Ministério da Educação
Universidade Federal do Amazonas
Câmara de Ensino de Graduação
RESOLUÇÃO Nº 87, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2025
REGULAMENTA o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Psicologia (FE06-FP), presencial, bacharelado, turno noturno, versão 2026/1, vinculado à Faculdade de Psicologia (FAPSI), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A PRESIDENTA DA SESSÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO, DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, no uso de suas atribuições estatutárias;
CONSIDERANDO a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional;
CONSIDERANDO a Lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6º da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências;
CONSIDERANDO o Decreto Nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
CONSIDERANDO o Decreto Nº 5.625, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras);
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP N° 01, de 17 de junho de 2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES Nº 2, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP Nº 01, de 30 de maio de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP Nº 2, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 e dá outras providências;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES nº 1, de 11 de outubro de 2023, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Psicologia;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 018, de 01 de agosto de 2007, CEG/CONSEPE, que regulamenta as Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 037, de 04 de julho de 2011, CEG/CONSEPE, que estabelece integralização dos tempos máximos de duração dos cursos de graduação presenciais da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 067, de 30 de novembro de 2011, CEG/CONSEPE, que disciplina os estágios obrigatórios e não obrigatórios da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução nº 020, de 16 de dezembro de 2019, CONSEPE, que regulamenta a criação de curso, criação e modificação curricular e extinção de curso superior no âmbito da UFAM;
CONSIDERANDO a Resolução nº 044, de 04 de dezembro de 2023, CONSEPE, que dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências;
CONSIDERANDO o OFÍCIO Nº 17/2025/CCPSI/UFAM, de 31 de julho de 2025, doc. SEI (2718531), que encaminhou a solicitação de reformulação do Projeto Pedagógico do Curso;
CONSIDERANDO o OFÍCIO Nº S/N/2024/DAN/UFAM, do Departamento de Antropologia, o qual encaminha a proposta de atualização da ementa da disciplina Introdução à Antropologia Cultural (IHS 008) (2718554);
CONSIDERANDO a Decisão Colegiada do Departamento de Ciências Sociais N.° 021/2024/DCIS/IFCHS/UFAM, que aprovou a reforma do ementário da disciplina IHS182 - Sociologia Geral (2718553);
CONSIDERANDO a Decisão em Caráter de Urgência - DF - IFCHS Nº 08/2024, de 18 de dezembro de 2024, do Departamento de Filosofia, que altera a ementa da Disciplina de IHF001 - Introdução à Filosofia para o curso de Psicologia (2718562);
CONSIDERANDO a ata de reunião do NDE do curso de Psicologia, bacharelado, que apreciou a proposta de reformulação do Projeto Pedagógico do Curso (2718539);
CONSIDERANDO a ata da reunião do Colegiado do Curso de Psicologia, bacharelado (2718546), que aprovou a reformulação do Projeto Pedagógico do Curso;
CONSIDERANDO a Informação nº 46/2025/DAE/PROEG/UFAM, (2935818), que trata da análise do processo de reformulação curricular do Curso de Bacharelado em Psicologia;
CONSIDERANDO, finalmente, a Decisão CEG (SEI nº2946688 ), do plenário, em reunião ordinária realizada em 18 de dezembro de 2025,
R E S O L V E:
Art. 1º REGULAMENTAR o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Psicologia (FE06-FP), presencial, bacharelado, turno Noturno, versão 2026/1, vinculado à Faculdade de Psicologia (FAPSI), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Art. 2º A integralização curricular do Curso de Graduação em Psicologia (FE06-FP), presencial, bacharelado, turno Noturno, versão 2026/1 dar-se-á com a conclusão da carga horária total de 4.000 (quatro mil) horas/aula e 196 (cento e noventa e seis) créditos, com a subdivisão que segue:
I - disciplinas obrigatórias;
II - disciplinas eletivas;
III - disciplinas optativas;
IV - curricularização da extensão integralizada em modalidades de extensão;
V - Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC);
Art. 3º As disciplinas obrigatórias correspondem ao total de 2.205 (duas mil, duzentas e cinco) horas/aula, equivalentes a 140 (cento e quarenta) créditos.
Art. 4º As disciplinas eletivas correspondem ao total de 1.140 (mil, cento e quarenta) horas/aula, equivalentes a 44 (quarenta e quatro) créditos.
Art. 5º As disciplinas optativas correspondem ao total de 180 (cento e oitenta) horas/aula, equivalentes a 12 (doze) créditos.
Art. 6º A curricularização da extensão integralizada em modalidades de extensão corresponde ao total de 400 (quatrocentas) horas.
Art. 7º As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) correspondem ao total de 75 (setenta e cinco) horas.
Art. 8º O curso será ofertado em regime presencial, de crédito semestral, e será permitida matrícula em disciplinas, respeitando o limite máximo de 27 (vinte e sete) e mínimo de 15 (quinze) créditos por período.
Art. 9º A integralização curricular far-se-á em, no mínimo, 5 (cinco) anos, equivalentes a 10 (dez) períodos letivos, e, no máximo, 7,5 (sete e meio) anos, equivalentes a 15 (quinze) períodos letivos.
Art. 10. O desdobramento da Estrutura Curricular do Curso de Graduação em Psicologia (FE06-FP), presencial, bacharelado, noturno, versão 2026/1, está organizada em núcleos, por componentes curriculares do núcleo comum, por ênfases curriculares (disciplinas eletivas) e disciplinas optativas contidos no Anexo I desta Resolução.
Art. 11. A distribuição das disciplinas do currículo do curso de Graduação em Psicologia (FE06-FP), presencial, bacharelado, turno Noturno, versão 2026/1, por período letivo, far-se-á segundo o que estabelece a periodização contida no Anexo II desta Resolução.
Art. 12. O programa de ensino das disciplinas do currículo do Curso de Graduação em Psicologia (FE06-FP), presencial, bacharelado, turno Noturno, versão 2026/1, compõe o Anexo III desta Resolução.
Art. 13. A Normatização para Estágio Supervisionado está estabelecida no Anexo IV desta Resolução.
Art. 14. As Normas e Procedimentos para a Curricularização das Atividades de Extensão estão estabelecidas no Anexo V desta Resolução.
Art. 15. As Normas e Procedimentos para as Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACCS) constam do Anexo VI desta Resolução.
Art. 16. As Normas e Procedimentos para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) estão estabelecidas no Anexo VII desta Resolução.
Art. 17. As Normas do Serviço Escola de Psicologia da Universidade Federal do Amazonas - Serviço Escola de Sumaúma - estão estabelecidas no Anexo VIII desta Resolução.
Art. 18. Aplicar-se-á esta Resolução aos discentes que ingressarem no Curso de Graduação em Psicologia (FE06-FP), presencial, bacharelado, turno Noturno, versão 2026/1, a partir do período letivo 2026/1.
Art. 19. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
PLENÁRIA da CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO do CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO (CEG/CONSEPE) da UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM) em Manaus, 18 de dezembro de 2025.
SILVIA CRISTINA CONDE NOGUEIRA
Presidenta
ANEXO I
DESDOBRAMENTO DA ESTRUTURA CURRICULAR
|
COMPONENTES CURRICULARES DO NÚCLEO COMUM |
||||
|
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
EIXO ESTRUTURANTE |
CH |
CR |
|
GPSI001 |
Epistemologia e Contextos em Psicologia |
Fundamentos epistemológicos e históricos |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI002 |
Noções de Neurociências |
Interfaces com campos afins do conhecimento |
90 |
6.6.0.0 |
|
IHF001 |
Introdução à Filosofia |
Fundamentos epistemológicos e históricos |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI003 |
Fundamentos do Trabalho Científico |
Fundamentos teórico- metodológicos |
30 |
2.2.0.0 |
|
IHS182 |
Sociologia Geral |
Interfaces com campos afins do conhecimento |
60 |
4.4.0.0 |
|
IHS008 |
Introdução à Antropologia Cultural |
Interfaces com campos afins do conhecimento |
60 |
4.4.0.0 |
|
IEE011 |
Introdução à Estatística |
Fundamentos teórico- metodológicos |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI004 |
Processos Psicológicos Básicos |
Fenômenos e processos psicológicos |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI005 |
Psicologia do Desenvolvimento I |
Fenômenos e processos psicológicos |
75 |
4.3.1.0 |
|
GPSI014 |
Pesquisa em Psicologia |
Procedimentos para a investigação científica e para a prática profissional |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI024 |
Psicologia do Desenvolvimento II |
Fenômenos e processos psicológicos |
75 |
4.3.1.0 |
|
GPSI034 |
Psicologia Experimental |
Fenômenos e processos psicológicos |
60 |
3.2.1.0 |
|
GPSI006 |
Psicologia Social |
Fenômenos e processos psicológicos |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI007 |
Trabalho e Psicologia |
Fenômenos e processos psicológicos |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI008 |
Saúde e Psicologia |
Fenômenos e processos psicológicos |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI010 |
Abordagens Psicológicas I (Histórico- Culturais) |
Procedimentos para a investigação científica e para a prática profissional |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI009 |
Abordagens Psicológicas II (Cognitivo- comportamental) |
Procedimentos para a investigação científica e para a prática profissional |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI013 |
Psicologia, Direitos Humanos e Políticas Públicas |
Fenômenos e processos psicológicos |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI016 |
Psicopatologia I |
Fenômenos e processos psicológicos |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI020 |
Avaliação Psicológica I |
Procedimentos para a investigação científica e para a prática profissional |
60 |
4.4.0.0 |
|
GPSI033 |
Psicologia Organizacional |
Fenômenos e processos psicológicos |
60 |
4.4.0.0 |
| GPSI011 | Abordagens Psicológicas III (Fenomenológicas, ExistenciaiseHumanistas) | Procedimentos para a investigação científica e para a prática profissional | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI012 | Abordagens Psicológicas IV(Psicanalíticas) | Procedimentos para ainvestigação científica e para a prática profissional | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI028 | Avaliação Psicológica II | Procedimentos para a investigação científica e para a prática profissional | 60 | 3.2.1.0 |
| GPSI029 | Psicopatologia II | Fenômenos e processos psicológicos | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI018 | Estágio do Núcleo Comum I | Práticas profissionais | 60 | 3.2.1.0 |
| GPSI015 | Psicologia do Trabalho | Fenômenos e processos psicológicos | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI019 | Processos Grupais e Institucionais | Procedimentos para a investigação científica e paraa prática profissional | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI017 | Psicologia e Educação | Fenômenos e processospsicológicos | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI022 | Psicofarmacologia | Interfaces com campos afinsdo conhecimento | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI023 | Estágio do Núcleo Comum II | Práticas profissionais | 60 | 3.2.1.0 |
| GPSI021 | Ética em Psicologia | Fenômenos e processos psicológicos | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI032 | Psicodiagnóstico | Procedimentos para a investigação científica e para a prática profissional | 75 | 4.3.1.0 |
| GPSI030 | Psicologia da Saúde | Fenômenos e processos psicológicos | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI025 | Psicologia Ambiental | Fenômenos e processos psicológicos | 60 | 4.4.0.0 |
| GPSI037 | Psicologia e Inclusão | Fenômenos e processos psicológicos | 60 | 4.4.0.0 |
| TOTAL | 2.205 | 140.133.7.0 |
LEGENDA:
CR: Número de Créditos;
CH: Carga Horária
|
Componentes curriculares de Ênfase (Eletivo) |
||||
|
Ênfases |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
|
GPSI050 |
Psicologia e Processos |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
|
Psicossociais e |
|
|
|
|
|
Interculturalidade (6º período) |
|
|
|
|
|
Estágio em Processos |
|
|
|
|
GPSI031 |
Psicossociais e |
180 |
6.0.6.0 |
|
|
|
Interculturalidade I (7º período) |
|
|
|
|
|
Estágio em Processos |
|
|
|
|
GPSI035 |
Psicossociais e |
180 |
6.0.6.0 |
|
1. Processos Psicossociais e Interculturalidade
|
|
Interculturalidade II (8º período) |
|
|
|
|
Estágio em Processos |
|
|
|
|
GPSI036 |
Psicossociais e |
180 |
6.0.6.0 |
|
|
|
Interculturalidade III (9º período) |
|
|
|
|
|
Estágio em Processos |
|
|
|
|
GPSI038 |
Psicossociais e |
180 |
6.0.6.0 |
|
|
|
Interculturalidade IV (10º período) |
|
|
|
|
|
Trabalho de Conclusão de Curso |
|
|
|
|
GPSI039 |
em Processos Psicossociais e |
120 |
4.0.4.0 |
|
|
|
Interculturalidade I (9º período) |
|
|
|
|
GPSI040 |
Trabalho de Conclusão de Curso em Processos Psicossociais e Interculturalidade II (10º período) |
120 |
4.0.4.0 |
|
|
GPSI045 |
Neoliberalismo e trabalho na contemporaneidade (8º período) |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
GPSI047 |
Psicologia e Problemas Ambientais (9º período) |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
|
TOTAL |
1.140 |
44.12.32.0 |
|
LEGENDA:
CR: Número de Créditos;
CH: Carga Horária.
|
Componentes curriculares de Ênfase (Eletivo) |
||||
|
Ênfases |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
|
||||
|
|
GPSI051 |
Psicologia e processos de Saúde (6º período) |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
||||
|
|
||||
|
|
GPSI027 |
Estágio em Processos de Saúde I (7º período) |
180 |
|
|
|
6.0.6.0 |
|||
|
|
||||
|
|
GPSI041 |
Estágio em Processos de Saúde II (8º período) |
180 |
6.0.6.0 |
|
2. Processos de Saúde
|
||||
|
6.0.6.0 |
||||
|
GPSI042 |
Estágio em Processos de Saúde III (9º período) |
180 |
||
|
GPSI043 |
Estágio em Processos de Saúde IV (10º período) |
180 |
6.0.6.0 |
|
|
GPSI026 |
||||
|
Trabalho de Conclusão em Processos de Saúde I (9º período) |
120 |
4.0.4.0 |
||
|
GPSI044 |
Trabalho de Conclusão de Curso em Processos de Saúde II (10º período) |
120 |
4.0.4.0 |
|
|
GPSI046 |
Reforma psiquiátrica brasileira e luta antimanicomial (8º período) |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
FEP112 |
Gênero e Cuidado em Saúde (9º período) |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
|
TOTAL |
1.140 |
44.12.32.0 |
|
LEGENDA:
CR: Número de Créditos;
CH: Carga Horária.
ESTRUTURA CURRICULAR - DISCIPLINAS OPTATIVAS
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
TOTAL |
||||
|
GPSI052 |
Abordagens psicanalíticas kleinianas |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
GPSI012 |
|
GPSI053 |
Abordagens psicanalíticas bionianas |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
GPSI012 |
|
FEP111 |
Psicodinâmica do Trabalho |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
GPSI015 |
|
FEP046 |
Orientação Profissional |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
GPSI020 |
|
FEP106 |
Medicalização da Vida |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
----- |
|
IHP123 |
Língua Brasileira de Sinais B |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
---- |
ANEXO II
ESTRUTURA CURRICULAR - DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS POR PERÍODOS
|
PERIODO |
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
TOTAL |
|||||
|
1° |
GPSI001 |
Epistemologia e Contexto sem Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
- |
|
GPSI002 |
Noções de Neurociências |
6.6.0.0 |
90 |
- |
- |
90 |
- |
|
|
IHF001 |
Introdução à Filosofia |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
- |
|
|
GPSI003 |
Fundamentos do Trabalho Científico |
2.2.0.0 |
30 |
- |
- |
30 |
- |
|
|
IHS182 |
Sociologia Geral |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
20.20.0.0 |
300 |
- |
- |
300 |
|
||
|
2° |
IHS008 |
Introdução à Antropologia Cultural |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
- |
|
IEE011 |
Introdução à Estatística |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
- |
|
|
GPSI004 |
Processos Psicológicos Básicos |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
- |
|
|
GPSI005 |
Psicologia do Desenvolvimento I |
4.3.1.0 |
45 |
30 |
- |
75 |
GPSI001 |
|
|
GPSI014 |
Pesquisa em Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
20.19.1.0 |
285 |
30 |
- |
315 |
|
||
|
3º |
GPSI024 |
Psicologia do Desenvolvimento II |
4.3.1.0 |
45 |
30 |
- |
75 |
GPSI005 |
|
GPSI034 |
Psicologia Experimental |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
- |
60 |
GPSI001 |
|
|
GPSI006 |
Psicologia Social |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI001 |
|
|
GPSI007 |
Trabalho e Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
IHS182 |
|
|
GPSI008 |
Saúde e Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI001 |
|
|
SUBTOTAL |
19.17.2.0 |
255 |
60 |
0 |
315 |
|
||
|
4º |
GPSI010 |
Abordagens Psicológicas I (Histórico-Culturais) |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI006 |
|
GPSI009 |
Abordagens Psicológicas II (Cognitivo- comportamental) |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI004 GPSI034 |
|
|
GPSI013 |
Psicologia, Direitos Humanos e Políticas Públicas |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
- |
|
|
GPSI016 |
Psicopatologia I |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI004 |
|
|
GPSI020 |
Avaliação Psicológica I |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI014 |
|
|
SUBTOTAL |
20.20.0.0 |
300 |
0 |
0 |
300 |
|
||
|
5º |
GPSI033 |
Psicologia Organizacional |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI006 GPSI007 |
|
GPSI011 |
Abordagens Psicológicas III (Fenomenológicas, Existenciais e Humanistas) |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI008 IHF001 |
|
|
GPSI012 |
Abordagens Psicológicas IV (Psicanalíticas) |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI005 IHF001 |
|
|
GPSI028 |
Avaliação Psicológica II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
- |
60 |
GPSI020 |
|
|
GPSI029 |
Psicopatologia II |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI016 |
|
|
GPSI018 |
Estágio do Núcleo Comum I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
- |
60 |
GPSI006 GPSI007 GPSI008 |
|
|
SUBTOTAL |
22.20.2.0 |
300 |
60 |
0 |
360 |
|
||
|
6° |
GPSI015 |
Psicologia do Trabalho |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI033 |
|
GPSI019 |
Processos Grupais e Institucionais |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
- |
|
|
GPSI017 |
Psicologia e Educação |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI005 |
|
|
GPSI022 |
Psicofarmacologia |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI016 |
|
|
GPSI023 |
Estágio do Núcleo Comum II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
- |
60 |
GPSI006 GPSI007 GPSI008 |
|
|
SUBTOTAL |
19.18.1.0 |
270 |
30 |
0 |
300 |
|
||
|
7º |
GPSI021 |
Ética em Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI001 |
|
GPSI032 |
Psicodiagnóstico |
4.3.1.0 |
45 |
30 |
- |
75 |
GPSI029 |
|
|
GPSI030 |
Psicologia da Saúde |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI008 |
|
|
SUBTOTAL |
12.11.1.0 |
165 |
30 |
- |
195 |
|
||
|
8º |
GPSI025 |
Psicologia Ambiental |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI006 |
|
SUBTOTAL |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
|
||
|
9º |
GPSI037 |
Psicologia e Inclusão |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
GPSI013 GPSI017 |
|
SUBTOTAL |
4.4.0.0 |
60 |
- |
- |
60 |
|
||
|
TOTAL |
140.133.7.0 |
1995 |
210 |
00 |
2.205 |
|
||
PROGRAMA DE ENSINO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
1º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI001 |
Epistemologia e Contextos em Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
|
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Filosofia da Ciência e Epistemologia da Psicologia. Os condicionantes históricos, políticos e sociológicosda configuração do campo e das áreas de atuação da Psicologia. Psicologia na América Latina e no Brasil. Conselhos de Psicologia. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Apropriar-se da constituição dos diversos tipos de conhecimento, tendo como foco a construção histórica da Psicologia enquanto ciência. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BOCK, Ana Mercês Bahia, et al. Compromisso social da Psicologia e a possibilidade de uma profissão abrangente. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 42, n. e262989, pp. 1-12. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-3703003262989
HOTHERSALL, David. História da psicologia. McGraw Hill Brasil, 2019. 4ed.
GONÇALVES, Bruno Simões. A Dupla Consciência Latino-Americana: contribuições para uma psicologia descolonizada. Revista Psicologia Política, São Paulo, v. 16, n. 37, p. 397-413, 2016.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) junto aos povos indígenas. Brasília, DF: CFP, 2022. Disponível em: https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/crepop_indigenas_web.pdf. Acesso em: 31 jul. 2025.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Psicologia brasileira na luta antirracista – volume 1. Brasília, DF: CFP, 2022a. Disponível em: https://site.cfp.org.br/wp- content/uploads/2022/11/VOLUME-1-luta-antirracista-1801-web.pdf. Acesso em: 31 jul. 2025.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Psicologia brasileira na luta antirracista: prêmio profissional Virgínia Bicudo – volume 2. Brasília, DF: CFP, 2022b. Disponível em: https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/VOLUME-2-luta-antirracista-1801-web- 1.pdf. Acesso em: 31 jul. 2025.
QUIJANO, A. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In: LANDER, E. (org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e Ciências Sociais. Perspectivas Latino- americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005. p. 227-278.
SILVA, Iolete Ribeiro da ; PINHEIRO, L. A. ; ANGELUCCI, B. ; BENTIVI, D. Revista Diálogos: seis décadas da psicologia como profissão regulamentada no Brasil. 2022. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI002 |
Noções de Neurociências |
6.6.0.0 |
90 |
0 |
0 |
|
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Noções básicas de fisiologia. Neurofisiologia básica, neurônios e neurotransmissão. Funções sensoriais: Sentidos e Receptores. Aspectos fisiológicos, anatômicos e funcionais do sistema nervoso. Bases somáticas do comportamento: sono/vigília; percepção, atenção e emoções. Funções motoras, memória e linguagem. Lesões, Distúrbios Neurológicos e Doenças Neurodegenerativas. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Compreender as relações entre os fenômenos neurais e seus correlatos comportamentais e cognitivos. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) BEAR, Mark F.; CONNORS, Barry W.; PARADISO, Michael A. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. Artmed editora, 2017.
KANDEL, Eric et al. Princípios de neurociências-5. AMGH Editora, 2014. MACHADO, Angelo B. M. Neuroanatomia funcional. Atheneu. 2022. COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
FUENTES, Daniel et al. Neuropsicologia: Teoria e Prática. Artmed Editora, 2014.
LENT, R. Neurociência da mente e do comportamento. 2ª. Ed. Grupo Gen. 2023.
LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. Atheneu. 2004.
MALLOY-DINIZ, Leandro F. et al. Avaliação Neuropsicológica. 2ª Ed. Artmed Editora, 2018.
PURVES, Dale et. al. Neurociências. 4ª Ed. Artmed Editora, 2010 |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
IHF001 |
Introdução à Filosofia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
|
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Departamento de Filosofia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Introdução à Filosofia a partir da leitura de textos clássicos da tradição filosófica e discussão de seus principais problemas em perspectiva histórico-crítica. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Oferecer um panoramo teórico das origens da Filosofia. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
PLATÃO. A República. Tradução, introdução e notas Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Calouste Kulbenkian, 1993.
DESCARTES, René. Meditações metafísicas. Tradução de Homero Santiago. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. Tradução de Fernando Costa Mattos. Petrópolis: Vozes, 2015.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
PLATÃO. Fédon. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: EdUFPA, 2011.
ARISTÓTELES. De anima. Tradução de Maria Cecília Gomes dos Reis. São Paulo: Editora 34, 2012
HUME, David. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da moral. Tradução de José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: UNESP, 2004.
HUSSERL, Edmund. Psicologia fenomenológica e fenomenologia transcendental: Textos selecionados. Tradução de Giovanni Jan Giubilato. Petrópolis: Vozes, 2022.
SEARLE, John. Mente, cérebro e ciência. Tradução de Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 2015. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
P R |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI003 |
Fundamentos do Trabalho Científico |
2.2.0.0 |
30 |
0 |
0 |
|
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Introdução à universidade no tripé ensino-pesquisa-extensão e o desenvolvimento do conhecimento e o desenvolvimento do Conhecimento Científico. Métodos Científicos. Estratégias de Estudo e aprendizagem. Diretrizes Metodológicas para Leitura, Análise e Interpretação de Textos. Processos e Técnicas de Elaboração do Trabalho Científico: Fichamento, Resumo e Resenha. Noções sobre seminário, projeto e relatório acadêmicos, monografia e artigo. Normas da ABNT e APA, Citações, Bibliografia e Referências. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Conhecer os princípios básicos da ciência e utilizar as normas estabelecidas para apresentação detrabalhos acadêmicos. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION. Manual de Publicação da APA 7º edição. Porto Alegre:ArtMed, 2022.
LAKATOS, Eva Maria; Marconi, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas;9ª edição atualizada por João Bosco Medeiros, 2023.
SAMPAIO, M. I. C., Sabadini, A. A. Z. P., & Koller, S. H. [Ors.]. Produção Científica: Um GuiaPrático. Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, 2022.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CHAGAS, C.; MASSARANI, L. Manual de sobrevivência para divulgar ciência e saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2020.
FLICK, U. Introdução à metodologia de pesquisa: um guia para iniciantes. Porto Alegre: Penso, 2013.
GUARESCHI, N. M. F.; REIS, C. dos; HADLER, O. H. Produção do conhecimento: profanações do método na pesquisa. 2020.
PEREIRA, A. S. Metodologia da pesquisa científica. Santa Maria: UFSM, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15824/Lic_Computacao_Metodologia- Pesquisa-Cientifica.pdf?sequence=1. Acesso em: 17 nov. 2025.
SENA, O. A engenharia do texto: um caminho rumo à prática da boa redação. Manaus: EDUA, 2020. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
IXS182 |
Sociologia Geral |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
|
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Departamento de Ciências Sociais |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Contexto histórico de emergência da Sociologia. Principais modelos explicativos: abordagens e autores clássicos e contemporâneos. A constituição do self e sociedade. Agência e estrutura social. Cultura e ideologia. Sociedade e subjetividade. Sociologia das emoções. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Compreender o processo histórico de surgimento e desenvolvimento da Sociologia como ciência. Incentivar uma reflexão crítica frente às transformações da contemporaneidade. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) DURKHEIM, Émile. O suicídio; estudo de sociologia. Trad. Monica Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
MARX, K. & ENGELS, F. A ideologia alemã. 11ª ed. Trad. José Carlos Bruni & Marco Aurélio Nogueira. São Paulo: Hucitec, 1999.
SIMMEL, Georg. Questões fundamentais da sociologia; indivíduo e sociedade. Trad. Pedro Caldas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir; nascimento da prisão. 42ª ed. Trad. Raquel Ramalhete. Petrópolis: Ed. Vozes, 2014.
FREUD, Sigmund. Psicologia das massas e análise do eu. In: Obras completas. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, v. 15, 2011, p. 13- 113.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. 10ª ed. Trad. Maria Célia Santos Raposo. Petrópolis: Vozes, 1985.
MEAD, George Herbert. Mente, self e sociedade. Trad. Maria Sílvia Mourão. Petrópolis: Vozes, 2021. WEBER, Max. A ética protestante e o “espírito” do capitalismo. Trad. José Marcos Mariani Macedo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. |
|||||||
2º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
IHS008 |
Introdução à Antropologia Cultural |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
|
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Departamento de Antropologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
A constituição da Antropologia enquanto ciência. Noções do conceito de cultura e de identidade. Teorias antropológicas e suas metodologias. Dinâmica cultural. Sociedades originárias, tradicionais e quilombolas na Amazônia e no Brasil. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Apresentar a ciência antropológica para fins de compreensão e análise dos fenômenos culturais, sociopolíticos e ambientais no contexto amazônico e brasileiro. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) BARTH, F. Os grupos étnicos e suas fronteiras. In: BARTH, F. O guru, o iniciador e outras variações antropológicas. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria LTDA, 2000. p. 25-67.
CASTRO, C. Textos básicos de antropologia: Rio de Janeiro – cem anos de tradição. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.
GEERTZ, C. A interpretação das culturas. São Paulo: Editora LC, 1981.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. STRATHERN, M. O efeito etnográfico. São Paulo: Cosac Naify, 2014. SANTOS, A. “Nego” Bispo. Invasão e colonização. Comentários de Álvaro Tukano e Casimiro Tukano. In: Colonização, quilombos: modos e significados. Brasília, 2015. p. 25-45; 131-134.
SILVA, S. A.; ASSIS, G. O.; GRANADA, D. (org.). Territórios, cidades e migrações: diálogos interdisciplinares. Manaus: EDUA, 2021. STEIL, C. A.; CARVALHO, I. C. M. Cultura, percepção e ambiente: diálogos com Tim Ingold. São Paulo: Terceiro Nome, 2012. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
IEE011 |
Introdução à Estatística |
4.4.0.0 |
4 |
0 |
0 |
|
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Departamento de Estatística |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Conceitos fundamentais de Estatística. Estatística descritiva. Noções de probabilidade. Distribuição binomial e normal. Noções de estimação e de testes de hipóteses. Correlação e Regressão linear simples. Análise de dados categóricos por meio de tabelas de contingência e testes qui-quadrado. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Permitir ao aluno ter uma visão básica de como organizar um conjunto de dados, fazer análises e obter conclusões usando métodos estatísticos clássicos. |
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|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
MAGALHÃES, M. M.; LIMA, A. C. P. Noções de Probabilidade e Estatística. 7. ed. São Paulo: Edusp, 2007.
TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. Tradução: Ana Maria Lima de Farias. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
COSTA, G. G. O. Curso de Estatística Básica: Teoria e Prática. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2015. LEVIN, J.; FOX, J. A.; FORDE, D.R. Estatística para Ciências Humanas. Tradução: Jorge Ritter. 11. ed. São Paulo: Pearson, 2012.
MOORE, D. S.; NOTZ, W. I.; FLIGNER, M. A. A Estatística Básica e sua Prática. Tradução: Ana Maria Lima de Farias. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
MORETTIN, L. G. Estatística Básica: Probabilidade e Inferência. Volume Único. São Paulo: Pearson, 2010.
PINHEIRO, J. I. D.; CARVAJAL, S. S. R.; CUNHA, S. B.; GOMES, G. C. Probabilidade e Estatística: Quantificando a Incerteza. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI004 |
Processos Psicológicos Básicos |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
|
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Estudo dos conceitos, teorias e métodos envolvidos na investigação experimental de processos psicológicos básicos: aprendizagem, percepção, atenção, emoção, motivação, memória, linguagem e raciocínio. |
|||||||
|
OBJETIVOS GERAL: |
|||||||
|
Compreender de forma abrangente os processos psicológicos básicos, seus diferentes modelos deinvestigação e implicações para o campo da psicologia. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
YSENCK, Michael W.; KEANE, Mark t. Manual de Psicologia Cognitiva-7. Artmed Editora, 2017.
FELDMAN, Robert S. Introdução à psicologia. Porto Alegre: AMGH, 2015.
AMGH Editora, 2015. MORENO, B. S. et al. Processos psicológicos II. Porto Alegre: SAGAH, 2022.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) FUENTES, Daniel et al. Neuropsicologia: Teoria e Prática. Artmed Editora, 2014. GAUER, Gustavo et. al. Psicologia Cognitiva: Teoria, modelos e aplicações. Sinopsys. 2018.
KANDEL, Eric et al. Princípios de neurociências-5. AMGH. Editora, 2014.
MALLOY-DINIZ, Leandro F. et al. Avaliação Neuropsicológica. 2ª Ed. Artmed Editora, 2018.
STERNBERG, Robert; STERNBERG, Karin. Psicologia Cognitiva. 7a. Ed. Cengage Learning. 2016. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI005 |
Psicologia do Desenvolvimento I |
4.3.1.0 |
45 |
30 |
0 |
GPSI001 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Matrizes epistemológicas da psicologia do desenvolvimento. História, conceitos e integração teoria- metodologia. Desenvolvimento, biologia e cultura. Modelos teóricos e métodos de pesquisa em desenvolvimento. Dimensões e plasticidade dos processos de desenvolvimento na infância e adolescência. Concepções e desenvolvimento na infância e adolescência. Contextos socioinstitucionaisde desenvolvimento na Amazônia. Influências do processo de escolarização no desenvolvimento de crianças e adolescentes. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Compreender diferentes concepções teóricas de infâncias e adolescências nas teorias do desenvolvimento humano, suas raízes epistemológicas, implicações metodológicas e campos deaplicação nos contextos amazônicos e em contextos socioculturais diversos. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
TAILLE, Yves de La; OLIVEIRA, Marta Khol; DANTAS, Heloísa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teoriaspsicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 2ªed., 2019.
DESSEN, M.A. & MACIEL, D.A. A ciência do desenvolvimento humano. Desafios para a psicologiae para a educação. Curitiba: Juruá, 2014.
ROSSETI-FERREIRA, Maria Clotilde; AMORIM, Katia de Souza; SILVA, Ana Paula Soares; CARVALHO, Ana Maria Almeida. Rede de significações e o estudo do desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artmed, 2004.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ARIÈS, P. História social da criança e da família. São Paulo: LTC, 2006. ISBN 9788521613473.
BRONFENBRENNER, U. Bioecologia do desenvolvimento humano: tornando os seres humanos mais humanos. Porto Alegre: Artmed, 2011.
OLIVEIRA, M. C.; CHAGAS-FERREIRA, J. F.; MIETO, G. S.; BERALDO, R. (org.). Psicologia dos processos de desenvolvimento humano: cultura e educação. Campinas: Alínea, 2016. PIAGET, J. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004. VIGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI014 |
Pesquisa em Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Principais métodos de investigação utilizados na ciência psicológica. Fundamentos éticos, epistemológicos e metodológicos da pesquisa em psicologia. Estratégias de elaboração e execução de pesquisas em psicologia. |
||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Compreender os princípios metodológicos e éticos envolvidos nas diferentes abordagens de pesquisa em psicologia. |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: método qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
MINAYO, Maria Cecília de Souza; DESLANDES, Suely Ferreira; GOMES, Romeu (orgs.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 22 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003, p.31-60.
SHAUGNESSY, J. J.; ZECHMEISTER, E. B.; ZECHMEISTER, J. S. Metodologia de Pesquisa em Psicologia. Artmed, 2018.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2023.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2024.
GUBA, Egon G.; LINCOLN, Yvonna S. Paradigmas e perspectivas em pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Penso, 2021.
KANTOWITZ, Barry H.; ROEDIGER III, Henry L.; ELMES, David G. Psicologia experimental: psicologia para compreender a pesquisa em psicologia. 8ª. Ed. Thomson Learning, 2006.
TRIVIÑOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2021. |
||||||
3º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI024 |
Psicologia do |
4.3.1.0 |
45 |
30 |
0 |
GPSI005 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Abordagem teórico-metodológica e dimensões do desenvolvimento psicológico na vida adulta e velhice. Dimensões e plasticidade dos processos de desenvolvimento na vida adulta e velhice. Transições, culturae contemporaneidade. Transições biológicas, familiares, laborais e de outras relações sociais no contexto amazônico. Identidade e relações de gênero. Envelhecimento, aspectos demográficos, cultura e contemporaneidade. Envelhecimento bem-sucedido. Finitude e morte. Questões éticas e políticas públicas brasileiras para o adulto e para o idoso |
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OBJETIVO GERAL: |
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Compreender diferentes concepções teóricas do desenvolvimento adulto e dos processos de envelhecimento do ponto de vista psicológico, suas raízes epistemológicas, implicações metodológicas e campos de aplicação nos contextos amazônicos e em contextos socioculturais diversos. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BERTOL, Charise Dallazem; WIBELINGER, Lia Mara; FAURO, Milena Uriarte (org.). Envelhecimento humano [recurso eletrônico]: tecnologias e biopsicologia do processo envelhecer. Passo Fundo: EDIUPF, 2023.
OLIVEIRA, Marta Khol. Cultura e Psicologia: questões sobre o desenvolvimento do adulto. São Paulo: Aderaldo & Rotschild, 2009.
Dessen, M.A. e COSTA-JÚNIOR, Áderson Luiz (2005). A ciência do desenvolvimento humano. Tendências atuais e perspectivas futuras. Porto Alegre: ArtMed, 2005. COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
DUTRA-THOMÉ, L. Adultez emergente no Brasil: novas perspectivas da psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Vetor, 2018.
BRUNER, J. Atos de significação. Porto Alegre: ArtMed, 1997. NERI, A. L. Psicologia do envelhecimento. Campinas: Papirus, 1995. SIMÃO, L. M.; MITJÁNS MARTÍNEZ, A. (orgs.). O outro no desenvolvimento humano. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2004. ROGOFF, B. A natureza cultural do desenvolvimento humano. Porto Alegre: ArtMed, 2005. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI034 |
Psicologia Experimental |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
GPSI001 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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EMENTA |
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|
A pesquisa como produção de conhecimento científico. Método experimental. Pluralidade metodológica e técnicas em pesquisa experimental. Variáveis conceituais e empíricas. Ética no uso de animais em experimentação. Observação do comportamento. Comportamento Operante e aprendizagem pelas consequências. Prática experimental com animais – condicionamento operante (atividade prática). |
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OBJETIVO GERAL: |
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|
Compreender a relação entre a prática experimental e a produção de conhecimento científico, emespecial na psicologia. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BRASIL. Lei N. 11.794 - Lei Arouca. Estabelece procedimentos para o uso científico de animais, 2008.
CAMPOS, Luiz Fernando de Lara. Métodos e técnicas de pesquisa em psicologia. Campinas: Editora Alínea, 2000.
CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 2000. Gomide, P. I. C; Weber, L. N. Análise experimental do comportamento: Manual de laboratório. Curitiba: Editora UFPR, 2015.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
COMITÊ DE ÉTICA EM EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL (CETEA/UFMG). Princípios éticos para o uso de animais de experimentação. [s.d.]. Disponível em: http://www.ufmg.br/bioetica/cetea/. Acesso em: 28 maio 2018.
JOHNSTON, J. M.; PENNYPACKER, H. S. Strategies and tactics of behavioral research. 2. ed. Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum, 1993a.
MATOS, M. A.; TOMANARI, G. Y. A análise do comportamento no laboratório didático. Barueri, SP: Manole, 2002. TODOROV, J. C. Behaviorismo e análise experimental do comportamento. [s.d.]. Disponível em: http://www.itcrcampinas.com.br/txt/baec.pdf. Acesso em: 28 maio 2018. TOMANARI, G. Y. Maximizando o uso do laboratório didático de psicologia no ensino de conceitos e práticas. In: KERBAUY, R. R. (Org.). Sobre comportamento e cognição: v. 5. Conceitos, pesquisa e aplicação, a ênfase no ensinar, na emoção e no questionamento clínico. Santo André, SP: ESETec, 2000. p. 79-83. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI006 |
Psicologia Social |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI001 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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|
EMENTA |
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|
Histórico, definição e campos de investigação da Psicologia Social. Abordagens europeias, norte- americanas e latino-americanas. Temáticas e conceitos centrais na Psicologia Social contemporânea em aproximação à realidade amazônica. |
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OBJETIVO GERAL: |
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|
Compreender as origens, abordagens, conceitos e temáticas centrais da Psicologia Social, especialmente a latino-americana adequada à realidade amazônica. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CALEGARE, M. G. A. Abordagens em Psicologia Social e seu ensino. Revista Transformações em Psicologia, v.3, n.2, p.1-16, 2010. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2176-106X2010000200003
LANE, S. T. M.; CODO, W. (Orgs.). Psicologia social: o homem em movimento. 14. ed. São Paulo: Brasiliense, 2012. (Original publicado em 1984).
TORRES, C. V.; NEIVA, E. R. (org.). Psicologia Social: principais temas e vertentes. 2. ed. Porto Alegre:Artmed, 2022.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
BRAGHIROLLI, E. M.; PEREIRA, S.; RIZZON, L. A. Temas de Psicologia Social. 10. ed. Petrópolis, RJ:Vozes, 2013.
CAMINO, L.; TORRES, A. R. R.; LIMA, M. E. O.; PEREIRA, M. E. (Orgs.). Psicologia Social: temas e teorias. 2. ed., rev. e ampl. Brasília, DF: Technopolitik, 2013.
GONÇALVES, Bruno Simões. A Dupla Consciência Latino-Americana: contribuições para uma psicologiadescolonizada. Revista Psicologia Política, São Paulo, v. 16, n. 37, p. 397- 413, 2016.
JACQUES, M. G. C.; STREY, M. N.; BERBARDES, N. M. G.; GUARESCHI, P. A.; CARLOS, S. A.; FONSECA, T. M. G. Psicologia Social Contemporânea: livro-texto. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
RODRIGUES, A.; ASSMAR, E. M. L.; JABLONSKI, B. Psicologia Social. 33. ed. Petrópolis: Vozes, 2022. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI007 |
Trabalho e Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
IHS182 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
O trabalho na história da humanidade: ideologias, modelos e a relação das pessoas com o trabalho. Trabalho, atividade e ação. Emprego e empregabilidade. Saúde, Subjetividade e Trabalho. A ubiquidade do trabalho e da técnica nas atividades sociais e interações humanas. Trabalho e Identidade. Dimensões psicossociais relacionadas ao trabalho humano. A categoria trabalho nas práticas em psicologia. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Desenvolver o conhecimento sobre o lugar do trabalho na produção de subjetividades. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BENDASSOLLI, Pedro F. Psicologia e trabalho: apropriações e significados. Cengage Learning, 2009.
DE MASI, D. O trabalho no século XXI: Fadiga, ócio e criatividade na sociedade pós- industrial. Rio deJaneiro: Sextante, 2022.
SENNETT, Richard. Juntos: os rituais, os prazeres e a política da cooperação. Editora Record, 2019.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ANTUNES, Ricardo (Org.). Uberização, trabalho digital e indústria 4.0. São Paulo: Boitempo. 2020.
BENTO, Cida. O pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das Letras. 2022.
HARVEY, David. O enigma do capital e as crises do capitalismo. São Paulo: Boitempo. 2014.
LAZZARATO, Maurizio. O governo do homem endividado. São Paulo: N-1 Edições. 2017. SCHWARTZ, Yves; DUC, Marcelle; DURRIVE, Louis. O homem, o mercado e a cidade. Trabalho eergologia: conversas sobre a atividade humana. Niterói: UFF. 3ª edição (rev. e ampl.), 2021. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI008 |
Saúde e Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI001 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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|
EMENTA |
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|
Noções epistemológicas de saúde, adoecimento e cuidado. Processos de determinação social em saúde. Aspectos históricos do campo da saúde coletiva. Fundamentação filosófica, jurídica, política e organizacional do Sistema Único de Saúde (SUS). Pressupostos e abordagens psicológicas sobre a promoção, prevenção, proteção e a recuperação da saúde. Aspectos históricos da saúde mental e da atenção psicossocial. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Conceituar e problematizar as noções de saúde, adoecimento e cuidado, suas interfaces disciplinares e as implicações para o campo da psicologia. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CANGUILHEM, G. O normal e o patológico. 5. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002.
GIOVANELLA, L., ESCOREL, S., LOBATO, L. V. C., NORONHA, J. C., CARVALHO, A. I., eds. Políticas e sistemas de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2012.
PAIM, J. S.; ALMEIDA-FILHO, N. de. Saúde coletiva: teoria e prática 2ª.ed. Rio de Janeiro. Medbook, 2023.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
AMARANTE, P. Saúde Mental e Atenção Psicossocial. (4ª ed.). Rio de Janeiro: Fiocruz, 2013.
AYRES, J. R. Vulnerabilidade, Cuidado e integralidade: reconstruções conceituais e desafios atuais paraas políticas e práticas de cuidado em HIV/Aids. Saúde em Debate, v. 46, n. spe7, p. 196–206, 2022.
CARVALHO, F. F. B.; COHEN, S. C.; AKERMAN, M. Refletindo sobre o instituído na Promoção da Saúdepara problematizar 'dogmas'. Saúde em Debate, 41(spe3), 265–276, 2017. FONSECA, A. F.; CORBO, A. M. D’A. (Org.). O território e o processo saúde-doença. Rio de Janeiro:EPSJV/FIOCRUZ, 2007. OSMO, A.; SCHRAIBER, L. B. O campo da Saúde Coletiva no Brasil: definições e debates em suaconstituição. Saúde e Sociedade, v. 24, p. 205–218, abr. 2015. |
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4º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI010 |
Abordagens Psicológicas I (Histórico-Cultural) |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI006 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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|
EMENTA |
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|
A psicologia histórico-cultural como perspectiva de compreensão dos processos de desenvolvimento humano. As funções psíquicas superiores: gênese, estrutura e análise. As pesquisas sobre o desenvolvimento cultural das pessoas. O desenvolvimento como processo das interações e o significado das mudanças e continuidades no tempo: sujeito, cultura, contextos ecológicos. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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Refletir criticamente sobre a psicologia histórico-cultural, bem como as suas contribuições para a compreensão dos processos de desenvolvimento. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
VIGOTSKI, Liev Semiónovitch. Psicologia, desenvolvimento humano e marxismo. São Paulo: Hogrefe, 2023.
PRESTES, Zoia e TUNES, Elizabeth(orgs). Sete aulas de L. S. Vigotski sobre os fundamentos dapedologia. Rio de Janeiro: E-Papers, 2018.
VALSINER, Jaan. Fundamentos da Psicologia Cultural: mundos da mente, mundos da vida. Porto Alegre:Artmed, 2012.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) DANIELS, Harry. Uma introdução à Vygotsky. São Paulo: Edições Loyola:, 2002.
GONZÁLEZ REY, Fernando Luis. Sujeito e subjetividade: uma aproximação histórico- cultural. SãoPaulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
GONZÁLEZ REY, Fernando Luis. Psicoterapia, subjetividade e pós-modernidade: uma aproximaçãohistórico-cultural. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2007.
MOLON, Susan. Subjetividade e constituição do sujeito em Vygotsky. Rio de Janeiro: Vozes, 2003. VEER, René Van Der e VALSINER, Jaan. Vygotsky: uma síntese. 6.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI009 |
Abordagens Psicológicas II (Cognitivas e Comportamental) |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI004 GPSI034 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Aspectos históricos e conceitos fundamentais da abordagem cognitivo-comportamental. Bases e técnicas em psicoterapia relacionadas à primeira, segunda e terceiras ondas dos modelos cognitivo- comportamentais. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Relacionar os principais conceitos das terapias cognitivo-comportamentais às suas aplicações em diversos contextos de atuação. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) BARLOW, David H. Manual clínico dos transtornos psicológicos: tratamento passo a passo. 5. ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2016.
BECK, Judith S. Terapia cognitivo-comportamental: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed Editora, 2021.
WRIGHT, JESSE H.; BROWN, GREGORY K.; THASE, MICHAEL E.; BASCO, Monica R. Aprendendo a terapia cognitivo-comportamental: um guia ilustrado. Porto Alegre: Artmed Editora, 2018.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
HAYES, STEVEN C.; STROSAHL, KIRK D.; WILSON, KELLY G. Terapia de aceitação e compromisso: o processo e a prática da mudança consciente. Porto Alegre: Artmed Editora, 2021.
KNAPP, Paulo. Terapia cognitivo-comportamental na prática psiquiátrica. Porto Alegre: Artmed Editora, 2009.
LINEHAN, Marsha M. Treinamento de habilidades em DBT: manual de terapia comportamental dialética para o terapeuta. Porto Alegre: Artmed Editora, 2017.
MELO, Walmir V. Estratégias psicoterápicas e a terceira onda em terapia cognitiva. Novo Hamburgo: Sinopsys, 2014.
YOUNG, JEFFREY E.; KLOSKO, JANET S.; WEISHAAR, Marjorie E. Terapia do esquema: guia de técnicas cognitivo-comportamentais inovadoras. Porto Alegre: Artmed Editora, 2009. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI013 |
Psicologia, Direitos Humanos e Políticas Públicas |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI001 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Conceitos fundamentais de políticas públicas e direitos humanos. Evolução histórica princípios orientadores. Interseções entre políticas públicas, direitos humanos, saúde pública e saúde mental. Afirmação da cidadania, do direito das pessoas e de reivindicação de si mesmo. Noções teóricas desnaturalizantes relacionadas à subjetividade dos fenômenos sociais. Povos amazônicos e seus diferentes contextos. Processos psicossociais e culturais no contexto amazônico: saberes e práticas. Promoção de direitos humanos. Macro-políticas, legislação, mecanismos de controle social e participação. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Refletir acerca das implicações teóricas, éticas e políticas da atuação do psicológico no contexto das públicas e dos direitos humanos, em especial junto às populações amazônidas. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BRIZOLA, Campos; ZANELLA, Ana Lídia Vieira; GESSER, Marivete (Orgs.). Práticas sociais, políticas públicas e direitos humanos. Florianópolis: ABRAPSO; NUPPE/CFH/UFSC, 2013.
BUTLER, Judith. A força da não-violência: um vínculo ético-político. São Paulo: Boitempo Editorial, 2021.
GONÇALVES, Maria da Graça M. Psicologia, subjetividade e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 2014. COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CRUZ, Lílian R.; GUARESCHI, Neuza (Orgs.). Políticas públicas e assistência social: diálogo com as práticas psicológicas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
CARLOS, Pedro. Políticas “públicas” e educação rural no contexto da América Latina. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019. 213 p.
GONÇALVES, M. G. M. Psicologia, subjetividade e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 2010.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA; CONSELHOS REGIONAIS DE PSICOLOGIA; CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) junto aos povos indígenas. 1. ed. Brasília: CFP, 2022. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI016 |
Psicopatologia I |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI004 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Diferentes concepções sobre o transtorno mental ao longo da história. Psicopatologia como campo de produção de conhecimento e suas diferentes perspectivas. Semiologia e nosologia dos Transtornos Mentais. Critérios Diagnósticos de Transtornos Mentais. Dimensões ético- políticas do sofrimento psíquico. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Compreender concepções e proposições acerca da psicopatologia em suas diferentes perspectivas. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) DALGALARRONGO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artes Médicas, 2019.
BARLOW, D. H.; DURAND, V. M. Psicopatologia: uma abordagem integrada. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
FOUCAULT, Michel. O nascimento da clínica. Tradução de Roberto Machado. 7. ed. Rio de Janeiro:Forense Universitária, 2015.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ZORZANELLI, Rafaela; BEZERRA JR, Benilton; COSTA, Jurandir Freire (Org.). A criação dos diagnósticos na psiquiatria contemporânea. 1. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2014.
CANGUILHEM, Georges. O normal e o patológico. Tradução de Maria de Threza Redigde C. Barrocas e Luiz Octávio F. B. Leite. 5. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002.
FOUCAULT, Michel. Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.
SAFATLE, V.; JÚNIOR, N. da S.; DUNKER, C. (org.). Neoliberalismo como gestão do sofrimento psíquico. São Paulo: Autêntica, 2020. SZASZ, Thomas S. O mito da doença mental: fundamentos de uma teoria da conduta pessoal. Tradução de Irley Franco e Carlos Roberto Oliveira. São Paulo: Círculo do Livro, 1974. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI020 |
Avaliação Psicológica I |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI014 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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|
EMENTA |
||||||
|
Aspectos históricos, éticos e legais na Avaliação Psicológica. Funções, origem, natureza e uso dos instrumentos e métodos de avaliação psicológica. Procedimentos Psicométricos: adaptação transcultural e construção de instrumentos psicológicos: validade, precisão, normatização e padronização (tabelas normativas, manuais de testes psicológicos). |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Conhecer aspectos históricos, o processo e os procedimentos para adaptação, construção e aplicaçãode instrumentos de avaliação psicológica. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) BAPTISTA, M. N.; DE VILLEMOR-AMARAL, A. E. Compêndio de avaliação psicológica. Petrópolis: Vozes, 2019.
COHEN, R. J.; SWERDLIK, M. E.; STURMAN, E. D. Testagem e Avaliação Psicológica: Introdução a Testes e Medidas. São Paulo: Amgh Editora, 2014.
HUTZ, C. S.; BANDEIRA, D. R.; TRENTINI, C. M. (Orgs.). Psicometria. Porto Alegre: Artmed, 2015.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Cartilha Avaliação Psicológica. Brasília, DF, 2022.
DAMÁSIO, B. F.; BORSA, J. C. Manual de desenvolvimento de instrumentos psicológicos. Petrópolis: Vetor, 2023.
MOURA, C. F.; BAPTISTA, M. N.; PRIMI, R. Tutoriais em análise de dados aplicados à Psicometria. Petrópolis: Vozes, 2022.
HUTZ, C. S.; BANDEIRA, D. R.; TRENTINI, C. M. (Orgs.). Avaliação psicológica da inteligência e da personalidade. Porto Alegre: Artmed, 2018. MANSUR-ALVES, M.; MUNIZ, M.; ZANINI, D. S.; BAPTISTA, M. N. Avaliação Psicológica na infância e adolescência. (Sem local e editora informados), 2021. |
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5º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI033 |
Psicológica Organizacional |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI006 GPSI007 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Histórico, contrastes, afinidades e críticas entre psicologia organizacional, psicologia do trabalho e gerenciamento de pessoas. Comportamento, desenho, diagnóstico e consultoria organizacional. Relações de poder, modelos de gestão e estilos de liderança. Competências e atuações em diferentes níveis de análise na organização: micro, meso e macro. Mudança, cultura e clima organizacional. Planejamento estratégico. Recrutamento e seleção. Treinamento, desenvolvimento e educação organizacional. Avaliação de desempenho de forma crítica e contextualizada. Aspectos psicossociais da psicologia organizacional, nas dimensões institucional, política, ética e estratégica. Questões contemporâneas e perspectivas futuras em psicologia organizacional. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Desenvolver o conhecimento técnico para uma atuação ética em psicologia organizacional. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BORGES, L. O.; MOURÃO, L. O trabalho e as organizações: atuações a partir da Psicologia. Porto Alegre: Artmed, 2013. p. 343-374.
FREITAS, M. N.; BENTIVI, D. R. C.; RIBEIRO, E. A.; MORAES, M. M.; DI LASCIO, R.; BARROS, S. C. Psicologia organizacional e do trabalho: Perspectivas teórico-práticas. Petrópolis: Vetor, 2022.
ZANELLI, J. C.; BORGES-ANDRADE, J. E.; BASTOS, A. V. B. Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2014.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO [SBPOT] (Brasil). Competências para a atuação em psicologia organizacional e do trabalho: um referencial para a formação e qualificação profissional no Brasil. [recurso eletrônico]. Brasília: UniCeub, 2020.
CARVALHO-FREITAS, M. N.; SANTOS, J. C. Capacitismo e inclusão: Contribuições teórico-práticas da psicologia organizacional e do trabalho. Petrópolis: Vetor Editora, 2023.
FREITAS, Levi Nogueira. A Ética na Atuação em Psicologia Organizacional e do Trabalho. Epitaya E-books, v. 1, n. 31, p. 138-172, 2023.
MENDONÇA, Helenides; FERREIRA, Maria Cristina; NEIVA, Elaine Rabelo. Análise e diagnóstico organizacional: Teoria e Prática. Petrópolis: Vetor Editora, 2020. VAZQUEZ, A. C. S.; HUTZ, C. S. Psicologia positiva organizacional e do trabalho na prática. Vol. 2. Göttingen: Hogrefe, 2021. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI011 |
Abordagens Psicológicas III (Fenomenológicas Existenciais e Humanistas) |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI008 IHF001 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Bases teórico-metodológicas da Fenomenologia-existencial. Diferentes perspectivas filosóficas da psicologia de abordagem fenomenológico-existencial. Contribuições da psicopatologia fenomenológica para as práticas clínicas. Principais representantes, conceitos e noções. Aportes teóricos de Martin Heidegger, Jean-Paul Sartre, Soren Kierkegaard e Maurice Merleau-Ponty para a clínica psicoterápica. Autores e temas contemporâneos na perspectiva fenomenológico-existencial. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Compreender os parâmetros teóricos e metodológicos das abordagens fenomenológicas para as práticasem Psicologia. |
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|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
FEIJOO, A. M. L. C. A Escuta e a Fala em Psicoterapia. Uma proposta fenomenológico- existencial. São Paulo: Vetor, 2000.
MELLO, Fabíola Freire Sariv de; SANTOS, Gustavo Alvarenga Oliveira (Orgs.). Psicologia Fenomenológica e Existencial: Fundamentos filosóficos e campos de atuação. São Paulo: Editora Manole, 2021.
ZAHAVI, Dan. Fenomenologia para iniciantes. Rio de Janeiro: Via Verita, 2019.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
DARTIGUES, A. O que é Fenomenologia. São Paulo: Moraes, 1992.
SARTRE, J. P. O Existencialismo é um Humanismo. Col. Os Pensadores. 3. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987.
SCHNEIDER, Daniela Ribeiro. A Fenomenologia de Heidegger e Sartre em suas diferenças. Aufklärung: revista de filosofia, v. 7, n. 2, p. 77-92, 2020.
SCHNEIDER, Daniela Ribeiro et al. A teoria dos fatores comuns na psicoterapia existencialista: elementos iniciais para uma avaliação de processo. In: Psicoterapia existencialista: princípios metodológicos. Juruá Editorial, 2022. p. 149-163.
TAMELINI, Melissa; MESSAS, Guilherme (Orgs.). Fundamentos de Clínica Fenomenológica. São Paulo: Manole, 2022. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI012 |
Abordagens Psicológicas IV (Psicanalítica) |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI005 IHF001 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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|
EMENTA |
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|
O movimento psicanalítico a partir do trabalho teórico/clínico concebido por Freud e seus principais colaboradores. As dissidências internas ao campo psicanalítico e seus desdobramentos teóricos. As principais escolas pós-freudianas, seus fundamentos e contraposições. Principais autores e publicaçõesatuais. Principais conceitos psicanalíticos. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Conhecer os fundamentos epistemológicos, clínicos e teóricos que sustentam a constituição dosprincipais conceitos psicanalíticos. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
FREUD, Sigmund. Obras Completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira – Rio de Janeiro:Imago, 1996.
BLEICHMAR, Norberto. e BLEICHMAR, Celia Leiberman. A psicanálise depois de Freud. Porto Alegre:Artes Médicas, 1992.
ZIMERMAN, Davi. Fundamentos psicanalíticos: teoria, técnica e clínica – uma abordagem didática. –Porto Alegre: ARTMED, 1999
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
HERRMANN, Fabio. Andaimes do real: o método da Psicanálise. 3ª ed. São Paulo: Casa do Psicólogo,2001.
LAPLANCHE, Jean. Vocabulário de Psicanálise / Laplanche e Pontalis. Trad. Pedro Tamen – São Paulo:Martins Fontes, 1992.
BERGERET, Jean. A personalidade normal e patológica. Trad. Alceu E. Fillmann – Porto Alegre: ArtesMédicas, 1988.
NASIO, Juan – David. Como trabalha um psicanalista? Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1999. QUINET, Antônio. A descoberta do inconsciente: do desejo ao sintoma. 2ª ed. – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI028 |
Avaliação Psicológica II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
GPSI020 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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|
EMENTA |
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|
Fundamentação teórica e metodológica dos principais testes psicométricos, projetivos, expressivos e outras técnicas. Planejamento de processo de avaliação com medidas psicométricas, testes projetivos einstrumentos de autorrelato em diferentes contextos e públicos-alvo. Documentos decorrentes da avaliação psicológica segundo normativas do CFP. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Conhecer e desenvolver habilidades para aplicação de instrumentos de avaliação psicológica emdiferentes contextos e públicos-alvo. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BAPTISTA, M. N.; DE VILLEMOR-AMARAL, A. E. Compêndio de avaliação psicológica. Petrópolis: Vozes, 2019.
HUTZ, C. S.; BANDEIRA, D. R.; TRENTINI, C. M.; KRUG, J. S. (Orgs.). Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artmed, 2016.
VILLEMOR-AMARAL, A. E.; PASIAN, S. R.; AMPARO, D. M. (Eds.). Avanços em Métodos Projetivos. Göttingen: Hogrefe, 2022.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Cartilha Avaliação Psicológica. Brasília, DF, 2022.
HUTZ, C. S.; BANDEIRA, D. R.; TRENTINI, C. M. (Orgs.). Avaliação psicológica da inteligência e da personalidade. Porto Alegre: Artmed, 2018.
JAURIS, Roberta Bolzan. Avaliação psicológica sob um olhar prático. APRENDER- Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação, v. 19, n. 33, p. 333-336, 2025.
LINS, M. R. C.; BORSA, J. C. Avaliação psicológica: aspectos teóricos e práticos. Petrópolis: Editora Vozes, 2017.
MANSUR-ALVES, M.; MUNIZ, M.; ZANINI, D. S.; BAPTISTA, M. N. Avaliação Psicológica na infância e adolescência. (Local e editora não informados), 2021. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI029 |
Psicopatologia II |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI016 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Quadros psicopatológicos de acordo com os principais sistemas de classificação diagnóstica. Etiologia, classificação e categorias diagnósticas dos quadros psicopatológicos na infância, adolescência, vida adulta e velhice. Transtornos do neurodesenvolvimento; Transtornos Psicóticos; Transtornos de Humor; Transtornos de Ansiedade; Transtornos Somatoformes; Transtornos Dissociativos; Transtornos Sexuais; Transtornos do Sono e Transtornos de Personalidade. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Conhecer quadros psicopatológicos e seus critérios diagnósticos. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artes Médicas, 2019. BARLOW, David H.; DURAND, V. Mark. Psicopatologia: uma abordagem integrada. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
WHITBOURNE, Susan Krauss; HALGIN, Richard P. Psicopatologia: perspectivas clínicas dos transtornos psicológicos. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-5-TR: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2022.
CALDEIRA, Geraldo; MARTINS, José Diogo. Psicossomática: Teoria e Prática. 3. ed. São Paulo: Artesão, 2013.
DUMAS, J. E. Psicopatologia da infância e da adolescência. Porto Alegre: Artmed, 2011.
REITE, Martin; RUDDY, Jhon; NAGED, Kim. Transtornos do Sono. São Paulo: Artmed, 2004.
TISSER, Luciana; COIMBRA, Natália, orgs. Psicopatologia do adulto e do envelhecimento: atualização e prática clínica. Novo Hamburgo: Sinopsys, 2019. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EX T |
||||
|
GPSI018 |
Estágio do Núcleo Comum I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
GPSI006 GPSI007 G PSI008 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Prática orientada presencialmente por professor (a) psicólogo (a) para o desenvolvimento de competências previstas no núcleo comum da formação com vistas à capacitação básica para o exercício ético de técnicas de entrevista, de observação, registro e elaboração de documentos em diversos contextos da atuação em Psicologia. |
||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Viabilizar o desenvolvimento e integração de competências previstas no núcleo comum da formação com vistas à capacitação básica para o exercício ético de técnicas de entrevista, de observação, registro e elaboração de documentos em diversos contextos da atuação em Psicologia. |
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|
REFERÊNCIAS |
||||||
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BRASIL, Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2009. Disponível em L11788 (planalto.gov.br). Acessado em 31 de janeiro de 2023.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. (2005). Código de Ética Profissional do Psicólogo. Disponível em codigo-de-etica-psicologia.pdf (cfp.org.br). Acessado em 31 de janeiro de 2023.
INTERNATIONAL ASSOCIATION OF APPLIED PSYCHOLOGY & INTERNATIONAL UNION OF PSYCHOLOGICAL SCIENCE. (2016). International Declaration on Core Competences in Professional Psychology. Disponível em: Declaración Internacional de Competencias Fundamentales en la Psicología Profesional (psychcompinternational.org). Acessado em 31 de janeiro de 2023.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Brasil). Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 1, de 11 de outubro de 2023.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (Brasil). Resolução CFP nº 05, de 3 de fevereiro de 2025. Diário Oficial da União, Brasília, 19 fev. 2025. Disponível em: http://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-n-5-de-3-de-fevereiro-de-2025-613444532. Acesso em: 21 nov. 2025.
FOGAÇA, Cristiane; DOS SANTOS, Franciana Figueiredo. Principais Orientações dos Conselhos de Psicologia: Atendimento Clínico.
JUNIOR, Leconte de Lisle Coelho; OLIVEIRA, Renata Dantas. Práticas de estágio básico em psicologia. Amplla Editora, 2022. SOLIGO, Angela de Fátima et al. Formação em Psicologia: estágios e avaliação psicológica. Psicologia: ciência e profissão, v. 40, p. e243432, 2020. |
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6º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI015 |
Psicologia do Trabalho |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI033 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
História, práticas e tendências da Psicologia do Trabalho. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora nos Sistema Único de Saúde. Saúde Mental e Trabalho. Perspectivas clínicas do trabalho. Marcadores sociais de classe, raça e gênero nas relações de trabalho. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Desenvolver o conhecimento técnico para uma atuação ética em psicologia do trabalho. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BENDASSOLLI, Pedro F.; SOBOLL, Lis Andrea P. Clínicas do trabalho. 2. ed. revisada e ampliada. Belo Horizonte, MG: Artesã Editora Ltda., 2021.
CARVALHO FREITAS, M. N. et al. Psicologia organizacional e do trabalho: perspectivas teórico-práticas. São Paulo: Vetor, 2022.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (Brasil). Saúde do trabalhador no âmbito da saúde pública: referências para atuação da(o) psicóloga(o). 2. ed. Brasília: CFP, 2019.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO [SBPOT] (Brasil). Competências para a atuação em psicologia organizacional e do trabalho: um referencial para a formação e qualificação profissional no Brasil [recurso eletrônico]. Brasília: UniCeub, 2020.
CARVALHO-FREITAS, M. N.; SANTOS, J. C. Capacitismo e inclusão: contribuições teórico-práticas da psicologia organizacional e do trabalho. São Paulo: Vetor Editora, 2023.
FREITAS, Levi Nogueira. A ética na atuação em psicologia organizacional e do trabalho. Epitaya E-books, v. 1, n. 31, p. 138-172, 2023.
MENDONÇA, Helenides; FERREIRA, Maria Cristina; NEIVA, Elaine Rabelo. Análise e diagnóstico organizacional: teoria e prática. São Paulo: Vetor Editora, 2020.
VAZQUEZ, A. C. S.; HUTZ, C. S. Psicologia positiva organizacional e do trabalho na prática. Vol. 2. Göttingen: Hogrefe, 2021. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI019 |
Processos Grupais e Institucionais |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Perspectivas históricas epistemológicas das teorias e técnicas grupais. Metodologias de trabalho com grupos. Movimento institucionalista: correntes teóricas e práticas profissionais. A noção de subjetividadeem Análise Institucional. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Compreender as perspectivas históricas e metodológicas dos processos grupais e institucionais |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONDE, Heliana. Subjetividades em revolta. Rio de janeiro: Editora Lamparina. 2020.
BARROS, Regina Benevides de. Grupo: A afirmação de um simulacro. Porto Alegre: Editora Sulina. 2007.
PEREIRA, E. R. ; SAWAIA, B. B. Práticas Grupais: Espaço de diálogo e potência. São Carlos: Pedro &João. 2020.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
GUIRADO, Marlene. Psicologia Institucional. São Paulo: EPU, 2004. BAREMBLITT, Gregorio. Compêndio de Análise Institucional e outras correntes: teoria e prática. Rio deJaneio: Rosa dos Ventos, 1998.
ALTOÉ, S. René Lourau. analista institucional em tempo integral. São Paulo: Hucitec, 2004.
SILVA, R. J. da, GUEDES, M. do C. A evolução do conceito de grupo em Silvia Lane. Psicologia emRevista. v. 23, n. 2, pp. 181-197. 2015.
ZIMERMAN, Davi. Fundamentos básicos das grupoterapias. Porto Alegre: Artmed. Reimpressão. 2010. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI017 |
Psicologia e Educação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI005 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Epistemologias da Psicologia em interface com a Educação: objeto e campo de estudo. Contextualização histórica: origens e desenvolvimento da Psicologia no contexto educacional. Formação, identidade e prática profissional da Psicologia Escolar e Educacional. Mediação, atuação crítica e compromisso com as demandas sociais. Compreensão das relações étnico-raciais, da diversidade sexual e de gênero, das gerações e dos territórios. Formação de professores, educadores e gestores. Desafios da Educação na perspectiva da Psicologia Escolar Crítica. Psicologia Escolar e Educacional nas políticas públicas. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Identificar e problematizar os paradigmas teórico-práticos da Psicologia e sua relação com a Educação. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (Brasil). Referências Técnicas para atuação de psicólogas(os) na Educação Básica. 2. ed. Brasília: CFP, 2019.
MARTINEZ, A. M. (Org.). Psicologia escolar e compromisso social. 4. ed. Campinas, SP: Editora Alínea, 2020.
NEGREIROS, F. Palavras-chave em Psicologia Escolar e Educacional. Campinas: Alínea, 2021. COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
BARBOSA, D. R.; SOUZA, M. P. R. D. Psicologia educacional ou escolar? Eis a questão. Psicologia Escolar e Educacional, v. 16, p. 163-173, 2012.
DAZZANI, M. V. M.; SOUZA, V. L. T. (Orgs.). Psicologia escolar crítica: teoria e prática nos contextos educacionais. São Paulo: Editora Alínea, 2016.
NEGREIROS, F.; FERREIRA, B. O. Onde está a psicologia escolar no meio da pandemia? São Paulo: Pimenta Cultural, 2021.
PATTO, M. H. S. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. 3. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.
SILVA, I. R.; NEVES, A. L. M.; CALEGARE, F. P. P. Gênero, sexualidade e trajetórias de escolarização. 1. ed. Salvador, BA: Devires, 2022. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI022 |
Psicofarmacologia |
4.4.0.0 |
60 |
|
|
GPSI016 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Princípios de neurotransmissão e ação farmacológica, farmacocinética e farmacodinâmica aplicados ao tratamento de transtornos psicológicos e psiquiátricos. Classes de medicamentos, mecanismos de ação, indicações terapêuticas, efeitos colaterais e considerações éticas. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Desenvolver uma visão geral acerca dos mecanismos de ação das principais classes de medicamentoscom ação psicotrópica e suas implicações para o tratamento dos transtornos psicológicos e psiquiátricos. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) OLIVEIRA, I. R.; SCHWARTZ, T.; STAHL, S. M. Integrando psicoterapia e psicofarmacologia. PortoAlegre: Artmed, 2015.
SCHATZBERG, A. F.; DEBATTISTA, C. Manual de psicofarmacologia clínica. 8. ed. Porto Alegre:Artmed, 2017.
STAHL, S. M. Psicofarmacologia: bases neurocientíficas e aplicações práticas. 4. ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2014.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-5-TR: Manual diagnóstico e estatístico de transtornosmentais. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2022.
CORDIOLI, A. V.; GALLOIS, C. B.; ISOLAN, L. (Org.). Psicofármacos: consulta rápida. 5. ed. PortoAlegre: Artmed, 2015.
HOTOTIAN, S. R.; DUAILIBI, K. Psicofarmacologia geriátrica: o que todo médico deve saber. São Paulo:Artes Médicas, 2009.
KANDEL, Eric et al. Princípios de neurociências-5. AMGH Editora, 2014. TOY, E. C.; KLAMEN, D. Casos clínicos em psiquiatria. 4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI023 |
Estágio do Núcleo Comum Psicologia II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
|
GPSI006 GPSI007 GPSI008 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Prática orientada presencialmente por professor (a) psicólogo (a) para o desenvolvimento de competências previstas no núcleo comum da formação com vistas à capacitação básica para o exercício ético de técnicas de observação, registro e mediação de atividades em grupo em diversos contextos da atuação em Psicologia. |
||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Viabilizar o desenvolvimento e integração de competências previstas no núcleo comum da formação com vistas à capacitação básica para o exercício ético de técnicas de observação, registro e mediação de atividades em grupo em diversos contextos da atuação em Psicologia. |
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|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) BRASIL, Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2009. Disponível em L11788 (planalto.gov.br). Acessado em 31 de janeiro de 2023.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. (2005). Código de Ética Profissional do Psicólogo. Disponível em codigo-de-etica-psicologia.pdf (cfp.org.br). Acessado em 31 de janeiro de 2023.
INTERNATIONAL ASSOCIATION OF APPLIED PSYCHOLOGY & INTERNATIONAL UNION OF PSYCHOLOGICAL SCIENCE. (2016). International Declaration on Core Competences in Professional Psychology.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Brasil). Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 1, de 11 de outubro de 2023.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (Brasil). Resolução CFP nº 05, de 3 de fevereiro de 2025. Diário Oficial da União, Brasília, 19 fev. 2025. Disponível em: http://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-n-5-de-3-de-fevereiro-de-2025-613444532. Acesso em: 21 nov. 2025.
FOGAÇA, Cristiane; DOS SANTOS, Franciana Figueiredo. Principais Orientações dos Conselhos de Psicologia: Atendimento Clínico.
JUNIOR, Leconte de Lisle Coelho; OLIVEIRA, Renata Dantas. Práticas de estágio básico em psicologia. Amplla Editora, 2022.
SOLIGO, Angela de Fátima et al. Formação em Psicologia: estágios e avaliação psicológica. Psicologia: ciência e profissão, v. 40, p. e243432, 2020. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI050 |
Psicologia, Processos Psicossociais e Interculturalidade |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI006 GPSI007 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Processos de trabalho da psicologia no campo psicossocial e da interculturalidade. Atuação em contextos de vulnerabilidade social, fragilidade de vínculos e violência em famílias, escolas, organizações e comunidades. Atuação em sistemas de proteção social com ênfase na diversidade cultural. Interface entre psicologia, políticas públicas e interculturalidade na Amazônia e no Brasil, valorizando saberes e práticas interculturais no contexto amazônico. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Desenvolver conhecimentos para atuação de forma crítica e sensível no campo psicossocial e intercultural. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) em políticas públicas para a população em situação de rua. Brasília, DF: CFP, 2025.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) junto aos povos indígenas: versão revisada. Brasília, DF: CFP, 2024.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) junto aos povos quilombolas. Brasília, DF: CFP, 2024. COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética Profissional do Psicólogo. Brasília, 2005.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Manual orientativo de registro e elaboração de documentos psicológicos. Brasília, DF: CFP, 2025.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) no CRAS/SUAS. 3. ed. Brasília, DF: CFP, 2021.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) no atendimento às mulheres em situação de violência: 2ª edição. Brasília, DF: CFP, 2024. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) na Rede de Proteção às Crianças e Adolescentes em Situação de Violência Sexual. Brasília, DF: CFP, 2020. |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI051 |
Psicologia e Processos de Saúde |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI002 GPSI008 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Processos de trabalho da psicologia no campo da saúde. Prevenção e promoção da saúde e bem-estar, em nível individual e coletivo. Processos clínicos, que envolvem a atuação em práticas e estratégias clínicas, em face aos problemas de ordem psicológica ou psicossocial apresentados por indivíduos ou grupos em distintos contextos. Processos de avaliação psicológica, que implicam na utilização de diversos recursos e instrumentos para apoio diagnóstico em níveis individual, grupal, institucional e social. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Desenvolver conhecimentos para atuação em prevenção e promoção da saúde individual e coletiva |
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REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) nos serviços hospitalares do SUS. Brasília, DF: CFP, 2019.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília, DF: CFP, 2022.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) na Atenção Básica à Saúde. Brasília, DF: CFP, 2019. COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) nos Programas e Serviços de IST/HIV/aids. Brasília, DF: CFP, 2020.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) em políticas públicas de direitos sexuais e direitos reprodutivos. Brasília, DF: CFP, 2025.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Como a Psicologia pode contribuir para o avanço do SUS: orientações para gestores. 2013.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética Profissional do Psicólogo. Brasília, 2005. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Manual orientativo de registro e elaboração de documentos psicológicos. Brasília, DF: CFP, 2025. |
||||||
7º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI021 |
Ética em Psicologia |
4.4.0.0 |
60 |
|
|
GPSI001 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
A Ética nas principais correntes filosóficas. A práxis da psicóloga e suas dimensões éticas. Legislação relativa à Psicologia. Desafios do fazer ético em psicologia na contemporaneidade. O Sistema Conselhos de Psicologia. Regulamentação da profissão e credenciamento profissional. O Código de Ética Profissional do Psicólogo. Ética e a Bioética. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Compreender as dimensões éticas da psicologia enquanto ciência e profissão. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BOFF, L. Ética e moral: a busca dos fundamentos. Petrópolis: Vozes, 2003.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética Profissional dos Psicólogos. Brasília, DF:CFP, 2005.
ROMARO, Rita Aparecida. Ética na Psicologia. 4. Ed. Petrópolis: Rio de Janeiro, 2014.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
BUTLER, Judith. A força da não violência: um vínculo ético-político. São Paulo: Boitempo, 2021. LA TAILLE, Y. Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
LEITE, Lidiane; ARAGÃO, Elizabeth Maria Andrade. O exercício ético na constituição do sujeito político como cidadão. Fractal: Revista de Psicologia, v. 22, p. 543-556, 2010.
LIONÇO, T. Psicologia, democracia e laicidade em tempos de fundamentalismo religioso no Brasil. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 37, suplemento, p. 208-223, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1982-3703160002017.
MUNIZ, M. Ética na avaliação psicológica: velhas questões, novas reflexões. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 38, suplemento, p. 133-146, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1982-3703000209682. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI032 |
Psicodiagnóstico |
4.3.1.0 |
45 |
30 |
|
GPSI020 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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|
EMENTA |
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|
Histórico do Psicodiagnóstico. Conceito, delimitação teórica e dimensão ética do processo psicodiagnóstico. Entrevista psicológica e raciocínio clínico. Técnicas de diagnóstico psicológico nas diferentes faixas etárias. Devolução dos resultados. Elaboração e escrita de Documentos Psicológicos(de acordo com as normas do Conselho Federal de Psicologia). |
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OBJETIVO GERAL: |
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|
Realizar o processo psicodiagnóstico utilizando métodos, técnicas e postura ética. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) CUNHA, J. A. Psicodiagnóstico – V. Porto Alegre: Artmed, 2007.
HUTZ, C. S.; BANDEIRA, D. R.; TRENTINI, C. M.; KRUG, J. S. (Orgs.). Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artmed, 2016.
TRINCA, W. Diagnóstico psicológico: a prática clínica. In: Diagnóstico psicológico: a prática clínica. São Paulo: Vetor Editora, 2022.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
BAPTISTA, M. N. et al. Compêndio de Avaliação Psicológica. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução nº 31, de 15 de dezembro de 2022. Estabelece diretrizes para a realização de Avaliação Psicológica no exercício profissional da psicóloga e do psicólogo, regulamenta o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos – SATEPSI e revoga a Resolução CFP nº 09/2018. Brasília, DF, 2022. HUTZ, C. S.; BANDEIRA, D. R.; TRENTINI, C. M. (Orgs.). Avaliação psicológica da inteligência e da personalidade. Porto Alegre: Artmed, 2018.
VILLEMOR-AMARAL, A. E.; PASIAN, S. R.; AMPARO, D. M. (Eds.). Avanços em Métodos Projetivos. Hogrefe, 2022.
VILLEMOR-AMARAL, A. E.; WERLANG, B. S. G. (Orgs.). Atualizações em Métodos Projetivos para Avaliação Psicológica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2016. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI030 |
Psicologia da Saúde |
4.4.0.0 |
60 |
|
|
GPSI008 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Introdução às epistemologias da psicologia da saúde. Conceituação, enfoques teóricos e metodológicosda psicologia da saúde. Rede de atenção à saúde e práticas psicológicas nos diferentes contextos públicos e privados (hospitais, unidades básicas de saúde, centros comunitários, centros de atenção psicossocial e outros). Clínica ampliada, integralidade, intersetorialidade, interdisciplinaridade, transdisciplinaridade e participação popular em saúde. Atuação em políticas públicas de saúde no cenário amazônico. Abordagens de temáticas transversais da psicologia no campo da saúde coletiva e saúde mental. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Compreender os aspectos históricos, definições e práticas em psicologia da saúde. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (BRASIL). Referências técnicas para atuação depsicólogas(os) na atenção básica à saúde. 2. ed. Brasília: CFP, 2019.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (BRASIL). Referências técnicas para atuação depsicólogas(os) nos serviços hospitalares do SUS. 1. ed. Brasília: CFP, 2019.
SPINK, M. J. Psicologia Social e Saúde: práticas, saberes e saúde. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (BRASIL). Referências técnicas para atuação depsicólogas (os) no CAPS – Centro de Atenção Psicossocial. Ed. rev. Brasília: CFP, 2022
EL KADRI, Michele Rocha; SCHWEICKARDT, Júlio Cesar; FREITAS, Carlos Machado de. Os modos defazer saúde na Amazônia das Águas. Interface - Comunicação, Saúde, Educação [online]. 20.
PAIM, Jairnilson Silva; ALMEIDA-FILHO, Naomar de. Saúde coletiva: teoria e prática 2ª.ed. Rio de Janeiro. Medbook, 2023. STRAUB, Richard. O. Psicologia da saúde: uma abordagem biopsicossocial. Artes Médicas: PortoAlegre, 2014. SIMONETTI, A. Manual de psicologia hospitalar: o mapa da doença. Artesã, 2018. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI031 |
Estágio em Processos Psicossociais e Interculturalidade I |
6.0.6.0 |
0 |
180 |
0 |
GPSI050 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Atividade de formação, programada e supervisionada a partir de referencial específico à produção de conhecimento e intervenção em psicologia e processos psicossociais. Práticas integrativas em contextos organizacional, comunitário ou educacional; em instituições públicas e privadas. Desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes à ação profissional em psicologia e processos psicossociais. Promoção de qualidade de vida das pessoas e das coletividades intervindo para eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. |
||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Articular e integrar a práxis da psicóloga objetivando atuar de forma crítica e ética em processos psicossociais, desenvolvendo práticas integrativas em diversos contextos organizacionais, comunitários e educacionais no contexto amazônico. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética do Psicólogo. Brasília. CFP, 2005.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Documento de Orientação Sobre Estágios de Graduação em Psicologia. Brasília, DF: Conselho Federal de Psicologia; Associação Brasileira de Ensino de Psicologia, 2024.
LAZZARATO, M. Signos, Máquinas e Subjetividades. São Paulo: Edições SESC/N-1 Edições. 2014.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ANTUNES, R. O privilégio da servidão: O novo proletário de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo. 2018
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação em centros de referência especializados na assistência social (CREAS). Brasília, DF: CFP, 2013.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) para a atuação de psicólogas(os) com povos tradicionais. Brasília: CFP, 2019.
FREITAS, M.F.Q. de. Práxis e formação em Psicologia Social Comunitária: exigências e desafios ético-políticos. Revista Estpsi, 2015.
SAWAIA, B. (Org.). As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. Petrópolis: Vozes, 2017 |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI027 |
Estágio em Processos de Saúde I |
6.0.6.0 |
|
180 |
|
GPSI051 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Atividade de formação, programada e supervisionada a partir de referencial específico à produção de conhecimento e intervenção em psicologia e processos de saúde. Práticas e/ou cuidados coletivos e individuais nos contextos clínicos, de saúde mental e/ou coletiva em instituições públicas e/ou privadas. Desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes à ação profissional para promoção de saúde das pessoas e das coletividades no contexto amazônico considerando suas especificidades/regionalidades. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Articular e integrar a práxis da psicóloga objetivando promoção de saúde no contexto amazônico. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética do Psicólogo. Brasília. CFP, 2005.
FOUCAULT, Michel. O nascimento da clínica. Tradução de Roberto Machado. 7. ed. Rio de Janeiro:Forense Universitária, 2015.
LEVENFUS, R. S. (Org.). Orientação Vocacional e de Carreira em contextos clínicos eeducativos.Porto Alegre: Artmed, 2016 COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília, DF: CFP, 2022.
EIZERIK, Cláudio Laks; AGUIAR, Rogério Wolf; SCHESTATSKY, Sidnei, S. (Orgs). Psicoterapia deOrientação Analítica: fundamentos e clínicos. 3 ed. Porto Alegre: ArtMed, 2015.
FOUCAULT, Michel.Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). Tradução de EduardoBrandão. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.
HUTZ, C. S. et al. (Org.). Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artmed, 2016 JERUSALINSKY, Alfredo; FENDRIK, Silvia. O livro negro da psicopatologia contemporânea. São Paulo:Via Lettera, 2011. |
||||||
8º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI025 |
Psicologia Ambiental |
4.4.0.0 |
60 |
|
|
GPSI009 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
História e desenvolvimento da Psicologia Ambiental. Conceitos e temas fundamentais nos estudos sobrea relação pessoa-ambiente. Processos urbanos, rurais, comunitários, clínicos, institucionais e de saúde.Contextos e processos em Educação Ambiental na Amazônia. Territorialidades e interseccionalidade entre raça, etnia, classe e gênero. Desafios do Desenvolvimento Sustentável e os impactos dos Objetivosdo Desenvolvimento Sustentável. Pesquisa-ação e percursos metodológicos nos estudos sobre a relação pessoa-ambiente. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Compreender a emergência da Psicologia Ambiental, seu desenvolvimento histórico, teórico emetodológico nas interfaces disciplinares. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CAVALCANTE, S.; ELALI, G. A. (Orgs.). Temas básicos em psicologia ambiental. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2011.
CAVALCANTE, S.; ELALI, G. A. (Orgs.). Psicologia ambiental: conceitos para a leitura pessoa-ambiente. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2018.
MOSER, G. Introdução à psicologia ambiental: pessoa e ambiente. São Paulo, SP: Editora Alínea, 2018. COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CALEGARE, M. G. A.; HIGUCHI, M. I. G. Nos interiores da Amazônia: leituras psicossociais. Curitiba, PR: Editora CRV, 2016.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (Brasil). Catálogo de práticas em psicologia ambiental [recurso eletrônico]. Dados eletrônicos (PDF). Brasília, DF, 2022. ISBN 978-65- 89369-26-.
HIGUCHI, M. I. G.; ALBUQUERQUE, D. S. (Orgs.). Cronologias na relação pessoa- ambiente. Curitiba, PR: Editora CRV, 2022.
HIGUCHI, M. I. G.; KUHNEN, A.; PATO, C. (Orgs.). Psicologia Ambiental em contextos urbanos. Florianópolis, SC: Edições do Bosque, 2019.
HIGUCHI, M. I. G.; LACERDA, J. C. (Orgs.). Relações Pessoa-Ambiente Amazônico. Rio de Janeiro, RJ: Autografia, 2020. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI041 |
Estágio em Processos de Saúde II |
6.0.6.0 |
|
180 |
|
GPSI027 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Atividade de formação, programada e supervisionada a partir de referencial específico à produção de conhecimento e intervenção em psicologia e processos de saúde. Práticas e/ou cuidados coletivos e individuais nos contextos clínicos, de saúde mental e/ou coletiva em instituições públicas e/ou privadas. Desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes à ação profissional para promoção de saúde das pessoas e das coletividades no contexto amazônico considerando suas especificidades/regionalidades. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Articular e integrar a práxis da psicóloga objetivando promoção de saúde no contexto amazônico. |
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|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética do Psicólogo. Brasília. CFP, 2005.
FOUCAULT, Michel. O nascimento da clínica. Tradução de Roberto Machado. 7. ed. Rio de Janeiro:Forense Universitária, 2015.
LEVENFUS, R. S. (Org.). Orientação Vocacional e de Carreira em contextos clínicos eeducativos.Porto Alegre: Artmed, 2016 COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília, DF: CFP, 2022.
EIZERIK, Cláudio Laks; AGUIAR, Rogério Wolf; SCHESTATSKY, Sidnei, S. (Orgs). Psicoterapia deOrientação Analítica: fundamentos e clínicos. 3 ed. Porto Alegre: ArtMed, 2015.
FOUCAULT, Michel.Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). Tradução de EduardoBrandão. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.
HUTZ, C. S. et al. (Org.). Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artmed, 2016 JERUSALINSKY, Alfredo; FENDRIK, Silvia. O livro negro da psicopatologia contemporânea. São Paulo:Via Lettera, 2011. |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI035 |
Estágio em Processos Psicossociais e Interculturalidade II |
6.0.6.0 |
0 |
180 |
0 |
GPSI031 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Atividade de formação, programada e supervisionada a partir de referencial específico à produção de conhecimento e intervenção em psicologia e processos psicossociais. Práticas integrativas em contextos organizacional, comunitário ou educacional; em instituições públicas e privadas. Desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes à ação profissional em psicologia e processos psicossociais. Promoção de qualidade de vida das pessoas e das coletividades intervindo para eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. |
||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Articular e integrar a práxis da psicóloga objetivando atuar de forma crítica e ética em processos psicossociais, desenvolvendo práticas integrativas em diversos contextos organizacionais, comunitários e educacionais no contexto amazônico. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética do Psicólogo. Brasília. CFP, 2005.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Documento de Orientação Sobre Estágios de Graduação em Psicologia. Brasília, DF: Conselho Federal de Psicologia; Associação Brasileira de Ensino de Psicologia, 2024. LAZZARATO, M. Signos, Máquinas e Subjetividades. São Paulo: Edições SESC/N-1 Edições. 2014.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ANTUNES, R. O privilégio da servidão: O novo proletário de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo. 2018
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação em centros de referência especializados na assistência social (CREAS). Brasília, DF: CFP, 2013.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) para a atuação de psicólogas(os) com povos tradicionais. Brasília: CFP, 2019. FREITAS, M.F.Q. de. Práxis e formação em Psicologia Social Comunitária: exigências e desafios ético-políticos. Revista Estpsi, 2015.
SAWAIA, B. (Org.). As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. Petrópolis: Vozes, 2017 |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI045 |
Neoliberalismo e trabalho na contemporaneidade |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
--- |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Neoliberalismo, reestruturação produtiva e precarização do trabalho. Indústria 4.0 e a plataformização do trabalho. Algoritimização e liofilização do trabalho. Transformações subjetivas das experiências de trabalho contemporâneas. O sindicalismo na contemporaneidade e as novas formas de organização política dos trabalhadores e das trabalhadoras. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
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|
Compreender as transformações do trabalho na contemporaneidade e os seus impactos materiais e subjetivos nas experiências dos trabalhadores e das trabalhadoras. |
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|
REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) ANTUNES, R. O privilégio da servidão: O novo proletário de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo. 2018. HARVEY, D. A loucura da razão econômica: Marx e o Capital no século XXI. São Paulo: Boitempo. 2018. MONTEIRO, J. K. (Org.). Trabalho, precarização e resistências. São Luís: EDUFMA. 2021.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ANTUNES, R. (Org.). Uberização, trabalho digital e indústria 4.0. São Paulo: Boitempo. 2020.
CARVALHO-FREITAS, M. N. (Org). Psicologia Organizacional e do Trabalho. Perspectivas teórico-práticas. São Paulo: Vetor Editora. 2022. FISCHER, M. Realismo Capitalista: É mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo? São Paulo: Editora Autonomia Literária. 2020. LAZZARATO, M. Signos, Máquinas e Subjetividades. São Paulo: Edições SESC/N-1 Edições. 2014. NEGRI, A.; HARDT, M. Declaração: isto não é um manifesto. São Paulo: N-1 Edições. 2016. |
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|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI046 |
Reforma psiquiátrica brasileira e luta antimanicomial |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
----- |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
A produção da noção de loucura na modernidade. Experiências de reforma dos modelos de organização do cuidado em saúde mental. Aspectos históricos da luta antimanicomial no Brasil. Tensionamentos na implementação e manutenção da reforma psiquiátrica brasileira. Rede de Atenção Psicossocial e práticas de cuidado em liberdade no campo da saúde mental. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Compreender aspectos da história da loucura, reforma psiquiátrica e luta antimanicomial, bem como das estratégias de cuidado em liberdade no contexto da Rede de Atenção Psicossocial. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) MAGNOS, P. C.; PASSOS, R. G. (Org). Direitos Humanos, Saúde Mental e Racismo: Diálogos à luz do pensamento de Frantz Fanon. Rio de Janeiro: Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. 2020. PEREIRA, m. de O. (Org). Luta Antimanicomial e feminismos: Formação e militâncias. Rio de Janeiro: Editora Autografia. 2020. VASCONCELOS, E. M. Desafios políticos da reforma psiquiátrica brasileira. São Paulo: Hucitec Editora. 2010
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ARBEX, D. Holocausto Brasileiro. 15ª edição. São Paulo: Geração Editorial. 2015. FANON, F. Alienação e liberdade: escritos psiquiátricos. São Paulo: Ubu Editora. 2019. FOUCAULT, M. Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). 2ª edição. São Paulo: Martins Fontes. 2010. PATROCÍNIO, S. do. Reino dos bichos e dos animais é o meu nome. Rio de Janeiro: Azougue editorial. 2001. WHITAKER, R. Anatomia de uma epidemia: Pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz. 2017. |
|||||||
9º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI037 |
Psicologia e Inclusão |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI013 GPSI017 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Desafios da psicologia nos direitos das pessoas com deficiência, marcos históricos e legais. O papel da psicologia na construção de práticas educativas inclusivas. Psicologia e anticapacitismo. Marcadores sociais na consolidação de políticas públicas inclusivas. Formação de psicólogos para inclusão. Psicologia escolar e educação inclusiva. Práticas inclusivas de cuidado e as conexões entre educação, saúde e assistência social. Possibilidade de aplicação do Desenho Universal na prática psicológica. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Conhecer os conceitos e as concepções práticas para uma atuação inclusiva em variados contextosprofissionais da psicologia. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CAIXETA, Juliana Eugênia et al. Inclusão, educação e psicologia: mediações possíveis em diferentes espaços de aprendizagem. Encontrografia, 2020.
FIGUEIRA, Emilio. Psicologia e inclusão: atuações psicológicas em pessoas com deficiência. São Paulo: WAK|S, 2015.
ORRÚ, Sílvia Este; MANTOAN, M. T. E. Re-inventar da inclusão: os desafios da diferença no processo de ensinar e aprender. São Paulo: Vozes, 2017.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CARVALHO, I. S.; FERREIRA, R. F. Processos de exclusão na sociedade contemporânea. Petrópolis, RJ: EDUFAMA, 2013.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Educação inclusiva: experiências profissionais em psicologia. Brasília, DF: Conselho Federal de Psicologia, 2009.
DINIZ, D. O que é deficiência. São Paulo: Brasiliens, 2012.
FIGUEIRA, E. Psicologia e inclusão: atuações psicológicas em pessoas com deficiência. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2015.
UNESCO. Manual para garantir inclusão e equidade na educação. Brasília, DF: UNESCO, 2019. |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI042 |
Estágio em Processos de Saúde III |
6.0.6.0 |
0 |
180 |
0 |
GPSI051 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Atividade de formação, programada e supervisionada a partir de referencial específico à produção de conhecimento e intervenção em psicologia e processos de saúde. Práticas e/ou cuidados coletivos e individuais nos contextos clínicos, de saúde mental e/ou coletiva em instituições públicas e/ou privadas. Desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes à ação profissional para promoção de saúde das pessoas e das coletividades no contexto amazônico considerando suas especificidades/regionalidades. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Articular e integrar a práxis da psicóloga objetivando promoção de saúde no contexto amazônico. |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética do Psicólogo. Brasília. CFP, 2005.
FOUCAULT, Michel. O nascimento da clínica. Tradução de Roberto Machado. 7. ed. Rio de Janeiro:Forense Universitária, 2015.
LEVENFUS, R. S. (Org.). Orientação Vocacional e de Carreira em contextos clínicos eeducativos.Porto Alegre: Artmed, 2016
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília, DF: CFP, 2022.
EIZERIK, Cláudio Laks; AGUIAR, Rogério Wolf; SCHESTATSKY, Sidnei, S. (Orgs). Psicoterapia deOrientação Analítica: fundamentos e clínicos. 3 ed. Porto Alegre: ArtMed, 2015.
FOUCAULT, Michel.Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). Tradução de EduardoBrandão. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.
HUTZ, C. S. et al. (Org.). Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artmed, 2016
JERUSALINSKY, Alfredo; FENDRIK, Silvia. O livro negro da psicopatologia contemporânea. São Paulo:Via Lettera, 2011. |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI036 |
Estágio em Processos Psicossociais e Interculturalidade III |
6.0.6.0 |
0 |
180 |
0 |
GPSI050 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
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|
Atividade de formação, programada e supervisionada a partir de referencial específico à produção de conhecimento e intervenção em psicologia e processos psicossociais. Práticas integrativas em contextos organizacional, comunitário ou educacional; em instituições públicas e privadas. Desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes à ação profissional em psicologia e processos psicossociais. Promoção de qualidade de vida das pessoas e das coletividades intervindo para eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. |
||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Articular e integrar a práxis da psicóloga objetivando atuar de forma crítica e ética em processos psicossociais, desenvolvendo práticas integrativas em diversos contextos organizacionais, comunitários e educacionais no contexto amazônico. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética do Psicólogo. Brasília. CFP, 2005.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Documento de Orientação Sobre Estágios de Graduação em Psicologia. Brasília, DF: Conselho Federal de Psicologia; Associação Brasileira de Ensino de Psicologia, 2024.
LAZZARATO, M. Signos, Máquinas e Subjetividades. São Paulo: Edições SESC/N-1 Edições. 2014.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ANTUNES, R. O privilégio da servidão: O novo proletário de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo. 2018
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação em centros de referência especializados na assistência social (CREAS). Brasília, DF: CFP, 2013.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) para a atuação de psicólogas(os) com povos tradicionais. Brasília: CFP, 2019.
FREITAS, M.F.Q. de. Práxis e formação em Psicologia Social Comunitária: exigências e desafios ético-políticos. Revista Estpsi, 2015.
SAWAIA, B. (Org.). As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. Petrópolis: Vozes, 2017 |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI039 |
Trabalho de Conclusão de Curso em Processos Psicossociais e Interculturalidade I |
4.0.4.0 |
0 |
120 |
0 |
GPSI014 GPSI050 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Orientação individualizada para desenvolvimento de projeto de pesquisa em Processos Psicossociais e Interculturalidade. Ênfase na redação científica, incluindo normatização e formatação segundo padrões acadêmicos vigentes, com foco na elaboração e aprimoramento do projeto de pesquisa. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Desenvolver, com orientação docente, a habilidade para elaborar um projeto de pesquisa em Processos Psicossociais e Interculturalidade, promovendo a competência em redação científica e o domínio das normas de escrita e formatação acadêmica. |
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|
REFERÊNCIAS |
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|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION. Publication manual of the American Psychological Association. 7. ed. Washington, DC: American Psychological Association, 2020.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2018.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS. Metodologia do trabalho científico: normas para a construção de trabalhos acadêmicos. Manaus: EDUA, 2017.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
BARROSO, Sabrina Martins. Pesquisa em psicologia e humanidades: Métodos e contextos contemporâneos. Editora Vozes, 2022.
CRESWELL, John W.; CRESWELL, J. David. Projeto de pesquisa-: Métodos qualitativo, quantitativo e misto. Penso Editora, 2021.
MEIRA, Ana Cláudia Santos. A escrita científica no divã: entre as possibilidades e as dificuldades para com o escrever. Editora Blucher, 2023.
TAKO, Karine Vaccaro; KAMEO, Simone Yuriko. Metodologia da pesquisa científica: dos conceitos teóricos à construção do projeto de pesquisa. Amplla Editora, 2023. THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. Cortez editora, 2025. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI026 |
Trabalho de Conclusão de Curso em Processos de Saúde I |
4.0.4.0 |
0 |
120 |
0 |
GPSI014 GPSI051 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Orientação individualizada para desenvolvimento de projeto de pesquisa em Processos de Saúde. Ênfase na redação científica, incluindo normatização e formatação segundo padrões acadêmicos vigentes, com foco na elaboração e aprimoramento do projeto de pesquisa. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Desenvolver, com orientação docente, a habilidade para elaborar um projeto de pesquisa em Processos de Saúde, promovendo a competência em redação científica e o domínio das normas de escrita e formatação acadêmica. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION. Publication manual of the American Psychological Association. 7. ed. Washington, DC: American Psychological Association, 2020.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2018.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS. Metodologia do trabalho científico: normas para a construção de trabalhos acadêmicos. Manaus: EDUA, 2017.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) CRESWELL, John W.; CRESWELL, J. David. Projeto de pesquisa-: Métodos qualitativo, quantitativo e misto. Penso Editora, 2021.
MEIRA, Ana Cláudia Santos. A escrita científica no divã: entre as possibilidades e as dificuldades para com o escrever. Editora Blucher, 2023.
SCORSOLINI-COMIN, Fábio. Projeto de pesquisa em ciências da saúde: guia prático para estudantes. Editora Vozes, 2021.
TAKO, Karine Vaccaro; KAMEO, Simone Yuriko. Metodologia da pesquisa científica: dos conceitos teóricos à construção do projeto de pesquisa. Amplla Editora, 2023.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. Cortez editora, 2025. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
FEP112 |
Gênero e Cuidado em Saúde |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
---- |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Conceito de gênero e diversidade. A história da mulher Brasileira e seus aspectos contemporâneos. Perspectivas antropológicas e psicossociais sobre saúde, corpo, cuidado, parto, nascimento e maternidade. Violência de gênero nos serviços de saúde e impactos na saúde materna. Obstáculos à humanização da assistência ao parto. A formação dos profissionais de saúde, organização dos serviços de saúde e as implicações na morbimortalidade materna. Intervenções em Saúde Pública propostas para prevenir e mitigar a violência obstétrica. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Promover aos discentes de saúde e áreas afins a compreensão da violência de gênero nos serviços de saúde para que desenvolvam habilidades de intervenção profissional promotoras da equidade de gênero, em especial no contexto da saúde materna. |
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|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BOURDIEU, P. O poder simbólico. 4. ed. Rio de Janeiro:Bertrand Brasil, 2001.
FOUCAULT, M. História da Sexualidade:a vontade de saber. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz na Terra, 2015.
SPIVAK, G. C. Pode o Subalterno Falar? Editora UFMG, Belo Horizonte, 2010.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ALZUGUIR, Fernanda; NUCCI, Marina. Maternidade mamífera? Concepções sobre natureza e ciência em uma rede social de mães. Mediações – Revista de Ciências Sociais,v. 20, n. 1, p. 217-238, 2015.
BADINTER, Elizabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Brasil. Ministério da Saúde. Humanização do parto e do nascimento / Ministério da Saúde. Universidade Estadual do Ceará. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 465 p. : il. – (Cadernos HumanizaSUS ; v. 4)
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa – Brasília : Ministério da Saúde, 2016.
DINIZ, S. A vagina-escola. COMUNICAÇÃO SAÚDE EDUCAÇÃO 2016; 20(56):253-9. Problemas de Gênero - Feminismo e Subversão da Identidade - Col. Sujeito & História - 8ª Ed. 2015
SCHIEBINGER, Londa. Mamíferos, primatologia e sexologia. In: PORTER, Roy;TECH, Mikolas. Conhecimento sexual, ciência sexual. São Paulo: Editora Unesp, 1998,p. 219-246. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI047 |
Psicologia e Problemas Ambientais |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI001 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Apresentação de conceitos fundamentais do comportamento humano na relação com o ambiente. Análise psicossocial das relações do ser humano e seu meio ambiente e os impactos produzidos pela sociedade contemporânca. Estudo de representações, percepções, atitudes e sentimentos associados ao meio ambiente natural e construido. Apresentar possíveis campos de atuação da psicologia na interface com a educação ambiental. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Desenvolver conhecimento de conceitos a respeito da temática ambiental e do comportamento humano na relação com o ambiente, a partir dos gravas problemas ambientais emergentes. |
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|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) na Gestão Integral de Riscos, Emergências e Desastres. Brasília, DF: CFP, 2024.
CORTÉS, B.; ARAGONÉS, J. L.; AMÉRIGO, M.; SEVILIANO, V. Los problemas ambientales como objeto de conocimiento científico y escenarios de intervención psicosocial. Intervención Psicosocial, v. 11, n. 3, p. 277-287, 2002.
ZACARIAS, Elisa Ferrari Justulin; HIGUCHI, Maria Inês Gasparetto. Relação pessoa- ambiente: caminhos para uma vida sustentável. Interações (Campo Grande), v. 18, p. 121-129, 2017.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
GUATTARI, Félix. As três ecologias. São Paulo: Papirus, 1993.
GUNTHER, H.; PINHEIRO, J. Q.; GUZZO, R. (Org.). Psicologia ambiental: entendendo as relações do homem com seu ambiente. Campinas: Editora Alínea, 2004.
GUTIERREZ, D. D.; LEMOS, S. M.; HIGUCHI, M. I. Gênero, identidade e ambiente: o cotidiano numa ocupação espontânea em Manaus-Amazonas. Revista Dialógica: Revista Eletrônica da FACED/UFAM, v. 1, n. 3, 2007. Disponível em: http://dialogica.ufam.edu.br/dialogican3.htm. Acesso em: 24 nov. 2025.
HIGUCHI, Maria Inês Gasparetto; DE SOUSA SANTOS, Eloisa. Perspectivas Éticas de Jovens sobre o dilema socioambiental na Construção de Hidrelétrica na Amazônia. Revista Interamericana de Psicología/Interamerican Journal of Psychology, v. 57, n. 2, p. e1711-e1711, 2023.
HIGUCHI, M. L. L. G. Construindo caminhos de protagonismo socioambiental com adolescentes. In: CASTRO, L. R.; BESSET, V. L. (Org.). Pesquisa-intervenção na infância e juventude. Rio de Janeiro: Trarepa/FAPERJ, 2008. |
|||||||
10º PERÍODO
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI038 |
Estágio em Processos Psicossociais e Interculturalidade IV |
6.0.6.0 |
0 |
18 0 |
0 |
GPSI036 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Atividade de formação, programada e supervisionada a partir de referencial específico à produção de conhecimento e intervenção em psicologia e processos psicossociais. Práticas integrativas em contextos organizacional, comunitário ou educacional; em instituições públicas e privadas. Desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes à ação profissional em psicologia e processos psicossociais. Promoção de qualidade de vida das pessoas e das coletividades intervindo para eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. |
||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Articular e integrar a práxis da psicóloga objetivando atuar de forma crítica e ética em processos psicossociais, desenvolvendo práticas integrativas em diversos contextos organizacionais, comunitários e educacionais no contexto amazônico. |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética do Psicólogo. Brasília. CFP, 2005.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Documento de Orientação Sobre Estágios de Graduação em Psicologia. Brasília, DF: Conselho Federal de Psicologia; Associação Brasileira de Ensino de Psicologia, 2024. LAZZARATO, M. Signos, Máquinas e Subjetividades. São Paulo: Edições SESC/N-1 Edições. 2014.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS) ANTUNES, R. O privilégio da servidão: O novo proletário de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo. 2018
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação em centros de referência especializados na assistência social (CREAS). Brasília, DF: CFP, 2013.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) para a atuação de psicólogas(os) com povos tradicionais. Brasília: CFP, 2019. FREITAS, M.F.Q. de. Práxis e formação em Psicologia Social Comunitária: exigências e desafios ético-políticos. Revista Estpsi, 2015.
SAWAIA, B. (Org.). As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. Petrópolis: Vozes, 2017 |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
EXT |
||||
|
GPSI043 |
Estágio em Processos de Saúde IV |
6.0.6.0 |
0 |
180 |
0 |
GPSI042 |
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Atividade de formação, programada e supervisionada a partir de referencial específico à produção de conhecimento e intervenção em psicologia e processos de saúde. Práticas e/ou cuidados coletivos e individuais nos contextos clínicos, de saúde mental e/ou coletiva em instituições públicas e/ou privadas. Desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes à ação profissional para promoção de saúde das pessoas e das coletividades no contexto amazônico considerando suas especificidades/regionalidades. |
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|
OBJETIVO GERAL: |
||||||
|
Articular e integrar a práxis da psicóloga objetivando promoção de saúde no contexto amazônico. |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética do Psicólogo. Brasília. CFP, 2005.
FOUCAULT, Michel. O nascimento da clínica. Tradução de Roberto Machado. 7. ed. Rio de Janeiro:Forense Universitária, 2015.
LEVENFUS, R. S. (Org.). Orientação Vocacional e de Carreira em contextos clínicos eeducativos.Porto Alegre: Artmed, 2016
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Brasília, DF: CFP, 2022.
EIZERIK, Cláudio Laks; AGUIAR, Rogério Wolf; SCHESTATSKY, Sidnei, S. (Orgs). Psicoterapia deOrientação Analítica: fundamentos e clínicos. 3 ed. Porto Alegre: ArtMed, 2015.
FOUCAULT, Michel.Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). Tradução de EduardoBrandão. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010. HUTZ, C. S. et al. (Org.). Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artmed, 2016 JERUSALINSKY, Alfredo; FENDRIK, Silvia. O livro negro da psicopatologia contemporânea. São Paulo:Via Lettera, 2011. |
||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI040 |
Trabalho de Conclusão de Curso em Processos Psicossociais e Interculturalidade II |
4.0.4.0 |
0 |
120 |
0 |
GPSI039 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Orientação individualizada para o desenvolvimento, elaboração e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso em Processos Psicossociais e Interculturalidade, com opção de apresentação em formato de monografia ou artigo científico. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Desenvolver a capacidade para planejar, elaborar, apresentar e defender Trabalho de Conclusão de Curso em Processos Psicossociais e Interculturalidade, promovendo a aquisição de competências em pesquisa científica, organização e comunicação acadêmica, tanto na forma de monografia quanto de artigo científico. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
ANTUNES, Mitsuko Aparecida Makino; SANTOS, Ruzia Chaouchar dos. Método e perspectiva crítica na pesquisa em psicologia e educação: contribuição para a práxis educacional. Psicologia da Educação, n. 54, p. 1-6, 2022.
BRASIL. Lei nº 14.874, de 28 de maio de 2024. Dispõe sobre a pesquisa com seres humanos e institui o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos. Brasília, DF, 2024.
SILVEIRA, Marília; MORAES, Marcia; DE TOLEDO QUADROS, Laura Cristina (Ed.). PesquisarCOM: caminhos férteis para a pesquisa em Psicologia. Nau Editora, 2023.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION. Publication manual of the American Psychological Association. 7. ed. Washington, DC: American Psychological Association, 2020.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2018.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conselho Nacional de Saúde. Resolução CNS nº 510, de 7 de abril de 2016. Dispõe sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais. Brasília, DF, 2016. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conselho Nacional de Saúde. Resolução CNS nº 738, de 1 de fevereiro de 2024. Dispõe sobre uso de bancos de dados com finalidade de pesquisa científica envolvendo seres humanos. Brasília, DF, 2024.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS. Metodologia do trabalho científico: normas para a construção de trabalhos acadêmicos. Manaus: EDUA, 2017. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI044 |
Trabalho de Conclusão de Curso em Processos de Saúde II |
4.0.4.0 |
0 |
120 |
0 |
GPSI026 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Orientação individualizada para o desenvolvimento, elaboração e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso em Processos de Saúde, com opção de apresentação em formato de monografia ou artigo científico. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Desenvolver a capacidade para planejar, elaborar, apresentar e defender Trabalho de Conclusão de Curso em Processos de Saúde, promovendo a aquisição de competências em pesquisa científica, organização e comunicação acadêmica, tanto na forma de monografia quanto de artigo científico. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
ANTUNES, Mitsuko Aparecida Makino; SANTOS, Ruzia Chaouchar dos. Método e perspectiva crítica na pesquisa em psicologia e educação: contribuição para a práxis educacional. Psicologia da Educação, n. 54, p. 1-6, 2022.
BRASIL. Lei nº 14.874, de 28 de maio de 2024. Dispõe sobre a pesquisa com seres humanos e institui o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos. Brasília, DF, 2024.
SILVEIRA, Marília; MORAES, Marcia; DE TOLEDO QUADROS, Laura Cristina (Ed.). PesquisarCOM: caminhos férteis para a pesquisa em Psicologia. Nau Editora, 2023.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION. Publication manual of the American Psychological Association. 7. ed. Washington, DC: American Psychological Association, 2020.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2018.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conselho Nacional de Saúde. Resolução CNS nº 510, de 7 de abril de 2016. Dispõe sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais. Brasília, DF, 2016. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Conselho Nacional de Saúde. Resolução CNS nº 738, de 1 de fevereiro de 2024. Dispõe sobre uso de bancos de dados com finalidade de pesquisa científica envolvendo seres humanos. Brasília, DF, 2024.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS. Metodologia do trabalho científico: normas para a construção de trabalhos acadêmicos. Manaus: EDUA, 2017. |
|||||||
PROGRAMA DE ENSINO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI052 |
Abordagens psicanalíticas kleinianas |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI012 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
História do movimento kleiniano. Principais conceitos teóricos e técnicos do pensamento de Melanie Klein: as fantasias inconscientes, o mundo interno e psiquismo arcaico, a teoria das posições, a técnica do brincar e a psicanálise de crianças, a formulação das interpretações. Desenvolvimentos do pensamento kleiniano e pós-kleiniano. As formulações de inspiração kleiniana e pós-kleiniana na América Latina e no Brasil. Possibilidades de instrumentalização das ideias kleinianas e pós-kleinianas em contextos amazônicos. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Conhecer os fundamentos e as aplicações do pensamento kleiniano e pós-kleiniano. |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
KLEIN, M. Amor, culpa e reparação e outros ensaios 1921-45. São Paulo: Ubu Editora, 2023. KLEIN, M. Inveja, gratidão e outros ensaios 1946-63. São Paulo: Ubu Editora, 2023. ROTH, Priscilla e LEMMA, Alessandra (ORGS). Revisitando “Inveja e Gratidão”. São Paulo: Blucher, 2020.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ARAÚJO, Ana Karina Fachini; VIANA, Suzana Alves e DIAS, Talita Cristina Somesi (ORGS.). O pensar hoje: ataques ao pensamento na atualidade a partir das contribuições de Klein e Bion. São Paulo: Blucher, 2022.
CINTRA, Elisa Maria Ulhoa e RIBEIRO, Marina F. R. (ORGS). Melanie Klein na psicanálise contemporânea: teoria, clínica e cultura. São Paulo: Zagodoni, 2019.
GROTSTEIN, James. “... no entanto, ao mesmo tempo e em outro nível...”: teoria e técnica psicanalítica na linha kleiniana/bioniana. Vol 1. São Paulo: Blucher, 2017.
TORRES, Marck de Souza Torres; OLIVEIRA, Sérgio Sócrates Baçal; MELO, Fabiane da Fontoura Messias; TAVARES, Enio de Souza e CHACON, Adonai (ORGS). O Norte na Psicanálise: saberes e práticas amazônidas. Manaus: EDUA, 2021.
SOCHA, Alexandre (ORG.). Melanie Klein: autobiografia comentada. São Paulo: Blucher, 2019. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
GPSI053 |
Abordagens psicanalíticas bionianas |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI012 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
|||||||
|
Perspectiva histórico-conceitual do pensamento de Wilfred Bion: o momento de grupos, o momento kleiniano, o momento epistemológico, o momento místico/estético. A teoria do pensar; a teoria das transformações; capacidade negativa; a questão do uso dos modelos; o uso da rêverie na sessão analítica e a linguagem de êxito. Desenvolvimento do pensamento bioniano e pós- bioniano na literatura psicanalítica internacional. As formulações de inspiração bionianas e pós- bionianas na América Latina e no Brasil. Possibilidades de instrumentalização das ideias bionianas e pós-bionianas em contextos amazônicos. |
|||||||
|
OBJETIVO GERAL: |
|||||||
|
Conhecer os fundamentos e as aplicações do pensamento bioniano e pós-bioniano |
|||||||
|
REFERÊNCIAS |
|||||||
|
BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BION, Wilfred Ruprecht. Transformações. São Paulo: Hirondel Editora, 2021. BION, Wilfred Ruprecht. Aprender da experiência. São Paulo: Blucher, 2021. KIRSCHBAUM, Isaías. Breve introdução a algumas idéias de Bion. São Paulo: Blucher, 2017.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
BION, Wilfred Ruprecht. No entanto... pensando melhor. São Paulo: Blucher, 2022. GEBER, Inácio e FIGUEIREDO, Luís Cláudio. Por que Bion? São Paulo: Zagodoni, 2018. REZZE, Cecil José; CAMARGO, Celso Antônio Vieira e MARRA, Evelise de Souza (ORGS). Bion: transferências, transformações e encontro estético. São Paulo: Primavera Editorial, 2016.
SANDLER, Paulo. A linguagem de Bion: um dicionário enciclopédico de conceitos. São Paulo: Blucher, 2021.
TORRES, Marck de Souza Torres; OLIVEIRA, Sérgio Sócrates Baçal; MELO, Fabiane da Fontoura Messias; TAVARES, Enio de Souza e CHACON, Adonai (ORGS). O Norte na Psicanálise: saberes e práticas amazônidas. Manaus: EDUA, 2021. |
|||||||
|
Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
EXT |
|||||
|
FEP111 |
Psicodinâmica do Trabalho |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI015 |
|
|
Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
||||||
|
EMENTA |
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Histórico e construções conceituais em psicopatologia do trabalho. Da psicopatologia do trabalho à psicodinâmica do trabalho. Articulação entre ergonomia e psicodinâmica do trabalho. Situação de trabalho e principais conceitos da psicodinâmica do trabalho. Críticas aos fundamentos da avaliação relacionada ao trabalho. Pesquisas e intervenções em saúde (mental) e trabalho no Brasil. |
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OBJETIVO GERAL: |
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Viabilizar um espaço para reflexão da Psicodinâmica do Trabalho como uma metodologia de pesquisa e de intervenção que inovou na compreensão e nas abordagens em Saúde e Trabalho. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS) DEJOURS, C. Addendum - Da Psicopatologia à Psicodinâmica do Trabalho. In: LANCMAN, S. e SZNELWAR, L.I. Christophe Dejours Da Psicopatologia à Psicodinâmica do Trabalho. Rio de Janeiro : Ed. Fiocruz, Brasília : Paralelo, 2004, p.47-104.
DEJOURS, C. Trabalho, Tecnologia e Organização. Avaliação do trabalho submetida à prova do real. Crítica aos fundamentos da avaliação. Série Trabalho, tecnologia e organização, n. 2. Orgs: Laerte I. Snelwar e Fausto L. Mascia. São Paulo: Blucher, 2008.
MENDES, Ana Magnólia (Org). Psicodinâmica do trabalho: teoria, método e pesquisas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
BENDASSOLLI, Pedro F.; SOBOLL, Lis Andrea. Métodos de pesquisa e intervenção em psicologia do trabalho: clínicas do trabalho. Editora Atlas SA, 2014.
BENDASSOLLI, Pedro F.; SOBOLL, Lis Andrea P. Introdução às clínicas do trabalho: aportes teóricos, pressupostos e aplicações. 2011. p. 304-304.
DEJOURS, Christophe. Trabalho Vivo. Sexualidade e Trabalho. Vol.1. Brasília: Paralelo 15, 2012. DEJOURS, C.; ABDOUCHELI, E.; JAYET, C. Psicodinâmica do trabalho: contribuições da escola dejouriana à análise da relação prazer, sofrimento e trabalho. São Paulo: Atlas, 1994. MOLINIER, Pascale. O trabalho e a psique. Uma introdução à psicodinâmica do trabalho. Tradução: Franck Soudant. Brasília: Paralelo 15, 2013 |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
EXT |
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FEP046 |
Orientação Profissional |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
GPSI020 |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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EMENTA |
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Histórico da Orientação Profissional e terminologias. Enfoques teóricos na Orientação Profissional. Teoria Life Design e Construção da Carreira. Avaliação Psicológica e a interface com a Orientação Profissional e de Carreira. Abordagem no âmbito educacional: educação para a carreira. Abordagem em contexto clínico: identidade, subjetividade e escolhas. Técnicas individuais e grupais na Orientação Profissional e de Carreira. |
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OBJETIVO GERAL: |
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Conhecer a área da Orientação Profissional e de Carreira, percebendo sua importância e as possibilidades de atuação do psicólogo nos contextos educativos e clínicos. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
LEVENFUS, R. S. (Org.). Orientação Vocacional e de Carreira em contextos clínicos e educativos. Porto Alegre: Artmed, 2016.
RIBEIRO, M. A. & MELO-SILVA, L. L. (Orgs.). Compêndio de Orientação Profissional e de Carreira. Volume 1: perspectivas históricas e enfoques teóricos clássicos e modernos. São Paulo: Vetor, 2011.
RIBEIRO, M. A. & MELO-SILVA, L. L. (Orgs.). Compêndio de Orientação Profissional e de Carreira. Volume 2: enfoques teóricos contemporâneos e modelos de intervenção. São Paulo: Vetor, 2011.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
AMBIEL, R. A. M., LAMAS, K. C. A. & MELO-SILVA, L. L. Avaliação dos Interesses Profissionais no Brasil: revisão da produção científica. Avaliação Psicológica, 15 (n. esp), pp. 1-9, 2016.
DUARTE, M.E., LASSANCE, M.C., SAVICKAS, M.L., NOTA, L.; ROSSIER, J., DAUWALDER, J. P., GUICHARD, J., SORESI, S.; VAN ESBROECK, R. & VAN VIANEN, A. E. M. A. Construção da Vida: Um Novo Paradigma para Entender a Carreira no Século XXI Interamerican Journal of Psychology, 44(2), pp. 392-406. Sociedad Interamericana de Psicología Puerto Rico, 2010. GUICHARD, J. Quais os desafios para o aconselhamento em orientação no início do século 21? Revista Brasileira de Orientação Profissional, 13(2), pp.139-152, 2012.
MELO-SILVA, L. L., LASSANCE, M. C. P. & SOARES, D. H. P. A Orientação Profissional no contexto da Educação e Trabalho. Revista Brasileira de Orientação Profissional, 5 (2), pp. 31 – 52, 2004.
NEIVA, K. M. C. Processos de Escolha e Orientação Profissional. São Paulo: Vetor, 2007. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
EXT |
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FEP106 |
Medicalização da Vida |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
------ |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Psicologia |
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EMENTA |
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Apontamentos históricos acerca do termo medicalização. A medicalização na contemporaneidade e seus efeitos na vida cotidiana. Relações entre escola e medicalização. |
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OBJETIVO GERAL: |
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Refletir sobre a medicalização da vida e possibilitar ao participante uma perspectiva para além da visão biomédica de saúde. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
FOUCAULT, Michel. O nascimento da clínica. Tradução de Robert o Machado. 7.ed. Rio de Janeiro: Forense Universit ária, 2015.
CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA E GRUPO INTERINSTITUCIONAL QUEIXA ESCOLAR (Org.). Medicalização de crianças e adolescentes: conflitos silenciados pela redução de questões sociais a doenças de indivíduos. 2. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2015.
ZORZANELLI, Rafaela; BEZERRA JR, Benilt on; COSTA, Jurandir Freire (Org.). A criação dos diagnósticos na psiquiatria contemporânea. 1. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2014.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
ARMANDO, Gisela Giglio; MENEZES, Lucianne Sant' Anna; VIEIRA, Pat rícia (Orgs.). Medicação ou Medicalização? São Paulo: Primavera, 2014. (Coleção do Departamento de Formação em Psicanálise da Sedes Sapientiae).
BIRMAN, Joel. O sujeito na contemporaneidade: espaço, dor e desalento na atualidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012.
JERUSALINSKY, Alfredo; FENDRIK, Silvia. O livro negro da psicopatologia contemporânea. São Paulo: Via Let t era, 2011.
TEIXEIRA, Antônio; CALDAS, Heloísa (Orgs.). Psicopatologia lacaniana I: semiologia. 1. ed. Belo Horizonte - MG: Autêntica, 2017. WHITAKER, Robert . Anatomia de uma epidemia: pílulas magicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombro da doença mental. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Edit ora Fiocruz, 2017. |
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Sigla |
Disciplina |
CR |
CH |
PR |
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T |
P |
EXT |
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IHP123 |
Língua Brasileira de Sinais B |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
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Departamento ou Coordenação ofertante: |
Coordenação de Letras- Libras. |
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EMENTA |
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História, Fundamentos da Educação de Surdos; Pedagogia Surda/Visual; e Teorias Parâmetros da Libras; noções básicas de linguística da Libras; Conteúdos básicos de Libras; As legislações e o Sujeito Surdo; Mitos sobre a Surdez, pessoa surda e Língua de Sinais; surda e artefatos culturais; Identidades surdas. |
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OBJETIVO GERAL: |
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Construir conhecimentos acerca da Língua Brasileira de Sinais, do ser Surdo, quebrando o estigma da deficiência, através do reconhecimento da sua Língua, da sua Cultura, das suas Identidades, e Pedagogias Surda/Visual. |
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REFERÊNCIAS |
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BÁSICAS: (3 REGISTROS)
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua de Sinais Brasileira, Volume I: Sinais de A a L. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2010.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua de Sinais Brasileira, Volume II: Sinais de M a Z. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2010.
COMPLEMENTARES: (5 REGISTROS)
CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionario Enciclopedico Ilustrado Trilingue da Língua de Sinais Brasileira, Volume II: Sinais de M a Z. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2010.
FELIPE, Tania A. MONTEIRO, Myrna S. Libras em contexto: curso básico: livro do aluno. 5 ed. Brasília: MEC/SEESP. 2006.
GESSER, Audrei. Libras ?: que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editoral, 2009. QUADROS, Ronice Muller de. KARNOPP, Lodenir Becker. Língua brasileira de sinais: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SÁ, Nidia Regina Limeira de. Educação de surdos: a caminho do bilinguismo. Niterói: EDUFF, 1999. |
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ANEXO IV
NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO DO CURSO DE PSICOLOGIA
Apresentação
Este regimento tem o intuito de direcionar a organização das atividades de estágio no curso de graduação em psicologia da UFAM. Para tanto, está subsidiado em normativas nacionais que regem o estágio como a Lei 11.788 /2008, nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN’s), a Resolução 067/2011 do CONSEPE (Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão) e da CEG (Câmara de Ensino de Graduação) que normatiza as práticas de estágio no âmbito da Universidade Federal do Amazonas, nas orientações do Conselho Federal de Psicologia e no Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
DA NATUREZA DO ESTÁGIO
Art. 1º Estágio é um ato educativo supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação.
§1º O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, integrando o itinerário formativo da pessoa em processo de graduação.
§2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e a contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento da pessoa em processo formativo para a vida cidadã e para o trabalho.
Art. 2º O estágio poderá ser obrigatório e não-obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares nacionais e do projeto pedagógico do curso.
§1º O Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto pedagógico do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma
§2º O Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória.
PARÁGRAFO ÚNICO: No âmbito do curso de psicologia da UFAM, as atividades de estágio não- obrigatório não poderão ser aproveitadas institucionalmente como estágio obrigatório, podendo ser requirido o aproveitamento apenas como equivalência de carga horária para disciplina optativa conforme parâmetros institucionais estabelecidos que regem este tipo de aproveitamento.
DA ESPECIFIDADE DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO EM PSICOLOGIA DA UFAM
Art.3º Os estágios obrigatórios no âmbito do curso de psicologia da UFAM estarão organizados em dois tipos, segundo naturezas distintas e complementares. São eles: os estágios do núcleo comum e os estágios específico de ênfase.
§1º O núcleo comum da formação do psicólogo deve assegurar uma identidade profissional ao estudante e estabelecer uma base comum para a formação na área, além de capacitar estudantes para lidar com conhecimentos, métodos e procedimentos da Psicologia como campo científico e profissional.
§ 2º O núcleo comum da formação em Psicologia deve desenvolver, no estudante, as competências básicas que definem o perfil do profissional de Psicologia, para o qual se espera o compromisso com o aprimoramento contínuo da ciência e da profissão, a partir de uma consistente base teórico-metodológica que assegure a qualidade da sua prática.
§3º O conjunto de competências básicas deve assegurar a possibilidade de prestação de serviços psicológicos à sociedade em diferentes domínios, atendendo as demandas sociais concretas em contextos de trabalho nos quais o psicólogo se insere (saúde, educação, organizações, trabalho, comunidades, movimentos sociais, esporte, justiça, entre outros), quer no setor privado, no âmbito das políticas públicas ou no terceiro setor, intervindo nos níveis individual, grupal, organizacional e social.
§4º As competências básicas são de caráter científico e profissional.
§5º As competências científicas referem-se às capacidades que possibilitam a compreensão da ciência em seu duplo papel, como sistema de conhecimentos úteis para a vida e um mapa para a ação, promovendo a convivência e o trabalho humanos; e como modo de construção de interpretações da realidade e diálogo com a sociedade.
§6º O desenvolvimento de competências profissionais requer experiências formativas que insiram o estudante em contextos de trabalho e de pesquisa nos quais a atenção de docentes e a vivência de relações interpessoais são imprescindíveis.
§7º Para os estágios do núcleo comum são exigidas 120 horas obrigatórias no total, distribuídas em 2 (dois) estágios.
§8º Os estágios específicos de ênfase no âmbito do curso de psicologia da UFAM serão realizados em duas ênfases: (1) Processos de Saúde e (2) Processos Psicossociais e Interculturalidades.
§9º O estudante deverá optar por uma das duas ênfases observando as exigências de pré-requisito para cada uma.
§10º Para os estágios específicos de ênfase são exigidas 720 horas obrigatórias no total, distribuídas em 4 (quatro) estágios.
DAS CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO DO ESTÁGIO
Art.4º As práticas de estágio apenas serão realizadas quando observados os seguintes requisitos:
I - celebração de termo de compromisso entre estudante, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino;
II – construção do plano de estágio por parte do estudante, sob supervisão do docente responsável pelo estágio na instituição de ensino
III – exigência de profissional da psicologia como parte da equipe de profissionais no local de estágio, tendo esse profissional, que exercerá a função de supervisor, a obrigação de ter o registro ativo no Conselho Regional de Psicologia.
IV. As orientações e supervisões podem ocorrer nas modalidades grupais ou individuais, tanto em estágios do núcleo comum quanto em estágios das ênfases curriculares.
V. No que se refere a carga horária, estágios do núcleo comum que incluam atividades de menor complexidade, as orientações grupais devem ser ministradas para até dez alunas(os) pelo tempo mínimo de duas horas semanais.
VI. Para os estágios que incluam atividades de maior complexidade, as orientações em grupo devem ser ministradas para até dez alunas(os) pelo tempo mínimo de quatro horas semanais.
VI. Conforme complexidade dos estágios das ênfases curriculares, nas orientações coletivas o grupo deve ser composto por no máximo dez estagiárias(os) para um mínimo de quatro horas de orientação semanal.
VII. Quando a orientação for individual o recomendado é no mínimo meia hora (trinta minutos) de orientação semanalmente
DAS OBRIGAÇÕES E FUNÇÃO DA/OS ORIENTADORE(A)S DE ESTÁGIO
Art.5º A/O professor(a)-orientador(a) de estágio será sempre um(a) docente do quadro de professores da Faculdade de psicologia com registro ativo no Conselho Regional de Psicologia e serão suas funções:
a. Zelar pelo bom andamento das práticas de estágios
b. Garantir que os estagiários construam o plano de estágio e o encaminhem junto com o Termo de Estágio
c. Garantir o sigilo das informações das práticas de estágio
d. Garantir o arquivamento de modo apropriado do produto do estágio realizado pelos alunos em forma de relatório.
e. Promover a articulação crítica e reflexiva entre o conhecimento científico psicológico estabelecido e os desafios da prática
f. Atuar em constante comunicação com supervisores no campo de estágio e com a coordenação de estágio da Faculdade de Psicologia.
g. Avaliar o desempenho das/os estagiária(o)s
h. Promover a consciência ética no âmbito das práticas de estágio.
i. Atuar na crítica a toda forma de preconceito e discriminação dentro do campo e das práticas de estágio.
j. Atuar na garantia do estágio como uma prática educativa e como uma estratégia pedagógica.
k. Supervisionar estágio a fim de garantir a/o estudante estagiário/a a plenitude de suas funções.
l. Divulgar normas de Estágio contidas na legislação em vigor;
m. Zelar pelo cumprimento destas normas de Estágio.
n. Garantir que o Estágio não coincida com o horário das atividades acadêmicas que esteja cursando na UFAM, inclusive com os encontros semanais de Estágio Supervisionado na Universidade.
DOS DEVERES E DIREITOS DO/AESTAGIÁRIO/A
Art.6º São direitos e deveres do/a/s estagiários, conforme legislação vigente na UFAM:
I - Seguir as normas estabelecidas pela Coordenação Geral de estágio;
II - Manter seus dados cadastrais atualizados no portal acadêmico;
III - Providenciar todos os documentos solicitados pela Coordenação de Estágios;
IV - Informar-se sobre o planejamento do Estágio e entregar o documento do plano de estágio em até uma semana após início da prática;
V - Solicitar explicaçoes sobre o processo de avaliação de seu desempenho;
VI - Requerer orientações do/a supervisor(a) e do/a professor(a)-orientador(a) a fim de sanar eventuais dificuldades encontradas no desenvolvimento de suas atividades de estágio;
VII - Sugerir modificação na sistemática de estágio com o objetivo de torná-lo mais produtivo;
VIII - Solicitar mudança de local de estágio quando as normas estabelecidas e o planejamento do estágio não estiverem sendo seguidos;
IX - Conduzir-se com postura ética e atitude de colaboração no seu ambiente de trabalho, zelando pela imagem da UFAM.
X - Informar-se sobre normas e exigências para a realização de estágio de acordo com o campo de estágio, em que vai atuar;
XI - Assinar junto com a/o professor(a) orientador(a) de estágio, o Termo de Compromisso de Estágio Obrigatório ;
XII - Elaborar juntamente com a/o professor(a) orientador(a) o Plano de estágio;
XIII- Manter contato regular com a/o Professor(a) Orientador(a) de Estágio, informando-o do andamento de seu trabalho na instituição concedente do campo de estágio;
XIV - Disponibilizar para o campo de estágio o Relatório Final;
XV - Comunicar a pessoa responsável pela supervisão técnica e a/o professor(a) orientador(a) de estágio, antecipadamente, quando estiver impedido de comparecer às aulas por motivo relevante.
DAS COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO DA FAPSI
Art. 7º Compete à coordenação de estágio da FAPSI as seguintes atribuições:
I - Supervisionar o cumprimento das normas estabelecidas pela Coordenação Geral de Estágios da UFAM;
II - Manter arquivos atualizados sobre estágios
III - Utilizar os formulários para planejamento, acompanhamento e avaliação de estágio elaborado pela Coordenação Geral de Estágio da UFAM;
IV - Encaminhar os estagiários às instituições previamente contatadas para efetiva realização dos estágios;
V - Encaminhar ao Departamento de Programas Acadêmicos - PROEG os formulários de seguro de vida de cada aluno, devidamente preenchidos, até 10 (dez) dias antes do início do estágio;
VI - Encaminhar à Coordenação Geral de Estágios o nome do/a(s) professor (as/es); orientador (as/es) de estágios e dos supervisores com respectivos locais de realização dos estágios;
VII - Fazer avaliação dos locais concedentes dos estágios obrigatórios e não obrigatórios.
VIII - Visitar “in loco” os vários campos de estágios obrigatórios;
IX - Solicitar credenciamento e coordenar a escolha dos campos de estágio, juntamente com o professor da disciplina;
X - Estabelecer prazos e cronograma para entrega dos relatórios de estágios obrigatórios;
XI - Solicitar semestralmente à Coordenação Geral de Estágios da UFAM a lista de alunos em estágios não obrigatórios de seu curso.
XII - Participar das discussões e encaminhamentos dos campos de estágio, levando em conta orientações do Departamento de Programas Acadêmicos;
XIII - Arquivar em forma digital e/ou impresso, para fins de comprovação da realização das atividades, no final do Estágio, o Relatório Síntese de Atividades e Termo de Compromisso de Estágio de cada aluno estagiário.
DA DIMENSÃO ÉTICA
Art 8º As atividades de estágio do curso de psicologia da UFAM terão como eixo ético o código de ética profissional do psicólogo e todas as normativas específicas para os diversos processos de trabalho e campo de atuação.
Art 9º As intervenções realizadas nos estágios dos quais esse regimento trata, devem se apoiar nas ideias centrais dos Direitos Humanos e, mais amplamente, no direito à vida em uma concepção mais ecológica e planetária.
Art. 10 A prática das/dos/de estudantes em campo de estágio deverá ser pautada pelo respeito à diversidade de gênero, raça, credo religioso e outras formas de expressão coletiva e individual de existência.
Art.11 Os estágios no curso de graduação se valerá de métodos e técnicas oriundos de conhecimento científico estabelecido, reconhecido e autorizado.
Art. 12 Todos os cuidados éticos deverão ser observados nas práticas de estágio do curso de psicologia da UFAM.
DOS DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS
Art.13 Os documentos obrigatórios para a realização de estágio são:
a) Termo de Compromisso de Estágio, assinado pela Instituição de Ensino, pela parte concedente do estágio e pela(o) estudante. Deve indicar as condições de adequação do estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa da formação do estudante e ao horário e calendário escolar.
b) Plano de Atividades da(o) Estagiária(o), elaborado em comum acordo pelas 3 (três) partes citadas acima.
c) Certificado de Seguro de Acidentes Pessoais, comprovando a contratação da cobertura obrigatória para a(o) estagiária(o), conforme determina o inciso IV do artigo 9º da lei n. 11.788, de 2008.
Parágrafo único: No que se refere a A elaboração de documentos psicológicos decorrentes das práticas desenvolvidas em estágio, estas devem ser realizadas somente com aval da supervisão responsável respeitando a guarda adequada e sigilosa da documentação, considerando a Resolução n. 6, de 29 de março de 2019, que institui regras para a elaboração de documentos elaborados no exercício da psicologia como ciência e profissão.
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 14º A Compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso deverão ser observadas.
Art. 15º Os casos que não estão previstos neste regimento deverão ser apreciados pela coordenação de estágio em conjunto com a coordenação de curso e coordenação de ensino. Sempre que for considerado necessário, a Comissão Geral de Estágio deverá ser consultada.
Art.15º Este regimento que está em anexo ao PPC do Curso de Psicologia da UFAM entrará em vigor mediante a aprovação do mesmo pela Pro-Reitoria de Ensino e Graduação.
Parágrafo único: Em conformidade com Resolução CNE/CES nº 1, de 11 de outubro de 2023, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de graduação em Psicologia e o Manual de orientações para estágios em psicologia, disponibilizado pelo Conselho Federal de psicologia em dezembro de 2024, o Serviço-Escola é um espaço especializado, localizado na Instituição de Ensino no qual ocorre orientações e atividades práticas do estágio, além da coordenação dos estágios externos e internos, obrigatórios ou não. Por esse motivo, em anexo ao regimento de estágio em psicologia, segue o regimento do serviço-escola de psicologia.
REFERÊNCIAS E NORMATIVAS
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Manual de orientações para estágios em psicologia. Brasília: CFP, 2024.
Resolução CNE/CES nº 1, de 11 de outubro de 2023, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de graduação em Psicologia.
ANEXO V
NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA A CURRICULARIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Estabelece Normas e Procedimentos para a Realização das Atividades de Curricularização da Extensão do Curso de Psicologia
O COLEGIADO DO CURSO DE Bacharelado em Psicologia da Faculdade de Psicologia da Universidade Federal do Amazonas, no uso de suas atribuições legais e regimentais;
RESOLVE:
Art. 1º As atividades de extensão do Curso de Psicologia deverão apresentar relevância social devidamente contextualizada, com base em dados da realidade local e em articulação com políticas públicas e institucionais relacionadas.
§1º A proposta extensionista deverá ser orientada pelas demandas da comunidade e produzir resultados compatíveis com os objetivos definidos, evidenciando avanços decorrentes das ações, atividades e agentes envolvidos.
§2º As atividades deverão contribuir para a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, atendendo aos preceitos das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do Curso de Psicologia.
Art. 2º Serão consideradas atividades curriculares de extensão a participação em projetos ou programas institucionais de extensão, devidamente registrados junto à Pró-Reitoria de Extensão (PROEXT/UFAM), nas seguintes modalidades:
I – Programa de Ações Curriculares de Extensão (PACE);
II – Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos (PAREC);
III – Programa de Incentivo a Bolsas de Extensão (PIBEX);
IV – Fluxo Contínuo de Extensão;
V – Projetos de Autossustentação Financeira (AS);
VI – Fluxo Contínuo Custo Restrito (CR);
VII – Programa de Extensão Institucionalizado.
Art. 3º As atividades realizadas deverão ser comprovadas por meio de certificação emitida pela Pró- Reitoria de Extensão (PROEXT/UFAM).
Parágrafo Único. Somente serão validadas as atividades vinculadas a programas e projetos oficialmente reconhecidos pela instituição.
Art. 4º As atividades curriculares de extensão deverão totalizar carga horária mínima de 400 (quatrocentas) horas, correspondentes a 10% da carga horária total do curso, conforme a legislação vigente (Res. CNE/CES nº 07/2018; Res. CONSEPE nº 044/2023; Res. CNE/CES nº 01/2023).
Art. 5º As atividades de extensão serão coordenadas por docente responsável, devendo estar direcionadas a políticas públicas que envolvam práticas interdisciplinares e intersetoriais, com vinculação territorial consistente, parcerias estabelecidas e público-alvo definido.
Art. 6º As atividades de extensão deverão:
I – Estar alinhadas às políticas nacionais e institucionais de extensão (PDI e Política de Extensão da UFAM), bem como às DCNs do curso;
II – Promover articulação processual e permanente entre ações extensionistas e o território, intensificando a interação entre universidade e sociedade;
III – Garantir o protagonismo estudantil e comunitário nas ações desenvolvidas;
IV – Favorecer a atuação integrada entre diferentes cursos, áreas e agentes institucionais (docentes, estudantes e comunidade).
Art. 7º - Compete ao Colegiado do Curso de Psicologia dirimir dúvidas referentes à interpretação da presente norma, bem como em relação aos casos omissos, sendo expedidas normas complementares que se fizerem necessários.
Art. 8º - Essas normas entram em vigor na data de sua publicação salvo disposição em contrário.
ANEXO VI
NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS (AACCs)
No curso de Bacharelado em Psicologia, as Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) constituem um componente curricular obrigatório, com uma carga horária mínima de 75 horas. Estas atividades, que se alinham às diretrizes de ensino, pesquisa e extensão da Universidade, conforme estabelecido pela Resolução Nº 018/2007 – CEG/CONSEPE, englobam a iniciação científica e tecnológica, monitoria, atividades de tutoria, participação em seminários, palestras, congressos, simpósios e outras consideradas relevantes para a formação integral do discente em Psicologia.
Art. 1º - O aproveitamento das atividades complementares será realizado por meio do de formulário google forms disponível no site www.fapsi.ufam.edu.br .
Art. 2º - Cada Atividade Complementar solicitada deverá ser encaminhada para análise pela Comissão de Avaliação de Atividades Complementares.
Art. 3º – Conforme regulamentação da Resolução Nº 018/2007 – CEG/CONSEPE, a Comissão de Avaliação de Atividades Complementares será composta por 02 (dois) membros professores e 02 (dois) membros nomeados pelo Colegiado do respectivo curso com mandato de 02 (dois) anos renováveis por igual período.
Art. 4° - Após a análise, a Comissão de Avaliação de Atividades Complementares tramitará os pareceres, via SEI, para a Coordenação de Curso.
Art. 5° - O lançamento das Atividades Complementares no Sistema de Controle Acadêmico será realizado pelo Coordenador de Curso, para o devido registro no histórico do aluno.
Art. 6° - Serão aceitas para compor a carga-horária de AACCs do bacharelado em psicologia, as seguintes modalidades:
I – Atividade de monitoria desenvolvida em disciplinas oferecidas no bacharelado em psicologia da UFAM;
II – Participação em Semana Acadêmica de Curso de Psicologia;
III – Participação em Programa Especial de Treinamento – PET;
IV – Estágios não obrigatórios, vinculados à matriz curricular do Curso de Psicologia.
V– Participação em projetos de PIBIC;
VI – Apresentação de trabalho científico em eventos de âmbito regional, nacional e internacional, como autor.
VII – Cursos de extensão com certificação emitida pela Pró-Retoria de Extensão da Universidade Federal do Amazonas;
VIII – Participação em congressos, seminários, simpósios, conferências, palestras, cursos, apresentação de painéis ou outros similares como ouvinte ou participante ativo;
IX – Participação c como organizador/organizadora de eventos científicos;
X – Participação como monitor/monitora em eventos científicos;
XI – Representação discente comprovada em comissões, centro acadêmico ou empresa júnior;
XII – Participação em defesas de doutorado;
XIII - Participação em defesas de mestrado;
XIV - Participação em defesas de TCC.
Art. 7° - A carga horária máxima e documentação comprobatória das modalidades de AACCs são as dispostas no quadro a seguir:
|
Cod. |
Modalidade |
Carga Horária Máxima |
Documento comprobatório |
|
I |
Atividade de monitoria desenvolvida em disciplinas oferecidas no bacharelado em psicologia da UFAM. |
60h |
Cerificado de emitido pela PROEXT |
|
II |
Participação em Semana Acadêmica de Curso de Psicologia |
60h |
Certificado |
|
III |
Participação em Programa Especial de Treinamento – PET |
60h |
Certificado |
|
IV |
IV – Estágios não obrigatórios, vinculados à matriz curricular do Curso de Psicologia. |
60h |
Termo de Estágio e Declaração de Carga horária cumprida |
|
V |
Participação em projetos de PIBIC. |
60h |
Certificado de conclusão |
|
VI |
Apresentação de trabalho científico em eventos de âmbito regional, nacional e internacional, como autor. |
15h por trabalho e carga horária máxima de 45h |
Certificado |
|
VII |
Cursos de extensão com certificação emitida pela Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Amazonas |
60h |
Certificado |
|
VIII |
Participação em congressos, seminários, simpósios, conferências, palestras, cursos, apresentação painéis e outros similares como ouvinte ou participante ativo |
10h por participação e carga horária máxima de 50h |
Certificado de participação |
|
IX |
Participação como organizador/organizadora de eventos científicos |
60h |
Certificado |
|
X |
Participação como monitor/monitora em eventos científicos |
60h |
Certificado |
|
XI |
Representação discente comprovada em comissões, centro acadêmico ou empresa júnior |
60h |
Portaria ou Declaração |
|
XII |
Participação em defesa de doutorado |
4h por participação e carga horária máxima de 20h |
Certificado ou Declaração |
|
XIII |
Participação em defesa de mestrado |
2h por participação e carga horária máxima de 10h |
Certificado ou Declaração |
|
XIV |
Participação em defesa de TCC |
2h por participação e carga horária máxima de 10h |
Certificado ou Declaração |
Artigo 8º - As atividades registradas como complementares no histórico do aluno não poderão ser aproveitadas como carga horária optativa.
Artigo 9° – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Avaliação de Atividades Complementares.
ANEXO VII
NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
INTRODUÇÃO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade obrigatória para o estudante a fim de graduar-se como Bacharel da Psicologia. Deve constituir um momento de participação em situações reais ou simuladas de vida e trabalho, bem como de potencialização e sistematização de competências e conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação na forma de pesquisa acadêmico-científica.
O TCC deve respeitar os parâmetros da produção científica, que envolve: a formulação de um projeto de pesquisa, sua execução e a apresentação dos resultados obtidos, e julgamento pela comunidade científica. O TCC difere-se dos trabalhos normalmente desenvolvidos nas disciplinas do curso por caracterizar-se como uma síntese que “articula o conhecimento global do estudante no interior de sua área de formação”. Não deve também ser concebida como fora da avaliação de seu desempenho em um conteúdo disciplinar específico, mas sim como uma atividade científica, vinculada a um objetivo delimitado a partir de uma problemática relativa à Ciência da Psicologia.
Para que o TCC seja submetido à crítica da comunidade deverá ser levada à apreciação de uma banca de avaliadores, caracterizando-se como um mecanismo de ensino-aprendizagem do próprio discente. Para o estudante, a defesa perante uma Banca Examinadora significa um momento de “testar sua competência discursiva, de exercitar sua capacidade argumentativa e defender sua perspectiva frente a outras diferentes ou concorrentes”. Ao mesmo tempo, permite esclarecer elementos do trabalho que podem ter ficado frágeis sob a ótica de sua consistência científica.
CAPÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS GERAIS
Art. 1º. Este regulamento rege as atividades relacionadas com a elaboração, execução e avaliação do trabalho de conclusão de curso, como requisito para a obtenção do grau de Bacharel.
Art. 2º. O TCC pode ser no formato de Monografia ou Artigo Científico, constituindo-se em atividade obrigatória da estrutura curricular do Curso de Psicologia e deve propiciar ao estudante a experiência em pesquisa.
Parágrafo Único. O TCC deverá ser desenvolvido individualmente.
Art. 4º. O TCC caracteriza-se pela produção de um trabalho acadêmico que engloba os conceitos, habilidades e atitudes disseminados ao longo do curso, através da integração e aplicação dos conhecimentos envolvidos na Ciência da Psicologia.
Art. 5º. O TCC será desenvolvido sob a orientação de um Docente da Faculdade de Psicologia (FAPSI) da UFAM que tenha experiência em pesquisa comprovada.
§ 1o. O estudante deverá com antecedência contactar um professor que possa orientá-lo no trabalho, devendo considerar a(s) linha(s) de pesquisa(s) desenvolvida(s) pelo respectivo docente, assim como a sua abordagem teórica.
§ 2o. O professor pode se recusar a orientar um estudante se O TCC for de área distinta de sua formação e experiência ou quando não tiver disponibilidade para orientação.
§ 3. Todos os professores que integram a estrutura curricular do curso poderão atuar como orientadores e co-orientadores.
§ 5. A participação de um co-orientador deverá ser oficializada mediante a anuência do orientador.
§ 6. O professor orientador pode se recusar a renovar a orientação a estudantes específicos a cada semestre.
§ 7. Caso o estudante não consiga orientador, a Coordenação Acadêmica da FAPSI fará a designação do professor responsável, cabendo ao estudante rever o projeto, se necessário.
§ 8. Caso o estudante necessite ou queira permutar de orientador, além de providenciar as medidas burocráticas para tal, deverá considerar junto aos orientadores questões relativas à autoria dos textos já produzidos.
Art. 6º. O TCC será desenvolvido nas disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso I e Trabalho de Conclusão de Curso II.
§ 1. Na Disciplina de TCC I, ofertada no 9o período do curso, o estudante deverá elaborar o projeto.
§ 2. Na Disciplina TCC II, ofertada no 10o período do curso, o estudante executará a pesquisa e produzir o relatório (no formato monografia ou artigo científico).
§ 3. Submeter o trabalho à avaliação de banca examinadora.
Art. 8º. Segundo a resolução 021/2016 - CONSEPE, em seu artigo 10, § 4º , poderá ser feito o aproveitamento de estudos, junto a coordenação do curso e Pro - Reitoria de Graduação - PROEG, se “O Relatório final de qualquer das atividades institucionais citadas no § 1°, se convertido em Artigo e publicado em veículo de comunicação da área que apresente corpo editorial, poderá ser considerado equivalente, para fins de Aproveitamento de Estudos, ao Trabalho Final de Curso de graduação”.
CAPÍTULO II - DAS ATRIBUIÇÕES DO ORIENTADOR
Art. 10. É dever do orientador:
a) Estabelecer um cronograma de orientação de comum acordo com o(a) orientando(a) para realização do trabalho de conclusão de curso;
b) Auxiliar o(a) acadêmico(a) a formular e executar o trabalho de conclusão de curso;
c) Escolher, juntamente com o orientando, os membros da banca examinadora e encaminhar à coordenação de trabalho de conclusão de curso a composição, data e horário da banca de avaliação do trabalho realizado;
d) Providenciar junto com o(a) aluno(a) os recursos técnicos necessários para a apresentação do trabalho de conclusão de curso considerando o formato de defesa (presencial ou remoto) selecionado.
e) Elaborar a Ata de Defesa via SEI conforme o modelo apresentado em anexo (ANEXO I) e acompanhar se todos os membros da banca assinaram a documentação.
f) Entregar à coordenação da disciplina de trabalho de conclusão de curso a ata de defesa
g) Encaminhar o projeto ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) ou Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da UFAM, tratando-se de pesquisa que envolva seres humanos ou animais (ver artigo 22).
h) Cumprir prazos previamente acordados entre orientador e orientando, de correção e devolução do material ao estudante.
i) Presidir os trabalhos da Banca Examinadora.
j) Revisar a versão final do trabalho antes de encaminhamento ao Repositório Institucional da UFAM (RIU).
Art. 11. É de exclusiva competência do(a) professor(a) orientador(a) avaliar se o trabalho de conclusão de curso está apto para ser submetido a banca de avaliação.
CAPÍTULO III - DAS RESPONSABILIDADES DOS ESTUDANTES
Art. 12. Compete ao orientando:
a) Conhecer e cumprir o Regulamento do Curso e das normas para realização do trabalho de conclusão de curso;
b) Seguir as indicações do(a) professor(a) orientador(a);
c) Respeitar os prazos de entrega definidos pelo(a) docente orientador (a), em conformidade com o calendário acadêmico;
d) Elaborar um artigo científico ou monografia com base em pesquisa inédita realizada sob orientação do professor(a) orientador(a) responsável;
e) Cumprir a carga horária de 68 horas em cada uma das disciplinas de TCC I e TCC II, distribuídas entre supervisão, elaboração do projeto, desenvolvimento da pesquisa e conclusão do artigo científico ou monografia;
f) Atender a legislação referente à pesquisa com seres humanos e animais;
g) Zelar pelo patrimônio, equipamentos e materiais da Instituição onde realiza as atividades ou referentes à pesquisa que estiverem em sua guarda;
h) Entregar ao(à) professor(a) orientador(a) de trabalho de conclusão de curso a cópia final do artigo científico ou monografia (uma versão impressa e uma digital), na data estabelecida em calendário elaborado pelo professor(a) orientador(a), não podendo este prazo ser superior ao período letivo do respectivo semestre.
i) Entregar pontualmente as atividades que lhe forem atribuídas e/ou solicitadas.
j) Encaminhar 3 (três) cópias do TCC para os membros da banca examinadora com mínimo de dez dias de antecedência.
k) Executar correções no TCC, caso seja requerido pela banca examinadora, sendo a prazo de entrega nestas condições de 7 (sete) dias.
l) Apresentar a versão final do TCC ao orientador para depois encaminhá-la ao RIU.
CAPÍTULO IV - DAS RESPONSABILIDADES DO COORDENADOR de TCC
Art. 13. A coordenação do trabalho de conclusão no âmbito do curso de formação de psicólogo(a) deve ser exercida por um(a) docente indicado(a) pelo colegiado do curso e designado(a) pelo(a) coordenador(a) do curso, para o mandato de dois anos letivos, sendo permitida recondução.
§ 1º Compete ao coordenador:
a) Encaminhar as informações e normas relativas aos trabalhos de conclusão de curso para os(as) orientadores(as) e estudantes
b) Apresentar no período que antecede a matrícula da disciplina TCC I as linhas de pesquisa e abordagens teóricas adotadas pelos orientadores.
c) Receber as inscrições das monografias ou artigos para defesa e organizar as sessões de apresentação do TCC à Banca Examinadora.
d) Receber os orientadores as versões finais do TCC em meio eletrônico (ver capítulo 9), e arquivá-las em local apropriado.
e) Receber as atas com os resultados das defesas e as versões finais dos artigos ou monografias.
f) Encaminhar as atas para a coordenação do curso de Psicologia, após recebê-las do(a) professor(a) orientador(a).
g) Mediar, quando necessário, discordâncias entre orientador(a) e orientando(a).
h) Em casos de impossibilidade de resolução dessas divergências, encaminhar a questão ao Colegiado do Curso de Psicologia.
CAPÍTULO V – DOS OBJETIVOS E MODALIDADE
Art. 14. O TCC permitirá a produção de estudo científico pautado em aspectos éticos.
§ 1º A pesquisa, inédita, poderá ser fruto de estudo empírico ou revisão literária.
§ 2º A monografia ou artigo científico deverá articular conhecimento e ser desenvolvida na área de formação em psicologia.
CAPÍTULO VI - DA AVALIAÇÃO DO PROJETO E DO TCC
Art. 15. A nota final do estudante para a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) será dada pelo professor orientador, em função da elaboração do projeto e, se for o caso, do encaminhamento do projeto ao respectivo Comitê de Ética de Pesquisa com Humanos o com Animais.
§ 1o. É obrigatório, em estudos empíricos com humanos ou animais, o envio do projeto ao respectivo Comitê de Ética em Pesquisa.
§ 2º. O estudante será considerado reprovado quando obtiver nota inferior a 5.0 (cinco).
Art. 16. A nota final do estudante para a disciplina Orientação de Trabalho Final II (OTF II) será dada mediante a apresentação e aprovação da Banca Examinadora, a partir da média aritmética das notas atribuídas por cada membro da banca.
§ 1o. O estudante será considerado reprovado quando obtiver nota inferior a 5.0 (cinco).
§ 2o. A aprovação se dará sob duas possíveis condições:
a) SEM CORREÇÃO. O trabalho aprovado pela banca será a versão final do TCC.
b) COM CORREÇÕES. Neste caso, o estudante deverá fazer as correções solicitadas pela banca e entregar o TCC corrigido, pessoalmente, ao orientador no prazo de 7 (sete) dias corridos.
CAPÍTULO VII- DA BANCA EXAMINADORA DO TCC
Art. 17. Sendo o objetivo da banca examinadora a avaliação final do TCC sob a ótica de diferentes perspectivas;
§ 1o. A banca será composta por três membros avaliadores:
a) O orientador, que presidirá a banca,
b) Dois demais membros convidados (internos ou externos à FAPSI) com graduação em psicologia.
CAPÍTULO VIII - DAS SESSÕES DE APRESENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DO TCC
Art. 18. As sessões de apresentação e avaliação do TCC à Banca Examinadora terão seus trabalhos concluídos 5 dias antes do último dia de lançamento das notas finais.
Procedimentos:
a) Na disciplina TCC II o estudante deverá entregar 3 (três) cópias (digitais ou impressas, a depender do membro da banca) do TCC pessoalmente ao professor orientador.
b) As cópias deverão ser entregues aos membros da banca pelo professor orientador, com 15 dias de antecedência.
Art. 19. As sessões de apresentação do TCC serão públicas e anunciadas pela Faculdade de Psicologia da UFAM.
Procedimentos:
a) A data de apresentação do TCC será determinada pelo Orientador de Monografia e pela Coordenação de TCC.
b) O estudante terá 20 (vinte) minutos, para a apresentação oral, suportada por recursos audiovisuais. Cada membro da banca disporá de 15 (quinze) minutos para as arguições e o estudante disporá de outros 15 (quinze) minutos para as respostas.
c) A ordem da apresentação e arguição será definida pelo orientador, em função da natureza do TCC.
d) Ao final da arguição, a banca se reunirá reservadamente para debater a apresentação e preencher o protocolo de avaliação.
e) Após a reunião reservada, a nota será apresentada ao aluno e ata será preenchida.
Art. 20. A banca deve avaliar a consistência lógica da investigação, a coerência entre o problema de investigação, os objetivos, a metodologia e os resultados alcançados. Além disso, tem por propósito de averiguar a capacidade de refutação.
CAPÍTULO IX - DA FORMATAÇÃO DO PROJETO E DO TCC
Art. 21. - A monografia ou artigo científico, será elaborada (o) a partir das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ou da American Psychological Association (APA), a critério do orientador.
Art. 22. - O Projeto de pesquisa deverá atender as especificações de conteúdo do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da UFAM (ver site http://www.cep.ufam.edu.br/documents/27.html) em pesquisa que envolvam humanos (ver anexo 6) ou a Lei Arouca (LEI Nº 11.794-2008) em pesquisas que utilizem animais.
Parágrafo Único: O Orientador é o pesquisador responsável pelo projeto.
Art 23. - A versão final em arquivo PDF do TCC deve seguir as configurações exigidas pela RIU/UFAM.
CAPÍTULO X - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 24. Casos não previstos neste regulamento deverão ser analisados pelo Colegiado de Curso de Psicologia.
Art. 25. Este Regulamento e Manual do TCC do Curso de Psicologia da UFAM entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
ANEXO VIII
NORMAS E PROCEDIMENTOS DO SERVIÇO ESCOLA DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS – SERVIÇO ESCOLA DE SUMAÚMA
Apresentação
Este regimento tem o intuito de direcionar a organização e o funcionamento apropriado do Serviço-Escola de Psicologia da Faculdade de Psicologia (FAPSI) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), aqui nomeado Serviço-Escola de Psicologia Sumaúma - SEPS. Está ancorado no Código de Ética Profissional do Psicólogo (2005), nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Psicologia, na Lei 11.788/2008 e no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Psicologia da UFAM.
O SEPS anteriormente designado CSPA- Centro de Serviço de Psicologia Aplicada - , desde 1995, tem o papel de oferecer e intermediar espaços de estágio curricular e extracurricular para os estudantes do curso de Psicologia da UFAM, ao mesmo tempo em que oportuniza serviços de psicologia à comunidade manauara.
Embora a administração do SEPS seja responsabilidade da FAPSI/UFAM, parcerias com outros profissionais e especialmente com os aparelhos governamentais nas esferas municipais, estaduais e federais não só é possível como desejável. Contudo, vale salientar que as atividades não visam substituir nenhum outro serviço público obrigatório para o pleno gozo dos direitos da população.
Capítulo I - Caracterização do Serviço-Escola de Psicologia
Art. 1º. O Serviço-Escola de Psicologia da UFAM, em acordo com as recomendações das Diretrizes Nacionais curriculares para os cursos de graduação em psicologia consolida-se como parte do projeto do curso com funções que visam a responder às exigências da formação do psicólogo e as demandas da comunidade. O SEPS tem por características:
I – Dar ênfase a Psicologia e processos de prevenção e promoção da saúde, que segundo as diretrizes nacionais curriculares (DNC,2004) consiste na concentração em competências que garantam ações de caráter preventivo, em nível individual e coletivo, voltadas à capacitação de indivíduos, grupos, instituições e comunidades para protegerem e promoverem a saúde e a qualidade de vida, em diferentes contextos em que tais ações possam ser demandadas. Dessa forma os serviços prestados não se restringiram apenas a clínica mas transcenderam os muros levando o serviço de psicologia nos lugares os quais forem necessários sempre de acordo com um Projeto estabelecido pela Coordenação/Supervisão do serviço.
II - Proporcionar o desenvolvimento de habilidade e competência de estudantes de psicologia para a futura atuação profissional;
III – Acatar aos preceitos legais e às prestações de serviços em Psicologia tais como Cadastro no Conselho Regional e obediência ao Código de ética profissional;
IV – Fornecer condições teóricas, técnicas e práticas sustentando a realização das intervenções necessárias;
V– Ser um espaço de acolhida das demandas de sujeitos, oportunizando a escuta, o atendimento humanizado e a intervenção e encaminhamentos quando necessários
VI – Ser voltado para o atendimento a pessoas da comunidade interna e externa da UFAM, demanda espontânea, demanda criada por docente ou TAE (através de projeto específico) ou encaminhadas por outros locais;
VII - Possui caráter de programa de extensão à medida que busca atender às demandas do trabalho com a comunidade em geral, funcionando também como um agregador dos projetos inseridos na FAPSI.
VIII - Contempla um viés de pesquisa com relevância social. As pesquisas podem ser realizadas diretamente pelo SEPS, abranger aquelas a cargo da FAPSI, ou por meio de parcerias.
Parágrafo único - Os atendimentos ocorrerão mediante a capacidade local na prestação do serviço, respeitando o fluxo de inscrições e estratégia em vigor.
Capítulo II - Das finalidades
Art. 2º. São finalidades do Serviço-Escola de Psicologia:
I – Gerar campo de estágio para formação profissional de estudantes do curso de Psicologia, abrangendo novas formas de atuação do Psicólogo em consonância com a realidade sócio histórico e cultural e com as transformações da Psicologia enquanto ciência e profissão;
II- Gerenciar e acompanhar as atividades de estágio no âmbito no curso de psicologia da UFAM, solidariamente à coordenação de estágio.
III – Disponibilizar os serviços psicológicos à comunidade, preferencialmente aos indivíduos e instituições carentes ou oriundos de encaminhamentos realizados por demais instituições, viabilizando a realização de atividades acadêmicas do serviço-escola de psicologia.
IV – Oportunizar a articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão a fim de ser referência entre estudantes e comunidade de modo geral.
Parágrafo único: O programa de estágio desenvolvido no Serviço de Psicologia é parte integrante do Projeto Pedagógico do Curso de Psicologia, sendo, portanto, responsabilidade do curso de Psicologia sua propositura e aprovação.
Capítulo III - Dos objetivos
Art. 3º. O objetivo geral do SEPS é colaborar para a formação acadêmica dos graduandos do curso de psicologia ao mesmo tempo que visa realizar serviços psicológicos a pessoas.
São objetivos específicos do Serviço-Escola de Psicologia:
I – Oferecer ao acadêmico de psicologia da Instituição local de estágio privilegiado para sua formação profissional, oportunizando a aplicação de conhecimentos teóricos adquiridos no curso de Psicologia da UFAM, oferecendo um local adequado a realização de estágios profissionalizantes;
II - Proporcionar a práxis psicológica tanto a estudantes quanto a comunidade a partir dos serviços prestados à população manauara, constituindo-se em campo de treinamento profissional para o/as aluno(a)s de psicologia com permanente acompanhamento de profissionais habilitados;
III- Contribuir com o ensino, pesquisa e extensão no curso de Psicologia;
IV- Desenvolver projetos junto à comunidade que contribuam para a qualidade de vida da população;
V - Oferecer estágio supervisionado e preparação profissional em Psicologia ao/as aluno(a)s graduandos;
VI - Colaborar para formação e atuação profissional dos acadêmicos do curso de psicologia em diversas áreas;
VII - Servir como espaço de avaliação, escuta clínica, acolhimento, orientação profissional, entre outros serviços psicológicos direcionados ao público em geral;
VIII - Estabelecer parcerias em prol de melhorias dos serviços oferecidos;
IX - Realizar pesquisas que possam beneficiar a sociedade como um todo, incluindo o público atendido pelo serviço, ou oferecer suporte a pesquisas voltadas ao saber-fazer da psicologia.
X- Prestar serviços de natureza psicológica à comunidade interna e externa da UFAM XI - proporcionar meios e instrumentos de pesquisa, subsidiando um constante Aprimoramento do currículo de Psicologia;
Parágrafo Único. A psicologia enquanto ciência e profissão é reconhecida por sua diversidade de abordagens teórico-metodológicas. Ao reconhecer a importância dessa diversidade como eixo de valorização e fortalecimento da profissão recomenda-se que os estagiários do serviço de clínica escola possam optar entre no mínimo duas abordagens diferentes para realização do seu estágio, a saber: Abordagem Psicanalítica; Abordagem sócio-histórica; Abordagem Cognitivo-Comportamental e Abordagem Fenomenológico-existencial e/ou existencialista.
Capítulo IV – Composição
Art. 4º. O Serviço-Escola de Psicologia da UFAM é composto da seguinte forma:
I. Coordenador (a) da clínica;
II. Vice coordenação;
III. Coordenador (a) de estágio;
IV. Vice Coordenador (a) de estágio;
V. Responsável técnico (a): Profissional com experiência clínica e inscrição no Conselho Regional de Psicologia
VI. Vice Responsável Técnico (a): Profissional com experiência clínica e inscrição no Conselho Regional de Psicologia para substituir o Responsável técnico.
VII. Orientador(a) e Supervisor(a) de estágio;
VIII. Secretariado/Recepcionista;
IX. Professores do Curso de Psicologia que desenvolvam estágio, pesquisa, extensão e Prática de disciplina vinculados à clínica;
X. Estudantes vinculados a estágio ou projetos registrados na clínica, Extensionistas, bolsistas e psicoterapeutas voluntários
Parágrafo único. Um Serviço escola de Psicologia não pode funcionar na ausência de um responsável técnico, por isso considerando as diretrizes curriculares e recomendações éticas para a formação em psicologia, é indispensável a presença do/ da responsável técnica para o funcionamento em conformidade.
Capítulo V - Organização e manutenção
Art. 5º. Da organização e manutenção do Serviço-Escola de Psicologia:
I - a organização, administração são exercidas pelo colegiado do serviço escola de psicologia;
II - a administração do serviço de clínica é de responsabilidade do responsável técnico;
III – a manutenção financeira e material da clínica é responsabilidade de todo colegiado do curso de psicologia da UFAM, mediante solicitação de recursos ou aprovação de projetos submetidos por professores vinculados ao serviço escola de psicologia;
IV - alterações na estrutura e ampliação do número de colaboradores deverão ter Anuência da Direção Geral da FAPSI;
V – as normas que irão reger o funcionamento das atividades desenvolvidas serão estabelecidas através deste Regimento. E esse regimento servirá de subsídio para o Manual do Estagiário.
Parágrafo único. O Colegiado do serviço-escola de psicologia é composto pela Coordenação do curso de psicologia; Coordenação de Ensino e os professores do NDE – Núcleo docente estruturante e pelo Coordenador e responsável técnico do serviço-escola de psicologia.
Capítulo VI – Da Legislação CFP/CRP e Leis de Estágio
Art. 6º. No que se refere a Legislação Profissional é preciso atentar para os seguintes termos:
I. A IES deve realizar o registro obrigatório do serviço-escola de psicologia no Conselho Regional em conformidade com a lei no 6.939/80.
II. Fazer valer os princípios estabelecidos no Código de Ética profissional do Psicólogo.
Art. 7º No que se refere a Lei de Estágio N 11.788/08 a atividade de estágio:
I. Refere-se a atividade formativa de estudantes de diferentes níveis de ensino que são subordinados a supervisão das instituições de ensino;
II. As atividades de pesquisa, de monitoria e de extensão só podem ser equivalentes ao estágio se houver previsão destas modalidades no projeto pedagógico do curso.
III. O estágio não mantém vínculo empregatício enquanto o aluno estiver matriculado no curso e não deverá ultrapassar a carga horária de 06 horas diárias.
IV. É necessário oficializar o estágio entre a parte concedente, a instituição de ensino e o estudante, do termo de compromisso e das atividades concernentes ao previsto no plano de atividade formativa.
V. Os relatórios de estágio devem ser entregues semestralmente como parte obrigatória da conclusão do estágio.
VI – É direito do estagiário ter um responsável para orientar e supervisionar as práticas realizadas de modo a mantê-lo seguro e cumprindo todas as condições da formação profissionalizante.
Capítulo VII – COMPETÊNCIAS, ATRIBUIÇÕES E DIREITOS
Seção I Coordenação
Art. 7º. São atribuições da Coordenação:
I – Estabelecer a política acadêmica do Serviço-Escola de Psicologia;
II – Considerar e aprovar acordos, contratos ou convênios mantidos entre o Serviço-Escola de Psicologia e instituições públicas ou privadas para autorização geral da instância responsável na UFAM;
III - Recomendar, implementar, decidir sobre atividades e projetos;
IV – Responsabilizar-se pelas normas de funcionamento interno do Serviço-Escola de Psicologia da UFAM;
V – Atentar para que os fundamentos teóricos e éticos orientem e sustentem a prática Clínica;
VI – Sugerir propostas de alterações do regimento sempre que se fizer necessário;
VII - Cuidar da qualidade do atendimento prestado no serviço-escola.
VIII – Dialogar com a vice coordenação para que esta possa realizar atividades semelhantes e representa- lo em caso de ausência da coordenação.
Seção II Responsável Técnico
Art. 8º. Compete ao Responsável Técnico:
I – Responsabilizar-se, perante o Conselho Regional de Psicologia e o Curso de Psicologia, pelos serviços e atividades desenvolvidas na clínica;
II- Possuir diploma de Psicologia e estar devidamente registrado no Conselho Regional de Psicologia da sua região, conforme resolução CFP nº 003/2007;
III- Responder perante a instituição e a comunidade pelos serviços psicológicos oferecidos pela instituição, zelando pelo interesse dos usuários, estagiários, supervisores e pela imagem do serviço junto a sociedade, fazendo com que os serviços oferecidos, as pesquisas e os projetos de extensão estejam corretamente vinculados com o Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
IV. Elaborar, em conjunto com a coordenação do Curso de Psicologia, o planejamento dos serviços a serem prestados pelo Serviço-Escola de Psicologia bem como a seleção dos estagiários que atuarão no serviço-escola.
V - Coordenar, planejar, supervisionar, representar e responder pelas atividades administrativas da clínica junto à comunidade interna e externa a UFAM;
VI- Zelar pela qualidade da formação oferecida ao/as aluno(a)s e dos serviços prestados;
VII - Estabelecer normas para a realização dos estágios e fiscalizar o seu cumprimento;
VIII - organizar as informações sobre os serviços prestados na clínica;
IX – Solicitar e acompanhar as reuniões mantendo contato com os professores supervisores de estágio;
X - Propor seminários, oficinas, mini cursos e treinamentos com fins de prevenir e superar alguma dificuldade dos estudantes e da comunidade assistida;
XI- Supervisionar técnica e administrativamente (na ausência do coordenador) as rotinas do serviço e do atendimento verificando pessoalmente a capacitação técnica de seu estagiário, supervisionando-o e sendo responsável direto pela aplicação adequada dos métodos e técnicas psicológicas e pelo respeito ao código de ética profissional.
XII– Cumprir e fazer cumprir os dispositivos previstos no Código de Ética do psicólogo e as resoluções do Conselho Regional e Federal de Psicologia, bem como o que estiver
Estabelecido no Regimento Interno do serviço-escola de psicologia.
XIII– Organizar as comunicações, protocolo geral e controle documental do serviço-escola de psicologia (declaração, assinatura de atestados, encaminhamentos) bem como relatórios semestrais dos serviços prestados;
XIV – Gerenciar as informações sobre os serviços prestados na clínica e os projetos de estágio, ensino, pesquisa e extensão vinculados ao serviço-escola;
XV – Responder e zelar pela guarda do material psicológico utilizado;
XVI - Gerenciar o uso de materiais, distribuição e manutenção do espaço físico;
XVII – Assumir perante o Conselho Regional de Psicologia, pelo caráter técnico das atividades desenvolvidas no Serviço-Escola de Psicologia.
XVIII - Responsabilizar-se, perante o paciente/cliente, pelos serviços prestados no Serviço-escola de psicologia.
Parágrafo Único. O responsável técnico deverá ser docente do Curso de Psicologia, estar devidamente inscrito no CRP 20 – Conselho Regional de Psicologia, e ter experiência e registro profissional no mínimo de 3 (três) anos.
Seção III Orientador de Estágio
Art. 9º. É competência de professores orientadores:
I – Apresentar, semestralmente, as modalidades de trabalho e normas de estágio aos estudantes selecionados;
II – Supervisionar todos os casos, grupos ou instituições que estejam sendo atendidos pelos estudantes sob a sua supervisão, até o encerramento do mesmo;
III – Orientar os/as aluno/as-estagiários a respeito da rotina do serviço, procedimentos e normas gerais para atendimento ao público-alvo bem como as normas da supervisão;
IV – Gerenciar com o estagiário os horários de supervisão sem prejudicar os horários de atendimento;
V – Recomendar leituras e orientar grupos de estudo de acordo com a abordagem escolhida;
VI -Delegar ao estagiário responsável o controle da documentação e prontuários dos clientes/pacientes atendidos e a entrega, à secretaria, dos dados dos pacientes que permanecerão em atendimento no ano seguinte;
VII- Assessorar a coordenação da clínica sempre que se fizer necessário.
VIII – Atentar para a postura ético profissional dos estagiários (atrasos, condutas, vestimentas, etc.) comunicando ao responsável técnico sobre possíveis irregularidades;
IX - Convocar reuniões, sempre que necessário, para tratar de assuntos referentes ao estágio, aos supervisores e/ou aos estagiários, dentre outros pontos referentes ao funcionamento geral do serviço- escola;
X - Zelar pela conduta ética dos estagiários quando no desempenho de suas atividades de aprendizagem e seu treinamento profissional;
XI Coordenar, planejar, orientar e acompanhar o desempenho das atividades dos funcionários, prestadores de serviço e bolsistas no SEPS. Em caso da verificação do não cumprimento das funções, o coordenador deve tomar as providências cabíveis;
XII Integrar o SEPS ao colegiado do curso de psicologia;
XIII Emitir e acompanhar a tramitação de documentos do SEPS: ofícios circulares, comunicados e outros documentos de comunicação interna e externa para o funcionamento do SEPS;
XIV - Coordenar as atividades do SEPS, de modo que as condições quanto à supervisão, orientação e apoio técnico supram a demanda do/as aluno(a)s e da comunidade em geral;
XV - Fazer levantamento em equipe das necessidades estruturais, administrativas e pedagógicas do SEPS;
XVI - Elaborar relatórios de atividades em equipe;
Parágrafo único – Orientadore(a)s de estágio deverão ter no mínimo 2 anos de experiência prática comprovada na área que será orientadora/o e estar devidamente registrado no CRP 20, sendo que cada supervisor(a) deverá trabalhar de acordo com sua orientação teórico pré-estabelecida, reconhecendo a diversidade de atuação na psicologia, e considerando que em caso de áreas emergentes, é fundamental que a(o) supervisor(a) possua conhecimento técnico-científico significativo da área de atuação, de modo a promover uma inserção ética que assegure os direitos fundamentais de pessoas, comunidades e instituições.
Seção IV Orientação de Estágio
Art. 10. Conforme manual de recomendações para estágio em psicologia e as diretrizes curriculares é responsabilidade da pessoa responsável pela orientação de estágio assegurar que as atividades estabelecidas no termo de compromisso de estágio sejam efetivamente compatíveis com a etapa do processo formativo em que se encontra o estudante que realizará o estágio, bem como garantir a adequação pedagógica, técnica e ética das atividades previstas nos planos individuais de estágio de cada estudante.
I. A(O) orientadora(or) de estágio deve atender aos requisitos relativos à titulação e ao regime de trabalho, e é desejável que esteja engajada em atividades de pesquisa científica, com trabalhos submetidos à comunidade, com apresentação e participação em eventos científicos.
Estagiária/Estagiários/es
Art. 11. São competências do estagiário:
I – Registrar frequência semanalmente e cumprir a carga horária do estágio com responsabilidade respeitando as normas institucionais e os preceitos éticos que norteiam o atendimento psicológico desde que sejam alunos regulares do curso de psicologia, pós-graduação, projetos de extensão e pesquisa.
II – Atender de forma humanizada a clientela que procura o Serviço-escola, realizando as atividades de acordo com as orientações do supervisor;
III – Participar regularmente das supervisões e convocações de supervisão;
IV- Apresentar cotidianamente, por escrito, relato dos atendimentos com fins de supervisão e zelar pela organização e devido registro das documentações e dos prontuários;
V - Submeter-se às avaliações propostas pelos supervisores no Plano de Estágio;
VI - Atualizar a pasta com os relatórios parciais e finais e o material dos clientes/ pacientes;
VII – Zelar pela manutenção das salas de atendimento e cuidar dos materiais lúdicos utilizados;
VIII - Agendar sala e horário disponíveis para iniciar o atendimento e indicar disponibilidade de sala de acordo com placa que identifica se as salas estão livres ou ocupadas;
IX - Assinar a folha de frequência disponível na secretaria e solicitar à secretária que assine o registro de atividades de estágio somente na data do atendimento;
X – Produzir conhecimento científico e participar de eventos que viabilizem a comunicação científica;
XI – Procurar por orientação dos supervisores sempre que houver dúvidas ou dificuldades, informando sobre as irregularidades que tiver conhecimento, relativas à sua condição de estagiário, especialmente as previstas no Código de Ética;
XII - Cuidar da estrutura, organização, funcionamento e patrimônio da Clínica;
XIII -Utilizar materiais não disponíveis no serviço-escola de psicologia somente após e com a devida aprovação do supervisor de estágio.
XIV – Atentar minimamente quanto a descrição no que se refere a guarda dos documentos psicológicos, mantendo sigilo necessário e prezando pelo armazenamento seguro do material clínico e atualização do prontuário a cada atendimento, não sendo permitida a retirada desse material sob hipótese alguma.
XV- Solicitar à secretaria a realização de agendamentos quando necessário conforme autorização da supervisão.
Seção V Secretaria
Art. 12. São atribuições da secretária:
I – Atuar na área administrativa, organizando as rotinas de serviço e manutenção dos materiais e patrimônio do Serviço-escola de psicologia.
II - Atender ao público do serviço-escola, observando a descrição necessária.
III - Preencher a ficha de cadastro do paciente para futuro atendimento, fazendo o devido controle da fila de espera;
IV – Contatar a clientela por telefone para agendamento de consultas dos clientes/ pacientes;
V - Gerenciar a agenda de atendimentos;
VI – Garantir que as frequências dos estagiários sejam assinadas em conformidade com a carga horária efetivamente realizada.
Seção VI Docentes vinculados ao CSPA
Art. 13. São atribuições dos professores do curso de psicologia que desenvolvem estágio, pesquisa e extensão no serviço de psicologia:
I - Reportar as práticas a coordenação e responsável técnica;
II - Garantir que aspectos étnicos e técnicos-científicos estejam sendo respeitados na prática.
Seção VII Bolsista acadêmico e voluntário
Art. 14. São atribuições dos Estudantes vinculados a estágio ou projetos registrados de Extensionistas, bolsistas e psicoterapeutas voluntários
I - Cuidar da organização e funcionamento de rotina dos atendimentos;
II - Auxiliar no manuseio de e-mail, documentos, planilhas, formulários e outros materiais de expediente;
III - Dar suporte na verificação e comunicação das condições estruturais e físicas do local;
IV - Auxiliar em atividades externas como palestras e reuniões;
V - Atuar com sigilo e bom-senso.
Seção VIII Estagiários e colaboradores psicoterapeutas
Art.15. No que se refere aos direitos e deveres de estagiários , colaboradores e psicoterapeutas:
a. Direitos:
I - Ser acompanhado, no exercício da prática, por profissional de psicologia habilitado;
II - Ser esclarecido sobre as normas e regras constantes no Regulamento do Estágio, no Código de Ética do Psicólogo, no Regulamento do CSPA e nas normas institucionais da Faculdade de psicologia;
III - Ser devidamente comunicado de qualquer mudança no funcionamento e na rotina do CSPA;
IV - Dirigir qualquer reclamação, sugestão ou reivindicação que possa contribuir para a melhoria do CSPA e do ensino-aprendizagem ao coordenador(a) de estágio, ao psicólogo(a) do CSPA, ao coordenador do CSPA e/ou ao coordenador(a) do curso de psicologia;
V - Receber do CSPA declaração de cumprimento de sua carga horária prática no serviço;
VI - Realizar seus atendimentos até o último dia letivo. Casos excepcionais devem ser comunicados ao CSPA para garantir o agendamento de horário;
b) Deveres:
I - Realizar atendimentos em psicologia obrigatoriamente sob supervisão;
II - Atuar com bom senso e discrição para com todos os envolvidos: bolsistas, servidores, clientela;
III - Zelar pelo sigilo profissional previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo;
IV - Reservar consultório, após verificação de disponibilidade, e confirmar o atendimento com o usuário;
V - Estar no local para o atendimento na hora marcada e comunicar sua ausência no estágio ou atividade prática;
VI - Manter atualizados os prontuários e registros e estar sempre atento ao arquivamento de documentação do usuário, não retirando, nem excluindo, qualquer documento, sem devida autorização prévia;
VII - Manter o(a) psicólogo(a) do CSPA informado sobre a situação atual do paciente (alta, desistência, paciente não encontrado, etc.);
VIII - Registrar a carga horária prática imediatamente após o(os) atendimentos do turno;
Capítulo VIII - Das pessoas atendidas
Art.15. No que se refere aos direitos e deveres das pessoas atendidas:
I. Deveres:
§1° As pessoas atendidas, ou seus responsáveis, devem ater-se ao cumprimento dos horários fixados para os atendimentos;
§2° Comunicar ao terapeuta sobre faltas, considerando que a pessoa atendida será considerada desistente e sairá da lista de espera caso alcance o número de três faltas sem justificativa plausível (consecutivas ou não);
§3° Zelar pelas pessoas e pelo espaço físico, sigilo e ordem do local - respeitando as orientações de seu funcionamento.
II. Direitos:
§1° Ser comunicado sobre sua situação na lista de espera;
§2° Ter o devido esclarecimento quanto às faltas e demais regulamentos;
§3° Optar por mudar de estagiário terapeuta. Nesse caso, retornará à lista de espera e será reencaminhado a outro terapeuta de acordo com a disponibilidade do CSPA;
§4° Emitir sugestões ou reclamações;
§5° Continuar seu atendimento após término do semestre - a depender da recomendação do/a terapeuta e/ou supervisor .
Parágrafo único. Recomenda-se que a prorrogação do atendimento ocorra uma vez após término do semestre - a depender da recomendação do terapeuta e/ou supervisor, considerando o caráter da psicoterapia focal breve. Assim, o processo psicoterápico no serviço-escola não deverá ultrapassar o prazo de um ano para que seja possível permitir menos tempo na fila de espera aqueles que desejam atendimento.
Capítulo IX - Da infraestrutura
Art. 16. O espaço físico do serviço-escola de psicologia deve garantir:
I. Acessibilidade, considerando o que orienta a Portaria Normativa MEC no. 20, de 2017, instituições de ensino superior públicas e privadas devem garantir um plano de acessibilidade em todos os espaços institucionais;
II. Estrutura diferenciada para evitar vazamento de sons e resguardar o sigilo dos serviços prestados;
III. O respeito aos critérios da vigilância sanitária atentando a iluminação, ventilação e higiene adequada;
IV. Secretaria e recepção em local diferenciado dos locais de realização dos atendimentos;
V. Salas de atendimento individual
VI. Sala para atendimento coletivo;
VII. Sala privativa para os estagiários a fim de realizar as leituras de prontuários bem como suas devidas atualizações e organização;
VIII. Sala de supervisão de estágio;
IX. Sala para guarda de materiais exclusivos do uso do psicólogo tais como testes e outras documentações;
X. Sala lúdica;
XI. Depósito com produtos para manutenção da higiene do local.
XII. A sala de recepção é de uso exclusivo das pessoas que nela aguardam atendimento, não devendo permanecer no local, alunos, professores ou pessoas estranhas aos serviços prestados - salvo devidamente autorizados pelo(a) psicólogo(a) responsável.
XIII. Os atendimentos psicológicos serão efetuados nas salas de atendimento do CSPA, sendo o aluno responsável pela sala a ele destinada enquanto durar o atendimento.
XIV. Havendo necessidade de alteração de sala de atendimento, o(a) psicólogo(a) responsável, ou o(a) bolsista, deverá ser prontamente notificado(a);
XV. Caso não haja atendimento, o fato deve ser comunicado ao CSPA;
XVI. O/A aluno(a) deve cooperar com o zelo pelo espaço de atendimento, de forma a arrumar o espaço ao término dos atendimentos e comunicar qualquer dano que observar ao psicólogo(a) responsável ou ao bolsista, que fará os encaminhamentos devidos.
XVII. Todo material ou equipamento utilizado no serviço deverão ser requisitados pelo aluno com devida ciência do professor supervisor.
XVIII. Os arquivos do CSPA constituem-se em material protegido por sigilo profissional.
IXI Somente pessoas autorizadas pelo(a) psicólogo(a) responsável poderão manusear estes documentos;
XX. O manuseio cuidadoso dos arquivos do prontuário e os documentos oriundos de atendimentos são corresponsabilidade: da/o psicólogo responsável, do/a professor e do discente.
Capítulo X – Funcionamento
Art. 17. O funcionamento do Serviço-escola de psicologia dar-se-á do seguinte modo:
I – No turno matutino funcionará das x horas de segunda a sexta-feira e no turno vespertino de 14 horas às 17horas e no turno noturno de 18 as 2
II – As solicitações de atendimento serão acolhidas para realização da triagem e a partir desta definir-se, quando possível, os dias da semana e horários disponíveis para o atendimento psicológico.
III – o atendimento dos pacientes obedecerá à fila de espera;
IV - Terão prioridades para atendimentos encaminhamentos advindos da própria universidade, de ONGs, serviços de saúde, escolas, conselho tutelar e afins.
Capítulo XI – Serviços PrestadoS
Art. 18. Das possibilidades de serviços oferecidos:
I - Atende as demandas da comunidade interna e externa, exceto aos estudantes do Curso de Psicologia da UFAM por recomendações éticas;
II – Realiza atendimento individual e/ou em grupo com crianças, adolescentes, adultos e Idosos;
III - Oferecer serviços que abrangem as diversas áreas da psicologia de acordo com a formação dos supervisores pertencentes ao serviço-escola. São possibilidades de serviço na área do Trabalho, Saúde, Jurídica, Educação, Ambiental, Esporte e Social;
IV - Ofertar espaço de atividades de extensão, tais como seminários, cursos, exposições, com a finalidade de ampliar o conhecimento sobre a psicologia;
V - Realizar e divulgar estudos e pesquisas sobre a psicologia;
VI - Organizar e disponibilizar para consulta pública um acervo de relatórios produzidos pelos projetos vinculados ao CSPA;
VII - Propiciar espaço para a prática em psicologia, majoritariamente presencial, podendo exercer 10% da carga horária da atividade/estágio na modalidade online.
§1°. Quanto ao agendamento de atendimentos, a menores de 18 anos, deverá ser feito pelos pais ou responsáveis e, quando institucionalizados, por pessoa delegada/credenciada para essa finalidade sendo que quando se iniciar o atendimento, o responsável legal assinará o termo de consentimento. Em caso de descumprimento desse item o atendimento será encerrado;
§2°. Os serviços propostos devem ser elaborados como projetos e passar pela avaliação do colegiado do serviço-escola para aprovação e implementação em cada semestre letivo correspondente.
Capítulo XII - Do acesso aos serviços prestados
Art. 19. O acesso aos serviços prestados pelo serviço-escola dar-se-á por meio de cadastro dos interessados (físico ou eletrônico), devendo a pessoa que procurou o serviço aguardar o contato do CSPA para iniciar seu acompanhamento psicológico.
I - O serviço de atendimento psicológico oferecido é gratuito;
II - Por questões éticas, é vedado o atendimento psicológico de alunos do curso de psicologia da UFAM por outro/as aluno(a)s de psicologia da UFAM;
III - As chamadas para os serviços devem obedecer aos critérios estabelecidos pela equipe do CSPA, preferencialmente, seguindo a ordem cronológica das inscrições, o tipo de demanda e disponibilidade de horários;
IV - É proibido aos servidores, estagiários e colaboradores utilizarem-se de sua posição para conceder atendimento sem prévia inscrição no serviço, ou mesmo favorecer no tempo de espera para atendimento.
Capítulo XIII - Das parcerias
Art. 20. O CSPA promoverá suas atividades de ensino, pesquisa e extensão em consonância com os interesses da formação do curso de psicologia, podendo trabalhar também, de forma interdisciplinar, em parceria com outras unidades e programas da UFAM ou órgãos externos diversos .
Capítulo XIV - Da rede de apoio
Art. 21. O CSPA realizará credenciamento de psicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e outros profissionais ou locais de atendimento interessados na prestação de serviços, por custo menor do que o padrão, àqueles que necessitarem de encaminhamento e não tiverem recursos financeiros suficientes.
Parágrafo único. O encaminhamento das pessoas ocorrerá mediante documento para este fim e devidamente assinado.
Capítulo XV - Do término da participação dos acadêmicos
Art. 22. Ao fim do acompanhamento por falta, desistência, conclusão, ou qualquer outro motivo, o estagiário comunicará o encerramento do acompanhamento ao CSPA, que procederá com registro das informações e liberação do horário agendado. Caso seja necessário, poderá ser enviado novo contato de pessoa para atendimento.
Art. 23. Com o fim dos atendimentos e consequente fim das edições aos documentos, estes devem ser assinados (digitalmente ou não) pelo estagiário e professor orientador/ou psicólogo responsável, e posteriormente arquivados no CSPA.
Art. 24. Ao fim de cada atendimento, recomenda-se a elaboração de um formulário de ficha síntese para informações relevantes de guarda de documentos e fechamento de prontuário.
CAPÍTULO XVI - DO INFORMATIVOS PARA USUÁRIAS/OS E ESTAGIÁRIAS/OS
Art.25. Conforme recomendações do manual de estágio em psicologia, disponibilizado pelo Conselho Federal de Psicologia, o Serviço-Escola deve elaborar documento às(aos) usuárias(os), contendo informações sobre os serviços prestados. Esse documento, assim como o Código de Ética Profissional de Psicologia, deverá ficar em local de fácil acesso. É importante que as(os) usuárias(os) sejam informadas(os) sobre seu direito de acesso ao prontuário, bem como sobre os serviços prestados: modalidades de serviços, nome(s) das(os) responsável(eis) técnicas(os), custos, se houver, horários de funcionamento e normas.
Art. 26. O Serviço-escola também deverá elaborar um Informativo às(os) estagiárias(os) para que Antes de iniciar suas atividades no Serviço-Escola, a(o) estagiária(o) receba, por escrito, as principais informações sobre o serviço, sobre as atividades que irá desenvolver e sobre seus direitos e obrigações. Esse documento deverá conter: a) objetivos dos estágios, tanto no que diz respeito à formação profissional quanto à integração com a comunidade; b) inserção dos estágios no projeto pedagógico do curso; c) modalidades e locais de estágio; d) condições e características da orientação e da supervisão de estágios; e) critérios de avaliação do desempenho da(o) estagiária(o); f) direitos e obrigações da(o) estagiária(o) e normas de conduta, do ponto de vista técnico e ético; g) documentação necessária para a realização do estágio, registro de horas e de atividades; h) legislação e regulamentos que regem suas atividades: lei n. 11.788, de 2008 (Lei do Estágio), Regulamento de Estágio da IES e/ou do curso e Código de Ética Profissional do Psicólogo; i) obrigatoriedade de registro documental dos serviços prestados; j) funções da equipe técnica e administrativa do Serviço-Escola (responsável técnica(o), orientadoras(es), técnicas(os) administrativos e outros); l) outras informações que a IES julgar pertinente.
Parágrafo único. A (o) estagiária(o) assine termo de responsabilidade e de ciência dessas informações.
CAPÍTULO XVII - DOS CUIDADOS ÉTICOS NA PESQUISA E NA ELABORAÇÃO, MANUSEIO E GUARDA DA DOCUMENTAÇÃO
Art.27. A gravação de atividades práticas de estágio, seja por áudio ou vídeo, somente pode ocorrer mediante o consentimento livre, prévio e informado de todos os participantes, expresso por escrito. No caso de menores de idade ou pessoas com algum tipo de interdição, o consentimento dos responsáveis legais é igualmente obrigatório. A finalidade da gravação deve ser explicitada e justificada, e as informações coletadas devem ser mantidas em sigilo, em conformidade com as normas éticas da profissão. É importante ressaltar que o uso desses registros deve estar restrito às atividades acadêmicas e de pesquisa, sendo vedada sua utilização para quaisquer outros fins.
Art.28. Todos os documentos e registros gerados a partir das atividades do Serviço-Escola, que envolvam avaliação e intervenção sobre pessoas, grupos ou instituições, são considerados confidenciais e devem ser organizados e armazenados de acordo com as normas estabelecidas neste regimento e na legislação vigente.
Art. 29. No que se refere aos prontuários é imprescindível zelar pela manutenção de todos os seguintes itens:
1. Da Composição: O prontuário do usuário deve conter informações completas sobre a demanda, os objetivos do trabalho, a evolução do atendimento, os procedimentos técnico-científicos utilizados, o registro de encaminhamentos ou encerramento, além de cópias de documentos relevantes.
2. Do Acesso: O acesso ao prontuário é restrito ao usuário ou a pessoa por ele autorizada.
3. Do Atendimento em grupo: Em atendimentos em grupo, além do prontuário coletivo, deve-se manter documentação individualizada para cada participante.
4. Do Serviço multiprofissional: Em serviços multiprofissionais, as informações a serem registradas no prontuário único devem ser as estritamente necessárias para o cumprimento dos objetivos do trabalho.
5. Sobre Documentos complementares: Documentos como resultados de testes psicológicos, relatórios de orientação e registros acadêmicos devem ser armazenados em local seguro e acessível apenas aos profissionais envolvidos no processo.
6. Armazenamento e Prazo de Guarda: Os documentos podem ser armazenados em formato físico ou eletrônico, desde que sejam garantidas a segurança e a confidencialidade das informações. Os documentos devem ser guardados por um período mínimo de 5 (cinco) anos, podendo ser estendido em casos específicos, conforme a legislação vigente.
Parágrafo único. O sigilo profissional deve ser rigorosamente observado em todas as etapas do processo de documentação e registro, em conformidade com o Código de Ética Profissional da Psicologia em conformidade com a Resolução CFP nº 1/2009 e demais legislações pertinentes.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Art. 30. O presente documento entra em vigor após aprovação em reunião de colegiado do curso de Psicologia da UFAM – Campus Manaus e está sujeito a revisão com o decorrer das atividades do SEPS.
Art. 31. Os casos omissos ou dúvidas poderão ser discutidos em conjunto pelo técnico(a) responsável, coordenador(a) e vice-coordenador(a) do SEPS, coordenação de psicologia e pelos professores supervisores.
REFERÊNCIAS E NORMATIVAS
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Manual de orientações para estágios em psicologia. Brasília: CFP, 2024.
Resolução CNE/CES nº 1, de 11 de outubro de 2023, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de graduação em Psicologia.
| | Documento assinado eletronicamente por Sílvia Cristina Conde Nogueira, Presidenta, em 13/01/2026, às 16:27, conforme horário oficial de Manaus, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
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Referência: Processo nº 23105.033759/2025-62 |
SEI nº 2946748 |