papirus, 2006. BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa, Edições 70, 1979. CUNHA, M. I. O bom professor e sua prática. São Paulo: Papirus,1989. 182 p. EZPELETA, J. e ROCKWELL, E. Pesquisa participante. São Paulo: Cortez, 1986. TRIVINOS, A.N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2006. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP109 |
PEDAGOGIA DE PROJETOS INTERDISCIPLINARES |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INB033 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Pedagogia de Projetos: origem e conceito. Interdisciplinaridade em projetos educativos em diferentes níveis e modalidade de ensino. Temas Transversais e contextuais amazônicos integradores. Tipos e elementos de projetos didático-pedagógico. Metodologias para projetos pedagógicos. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL Ø Compreender Pedagogia de Projetos como metodologia de ressignificação do ensino e aprendizagem interdisciplinar com abordagem de temáticas integradoras de cunho transversal e amazônico. ESPECÍFICOS
Ø Conhecer a origem e o conceito de pedagogia de projetos na educação escolar; Ø Discutir sobre a interdisciplinaridade e sua aplicabilidade em projetos pedagógicos integrados por temas transversais e contextuais amazônicos; Ø Reconhecer os tipos e os elementos de projetos didático-pedagógicos; Ø Elaborar um projeto pedagógico interdisciplinar de acordo os níveis/modalidade de ensino, ano escolar e faixa-etárias de aprendizes. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS ANTUNES, C. O que é projeto? 4 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. CUNHA, M. I. O bom professor e sua prática. São Paulo: Papirus, 1989. NOGUEIRA, N. R. Pedagogia dos projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. São Paulo: Érica, 2003. |
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|
COMPLEMENTARES
ARAÚJO, U. F. Temas Transversais, pedagogia de projetos e mudanças na educação. Editora Summus, 2024. BARBOSA, M. C. S.; HORN, M. G. S.; Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Porto Alegre, RS: Artmed, 2008. LUCK, H. Metodologia de Projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 5 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003. PIMENTA, S. G. (org.). Saberes Pedagógicos e atividade docente. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2000. SILVA, C. Pedagogia de projetos: trilhando caminhos para a prática docente crítico-humanizada. Editora Dialética, 2024. |
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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 7º PERÍODO
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
EXT037 |
POLÍTICAS PÚBLICAS E FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Políticas Públicas da Educação. Financiamento da educação na história da legislação educacional. Orçamento público e fontes de recursos para a educação. FUNDEF x FUNDEB e o Novo FUNDEB. Procedimentos de execução orçamentária. Mecanismos de distribuição e de Controle dos recursos destinados à educação. Origem e gestão dos recursos financeiros destinados à escola e como as políticas públicas e o financiamento podem contribuir para a redução dessas desigualdades, promovendo a equidade na educação. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Conhecer as políticas, fontes e os processos de distribuição, execução e de controle dos recursos destinados ao financiamento da educação pública, visando à compreensão e análise da materialização das políticas educacionais na contemporaneidade, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. ESPECÍFICOS: Ø Contextualizar historicamente o financiamento da educação pública no Brasil, visando oferecer um panorama da política de vinculação de receitas e da constituição de fundos. Ø Analisar o sistema atual de financiamento da educação identificando as principais fontes de recursos e os mecanismos de distribuição e de controle dos recursos destinados à educação (FNDE e FUNDEB). Ø Compreender os processos e mecanismos de financiamento de programas executados na escola (receitas, natureza das despesas, licitação, prestação de contas) Ø Verificar o papel do financiamento na redução dessas desigualdades, promovendo a equidade na educação. Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS OLIVEIRA, R. P.: ADRIÃO, T. (Orgs.). Gestão, financiamento e direito à educação. Análise da LDB e da Constituição Federal. São Paulo: Xamã, 2001. PARO. V.H. et.al. (Orgs.) Políticas públicas e educação. São Paulo: Xamã, 2001. RAMOS, A. M. P. O Financiamento da Educação Brasileira no contexto das mudanças político- econômicas pós-90. Brasília: Editora Plano, 2003. |
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|
COMPLEMENTARES AMARAL, N. C. Para Compreender o Financiamento da Educação Básica no Brasil. Campinas: Liber Livro, 2012. BONFIM, D. Q. J. S.. O Custo da Educação Pública no Brasil: Uma visão contemporânea sobre investimento e qualidade . Belo Horizonte: Editora Forum, 2022. LUDUVICE, P. S. S. O financiamento da educação básica e os interesses das classes e das frações de classes burguesas no Brasil. Curitiba: Editora Appris, 2023. MELCHIOR. J. C. A. O Financiamento da educação no Brasil. São Paulo: EPU, 1987. OLIVERIA, C. B. F. Legislação educacional e políticas públicas. São Paulo. Editora SENAC, 2019. (Série Universitária) |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
EXT033 |
LITERATURA INFANTIL |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
- |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Fundamentos históricos da literatura infantil: gênese, conceitos, natureza e funções. A literatura infantil no Brasil: relação com a sociedade e com a escola. As tendências da literatura infantil atual. A poesia destinada às crianças: incentivo ao desenvolvimento da capacidade criadora da criança. Narrativas orais: a literatura de tradição oral. Metodologias de ensino da literatura infantil. Leitura e análise de obras infantis. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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|
GERAL: Ø Adquirir conhecimentos teórico-práticos da Literatura Infantil, considerando a real importância e necessidade desses conhecimentos para a formação de leitores.e para a atuação docente na Educação Infantil e Anos iniciais do Ensino Fundamental, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. ESPECÍFICOS: Ø Despertar o interesse pelo texto literário em geral e, em particular, à Literatura Infantil, problematizando a fronteira entre Literatura em geral e Literatura Infantil; Ø Conhecer o panorama da produção mundial, nacional e regional de Literatura Infantil, discutindo as diversas formas de trabalhar (ou brincar) com a Literatura Infantil em sala de aula; Ø Experenciar à contação de histórias, sublinhando a importância da contação de histórias como ponte entre o texto oral e o texto escrito; Ø Analisar e avaliar obras infantis, enfatizando a abertura do texto como valor em detrimento da “moral da história”. Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
BUSATTO, C. Contar e encantar: pequenos segredos da narrativa. Petrópolis: Vozes, 2003. COELHO, N. N. Literatura infantil: teoria, análise, didática. 1. Ed. São Paulo: Moderna, 2000. ZILBERMAN, R. Como e por que ler a literatura infantil brasileira. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. |
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COMPLEMENTARES:
ARROYO, L. Literatura Infantil Brasileira. 3.Ed. São Paulo: Unesp, 2022. CADEMARTORI, L. O professor e a Literatura: para pequenos, médios e grandes. 1 Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2023. COLOMER, T. A formação do leitor literário: narrativa infantil e juvenil atual. Trad. Laura Sandroni. São Paulo: Global, 2003. LAJOLO, M ; ZILBERMAN, R. Literatura Infantil Brasileira: História & Histórias. 1 Ed. São Paulo: Unesp, 2022. MORAES, F. Contar Histórias: a arte de brincar com as palavras. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP111 |
METODOLOGIA DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP103 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
O significado da matemática para as séries iniciais do ensino fundamental. O conhecimento da matemática em seus aspectos filosóficos, psicogenéticos e metodológicos. A construção dos conceitos matemáticos através da experimentação e vivência nos anos iniciais. Estudo das propostas pedagógicas oficiais e alternativas da matemática para os anos iniciais. Organização, seleção e estruturação dos conteúdos da matemática para os anos iniciais. Análise e produção de materiais didáticos e de propostas metodológicas para o ensino da matemática nos anos iniciais. BNCC e a área de matemática. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Conhecer os fundamentos teórico-metodológicos do ensino da Matemática, visando a construção de um fazer pedagógico coerente e potencializador de conhecimentos nas séries iniciais do Ensino Fundamental. ESPECÍFICOS: Ø Analisar as práticas do ensino e estudo da matemática nos anos iniciais; Ø Adquirir conhecimentos sobre os conteúdos e metodologias utilizadas no ensino da matemática nos anos iniciais. Ø Elaborar e aplicar plano de ensino, confeccionando materiais didáticos pedagógicos e avaliativos para o ensino da matemática nos anos iniciais a partir da base nacional e estadual do curriculo. |
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REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS CAMPOS, A. M. A. de. Aprendizagem matemática: da educação infantil ao ensino fundamental. Rio de Janeiro: Editora Wak, 2019. CARVALHO, D. L. Metodologia do ensino da matemática. 4. ed. Editora Cortez, 2015. SUTHERLAND, R. Ensino eficaz da matemática. Porto Alegre: Editora Artmed, 2017. |
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COMPLEMENTARES D’AMBROSIO, U. Educação matemática: da teoria à prática. 7. ed. Campinas, SP: Editora Papirus, 2020. FERREIRA, M. K. L. Com quantos paus se faz uma canoa! A Matemática na vida cotidiana e na experiência escolar indigna. Brasília: MEC, 1994. FERREIRA, M. K. Leal (org.). Ideias matemáticas de povos culturalmente distintos. São Paulo: Global, 2002. KAMII, C. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Trad. Regina. A.de Assis. 15ed. Campinas/SP: Papirus, 1992. LOSS, A. S. Anos iniciais: Metodologia para o Ensino da Matemática. Curitiba: Aprris editora, 2016. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP122 |
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL II |
3.0.3.0 |
0 |
90 |
0 |
90 |
INP120, INP103 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
Análise e reflexão da realidade da educação infantil. Caracterização e diagnóstico do trabalho pedagógico no cuidar e educar as crianças. A pesquisa e a intervenção no cotidiano da creche e da Pré- escola. Construção e operacionalização da prática pedagógica a partir da fundamentação teórico- metodológica vivenciada ao longo do curso e da práxis pedagógica na Educação Infantil. Elaboração do Relatório. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Analisar a realidade das instituições de educação de infantil nos diferentes contextos e modalidades de ensino, observando e vivenciando ativamente a prática docente no cuidar e educar na creche e pré-escola para obtenção de um referencial teórico-metodológico que contribua para o desenvolvimento de um práxis pedagógica de qualidade que favoreça à aprendizagem e desenvolvimento integral das crianças. ESPECÍFICOS: Ø Elaborar e realizar, sob a orientação docente, o projeto de estágio supervisionado para a Educação Infantil;. Ø Realizar práticas de observações e participação ativa que possibilitem o diagnóstico e análise de situações do contexto escolar da educação infantil, bem como das situações do cuidar e educar das crianças; Ø Produzir o plano de docência/regência para a consequente atuação no campo de Estágio. Ø Elaborar um relatório circunstanciado das atividades do Estágio, com base nos registros do diário de campo, escrevendo o memorial da vida acadêmica. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS KRAMER, S. (org.). Infância e educação infantil. 7.ed. Campinas, SP: Papirus, 2008. OSTETTO, L. E. (org.). Encontros e Encantamentos na Educação Infantil: Partilhando experiências de estágios. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 2009 PIMENTA, S.G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo, Cortez, 1994 |
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|
COMPLEMENTARES ANTUNES, C. Como transformar informações em conhecimento. 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011 BIANCHI, A. C. de M.; ALVARENGA, M.; BIANCHI, R.. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2005. PERRENOUD, P. A prática reflexiva no ofício de professor: profissionalização e razão pedagógica. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. 232 p. PIMENTA, S. G.., LIMA, M. S. L.. Estágio e Docência. Colaboração Erika Barroso Dauanny, Elisângela André d Silva Costa; revisão técnica José Cerchi Fusri. São Paulo: Cortez, 2018, (Coleção docência em formação: ensino superior). RIOS, T. A. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2006.
|
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
EXT040 |
PLANEJAMENTO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
INP103 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
||||||||
|
Revisitando o conceito, importância, as Teorias e tipos de currículo. As políticas educacionais, em diferentes níveis (nacional, estadual, municipal), que influenciam a elaboração e implementação do currículo. O currículo nos contextos da Amazônia nacional e internacional . A proposta pedagógica da educação infantil, dos anos iniciais e das modalidades de ensino: diretrizes, elementos e organização. Análise de propostas pedagógicas. Elaboração de proposta pedagógica.Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL:. Ø Compreender as teorias, políticas, diretrizes e formas de organização do currículo educacional, possibilitando a elaboração coletiva de propostas pedagógicas para educação infantil e anos iniciais, bem como de sua adequação às diferentes modalidades de ensino, atendendo aos princípios da educação brasileira e elaborando e executando práticas extensionista junto à comunidade externa à universidade ESPECÍFICOS: Ø Rememorar o conceito, a importância e as diferentes teorias do currículo e suas implicações na prática educacional. Ø Identificas as políticas curriculares nacionais e estaduais e sua relação com a realidade escolar nos diferentes contextos da Amazônia nacional e internacional Ø Conhecer as diretrizes e elementos para organização e elaboração das propostas pedagógicas da educação infantil, dos anos iniciais e das modalidades de ensino, analisando propostas pedagógicas de escolas do sistema estadual e municipal de ensino; Ø Construir coletivamente proposta pedagógica para educação infantil e os anos iniciais, adequando-as ao contexto local e às modalidades de ensino. Ø Elaborar e executar práticas extensionitas junto à comunidade externa à unversidade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS AMAZONAS. Referencial Curricular Amazonense. Manaus: CEE/AM, 2019 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília:Ministerio da Educação/ Conselho Nacional de Educação, 2017. SACRISTÁN, J.G. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Trad. Ernani F. da F. Rosa. Porto Alegre: Artmed, 2000. |
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|
COMPLEMENTARES ARAÚJO, C. N. R. de; SANTOS, M. A. R dos. Curricularidade. Curitiba: Appris Editora, 2024. COSTA, M. V. et al. (org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. 4. ed. Rio de Janeiro: DPCA, 2005. HERNÁNDEZ, F.; VENTURA, M A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. Tradução Jussara Haubert Rodrigues. 5. Ed. Porto Alegre: Artmed, 1998 MORAES, M. M. De S. Proposta curricular na formação de professores de educação integral. Campo Grande: Editora UFMS, 2019 PARAÍSO, M. A.. Currículos: teorias e políticas. São Paulo: Editora Contexto, 2023. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INP112 |
Metodologia das Ciências nos Anos Iniciais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP103 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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Subsídios teóricos para o entendimento do processo de construção do conhecimento científico e os paradigmas das Ciências. Seleção, organização e estruturação dos conteúdos da Ciência para os anos iniciais. BNCC e a área de ciências da natureza. A construção dos conceitos da Ciência através da experimentação e vivência nas séries iniciais e a contribuições do ensino de Ciências frente às questões da pluralidade étnica e cultural do Alto Solimões. Estudo das propostas oficiais e alternativas das Ciências nos anos iniciais em relação as demandas locais. Análise e produção de materiais didáticos e de propostas metodológicas para o ensino da ciência nos anos iniciais na floresta e na fronteira/Alto Solimões. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Conhecer os fundamentos teórico-metodológicos do ensino das Ciências, visando a construção de um fazer pedagógico coerente e potencializador de conhecimentos nas séries iniciais do Ensino Fundamental no Alto Solimões ESPECÍFICOS: Ø Analisar as práticas do ensino e estudo das ciências nos anos iniciais; Ø Adquirir conhecimentos sobre os conteúdos e metodologias utilizados no ensino das ciências nos anos iniciais. Ø Elaborar e aplicar plano de ensino, confeccionando materiais didáticos pedagógicos e avaliativos para o ensino das ciências nos anos iniciais a partir da base nacional e estadual do currículo |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS CANIATO, R. Com ciências a educação: ideário e prática de uma alternativa brasileira para o ensino de ciências. 3. ed. Campinas: Papirus ,1992. EVANGELISTA, L.R.. Perspectivas em História da Física: Dos Babilônicos à síntese Newtoniana. Vol.1.Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2011. WEISSMANN, H (org.) Didática das ciências naturais: Contribuições e Reflexões. Porto Alegre: ArtMed, 1998. |
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|
COMPLEMENTARES:
ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. O Método nas ciências naturais e sociais:pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1999. 203p CANIATO, R.. Com ciências a educação: ideário e prática de uma alternativa brasileira para o ensino de ciências. 3. ed. Campinas: Papirus ,1992. CARVALHO, A. M. P. de. Ciências no Ensino Fundamental. Caderno de pesquisa, n.101 p.152-168, jul.1997. MOTA, M. L. Amazônia-criança e a Fronteira da Vida. Curitiba: Appris,2019 WALSH, C. Pedagogías decoloniales: prácticas insurgentes de resistir, (re)existir y (re) vivir. Quito: Abya Yala, 2013. |
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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 8º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
Total |
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|
INP123 |
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NOS ANOS INICIAIS II |
3.0.3.0 |
0 |
90 |
0 |
90 |
INP119, INP103 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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Análise e reflexão da realidade dos anos iniciais. Caracterização e diagnóstico do trabalho pedagógico. A pesquisa e a intervenção no cotidiano dos anos iniciais do ensino fundamental. Construção e operacionalização da prática pedagógica a partir da fundamentação teórico-metodológica vivenciada ao longo do curso e da práxis pedagógica nos anos iniciais. Elaboração do relatório. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Analisar a realidade das instituições de educação dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, nos diferentes contextos e modalidades de ensino, observando e vivenciando ativamente a prática docente para obtenção de um referencial teórico-metodológico que contribua para o desenvolvimento de um práxis pedagógica de qualidade que favoreça o direito à aprendizagem e ao desenvolvimento integral dos estudantes. ESPECÍFICOS: Ø Elaborar e realizar, sob a orientação docente, o projeto de estágio supervisionado para as séries iniciais do Ensino Fundamental. Ø Realizar práticas de observações e participação ativa que possibilitem o diagnóstico e análise de situações do contexto escolar dos anos iniciais, bem como das situações de ensino em sala de aula e em outros espaços educativos da instituição; Ø Produzir o plano de docência/regência para a consequente atuação no campo de Estágio. Ø Elaborar um relatório circunstanciado das atividades do Estágio, com base nos registros do diário de campo, escrevendo o memorial da vida acadêmica. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS BARREIRO, I. M. de F.; GEBRAN, R. A. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. 2.ed. São Paulo, SP: Avercamp, 2015. BURIOLLA, M. A. Feiten. O estágio supervisionado. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2008. PIMENTA, S.G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo, Cortez, 1994 |
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|
COMPLEMENTARES ANTUNES, C. Como transformar informações em conhecimento. 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011 BIANCHI, A. C. de M.; ALVARENGA, M; BIANCHI, R. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2005. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessário à prática educativa. 53. Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2016. PERRENOUD, P. A prática reflexiva no ofício de professor: profissionalização e razão pedagógica. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. 232 p. RIOS, T. A. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2006. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
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|
INP117 |
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
INP116 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
Elaboração do projeto de pesquisa referente ao trabalho de conclusão de curso sob orientação do/a professor/a orientador/a. Qualificação (Defesa Pública) para a Banca Examinadora. |
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OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Elaborar o projeto cientifico referente ao Trabalho de Conclusão de Curso sob orientação, fazendo as devidas correções e revisões para qualificação frente à banca examinadora e a comunidade local. ESPECÍFICOS: Ø Identificar elementos essenciais para a elaboração de uma pesquisa; Ø Escrever um projeto de pesquisa com todos os elementos necessários; Ø Defender o projeto de pesquisa elaborado diante de uma banca examinadora. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS Segue a indicação bibliográfica dos trabalhos desenvolvidos de forma peculiar a cada tema orientado pelo/a professor/a orientador/a. |
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COMPLEMENTARES: Segue a indicação bibliográfica dos trabalhos desenvolvidos de forma peculiar a cada tema orientados pelo/a professor/a orientador/a. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP110 |
METODOLOGIA DA HISTORIA E DA GEOGRAFIA NOS ANOS INICIAIS |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
INP103 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
Fundamentos teórico e histórico da História e da Geografia para os anos iniciais do ensino fundamental. A perspectiva interdisciplinar do ensino da história/geografia enfocando o homem e sua relação com o meio físico, social e cultural. A construção do conceito de tempo e espaço no aluno dos anos iniciais. Estudo da proposta pedagógica oficial e alternativa. Análise e produção de materiais didáticos e de propostas metodológicas para o ensino da história e geografia nos anos iniciais. A BNCC e as áreas de Ciências Humanas. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø Redimensionar o fazer pedagógico da História e da Geografia, através de uma reflexão crítica da proposta pedagógica oficial e sua inter-relação com os demais componentes curriculares, frente ao contexto social vigente, subsidiando o aluno quanto à construção de conceitos relativos a tempo e espaço, bem como, orientações teórico-metodológicas, necessárias a uma práxis consciente. ESPECÍFICOS: Ø Analisar as práticas do ensino e estudo da geografia e da historia nos anos iniciais; Ø Adquirir conhecimentos sobre os conteúdos e metodologias utilizados no ensino da geografia e da historia nos anos iniciais. Ø Elaborar e aplicar plano de ensino, confeccionando materiais didáticos pedagógicos e avaliativos para o ensino da geografia e da historia nos anos iniciais a partir da base nacional e estadual do currículo. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS BORGES, V. P. O que é história? Coleção primeiros passos, São Paulo: Brasiliense, 1980. CARDOSO, M. H (orgs). Escola Fundamental, Currículo e Ensino. 2ª ed. Campinas São Paulo: Papirus, 1995. HIPOLIDE, M. O ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental. Campanha Editora Nacional: São Paulo, 2011. |
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|
COMPLEMENTARES: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasilia. MEC/CNE, 2017 NUNES, C. A.. Metodologia do ensino de história e geografia. Belo Horizonte– MG, 1997. OLIVEIRA, A. U.. Para onde vai o Ensino da Geografia? 3ª ed. São Paulo: Contexto, 1991. PENTEADO, H. D.. Metodologia do ensino de história e geografia. Coleção magistério 2º grau, série: formação do professor. São Paulo: Cortez, 1991. URBAN, A. C; LUPORINI, T. J. Aprender e ensinar história nos anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2015. – (Coleção biblioteca básica de alfabetização e letramento)
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP113 |
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL E INSTITUCIONAL |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
INP103 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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|
Pressupostos epistemológicos, pedagógicos, sociológicos e políticos da avaliação. Conceito e Tipos de avaliação. A avaliação interna/aprendizagem e a avaliação externa/em larga escala: O que apresentam a BNCC e o RCA. A avaliação da aprendizagem: apresentação e reflexão sobre os instrumentos de avaliação e produção de elementos de avaliação da aprendizagem na Educação Infantil e nos anos iniciaise nas modalidades de ensino. Avaliação institucional. O projeto político pedagógico como dimensão da avaliação institucional e educacional. Os programas de avaliação externa e as provas do SAEB. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL: Ø .Analisar os princípios, finalidades e importância da avaliação educacional e institucional e suas implicações pedagógicas, sociais e políticas para o desenvolvimento de práticas avaliativas no contexto escolar, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade ESPECÍFICOS: Ø Compreender pressupostos epistemológicos, pedagógicos, sociológicos e políticos da avaliação e seus intervenientes no processo de ensino ; Ø Refletir sobre as finalidades da avaliação interna e avaliação externa e sobre as orientações da BNCC e do RCA; Ø Conhecer os instrumentos de avaliação da aprendizagem e sua forma de elaboração e aplicabilidade Educação Infantil, nos anos iniciais e nas modalidades de ensino Ø Pesquisar sobre as avaliações institucionais contempladas no PPP e sobre os programas de avaliação externa ou em larga escala como o Saeb e os reflexos na organização e ações da escola Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasilia. MEC/CNE, 2017 LUCKESI, C..C. Avaliação da aprendizagem escolar. 18. ed. São Paulo: Cortez, 2006. SOUZA, A. de M. Dimensões da avaliação educacional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. |
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|
COMPLEMENTARES: HOFFMANN, J. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. 35. ed. Porto Alegre: Educação e Realidade, 2014. HOFFMANN, J. Avaliação, mito e desafio: uma perspectiva construtivista.Porto Alegre: Educação e Realidade, 1994. ROMÃO, J. E. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo, IPF/Cortez, 1998. VASCONCELLOS, C. dos S.. Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo de avaliação escolar. 20. ed. São Paulo: Libertad, 2014. VEIGA, I. P. A. Projeto político-pedagógico da Escola: uma construção possível. 7. ed. Campinas, SP: Papirus, 1998. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
EXT039 |
PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
EXT040 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Gestão democrática e o Projeto Político Pedagógico. Abordagem conceitual. Princípios e fundamentos filosóficos, epistemológico e políticos norteadores do projeto político pedagógico. Os elementos do Projeto Politico Pedagógico. Construindo o projeto político pedagógico.Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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|
GERAL: Ø Reconhecer o projeto político pedagógico como um mecanismo de democrática da educação e um documento construído coletivamente e que expressa a identidade, os objetivos e as diretrizes educacionais de uma instituição de ensino, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade ESPECÍFICOS Ø Compreender o projeto político pedagógico como um mecanismo de democratização dos espaços escolares Ø Conhecer os princípios, os fundamentos norteadores e os elementos do projeto político pedagógico; Ø Apropriar-se do processo de elaboração e avaliação do Projeto Político-Pedagógico da escola, a partir da produção coletiva do PPP. Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS MEDEL, C. R. M. de A.. Projeto político pedagógico: construção e implementação na escola. Campinas: Editora Autores Associados, 2012. SOUZA, S. A.. Gestão escolar compartilhada: democracia ou descompromisso? São Paulo, 2002. VEIGA, I. P. A. (Org). Projeto político pedagógico da escola: uma construção possível. 16a.Edição. Campinas: Papirus, 2003 |
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|
COMPLEMENTARES: AZEVEDO, J.M L.de. O Projeto Político Pedagógico no contexto da gestão escolar. 2004. GANDIN, D.; GANDIN, L. A.. Temas Para um Projeto Político Pedagógico. Edição. Petrópolis: Vozes, 2002. LIMA, P G.; PEREIRA, M. C.. O projeto político pedagógico e a possibilidade da gestão democrática e emancipatória da escola. São Paulo: Editora Paco Editorial, 2013. PADILHA, P. R. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da escola. 5. ed. São Paulo: Cortez Editora, 1999. SOUZA, Â.R de. et al. Planejamento e trabalho Coletivo. UFPR, 2005 |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
EXT038 |
METODOLOGIA DO ENSINO NO MULTISSERIADO |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
INB041 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
O direito à educação escolar no e do campo. Multisseriado: Conceitos e organização. Planejamento e plano em turmas multisseriadas. Metodologias de ensino. Projetos didáticos interdisciplinares. Produção de materiais. Perfil do/a educador/a em turmas multisseriadas. O paradigma da nucleação e o fechamento de escolas do campo. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas. |
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|
OBJETIVOS |
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GERAL Ø Compreender as especificidades da educação escolar no e do campo, com ênfase nas turmas multisseriadas, abordando seus conceitos, formas de organização, metodologias, em uma perspectiva interdisciplinar e articulada ao contexto amazônico, elaborando e executando práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade ESPECÍFICOS Ø Compreender o direito à educação escolar no e do campo, do ponto de vista histórico, social e político; Ø Investigar a organização e o planejamento pedagógico em turmas multisseriadas, com foco em metodologias de ensino, produção de materiais e desenvolvimento de projetos didáticos interdisciplinares. Ø Refletir criticamente sobre o papel do/a educador/a do campo, das águas e da floresta e os impactos do paradigma da nucleação nas comunidades rurais. Ø Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à universidade. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS ANTUNES-ROCHA, M. I.; HAGE, S. A. M. Escola de direito: reinventando a escola multisseriada. Editora Autêntica, Coleção Caminhos da Educação do Campo: Minas Gerais, 2010. FIGHERA, M. L. Escolas do campo multisseriadas: reflexões das práticas pedagógicas. Editora Appris: Curitiba, 2018. MOURA, T. V.; SANTOS, F. J. S. dos; FRANCO, M. J. do N. Classes multisseriadas: reinvenção e qualidade das escolas do campo. 1. ed. Curitiba: Editora CRV, 2021. 258 p. |
||||||||
|
COMPLEMENTARES CALDART, R. S. et al. (Org.). Dicionário da Educação do campo. 2. ed. Rio de Janeiro, São Paulo: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Expressão Popular, 2012. FERREIRA, J. S. O ensino em turmas multisseriadas e suas condições de trabalho: um olhar para as escolas do campo na região do Alto Solimões, Amazonas. Revista Brasileira de Educação do Campo, v. 4, e6230, 2019. DOI: 10.20873/uft.rbec.v4e6230. HAGE, S. A. M. Transgressão do paradigma da (multi)seriação como referência para a construção da escola pública do campo. Edu. Soc, Campinas, v. 35, n. 129, out-dez, 2014, p. 1165- 1182. PANNI, M. T. A.; DUARTE, C. G. Provocações entre duas senhoras: Dona Seriação e Dona Multisseriação. Debates em Educação | Maceió | Vol. 13 | Nº. 31 | Ano 2021 | SANTOS, C.A. dos (Org.). Por uma educação do Campo: Campo – Políticas Públicas. Brasília: INCRA; MDA, 2008. (Coleção Por Uma Educação do Campo, n. 7). |
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DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO 9º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP124 |
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA GESTÃO EDUCACIONAL II |
3.0.3.0 |
0 |
90 |
0 |
90 |
INP121, EXT039 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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Análise e reflexão da realidade da gestão da educação escolar e da organização da gestão nos sistemas de ensino. Caracterização e diagnóstico do trabalho gestionário na escola e no sistema de ensino. A pesquisa e a intervenção no cotidiano da gestão educacional. Construção e operacionalização da prática gestionária a partir da fundamentação teórico-metodológica vivenciada ao longo do curso e da práxis no campo da gestão educacional. Elaboração do relatório. |
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|
OBJETIVOS |
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|
GERAL: Ø Analisar a realidade da gestão de escolas da educação Básica nos diferentes contextos e modalidades de ensino, observando e vivenciando ativamente a prática gestionária para obtenção de um referencial teórico-metodológico que contribua para o desenvolvimento de um práxis eficaz no âmbito da gestão educacional para promover a democracia na escola e favorecer uma educação de qualidade. ESPECÍFICOS: Ø Elaborar e realizar, sob a orientação docente, o projeto de estágio supervisionado para a gestão educacional;. Ø Realizar práticas de observações e participação ativa que possibilitem o diagnóstico e análise de situações do cotidiano da gestão educacional; Ø Produzir o plano de intervenção para a consequente atuação no campo de Estágio. Ø Elaborar um relatório circunstanciado das atividades do Estágio, com base nos registros do diário de campo, escrevendo o memorial da vida acadêmica. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS BURIOLLA, M. A. F. O Estágio Supervisionado. 5. Ed. São Paulo: Cortez, 2008. LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. 5. ed. Goiânia: MF Livros, 2008. LÜCK, H.. Dimensões de gestão escolar e suas competências. Curitiba: Editora Positivo, 2009. |
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|
COMPLEMENTARES: BARREIRO, I. M. de F.; GEBRAN, R. A.. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. 2.ed. São Paulo, SP: Avercamp, 2015. FRANCO, M. A. S.; CAMPOS, E. F. E. (Orgs.). A coordenação do trabalho pedagógico na escola:processos e práticas. Santos (SP): Editora Universitária Leopoldianum, 2016. (E-book). GADOTTI, M.; FREIRE, P.; GUIMARÃES, S.. Pedagogia, diálogo e conflito. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2008 LÜCK, H.. Gestão Educacional: uma questão paradigmática. 4. Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. Série Cadernos de Gestão, v.1. OLIVEIRA, M. A. M. (Org.). Gestão educacional: novos olhares, novas abordagens. 4. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2005 |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP118 |
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II |
2.1.1.0 |
15 |
30 |
0 |
45 |
INP117 |
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Coleta de dados. Tabulação e analise dos dados coletados. Elaboração do artigo de pesquisa referente ao trabalho de conclusão de curso com sob orientação do/a professor/a orientador/a. Qualificação (Defesa Pública) para a Banca Examinadora. |
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|
OBJETIVOS |
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|
GERAL: Ø Elaborar o artigo cientifico referente ao Trabalho de Conclusão de Curso sob orientação, fazendo as devidas correções e revisões para defesa frente à banca examinadora e a comunidade local. ESPECÍFICOS: Ø Operacionalizar a coleta de dados do projeto de pesquisa científico elaborado no TCC I, tabulando e analisando os dados coletados; Ø Produzir um artigo cientifico com introdução, problematização, objetivos, fundamentação teórica, metodologia resultados , considerações finais e referências da pesquisa. Ø Defender o TCC ( do tipo artigo) frente a uma banca qualificada. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS Segue a indicação bibliográfica dos trabalhos desenvolvidos de forma peculiar a cada tema orientados pelo/a professor/a orientador/a. |
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|
COMPLEMENTARES: Segue a indicação bibliográfica dos trabalhos desenvolvidos de forma peculiar a cada tema orientados pelo/a professor/a orientador/a. |
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DISCIPLINAS OPTATIVAS
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP024 |
SABERES TRADICIONAIS |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Os saberes e sua produção/construção na sociedade humana: ciência, ciências, cientificidade e cientificismo. Pressupostos e práticas do conhecimento científico e tradicional como dimensões indissociáveis. Práticas e verdades culturais como referências para a observação, a experimentação, a manutenção, transmissão e ampliação dos conhecimentos tradicionais. Conhecimentos tradicionais e direitos intelectuais. |
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|
OBJETIVOS |
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|
GERAL: Ø Entender os conhecimentos tradicionais e sua relação com a dinâmica sócioeconômica e cultural da sociedade, possibilitando a discussão de estratégias e políticas educacionais de registro e valorização dos saberes tradicionais como elemento indissociável da existência das sociedades humanas ESPECÍFICOS: Ø Compreender a influência dos saberes tradicionais nas diversas formas de produção de conhecimento; Ø Refletir sobre os pressupostos epistemológicos e metodológicos que orientam tanto o conhecimento científico quanto os saberes tradicionais; Ø Investigar as práticas culturais e os direitos intelectuais relacionados aos conhecimentos tradicionais. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
DIEGUES, A. C. e ARRUDA, R. S.V. (org). Saberes tradicionais e biodiversidade no Brasil. Brasília: Ministério do Meio Ambiente; S. Paulo: USP, 2001. LEVI-STRAUSS, C.. O pensamento Selvagem. Campinas, São Paulo: papirus,1989 SANTOS, B. de S.. A crítica da razão indolente.São Paulo: Cortez, 2000 |
||||||||
|
COMPLEMENTARES
CANDAU, V. M. Sociedade, Educação e Cultura(s): questões e propostas. Petrópolis, Vozes, 2002 GALVÃO, E. Santos e Visagens. São Paulo. Nacional, 1976 LEVI-STRAUSS. Antropologia Cultural dois. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1993. LABURTHE-TOLRA, P. Etnologia/Antropologia. Petrópolis: VOZES, 2003. SANTOS, M.G.; QUINTERO, M. Saberes tradicionais e locais: reflexões etnobiológicas [online]. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2018, 191 p.. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||||
|
T |
P |
E |
Total |
|||||
|
INP049 |
HISTORIA DA CULTURA AMAZONENSE |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
|
|
|
Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
|||||||
|
EMENTA |
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|
Introdução ao estudo da dinâmica da sociedade Amazonense em função da sua produção cultural. Práticas e representação culturais na formação do ideário cultural amazonense. Estudo do desenvolvimento cultural dos grupos étnicos do Amazonas em função de sua produção cultural. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Desenvolver conhecimentos teóricos para uma visão geral e crítica da cultura amazonense a partir de uma perspectiva histórica. ESPECÍFICOS: Ø Analisar a dinâmica socio cultural e histórica amazonense; Ø Investigar as práticas e representações culturais que compõem o ideário cultural amazônico; Ø Compreender o desenvolvimento cultural dos grupos étnicos amazônidas. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
ARAÚJO, A. V. Introdução à Sociologia da Amazônia. Manaus: Valer/Gov Est.Am., 2003 BENCHIMOL, S. Manual de introdução à Amazônia. Manaus: Valer, 1996 . Amazônia: Quatro visões milenaristas. Belém: Banco da Amazônia, 1994 |
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COMPLEMENTARES LIMA, A. Amazônia, a Terra e o Homem. Manaus: Ediçoes Governo do Estado do Amazonas/SEC, 2001. PORRO, A. O Povo das águas: Ensaios de etno-história amazônia. Rio de janeiro: Vozes, 1995 SALETI, E. (et al). Amazônia: desenvovlimento, integração e ecologia. São Paulo: Brasiliense, Brasília CNPQ, 1983 SANTOS, F. J. dos. Além da conquista: guerras e rebeliões indigenas na Amazônia Pombalina. Manaus: EDUA, 1999 TOCANTINS, L. O Rio comanda a vida: uma interpretação da Amazônia. Manaus: Valer, 2000
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
Total |
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INP066 |
LUDICIDADE E EDUCAÇÃO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Evolução histórica da ludicidade. Concepções de ludicidade. O significado do lúdico no processo de aprendizagem. O lúdico como fonte de compreensão do mundo. A importância do lúdico na Educação Infantil e nos Anos Iniciais. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Compreender a evolução histórica da ludicidade e suas concepções, bem como o significado do lúdico e sua relevância no processo ensino aprendizagem da Educação Infantil e Anos Iniciais, oportunizando uma otimização das situações de ensinoaprendizagem com vistas a uma inter- relação entre processos de vida e de conhecimento no âmbito pedagógico. ESPECÍFICOS Ø Analisar a evolução histórica da ludicidade e suas diferentes concepções ao longo do tempo; Ø Investigar o papel do lúdico no processo de aprendizagem e desenvolvimento humano; Ø Compreender a importância das práticas lúdicas na Educação Infantil e nos Anos Iniciais. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS ERREIRA, S. Recreação: Jogos de Recreação. Rio de Janeiro. Sprint, 2000. FRIEDMANN, A. Brincar: Crescer e Aprender – O Resgate do Jogo Infantil. São Paulo, Moderna, 1996. JIM, W. Como ter idéias inovadoras. São Paulo. Market Books, 2002. |
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COMPLEMENTARES KISHIMOTO, T. M. Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. São Paulo: CORTEZ, 1997. MARANHÃO, D. Ensinar Brincando: Aprendizagem pode ser uma grande Brincadeira. Rio de Janeiro. WAK, 2004. MARCELINO, N. C. Lazer e Educação. Campinas, Papirus, 1987. MOYLES, J. R. Só Brincar? – O Papel do Brincar na Educação Infantil. Porto Alegra: Artmed, 2002. SILVA JÚNIOR, A. G. Aprendizagem por Meio da Ludicidade. Rio de Janeiro. Sprint, 2005. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
Total |
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INP127 |
TÓPICOS ESPECIAIS EM EDUCAÇÃO |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Estudos de questões filosóficas, psicológicas, metodológicas e epistemológicas relacionadas à educação. Temas atuais acerca do processo educativo. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Discutir questões relativas ao processo educativo a partir da necessidade de formação do profissional. ESPECÍFICOS Ø Analisar questões filosóficas, psicológicas, metodológicas e epistemológicas que fundamentam o campo educacional; Ø Refletir criticamente sobre temas contemporâneos da educação Ø Estabelecer relações entre teorias e práticas educacionais, considerando a temática específica a ser analisada. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS Dependerá da abordagem temática a ser trabalhada. |
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COMPLEMENTARES
Dependerá da abordagem temática a ser trabalhada. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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|
T |
P |
E |
Total |
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INP056 |
METODOLOGIA DA LEITURA |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Leitura: metodologia da leitura. Literatura. Literatura infantil. Literatura infanto-juvenil. A formação do leitor e do professor-leitor. A leitura na sala de aula: ambiente, planejamento e metodologias de ensino. Propostas didáticas para a leitura e escrita. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Compreender o papel da leitura e da literatura, literatura infantil e juvenil a partir dos fundamentos teóricos e didáticos sobre o ensino e a prática da leitura e da escrita na escola e na sociedade, possibilitando o desenvolvimento de procedimentos metodológicos para a prática e o ensino da leitura crítica. ESPECÍFICOS: Ø Analisar metodologias de leitura e práticas literárias, com foco na literatura infantil e infanto- juvenil; Ø Refletir sobre a formação do leitor e do professor-leitor; Ø Elaborar propostas didáticas para o ensino da leitura e da escrita. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
FREIRE, P. A importância do ato de ler. 51. ed. São Paulo: Cortez, 2017. KLEIMAN, A. Oficina de Leitura: teoria e prática. 12. ed. Campinas, SP: Pontes, 2008. LOIS, L. Teoria e prática da formação do leitor: leitura e literatura na sala de aula. Porto Alegre: Artmed, 2010. |
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COMPLEMENTARES COSTA, M. M. da; ALVETTI, C.; LACERDA, M. T. B. Metodologia do ensino da literatura infantil. Curitiba, PR: Intersaberes, 2013. FREIRE, P.; MACEDO, D. Alfabetização: leitura do mundo, leitura da palavra. 8. ed. Rio de Janeiro: Paz &Terra, 2021. RANGEL, M. Dinâmicas de leitura: para sala de aula. 26. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. SILVA, E. T. da. Elementos de pedagogia da leitura. 4. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002 ZILBERMAN, R. A leitura e o ensino da literatura. Curitiba: Intersaberes, 2012. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
Total |
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INP072 |
DOCÊNCIA, GESTÃO E RELAÇÕES HUMANAS |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Gestão de pessoas no ambiente escolar. O desenvolvimento intra e interpessoal e as transformações psicossociais. A dinâmica das relações humanas na escola e formas de liderança. A competência social e emocional do professor/gestor no processo educativo. Práticas coletivas, participativas e solidárias na escola. Motivação profissional. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Compreender a importância da valorização das atividades e dos comportamentos que fortalecem as relações interpessoais no trabalho pedagógico como mecanismo de legitimação de uma educação democrática, igualitária, humana e humanizadora. ESPECÍFICOS: Ø Conhecer o funcionamento dos grupos em diferentes ambientes; Ø Compreender a importância do desenvolvimento de formas eficientes de comunicação humana; Ø Refletir sobre as relações humanas no contexto do trabalho; Ø Valorizar atividades e comportamentos que fortaleçam as relações interpessoais no trabalho e sua futura atuação profissional na gestão e/ou na docência. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
SANTOS, C. R. dos. Ética, moral e competência dos profissionais da educação. São Paulo: Avercamp, 2004. SPINOZA, B, de. Ética. Tradução: Tomaz Tadeu. 3. ed. 3. reimp. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017. TARDIF, M. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. 9. ed. 3. reimp. Petrópolis/RJ: Vozes, 2017.. |
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COMPLEMENTARES
ANDRÉ, M. Pedagogia das diferenças na sala de aula. Campinas/SP: Papirus, 1999. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2005. GRINSPUN, M. P. S. Z. Autonomia e ética na escola: o novo mapa da educação. São Paulo: Cortez Editora, 2014. HERNANDEZ, F. Transgressão e mudança na educação: os projetos e trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. SAVIANI, D. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre educação e política. São Paulo: Cortez, Autores Associados, 1983. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
Total |
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INP126 |
CINEMA, EDUCAÇÃO E TEMAS CONTEMPORÂNEOS |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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|
EMENTA |
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O Cinema e a Educação: história, processo educativo, significado, interações, propósitos, técnicas e limites; O uso de filmes e documentários como metodologia de ensino e aprendizagem reflexiva de emancipação intelectual, política, estética e participação comunitária; Cinema e as Diretrizes Curriculares Nacionais na formação do educador. Cinema, infância e educação de jovens e adultos; Cine clube na escola e estratégias metodológicas de aprendizagem; Inventar com o cinema: criação, concepção, produção de material didático de narrativa audiovisual voltados para a educação. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Compreender os principais fundamentos teóricos da relação do cinema com a educação, bem como propiciar reflexão e debates sobre os temas contemporâneas na interlocução entre a arte cinematográfica e as questões ligadas à educação contemporânea ESPECÍFICOS
Ø Analisar o cinema como recurso pedagógico e linguagem educativa; Ø Investigar o uso de filmes e documentários como metodologias de ensino reflexivo; Ø Elaborar propostas pedagógicas com base na linguagem cinematográfica. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
BENJAMIN, W. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. São Paulo: Duas Cidades/34, 2005. DUARTE, R. Cinema & Educação. 2. ed. – Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2002. FESQUET, A Reflexões e educação: A lei 13.006. Reflexões, perspectivas e propostas. Universo Produção. https://www.redekino.com.br/wphttps://www.redekino.com.br/wp- content/uploads/2015/07/Livreto_Educacao10CineOP_WEB.pdfcontent/uploads/2015/07/Livreto_Educ acao10CineOP_WEB.pdf |
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COMPLEMENTARES
MIGLIORIN, C. Cinema e escola sob o risco da democracia. Dossiê: Cinema e educação: uma relação sob a hipótese de alteridade. Revista Contemporânea de Educação. Faculdade de Educação/UFRJ., v 5, n. 9, janeiro/julho 2010. NAPOLITANO, M. Como usar o cinema na sala de aula. 2 edição. São Paulo: Contexto, 2005 RANCIÈRE, J. O mestre ignorante: cinco lições sobre a emancipação intelectual. 3ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010b TEIXEIRA, I.A. de C. T. [et al]. Telas da Docência. 1. ed. – Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017 . A escola vai ao cinema. 2. edição., 1 reimp. - Belo Horizonte: Autêntica, 2008. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
Total |
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INP128 |
APROFUNDAMENTOS EM PSICOLOGIA E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Conceituação e diferenciação das dificuldades de aprendizagem e do transtorno da aprendizagem; Compreensão política, histórica, psicológica e social dos transtornos do neurodesenvolvimento e da aprendizagem. Caracterização e impactos na aprendizagem do: Transtorno do espectro autista; do Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade; das Altas habilidades e superdotação e dos Transtornos específicos da aprendizagem (Dislexia, Discalculia e Disgrafia); Atuação do professor/a com alunos com transtornos da aprendizagem. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Conhecer os aspectos teóricos e práticos do processo de ensino de aprendizagem de crianças com transtornos do neurodesenvolvimento e da aprendizagem ESPECÍFICOS Ø Identificar possibilidades de ensino-aprendizagem inovadoras a serem executados com estudantes com transtornos da aprendizagem; Ø Compreender os impactos psicossociais dos transtornos do neurodesenvolvimento na aprendizagem escolar. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
CAPOVILLA, F. C.; DO VALLE, L. E. L. R. Perspectivas em transtornos do desenvolvimento: cognitivo-comportamental, linguístico e social. São Paulo: Memnon edições científicas, 2023. FLETCHER, J. M.; et al. Transtornos de aprendizagem: da identificação à intervenção. Porto Alegre: Artmed, 2009. ROTTA, N. T; OHLWEILER, L.; RIESGO, R.S. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2016. |
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COMPLEMENTARES AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. Porto Alegre: Artmed, 2014. aprendizagem: neurociência e interdisciplinaridade. Curitiba: Booktoy, 2015. CIASCA, S. M.; RODRIGUES, S, das D,; AZONI, C. A. S.; LIMA, R.F. Transtornos de COLL, C.; MARCHESI, Á.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e educação: transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais. Porto Alegre: Artmed, 2004. FARIAS, E.R. S. de; GRACINO, E R. Dificuldades e distúrbios de aprendizagem.São Paulo: Intersaberes, 2020. TEIXEIRA, G. Manual dos transtornos escolares: entendendo os problemas de crianças e adolescentes na escola. Rio de Janeiro: Best Seller, 2013. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
E |
Total |
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INP125 |
EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
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Coordenação ofertante: |
Curso de Licenciatura em Pedagogia |
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EMENTA |
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Fundamentos e história da Educação à Distância. As legislações da Educação a Distância. Perspectivas teórico-metodológicas da aprendizagem a distância baseada em princípios de autonomia, interação e cooperação. Produção e utilização de material didático para Educação à Distância. Organização do sistema EAD: planejamento do ensino, processo de comunicação, processo de tutoria e avaliação da aprendizagem. Ambientes virtuais da aprendizagem. Iniciação ao uso das ferramentas de apoio ao ensino/aprendizagem. |
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OBJETIVOS |
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GERAL Ø Compreender os aspectos teóricos, políticos e metodológicos da educação a distância de forma crítica e emancipadora. ESPECÍFICOS Ø Apreender os aspectos teóricos e normativos da Educação à Distancia Ø Conhecer a estrutura organizacional do sistema de Educação à distância; Ø Identificar as metodologias usadas na educação à distancia e as ferramentas tecnológicas que auxiliam o processo de gerenciamento da informação e aprendizagem na web.
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS
LANDIM, C. Educação a Distância: algumas considerações. Rio de Janeiro, ABR. 1997. LITWIN, E. Educação a Distância: Temas para o Debate de uma Nova Agenda Educativa. Porto Alegre, ARTMED, 2001. LUCENA, C; FUKS, H. A Educação na Era da Internet. Rio de Janeiro, Clube do Futuro, 2000. |
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COMPLEMENTARES
NISKIER, A. Educação a Distância. São Paulo, Edições Loyola, 1999. PETERS, O. Didática do Ensino a Distância. São Leopoldo, UNISINOS, 2001 RITTO, A. C. de A.; MACHADO FILHO, Nery. A Caminho da Escola Virtual: um ensaio carioca. Rio de Janeiro, Consultor, 1999. STILBORNE, L.et al. Guia do Professor para a Internet. Porto Alegre, ARTMED, 2001. SOBRAL, A.. Internet na Escola: o que é? Como se faz? São Paulo. Loyola, 1999 |
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ANEXO IV
NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACC) DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º O presente regulamento rege as normas e disciplina as Atividades Complementares do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, no Instituto de Natureza e Cultura (INC) da Universidade Federal do Amazonas, Unidade Acadêmica de Benjamin Constant-Am.
Art. 2º As Atividades Complementares, é parte obrigatória para integralização o currículo do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, estabelecida pela Resolução nº18/2007, de 01 de agosto de 2007.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 3º Compondo a carga horária total do Curso de Pedagogia, as Atividades Complementares, tem a finalidade de garantir a complementação da formação acadêmica com atividades intra e extra institucional, o aprofundamento teórico-prático no curso, a relação teoria e prática, a integração curricular, bem como favorecer a iniciativa e autonomia dos (as) acadêmicos (as), possibilitando o crescimento pessoal, profissional e relacional.
Art. 4º Atividades Complementares está relacionado às atividades de ensino, pesquisa e extensão, sendo que cada estudante deve obrigatoriamente atender 40 horas de atividades voltados ao ensino, 30 horas para a extensão e 30 horas para a pesquisa.
§ 1º As Atividades Complementares devem se apoiar em um sólido repertório de conhecimentos, com base em temáticas de acordo com as orientações da Resolução n. 04/ 2024, tais como: educação inclusiva; Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial, Educação Profissional e Técnica de Nível Médio, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, Educação a Distância, Educação Escolar Quilombola, Educação Bilíngue de Surdos, fundamentos da educação, políticas pública e gestão da educação, direitos humanos, diversidades étnico-racial, de gênero, sexual, religiosa, de faixa geracional.
§ 2º Os acadêmicos podem realizar atividades complementares a partir do ingresso do discente no Curso de Pedagogia INC/UFAM
§ 3º Os acadêmicos deverão cumprir (horas) de Atividades Complementares, contemplando o tripé da universidade- ensino, extensão, pesquisa.
§ 4º As atividade complementares podem ser realizadas a qualquer momento, inclusive no período das férias institucionais.
§ 5º O estágio supervisionado obrigatório não é considerado Atividade Complementar.
§ 6º Não serão validadas AC no período de trancamento da matrícula.
Art. 5º Os documentos expedidos para Atividades Complementares será homologada pela Comissão a partir do ingresso do discente no Curso de Pedagogia INC/UFAM
Art. 6º Os documentos comprobatórios considerados serão declarações, certificados, atas.
Art. 7º A comprovação das Atividades Complementares deverá ser apresentado à Comissão de AACC do Curso de Pedagogia, com a Ficha de registro de Atividades Complementares (Anexo) e as cópias dos comprovantes das AC realizadas.
Art. 8º O controle acadêmico do cumprimento de carga horária referente às atividades complementares é responsabilidade da Comissão de AACC, a quem cabe avaliar a documentação apresentada para validação das atividades realizadas pelo acadêmico.
Art. 9º Os acadêmicos que ingressarem no curso por meio de transferência fica também sujeitos ao cumprimento da carga horária de Atividades Complementares, podendo solicitar o cômputo da carga horária atribuída pela Instituição de origem, desde que estejam comprovadas em histórico escolar e/ou em documento oficial.
DAS ATIVIDADES ESPECÍFICAS
Art. 10. Atividades de ensino são as ações realizadas a partir da modalidades:
I – Participação em Programa de Monitoria
II – Participação em Semana de Curso
III – Cursos e minicursos na área de formação
IV – Participação em PIBID – Bolsista ou voluntário
V - Residência Pedagógica
VI - Carga horária optativa excedente
VII – Ministrante de curso de extensão e ou debatedor em mesa redonda
VIII - Estágios não obrigatórios
IX - Outras que a Comissão de Atividades Complementares considerar articulado à atividades de ensino.
Art. 11. Atividades de pesquisa e produção científica serão consideradas a partir de:
I – Participação como bolsista ou voluntário de projeto de pesquisa do PIBIC
II - Participação em projetos de pesquisa aprovados em outros programas interna e externa à UFAM
III - autor ou co-autor de artigo cientifico completo publicado em periodico com comissão editorial
IV Publicação de livro ou capítulo de livro
V - apresentação de trabalho científico completo em eventos de âmbito regional, nacional ou internacional como autor
VI Publicação de trabalhos completos em Anais de congressos
VII - Outras que a Comissão de Atividades Complementares considerar articulado à atividades de pesquisa
Art. 12. Atividades de extensão são:
I - Participação em eventos científicos e outros eventos com emissão de certificado e considerados, pela Comissão, relevantes para a formação do aluno
II - Participação como membro de comissão organizadora de eventos científicos
III - Atividades desenvolvidas sob a forma de congressos, seminários, simpósios, conferências, palestras, fóruns, apresentações de painéis ou outras similares, como ouvinte ou participante direto
IV – Participar de projetos institucional de extensão – PACE, PIBEX, PAREC, PAREV
V – Apresentação de trabalhos, papers e congêneres em eventos técnicos-científicos
VI - Participação em Órgão Colegiado de Curso e Conselho Deliberativo e/ou Conselhos Municipais
VII – Participação em Diretório Acadêmico do curso
VIII - Outras atividades de Extensão a critério da Comissão de Atividades Complementares.
Art. 13. Eventuais atividades não contempladas, serão analisadas pela Comissão de Avaliação de Atividades Complementares
Art.14. A Comissão de avaliação das Atividades Complementares que será constituída por quatro professores do curso nomeados pelo Colegiado do curso por período de dois anos, podendo ser renováveis por igual período.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art.15. Os casos omissos são resolvidos pelo Colegiado do Curso de Pedagogia.
Aprovado em 31 de julho de 2025 no Colegiado de Pedagogia.
ANEXO V
NORMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA
DA NATUREZA DOS OBJETIVOS
Art. 1º O estágio Curricular Supervisionado a ser desenvolvido desde o inicio do Curso de Pedagogia, integra as dimensões teóricas e práticas do currículo e articula de forma interdisciplinar os conteúdos curriculares do curso por meio de procedimentos de observação, reflexão, docência supervisionada, intervenção, desenvolvimento de investigação da realidade, de atividades práticas de projetos.
Art. 2º O estágio Curricular Supervisionado tem por objetivo oportunizar ao futuro profissional:
I- O desenvolvimento de competências necessárias à atuação profissional na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental e na Gestão Escolar.
II- A realização de observação, registros e análises de situações contextualizadas de ensino em sala de aula e de processos de gestão educacional;
III- As condições para analisar, compreender e atuar na resolução de situações- problemas características do cotidiano profissional;
IV- A participação efetiva no trabalho pedagógico para a promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento nos diversos níveis e modalidades de processos educativos (Educação Infantil, Anos Iniciais do Ensino Fundamental, EJA, Educação Especial, Educação escolar Indígena, educação do campo etc.)
V- A elaboração e o desenvolvimento de projetos de atividades educacionais no campo de estágio com o acompanhamento do orientador e do supervisor de estágio tanto no âmbito da docência quanto da gestão educacional;
VI- Propiciar oportunidades para que progressivamente o licenciando possa conectar os aspectos teóricos de sua formação às suas aplicações práticas, inicialmente por meio da observação e progressivamente por meio de sua atuação direta em sala de aula
DA ESTRUTURA, DURAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO
Art. 3º As atividades de estágio serão desenvolvidas em escolas e também em secretarias de educação ou afins (no caso da gestão educacional) dos diferentes contextos (urbano, do campo e indígena) desde que devidamente conveniadas/autorizadas pelos órgãos competentes e que propiciem uma experiência de aprendizagem e socialização inicial na profissão, progredindo para vivenciar a práxis educativa nos campos de formação e atuação do pedagogo;
Art. 4º O estágio será para a docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental e para a Gestão de processos educativos, planejamento, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos educacionais, apresentando uma carga horária de Estágio Curricular Supervisionado de 405 horas;
§1º O Estágio Supervisionado no campo da Gestão Educacional terá 135 horas distribuídas em 45 horas para o Estágio Supervisionado na Gestão Educacional I e 90 horas para o Estágio Supervisionado na Gestão Educacional II;
§2º O Estágio Supervisionado no campo da Educação Infantil terá 135 horas distribuídas em 45 horas para o Estágio Supervisionado na Educação Infantil I e 90 horas para o Estágio Supervisionado na Educação Infantil II;
§3º O Estágio Supervisionado no campo dos anos iniciais do Ensino Fundamental terá 135 horas , sendo 45 horas para o Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais I e 90 horas para o Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II.
I - O pré-requisito do Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II serão as disciplinas Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais I e Planejamento de ensino;
II-O pré-requisito do Estágio Supervisionado na Educação Infantil II serão as disciplinas Estágio Supervisionado na Educação Infantil I e Planejamento de ensino;
III-O pré-requisito do Estágio Supervisionado na Gestão Educacional II serão as disciplinas Estágio Supervisionado na na Gestão Educacional I e Projeto Político Pedagógico;
Art. 5º Na realização do Estágio Supervisionado deve ser cumprido o mínimo de 2 (duas) horas e no máximo 6 (seis) horas diárias, conforme legislação do estágio e cláusula quarta do termo de compromisso do estágio obrigatório da UFAM.
Parágrafo único: O não atendimento à carga horária diária e à carga horária total do estágio, implicará na não conclusão do estágio e na reprovação do acadêmico na disciplina.
DA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
Art. 6º Os estágios serão realizados desde o início do curso sendo o Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais I ofertado à turma 1º semestre; o Estágio Supervisionado na Educação Infantil I ofertado à turma do 2º semestre; o Estágio Supervisionado na Gestão Educacional I ofertado à turma do 3º semestre; o Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II ofertado à turma 7º semestre;o Estágio Supervisionado na Educação Infantil II ofertado à turma do 8º semestre; e o Estágio Supervisionado na Educação Infantil II ofertado à turma do 9º semestre.
Parágrafo único. Os estágios supervisionados I no PPC de Pedagogia (2026) serão procedidos das disciplinas de Prática da Pesquisa Pedagógica I, II e III que também colocarão os acadêmicos do Curso de Pedagogia em contato com as escolas, reiniciando os estágios com as disciplinas de Estágio Supervisionado II a partir do 7º período.
Art. 7º Para a realização dos Estágios pelos acadêmicos deve ser viabilizada assinatura de convênios pela direção do INC e Coordenação Local do Estágio, mediados pela Comissão de Estágio do Curso de Pedagogia, com as instituições da Educação Básica do Alto Solimões por meio das Secretárias Municipal e/ou Estadual de educação para facilitar a operacionalização dos estágios supervisionados, na perspectiva da Resolução 067/2011 – CEG/UFAM.
DAS COMPETÊNCIAS
Art. 8º A Comissão de Estágio do curso estabelecida por meio de portaria da Direção da Unidade devem:
I- Avaliar as atividades referentes aos estágios (obrigatórios e não obrigatórios), para garantir o cumprimento das diretrizes do estágio;
II- Orientar estagiários, orientadores e supervisores nos processos de acompanhamento e avaliação do estágio tanto pelos mecanismos internos quanto externos ao curso conforme instruções normativas do estágio da UFAM;
II - Supervisionar o cumprimento das normas estabelecidas para a realização dos estágios
III - Manter arquivos atualizados sobre estágios no curso de Pedagogia;
IV - elaborar e encaminhar os formulários para planejamento, acompanhamento e avaliação de estágio ;
V - Encaminhar os estagiários às instituições previamente contatadas para efetiva realização dos estágios;
VI - Orientar o preenchimentos dos termos de compromisso do estágio obrigatório com base nas instruções da Proeg, sendo a coordenação do estágio ou a coordenação do curso responsável pela assinatura do termo;
VII - Encaminhar à Coordenação de Estágios do INC o nome do(s) professor (es); orientador (es) de estágios e dos supervisores com respectivos locais de realização dos estágios;
VIII - Fazer avaliação dos locais concedentes dos estágios obrigatórios
IX - Visitar “in loco” os vários campos de estágios obrigatórios;
X - Solicitar credenciamento/convênios à comissão geral de estagio do INC e coordenar a escolha dos campos de estágio, juntamente com o professor da disciplina;
XI - Estabelecer prazos e cronograma para entrega dos relatórios de estágios obrigatórios;
XII - Participar das discussões e encaminhamentos dos Campos de Estágio, levando em conta orientações da Comissão geral de estagio e do Departamento de Programas Acadêmicos;
XIII - Arquivar em forma digital e impresso, para fins de comprovação da realização das atividades, no final de cada Estágio, o Relatório Síntese de Atividades e Termo de Compromisso de Estágio de cada aluno estagiário;
XIV Acompanhar a composição das turmas de Estágio Supervisionado;
XV - Monitorar os objetivos alcançados, as metodologias e práticas pedagógicas, e recursos didáticos pertinentes ao desenvolvimento dos Estágios e demais atividades comuns aos cursos de Licenciatura, através da interlocução com a Coordenação do Curso e com os Professores Orientadores de Estágio;
XVI - Interagir com os sistemas de ensino e as respectivas instituições para identificação de campos de estágio;
XVII - Fornecer a “Carta de Apresentação” aos alunos matriculados nas atividades de Estágio Supervisionado do Curso;
XVIIIElaborar manual de estágio do curso e atualizá-lo quando necessário, divulgando para os alunos, professores e campos de estágio a Política de Estágio do Curso contendo as diretrizes e normas a serem seguidas;
XIX Avaliar e revisar as Diretrizes (regulamento) do Estágio Supervisionado do Curso de Pedagogia de acordo com as reformulações do Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia, encaminhando as reformulações das Diretrizes do Estágio Supervisionado para aprovação no colegiado;
XX Trabalhar/atualizar no/o Regimento Interno da Comissão do Estágio, encaminhando-o ao colegiado do curso para aprovação;
XXI Convocar reuniões com os professores/as orientadores/as das disciplinas de estágio supervisionado;
XXII Convocar reuniões com os/as acadêmicos/as estagiários/as para esclarecimentos ou outros assuntos pertinentes ao estágio;
XXIII– Presidir as reuniões sobre os estágios.
Art. 9º Ao estagiário cabe:
I- Seguir as normas estabelecidas pela Coordenação Geral de estágio;
II - Manter seus dados cadastrais atualizados no portal acadêmico;
III - Providenciar todos os documentos solicitados pela Coordenação de Estágios;
IV - Informar-se sobre o planejamento do Estágio;
V - Solicitar esclarecimento sobre o processo de avaliação de seu desempenho;
VI - Requerer orientações do supervisor e do professor-orientador a fim de sanar eventuais dificuldades encontradas no desenvolvimento de suas atividades de estágio;
VII - Sugerir modificação na sistemática de estágio com o objetivo de torná-lo mais produtivo;
VIII - Solicitar mudança de local de estágio quando as normas estabelecidas e o planejamento do estágio não estiverem sendo seguidos;
IX - Conduzir-se com postura ética e atitude de colaboração no seu ambiente de trabalho, zelando pela imagem da UFAM.
X - Informar-se sobre normas e exigências para a realização de Estágio Supervisionado de acordo com o Campo de estágio, em que vai atuar;
XI - Assinar junto com o professor orientador de estágio, o Termo de Compromisso de Estágio Obrigatório;
XII - Elaborar juntamente com o professor orientador o Plano de estágio;
XIII - Manter contato regular com o Professor Orientador de Estágio, informando-o do andamento de seu trabalho na Escola concedente do Campo de Estágio;
XIV - Disponibilizar para o Campo de estágio o Relatório Final;
XV - Comunicar ao Supervisor técnico e ao professor orientador de Estágio, antecipadamente, quando estiver impedido de comparecer às aulas por motivo relevante.
XVI- Apresentar-se à direção da escola ou a quem seja responsável pelo acompanhamento do Estágio e solicitar permissão para acesso a documentos como: Regimento Escolar, Projeto ou Proposta Pedagógica, para conhecimento e análise;
XVII- Recorrer a profissionais responsáveis pelos diversos serviços ou setores da escola, em casos de dúvidas ou necessidades de orientações;
XVIII- Trajar-se adequadamente e com roupas condizentes com o local de trabalho educativo;
XIX- Saber ouvir atentamente, bem como aguardar momentos propícios de intervir e/ ou manifestar-se;
XX- Observar horários e regras estabelecidas, tanto em relação à administração da escola, quanto ao estágio curricular supervisionado;
XXI- Manter descrição e postura ética em relação às informações e às ações referentes à participação em atividades da escola e de realização do estágio;
XXII- Comprometer-se com a comunidade na qual se insere e com o próprio desenvolvimento pessoal e profissional;
XXIII_ Respeitar, em todos os sentidos, o ambiente escolar, as pessoas e as responsabilidades assumidas nesse contexto.
Art. 10. O supervisor técnico do estágio e representante da instituição concedente tem as seguintes atribuições:
I - Participar do planejamento e da avaliação das atividades desenvolvidas pelo estagiário juntamente com o professor orientador;
II - Informar ao estagiário sobre as normas dão Campo de estágio;
III - Acompanhar e orientar o estagiário durante a realização de suas atividades;
IV - Informar ao professor-orientador sobre a necessidade de reforço teórico para elevar a qualidade do desempenho do estagiário;
V - Preencher os formulários de avaliação do desempenho do estagiário;
VI - Comunicar ao Professor Orientador sobre qualquer anormalidade que venha a ocorrer durante o Estágio em decorrência do desempenho do estagiário ou por motivos que venham a gerar contratempos ou interrupção do Estágio.
Parágrafo único. A supervisão de estágio obrigatório será o apoio pedagógico prestado ao acadêmico, por docente técnico da área do conhecimento do estágio,com graduação ou experiência profissional na área de conhecimento do estagiário, disponibilizado pela instituição concedente para garantir ao aluno estagiário a plenitude de suas funções a partir da mediação nas atividades desenvolvidas na instituição em que a práxis educativa/formativa é vivenciada.
Art. 11. Cabe ao professor orientador do estágio:
I - Avaliar o Estagiário após o cumprimento da carga horária de estágio;
II - Avaliar se o campo de estágio proporciona o desenvolvimento de competências necessária à formação do estagiário, juntamente com o supervisor do estágio, ouvido o estagiário;
III - Prestar esclarecimento ao aluno e ao supervisor sobre o processo de avaliação do estágio;
IV - Enviar à Coordenação de estágio o formulário o Termo de Compromisso devidamente preenchido constando o nome do supervisor e encaminhado, via documento e para cadastro, os dados pessoais do supervisor como nome completo, CPF, celular, email;
V - Encaminhar aos alunos a “Carta de Apresentação”;
VI -Acompanhar e supervisionar as atividades do estagiário no Campo de Estágio;
VII - Divulgar normas de Estágio contidas na legislação em vigor;
VIII - Zelar pelo cumprimento destas normas de Estágio.
IX - Garantir que o Estágio não coincida com o horário das atividades acadêmicas que esteja cursando na UFAM, inclusive com os encontros semanais de Estágio Supervisionado na Universidade;
X- Orientar os alunos quanto à escolha do local em que o estágio deve ser realizado;
XI- Manter contato, semanalmente, com as instituições de ensino que serão campo de estágio;
XII- Realizar encontros periódicos com os alunos, no horário reservado a Supervisão de Estágios;
XIII- Orientar as atividades a serem realizadas no Estágio, avaliando o estagiário;
XIV- Promover momentos de discussão coletiva e análise de práticas vivenciadas na realização do estágio.
DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
Art 12. O estágio supervisionado no curso de Pedagogia será desenvolvido por meio das seguintes atividades:
I- Fundametação teórico-legal do estágio (com 15h), observação com participação ativa (com 20h de duração) e relatório descritivo ( com 10h para orientação e elaboração) nos Estágios Supervisionados I (Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais I, Estágio Supervisionado na Educação Infantil I e Estágio Supervisionado na Gestão Educacional I);
II- Projeto de estágio (com 15 horas para orientação e elaboração), observação com participação ativa (com 40h de duração), docência/intervenção supervisionada (com 10h de duração, sendo 06 para orientação e planejamento e 04 para aplicação), relatório descritivo (com 15h de duração para orientação e elaboração) e memorial da vida acadêmica (com 10h de duração para orientação e elaboração) nos Estágios Supervisionados II (Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II, Estágio Supervisionado na Educação Infantil II e Estágio Supervisionado na Gestão Educacional II);
III- Nos estágios Supervisionados I não ocorrerão as atividades de docência/ intervenção e memorial, pois estes serão realizados nos 03 primeiros semestres e conforme inciso II , Paragrafo 5 do art 13 da resolução CNE/CP Nº 04/2024 deve-se considerar uma progressão cuidadosa das atividades desenvolvidas, iniciando com atividades de observação acompanhadas de protocolos claros e, progressivamente, incorporando atividades nas quais o licenciando assuma ações docentes;
Art. 13. A observação será realizada em todos os estágios do curso ( Estágios Supervisionados I e II) de forma progressiva e constitui-se em um olhar investigativo sobre a vivência/funcionamento do cotidiano escolar no âmbito da docência ( na educação infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental) e da gestão ( em escola e secretarias de educação), contribuindo para colocar o/a acadêmico/a em contato com seu futuro campo de trabalho, possibilitando reflexões e práticas necessárias à construção de sua identidade profissional
I- A observação um dos procedimentos mais importantes na experiência de estágio na escola dos diferentes contextos e modalidades de ensino consistirá no uso atento dos sentidos num objeto ou situação, na sua manifestação espontânea, para adquirir um conhecimento determinado sobre um ou mais aspectos da realidade.
II- Na observação o estagiário deverá analisar situações do contexto escolar, refletindo sobre as situações problemas que se apresentam no ambiente educacional, e no caso dos Estágios supervisionados II deverá intervir por meio de uma práxis educativa no âmbito da docência e da gestão educacional.
Art. 14. A observação como investigação da realidade, ou seja, como pesquisa e estudo científico - tecnológico envolverá atividades de produção e difusão de conhecimentos do campo educacional em articulação com as práticas pedagógicas e de pesquisa sobre:
I- estudantes, docentes e demais profissionais da educação e a realidade sociocultural em que estes devolvem suas experiências;
II-Processos de gestão educacional, de ensinar e de aprender, em instituições educativas,
III- Propostas curriculares e planejamentos escolares;
IV- Organização do trabalho educativo;
V- Práticas gestionárias e Pedagógicas interdisciplinares, envolvendo metodologias, avaliações, conhecimentos, materiais didáticos, bem como outros instrumentos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade brasileira
VI- Processos educativos e de gestão em diferentes situações escolares
VII- Processos de formação e das lutas históricas nas quais se incluem a dos professores e da implementação da gestão democrática da educação;
VIII-Como os alunos aprendem nas diversas etapas do desenvolvimento (especialmente as Crianças de zero a três anos, as com necessidades educacionais especiais, os alunos da EJA, os ribeirinhos, os indígenas, os alunos de outra nacionalidade devido a realidade de tríplice fronteira Brasil- Peru e Colômbia e nas diferentes etapas e modalidades de ensino;
Art .15. A Participação ativa nas atividades docentes ou gestionárias da escola como um todo ou de sala de aula realizadas em todos os estágios do curso ( Estágios Supervisionados I e II) envolve a colaboração do estagiário (considerando os conhecimentos já obtidos no curso) no planejamento, realização ou avaliação das diferentes atividades educativas, tais como:
I- Auxiliar o professor (no caso dos estágios na educação infantil e nos anos iniciais)na elaboração, preparação e realização de atividades de ensino, exercícios ou tarefas das diversas áreas do currículo, assim como a equipe gestora (no caso do estágio na gestão) nas suas atividades administrativas e pedagógicas ;
II- Auxiliar nas rotinas da escola ( no caso do estágio na gestão) e nas de sala de aula.(no caso dos estágios na educação infantil e nos anos iniciais)
III-Dar assistência ao(s) docente(s), alunos, profissionais da instituição em geral, pais de alunos, comunitários em ações da instituição ( no caso do estágio na gestão) e dar assistência ao docente e alunos da turma de estágio, durante a realização de exercícios ou quando apresentam dificuldades em relação ao entendimento de conteúdos do ensino ou nas atividades(no caso dos estágios na educação infantil e nos anos iniciais);
IV- Colaborar com o professor e ou gestor em qualquer outra atividade dentro ou fora da sala, quando solicitado;
V- Participar das reuniões realizadas na escola com professores e ou gestor, na hora do Trabalho Pedagógico (HTP), de Conselho de Classe, de Pais e Mestres etc;
VI- Colaborar com o gestor e ou professores, na organização ou promoção de eventos escolares, tais como: festas, gincanas, excussões, visitas, recreio dirigido, entradas e saídas de alunos etc.
Art. 16. A Docência Supervisionada será realizada apenas no Estágio Supervisionado na Educação Infantil II e no Estágio Supervisionado nos Anos Iniciais II, se constituindo em atividade de docência compartilhada, ou seja, de aulas a partir de um planejamento interdisciplinar, sob o acompanhamento do orientador e do supervisor no campo de estágio.
Art. 17. A Intervenção Pedagógica será realizada apenas no Estágio Supervisionado na gestão Educacional II e está relacionada ao diagnóstico no ambiente escolar, oportunizando o estagiário a uma proposição sobre suas observações no campo da gestão educacional.
Art. 18. As reflexões, sentimentos/sensações, leituras, ações observadas e realizadas, bem como os dados coletados por meio de entrevistas, questionários, análise documental ou outra técnica de obtenção de informações durante o período da observação com participação ativa e da docência/intervenção devem ser registradas por meio de gravação fotográfica, audiovisual e de anotações escritas em diário de campo das observações e demais participações/atividades do estagiário durante todos os estágios realizados,
I- O registro sistemático de observações, participações e experiências vivenciadas no campo de estágio, constitui o recurso básico para a sistematização da experiência prática, ou seja, a elaboração do Relatório de Estágio Curricular Supervisionado, onde os informes obtidos serão discutidos, analisados e interpretados a luz de referenciais teóricos.
II- As atividades de Estágio requerem o uso do Registro no ato de realização do Estágio, apontando os aspectos mais relevantes e significativos da realidade e quando estiver distanciado no tempo e no espaço em que as ações transcorreram, .
III- O estagiário organizará e sistematizará seus registros empregando o caderno de campo ou uma ficha de registro de campo, fazendo constar no instrumento: local ( escola ou sala de aula ), dia, horário de início e término do período de observação e/ou participação e/ou intervenção.
Art. 19. O relatório constitui-se numa produção escrita sistematizada, descritiva, analítico- crítica, circunstanciada e fundamentada da práxis educativa vivenciada no estágio realizado nas instituições educativas escolares a partir das atividades de observação e participação ativa ( nos Estágios Supervisionados I e II) e docência/intervenção supervisionada no âmbito da docência e da gestâo ( nos Estágios Supervisionados II).
§1º Nos Estágios Supervisionados I o relatório será sintético, pois os acadêmicos ainda estarão no inicio de seu processo de formação no curso, porém nos Estágios Supervisionados II será mais denso e circunstanciado, pois já terão nos semestres finais do curso, tendo bagagem teórica e metodológica para aprofundamento das análises.
§2º O Relatório do estágio deve resultar de uma elaboração pessoal de cada estagiário após o encerramento das atividades no campo de estágio, apresentando o relato fundamentado das atividades desenvolvidas, para análise e avaliação pelo professor orientador.
§3º Constituem exigências mínimas para apresentação formal do relatório de Estágio Curricular Supervisionado:
I- Caracterização da escola enquanto comunidade educativa: dados sobre o contexto em que o campo de estagio se insere, a instituição equipe de gestão, professores, alunos, recursos materiais e pedagógicos, organização do ensino ( etapas e modalidades de ensino que oferta), Plano de Gestão, Proposta Pedagógica e Regimento Escolar;
II- Relatos das observações, participações, projetos desenvolvidos, dos encaminhamentos efetivados, com análise críticas fundamentadas em referenciais teóricos;
III- Apresentação de ações envolvendo a prática pedagógica: docência/intervenção supervisionada, desenvolvimentos de projetos e investigações, bem como aquelas resultantes da própria experiência docente/gestionária;
IV- Autoavaliação da atuação como estagiário das experiências vividas, das aprendizagens construídas e das contribuições do estágio para sua formação profissional;
Art. 20. O memorial configura-se como um autobiografia, uma auto-avaliação, um relato histórico crítico-reflexivo da vida pessoal, educacional e acadêmico-científica do estagiário, sendo produzido progressivamente nos estágios supervisionados II, fundamentando-se nos estudos teóricos e legais realizados e nas suas vivências, evidenciando os estágios e como os conhecimentos obtidos no decorrer do curso de Pedagogia contribuíram com sua formação e futura atuação profissional no âmbito da docência e da gestão nas instituições educativas escolares e não escolares dos diferentes contextos, etapas e modalidades de ensino.
DA AVALIAÇÃO
Art. 21. A verificação do rendimento nos Estágios Supervisionados do curso de Pedagogia encontra-se embasada na Resolução Nº 023/2017 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Ufam, bem como pelo Regimento Geral da Universidade, compreendendo dois princípios de avaliação que são fundamentais o formativo e somativo.
Art. 22. A avaliação formativa abrangerá o desempenho do acadêmico nos aspectos de aprendizagem, assiduidade e participação ativa com uma frequência de 100% (cem por cento) nas atividades de orientação e observação direta e docência/intervenção no campo de estágio, em caráter eliminatório.
Art 23. A avaliação somativa será realizada pelos professores orientadores, com base nos Exercícios Escolares (EE), a saber:
a) Nos Estágios Supervisionados I- caderno de campo (EE1) e relatório sintético das observações, participações e reflexões(EE2)
b) Nos estágios supervisionados II-Projeto de Estágio (EE1); Planejamento e aplicação da Intervenção/Docência ( docência no caso do Estágio na Educação Infantil e Anos Iniciais e de Intervenção no Campo da Gestão Educacional) (EE2); Relatório Circunstanciado (EE3) e memorial (EE4), compreendendo um coeficiente de rendimento igual ou superior a 5,0 (cinco), observando-se o Regimento Geral da UFAM.
DO APROVEITAMENTO PARA OS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS
Art. 24. Em atendimento as portarias 11/2022 e 051/2023 da Proeg /UFAM as atividades realizadas no Programa de Residência Pedagógica podem ser aproveitadas para o Estágio Obrigatório (por solicitação do aluno diretamente no portal ecampus e com comprovação por via da certificação e declaração da coordenação de área) desde que integralizada a carga horária exigida na matriz curricular do curso e que a atuação tenha correspondência com a área do estágio a ser realizado.
Parágrafo único. No curso de Pedagogia também poderão ser aproveitadas as atividades do Pibid, desde que relacionadas área do estágio.
Aprovado no Colegiado do Curso em 31 de julho de 2025
ANEXO VI
NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º O presente regulamento normatiza as atividades e os procedimentos relacionados ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) no âmbito do Curso de Licenciatura em Pedagogia, no Instituto de Natureza e Cultura (INC) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Unidade Acadêmica de Benjamin Constant (BCT), campus Alto Solimões.
Art. 2º O TCC, constante da estrutura curricular do Curso de Licenciatura em Pedagogia é condição sine qua non e parte dos requisitos para obtenção do grau e do diploma de Licenciado em Pedagogia e é constituído por duas disciplinas o Trabalho de Conclusão de Curso I ( TCC I) e Trabalho de Conclusão de Curso II ( TCC II)
DAS FINALIDADES
Art. 3º O TCC tem por finalidade garantir ao aluno o aprofundamento de seus estudos na temática educacional de seu interesse em comum acordo com o orientador, que esteja contemplado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior do Magistério da Educação Básica vigente no momento histórico da escrita do TCC, visando o desenvolvimento da consciência crítica em torno da questão educacional e mais especificamente da educação infantil, anos iniciais do Ensino Fundamental e gestão educacional no contexto amazônico da Mesorregião do Alto Solimões, levando em consideração as peculiaridades locais no que se referem aos aspectos sociais, políticos, econômicos, culturais, ambientais e etnográficos.
DA CONCEPÇÃO
Art. 4º O TCC como atividade individual do aluno consiste na elaboração de um projeto de pesquisa ( no TCC I) e de um artigo a partir dos dados coletados ( no TCC II), resultante de
uma pesquisa cujo objeto e/ou problemática esteja relacionado aos Núcleos de Formação descritos nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior do Magistério da Educação Básica, desenvolvido mediante as normas que regem a pesquisa científica, sob a orientação e avaliação docente.
Art. 5º Pode ser solicitado aproveitamento como TCC um Artigo Científico ou Capítulo de Livro, publicado em veículo de comunicação com comissão editorial e/ou Científica e ISBN, sendo o/a acadêmico/a o/a autor/a, tendo que apresentar sua pesquisa em seminário aberto à comunidade, da mesma forma que a defesa da Monografia. Nos casos destacados, as normas técnicas a serem observadas serão aquelas adotadas pelo veículo de divulgação;
§ 1º Serão aceitos somente artigos, capítulos de livro e publicação em anais de eventos submetidos na forma de trabalho completo.
Parágrafo Único – Os discentes que comprovarem a conclusão de um Projeto de Iniciação Científica e apresentação do relatório de pesquisa a uma banca examinadora, bem como comprovarem a publicação de artigo e capitulo de livro (conforme art 5º) poderão ser dispensados da elaboração do TCCI e TCC 2 via aproveitamento de créditos, por meio de solicitação à Comissão de TCC e aprovação no Colegiado de Pedagogia.
DO DESENVOLVIMENTO
Art. 6º O TCC será desenvolvido pelo (a) aluno (a) regularmente matriculado (a) nas disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso I (projeto de pesquisa) e Trabalho de Conclusão de Curso II ( artigo científico) .
Parágrafo único. Os créditos dessas disciplinas são de 02 créditos ( 2.1.1.0) sendo 15 horas teóricas e 30 práticas, totalizando 45 horas cada uma das referidas disciplinas.
CAPÍTULO V
DOS CRITÉRIOS DA ORIENTAÇÃO, ATRIBUIÇÕES, APRESENTAÇÃO E AVALIAÇÃO
SEÇÃO I
DA ORIENTAÇÃO
Art. 7º Para a elaboração do projeto de pesquisa na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I e do artigo cientifico no Trabalho de Conclusão de Curso II será obrigatória a orientação por docente vinculado ao Curso de Pedagogia.
Parágrafo único. A indicação do orientador deverá ser aprovada no colegiado do curso, levando em consideração à carga horária das atividades dos docentes, bem como áreas temáticas de pesquisa e atuação, limitando a orientação de no máximo cinco (5) acadêmicos. Art. 8º - A orientação no TCC é garantida a cada aluno (a) regularmente matriculado (a) no Curso de Licenciatura em Pedagogia do INC/UFAM, prioritariamente aos alunos periodizados.
Art. 9º A oficialização do (a) orientador (a) deverá ocorrer no final do 7º semestre letivo mediante aprovação pelo colegiado e documentação assinada (carta de aceite) pelo orientador e orientando a ser entregue à Comissão do TCC, sendo de responsabilidade do discente a busca pelo aceite e entrega da documentação.
Art. 10. Poderá o orientador indicar, de comum acordo com seu orientando, um (a) co orientador (a).
§ 1º O co-orientador (a) poderá ser um docente vinculado a qualquer curso do Instituto de Natureza e Cultura, ou de outras instituições de Ensino Superior, com trabalho(s) desenvolvido (s) comprovadamente em temáticas voltadas à educação.
§ 2º No caso de co-orientador pertencente a outras instituições de ensino superior, deverá ser estabelecido convênio com a INC/UFAM.
DAS ATRIBUIÇÕES
Art. 11. Cabe à Comissão do TCC:
I- Elaborar o cronograma das atividades das disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e Trabalho de Conclusão de Curso I ;
II- Divulgar a listagem com o nome dos alunos, dos orientadores e das temáticas dos TCCs;
III- Realizar encontro com os discentes apresentando os professores-orientadores e suas linhas de pesquisa, a estrutura do projeto de TCC e do artigo cientifico, bem como os critérios de avaliação (trabalho escrito e defesa pública), regulamento e o cronograma da disciplina com os prazos estabelecidos;
IV- Encaminhar alterações ou demandas em relação as disciplinas do Trabalho de Conclusão de Curso I e II para discussão e deliberação no colegiado;
V- Criar mecanismos de avaliação e acompanhamento das disciplinas de Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) e realizar encontros pedagógicos com os professores do curso de Pedagogia para discutir questões relativas às disciplinas;
VI- Elaborar e fornecer aos orientadores formulários específicos para: a) cadastro dos membros das bancas examinadoras; b) registro dos atendimentos ao aluno; c) apresentação dos critérios de avaliação do trabalho escrito (projeto de pesquisa e artigo científico) e da defesa pública do TCC(projeto de pesquisa e artigo científico) ; d) elaboração de relatório individual do (a) orientador (a); e) elaboração do procedimento para aproveitamento para o TCC; e f) modelo de carta de aceite padronizado.
VII- Divulgar datas, locais, horários e os recursos tecnológicos necessários à defesa pública dos TCCs, mediante comunicado anterior pelos orientadores;
VIII- Manter organizadas as documentações referentes às disciplinas de TCC, orientar os acadêmicos para depósito do TCC no RIU/UFAM e arquivar os TCCs digitalizados junto à coordenação de curso;
IX- Elaborar relatório circunstanciado ao final do desenvolvimento das disciplinas;
X- Encaminhar à coordenação do curso de Pedagogia os relatórios dos orientadores com atas das defesas públicas, formulários supracitados devidamente preenchidos e assinados, bem como o relatório circunstanciado das atividades desenvolvidas pela comissão (este c/c à coordenação acadêmica), evidenciando os resultados das disciplinas.
Parágrafo único. O cronograma das disciplinas e a listagem dos nomes dos alunos com seus respectivos orientadores devem ser submetidos à aprovação no Colegiado do Curso.
Art. 12. Cabe ao orientador:
I- Elaborar o plano de ensino de acordo com o PPC do curso e área de pesquisa, apresentando aos acadêmicos após aprovação;
II- Acompanhar o aluno durante todas as etapas de desenvolvimento do TCC I e do TCC II, desde a elaboração até a entrega da versão final, direcionando duas horas semanais para o atendimento individual de acordo com Resolução 012/91do CONSUNI;
III- Preparar um cronograma de atividades da orientação e elaboração do TCCI e TCC II junto ao acadêmico (a), em consonância com o cronograma das referidas disciplinas;
IV- Orientar o aluno quanto à entrega de documentos e cumprimento de prazos estipulados no cronograma das disiciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso;
V- Verificar se o aluno está cumprindo o prazo das atividades previstas nos cronogramas do TCC I e TCC II;
VI- Comunicar à Comissão do TCC eventuais problemas relacionados à frequência do aluno às atividades de orientação e ao seu desempenho na elaboração do TCCI ( projeto de pesquisa ) e TCC II ( artigo científico), se assim julgar necessário;
VII- Realizar o trabalho de revisão do TCC I e do TCC II;
VIII- Agendar datas, locais, horários e os recursos tecnológicos necessários à defesa pública dos TCCs;
IX- Formalizar o processo de avaliação do TCC de seus orientandos junto à comissão do TCC para que esta faça a divulgação da data, hora, local e dados dos demais professores convidados para fazerem parte da banca examinadora, em consonância com o que estabelece o presente regulamento;
X- Encaminhar os TCCs, os formulários dos critérios avaliativos e as orientações sobre o processo de avaliação aos convidados das bancas examinadoras;
XI- Preparar e orientar o (a) acadêmico (a) para a defesa pública de seu projeto de pesquisa e de seu artigo científico;
XII- Presidir a Banca nas defesas públicas e realizar a leitura dos pareceres de avaliação;
XIII- Elaborar um relatório síntese das atividades e do resultado da orientação realizada;
XIV- Encaminhar à Comissão do TCC o formulário de frequência e descrição das orientações desenvolvidas junto ao educando, as atas da defesa pública, os formulários avaliativos com aprovação ou reprovação do TCC devidamente preenchidos e assinados pelos membros das bancas examinadoras e o relatório síntese das atividades da disciplina à coordenação do Curso. XV- Encaminhar à Comissão de TCC a versão final dos TCCs aprovados.
Parágrafo único. O plano de ensino deve ser submetidos à aprovação no Colegiado do Curso.
Art. 13. Cabe ao orientando:
I- Produzir o TCC I e o TCC II sob a orientação do (a) professor (a);
II- Seguir as normas estabelecidas pela ABNT, quanto à apresentação do TCC;
III- Participar dos atendimentos de orientação do TCC, contendo até frequência mínima estipulada pela Universidade Federal do Amazonas;
IV- Cumprir fielmente os cronogramas de atividades do TCC I e do TCC II;
V- Realizar correção do TCC preliminar ( projeto de pesquisa e artigo científico)após a revisão pelos examinadores ;
VI- Entregar encadernado 3 (três) cópias do TCC para o orientador encaminhar aos membros da banca examinadora e/ou arquivo digital, atendendo as datas estabelecidas no cronograma das disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso;
VII- Realizar alterações no TCC se a nota de um dos examinadores na avaliação do trabalho escrito for inferior a sete (7), conforme correções solicitadas, reencaminhando novamente aos avaliadores através do orientador dentro do prazo estabelecido no cronograma;
VIII- Defender publicamente o TCC I e o TCC II;
IX- Realizar a revisão após a defesa pública e entregar o TCC, nas formas, prazos e lugares estabelecidos neste regulamento;
X- Realizar autodepósito do TCC final ( artigo cientifico) no Repositório Institucional da UFAM (RIU).
Parágrafo único. A não entrega do TCC revisado no prazo estipulado e o autodepósito do TCC, implicará na não colação de grau.
DA APRESENTAÇÃO
Art. 14. A apresentação do TCCI ( projeto de pesquisa) e do TCC II ( artigo científico) ocorrerá nas formas escrita (apresentação textual) e em defesa pública (exposição do trabalho e arguição pela banca examinadora).
Parágrafo único. O aluno deverá apresentar a estrutura do TCC em papel branco de formato A4
Art. 15. O (a) acadêmico (a) apresentará, ao orientador (a), respeitando a data limite estabelecida no cronograma das disciplinas o TCC em vias impressas e/ou digital, em conformidade com as normas da ABNT vigentes;
Parágrafo Único. O prazo para a entrega da TCC I e TCC II junto à Comissão do TCC será estabelecido no cronograma da disciplina o qual deve estar em consonância com o calendário acadêmico.
Art. 16. A defesa pública do TCC ocorrerá de acordo com o cronograma definido pela Comissão do TCC e aprovado pelo Colegiado do Curso.
Parágrafo único. O tempo de apresentação oral na defesa pública do TCC será distribuído da seguinte forma: aluno (20 a 30 minutos para exposição), membros da banca examinadora (até 15 minutos para arguição cada membro), acadêmico (até 10 minutos para responder à arguição de cada membro) e orientador (05 minutos para leitura do parecer da banca examinadora).
DA AVALIAÇÃO
Art. 17. A Banca Examinadora será composta pelo orientador e por dois docentes, sendo um deles obrigatoriamente do curso de Pedagogia e o outro (não obrigatório) de qualquer curso do Instituto de Natureza e Cultura e ou de outra instituição de Ensino Superior, desde que de área referente à educação.
§ 1º A designação da Banca Examinadora do TCC será feita pelo Orientador, a qual deverá ser encaminhada posteriormente à comissão do TCC, por intermédio de formulário específico de cadastro devidamente preenchido.
§ 2º A nota final das disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso será a média aritmética das notas obtidas na avaliação do trabalho escrito e da defesa pública, ambos com notas a serem aferidas de 0 a 10.
§ 3º Os membros convidados da banca examinadora primeiramente emitirão nota de 0 (zero) a 10 (dez) à produção textual da TCC em formulário avaliativo específico, devolvida ao orientador mediante prazo estabelecido no cronograma da disciplina, e posteriormente realizarão a avaliação da defesa pública pelo acadêmico.
§ 4º O orientador deverá informar previamente o resultado da primeira avaliação (produção escrita) do TCC à comissão do TCC.
Art. 18. O TCC que obtiver nota igual ou superior a sete (7) atribuída por cada um dos membros da banca examinadora deverá ser encaminhada para a defesa pública frente à mesma.
Art. 19. Os critérios de avaliação envolvem:
§ 1º No Projeto de pesquisa: a) clareza na definição do tema, da questão problema, da justificativa e dos objetivos da investigação; b) metodologia adequada e procedimentos suficientes; c) apresentação de fundamentação teórica consistente; d) formatação adequada conforme a Associação Brasileiras de Normas e Técnicas (ABNT); g) referências das fontes de pesquisa; h) redação; i) relevância da temática.
§ 2º No artigo científico: a) clareza na definição do tema, da questão problema, da justificativa e dos objetivos da investigação na introdução; b) apresentação da metodologia utilizada; c) apresentação de fundamentação teórica consistente; d) apresentação e análise dos resultados da pesquisa; e) formatação adequada conforme a Associação Brasileiras de Normas e Técnicas (ABNT); f) referências das fontes de pesquisa; e g) redação;
§3º Na apresentação oral: a) argumentação lógica e capacidade de comunicar as ideias; b) nível de consciência crítica; c) domínio do conteúdo. d) organização da apresentação; e) utilização adequada dos recursos audiovisuais; f) atendimento ao tempo estipulado para apresentação; g) respostas condizentes nas arguições.
Art. 20. Após a apresentação oral e arguição na defesa pública dos examinadores e do aluno, os membros da Banca Avaliadora se reunirão de forma reservada para deliberação sobre a aprovação ou reprovação do Trabalho apresentado, comunicando a decisão, em seguida, ao aluno.
§ 1º A ata da avaliação de cada TCC pela Banca Examinadora deverá ser encaminhada à comissão do TCC, bem como aos membros da banca e ao/à acadêmico/a
Art. 21. Após o final do processo de avaliação dos membros da Banca, se o TCC 2 for aprovado, o/a acadêmico/a deverá, no prazo de até 15 dias,depositá-lo no Repositório Institucional da UFAM, contendo as correções e sugestões dos avaliadores, a ficha catalográfica a carta de encaminhamento e a ata de aprovação.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 22. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão do TCC do Curso de Pedagogia.
Aprovado em 30 de julho de 2025 no Colegiado de Pedagogia
ANEXO VII
NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA
CAPÍTULO I
DA CONCEPÇÃO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
Art. 1º O Curso de Pedagogia concebe Extensão Universitária de acordo com o artigo 1º da Resolução CONSEPE/UFAM nº 44/2023 que define a extensão universitária como ação que tem por fundamento o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, e que consiste num processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político capaz de promover a interação transformadora entre a Universidade e outros setores da sociedade.
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Art. 2º O Curso de Pedagogia considera a curricularização da Extensão Universitária como Atividades Acadêmicas de Extensão - AAE em seu Projeto Político-Pedagógico, conforme Res. CNE/CP Nº 04/2024 sendo realizadas na forma de práticas vinculadas aos componentes curriculares e envolvendo a execução de ações de extensão nas instituições de Educação Básica, com orientação, acompanhamento e avaliação de um professor formador do curso .
DOS OBJETIVOS DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
Art. 3º O objetivo geral da Extensão Universitária no Curso de Pedagogia é possibilitar a imersão do(a) aluno(a) na comunidade, visando à apreensão crítica, ativa e dialógica de toda a complexidade da dinâmica social na qual atuará como profissional por meio de ações interventivas que envolvam diretamente a comunidade externa ao INC/UFAM e que contribuam para transformações no processo de desenvolvimento humano.
Art. 4º As ações extensionistas, considerando a Resolução CNE/CES Nº 7/2018 e a Resolução Consepe/UFAM N º44/2023 devem promover:
I – a interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da troca de conhecimentos da participação e do contato com as questões complexas contemporâneas presentes no contexto social;
II – a formação cidadã dos discentes, marcada e constituída pela vivência dos seus conhecimentos, que, de modo interprofissional e interdisciplinar, seja valorizada e integrada à matriz curricular;
III – a produção de mudanças institucionais e mais especificamente no curso de pedagogia e nos demais setores da sociedade, a partir da construção e aplicação de conhecimentos, bem como por outras atividades acadêmicas e sociais;
IV – a articulação entre o ensino, a extensão e a pesquisa, ancorada em processo pedagógico único, interdisciplinar, políti co, educacional, cultural, científico e tecnológico;
V – a contribuição na formação integral do discente, estimulando sua formação como cidadão crítico e responsável;
VI – o estabelecimento de diálogo construtivo e transformador com os demais setores da sociedade, respeitando e promovendo a interculturalidade;
VII – a promoção de iniciativas que expressem o compromisso social do curso de Pedagogia do INC/UFAM, com a educação inclusiva, equitativa, de qualidade , intercultural e diferenciada;
VIII – a promoção da reflexão ética quanto à dimensão social do ensino e da pesquisa;
IX – o incentivo à atuação da comunidade acadêmica e técnica do curso de Pedagogia na contribuição ao enfrentamento das questões da sociedade local e regional;
X – o apoio em princípios éticos que expressem o compromisso social da comunidade acadêmica do curso;
XI – a atuação na produção e na construção de conhecimentos, atualizados e coerentes, voltados para o desenvolvimento educacional, humano, social, equitativo e sustentável das populações da microrregião do Alto Solimões e da tríplice fronteira Peru-Brasil- Colômbia
DAS COMPETÊNCIAS
Art. 5º Compete aos discentes do Curso de Pedagogia atuarem como protagonista das ações extensionistas a serem desenvolvidas no curso, incluindo:
I. ações desenvolvidas nas disciplinas com crédito de extensão
II. produção do Projeto de Extensão Universitária;
III. execução do Projeto de Extensão Universitária coordenado por docentes do curso;
IV. apresentação de relatório dos resultados das ações extensionistas desenvolvidas aos docentes responsáveis pelos projetos e açoes de Extensão vinculadas às disciplinas ou às modalidades de extensão Institucional.
V. Organizar e realizar a socialização dos resultados à comunidade academica do curso de Pedagogia;
Parágrafo único. As ações acima serão planejadas e desenvolvidas em diálogo com a comunidade e sob a orientação dos docentes.
Art. 6º Compete aos docentes do Curso de Pedagogia:
I. orientar os discentes quanto à realização dos primeiros contatos com a comunidade e à elaboração dos projetos de Extensão Universitária;
II. elaborar o Plano de ensino da disciplina extensionista de sua responsabilidade no e- campus constando na ementa, objetivo geral, objetivos específicos, metodologia, conteúdos programáticos e avaliação a ação extensionista realizada;
III. acompanhar a execução da proposta, fazer os registros necessários a respeito das atividades realizadas e, quando couber, prestar contas dos recursos financeiros dentro dos prazos previstos de acordo com as normas estabelecidas;
IV. avaliar o desempenho dos discentes na execução das atividades;
V. validar as atividades quando lhe couber;
VI. elaborar propostas de atividades de Extensão Universitária, de acordo com as diretrizes da PROEXTI para cada modalidade de extensão e do Projeto Político-Pedagógico do Curso.
Art. 7º A Comissão de Atividades Acadêmicas de Extensão – CAAE composta por 02 representantes discentes e 02 docentes do Curso de Pedagogia tem como competência:
I- Avaliar a curricularização da Extensão no curso e propor sugestões de ações que colaborem para o aprimoramento do funcionamento da curricularização.
II- Elaborar plano anual das atividades de Extensão Universitária;
III- Apreciar e acompanhar as propostas de atividades apresentadas pelos docentes e pesquisadores envolvidos com as mesmas;
IV- Acompanhar e avaliar a execução das atividades extensionistas propostas;
V- Participar da obtenção de recursos para a realização da atividade quando necessário;
VI. Contribuir para a divulgação dos eventos, utilizando os órgãos competentes;
VII. Avaliar relatórios das atividades de Extensão Universitária quanto a cumprimento dos objetivos propostos, resultados obtidos, contribuição da atividade ao ensino, à pesquisa e ao acesso ao conhecimento;
VIII. Fazer alterações no presente regulamento quando necessário, submetendo-as à apreciação do colegiado.
DAS AÇÕES, MODALIDADES DE EXTENSÃO E TEMAS INTEGRADORES
Art. 8º A curricularização da extensão do Curso de Pedagogia ocorrerá a partir de disciplinas com componente parcial de extensão (165h) e por meio de projetos que estejam dentro das modalidades de extensão institucionais (180h), atendendo às especificidades da Extensão na UFAM, totalizando 345 horas.
Art. 9º Os componentes curriculares com créditos parciais são 11 disciplinas , sendo :
I- Educação, Cultura e Identidades Étnicas
II-Fundamentos da Educação Especial
III-Educação de Jovens e Adultos
IV-Literatura Infantil
V-Psicomotricidade e Recreação na Educação Infantil e Anos Iniciais
VI-Arte na Educação Infantil e Anos Iniciais
VII-História e cultura afro-brasileira, africana e indígena
VIII-Políticas públicas e Financiamento da Educação Básica
IX-Planejamento Curricular na Educação
X-Projeto Político Pedagógico
XI-Metodologia de Ensino no multisseriado
Parágrafo único. Todas as disciplinas parciais de extensão possuem 01 crédito de extensão (15h) e 03 créditos teóricos, totalizando 11 créditos e 165 horas de extensão.
Art. 10. O Curso de Pedagogia tem 180 horas de Atividades Acadêmicas de Extensão - AAE obtidas via quaisquer modalidades de ensino da instituição sendo conforme Resolução Consepe/UFAM N º44/2023:
I – Programa de Extensão: conjunto articulado de projetos e outras ações de extensão, preferencialmente de caráter multi disciplinar e integrado às ati vidades de pesquisa e ensino, com caráter orgânico – institucional, integração no território, clareza de diretrizes e orientação para objeti vo comum, sendo implementado a médio e longo prazo;
II – Projeto de Extensão: Ação executada de forma processual e contí nua, tendo vinculação educativa, políti ca, social, cultural, cientí fica e tecnológica, com objeti vo específico e prazo determinado, preferencialmente associado a um programa ou realizado de modo isolado.
III – Curso de Extensão: Atividade pedagógica que envolve as dimensões da teoria e da prática, de modo sistemático, centrada na dinâmica da relação ensino – aprendizagem, de forma presencial ou a distância, com carga horária mínima de 8 (oito) e máxima de 360 (trezentas e sessenta) horas.
IV – Evento: Ação extensionista caracterizada por apresentação, exibição e/ou exposição pública de conhecimentos e formas distintas de saberes tradicionais que dialogam com a ciência, tecnologia, cultura, política, sociedade e a dimensão desportiva.
V – Prestação de Serviço: Ações por meio das quais habilidades e conhecimentos técnicos de domínio da Universidade são disponibilizados sob a forma de atendimento, consultorias, assessorias, assistências técnicas, estudos, elaboração e orientação de projetos e atividades similares. A prestação de serviço se caracteriza pela intangibilidade, inseparabilidade entre processo/produto e não resulta em posse de um bem.
Art. 11. Dentre as modalidades de extensão institucionalizadas na PROEXTI/UFAM, o curso de Pedagogia poderá desenvolver ações nos seguintes programas de extensão: PACE (Programa de Ação Curricular de Extensão), PIBEX (Programa Institucional de Bolsa de Extensão), PAREC (Programa de Apoio à realização de cursos e eventos) e LACAD (Ligas Acadêmicas). Além destas, a modalidade Fluxo Contínuo com Projetos de Autossustentação Financeira, Custo Restrito e Programa de Extensão Institucionalizado.
Parágrafo único. Os projetos deverão seguir normas de editais quanto for o caso, e os demais devem contemplar essencialmente, uma carga horária de formação para aplicação, apresentação das ações envolvendo comunitários da localidade e previsão de ação para produção de relatório descritivo e reflexivo dos resultados.
Art. 12. Não são consideradas, para fins de integralização curricular da extensão: as atividades acadêmico - científico - culturais, as monitorias e tutorias.
Art. 13. 5 Nas atividades de extensão serão aprofundados temas considerados integradores e transversais na formação em Pedagogia, fomentando a aprendizagem com interculturalidade e sociabilidade entre extensionistas (docentes e discentes do curso) e participantes (profissionais e comunitários da educação escolar).
Art. 14. Os temas extensionistas estão identificados como eixos temáticos da formação do pedagogo em suas territorialidades amazônicas locais, regionais e internacionais, que baseando-se na Resolução 04/2024 CNE/CP são:
I- Pluralidade de Cultura e Educação na Amazônia (história afrobrasileira e indígena; educação indígena e educação escolar indígena; educação popular; educação do Campo, das águas e da floresta; multisseriado; saberes tradicionais e originários);
II- Linguagens e Culturas (alfabetização de línguas e matemática; linguística; línguas indígenas; etnomatemática; literaturas amazônicas, educomunicação);
III- Meio Ambiente e Ecopedagogia (educação Ambiental, alfabetização ecológica, educação para Sustentabilidade);
IV- Educação Especial na perspectiva da educação Inclusiva (atendimento educacional especializado, discentes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades e superdotação, acessibilidade, tecnologia assistiva) e a disciplina de Libras em atendimento aos direitos linguísticos dos surdos.
V- Saúde e Direitos Humanos (cuidados com o corpo e a mente, psicomotricidade, gênero e sexualidade, estudos geracionais);
VI- Política e Gestão Educacional (planos, programas e projetos Educacionais; Financiamento; Projeto Político-Pedagógico);
VII- Currículo e Didática (proposta curricular; projetos pedagógicos; ensino multi e interdisciplinar; planos e métodos de ensino; ensino multisseriado; educação ecocultural, metodologias ativas);
VIII- Tecnologia e Educação (letramento digital, educação midiática, tecnologia digital, tecnologia da informação e comunicação, educomunicação);
IX- Artes e Educação (artes visuais, dança, teatro, música, artes integradas);
X- Trabalho e Formação Docente (Estudos de Formação Continuada Docente, profissão professor, do Pedagogo e outras especialidades oriundas da formação em Pedagogia como Orientação, Supervisão, Coordenação Pedagógica e Psicopedagogia.
DA OPERACIONALIZAÇÃO
Art. 15. A curricularização da Extensão Universitária no Curso de Pedagogia pode ocorrer tanto no contexto formal como em contextos não formais de educação.
§ 1º Os campos de atuação dos alunos para a realização das ações extensionistas são as escolas de educação básica e outros espaços sociais, tais como: hospitais; espaços de cultura e lazer; instituições sociais, Organizações NãoGovernamentais; espaços comunitários (ruas, praças, centros etc.) etc., incluindo parcerias com Secretarias de Educação e outras secretarias municipais e estaduais, bem como outros Cursos, tanto da propria institituição quanto de outras instituições de ensino superior
§ 2º As ações extensionistas estão vinculadas à práxis educativa nos contextos das três ênfases do Curso: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Gestão educacional.
Art. 16. As ações extensionistas podem ocorrer por meio de cursos de formação continuada; eventos como seminários, encontros, congressos, conferências, palestras e wokshop; círculos e rodas de conversa; círculos de cultura; assessoria pedagógica e de gestão; e presenciais: feiras cientificas e exposições; campanhas de conscientização; produção de material didático e audiovisual educativo; assessorias e outros que visam a formação de estudantes, professores, gestores e demais profissionais da educação básica.
DA AVALIAÇÃO
Art. 17. A avaliação das ações extensionistas será realizada conforme:
I- os intrumentos avaliativos apresentados nas disciplinas com crédito parcial de extensão como relatório da ação extensionista e odesempenho do aluno na organização e apresentação do tema da intervenção ;
II- Entrega de certificado da Proext no caso das 180 horas em modalidades de extensão institucional à Comissão de Atividades Acadêmicas de Extensão - CAAE para validação e encaminhamento à coordenação do curso de Pedagogia para os tramites necessários a inclusão das horas no histórico dos acadêmicos.
III As Atividades Curriculares de Extensão Universitária no Curso de Pedagogia serão registradas e documentadas por docentes, comissão das ações extensionistas, discentes e avaliadas pelos docentes,
Parágrafo único. As atividades somente serão validadas quando desenvolvidas no período em que o aluno estiver regularmente matriculado e frequente no curso de Pedagogia.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 18. As questões não contempladas neste regulamento serão resolvidas pelaComissão de Atividades Acadêmicas de Extensão - CAAE, no âmbito de suas competências e, em segunda instancia, pelo colegiado.
Art. 19. Este regulamento entra em vigor a partir do ano letivo de 2026, após aprovação PPC de Pedagogia reformulado e encaminhado à Proeg,
Regulamento aprovado no colegiado em 31/07/2025
| | Documento assinado eletronicamente por Sílvia Cristina Conde Nogueira, Presidenta, em 16/12/2025, às 17:49, conforme horário oficial de Manaus, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
| | A autenticidade deste documento pode ser conferida no site https://sei.ufam.edu.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 2930868 e o código CRC 87C8DB68. |
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Referência: Processo nº 23105.033777/2025-44 |
SEI nº 2930868 |