Ministério da Educação
Universidade Federal do Amazonas
Câmara de Ensino de Graduação
RESOLUÇÃO Nº 88, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2025
A PRESIDENTA DA SESSÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO, DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, no uso de suas atribuições estatutárias;
CONSIDERANDO a Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES Nº 2, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;
CONSIDERANDO a Resolução nº 5, de 16 de novembro de 2016, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação na área da Computação, abrangendo os cursos de bacharelado em Ciência da Computação, em Sistemas de Informação, em Engenharia de Computação, em Engenharia de Software e de licenciatura em Computação, e dá outras providências.;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 018, de 01 de agosto de 2007, CEG/CONSEPE, que regulamenta as Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 037, de 04 de julho de 2011, CEG/CONSEPE, que estabelece integralização dos tempos máximos de duração dos cursos de graduação presenciais da Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Resolução nº 020, de 16 de dezembro de 2019, CONSEPE, que regulamenta a criação de curso, criação e modificação curricular e extinção de curso superior no âmbito da UFAM;
CONSIDERANDO a Resolução nº 016/2020, CEG/CONSEPE, que aprova o Projeto Pedagógico do curso de Sistemas de Informação (IT01), bacharelado, turno noturno, versão 2020/2 vinculado ao Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (ICET);
CONSIDERANDO a Resolução nº 001/2021, CEG/CONSEPE, que regulamenta o Projeto Pedagógico do curso de Sistemas de Informação (IT01), bacharelado, turno noturno, versão 2020/2 vinculado ao Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (ICET);
CONSIDERANDO a Resolução nº 044, de 04 de dezembro de 2023, CONSEPE, que dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências;
CONSIDERANDO a Ata da reunião Extraordinária do Núcleo Docente Estruturante - NDE (2839402), do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), realizadas em 18 de setembro de 2025;
CONSIDERANDO a Ata da reunião Extraordinária do Colegiado (2839404) do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), realizadas em 25 de setembro de 2025;
CONSIDERANDO o OFÍCIO Nº 21/2025/CCSI - ICET/UFAM (2839340), da Coordenação do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01);
CONSIDERANDO o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), (2910872);
CONSIDERANDO a análise constante na Informação nº 44/2025 DAE/PROEG (2910712), que Alteração do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, vinculado ao Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia – ICET, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), criando a versão 2020/3;
CONSIDERANDO, finalmente, a Decisão CEG (SEI nº2946401 ), do plenário, em reunião ordinária realizada em 18 de dezembro de 2025,
R E S O L V E:
Art. 1º ALTERAR o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, vinculado ao Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia – ICET, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), criando a versão 2020/3, como se segue:
§1º A alteração de que trata o caput se refere a:
I - Incluir as disciplinas:
a) ITS100- Ética, Cidadania e Meio Ambiente (3.1.1.1 créditos, equivalentes a 60 horas), a ser ofertada no 1º período;
b) ITS101- Teoria Geral de Sistemas (4.3.0.1 créditos, equivalentes a 60 horas), a ser ofertada no 2º período;
c) ITS102 - Empreendedorismo e Inovação em TI (3.1.1.1 créditos, equivalentes a 60 horas), a ser ofertada no 3º período;
d) ITS103 - Governança em TI (3.1.1.1 créditos teóricos, equivalentes a 60 horas), a ser ofertada no 5º período;
e) ITS104 - Organização, Processos e Tomada de Decisão (4.3.0.1 créditos teóricos, equivalentes a 60 horas), a ser ofertada no 6º período;
f) ITS105 - Segurança e Auditoria de Sistemas (3.1.1.1 créditos teóricos, equivalentes a 60 horas), a ser ofertada no 7º período;
g) ITS106 - Metodologia da Pesquisa para Computação (3.1.1.1 créditos teóricos, equivalentes a 60 horas), a ser ofertada no 8º período;
h) ITS107 - Seminários em Sistemas de Informação (3.1.1.1 créditos teóricos, equivalentes a 60 horas), a ser ofertada no 8º período; e,
i) ITS108 - Computação e Sociedade (2.1.0.1 créditos teóricos, equivalentes a 30 horas), a ser ofertada no 9º período.
II - Alterar o período de oferta das disciplinas obrigatórias abaixo relacionadas:
a) ITI240 - Interação Humano Computador, do 6º para o 4º período;
b) ITI375 - Modelos de Gestão , do 4º para o 6º período;
III - Excluir o pré-requisito ITS200 – Metodologia da Pesquisa para Computação da disciplina obrigatória its903 – Trabalho Final de Graduação (4.2.2.0 créditos, equivalentes a 90 horas);
IV - Inserir o pré-requisito ITS106 – Metodologia da Pesquisa para Computação para a disciplina obrigatória its903 – Trabalho Final de Graduação (4.2.2.0 créditos, equivalentes a 90 horas);
Art. 2º A integralização curricular do curso de graduação em Sistema de Informação (IT01), versão 2020/3, dar-se-á, com a conclusão da carga horária total de 3.015 (três mil e quinze) horas/aula e 151 (cento e cincoenta e um) créditos, com a subdivisão que segue:
I - disciplinas obrigatórias;
II - disciplinas optativas;
III - Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC's);
IV - Atividades de Extensão.
Art. 3º As disciplinas obrigatórias correspondem ao total de 2.685 (dois mil, seissentas e oitenta e cinco) horas/aula, equivalentes a 148 (cento e quarenta e oito) créditos.
Art. 4º As disciplinas optativas correspondem ao total de 60 (sessenta) horas/aula, equivalentes a 3 (três) créditos.
Art. 5º As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC's) constituem componente curricular obrigatório e correspondem ao total de 90 (noventa) horas.
Art. 6º As Atividades de Extensão correspondem ao total de 315 (trezentas e quinze) horas, distribuídas em 9 (nove) disciplinas com atividades parciais de extensão, computando 135 (cento e trinta e cinco) horas, equivalentes a 31 (trinta e um) créditos, e mais 180 (cento e oitenta) horas de Curricularização de Extensão nas Modalidades de Extensão para completar o percentual mínimo de 10% da carga horária total do curso, previstas no Regulamento das Atividades de Extensão.
Art. 7º O curso será ofertado na modalidade de oferta presencial, em regime de crédito e carga horária semestrais, no turno noturno. Será permitida matrícula em disciplinas, respeitando o limite máximo de 23 (vinte e três) e mínimo de 6 (seis) créditos por período.
Art. 8º A integralização curricular far-se-á, em no mínimo 5 (cinco) anos, equivalentes a 10 (dez) períodos letivos, e, no máximo, sete anos e meio, equivalentes a 15 (quinze) períodos letivos,.
Art. 9º O desdobramento da Estrutura Curricular do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, currículo versão 2020/3, está organizada em campos de formação, por componentes curriculares, e contido no Anexo I desta Resolução.
Art. 10. A distribuição das disciplinas do currículo do do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, currículo versão 2020/3, por período letivo, far-se-á segundo o que estabelece a periodização e o quadro de disciplinas optativas contidos no Anexo II desta Resolução.
Art. 11. O programa de ensino das disciplinas obrigatórias do currículo do do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, currículo versão 2020/3, criadas por esta Resolução compõe o Anexo III.
Art. 12. O Quadro de Transição Curricular do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, currículo versão 2020/3, está estabelecido no Anexo IV desta Resolução. Não há Quadro de Equivalência para esta versão.
Art. 13. As normas e procedimentos para a realização das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, currículo versão 2020/3, estão estabelecidas no Anexo V desta Resolução.
Art. 14. As normas e procedimentos para a realização da Disciplina Obrigatória Estágio em Sistemas de Informação do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, currículo versão 2020/3, estão estabelecidas no Anexo VI desta Resolução.
Art. 15. As normas e procedimentos para a realização da Disciplina Obrigatória Trabalho Final de Graduação do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, currículo versão 2020/3, estão estabelecidas no Anexo VII desta Resolução.
Art. 16. As normas regulamentares das Atividades de Extensão do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, currículo versão 2020/3, estão estabelecidas no Anexo VIII desta Resolução.
Art. 17. Aplicar-se-á esta Resolução aos discentes que ingressarem no do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01), bacharelado, presencial, turno noturno, currículo versão 2020/3, a partir do período letivo 2026/1.
Art. 18. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
PLENÁRIA da CÂMARA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO do CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO (CEG/CONSEPE) da UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM) em Manaus, 18 de dezembro de 2025.
SILVIA CRISTINA CONDE NOGUEIRA
Presidenta
DESDOBRAMENTO DA ESTRUTURA CURRICULAR
|
NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
Arquitetura de Computadores, Sistemas Operacionais e Redes de Computadores |
ITI205 |
Arquitetura de Computadores |
60 |
4.4.0.0 |
|
ITI225 |
Sistemas Operacionais |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
ITI320 |
Redes de Computadores |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
Computação, Algoritmos e Programação |
ITI200 |
Introdução à Programação I |
60 |
3.2.1.0 |
|
ITI220 |
Introdução à Programação II |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
ITI255 |
Algoritmos e Estruturas de Dados I |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
ITI275 |
Algoritmos e Estruturas de Dados II |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
ITI260 |
Programação Orientada a Objetos |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
ITS108 |
Computação e Sociedade |
30 |
2.1.0.1 |
|
|
Matemática |
ITC001 |
Matemática Discreta |
60 |
4.4.0.0 |
|
ITC010 |
Cálculo I |
90 |
6.6.0.0 |
|
|
ITC015 |
Álgebra Linear |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
ITC020 |
Probabilidade e Estatística |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
|
|
TOTAL |
780 |
45.37.7.1 |
LEGENDA:
CH: Carga Horária
CR: Número de Créditos
|
NÚCLEO DE FORMAÇÃO TECNOLÓGICA |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
Banco de Dados |
ITI270 |
Sistemas de Banco de Dados I |
60 |
3.2.1.0 |
|
ITI290 |
Sistemas de Banco de Dados II |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
Engenharia de Software |
ITS060 |
Engenharia de Software A |
60 |
3.2.1.0 |
|
ITS063 |
Engenharia de Software B |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
ITS066 |
Qualidade do Processo e Produto |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
ITS068 |
Gestão de Projetos de Software |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
Sistemas de Informação |
ITS048 |
Fundamentos de Sistemas de Informação |
60 |
4.4.0.0 |
|
ITS101 |
Teoria Geral de Sistemas |
60 |
4.3.0.1 |
|
|
ITS103 |
Governança em TI |
60 |
3.1.1.1 |
|
|
ITS105 |
Segurança e Auditoria de Sistemas |
60 |
3.1.1.1 |
|
|
ITS107 |
Seminários em Sistemas de Informação |
60 |
3.1.1.1 |
|
|
Programação Avançada |
ITI315 |
Programação para Computação Móvel |
60 |
3.2.1.0 |
|
ITS064 |
Desenvolvimento Web |
60 |
3.2.1.0 |
|
|
Interface Homem-Máquina |
ITI240 |
Interação Humano Computador |
60 |
3.2.1.0 |
|
Prática da Produção Científica |
ITS106 |
Metodologia da Pesquisa para Computação |
60 |
3.1.1.1 |
|
ITS903 |
Trabalho Final de Graduação |
90 |
4.2.2.0 |
|
|
|
|
TOTAL |
990 |
51.31.15.5 |
LEGENDA:
CH: Carga Horária
CR: Número de Créditos
|
NÚCLEO DE FORMAÇÃO HUMANÍSTICA |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
Humanidade e Ciências Sociais |
ITC005 |
Inglês Instrumental |
60 |
4.4.0.0 |
|
Ciências do Ambiente e Cidadania |
ITS100 |
Ética, Cidadania e Meio Ambiente |
60 |
3.1.1.1 |
|
Administração |
ITC025 |
Introdução à Economia |
60 |
4.4.0.0 |
|
ITI215 |
Gestão das Organizações |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
ITS104 |
Organização, Processos e Tomada de Decisão |
60 |
4.3.0.1 |
|
|
ITE203 |
Comportamento Organizacional |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
ITS052 |
Gestão de Pessoas e do Conhecimento |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
ITI375 |
Modelos de Gestão |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
ITE221 |
Gestão da Inovação |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
ITE220 |
Estratégia |
60 |
4.4.0.0 |
|
|
|
|
TOTAL |
600 |
39.36.1.2 |
LEGENDA:
CH: Carga Horária
CR: Número de Créditos
|
NÚCLEO DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR |
||||
|
TÓPICOS/EIXOS |
SIGLA |
DISCIPLINAS DESDOBRADAS |
CH |
CR |
|
Direito |
ITS070 |
Direito Público, Privado e Eletrônico |
60 |
3.2.1.0 |
|
Empreendedorismo e Inovação |
ITS102 |
Empreendedorismo e Inovação em TI |
60 |
3.1.1.1 |
|
Prática Profissional |
ITS904 |
Estágio em Sistemas de Informação |
195 |
7.1.6.0 |
|
Formação Livre |
- |
Optativa I |
60 |
- |
|
Atividades Acadêmicas Científicas Culturais (AACC) |
- |
Ensino, Pesquisa e Extensão |
90 |
- |
|
|
|
TOTAL |
465 |
13.4.8.1 |
LEGENDA:
CH: Carga Horária
CR: Número de Créditos
ESTRUTURA CURRICULAR - DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS POR PERÍODO
|
PER |
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
TOTAL |
|||||
|
1º |
ITI200 |
Introdução à Programação I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
ITS048 |
Fundamentos de Sistemas de Informação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
ITI215 |
Gestão das Organizações |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
ITS100 |
Ética, Cidadania e Meio Ambiente |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
- |
|
|
ITC005 |
Inglês Instrumental |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
18.15.2.1 |
225 |
60 |
15 |
300 |
- |
||
|
ITI220 |
Introdução à Programação II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI200 |
|
|
ITS101 |
Teoria Geral de Sistemas |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
ITS048 |
|
|
ITS052 |
Gestão de Pessoas e do Conhecimento |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
ITC001 |
Matemática Discreta |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
ITC025 |
Introdução à Economia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
19.17.1.1 |
255 |
30 |
15 |
300 |
- |
||
|
ITI255 |
Algoritmos e Estruturas de Dados I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI220 |
|
|
ITI205 |
Arquitetura de Computadores |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
ITE203 |
Comportamento Organizacional |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
ITS102 |
Empreendedorismo e Inovação em TI |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
- |
|
|
ITC015 |
Álgebra Linear |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
18.15.2.1 |
225 |
60 |
15 |
300 |
- |
||
|
4º |
ITI275 |
Algoritmos e Estruturas de Dados II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI255 |
|
ITI225 |
Sistemas Operacionais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI205 |
|
|
ITI240 |
Interação Humano Computador |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
|
ITC010 |
Cálculo I |
6.6.0.0 |
90 |
0 |
0 |
90 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
15.12.3.0 |
180 |
90 |
0 |
270 |
- |
||
|
5º |
ITI260 |
Programação Orientada a Objetos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI220 |
|
ITS060 |
Engenharia de Software A |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI255 |
|
|
ITI270 |
Sistemas de Banco de Dados I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI220 |
|
|
ITS103 |
Governança em TI |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
ITS048 ITI215 |
|
|
ITC020 |
Probabilidade e Estatística |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
16.11.4.1 |
165 |
120 |
15 |
300 |
- |
||
|
6º |
ITS063 |
Engenharia de Software B |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS060 |
|
ITI290 |
Sistemas de Banco de Dados II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI270 |
|
|
ITS064 |
Desenvolvimento Web |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI260 ITI270 |
|
|
ITI375 |
Modelos de Gestão |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
ITS104 |
Organização, Processos e Tomada de Decisão |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
17.13.3.1 |
195 |
90 |
15 |
300 |
- |
||
|
7º |
ITS066 |
Qualidade do Processo e Produto |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS060 |
|
ITI320 |
Redes de Computadores |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI225 |
|
|
ITI315 |
Programação para Computação Móvel |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI240 ITI260 ITI270 |
|
|
ITS105 |
Segurança e Auditoria de Sistemas |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
ITS048 ITS060 |
|
|
ITE220 |
Estratégia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
16.11.4.1 |
165 |
120 |
15 |
300 |
- |
||
|
8º |
ITS068 |
Gestão de Projetos de Software |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS066 |
|
ITS106 |
Metodologia da Pesquisa para Computação |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
ITC005 ITS060 ITI270 |
|
|
ITS107 |
Seminários em Sistemas de Informação |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
ITS103 |
|
|
ITS070 |
Direito Público, Privado e Eletrônico |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS048 |
|
|
SUBTOTAL |
12.6.4.2 |
90 |
120 |
30 |
240 |
- |
||
|
9º |
ITS903 |
Trabalho Final de Graduação |
4.2.2.0 |
30 |
60 |
0 |
90 |
ITS106 |
|
ITS108 |
Computação e Sociedade |
2.1.0.1 |
15 |
0 |
15 |
30 |
ITC005 |
|
|
ITE221 |
Gestão da Inovação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
|
SUBTOTAL |
10.7.2.1 |
105 |
60 |
15 |
180 |
- |
||
|
10º |
ITS904 |
Estágio em Sistemas de Informação |
7.1.6.0 |
15 |
180 |
0 |
195 |
ITS063 |
|
SUBTOTAL |
7.1.6.0 |
15 |
180 |
0 |
195 |
- |
||
|
TOTAL |
148.108.31.9 |
1620 |
930 |
135 |
2685 |
- |
||
LEGENDA:
CH: Carga Horária (T: Teórica, P: Prática e E: Extensão)
PR: Pré-Requisito
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CR |
CH |
PR |
|||
|
T |
P |
E |
TOTAL |
||||
|
ITS072 |
Análise de Algoritmos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI275 |
|
ITS073 |
Aprendizado de Máquina |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITC015 ITI275 |
|
ITS074 |
Arquitetura da Informação |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS103 |
|
ITS075 |
Arquitetura Empresarial |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS103 |
|
ITS076 |
Comércio Eletrônico |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS064 |
|
ITS077 |
Computação Gráfica |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITC015 ITI275 |
|
ITS078 |
Desenvolvimento de Jogos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS064 |
|
ITS079 |
Fundamentos de Visão Computacional |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITC015 ITI275 |
|
ITS080 |
Fundamentos de Engenharia de Software Experimental |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS063 |
|
ITS081 |
Fundamentos de Melhoria do Processo de Software |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS060 |
|
ITS082 |
Fundamentos de Sistemas Distribuídos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI320 |
|
ITS083 |
Fundamentos de Teste de Software |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS063 |
|
ITI295 |
Fundamentos Teóricos da Computação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
ITI370 |
Inteligência Artificial |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITC020 |
|
ITS084 |
Internet das Coisas |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI260 |
|
ITS085 |
Leitura e Produção Textual |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
ITC035 |
Libras |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
60 |
- |
|
ITS086 |
Mineração de Dados |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI270 |
|
ITS087 |
Paradigmas de Linguagem de Programação |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI255 |
|
ITS088 |
Pesquisa Operacional |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI255 |
|
ITS089 |
Recuperação de Informação |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI275 |
|
ITS090 |
Tecnologias Emergentes |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI260 |
|
ITS091 |
Tópicos em Banco de Dados |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI270 |
|
ITS092 |
Tópicos em Engenharia de Software |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITS063 |
|
ITS093 |
Tópicos em Programação Avançada |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITI260 |
|
ITS094 |
Tópicos em Robótica |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
ITC010 ITI275 |
|
ITS095 |
Seminários para o ENADE |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
60 |
- |
|
TOTAL |
83.58.25.0 |
870 |
750 |
0 |
1620 |
- |
|
LEGENDA:
PER: Período Letivo
CR: Número de Créditos
CH: Carga Horária (T: Teórica, P: Prática e E: Extensão)
PR: Pré-Requisito
ANEXO III PROGRAMA DE ENSINO
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI200 |
Introdução à Programação I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Identificadores, constantes, variáveis e atribuição. Tipos primitivos de dados. Operadores aritméticos, relacionais e lógicos. Tabela verdade dos operadores de negação, conjunção e disjunção. Formação de expressões aritméticas, relacionais e lógicas. Noções fundamentais de algoritmos, notação e programas. Estrutura sequencial, seletiva condicional e de repetição. Depuração de programas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Explicar o conceito de algoritmo computacional e linguagem de programação de computadores de alto nível, incluindo a especificação de programas de computadores que manipulem estruturas de dados básicas, armazenadas em memória principal, e contribuir para o desenvolvimento da criatividade e pensamento lógico para a construção de rotinas computacionais |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Promover o desenvolvimento do raciocínio lógico para que seja aplicado em problemas do mundo real passíveis de solução algorítmica · Conceituar variável, estrutura de decisão e estrutura de repetição no contexto de algoritmos · Desenvolver a capacidade de construir algoritmos computacionais otimizados e com clareza para posterior tradução em uma linguagem de programação estruturada |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Forbellone, André Luiz Vilar e Eberspacher, Henri Frederico. Lógica de Programação. 2 ed., São Paulo: MAKRON books. 2000 Gookin, Dan. Começando a Programar em C para Leigos. Editora: Alta Books, 2016 Junior, Dilermando Piva Jr; Engelbrecht, Angela de Mendonça; Nakamiti, Gilberto Shigueo e Bianchi, Francisco. Algoritmos e Programação de Computadores. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019 COMPLEMENTARES: Guimarães, Ângelo de Moura e Lages, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro, RJ: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 1985 Iepsen, Edécio Fernando. Lógica de Programação e Algoritmos com Javascript: Uma Introdução à Programação de Computadores com Exemplos e Exercícios Para Iniciantes. 1ª edição. Novatec. 2018 Lopes, Anita e Garcia, Guto. Introdução à Programação: 500 Algoritmos Resolvidos. Elsevier Brasil, 2016 Manzano, José A. e Oliveira, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores. 28a Edição Revisada e atualizada. Érica. 2016 Mueller, John; Massaron, Luca. Algoritmos Para Leigos. 1ª Edição. Alta Books. 2018 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS048 |
Fundamentos de Sistemas de Informação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceitos de Sistemas de Informação. Caracterização da área de Sistemas de Informação. Relação da área de Sistemas de Informação com as áreas de Computação e Informática. Papel dos sistemas de informação no processo de gerenciamento da organização. Campos de atuação da área de Sistemas de Informação. Desenvolvimento e Análise de Sistemas de Informação. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Conceituar os Sistemas de Informação em termos de seus objetivos e componentes. Estudar os diversos tipos de sistemas de informação em relação à estrutura organizacional e níveis decisórios |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Abordar os conteúdos que fundamentam a área de Sistemas de Informação, envolvendo os conceitos de dado, informação, conhecimento, sistemas de informação e tecnologia da informação · Promover o estudo dos diversos tipos de Sistemas de Informação em relação à estrutura organizacional e níveis decisórios · Apresentar os campos de atuação e processo de desenvolvimento e análise de Sistemas de Informação |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Prado, E. P. V. e Souza, C. A. Fundamentos de Sistemas de Informação. Editora GEN LTC, 2014 Rainer Júnior, R. K. e Cegielski, C. G. Introdução a Sistemas de Informação: Apoiando e Transformando Negócios na Era da Mobilidade. São Paulo: Campus, 2015 Laudon, K. e Laudon, J. Sistemas de Informação Gerenciais. Editora Pearson Universidades, 2011 COMPLEMENTARES: Graeml, Alexandre. R. Sistemas de Informação: O Alinhamento da Estratégia de TI com a Estratégia Corporativa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003 O'brien, James A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2004 Audy, J. L. N. Fundamentos de Sistemas de Informação. Porto Alegre: Bookman, 2007 O'brien, James A e Marakas, G. M. Administração de Sistemas de Informação. 15. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2013 Stair, Ralph M. e Reynolds, George W. Princípios de Sistemas de Informação. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI215 |
Gestão das Organizações |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Funções da Administração. Fundamentos da gestão. Perspectivas sobre a gestão. A gestão das pessoas. Processo de Comunicação. Marketing e vendas. Gestão dos processos operacionais. Gestão administrativa e financeira. Modelos de Gestão. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Estudar a organização da perspectiva gerencial (management), procurando compreender os processos, operações e atividades que pretendem maximizar os resultados de modo sustentável |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Apresentar as principais teorias administrativas · Demonstrar o processo administrativo · Divulgar as subáreas de uma organização · Salientar a relevância das relações humanas no trabalho em grupo · Desenvolver competências de proatividade, trabalho em equipe, pensamento sistêmico e contingencial |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Assen, M. V. Modelos de Gestão: Os 60 Modelos que Todo Gestor deve Conhecer. São Paulo: Pearson Prentice Hakk, 2010 Maximiano, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana à Revolução Digital. São Paulo: Atlas, 2012 Paladini, E. Gestão Estratégica da Qualidade: Princípios, Métodos e Processos. 2ª edição. São Paulo: Atlas, 2009 COMPLEMENTARES: Araujo, L. C. de; Garcia, A. A e Martines, S. Gestão de Processos - Melhores Resultados e Excelência Organizacional. São Paulo: Atlas, 2011 Chiavenato, I. Administração: Teoria, Processo e Prática. São Paulo: Elsevier, 2006 Kotler, P. e Armstrong, G. Princípios de Marketing. 15ª ed. São Paulo: Pearson Education, 2014 Motta, Fernando C. Prestes. Teoria Geral da Administração: Uma Introdução. 22. ed. São Paulo: Pioneira, 1998. 230 p. Rodriguez, Martius, Vicente. Gestão Empresarial: Organizações que Aprendem. QualityMark, Rio de Janeiro, 2006 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS100 |
Ética, Cidadania e Meio Ambiente |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR). Conceitos e características da Sociologia, Antropologia e Ciência Política. Desigualdades e Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura AfroBrasileira, Africana e Indígena. Ética profissional e nas redes sociais. Educação e questões ambientais, raciais, de saúde e de inclusão digital. Sustentabilidade em TI. Direitos da população LGBTQIA+. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Proporcionar uma reflexão a respeito dos impactos das tecnologias sobre o meio ambiente e a cidadania, além de fornecer ao aluno fundamentos relacionados a ética e postura profissional. Discutir os direitos da população LGBTQIA+. Apresentar o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à Universidade |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Promover a reflexão e o diálogo sobre ética, cidadania e questões ambientais · Analisar as transformações geradas pelo avanço tecnológico e os impactos nas relações étnico-raciais e na vivência de outras minorias · Estudar as mudanças nas características da sociedade decorrentes da evolução das tecnologias da informação e comunicação, visando preparar o futuro profissional em Sistema de Informação para os desafios do mercado · Incentivar a reflexão sobre a prática profissional em alinhamento com a ética e a sustentabilidade ambiental · Estimular a participação dos discentes na vida comunitária, visando a melhoria das condições socioambientais |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Costa, C. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. 5. ed. São Paulo: Moderna, 2015 Lévy, P. Cibercultura. 3. ed. São Paulo: Editora 34, 2010 Ruben, G.; Wainer, J. e Dwyer, T. Informática, Organizações e Sociedade no Brasil. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2006 COMPLEMENTARES: Bauman, Zygmunt. Vida para Consumo: A Transformação das Pessoas em mercadorias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2008 Castells, Manuel. A Sociedade em Rede. 4ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000 Lakatos, E. M. e Marconi, Marina de Andrade. Sociologia Geral. Atlas, 1999 Martins, C. B. O que é Sociologia? São Paulo: Brasiliense, 1982 Sassen, Saskia. Sociologia da Globalização. 1ª Ed. São Paulo: Artmed, 2010 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITC005 |
Inglês Instrumental |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estudo de técnicas e estratégias de leitura para a compreensão de textos acadêmicos e científicos em Língua Inglesa. Interpretação de informações verbais e não verbais. Abordagem de aspectos do sistema linguístico (gramática e pragmática), bem como aquisição de vocabulário geral e específico relacionado à área de atuação acadêmica e profissional do curso de Sistemas de Informação |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Promover o desenvolvimento da leitura crítica e reflexiva em Língua Inglesa, por meio da aplicação de estratégias e técnicas de compreensão textual, ampliando o repertório linguístico e instrumental dos estudantes para sua formação acadêmica e profissional na área de Sistemas de Informação |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Aplicar estratégias de leitura e técnicas de compreensão escrita em textos acadêmicos e científicos em Língua Inglesa · Identificar os gêneros e tipologias textuais utilizados na produção acadêmico-científica, suas características estruturais e funcionais · Ampliar o vocabulário técnico no contexto acadêmico geral e específico relacionado à área de Sistemas de Informação · Compreender aspectos gramaticais e pragmáticos da leitura em língua inglesa, com foco na identificação de elementos estruturais e na interpretação de sentido em diferentes contextos |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Cruz, Décio Torres; Silva, Alba Valéria e ROSAS, Marta. Inglês.com: Textos para Informática. Salvador. Editora Disal, 2006 Gallo, Lígia Razera. Inglês Instrumental para Informática: Módulo I. São Paulo: Ícone, 2008 Souza, Adriana Grade. Leitura em Língua Inglesa: Uma Abordagem Instrumental. 2a ed. São Paulo: Disal, 2005 COMPLEMENTARES: Dias, R. Reading Critically in English. 3a ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002 Glendinning, Eric H. e Mcewan, John. Basic English for Computing. Nova Iorque. Oxford University Press, 2002 Munhoz, Rosângela. Inglês Instrumental: Modulo I. São Paulo: Texto novo, 2000 Pimenta, S. O. e Oliveira, N. A. O Domínio da Leitura em Inglês - Módulo I. São Paulo: Texto Novo, 2001 Thompson, Marco Aurélio. Inglês Instrumental. Estratégias de Leitura Para Informática e Internet. Érica, 2015 |
||||||
2° Período
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI220 |
Introdução à Programação II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI200 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estrutura de dados homogênea (vetor e matriz) e heterogênea (estruturas). Desenvolvimento sistemático de algoritmos. Desenvolvimento de programas por etapas. Abordagem Top-Down e Bottom-Up. Modularização: decomposição funcional, declaração e manipulação, escopo de variáveis, passagem de parâmetros e contexto de módulos. Processamento de cadeias de caracteres. Casamento de cadeias de caracteres. Conceitos sobre arquivos. Métodos de acesso à arquivo. Tipo abstrato de dados |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Desenvolver o raciocínio lógico aplicado à solução de problemas em nível computacional, utilizando os conceitos básicos de desenvolvimento de algoritmos e, propiciar assim, um olhar crítico e sistemático para as atividades de programação |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Fornecer conceitos básicos e fundamentais para desenvolvimento de aplicações computacionais, utilizando linguagem de programação em linguagem de alto nível · Entender e implementar estruturas de dados homogêneas (vetores e matrizes), heterogêneas (estruturas) e modularização · Desenvolver soluções computacionais envolvendo processamento de cadeias de caracteres e métodos de acesso à arquivos · Estudar conceitos de abstração de dados |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Ascencio, Ana Fernanda Gomes e Campos, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da Programação de Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 3. ed. São Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2012 Celes Filho, Waldemar; Cerqueira, Renato Fontoura de Gusmão e Rangel Netto, José Lucas Mourão. Introdução a Estruturas de Dados: Com Técnicas de Programação em C. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier; 2004 Junior, Dilermando Paiva et al. Algoritmos e Programação de Computadores. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012 COMPLEMENTARES: Edelweiss, Nina; Galante, Renata. Estruturas de Dados: Volume 18. Editora: Bookman., 2008 Guimarães, Ângelo de Moura e Lages, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro, RJ: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 1994 Nunes, Daltro J. Introdução à Abstração de Dados: Volume 21 da Série Livros Didáticos Informática UFRGS. Bookman. 2012 Puga, Sandra e Rissetti, Gerson. Lógica de Programação e Estruturas de Dados. Editora: Pearson Universidades, 2016 Ziviani, Nivio. Projeto de Algoritmos: com Implementações em Pascal e C. São Paulo, SP: Thomson Learning, 2004 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS101 |
Teoria Geral de Sistemas |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
ITS048 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
A origem e o conceito da Teoria Geral de Sistemas. Sistemas: conceito, componentes, relação entre sistemas e ambiente. Fundamentos de informação de sistemas nas empresas: computadores e processos de informação, software de sistemas de informação e gerência de recursos de dados. Fundamentos da vantagem estratégica de sistema da informação. Conceitos de Hardware/Software. Gerenciamento de Banco de Dados. Telecomunicação, computação em rede, internet/intranet/extranet. Tipos de sistemas de informação. Sistemas integrados de gestão empresarial e gerenciamento de relacionamento com clientes. Sistemas de e-business. Sistemas de e-commerce. Sistemas de apoio as decisões. Desenvolvimento de soluções e segurança e-business. Empresa e administração globalizada de tecnologia e-business. Questões éticas e sociais em sistemas de informação. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Conhecer os conceitos fundamentais sobre teoria geral de sistemas como facilitador para o entendimento dos sistemas em geral e das organizações. Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à Universidade |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Desenvolver competências como análise crítica, tomada de decisões fundamentadas em dados, pensamento estratégico e habilidade de lidar com a complexidade · Promover uma base sólida de conhecimentos sobre os conceitos essenciais da TGS, incluindo sistema, subsistema, supra-sistema, feedback, fronteiras e outros · Mostrar a importância da TGS em diversas áreas do conhecimento e no contexto organizacional, ilustrando como seus conceitos podem ser aplicados na resolução de problemas reais por meio de práticas extensionistas junto a comunidades escolares |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: O'brien, James A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2004 Rainer Júnior, R. K. e Cegielski, C. G. Introdução a Sistemas de Informação: Apoiando e Transformando Negócios na Era da Mobilidade. 3a Ed. São Paulo: Campus, 2012 Laudon, Kenneth C. e Laudon, Jane Price. Sistemas de Informação Gerenciais: Administrando a Empresa Digital. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2011
COMPLEMENTARES: Rezende, Denis A. e Abreu, Aline F. Tecnologia da Informação: Aplicada a Sistemas de Informação Empresariais. 9ª Ed. São Paulo. Editora Atlas, 2013 Graeml, Alexandre. R. Sistemas de Informação: O Alinhamento da Estratégia de TI com a Estratégia Corporativa. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2003 O'brien, James A. e Marakas, G. M. Administração de Sistemas de informação. 15. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2013 Mattos, João Roberto Loureiro e Guimarães, Leonam dos Santos. Gestão da Tecnologia e Inovação. 2a Ed. São Paulo, Editora Saraiva, 2013 Boar, Bernard H. Tecnologia da Informação: A Arte do Planejamento Estratégico. 2. ed. São Paulo, SP: Berkeley Brasil, 2002 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS052 |
Gestão de Pessoas e do Conhecimento |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Fundamentos de gestão de pessoas. Carreira. Formação e trabalho de equipes. Fundamentos da gestão do conhecimento. Ferramentas de avaliação de desempenho. Modelos de gestão do conhecimento. Noção de competências. Tipos de competências. Gestão de competências. Culturas e valores Organizacionais. Capital intelectual e humano. Inteligência organizacional, emocional e competitividade |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Compreender as novas formas de se gerenciar pessoas por meio da valorização do capital humano, a partir de bases conceituais de competências, conhecimento e novas ferramentas de gestão de pessoas |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Implementar um sistema de gestão de desempenho · Fomentar a diversidade e inclusão · Gerenciar o comportamento organizacional |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Gil, Antonio Carlos. Gestão de Pessoas. Atlas, São Paulo, 2002 Takeuchi, Hirotaka e Nonaka, Ikujiro. Gestão do Conhecimento. Tradução Ana Thorell. Porto Alegre: Bookman, 2008 Chiavenato, Idalberto. Gestão de Pessoas: O Novo Papel dos Recursos Humanos nas Organizações. São Paulo: Editora Manole, 2014 COMPLEMENTARES: Senge, Peter M. A Quinta Disciplina: Arte e Prática da Organização que Aprende. 28. ed. Rio de Janeiro: Bestseller, 2012 Chiavenato, Idalberto. Administração: Teoria, Processo e Prática. 4. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007 Davenport, Thomas H. e Prusak, Laurence. Conhecimento Empresarial: Como as Organizações Gerenciam o seu Capital Intelectual. Rio de Janeiro: Campus, 2012 Drucker, Peter Ferdinand; Stalk, George; Nonaka, Ikujiro e Argyris, Chris. Aprendizado Organizacional: Gestão de Pessoas para a Inovação Contínua. Rio de Janeiro: Campus, 2000 Alvarenga Neto, Rivadávia C. D. de. Gestão do Conhecimento em Organizações: Proposta de Mapeamento Conceitual Integrativo. São Paulo: Saraiva, 2008 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITC001 |
Matemática Discreta |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estruturas algébricas (princípio dos números naturais, inteiros e racionais). Conjuntos. Funções. Relações, relações de equivalência. Sequência, recursão e indução matemática. Recorrências lineares de primeira e segunda ordem. Combinatória. Técnicas de demonstração. Ordens parciais e totais |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Definir a influência do computador na relação entre o contínuo e o discreto. Desenvolver a capacidade de raciocinar com o abstrato. Fornecer ferramentas para manipulação algébrica. Demonstrar o modo como o computador é usado nas aplicações da matemática. Familiarizar-se com a escrita matemática formal e a linguagem computacional |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Desenvolver a capacidade de abstração por meio da análise de estruturas algébricas e relações · Aplicar técnicas combinatórias e recursivas na resolução de problemas computacionais · Integrar ferramentas computacionais na modelagem de conceitos discretos |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Gersting, J. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004 Menezes, P. Matemática Discreta para Computação e Informática. 3. Ed. Porto Alegre, Bookman, 2010 Scheinerman, E. R. Matemática Discreta: Uma Introdução. São Paulo: Cengage Learning, 2006 COMPLEMENTARES: Fossa, J. A. Introdução às Técnicas de Demonstração na Matemática. 2. Edição revisada e ampliada. São Paulo, Editora Livraria da Física, 2009 Graham, R. L.; Knuth, R. L. e Patashnik, O. Matemática Concreta: Fundamentos para a Ciência da Computação. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995 Hunter, D. J. Fundamentos de Matemática Discreta. Rio de Janeiro: LTC, 2011 Knuth, Donald Ervin; Knuth, Donald Ervin e Patashnik, Oren. Matemática Concreta: Fundamentos para a Ciência da Computação. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995 Lipschutz, S. Teoria e Problemas de Matemática Discreta. 2. Ed. Porto Alegre, Bookman, 2004 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITC025 |
Introdução à Economia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Fundamentos e modelos econômicos. Sistemas de mercado. Demanda, oferta e suas interações. Custos de produção. Elasticidade. Mercados competitivos. Renda e produto Nacional. Sistema monetário. Política fiscal. Desemprego e inflação. Economia aberta: câmbio e comércio internacional; Globalização econômica; Externalidades. Política ambiental: Teoria de Coase e desenvolvimento econômico sustentável |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Caracterizar e analisar criticamente elementos da situação econômica nacional em um contexto globalizado e suas implicações na realidade empresarial |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Entender o funcionamento dos mercados, a partir dos conceitos fundamentais e microeconômicos · Conhecer os mecanismos e as políticas macroeconômicas e suas influências nos mercados e na qualidade de vida das populações · Identificar as especificidades dos mercados atuais por meio dos conceitos de globalização e sustentabilidade |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Hubbard, R. Glenn e O´brien, A. Patrick. Introdução à Economia. Tradução: Chistiane de Brito André, Cristina Bázan, Rodrigo Sardenberg. 2 ed. atual. Porto Alegre: Bookman, 2010 Mankiw, N. Gregory. Introdução a Economia. Tradução da 6ª ed. São Paulo: Cengage, 2014 Mochón, Francisco. Princípios de Economia. Tradução: Thelma Guimarães. Revisão técnica: Rogério Mori. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007 COMPLEMENTARES: Carvalho, M. A. de. Economia Internacional. São Paulo: Saraiva, 2007 Passos, Carlos Roberto Martins e Nogami, Otto. Princípios de Economia. 6.ed.rev. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2012 Rosseti, J.P. Introdução à Economia. 21. ed. São Paulo: Atlas, 2016 Tebchirani, Flávio Ribas. Princípios de Economia: Micro e Macro. 3. ed. atual. ampl. Curitiba: IBPEX, 2011 Viceconti, Paulo Eduardo Vilchez e Neves, Silvério das. Introdução à Economia. 9. ed. Rev. e Ampl. São Paulo: Frase, 2009 |
||||||
3° Período
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI255 |
Algoritmos e Estruturas de Dados I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI220 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Algoritmos, estrutura de dados e programas. Recursividade. Estruturas de dados estáticas básicas: lista, pilha, fila. Alocação dinâmica de memória. Ponteiros. Estruturas de dados dinâmicas básicas: lista, pilha, fila. Pesquisa em memória primária: sequencial, binária e hashsing. Ordenação direta e indireta de dados. Algoritmos de ordenação: bolha, seleção, inserção, shellsort e quicksort |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Fornecer uma base sólida sobre as estruturas de dados mais comuns utilizadas em programas de computador para resolução de problemas do mundo real |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender e implementar estruturas de dados estáticas e dinâmicas básicas · Aplicar conceitos de alocação dinâmica de memória e uso de ponteiros na construção e manipulação de estruturas de dados · Entender e empregar algoritmos de pesquisa em memória primária para a solução de problemas computacionais · Analisar, comparar e implementar algoritmos de ordenação clássicos com base em critérios de eficiência e adequação ao problema · Desenvolver soluções computacionais utilizando recursividade, reconhecendo suas vantagens, limitações e aplicações práticas no contexto de estruturas de dados |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Backes, André Ricardo. Estrutura de Dados Descomplicada: Em Linguagem C. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016 Feofiloff, Paulo. Algoritmos em Linguagem C. Elsevier Brasil, 2009 Ziviani, Nivio. Projeto de Algoritmos: Com Implementações em Pascal e C. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Thomson Learning, 2004 COMPLEMENTARES: Ferrari, Roberto; Dias, Rafael e Falvo, Maurício. Estruturas de Dados com Jogos. Editora: Elsevier, 2014 Groner, Loiane e Kinoshita, Lucia A. (Tradutor). Estruturas de Dados e Algoritmos em Javascript: Aperfeiçoe Suas Habilidades Conhecendo Estruturas de Dados e Algoritmos Clássicos em JavaScript. Editora: Novatec, 2017 Pereira, Silvio do Lago. Algoritmos e Lógica de Programação em C: Uma Abordagem Didática. Editora Saraiva, 2018 Pereira, Silvio do Lago. Estruturas de Dados Fundamentais: Conceitos e Aplicações. 12. ed. São Paulo, SP: Érica, 2008 Wirth, Niklaus. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro, RJ: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 1989 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI205 |
Arquitetura de Computadores |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Visão geral dos computadores modernos. Evolução da arquitetura e organização dos computadores. Sistemas de numeração (Decimal, octal, hexadecimal e binária) e aritmética binária. Memória e representação dos dados e instruções. Processador, ciclo de instrução, formatos, endereçamento, e noções básicas de programação em linguagem de montagem para arquitetura ARM. Dispositivos de entrada e saída. Sistemas de interconexão (barramentos). Interfaceamento e técnicas de entrada e saída. Hierarquia de memória. Paralelismo ao nível de instrução. Introdução a arquiteturas paralelas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Fornecer uma visão geral da arquitetura e organização de computadores e componentes de sistemas computacionais |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender os principais componentes de um sistema computacional e a forma como se interconectam e interagem · Explicar o funcionamento da CPU, incluindo ULA, registradores, unidade de controle e ciclo de instrução · Analisar o conjunto de instruções, modos de endereçamento e organização da memória em níveis hierárquicos · Explorar mecanismos básicos de desempenho como pipeline, paralelismo e arquiteturas multicore · Introduzir conceitos atuais de avaliação de desempenho e tendências em arquiteturas emergentes (como GPUs e sistemas embarcados) |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Hennessy, John. Organização e Projeto de Computadores. 5ª edição. Editora Elsevier. 2017 Stallings, William. Arquitetura e Organização de Computadores. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2024 Tanenbaum, Andrew S. Organização Estruturada de Computadores. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013
COMPLEMENTARES: Englander, I. A Arquitetura de Hardware Computacional, Software de Sistema e Comunicação em Rede: Uma Abordagem da Tecnologia de Informação. Rio de Janeiro: LTC, 2011 Monteiro, Mário A. Introdução à Organização de Computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 2007 Patterson, D. A. Organização e Projeto de Computadores: A Interface Hardware e Software. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014 Weber, Raul Fernando. Fundamentos de Arquitetura de Computadores. 4ª edição. Editora Bookman, 2012 Zhirkov, Igor e Kinoshita, Lucia A. Programação em Baixo Nível: C, Assembly e Execução de Programas na Arquitetura Intel 64. 1ª edição. Editora Novatec, 2018 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITE203 |
Comportamento Organizacional |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conhecer os diferentes elementos que influenciam o comportamento do indivíduo no ambiente empresarial. Atitudes e valores. Motivação. Liderança. Cultura organizacional. Comprometimento e percepção de justiça. Mudança organizacional. Aprendizagem organizacional. Principais teorias relacionadas ao tema |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Definir e dimensionar o comportamento humano no contexto organizacional, bem como, alguns dos principais elementos que o influencia considerando-se o nível de análise individual, de grupos e da própria organização |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender a importância do comportamento organizacional no contexto organizacional · Identificar as principais teorias relacionados ao comportamento · Desenvolver competências com relação à motivação, liderança · Desenvolver competências de resiliência, trabalho em equipe e liderança |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Robbins, Stephen P. Comportamento Organizacional. São Paulo, Prentice Hall, 2005 Wagner III, John A. e Hollenbeck, John R. Comportamento Organizacional: Criando Vantagem Competitiva. São Paulo, Ed. Saraiva, 2002 Morgan, Gareth. Imagens da Organização: Edição Executiva. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2002 COMPLEMENTARES: Bergamini, Cecilia W. Liderança Administração do Sentido. São Paulo: Atlas, 1994 Hanashiro, M. M.; Teixeira, M. L. M. e Zacarelli, L. M. Gestão do Fator Humano: Uma Visão Baseada em Stakeholders. São Paulo: Saraiva, 2007 Limonge-França, Ana Cristina e Arellano, Eliete B. As Pessoas na Organização. São Paulo: Gente, 2002 Muchinschy, P. Psicologia Organizacional. São Paulo, 2004 Zanelli, José Carlos; Borges-Andrade, Jairo Eduardo e Bastos, Antonio Virgílio Bittencourt. Psicologia, Organização e Trabalho no Brasil. Artmed, 2004 Fela, Moscovici. Desenvolvimento Interpessoal: Treinamento em Grupo. 17ª. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS102 |
Empreendedorismo e Inovação em TI |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Característica e comportamento empreendedor. Intraempreendedorismo. Identificação de oportunidades de negócios. Planejamento de novos empreendimentos. Mecanismos de apoio ao empreendedor. Plano de negócios. Modelo Canvas. Relação entre empreendedorismo e inovação. Conceitos fundamentais sobre invenção, pesquisa e desenvolvimento e inovação. Tipos e graus de inovação. Processo de inovação. Manufatura inovadora. Empreendedorismo e inovação social. Inovação, globalização e desenvolvimento. Empresas de base tecnológica. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Propiciar noções de empreendedorismo e instrumentalizar os alunos para a elaboração do plano de negócios e para a sua defesa perante diversos grupos de relações, enfatizando os desafios de superar a fase inicial do empreendimento empresarial, além de conhecimentos e técnicas para interagir com o processo de geração do conhecimento e da inovação de forma que possa organizá-los e gerenciá-los possibilitando condições adequadas para o seu desenvolvimento como elemento relevante no processo produtivo. Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à Universidade |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Apresentar os fundamentos teóricos do empreendedorismo e da Inovação, os conceitos, características empreendedoras e as habilidades e conhecimentos necessários ao empreendedor no mercado · Pesquisar as bases de dados do SEBRAE e do Global Entrepreneuship Monitor sobre os relatórios sobre o empreendedorismo no Brasil e no mundo · Apresentar os principais parques tecnológicos do Brasil, relatos de experiências de empresários de sucesso em escala global-local · Elaborar projeto de extensão com objetivo de levar os alunos a desenvolverem propostas de negócios inovadores na área do empreendedorismo social · Elaborar o Plano de Negócio com uso da TI e inovação incremental ou disruptiva com viabilidade financeira para no mínimo 5 anos |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Chiavenato, Idalberto. Empreendedorismo: Dando Asas ao Espírito Empreendedor. 3. ed. rev. e atual. São Paulo, SP: Saraiva, 2008 Sita, Maurício. Elefante não voa: seja disruptivo e criativo na vida e nos negócios. 1ª ed. São Paulo. Literare Books International, 2023 Dornelas, José Carlos Assis. Empreendedorismo na Prática: Mitos e Verdades do Empreendedor de Sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007 COMPLEMENTARES: Bessant, J. e Tidd, J. Inovação e empreendedorismo. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2019. 512 p. Tidd, Joe; Bessant, John e Pavitt, Keith. Gestão da Inovação. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2015 Reis, Dálcio Roberto. Gestão da Inovação Tecnológica. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2008 Chiavenato, Idalberto. Empreendedorismo: Dando Asas ao Espírito Empreendedor. 5. ed. rev. e atual. São Paulo, SP: Saraiva, 2021 Drucker, Peter Ferdinand. Inovação e Espírito Empreendedor: Prática e Princípios. São Paulo, Pioneira, 2016 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITC015 |
Álgebra Linear |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Espaços vetoriais: definição, subespaços, combinações lineares, subespaços gerados por um conjunto de vetores. Dependência linear, bases e dimensão. Transformações lineares. Propriedades das transformações lineares. Núcleo e imagem. Matrizes das transformações lineares. Escalonamento (eliminação gaussiana). Determinantes e a regra de Cramer. Áreas, volumes e a matriz de Gram. Espaços com produto interno - desigualdade de Cauchy-Schwarz. Comprimento e ângulo. Bases ortonormais. Processo de Gram-Schmidt. Autovalores e autovetores: definição, diagonalização. Matrizes simétricas. Diagonalização ortogonal (teorema espectral). Formas quadráticas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Desenvolver o raciocínio analítico-algébrico estruturado e generalizado dos conceitos de geometria analítica vetorial |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender e aplicar os conceitos fundamentais de espaços vetoriais e subespaços · Dominar técnicas de transformações lineares e sistemas de equações · Aplicar teoria espectral e métodos de ortogonalização |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Boldrini, J. L.; Costa, S. R.; Figueredo, V. L. e Wetzler, H. G. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986 Lipschutz, S. e Lipson, M. Álgebra Linear. 3. ed. Porto Alegre: Artmed-Bookman, 2004 Hefez, A. Introdução à Álgebra. Rio Janeiro: SBM, 2012 COMPLEMENTARES: Anton, H. e Rore, C. Álgebra Linear com Aplicações. 8. ed. São Paulo: Artmed, 2001 Callioli, C. A.; Domingues H. H. e Costa, R. C. F. Álgebra Linear e Aplicações. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2007 Espinosa, Isabel Cristina Oliveira Navarro e Filho, Plinio Barbieri. Álgebra Linear para Computação. 1. Ed. LTC, 2009 Lima, E. L. Álgebra Linear. 7. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2008 Steinbruch, A. e Winterle, P. Álgebra Linear. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1987 |
||||||
4° Período
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI275 |
Algoritmos e Estruturas de Dados II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI255 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Fundamentos de análise de algoritmos. Árvores: conceitos básicos, definições e representações. Árvores binárias e as operações de criação, inserção, acesso, remoção e destruição. Percurso em árvores binárias. Árvores de busca binária e as operações básicas de inserção, busca e remoção. Árvore binária de busca balanceada AVL e rubro-negra. Árvores n-árias. Árvores B. Transformação de árvore n-árias em binária. Grafos: conceitos fundamentais, representação por matriz, lista estática e dinâmica de adjacência. Busca em profundidade e largura. Ordenação topológica. Componentes fortemente conectados. Árvore geradora mínima. Caminhos mais curtos |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Aplicar conhecimentos teóricos e práticos no campo dos algoritmos e das estruturas de dados para assim utilizar uma linguagem de programação de alto nível para soluções de problemas computacionais reais e cotidianos, promovendo a eficiência nas soluções computacionais |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Analisar a eficiência de algoritmos por meio de fundamentos de complexidade de tempo e espaço, promovendo o uso consciente de recursos computacionais · Implementar e manipular diferentes tipos de árvores, compreendendo suas estruturas, operações e aplicações · Executar percursos e transformações em árvores · Compreender, representar e aplicar algoritmos sobre grafos, utilizando diferentes formas de representação e resolvendo os problemas clássicos de busca em profundidade e largura, ordenação topológica e identificação de componentes fortemente conectados · Aplicar algoritmos fundamentais em grafos, para o cálculo de árvores geradoras mínimas e de caminhos mais curtos, em problemas computacionais práticos |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Cormen, Thomas H. et al. Algoritmos: Teoria e Prática. Editora: Elsevier, 2012 Szwarcfiter, Jayme Luiz e Markenzon, Lilian. Estruturas de Dados e seus Algoritmos. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 2010 Ziviani, Nivio. Projeto de Algoritmos: Com Implementações em Pascal e C. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Thomson Learning, 2004 COMPLEMENTARES: Bhargava, Aditya Y. Entendendo Algoritmos: Um Guia Ilustrado para Programadores e Outros Curiosos. Editora: Novatec, 2018 Bianchi, Francisco. Estrutura de Dados e Técnicas de Programação. Editora: Elsevier, 2014 Da Rocha, Antonio Adrego. Análise da Complexidade de Algoritmos. Editora: FCA, 2014 Drozdek, Adam. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. São Paulo: Thomson, 2002 Goldbarg, Marco. Grafos. Editora: Elsevier, 2012 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI225 |
Sistemas Operacionais |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI205 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Sistemas Operacionais - SO: histórico e gerações, componentes básicos, recursos, escalonamento, gerenciador de disco, gerenciador de memória, gerenciador de filas, gerenciamento de registradores e processadores, gerenciador de entrada e saída. Sistema operacional Windows: comandos internos e externos, utilitários. Sistema operacional Linux: estrutura, família, estrutura dos comandos, utilitários. Sistemas Operacionais para redes de computadores. Sistemas operacionais para dispositivo móvel |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Fornecer habilidades para conhecer e compreender os sistemas operacionais utilizando suas ferramentas e recursos |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Analisar os principais conceitos relacionados aos sistemas operacionais · Explicar a evolução, funcionamento da estrutura e arquitetura dos sistemas operacionais · Caracterizar as diferentes políticas de gerenciamento de recursos implementadas nos sistemas operacionais · Avaliar os diferentes algoritmos de escalonamento de processos e seus impactos no desempenho dos Sistemas Operacionais · Explicar os diferentes métodos e estratégias utilizados no gerenciamento de memória e arquivos |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Machado, Francis B. e Maia, Luiz Paulo. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 2013 Silberchatz, Abraham e Galvin, Peter Baer. Fundamentos de Sistemas Operacionais. LTC, 2013 Tanenbaum, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010 COMPLEMENTARES: Alves, William Pereira. Sistemas Operacionais. Érica. 2014 Deitel, Harvey M.; Deitel, Paul J. e Choffnes, David R. Sistemas Operacionais. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005 Negus, Christopher; Bresnahan, Christine e Furmankiewicz, Edson. Linux a Bíblia. 1ª Edição. Alta Books, 2014 Noal, Luiz Antonio Jacques. Linux Para Linuxers - do Desktop ao Datacenter. 1ª Edição. Novatec, 2016 Oliveira, Rômulo S.; Carissimi, Alexandre S. e Toscani, Simão S. Sistemas Operacionais. Volume 11. 4ª Edição. Bookman, 2010 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI240 |
Interação Humano-Computador |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Princípios da comunicação usuário-sistema e projetista-usuário. Engenharia cognitiva e semiótica de sistemas interativos. Estilos e paradigmas de interação: interfaces gráficas, manipulação direta, ícones e linguagens visuais. Experiência do Usuário (UX). Modelagem de interfaces: cenários, modelos de tarefas, de usuários e de interação. Projeto de interfaces: storyboarding, prototipação e ferramentas de apoio. Avaliação de sistemas interativos: inspeção, testes com usuários e aspectos éticos. Acessibilidade e usabilidade universal |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Compreender conceitos, princípios e métodos da Interação Humano-Computador e sua importância no desenvolvimento de sistemas interativos. Projetar e avaliar interfaces considerando a usabilidade, as atividades dos usuários e a qualidade de uso |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Analisar os aspectos cognitivos e semióticos que influenciam a interação entre pessoas e sistemas computacionais · Aplicar métodos e técnicas de avaliação de interfaces e da experiência do usuário, incluindo inspeções e testes com usuários · Projetar interfaces e experiências interativas, aplicando princípios de usabilidade, acessibilidade, comunicabilidade e design centrado no usuário (UX) |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Barbosa, Simone e Silva, Bruno. Interação Humano-Computador. Elsevier Brasil, 2010 Cybis, Walter; Betiol, Adriana Holtz e Faust, Richard. Ergonomia e Usabilidade: Conhecimentos, Métodos e Aplicações. 3ª edição atualizada e ampliada. Novatec Editora, 2015 Helen, Sharp; Yvonne, Rogers e Jennifer, Preece. Design de Interação - Além da Interação Homem-Computador. 3ª edição. Bookman, 2013 COMPLEMENTARES: Benyon, David. Interação Humano-Computador. 2ª Edição. Pearson Universidades, 2011 Fonseca, Manuel J., Campos, Pedro e Gonçalves, Daniel. Introdução ao Design de Interfaces. FCA Editora, 2012 Lowdermilk, Travis. Design Centrado no Usuário. Novatec, 2013 Nielsen, Jakob e Budiu, Raluca. Usabilidade Móvel. 1ª edição. Elsevier, 2014 Silva, Maurício Samy. Web Design Responsivo. Novatec, 2014 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITC010 |
Cálculo I |
6.6.0.0 |
90 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Números Reais. Funções de uma variável real: limites, continuidade e gráficos. Derivadas e diferenciais: conceito, cálculo e aplicações. Máximos e mínimos. Concavidade. Funções elementares: exponencial, logaritmo, trigonométricas e inversas. Integrais definidas: conceito, teorema fundamental e aplicações. Integrais indefinidas: conceito e métodos de integração. Integrais impróprias |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Iniciar o estudo do formalismo matemático do cálculo diferencial e integral com o rigor científico básico necessário à modelagem e análise quantitativa de problemas concretos |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender os fundamentos do cálculo diferencial por meio do estudo rigoroso de limites, continuidade e derivadas, desenvolvendo a capacidade de aplicar técnicas de derivação a funções elementares e interpretar geometricamente seus resultados · Aplicar o conceito de derivada na modelagem de problemas concretos, resolvendo questões de otimização (máximos e mínimos), análise de concavidade e taxas de variação, com ênfase na transposição didática desse conteúdo para futuras práticas pedagógicas · Dominar técnicas de integração definida e indefinida, incluindo métodos elementares e o Teorema Fundamental do Cálculo, para calcular áreas, volumes e resolver integrais impróprias |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Ávila, G. Cálculo: Funções de uma Variável. 7ª Ed. Vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2003 Guidorizzi, H. L. Um Curso de Cálculo. 5ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001 Stewart, J. Cálculo. 7ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013 COMPLEMENTARES: Ávila, G. Cálculo: Funções de uma Variável. 7ª Ed. Vol. 2. Rio de Janeiro: LTC, 2003 Gonçalves, M. B. e Flemming, D. M. Cálculo A: Funções, Limite, Derivação e Integração. 6ª Ed. São Paulo: Makron Books, 2007 Hughes-Hallett, D. et al. Cálculo Aplicado. 4ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012 Hoffimann, L. D. e Bradley G. L. Cálculo: Um Curso Moderno e suas Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2011 Zill, Dennis G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. São Paulo: Cengage Learning, 2011 |
||||||
5° Período
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI260 |
Programação Orientada a Objetos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI220 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Elementos básicos de uma linguagem de programação orientada a objetos. Introdução aos principais diagramas da UML. Classes, métodos e atributos. Visibilidade de atributos e métodos. Construtores e sobrecarga. Atributos e métodos estáticos. Estruturas de controle e decisão. Reutilização de classes (Herança). Classes abstratas e interfaces. Pacotes de classes. Polimorfismo e ligação dinâmica. Arrays e matrizes. Classes de manipulação de strings. Coleções de objetos. Serialização de objetos. Controle e tratamento de exceções |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar os fundamentos que norteiam a programação orientada a objetos, utilizando uma linguagem de programação com grande aceitação no meio comercial e acadêmico |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Analisar os principais fundamentos da programação orientada a objetos · Abstrair o contexto do problema no mundo real para a orientação a objetos · Modelar e implementar, em uma linguagem de programação a objetos, problemas de pequena e média complexidade · Desenvolver experiências em orientação a objetos, por meio de implementações práticas, utilizando uma linguagem de programação orientada a objetos e um ambiente integrado de desenvolvimento · Desenvolver programas com qualidade levando em consideração os princípios da orientação a objetos: reuso, encapsulamento, polimorfismo e abstração |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Deitel, Harvey M. e Deitel, Paul J. C++: Como Programar. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2006 Leite, Thiago et al. Orientação a Objetos: Aprenda seus Conceitos e Suas Aplicabilidades de Forma Efetiva. Editora Casa do Código, 2016 Santos, Rafael. Introdução à Programação Orientada a Objetos Usando Java. 2ª edição. Campus, 2013 COMPLEMENTARES: Dall'oglio, Pablo. PHP Programando com Orientação a Objetos. Editora: Novatec, 2018 Feathers, Michael C. Trabalho Eficaz com Código Legado. AMGH Editora, 2013 Fedeli, Ricardo Daniel, Polloni, Enrico Giulio e Peres, Fernando Eduardo. Orientação a Objeto com Prototipação. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002 Ramalho, Luciano. Python Fluente: Programação Clara, Concisa e Eficaz. São Paulo: Novatec, 2015 Zakas. Nicholas C. Princípios de Orientação a Objetos em Javascript. 1ª edição. Novatec, 2014 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS060 |
Engenharia de Software A |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI255 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Ideação e especificação ágil de requisitos. Modelagem de sistemas com UML. Arquitetura MVC e princípios de projetos de software. Desenvolvimento Full-Stack, integrando front-end, back-end e banco de dados. Gestão ágil de projetos de software. Práticas modernas de revisão e inspeção de software. Testes de aceitação orientados a comportamento e critérios de qualidade. Condução de um projeto completo de desenvolvimento de software |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Capacitar os alunos na aplicação integrada de processos, métodos e tecnologias de engenharia de software, visando o desenvolvimento ágil, consistente e de qualidade de soluções de software |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Aplicar práticas ágeis para gestão, ideação, especificação de requisitos e planejamento de projetos de software · Modelar e projetar sistemas utilizando UML, arquitetura MVC, princípios de projeto e desenvolvimento Full-Stack · Empregar práticas de revisão, inspeção e testes de aceitação para garantir a qualidade dos sistemas desenvolvidos |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Valente, M. T. Engenharia de Software Moderna: Princípios e Práticas para Desenvolvimento de Software com Produtividade. 1. ed., 2020 Sommerville, I. Engineering Software Products: An Introduction to Modern Software Engineering. London: Pearson, 2019 Prikladnicki, R.; Willi, R. e Milani, F. Métodos Ágeis para Desenvolvimento de Software. Porto Alegre: Bookman, 2014 COMPLEMENTARES: Bezerra, Eduardo. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML. Elsevier, 2007 Mclaughlin, Brett; Pollice, Gary e West, David. Use a Cabeça: Análise e Projeto Orientado ao Objeto. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007 Paula Filho, Wilson de Pádua. Engenharia de Software: Fundamentos, Métodos e Padrões. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 2009 Pfleeger, S. L. Engenharia de Software: Teoria e Prática. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall: Pearson Education do Brasil, 2004 Sommerville, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Pearson Addison-Wesley, 2011 Wazlawick, Raul Sidnei. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI270 |
Sistemas de Banco de Dados I |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI220 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceitos básicos de Banco de Dados. Modelo relacional. Modelo Entidade-Relacionamento e extensões. Mapeamento ER-relacional e Objetos ER. Normalização. Linguagens para Banco de Dados: álgebra relacional, cálculo relacional e SQL. Segurança |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Modelar e implementar bases de dados a partir de uma especificação de requisitos, incluindo a criação de bases de dados e a execução de consultas SQL em um SGBD real, e assim prover ao discente uma visão sólida de atomicidade, consistência, isolamento e durabilidade para uma transação |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Projetar estruturas de um Banco de Dados relacional para solução de problemas · Aplicar regras de negócio definidas · Construir rotinas de manipulação de dados, através de comandos de SQL · Elaborar a modelagem de banco de dados nos níveis conceitual, lógico e físico · Analisar conceitos da álgebra relacional por meio de sua simbologia como fundamento de consultas relacionais e comandos para manipulação de banco de dados relacionais |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Elmasri, Ramez e Navathe, Shamkant B. Sistemas de Banco de Dados. 6ª edição. Pearson, 2011 Machado, Felipe Nery Rodrigues. Banco de Dados: Projeto e Implementação. Editora Saraiva, 2018 Takahashi, Mana e Azuma, Shoko. Guia Mangá de Banco de Dados. Novatec, 2009 COMPLEMENTARES: Beighley, Lynn. Use a Cabeça: SQL. Rio de Janeiro: Alta Books, 2008 Cougo, Paulo Sérgio. Modelagem Conceitual e Projeto de Bancos de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1997 Dewson, Robin. SQL Server 2005 para Desenvolvedores: Do Iniciante ao Profissional. Rio de Janeiro: Alta Books, 2006 Milani, André. MySQL: Guia do Programador. São Paulo: Novatec, 2006 Milani, André. PostgreSQL: Guia do Programador. São Paulo: Novatec, 2008 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS103 |
Governança em TI |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
ITS048, ITI215 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Evolução da área de TI na organização. As questões de TI que afetam as organizações. O alinhamento entre estratégia corporativa e TI. Normas, processos e indicadores de desempenho para a área de TI. Modelos de boas práticas para a Governança de TI, como: COBIT, ITIL, Six Sigma, BSC, Val IT e TOGAF. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Propiciar os conhecimentos envolvidos na Governança de TI, incluindo os conceitos, habilidades e competências requeridas e atividades envolvidas no processo de governança, além de frameworks e metodologias relacionadas ao assunto, juntamente com as práticas envolvidas. Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à Universidade |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Despertar no aluno o entendimento de que a área de TI é ampla e utilizada em diversos segmentos de produtos e serviços · Inserir no processo de ensino e aprendizagem do aluno as normas, processos e modelos de boas práticas para a governança de TI · Oportunizar ao aluno atividades em que ele possa ter uma visão mais realista do que é a governança de TI no mercado de trabalho |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Andrade, Adriana e Rossetti, Jose Paschoal. Governança Corporativa: Fundamentos, Desenvolvimento e Tendências. São Paulo: Atlas, 2014 Mansur, Ricardo. Governança de TI: Metodologia, Frameworks e Melhores Práticas. Rio de Janeiro: Brasport, 2007 Weill, Peter e Ross, Jeanne W. Governança de TI: Tecnologia da Informação. São Paulo: Books do Brasil Editora Ltda, 2006 COMPLEMENTARES: Cougo, Paulo Sergio. ITIL Guia de Implantação. Editora: Elsevier - Campus, 2013 Silveira, Alexandre Di Miceli da. Governança Corporativa no Brasil e no Mundo. Elsevier, 2015 Fernandes, Aguinaldo Aragon e Abreu, Vladimir Ferraz. Implantando a Governança de TI – da Estratégia à Gestão dos Processos e Serviços. Rio de Janeiro: Brasport, 2006 Andrade, Adriana e Rossetti, Jose Paschoal. Governança Corporativa: Fundamentos, Desenvolvimento e Tendências. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006 Fernandes, A. A. e Abreu, A. F. Implantando a Governança de TI: da Estratégia à Gestão dos Processos e Serviços. Editora Brasport Livros e Multimídia Ltda, 2014 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITC020 |
Probabilidade e Estatística |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceitos estatísticos. Organização de dados. Tabelas e gráficos. Distribuição de frequência. Medidas de tendência central (posição), dispersão de posição e separatrizes. Medidas de assimetria e curtose. Diagrama de dispersão e correlação. Regressão linear simples. Coeficiente de correlação. Probabilidade. Distribuições de probabilidade: variável aleatória discreta e contínua. Modelos de distribuição discreta. Modelos de distribuição contínua. Intervalos de confiança. Teste de hipóteses |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar a Probabilidade e Estatística e como utilizá-la para modelar e analisar problemas |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Organizar, tabular e visualizar dados de sistemas de informação (logs, métricas de desempenho e transações), com apoio de ferramentas computacionais, identificando padrões iniciais que orientem diagnósticos rápidos · Calcular e interpretar medidas descritivas centrais (tendência, dispersão e forma) por meio de scripts reproduzíveis, transformando dados brutos em indicadores compreensíveis para equipes técnicas e gerenciais · Aplicar conceitos fundamentais de probabilidade e distribuições clássicas (Bernoulli, Binomial e Normal) para quantificar incertezas e estimar a ocorrência de eventos críticos em ambientes de TI · Construir intervalos de confiança, realizar testes de hipótese e ajustar modelos de regressão linear simples para métricas-chave de software (tempo de resposta, taxa de erro, uso de recursos), validando pressupostos e comunicando a confiabilidade dos resultados · Gerar relatórios automatizados e reprodutíveis que integrem importação de dados, análise estatística e visualizações interativas, entregando documentos ou painéis dinâmicos que subsidiem decisões sobre otimização e evolução de sistemas de informação |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Levine, D M et al. Estatística - Teoria e Aplicações usando MS Excel. Rio de Janeiro: LTC, 2012 Morettin, Pedro Alberto; Bussab, Wilton de Oliveira. Estatística Básica. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2011 Spiegel, M. R e Stephens, L. J. Estatística. Porto Alegre: Bookman, 2009 COMPLEMENTARES: Bornia, A. C.; Barbetta, P. A. e Reis, M. M. Estatística para Cursos de Engenharia e Informática. São Paulo: Atlas, 2008 Bruni, A. L. Estatística Aplicada à Gestão Empresarial. São Paulo: Atlas, 2008 Griffiths, D. Use a Cabeça! Estatística. Rio de Janeiro: São Paulo: Alta Books, 2009 Martins, G. A. Estatística Geral e Aplicada. São Paulo: Atlas, 2010 Ronald, E. W. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências. São Paulo: Prentice Hall, 2009 |
||||||
6° Período
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS063 |
Engenharia de Software B |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS060 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceitos básicos de desenvolvimento baseado em componentes: arquitetura de software baseada em componentes, utilização de frameworks de desenvolvimento ágil de software, reuso de componentes baseado na família de aplicações, reuso de projetos de software mediante utilização de padrões de projeto, processo de desenvolvimento baseado em componentes. Fundamentos de design de software: acoplamento, coesão, decomposição, encapsulamento, separar interface e implementação, completude e simplicidade. Questões básicas de design de software: concorrência, controle e tratamento de eventos, persistência de dados, distribuição, tratamento de erro e exceção, tolerância a falhas, interação e apresentação, e segurança. Padrões de projeto aplicados em projetos de software. Ferramenta de apoio ao desenvolvimento de software. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Aplicar técnicas de projeto e desenvolvimento de software baseados na Engenharia de Software, com o objetivo de gerar uma tecnologia de software, explorando todas as etapas do processo de desenvolvimento. A ideia principal é simular o ambiente real de desenvolvimento, com o uso de ferramentas CASE e UML, com a finalidade de aferir a capacidade técnica de produção de software com base nas áreas de conhecimento de Engenharia de Software |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Organizar, tabular e visualizar dados de sistemas de informação (logs, métricas de desempenho e transações), com apoio de ferramentas computacionais, identificando padrões iniciais que orientem diagnósticos rápidos · Adquirir habilidades para gerenciar projetos de software, além de analisar, projetar, verificar, validar e manter sistemas de software · Habilitar para escolher, utilizar e definir modelos, técnicas e ferramentas para auxiliar o processo como produto · Oportunizar situações para o aluno reconhecer as principais metodologias, métodos e ferramentas de engenharia de software · Capacitar o aluno a definir os princípios necessários e as qualidades desejadas no desenvolvimento de software |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Gamma, E.; Richard, H.; Ralph, J. e John, V. Padrões de Projeto. Soluções Reutilizáveis de Software Orientado a Objeto. Bookman, 2000 Pressman, Roger S. Engenharia de Software: Uma Abordagem Profissional. Porto Alegre: AMGH, 2011 Sommerville, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Pearson Addison-Wesley, 2011 COMPLEMENTARES: Bezerra, Eduardo. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML. Elsevier, 2007 Paula Filho, Wilson de Pádua. Engenharia de Software: Fundamentos, Métodos e Padrões. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos, 2009 Pfleeger, S. L. Engenharia de Software: Teoria e Prática. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall: Pearson Education do Brasil, 2004 Shalloway, Alan e Ttott, James R. Explicando Padrões de Projeto: Uma Nova Perspectiva em Projeto Orientado a Objeto. Porto Alegre: Bookman, 2004 Wazlawick, Raul Sidnei. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI290 |
Sistemas de Banco de Dados II |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI270 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Banco de dados distribuídos: conceitos básicos, arquitetura, projeto, controle semântico de dados, processamento de consultas distribuídas, gerência de transações distribuídas e controle de concorrência. Bancos de dados não relacionais - NoSQL. Segurança. Banco de dados objetos-relacionais e orientados a objetos. Banco de dados não convencionais tais como: Data Mining, Data Warehousing, Banco de Dados Móvel entre outros |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Apresentar as técnicas fundamentais de acesso e indexação de dados em memória de massa, bem como processamento e otimização de consultas sobre esses dados, compreendendo as etapas de otimização algébrica e definição do plano de execução · Compreender o conceito de transação, seus estados e propriedades, os princípios e técnicas fundamentais de controle de acesso concorrente a dados por diferentes transações e as técnicas de recuperação de banco de dados em caso de falhas durante o processamento de transações · Elencar os conceitos e técnicas fundamentais de sistemas de bancos de dados distribuídos (BDDs), de modo a ser capaz de projetar um BDD, além de entender e utilizar adequadamente mecanismos de processamento de consulta, processamento de transações e recuperação de falhas em BDDs · Aplicar as instruções da SQL embutida no código de uma aplicação que acessa um SGBD · Estudar aplicações com banco de dados não relacionais, juntamente com estudos de caso envolvendo banco de dados não convencionais |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Capacitar os alunos na implantação de um projeto prático (físico) de bancos de dados utilizando as principais tecnologias disponíveis, aquisição do conhecimento sobre a gerência de transações, controle de concorrência e otimização de consultas efetuada pelo SGBD e tecnologias emergentes |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Camargo, Alex et al. Bancos de Dados Distribuídos: Uma Solução Aplicada: Implemente e Gerencie um SGBDD! Editora: Novas Edições Acadêmicas. 2017 Date, Christopher J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. 8ª edição traduzida. Elsevier Brasil. 2004 Sadalage, Pramod J. e Fowler, Martin. NoSQL Essencial: Um Guia Conciso para o Mundo Emergente da Persistência Poliglota. Novatec Editora, 2013 COMPLEMENTARES: Boaglio, Fernando. MongoDB: Construa Novas Aplicações com Novas Tecnologias. Editora Casa do Código, 2015 Paniz, David. NoSQL: Como Armazenar os Dados de uma Aplicação Moderna. Editora Casa do Código, 2016 Ramakrishnan, Raghu; Gehrke, Johannes. Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados. 3ª edição. AMGH Editora. 2007 Rob, Peter e Coronel, Carlos. Sistemas de Banco de Dados: Projeto, Implementação e Administração. Tradução da 8a Edição Norte Americana. São Paulo: Cengage Learning, 2010 Silberschatz, Abraham; Sundarshan, S. e Korth, Henry F. Sistema de Banco de Dados. Elsevier Brasil, 2016 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS064 |
Desenvolvimento Web |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI260, ITI270 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Introdução às tecnologias voltada para WEB. Programação client side versus server side. Noções básicas de programação para web. Conceitos básicos sobre programação orientada a objetos em linguagem WEB. Conexão em banco de dados. Desenvolvimento de uma aplicação web com conexão a um banco de dados relacional. Introdução aos principais frameworks de desenvolvimento |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Conhecer e utilizar as principais tecnologias Server side e Client side para desenvolvimento de sistemas voltados para Web |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Entender o funcionamento da Web e a arquitetura de sistemas Web · Elaborar um projeto em equipe utilizando linguagem de programação, persistência de dados e interface para web · Conhecer as metodologias de desenvolvimento de aplicações web envolvendo conexão com banco de dados relacionais · Desenvolver um sistema web empregando os principais frameworks de desenvolvimento e diferentes linguagens de programação |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Loundon, K. Desenvolvimento de Grandes Aplicações Web. São Paulo: Novatec, 2010 Oglio, Pablo Dall. PHP - Programando com Orientação a Objetos. 2 ed. São Paulo: Novatec, 2009 Silva, Maurício Samy. Criando Sites com HTML. São Paulo: Novatec, 2008 COMPLEMENTARES: Camargos, Luiz Fernando Macedo e Menezes, Marco Antonio Figueiredo. Introdução à HTML e PHP. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008 Meloni, Julie C. Fundamentos de PHP. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000 Soares, Walace. PHP 5 – Conceitos, Programação e Integração com Banco de Dados. São Paulo: Érica, 2004 Geary, D. e Horstmann, C. Core Java Server Faces: Fundamentos. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007 Thomas, D. e Hansson, D. H. Desenvolvimento Web Ágil com Rails. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI375 |
Modelos de Gestão |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
O conceito e as tipologias de estrutura organizacional. Ferramentas organizacionais: fluxograma, organograma, cronograma, funcionograma e Quadro de Distribuição do Trabalho (QDT). Análise estrutural e requisitos de informação. Conceito e gestão de processos de negócio. Metodologias, técnicas e ferramentas de mapeamento e melhoria de processos. Sistemas de Gestão da Qualidade. Estratégia. Novos modelos de gestão |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Abordar aspectos relacionados a ferramentas no âmbito organizacional, estudando modelos e técnicas para análise de modelos organizacionais apropriando-se do uso da tecnologia da informação nas organizações |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Decidir sobre o modelo de gestão mais adequado à realidade de seu negócio, objeto das práticas gerenciais · Descrever as principais perspectivas do pensamento administrativo · Analisar, por meio de uma visão mais apurada, os desafios enfrentados na gestão contemporânea, de modo a posicionar-se criticamente ante os modelos de gestão adotados pelas organizações |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Araújo, Luis César G. de. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão Organizacional. Vol. 2. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2006 Assen, M. V. Modelos de Gestão: Os 60 Modelos que Todo Gestor deve Conhecer. São Paulo: Pearson Prentice Hakk, 2010 Paladini, E. Gestão Estratégica da Qualidade: Princípios, Métodos e Processos. 2a edição. São Paulo: Atlas, 2009 COMPLEMENTARES: Araujo, L. C. de; Garcia, A. A. e Martines, S. Gestão de Processos - Melhores Resultados e Excelência Organizacional. São Paulo: Atlas, 2011 Cury, Antônio. Organização e Métodos: Perspectiva Comportamental e Abordagem Contingencial. São Paulo: Atlas, 2007 Cury, Antônio. Organização e Métodos: Uma Visão Holística. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2000 Oliveira, Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas, Organização e Métodos: Uma Abordagem Gerencial. 12ª Edição. São Paulo: Atlas, 2001 Osterwalder, Alexander. Inovação em Modelos de Negócios - Business Model Generation. São Paulo: Alta Books, 2011 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS104 |
Organização, Processos e Tomada de Decisão |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Organização e reorganização. Estruturas organizacionais. Tipos e características de estruturas organizacionais. Modelos de reestruturação organizacional. Função decisão no contexto organizacional. Processo decisório. Liderança e comunicação no processo decisório. Tipos de decisão. Tomada de decisão. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Compreender o processo decisório organizacionais, os níveis de decisão a partir de tipos de estrutura organizacional e modelos de reestruturação, bem como o papel da liderança e gestores no contexto da tomada de decisão. Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à Universidade |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Revisar os conceitos e fundamentos teóricos da Teoria da Burocracia e da Teoria Estruturalista e os tipos de estruturas organizacionais · Entender os novos modelos de estruturas organizacionais e a reestruturação das empresas e do setor público frente as exigências do mercado · Analisar os modelos teóricos de liderança e sua importância nas empresas e a influência dos gestores e das informações no processo decisório · Elaborar ações de extensão junto às empresas locais levando o conhecimento científico e os modelos teóricos de liderança |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Oliveira, Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas, Organização e Métodos: Uma Abordagem Gerencial. 21ª Edição. Editora Atlas, 2013 Certo, Samuel C. Administração Moderna. Tradução de Maria Lúcia G. L. Rosa e Ludmilla Teixeira Lima. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005 Yu, Abraham Sin Oih. Tomada de Decisão nas Organizações. São Paulo: Saraiva, 2017 COMPLEMENTARES: Araújo, Luis César G. de. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão Organizacional. Volume 2. 2ª Edição. Editora Atlas, 2006 Bazerman, Max e Moore, D. Processo Decisório: Para Cursos de Administração e Economia. São Paulo: Atlas, 2015 Cury, Antônio. Organização e Métodos: Uma Visão Holística. São Paulo: Atlas, 2016 Maximiano, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração. Ed. Compacta. São Paulo: Atlas, 2009 Melo, Maria Auxiliadora do Nascimento; Vieira, Maria das Graças e Porto, Telma Sueli de Oliveira. Processo Decisório: Considerações sobre a Tomada de Decisões. Curitiba: Juruá Editora, 2012 |
||||||
7° Período
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS066 |
Qualidade do Processo e Produto |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS060 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Fundamentos da Qualidade de Software: conceitos de qualidade, histórico, fatores da qualidade, pilares, dimensões, aplicações e custos. Modelo de qualidade de software em “U”. Motivos de fracassos e benefícios de um processo de qualidade de software. Garantindo a qualidade do processo. Garantindo a qualidade do produto. Gestão organizacional e dos profissionais de qualidade de software. Medição de software. Modelos e normas de qualidade do processo de software. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Capacitar o aluno para compreender conceitos de qualidade e entender onde os testes de verificação e validação devem ser aplicados. Além disso, apresentar os principais modelos/normas de qualidade do processo de software para que se possa obter a qualidade no produto |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Levar o aluno ao entendimento do que é e como pode ser aplicada a qualidade do processo e do produto de software · Inserir no processo de ensino e aprendizagem do aluno os modelos e normas de qualidade de software · Oportunizar ao aluno atividades em que ele possa realizar a avaliação de um software por meio de testes de verificação e validação |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Bartié, A. Garantia de Qualidade de Software. Editora Elsevier, 2002 Carvalho, M. M. Gestão da Qualidade. Editora Elsevier, 2012 Koscianski, A. e Soares, M. Qualidade de Software: Aprenda as Metodologias e Técnicas Mais Modernas para o Desenvolvimento de Software. Editora Novatec, 2007 COMPLEMENTARES: Guerra, A. e Colombo, R. Tecnologia da Informação: Qualidade de Produto de Software, 2009 Paladini, E. Gestão da Qualidade - Teoria e Prática. Editora Atlas, 2019 Rocha, A.; Maldonado, J. e Weber, K. Qualidade de Software: Teoria e Prática. Editora Prentice Hall, 2001 SEI. CMMI para Desenvolvimento (CMMI-DEV). Software Engineering Institute. Versão Atualizada SOFTEX. MPS.BR – Guias. Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. Versão Atualizada |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI320 |
Redes de Computadores |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI225 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Introdução às redes de computadores. Tecnologias de interconexão de equipamentos micro processados. Modelos de referência em redes de computadores. Protocolos, endereçamento e serviços. Conceitos básicos de comutação. Camadas de rede. Redes públicas e privadas de comunicação de dados. Qualidade de serviço (QOS). Tópicos avançados em redes (redes sem fio, P2P, multimídia e segurança) |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar as características e funcionamento das redes de computadores, protocolos utilizados na implantação, operação e a interligação de sistemas e dispositivos em redes |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Discutir os aspectos principais de tecnologias de redes de computadores · Analisar camadas referência de estudo das redes de computadores · Projetar e implementar redes físicas, selecionando corretamente os meios de transmissão e protocolos de enlace adequados · Interpretar projetos de redes, diagnosticando problemas em sua estrutura e protocolos · Avaliar o funcionamento das redes com base nos modelos de referência de protocolos e interfaces |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Comer, Douglas E.; Lima, José Valdeni de e Roesler, Valter. Redes de Computadores e Internet. 6ª edição. Bookman, 2016 Stallings, William. Redes e Sistemas de Comunicação de Dados. Elsevier, 2016 Tanenbaum, Andrew S. e Wetherall, David. Redes de Computadores. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011 COMPLEMENTARES: Forouzan, Behrouz A.; Oliveira, Jonas Santiago de e Gries, Ariovaldo. Comunicação de Dados e Redes de Computadores. 3ª Edição. AMGH, 2007 Kurose, Jim e Ross, Keith. Redes de Computadores e a Internet - Uma Abordagem Top-Down. 6ª Edição. Pearson Universidades, 2013 Mcnab, Chris e Kinoshita, Lúcia A. Avaliação de Segurança de Redes. Conheça a Sua Rede. 1ª Edição. Novatec, 2017 Melo, Sandro. Exploração de Vulnerabilidade em Rede TCP/IP. 3ª Edição. Alta Books, 2017 Stallings, William. Criptografia e Segurança de Redes - Princípios e Práticas. 6ª Edição. Pearson Universidades, 2014 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI315 |
Programação para Computação Móvel |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI240, ITI260, ITI270 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceitos, classificação e características dos dispositivos móveis inteligentes. Arquiteturas e abordagens para o desenvolvimento de aplicações nativas, híbridas e multiplataforma. Estudo de ambientes de desenvolvimento (IDEs), frameworks e ferramentas modernas. Fundamentos de programação mobile, incluindo ciclo de vida de aplicações, gerenciamento de estados e consumo eficiente de recursos. Projeto e desenvolvimento de interfaces responsivas e acessíveis com foco em experiência do usuário (UX) e design de interface (UI). Persistência de dados local e em nuvem. Integração com APIs, serviços web e recursos de hardware (GPS, sensores, câmeras, notificações, entre outros). Práticas de segurança, privacidade de dados e gestão de permissões. Publicação, distribuição e manutenção de aplicativos nas lojas oficiais |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Desenvolver habilidades para planejar, construir e publicar aplicações móveis, utilizando linguagens, ferramentas e frameworks moderno |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Dominar linguagens de programação específicas para desenvolvimento mobile, como Kotlin (Android), Swift (iOS) e frameworks multiplataforma como Flutter ou React Native · Projetar e implementar interfaces gráficas responsivas e intuitivas, aplicando os princípios de UX (Experiência do Usuário) e UI (Interface do Usuário) adequadas para diferentes tamanhos de tela · Integrar recursos de hardware e software dos dispositivos móveis, como GPS, sensores, câmeras, microfone, notificações push e acesso a banco de dados local e remoto · Garantir a segurança e a privacidade dos dados dos usuários, implementando boas práticas de criptografia, autenticação, controle de permissões e proteção contra vulnerabilidades · Realizar testes, validação e publicação da aplicação nas respectivas lojas (Google Play e App Store), incluindo testes de desempenho, compatibilidade e usabilidade, além de manutenção e atualizações contínuas |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Eisenman, Bonnie. Learning React Native: Building Native Mobile Apps with Javascript. O'Reilly Media, 2015 Gardner, Lyza Danger e Grigsby, Jason. Use a Cabeça! Mobile Web. Alta Books, 2013 Lecheta, Ricardo. Android Essencial com Kotlin. Editora Novatec, 2018 COMPLEMENTARES: Deitel, Paul; Deitel, Harvey e Wald, Alexander. Android 6 para Programadores: Uma Abordagem Baseada em Aplicativos. Bookman Editora, 2016 Monk, Simon. Projetos com Arduino e Android - Use seu Smartphone ou Tablet para Controlar o Arduino. 1ª edição. Bookman, 2014 Neil, Theresa. Padrões de Design para Aplicativos Móveis. Novatec Editora, 2012 Queirós, Ricardo. Android: Desenvolvimento de Aplicações com Android Studio. FCA, 2016 Silva, Roger. Entrega Contínua em Android: Como Automatizar a Distribuição de Apps. Editora Casa do Código, 2016 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS105 |
Segurança e Auditoria de Sistemas |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
ITS048, ITS060 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Os conceitos e os tipos de ameaças, riscos e vulnerabilidades dos sistemas de informação. O conceito e os objetivos da segurança de informações. O planejamento, implementação e avaliação de políticas de segurança de informações. O conceito e os objetivos da auditoria de sistemas de informação. Técnicas de auditoria em sistemas de informação. Softwares de auditoria. Estrutura da função de auditoria de sistemas de informação nas organizações. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar os conceitos básicos de auditorias de sistemas, análises de risco e os principais aspectos técnicos e gerenciais da segurança da Informação, de forma que o aluno tenha subsídios para tomar decisões na gestão de TI que visem incrementar o nível de segurança nos ativos sob sua competência. Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à Universidade |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Identificar e avaliar riscos de segurança visando proteger os sistemas de informação contra ameaças internas e externas, como ataques cibernéticos, fraudes e erros · Realizar auditorias para verificar a conformidade dos sistemas com as políticas de segurança das organizações, além de sugerir ações corretivas para aprimorar a proteção dos sistemas · Executar testes de segurança, incluindo testes de invasão e vulnerabilidade, para implementar mecanismos de proteção, que assegurem a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Fontes, Edison. Segurança da Informação: O Usuário Faz a Diferença. São Paulo: Saraiva, 2006 Ferreira, Fernando Nicolau Freitas e Araújo, Márcio Tadeu de. Política de Segurança da Informação: Guia Prático para Elaboração e Implementação. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2006 Lyra, Maurício Rocha. Segurança e Auditoria de Sistemas de Informação. 2a. Ed. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2016 COMPLEMENTARES: Dias, Cláudia. Segurança e Auditoria da Tecnologia da Informação. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2000 Medeiros, Assis. Hackers: Entre a Ética e a Criminalidade. Florianópolis: Bookstore, 2002 Northcutt, Stephen e Novak, Judy. Segurança e Prevenção em Redes. Tradução Marcos Vieira. São Paulo: Berkeley, 2001 Scambray, Joel; Mcclure, Stuart e Kurtz, George. Hackers Expostos. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 2001 Stallings, William. Criptografia e Segurança de Redes: Princípios e Práticas. 6a. Ed. Pearson Prendice Hall, 2014 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITE220 |
Estratégia |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Fundamentos de estratégia organizacional. Ferramentas de análise estratégica: modelo de análise das forças competitivas, competência central, modelos de geração de valor, construção de cenários. Estrutura organizacional. Implementação da estratégia: desdobramento, alinhamento, indicadores de desempenho e acompanhamento. Redes de empresa. Escolas estratégicas. Análise das forças competitivas e da cadeia de valor da empresa. Modelo de tomada de decisões estratégicas: Análise de competitividade. Implementação de estratégias (Balanced Scorecard) |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Desenvolver e embasar uma visão estratégica de um negócio |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Entender os fundamentos de estratégia pautados na arte da guerra e depois nos modelos de estratégias competitivas de Porter · Entender a importância das escolas estratégicas e da formação da estratégia competitiva para as empresas que pretendem se manter no mercado · Compreender a importância das decisões estratégicas para a manutenção de um negócio no mercado competitivo e globalizado · Pesquisar empresas que adotam estratégias competitivas planejadas para o sucesso no mercado |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Mintzberg, Henry e Quinn, James Brian. O Processo da Estratégia. 3. ed. Porto Alleger: Bookman, 2001 Porter, Michael E. Estratégia Competitiva. 2ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004 Sun Tzu. A Arte da Guerra. São Paulo, Novo Século, 2015 COMPLEMENTARES: Certo, Samuel C. e Peter, J. Paul. Administração Estratégica: Planejamento e Implantação da Estratégia. 3 ed. São Paulo: Makron, 2009 Kaplan, Roberto S. e Norton, David. P. Alinhamento: Utilizando o Balanced Scorecard para Criar Sinergia. Rio de Janeiro: Campus, 2006 Kim, W. Chan e Mauborgne, Renée. Estratégia do Oceano Azul: como criar mercados e tornar a concorrência irrelevante. Rio de Janeiro, Sextante, 2019 Mintzberg, Henry; Ahlstrand, Bruce W. e Lampel, Joseph. Safári de Estratégia: Um Roteiro pela Selva do Planejamento Estratégico. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010 Oliveira, Djalma de Pinho Rebouças. Estratégia Empresarial e Vantagem Competitiva. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2007 |
||||||
8° Período
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS068 |
Gestão de Projetos de Software |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS066 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceitos, terminologia e contexto de gerência de projetos. O papel dos gerentes de projetos e seu perfil. Responsabilidade profissional. O ciclo de vida de um projeto. Modelo PMBOK: Introdução, o ambiente que os projetos operam e áreas de conhecimento. Ambientes e ferramentas de software aplicado à gerência de projeto. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Propiciar uma compreensão dos conceitos de gerenciamento de projeto e tornar o aluno capaz de planejar, iniciar, executar, monitorar e concluir a gerência um projeto de software. Além disso, habilitá-los no uso de ferramentas e técnicas que permitam gerenciar melhor os projetos |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Oferecer noções sobre projetos e gerenciamentos de projetos · Compreender os processos envolvidos no gerenciamento de projetos de software · Elaborar um plano real de gerenciamento de projetos de software |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: PMI. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK). Editora Project Management Institute, 2017 Vargas, R. V. Gerenciamento de Projetos: Estabelecendo Diferenciais Competitivos. Rio de Janeiro: Brasport, 2018 Carvalho, M. M. e Rabechini Jr., R. Fundamentos de Gestão de Projetos: Construindo Competências para Gerenciar Projetos. São Paulo: Atlas, 2019 COMPLEMENTARES: Camargo, R. e Ribas, T. Gestão Ágil de Projetos: As Melhores Soluções para suas Necessidades. São Paulo: Saraiva Educação, 2019 Pfeiffer, P. Gerenciamento de Projetos de Desenvolvimento: Conceitos, Instrumentos e Aplicações. Rio de Janeiro: Brasport, 2005 Martins, J. C. C. Gerenciando Projetos de Desenvolvimento de Software com PMI, RUP e UML. Rio de Janeiro: Brasport, 2011 Barcaui, A. B. PMO: Escritórios de Projetos, Programas e Portfólio na Prática. Rio de Janeiro: Brasport, 2012 Vargas, R. Manual Prático do Plano de Projeto: Utilizando o PMBOK Guide. Rio de Janeiro: Brasport, 2018 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS106 |
Metodologia da Pesquisa para Computação |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
ITC005, ITS060, ITI270 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Fundamentos da metodologia científica. Métodos e técnicas de pesquisa. Organização de texto científico. Formatação de artigos científicos segundo a padronização de eventos da área de informática. Mapeamento e revisão sistemática. Projeto e relatório de pesquisa. Qualis. Eventos e conferências científicas. Elaboração de um artigo científico. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas. |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Conhecer e correlacionar os fundamentos, os métodos e as técnicas de análise presentes na produção do conhecimento científico e compreender as diversas fases de elaboração e desenvolvimento de artigos científicos e projetos de pesquisa, para fins de elaboração da proposta do Trabalho de Conclusão de Curso. Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à Universidade |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Investigar os principais eventos e conferências científicas em computação, tópicos de interesse e tipos de trabalhos aceitos para publicação · Conhecer a estrutura e os tipos de documentos científicos, incluindo relatórios de pesquisa, artigos científicos e demais trabalhos gerados a partir de pesquisas realizadas na área da computação · Levantar o instrumental teórico-metodológico e técnico para um progressivo domínio das práticas de escrita, investigação científica e suas etapas, e desenvolvimento de pesquisas científicas em computação · Apresentar as regras para a elaboração da proposta do Trabalho de Conclusão de Curso, incluindo a estruturação do documento e dicas gerais de escrita científica · Desenvolver critérios e técnicas de apresentação oral da proposta do Trabalho de Conclusão de Curso de maneira segura, clara e objetiva |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Mattar Neto, J. A. Metodologia Científica na Era da Informática. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2008 Appolinário, F. Metodologia da Ciência: Filosofia e Prática da Pesquisa. 2 ed. Cengage Learning, 2012 Wazlawick, R. S. Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014 COMPLEMENTARES: Cervo, A. L.; Bervian, P. A. e Silva, R. Metodologia Científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007 Furasté, P. A. Normas Técnicas para o Trabalho Científico: Elaboração e Formatação. Porto Alegre: Editora Isasul, 2012 Gil, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010 Nascimento, E. P. Como Escrever (e Publicar) um Trabalho Científico: Dicas para Pesquisadores e Jovens Cientistas. Garamond, 2010 Santos, J. A e Parra Filho, D. Metodologia Científica. 2 ed. Cengage Learning, 2012 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS107 |
Seminários em Sistemas de Informação |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
ITS103 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estudo de temas específicos em Sistemas de Informação, a critério do docente. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar as mais recentes tendências de pesquisa em Sistemas de Informação. Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à Universidade |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Conhecer os tópicos de interesse e o estado da arte de pesquisas científicas da área de sistemas de informação · Apresentar os principais campos de atuação, perfil e habilidades do profissional de sistemas de informação no mercado de trabalho e na sociedade · Promover palestras sobre tópicos da computação, tecnologia e áreas correlatas · Propiciar a apresentação de trabalhos de pesquisa |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Artigos especializados na área de Sistemas de Informação, a serem definidos pelo docente, publicados em Conferências e Revistas Científicas |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS070 |
Direito Público, Privado e Eletrônico |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS048 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Introdução ao estudo do direito. Fontes do direito. Introdução ao direito de informática. Marco civil. Propriedade intelectual. Direito do consumidor no meio eletrônico. Responsabilidade civil dos provedores. Monitoramento eletrônico. Crimes contra honra e estelionato eletrônico. Contratos eletrônicos. Educação em direitos humanos. Assédio Moral: tipos de assédio, prevenção, efeitos do assédio e desdobramentos jurídicos. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Compreender os princípios gerais do direito. Dos direitos e deveres do cidadão dentro do Estado democrático de direito, conhecendo as novas tecnologias de comunicação e informação, utilizando-as como aliadas nas práticas judiciárias, para enfrentar novos paradigmas definidos pelo direito digital, visando o reconhecimento e solução dos novos conflitos decorrentes do direito eletrônico |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender os principais conceitos da ciência do Direito, com abordagem para os aspectos do Direito Público e Privado, e a contextualização com o Direito Eletrônico/Digital · Proporcionar ao discente o conhecimento sobre novos ramos do Direito e as implicações jurídicas decorrentes do avanço tecnológico · Possibilitar ao discente o conhecimento do Direito Eletrônico/Digital e o desenvolvimento de habilidades para lidar com a aplicação das normas e a superação das omissões legislativas · Verificar as legislações pertinentes à área e aplicação no exercício profissional · Aprofundar em temas atuais e relevantes ligados ao Direito Eletrônico/Digital |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Leal, Sheila do Rocio Cercal Santos. Contratos Eletrônicos: Validade Jurídica dos Contratos Via Internet. São Paulo: Atlas, 2007 Nader, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. 41ª ed. São Paulo: Forense, 2019 Peck, Patrícia. Direito Digital. 6ª ed. São Paulo: Saraiva, 2012 COMPLEMENTARES: Bolzan, Fabrício. Direito do Consumidor Esquematizado. 4ª ed. Editora Saraiva. 2016 Corrêa, Gustavo Testa. Aspectos Jurídicos da Internet. São Paulo: Saraiva, 2000 Dower, Nelson Godoy Bassil. Instituições de Direito Público e Privado. 15ª ed. São Paulo: Saraiva, 2017 Martins, Guilherme Magalhães. Contratos Eletrônicos de Consumo. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2016 Paesani, Liliana Minardi. Direito e Internet: Liberdade de Informação, Privacidade e Responsabilidade Civil. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2014 |
||||||
9° Período
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS903 |
Trabalho Final de Graduação |
4.2.2.0 |
30 |
60 |
0 |
ITS106 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Modelo da Sociedade Brasileira de Computação para a escrita de artigos científicos. Estrutura e formatação do artigo científico. Como preparar os slides da apresentação do trabalho final de graduação. Itens avaliados pela banca examinadora. Plágio |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Desenvolver um trabalho científico relacionado a área de Sistemas de Informação para publicação em eventos científicos |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Capacitar o aluno a propor, especificar e desenvolver um trabalho científico · Elaborar um trabalho científico na área de Sistemas de Informação · Apresentar os resultados do trabalho científico em sessão pública |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Mattar Neto, J. A. Metodologia Científica na Era da Informática. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2008 Appolinário, F. Metodologia da Ciência: Filosofia e Prática da Pesquisa. 2 ed. Cengage Learning, 2012 Wazlawick, R. S. Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014 COMPLEMENTARES: Cervo, A. L.; Bervian, P. A. e Silva, R. Metodologia Científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007 Furasté, P. A. Normas Técnicas para o Trabalho Científico: Elaboração e Formatação. Porto Alegre: Editora Isasul, 2012 Nascimento, E. P. Como Escrever (e Publicar) um Trabalho Científico: Dicas para Pesquisadores e Jovens Cientistas. Garamond, 2010 Santos, J. A e Parra Filho, D. Metodologia Científica. 2 ed. Cengage Learning, 2012 Artigos especializados na área de Computação, a serem definidos pelo docente, publicados em Conferências e Revistas Científicas |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS108 |
Computação e Sociedade |
2.1.0.1 |
15 |
0 |
15 |
ITC005, ITS060, ITI270 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Políticas públicas de informática. Questões legais e crimes cibernéticos. Perfil e habilidades profissionais. Demanda do mercado brasileiro de software. Remuneração profissional. Regulamentação da profissão. Ergonomia e principais doenças ocupacionais. Empresas de TI e incubadoras de empresas. Startup na área de TI. Importância e desafios da computação no Brasil e no mundo. Computação Forense. Aplicação da computação nas diversas áreas do conhecimento e nas relações Étnico-Raciais, no Ensino de História e Cultura AfroBrasileira, Africana e Indígena. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina para publicação em eventos científicos. Construir conhecimentos a partir de práticas extensionistas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Informar e discutir sobre os diversos aspectos relacionados aos profissionais de TI, como mercado de trabalho, remuneração, ergonomia, desafios, regulamentação da profissão e questões públicas e legais. Elaborar e executar práticas extensionistas junto à comunidade externa à Universidade |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Desenvolver no aluno uma visão crítica sobre o emprego da tecnologia nas diversas áreas sociais, suas aplicações e consequências · Apresentar o perfil e as habilidades de um profissional da computação · Apresentar as expectativas do atual mercado brasileiro de software, sua remuneração profissional e regulamentação da profissão · Favorecer a reflexão ética sobre o uso da tecnologia e atuação profissional |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: ABES. Mercado Brasileiro de Software: Panorama e Tendências. São Paulo: ABES - Associação Brasileira das Empresas de Software. Ano Atual Diógenes, Y e Mauser, D. Certificação Security+: Da Prática para o Exame SY0-401. Editora Novaterra, 2015 Barreto, A e Santos, H. Deep Web: Investigação no Submundo da Internet. Editora Brasport, 2019 COMPLEMENTARES: Barreto, A. e Brasil, B. Manual de Investigação Cibernética: À Luz do Marco Civil da Internet. Editora Brasport, 2016 Ieda, I. e Buarque, L. Ergonomia: Projeto e Produção. Editora Blucher, 2016 Ries, E. A Startup Enxuta. Editora Sextante, 2019 Eleutério, P. e Machado, M. Desvendando a Computação Forense. Editora Novatec, 2011 Artigos especializados na área de Computação, a serem definidos pelo docente, publicados em Conferências e Revistas Científicas |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITE221 |
Gestão da Inovação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceituação de tecnologia e gestão da inovação. Etapas do processo de gestão da inovação. Modelos de gestão da inovação. Inovação radical, incremental e disruptiva. Modelo aberto e fechado de inovação. Processos, condições e ambientes de inovação. Habitats de inovação (incubadoras e aceleradoras). Sistemas local, regional, nacional e global de inovação. Propriedade intelectual e inovação. Cultura de inovação. Modelo da hélice tríplice |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Compreender a importância da gestão da inovação para as atuais necessidades competitivas das organizações |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Entender os conceitos e fundamentos teóricos da inovação a partir da revolução industrial · Pesquisar as melhores práticas de inovação no Brasil e no mundo · Realizar visitas a empresas que praticam inovação no município · Desenvolver uma proposta inovadora em produto ou serviço visando atender a uma demanda social |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Tidd, J.; Bessant, J. e Pavitt, K. Gestão da Inovação. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2008 Bessant, J. e Tidd, J. Inovação e Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2009 Tigre, P. B. Gestão da Inovação: A Economia da Tecnologia do Brasil. 2. reimp. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006 COMPLEMENTARES: Drucker, P. Inovação e Espírito Empreendedor (Entrepreneurship): Prática e Princípios. São Paulo: Pioneira, 2005 Isaacson, Walter. Os Inovadores. São Paulo, Companhia das Letras, 2014 Keeley, Larry; Pikkel, Ryan; Quinn, Brian e Walters, Helen. Dez Tipos de Inovação: A Disciplina de Criação de Avanços de Ruptura. São Paulo, DVS Editora, 2015 Mattos, J. R. L. e Guimarães, L. S. Gestão da Tecnologia e da Inovação: Uma Abordagem Prática. São Paulo: Saraiva, 2005 Reis, D. Gestão da Inovação Tecnológica. 2. ed. Barueri: Manole, 2008 |
||||||
10° Período
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS904 |
Estágio em Sistemas de Informação |
7.1.6.0 |
15 |
180 |
0 |
ITS063, ITI290, ITS064, ITI315 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Caracterização da natureza e objetivos do estágio curricular supervisionado. Elaboração do projeto de estágio. Execução e acompanhamento do estágio curricular supervisionado. Elaboração e apresentação de relatórios sobre atividades de estágio |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Demonstrar vivência profissional em ambiente de desenvolvimento de software ou em laboratórios de desenvolvimento de projetos e agregação de valor na instituição |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender o papel e a importância do estágio curricular supervisionado na formação do bacharel em Sistemas de Informação · Elaborar o projeto de estágio com definição de objetivos, atividades, cronograma e indicadores de acompanhamento · Identificar oportunidades de aplicação prática dos conteúdos curriculares em contextos organizacionais · Vivenciar o cotidiano profissional em instituições públicas ou privadas com foco em soluções de tecnologia da informação · Desenvolver competências técnicas, éticas e sociais no exercício da prática supervisionada |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Bastos, Lília da Rocha; Paixão, Lyra e Fernandes, Lucia Monteiro, et al. Manual para a Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisa, Teses, Dissertações e Monografias. 4ª ed. rev. Rio de Janeiro: LTC, 1996 Cervo, Amado Luiz e Bervian, Pedro Alcino. Metodologia Científica: Para Uso dos Estudantes Universitários. 3ª ed. São Paulo: McGraw- Hill, 1996 Furasté, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico: Elaboração e Formatação. Porto Alegre: Editora Isasul, 2012 COMPLEMENTARES: Roesch, Sylvia Maria Azevedo (org.). Projetos de Estágio e de Pesquisa em Administração. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 1999 Vergara, Sylvia Constant. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 1998 Roesch, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de Estágio e de Pesquisa em Administração: Guia para Estágios, Trabalho de Conclusão, Dissertação e Estudos de Caso. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2005 Bianchi, Anna Cecília de M. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. São Paulo: Thomson Pioneira, 2005 Vergara, Sylvia Constant. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2006 |
||||||
Disciplinas Optativas
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS072 |
Análise de Algoritmos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI275 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Fundamentos em teoria da computação. Técnicas de análise de algoritmos. Complexidade computacional. Classes de problemas computacionais. Crescimento assintótico de funções. Somatórias e resolução de recorrências. Técnicas de projeto de algoritmos. Divisão e Conquista: máximo e mínimo de uma lista. Método Guloso: Código de Huffman. Árvore geradora Mínima. Caminho de custo mínimo. Programação Dinâmica: multiplicações matriciais. Árvore binária de busca. Problemas computacionais clássicos. Grafos e suas aplicações: Algoritmos elementares. Determinação de estruturas de custo mínimo. Caminho mínimo. Teoria da NP-Completude: Problemas NP-Completos e NP-Difíceis. Redução polinomial |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Conhecer o conjunto de técnicas de projeto e de análise de algoritmos, com ênfase em estruturas de dados e nos algoritmos relacionados |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender os fundamentos da teoria da computação e da complexidade computacional, classificando problemas de acordo com suas classes de dificuldade · Aplicar técnicas de análise assintótica, somatórias e resolução de recorrências, para avaliar o desempenho de algoritmos · Projetar algoritmos eficientes utilizando paradigmas clássicos, como Divisão e Conquista, Método Guloso e Programação Dinâmica, resolvendo problemas computacionais relevantes · Analisar e implementar algoritmos para problemas em grafos, como caminhos mínimos, estruturas de custo mínimo e algoritmos de busca, relacionando-os com aplicações práticas · Reconhecer problemas clássicos da computação e aplicar técnicas de redução polinomial, avaliando a viabilidade de suas soluções em tempo polinomial ou exponencial |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Cormen, Thomas H.; Leiserson Charles E.; Rivest, Ronald L. e Stein, Clifford. Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Campus, 2002 Graham, Ronald L.; Patashnik, Oren e Knuth, Donald Ervin. Matemática Concreta: Fundamentos para a Ciência da Computação. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995 Ziviani, Nivio. Projeto de Algoritmos: com Implementações em Pascal e C. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cengage Learning, 2011
COMPLEMENTARES: Toscani, Laira V. e Veloso, Paulo A. S. Complexidade de Algoritmos: Análise, Projeto e Métodos. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012 Horowitz, E. e Sahni, S. Fundamentals of Computer Algorithms. Galgotia, 1987 Szwarcfiter, J. e Markenzon, L. Estruturas de Dados e seus Algoritmos. 3ª ed. LTC, 2010 Kleinberg, J. e Tardos, E. Algorithm Design. Addison Wesley, 2005 Knuth, D. The Art of Computer Programming: Fundamentals Algorithms. 3ª ed. AddisonWesley, 1997 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS073 |
Aprendizado de Máquina |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITC015, ITI275 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Classificação. Regressão. Regularização. Técnicas de redução de dimensionalidade. Agrupamento e regras de associação. Modelos lineares. Aprendizado Profundo. Aprendizado estatístico. Aprendizado sequencial. Aprendizado por reforço. Aplicações |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Proporcionar principais conceitos e técnicas sobre Aprendizado de Máquina, apresentando de forma teórico-prática as informações necessárias para aplicar esses conceitos em problemas reais |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Introduzir os conceitos fundamentais de Aprendizado de Máquina, capacitando os estudantes no entendimento e na aplicação de algoritmos básicos a problemas práticos · Compreender os principais conceitos e a terminologia básica de Aprendizado de Máquina, de forma identificar os tipos de aprendizado (supervisionado e não supervisionado) e seus casos de uso apropriados · Preparar e pré-processar dados para uso em modelos de Aprendizado de Máquina · Implementar e avaliar algoritmos básicos de Aprendizado de Máquina usando bibliotecas apropriadas · Explorar aplicações práticas de Aprendizado de Máquina em tarefas como classificação e agrupamento |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: James, G.; Witten, D.; Hastie, T. e Tibshirani, R. An Introduction to Statistical Learning with Applications in R. Springer, 2013 Hastie, T.; Tibshirani, R. e Friedman, J. The Elements of Statistical Learning. Springer, 2009 Bengio, Y. Learning Deep Architectures for AI. Now Publishers Inc., 2009 COMPLEMENTARES: Murphy, K. P. Machine Learning: A Probabilistic Perspective. MIT Press, 2012 Bishop, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. Springer, 2006 Faceli, K.; Lorena, A. C.; Gama, J. e Carvalho, A. C. P. L. F. Inteligência Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. Editora LTC, 2011 Duda, R. O.; Hart, P. E. e Stork, D. G. Pattern Classification. Willey-Interscience, 2000 Flach, P. Machine Learning: The Art and Science of Algorithms that Make Sense of Data. Cambridge University Press, 2012 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS074 |
Arquitetura da Informação |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS063 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Aspectos histórico-conceituais da arquitetura da informação. Complexidade e ambientes de informação. Perspectivas de pesquisa em arquitetura da informação. Perspectivas de aplicação da arquitetura da informação no campo de Sistemas de Informação. Práticas de redação e pesquisa sobre o tema da disciplina |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Identificar os aspectos epistemológicos e tecnológicos da arquitetura da informação para ambientes informacionais digitais complexos |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Definir a organização da informação com base nos conceitos históricos, na complexidade e nas aplicações nos sistemas de informação · Estruturar e ordenar as informações de modo lógico e hierárquico, promovendo maior compreensão e facilidade de entendimento · Planejar, organizar e estruturar o conteúdo de sistemas digitais para que sejam acessíveis e intuitivos, visando otimizar a interação e a experiência do usuário |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Le Coadic, Y. F. A Ciência da Informação. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2004 Mattos, A. C. M. Sistemas de Informação: Uma Visão Executiva. São Paulo: Saraiva, 2005 Laudon, K. C. e Laudon, J. P. Sistemas de Informações Gerenciais. São Paulo: Prentice Hall, 2007 COMPLEMENTARES: Camargo, L. S. de. Arquitetura da Informação: Uma Abordagem Prática para o Tratamento de Conteúdo e Interface em Ambientes Informacionais Digitais. Rio de Janeiro: LTC, 2011 Marinho, R. de B. Arquitetura de Informação: Projetando a Experiência do Usuário em Ambientes Digitais. Novas Edições Acadêmicas, 2012 Rosenfeld, L.; Morville, P. e Arango, J. Information Architenture: For the Web and Beyond. 4ª ed. O’Reilly Media, 2015 Machado, A. Arquitetura da Informação: Guia Básico para Bibliotecários e Curiosos. ALDEPHA, 2019 Spencer, D. A Practical Guide to Information Architecture. Five Simple Steps, 2010 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS075 |
Arquitetura Empresarial |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS063 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Arquitetura Empresarial de TI: conceitos e benefícios. Componentes (Arquiteturas de Negócio, de Informação, de Sistemas e de Infraestrutura). Processos. Frameworks. Tendências em Arquitetura Empresarial. O papel dos modelos conceituais no alinhamento da TI ao negócio: integração entre modelos conceituais de dados, regras de negócio e processos de negócio. Derivação de modelos conceituais de dados a partir de processos de negócio. Transparência da Informação: conceitos, taxonomia e operacionalização |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Compreender o processo de Arquitetura Empresarial e sua importância para o desenvolvimento dos modelos de negócios e suas metodologias de aplicação nas empresas |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Discutir o estado da arte em Arquitetura Empresarial de Tecnologia da Informação, abrangendo os principais conceitos, processos, frameworks e tendências · Apresentar soluções de apoio à modelagem e gestão da Arquitetura de Informação em organizações e seus impactos e desdobramentos em áreas como Gestão de Conhecimento, Alinhamento de TI ao negócio e Integração semântica de dados · Aplicar os conhecimentos absorvidos em cenários fictícios através de ferramentas computacionais |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Araújo, Luis Cesar G. de. Organização Sistemas e Métodos e as Tecnologias Educacionais: Arquitetura Organizacional, Benchmarketing, Empowerment, Gestão pela Qualidade Total, Reengenharia. 5ª ed. São Paulo, Atlas, 2011 Botto, R. Arquitetura Corporativa de Tecnologia da Informação. Brasport, 2004 Gomes. Fábio Lúcio Soares. Arquitetura Empresarial: Uma Visão Holística. 2ª ed. 2018 COMPLEMENTARES: Marcus, Rocco. Governança de TIC - Guia Prático de Apoio à Implantação. Edição do Kindle. Self Publishing, 2016 Rodríguez, Martius Vicente Rodriguez e Vieira, Daniele Machado. Governança de TI no Setor Público – Caso Dataprev. Revista Produção online. Universidade Federal de Santa Catarina Florianópolis, v. 7, n. 1, 2007 Rosa, Antonio José da e OLIVEIRA, Eduardo Gomes de. Arquitetura Empresarial: Uma Ferramenta para Promover o Alinhamento da TI com a Área de Negócios das Organizações. Revista de Sistemas e Computação, Salvador, v. 5, n. 1, p. 15-25, 2015 Zaidan Fernando H e Bax Marcello P. Aportes da Arquitetura Empresarial para a Gestão da Informação em Hospitais Privados. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013) Zaidan, Fernando Hadad. Arquitetura Empresarial com Vistas na Obtenção do Alinhamento entre TI e Negócios. Revista Inteligência em Foco, n. 1, ano 1, p. 26-30, 2014 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS076 |
Comércio Eletrônico |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS064 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Comercio eletrônico: evolução, estrutura, análise e aplicações. Ambiente digital. Comércio eletrônico e ambiente empresarial. Economia digital. Mercado eletrônico. Integração eletrônica. Estratégias de comércio eletrônico. Características do comércio eletrônico. Aspecto de implementação. Privacidade e segurança. Competitividade. Regulamentações do comércio eletrônico. Organização e tecnologia da informação. Redes. Internet: histórico e evolução. Estudos de caso: lojas virtuais e leilões eletrônicos |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Construir uma visão estratégica aplicada ao comércio eletrônico, de forma a refletir e discutir sobre comércio eletrônico, ambiente digital e empresarial, assim como as suas características e tendências para uma gestão competitiva e estratégica |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Discutir os conceitos de comércio eletrônico, envolvendo a evolução, estrutura, frameworks de desenvolvimento de software para web e principais tendências na área · Analisar o estado da arte sobre as aplicações envolvendo mercado eletrônico, incluindo estratégias, características, desenvolvimento de software, questões legais e segurança da informação · Construir e apresentar um projeto de comércio eletrônico com base em estudos de caso |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Klee, Antonia E. L. Comércio Eletrônico. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2019 Albertin, Alberto Luiz. Comércio Eletrônico: Modelo, Aspectos e Contribuições de sua Aplicação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2005 Catalani, Luciane; Kischinevsky, Andre e Ramos, Eduardo, et al. E-Commerce. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004 COMPLEMENTARES: Turban, E. Comercio Eletrônico - Estratégia e Gestão. Editora Prentice Hall Brasil, 2004 Vasconcellos, Eduardo. E-Commerce nas Empresas Brasileiras. São Paulo: Atlas, 2005 Deitel, Harvey; Deitel, Paul e Steinbuhler, Kate. E-Business e E-Commerce para Administradores. São Paulo: Makron Books, 2004 Chaffey, Dave. E-Business and E-Commerce Management. 3. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2007 Laudon, Kenneth C. e Traver, Carol Guerico. E-Commerce: Business, Technology, Society. 4. ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2007 Oliviero, C. A. J. Faça uSite - PHP 5.2 com Mysql 5.0: Comércio Eletrônico. Editora Erica, 2010 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS077 |
Computação Gráfica |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITC015, ITI275 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Introdução. Objetos e equipamentos gráficos. Geometria. Rotações e quatérnios. Transformações e coordenadas. Fundamentos de cor. Imagem digital. Descrição de cenas 3D. Modelos geométricos tridimensionais. Técnicas de modelagem. Hierarquias e objetos articulados. Transformação de visualização e câmera. Recorte de superfícies para visualização. Rasterização. Cálculo de superfícies visíveis. Modelos locais de iluminação. Iluminação global. Técnicas de mapeamento. Realidade Virtual. Realidade Aumentada |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Proporcionar conhecimentos básicos sobre computação gráfica, apresentando de forma teórico-prática as informações necessárias para aplicar esses conceitos em problemas reais |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Fornecer os conceitos teóricos e práticos necessários para a criação, manipulação e visualização de imagens e objetos gráficos · Entender os fundamentos da computação gráfica, incluindo representação de objetos, técnicas de visualização, projeções, transformações, iluminação e aplicação de texturas · Desenvolver habilidades para criação e manipulação de imagens e objetos gráficos, empregando métodos atuais e técnicas especializadas da área, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento e a modelagem de aplicações |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Velho, L. e Gomes, J. Sistemas Gráficos 3D. 2ª edição. Editora Instituto de Matemática Pura e Aplicada, 2007 Janos, M. Computação 3D: Conceitos, Práticas, Mercado. Editora Livraria da Física, 2012 Gomes, J. e Velho, L. Computação Gráfica. Instituto de Matemática Pura e Aplicada, 1998 COMPLEMENTARES: Conci, A. e Azevedo, E. Computação Gráfica: Teoria e Prática. Editora Campus, 2003 Conci, A.; Leta, F. e Azevedo, E. Computação Gráfica: Teoria e Prática. Editora Campus, 2007 Cohen, M. e Manssour, I. OpenGL – Uma Abordagem Prática e Objetiva. Novatec, 2006 Hetem Jr, A. Computação Gráfica. LTC. 2012 Ammeraal, L. e Zhang, K. Computação Gráfica para Programadores Java. 2ª edição. LTC, 2012 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS078 |
Desenvolvimento de Jogos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS064 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Visão geral sobre a produção de jogos. Ciclo de produção. Pré-Produção: Conceito do jogo; Requisitos do jogo. Planejamento do jogo. Lista de verificação da pré-produção. Produção: Implementação do plano. Rastreamento do progresso. Conclusão de tarefas. Lista de verificação da execução da produção. Testes: validação do plano. Lista de verificação da execução de testes |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Proporcionar uma abordagem ampla sobre o processo de desenvolvimento de jogos, provendo uma visão geral sobre o mercado e todo o processo produtivo de um jogo. Aplicar os conhecimentos em contexto prático |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Instruir o discente para elaborar e desenvolver roteiros, cenários, personagens e mecânicas para jogos digitais · Qualificar o discente para criar, projetar, implementar, testar, implantar e manter jogos digitais de gêneros diversos em plataformas computacionais · Acompanhar e Orientar estudos, pesquisas e desenvolvimento de projetos práticos envolvendo jogos digitais |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Chandler, H. M. Manual de Produção de Jogos Digitais. 2ª edição. Editora Bookman, 2012 Novak, J. Desenvolvimento de Games. 2ª edição. Editora Cengage Learning, 2010 Perucia, A. S., Berthêm, A. C., Bertschinger, G. L. e Menezes, R. R. C. Desenvolvimento de Jogos Eletrônicos: Teoria e Prática. 2ª edição. Editora Novatec, 2007 COMPLEMENTARES: Harbour, J. S. Programação de Games com Java. 2a edição. Editora Cengage Learning, 2010 Velho, L. e Gomes, J. Sistemas Gráficos 3D. 2a edição. Editora Instituto de Matemática Pura e Aplicada, 2007 Marcelo, A. Design de jogos: Fundamentos. Editora Brasport, 2009 Fernandes, A. M. R. Jogos Eletrônicos: Mapeando Novas Perspectivas. Editora Visual Books, 2009 Rogers, S. Level Up: Um Guia para o Design de Grandes Jogos. Blucher, 2012 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS079 |
Fundamentos de Visão Computacional |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITC015 e ITI275 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Formação de imagem. Imagens binárias e suas propriedades geométricas, topológicas e morfológicas. Métodos de filtragem de imagens. Regiões e segmentação. Bordas e sua detecção. Brilho e cor. Extração de características. Classificação de padrões. Movimento e fluxo óptico. Shape from X. Representação 2D e 3D. Estruturas relacionais. Inferência. Visão ativa. Aplicações |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Proporcionar os principais fundamentos sobre Visão Computacional. Apresentar os conceitos e técnicas que permitam a extração de informação a partir de um conjunto de imagens digitais. Aplicar os conceitos em aplicações reais |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Abordar tópicos avançados da robótica móvel relacionados com as aplicações de visão computacional · Compreender conceitos avançados de projeto completo de visão computacional aplicado a problemas práticos · Compreender a distância entre abstração e a implementação prática · Projetar e implementar sistemas de visão para realizarem tarefas em diferentes tipos de ambientes sob diversas condições operacionais |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Corke, P. Robotics, Vision and Control: Fundamental Algorithms in MATLAB. 2nd edition. Springer Publishing Company, 2017 Szeliski, R. Computer Vision: Algorithms and Applications. Springer Publishing Company, 2010 Prince, S. Computer Vision: Models, Learning, and Inference. Cambridge University Press, 2012 COMPLEMENTARES: Gonzalez, R. C. e Woods, R. E. Processamento Digital de Imagens. 3ª edição. Editora Pearson, 2011 Pedrini, H. e Schwartz, W. R. Análise de Imagens Digitais: Princípios, Algoritmos e Aplicações. Editora Thomson, 2007 Trucco, E. e Verri, A. Introductory Techniques for 3-D Computer Vision. Prentice Hall, 1998 Nixon, M. e Aguado, A. S. Feature Extraction and Image Processing for Computer Vision. 2nd edition. Academic Press, 2008 Forsyth, D. A. e Ponce, J. Computer Vision: A Modern Approach. Prentice Hall, 2003 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS080 |
Fundamentos de Engenharia de Software Experimental |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS063 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Engenharia de software, engenharia de software experimental e suas perspectivas. Estudos primários: conceitos iniciais, planejamento, preparação, execução e exemplos de estudos primários. Estudos secundários: meta análise, revisões sistemáticas, mapeamento sistemático e exemplos de estudos secundários. Estudos qualitativos em engenharia de software: visão geral e técnicas para coleta e análise de dados. Estudos quantitativos em engenharia de software: visão geral, estudo de caso e experimentação. Experimentação em engenharia de software: descrição, objetivos, tipos de experimentos e processo de experimentação. Definição e planejamento de experimentos: conceitos básicos de planejamento, construção de um plano de experimento e exemplos de planos. Execução de experimentos: conceitos básicos de execução, execução de experimento e exemplos de execução. |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Fornecer uma visão da área de Engenharia de Software Experimental, com ênfase na condução de experimentos em engenharia de software |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Utilizar a abordagem científica para validar e melhorar técnicas e métodos de desenvolvimento de pesquisas · Basear decisões de projeto e desenvolvimento em dados empíricos, em vez de apenas intuição · Tornar o desenvolvimento de software mais eficiente, eficaz e baseado em evidências, contribuindo para a produção de software de alta qualidade |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Ajuristo, N. e Moreno, A. Basics of Software Engineering Experimentation. 1. Ed. Dordrecht: Kluwer Academic Press, 2001 Wohlin, C.; Runeson, P.; Host, M. Ohlsson, M. C.; Regnell, B. e Wesslen, A. Experimentation in Software Engineering: An Introduction. 1. Ed. Boston: Kluwer Academic Publishers, 2000 Travassos, G. H.; Gurov, D. e Amaral, E. A. G. Relatório Técnico - Introdução a Engenharia de Software Experimental. COPPE-UFRJ. Rio de Janeiro, 2002 COMPLEMENTARES: Kitchenham, B. A. e Pfleeger S. L. Principles of Survey Research Part 6: Data Analysis. ACM SIGSOFT Software Engineering Notes, 2003 Wieringa, R. Design Science Methodology for Information Systems and Software Engineering. Springer, 2014 Runeson, P.; Host, M.; Rainer, A.W. e Regnell, B. Case Study Research in Software Engineering – Guidelines and Examples. Wiley, 2012 Shull, F.; Singer, J. e Sioberg, D. I. K. Guide to Advanced Empirical Software Engineering. 1ª ed. New York: Springer, 2007 Artigos especializados na área de Engenharia de Software Experimental, a serem definidos pelo docente, publicados em Conferências e Revistas Científicas |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS081 |
Fundamentos de Melhoria do Processo de Software |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS060 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceitos e terminologia. Infraestrutura de processos (pessoas, ferramentas, treinamentos e outros). Modelagem e especificação de processos de software utilizando notação BPM. Medição e análise de processos de software. Melhoria de processos de software (individual e equipe). Análise e controle de qualidade (prevenção de defeitos, revisão de processos, métricas de qualidade, análise de causa e outros). Níveis de definição de processos. Modelos de ciclo de vida (ágil, processos “pesados”, cascata, espiral, modelo V e outros). Modelos de processos e padrões (IEEE, ISO e outros). Modelo, definição, medida, análise e melhoria tanto de processo de software individual quanto de equipe. Personalização de processo. Requisitos para processos de software (ISO/IEEE 12207 e IEEE 15504 (SPICE)). Noções de governança de TI. Ferramentas para automação de processos. |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Desenvolver sólida percepção da importância, impacto, constituição, definição e melhoria de processos |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Aprimorar a forma como o software é desenvolvido, entregue e mantido · Aumentar a qualidade do software reduzindo defeitos, melhorando a estabilidade e confiabilidade · Apresentar os modelos e metodologias para a melhoria do processo de software |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: SOFTEX. MPS.BR – Guias. Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. Disponível em: www.softex.br/mps Bartie, A. Garantia da Qualidade de Software. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002 Furtado, J. C. Gestão de Processos: da Teoria à Prática. 1ª edição. Atlas, 2012 COMPLEMENTARES: Campos, A. Modelagem de Processo com BPMN. 2ª edição. Brasport, 2014 Koscianski, André e Soares, Michel dos Santos. Qualidade de Software: Aprenda as Metodologias e Técnicas mais Modernas para o Desenvolvimento de Software. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2007 Silva, L. C. Gestão e Melhoria de Processos: Conceitos, Técnicas e Ferramentas. Brasport, 2015 Thayer, R. H. e Christensen, M. J. Software Engineering: The Supporting Processes. Wiley-IEEE Computer Society Press, 3rd edition, 2005 Thayer, R. H. e Christensen, M. J. Software Engineering: The Development Process. Wiley-IEEE Computer Society Press, 3rd edition, 2005 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS082 |
Fundamentos de Sistemas Distribuídos |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI320 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceitos básicos: histórico, terminologia, sistemas centralizados, distribuídos, paralelos ou de alto desempenho. Paradigmas de comunicação entre processos (IPC). Programação de aplicações cliente/servidor em uma rede de computadores com Sockets e TCP/IP. Sincronização em sistemas distribuídos. Algoritmos distribuídos. Sistemas distribuídos tolerantes a falhas. Sistemas operacionais distribuídos. Objetos distribuídos |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Entender a evolução dos modelos computacionais e a sua aplicação em ambientes distribuídos |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Apresentar uma visão geral da área de sistemas distribuídos, descrevendo seus principais conceitos, problemas e algoritmos · Conhecer e aplicar as principais tecnologias para comunicação entre processos · Permitir ao aluno uma vivência prática no projeto e implementação de aplicações distribuídas |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Coulouris, George et al. Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto. Bookman Editora, 2013 Fowler, Martin. Padrões de Arquitetura de Aplicações Corporativas. Bookman, 2009 Tanenbaum, Andrew S. e Steen, Maarten Van. Sistemas Distribuídos: Princípios e Paradigmas. Pearson, 2009 COMPLEMENTARES: Audy, Jorge Luis Nicolas e Prikladnicki, Rafael. Desenvolvimento Distribuído de Software: Desenvolvimento de Software com Equipes Distribuídas. Elsevier Brasil, 2008 Burns, Brendan. Designing Distributed Systems. Editora: O′Reilly, 2018 Cardoso, Jorge. Programação de Sistemas Distribuídos em Java. FCA Editora, 2008 Mendes, Douglas Rocha. Programação Java em Ambiente Distribuído. Editora: Novatec, 2011 Dantas, Mário. Computação Distribuída de Alto Desempenho: Redes, Clusters e Grids Computacionais. Axcel Books do Brasil Editora, 2005 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS083 |
Fundamentos de Teste de Software |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS063 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Testes de software: conceitos básicos. Tipos de teste e principais ferramentas (manuais e automatizadas). Processo de Teste: Planejamento, documentação, atividades, cobertura e artefatos. Aplicação prática de teste de unidade, teste de sistemas, testes funcionais, teste de configuração, teste de integridade, teste de integração, teste de aceitação, teste de regressão, teste de segurança, teste de performance e teste de volume. Análise de relatórios de falha e técnicas para isolamento (depuração). Análise de defeitos. Acompanhamento de problemas (tracking) |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar a teoria e a prática dos conceitos que envolvem testes de software, de forma que o aluno possa desenvolver e executar testes (manuais e automatizados) e detectar defeitos de software, usando ferramentas e tecnologias, apresentando a correlação das atividades de teste de software |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Conhecer os diferentes níveis, técnicas e processos de testes de software · Identificar as principais ferramentas e tecnologias existentes para a execução de testes de software · Utilizar diferentes processos e técnicas em projetos práticos envolvendo testes de software |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Jino, M.; Maldonado, J. C. e Delamaro, M. E. Introdução ao Teste de Software. Editora: Elsevier/Campus, 2007 Molinari, L. Inovação e Automação de Testes de Software. 1a Edição. Editora: Érica, 2010 Pezzé, M. e Young, M. Teste e Análise de Software: Processos, Princípios e Técnicas. Bookman, 2008 COMPLEMENTARES: Filho, W. P. Engenharia de Software - Fundamentos, Métodos e Padrões. 2 ed. Rio de Janeiro. LTC. 2003 Koscianski, A. e Soares, M. S. Qualidade de Software - Aprenda as Metodologias e Técnicas mais Modernas para o Desenvolvimento de Software. 2. ed. São Paulo. Novatec. 2007 Pressman, R. S. Engenharia de Software. 6 ed. São Paulo. Mcgraw Hill Interame. 2006 Rios, E. et al. Base de Conhecimento em Teste de Software. 3 ed. São Paulo. Martins Fontes. 2012 Sommerville, Ian. Engenharia de Software. São Paulo, SP: Pearson Addison-Wesley, 2011 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI295 |
Fundamentos Teóricos da Computação |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Linguagens. Gramáticas. Autômatos. Hierarquia de Chomski. Semântica de Linguagens de Programação |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Fornecer conhecimentos para compreender e aplicar tópicos de teoria da computação, tais como linguagens formais, máquinas de estado, computabilidade e solucionabilidade de problemas |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Introduzir os conceitos básicos sobre a teoria da computação, além de fornecer aos alunos uma base sólida sobre os conceitos computacionais essenciais · Apresentar os fundamentos sobre linguagens formais, teoria dos autômatos, complexidade computacional, máquinas de estado, computabilidade, com ênfase na solucionabilidade de problemas · Desenvolver habilidade e a capacidade de pensar e modelar problemas usando conceitos de computação, ou seja, de resolver problemas usando algoritmos e representações computacionais |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Hopcroft, J. E. e Ullman, J. D. Introdução à Teoria de Autômatos, Linguagens e Computação. 2a edição. Campus Elsevier, 2002 Sipser, M. Introdução à Teoria da Computação. 2 ed. São Paulo. Thomson, 2007 Vieira, N. J. Introdução aos Fundamentos da Computação: Linguagens e Máquinas. 1. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2006
COMPLEMENTARES: Carnielli, Walter A. e Epstein, Richard L. Computabilidade, Funções Computáveis, Lógica e os Fundamentos da Matemática. Unesp, 2005 Diverio, Tiarajú A. e Menezes, Paulo Blauth. Teoria da Computação: Máquinas Universais e Computabilidade. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2008 Gersting, Judith L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação: Matemática Discreta e Suas Aplicações. 7ª ed. LTC, 2016 Menezes, Paulo Blauth. Linguagens Formais e Autômatos. 6ª edição. Bookman, 2010 Silva, F. S.; Finger, M. e Melo, A. C. V. Modelos Clássicos de Computação. 1. ed. São Paulo: Thomson, 2006 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITI370 |
Inteligência Artificial |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITC020 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Fundamentos e evolução da Inteligência Artificial. Aprendizado de Máquina supervisionado, semi-supervisionado e não supervisionado. Algoritmos de classificação e regressão linear. Processos de treinamento, teste e validação de modelos. Ensembles. Redes Neurais Artificiais e Aprendizado Profundo (Deep Learning). Redes de Convolução. Modelos Geradores Profundos |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar os fundamentos, técnicas e modelos da Inteligência Artificial, aplicando métodos de aprendizado de máquina e aprendizado profundo na solução de problemas reais |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Analisar os fundamentos, conceitos e principais paradigmas da Inteligência Artificial e do Aprendizado de Máquina · Desenvolver modelos de IA aplicando algoritmos de classificação, regressão, clusterização, ensemble e redes neurais artificiais · Avaliar e validar modelos de IA interpretando resultados, métricas e aplicando boas práticas no processo de treinamento, teste e otimização |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Amaral, Fernando. Aprenda Mineração de Dados Teoria e Prática. Novo Hamburgo: Alta Books, 2016 Bowles, M. Machine Learning in Python: Essential Techniques for Predictive Analysis. Wiley, 2015 Russel, S. J. e Norvig, P. Inteligência Artificial. 3ª edição traduzida. Elsevier, 2013 COMPLEMENTARES: Alencar, Antônio Juarez; Schmitz, Eber Assis e Cruz, Leôncio Teixeira. Assistentes Virtuais Inteligentes: Conceitos e Estratégias. Rio de Janeiro: Brasport, 2013 Artero, Almir Olivette. Inteligência Artificial - Teoria e Prática. Editora Livraria da Física, 2009 Coppin, Ben. Inteligência Artificial. Selo Editorial: LTC, 2010 Faceli, Katti et al. Inteligência Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. Rio de Janeiro: LTC, 2011 Maia, Wagner de Azevedo. Percepção e Inteligência Artificial - Conceitos, Considerações e Arquitetura. Biblioteca 24horas, 2012 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS084 |
Internet das Coisas |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI260 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Conceitos sobre Internet das Coisas. Indústria 4.0. e Internet das Coisas Industriais. Arquiteturas de software cliente servidor. Programação paralela e distribuída. Sistemas de Tempo Real. Protocolos e padrões da Internet das coisas e Internet das coisas Industriais. Internet das coisas e a nuvem. Plataformas comerciais para serviços baseados na nuvem. Programação de sensores e atuadores para desenvolvimento de Internet das Coisas e Internet das Coisas industriais. Fábrica e escritórios inteligentes baseados em Internet das Coisas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Capacitar os discentes a desenvolver novos modelos baseados na Internet das Coisas para construir soluções inteligentes e automatizar processos |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender os conceitos de Internet das Coisas e ser capaz de projetar, implementar, testar e utilizar sistemas de Internet das Coisas orientados especificamente para aplicações do mundo real · Explicar a definição e uso do termo Internet das Coisas em diferentes contextos · Distinguir os vários protocolos usados em IoT · Identificar as tecnologias-chave de comunicação sem fio usados em sistemas IoT · Entender o papel de big data, computação em nuvem, e data analytics em um sistema IoT típico e saber implementar uma coleção simples de dados baseada em nuvem e um sistema de análise |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Gilchrist, Alasdair. Industry 4.0: The Industrial Internet of Things. Apress, 2016 Schwab, Klaus. A Quarta Revolução Industrial. Edipro, 2015 Stevan Jr., Sergio Luiz; Leme, Murilo Oliveira e Santos, Max Mauro Dias. Indústria 4.0 – Fundamentos, Perspectivas e Aplicações. Érica, 2018 COMPLEMENTARES: Javed, Adeel e Adas, Cláudio José. Criando Projetos com Arduino Para a Internet das Coisas: Experimentos com Aplicações do Mundo Real – Um Guia Para o Entusiasta de Arduino Ávido por Aprender. Novatec, 2017 Kim, Dong-Seong e Tran-Dang, Hoa. Industrial Sensors and Controls in Communication Networks: From Wired Technologies to Cloud Computing and the Internet of Things. Springer, 2019 Oliveira, Sérgio. Internet das Coisas com ESP8266, Arduino e Raspberry Pi. Novatec, 2017 Sacomano, J. B. et al. (Org.). Indústria 4.0: Conceitos e Fundamentos. São Paulo: Blucher, 2018 Doukas, Charalampos. Building Internet of Things with the ARDUINO. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2012 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS085 |
Leitura e Produção Textual |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estratégias e técnicas de leitura. Estratégias de vocabulário. Coesão, coerência e progressão textual. Coesão verbal. Relações sintáticas de concordância nominal e verbal. Paráfrase, citação textual e sínteses. Planejamento da escrita. Organização e constituição das ideias do texto. Estrutura, ordenação e desenvolvimento do parágrafo. Argumentação e ritmo nas escritas acadêmicas |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Desenvolver a prática de leitura e de produção textual no educando, bem como desenvolver habilidades na compreensão e produção de gêneros textuais, articulando-se teoria e prática |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Desenvolver competências e habilidades de leitura, produção e apresentação de textos acadêmico-científicos · Ler, identificar e elaborar gêneros textuais necessários ao seu desempenho acadêmico e profissional · Identificar os elementos coesivos e observar se assinalam a retomada ou o acréscimo de informações · Avaliar e produzir textos, considerando a articulação coerente dos elementos linguísticos, dos parágrafos e das demais partes do texto, incluindo a pertinência das informações e juízos de valor |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Bechara, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004 Faraco, Carlos Alberto e Tezza, Cristovão. Prática de Texto: Para Estudantes Universitários. Petrópolis: Vozes, 2011 Koch, Ingedore e Elias, Vanda. Ler e Compreender: Os Sentidos do Texto. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2012 COMPLEMENTARES: Cardoso, Denise Porto et al. Roteiro de Redação: Lendo e Argumentando. São Paulo: Scipione, 2006 Castello-Pereira, Leda Tessari. Leitura de Estudo: Ler para Aprender a Estudar e Estudar para Aprender a Ler. Campinas: Editora Alínea, 2005 Kôche, Vanilda; Boff, Odete Maria e Marinello, Adiane. Leitura e Produção Textual: Gêneros Textuais do Argumentar e Expor. Petrópolis: Vozes, 2010 Medeiros, João Bosco. Redação Científica. A Prática de Fichamentos, Resumos, Resenhas. 10ª ed. São Paulo: Editora Atlas S.A., 2008 Mesquita, Roberto Melo. Gramática da Língua Portuguesa. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2007 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITC035 |
Libras |
4.4.0.0 |
60 |
0 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
A história da Língua Brasileira de Sinais. Mitos sobre a Libras. Cultura Surda. Identidades surdas. Parâmetros da Libras. Noções básicas de Linguística de Libras. Comunicação básica em Libras. As legislações e o sujeito surdo. Inclusão de pessoas surdas no mercado de trabalho |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Construir conhecimentos acerca da Língua Brasileira de Sinais, do ser surdo, quebrando o estigma da deficiência, através do reconhecimento da sua língua, da sua cultura e das suas identidades |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender quem é a pessoa surda, reconhecendo suas especificidades, identidade e pertencimento à comunidade e cultura surda · Entender os princípios básicos da comunicação em Língua Brasileira de Sinais (Libras), considerando sua estrutura visual e gestual · Identificar e refletir sobre os principais recursos e estratégias de acessibilidade que promovem a inclusão das pessoas surdas na sociedade |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Quadros, Ronice Müller; SILVA, Jair Barbosa da; Royer, Miriam e Silva, Vinícius Rodrigues da (org.). A gramática da Libras I. Rio de Janeiro: INES, v. 1, 2023 Quadros, Ronice Müller; Silva, Jair Barbosa da; Royer, Miriam e Silva, Vinícius Rodrigues da (org.). A gramática da Libras II. Rio de Janeiro: INES, v. 2, 2023 Quadros, Ronice Müller de; Machado, Rodrigo Nogueira e Silva, Jair Barbosa da. Introdução ao estudo da Libras. 1. ed. São Paulo: Contexto, 2025 COMPLEMENTARES: Barros, Adriana Lúcia de Escobar Chaves de. Libras em diálogo. São Paulo: Editora Contexto, 2020. 1. ed. Capovilla, Fernando César; Raphael, Walkiria Duarte e Mauricio, A. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue. Língua de Sinais Brasileira. v. I, 2010 Capovilla, Fernando César; Raphael, Walkiria Duarte e Mauricio, A. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue. Língua de Sinais Brasileira, v. II, 2010 Gesser, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009 Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES). Dicionário da Língua Brasileira de Sinais – Libras. Rio de Janeiro: INES, 2001. Disponível em: https://www.ines.gov.br/dicionario-de-libras. Acesso em: 27 maio 2025 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS086 |
Mineração de Dados |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI270 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Introdução à data mining: objetivos e principais características. Principais funcionalidades, técnicas e algoritmos. Análise de associações. Classificação de dados. Árvores de decisão. Regressão. Redes neurais. Segmentação e análise de cluster. Aplicações |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Proporcionar compreensão abrangente sobre mineração de dados (data mining). Entender as principais funcionalidades, técnicas, algoritmos e temas de pesquisa nesta subárea de bancos de dados. Estar apto a aplicar ferramentas de mineração de dados (data mining) em problemas reais |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Assimilar os principais conceitos acerca de Mineração de Dados · Compreender as principais tarefas da mineração de dados e relacionar as respectivas técnicas · Conhecer e aplicar as principais técnicas de mineração de dados (classificação, agrupamentos, estimação, predição e associação) · Utilizar ferramenta para uso de algoritmos de mineração de dados · Desenvolver projeto aplicado a um problema/cenário real |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Tan, P. N.; Steinbach, M. e Kumar, V. Introduction to Data Mining. Addison-Wesley, 2006 Han, J. e Kamber, M. Data Mining: Concepts and Techniques. 2nd Edition. Morgan Kaufmann, 2006 Witten, I. e Frank, E. Data Mining Practical Machine Learning: Tools and Techniques. 2nd Edition. Morgan Kaufmann, 2005 COMPLEMENTARES: Zaki, M. e Meira, W. Jr. Fundamentals of Data Mining Algorithms. Cambridge, 2014 Rud, O. P. Data Mining Cookbook. Wiley, 2001 Han, J. e Kamber, M. Data Mining: Concepts and Techniques. Morgan Kauffman, 2001 Witten, I. e Frank, E. Data Mining. Morgan Kauffmann, 2000 Goldschmidt, R. e Passos, E. Data Mining. Editora Campos, 2005 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS087 |
Paradigmas de Linguagem de Programação |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI255 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estudo dos conceitos de linguagens de programação e dos paradigmas de programação: procedural, funcional, lógico, orientado a objeto e script. Reflexão sobre as características desejáveis em uma linguagem de programação e os critérios de seleção de linguagens de acordo com as especificidades dos domínios de aplicação. Descrição de sintaxe e semântica. Estudo sobre tipos de dados, estruturas de controle, ambientes de execução, variáveis, expressões e subprogramas em linguagens de programação |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Propiciar os principais aspectos inerentes ao projeto de linguagens de programação e suas principais construções, as características inerentes aos paradigmas de construção de linguagens de programação e o desenvolvimento de programas utilizando o Paradigma de Programação em Lógica e o paradigma de programação funcional |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender os principais paradigmas de programação, identificando suas características, vantagens, limitações e contextos de aplicação · Analisar os elementos fundamentais das linguagens de programação, como tipos de dados, estruturas de controle, variáveis, expressões, subprogramas e ambientes de execução, reconhecendo suas implicações no desenvolvimento de software · Interpretar e descrever a sintaxe e a semântica de linguagens de programação, aplicando essas descrições na análise e construção de código · Avaliar linguagens de programação com base em critérios técnicos e nas necessidades de diferentes domínios de aplicação, considerando legibilidade, desempenho, portabilidade, manutenção e suporte a paradigmas específicos · Avaliar soluções utilizando diferentes paradigmas de programação, compreendendo sua aplicabilidade em problemas computacionais diversos |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Tucker, Allen B. e Noonan, Robert E. Linguagens de Programação: Princípios e Paradigmas. 2. ed. São Paulo: MacGraw Hill, 2008 Ayala-Rincón, Mauricio e Moura, Flávio Leonardo Cavalcanti de. Fundamentos da Programação Lógica e Funcional: o Princípio de Resolução e a Teoria de Reescrita. 1ª ed. Editora UnB, 2014 Sebesta, R. W. Conceitos de Linguagens de Programação. 11ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2018 COMPLEMENTARES: Melo, Gregório. Programação Funcional: Uma Introdução em Clojure. Editora Casa do Código, 2019 Oliveira, Alexandre Garcia de. Haskell: Uma Introdução à Programação Funcional. Editora Casa do Código, 2017 Roy, P. V. e Harifi, S. Concepts, Techniques, and Models of Computer Programming. 1ª ed. The MIT Press, 2004 Turbak, F. e Gifford D. Design Concepts in Programming Languages. 1ª ed. The MIT Press, 2008 Scott, M. L. S. Programming Language Pragmatics. 4ª ed. Morgan Kaufmann, 2015 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS088 |
Pesquisa Operacional |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI255 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Problemas clássicos, algoritmos e complexidade computacional. Modelagem matemática. Problemas mono e multiobjetivos. Métodos exatos versus aproximados. Busca local versus global. Introdução à combinatória poliédrica e programação linear inteira. Análise de garantia de desempenho. Análise empírica. Problemas de otimização. Caracterização de aplicações reais |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar uma visão geral sobre a área de Pesquisa Operacional e modelar problemas teóricos e aplicações práticas complexas das mais diversas áreas do conhecimento e do setor produtivo, através da aplicação do ferramental de Teoria da computação, Teoria dos grafos e Matemática computacional, e com o desenvolvimento de métodos computacionais avançados |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Introduzir os principais conceitos sobre programação matemática, problemas de otimização, algoritmos e aplicações do mundo real · Desenvolver habilidades de modelagem e análise de problemas decisórios relacionados à produção, transporte, estocagem de materiais e áreas afins · Apresentar as principais soluções algorítmicas aplicadas em problemas de pesquisa operacional, evidenciando o ferramental teórico, matemático e computacional na resolução destes problemas · Implementar métodos computacionais ou soluções algorítmicas avançadas em projetos práticos envolvendo a resolução de problemas de pesquisa operacional |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Moreira, D. A. Pesquisa Operacional: Curso Introdutório. 2. ed. São Paulo: Tomson Learning, 2010 Passos, E. J. P. F. dos. Programação Linear como Instrumento da Pesquisa Operacional. São Paulo: Atlas, 2008 Arenales, M.; Armentano, V.; Morabito e R, Yanasse, H. Pesquisa Operacional. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015 COMPLEMENTARES: Cukierman, Z. S. O Modelo PERT/CPM Aplicado a Projetos: Planejando para o Futuro. 7ª ed. Reichmann e Affonso, 2000 Goldbarg, M. C. e Luna, H. P. Otimização Combinatória e Programação Linear: Modelos e Algoritmos. Editora Campus, 2000 Lachtermacher, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões: Modelagem em Excel. Editora Campus, 2003 Wagner, H. M. Pesquisa Operacional. 2. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1996 Wakabayashi, Yoshiko e Ferreira, Carlos. Combinatória Poliédrica e Planos-de-Corte Faciais. Campinas: 10a Escola de Computação, 1996 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS089 |
Recuperação de Informação |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI275 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Introdução à Recuperação de Informação. Modelos clássicos de RI: booleano, vetorial e probabilístico. Coleta de documentos web. Indexação: arquivos invertidos e listas invertidas. Métricas de avaliação: Precisão, revocação e coleções de referência. Processamento de consultas: lógicas, ordenadas por relevância, estruturas de acesso ao vocabulário, busca sequencial no vocabulário, busca exata e aproximada |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Proporcionar conhecimentos básicos sobre Recuperação de Informação, apresentando de forma teórico-prática as informações necessárias para aplicar esses conceitos em problemas reais |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Identificar os componentes de sistemas de recuperação de informação · Diferenciar os diversos processos e recursos dos sistemas de recuperação da informação · Conhecer os elementos da formulação das estratégias de busca · Caracterizar os sistemas de busca para web |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Manning, C. D., Raghavan, P. R. e Schütze, H. Introduction to Information Retrieval. Cambridge University Press, 2008 Baeza-Yates, R. e Ribeiro-Neto, B. Recuperação de Informação: Conceitos e Tecnologia das Máquinas de Busca. Bookman, 2013 Croft, B.; Metzler, D. e Strohman, T. Search Engines: Information Retrieval in Practice. Addison Wesley, 2009 COMPLEMENTARES: Ferneda, E. Introdução aos Modelos Computacionais de Recuperação de Informação. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda, 2012 Baeza-Yates, R e Ribeiro-Neto, B. Modern Information Retrieval: The Concepts and Technology Behind Search. 2. ed. ACM Press Series/Addison Wesley, 2011 Ingwersen, P. e Jarvelin, K. The Turn: Integration of Information Seeking and Retrieval in Context. Springer-Verlag, 2005 Meyer, C. e Langville, A. Google’s PageRank and Beyond: The Science of Search Engine Rankings. University Press, 2006 Laudon, K. C. e Laudon, J. P. Sistemas de Informação com Internet. Editora LTC, 2015 |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS090 |
Tecnologias Emergentes |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI260 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Impacto do uso das tecnologias emergentes nas empresas. Sistemas de tomada de decisão. Tecnologias emergentes para o desenvolvimento de software. Inovações tecnológicas decorrentes de pesquisas recentes na área de Sistemas de Informação |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Investigar as tecnologias emergentes de forma a discutir e pesquisar sobre novos temas, bem como, propiciar a oportunidade de avaliar e conhecer novas tecnologias, através de atividades práticas, relacionando-as com os assuntos, conceitos e ferramentas existentes |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Desenvolver competências para analisar novas tecnologias a fim de avaliar sua aplicabilidade · Relacionar tecnologias emergentes com outras já utilizadas · Conhecer novos temas para pesquisa dentro da área de sistemas de informação · Identificar novas tecnologias, através de atividades práticas, de forma a relacioná-las com assuntos, conceitos e ferramentas computacionais mais recentes do mercado de trabalho |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Baltzan, Paige. Tecnologia Orientada para Gestão. 6a ed. Porto Alegre: AMGH, 2016 O'brien, J. A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 3a ed. São Paulo: Saraiva, 2010 Henriques, Telmo. Gestão de Sistemas de Informação: Frameworks, Modelos e Processos. 1a ed. Editora FCA, 2019 COMPLEMENTARES: Rezende, Denis Alcides; Abreu, Aline França de. Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas de Informação Empresariais: O Papel Estratégico da Informação e dos Sistemas de Informação nas Empresas. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009 Stair, R. M. e Reynolds, G. W. Princípios de Sistemas de Informação. São Paulo: Cengage Learning, 2011 Laudon, Kenneth C. e Laudon, Jane Price. Sistemas de Informação Gerenciais: Administrando a Empresa Digital. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011 Spohr, E. M. M. Avaliação do Impacto de Tecnologias da Informação Emergentes nas Empresas. Rio de Janeiro: Qualytimark, 2003 Artigos especializados na área, a serem definidos pelo docente, publicados em Conferências e Revistas Científicas |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS091 |
Tópicos em Banco de Dados |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI270 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estudos de temas específicos em Banco de Dados, a critério do docente |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar as mais recentes tendências de pesquisa na área de Banco de Dados |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Discutir as tecnologias emergentes relacionadas à área de banco de dados, visando a aplicação no mercado de trabalho · Identificar as principais técnicas e ferramentas computacionais alinhando temas específicos em Banco de Dados a critério do docente · Apresentar os principais conceitos e tecnologias para a implementação de um projeto prático na área de banco de dados a critério do docente |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Artigos especializados na área de Banco de Dados, a serem definidos pelo docente, publicados em Conferências e Revistas Científicas |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS092 |
Tópicos em Engenharia de Software |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITS063 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estudos de temas específicos em Engenharia de Software, a critério do docente |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar as mais recentes tendências de pesquisa na área de Engenharia de Software |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Levar o aluno ao entendimento de que as pesquisas na área de Engenharia de Software estão em constante evolução · Inserir no processo de ensino e aprendizagem do aluno as bases de dados com pesquisas mais recentes na área de Engenharia de Software · Oportunizar ao aluno atividades em que ele possa desenvolver seminários que envolvam as mais recentes tendências de pesquisa na área de Engenharia de Software |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Artigos especializados na área de Engenharia de Software, a serem definidos pelo docente, publicados em Conferências e Revistas Científicas |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS093 |
Tópicos em Programação Avançada |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITI260 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Exploração de tópicos avançados e emergentes em programação, como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, blockchain e computação em nuvem. Estudo de arquiteturas modernas como microserviços, serverless, clean architecture e aplicações distribuídas. Programação orientada a serviços, integração contínua, testes automatizados e práticas DevOps. Aplicação de padrões de projeto e uso de frameworks modernos. Desenvolvimento de projetos práticos baseados em desafios reais |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Capacitar o estudante a projetar e implementar soluções modernas e inovadoras utilizando tecnologias emergentes e arquiteturas robustas, com ênfase em boas práticas de programação, escalabilidade, automação e integração contínua |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Compreender e aplicar conceitos de arquiteturas modernas, como microserviços, serverless e clean architecture no desenvolvimento de sistemas · Desenvolver aplicações para ambientes inovadores como IoT, cloud computing, inteligência artificial e blockchain · Utilizar frameworks, bibliotecas e ferramentas modernas para acelerar o desenvolvimento, testes e implantação de sistemas · Implementar práticas de integração contínua, testes automatizados, controle de versão e entrega contínua (CI/CD) com foco em qualidade e produtividade · Criar projetos aplicados que integrem tecnologias emergentes e boas práticas de engenharia de software em contextos reais ou simulados |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Newman, Sam. Criando Microsserviços. 2ª ed. Novatec. 2022. Singh, Amar D. Building and Delivering Microservices on AWS: Master software architecture patterns to develop and deliver microservices to AWS Cloud. Packt Publishing. 2023. Fowler, Susan J. Microsserviços Prontos Para a Produção. 1ª ed. Novatec. 2017. COMPLEMENTARES: Brisals, Sheen e Hedger, Luke. Serveless Development on AWS. O”Reilly Media, Inc. 2024. Newman, Sam. Migrando Sistemas Monolíticos Para Microsserviços - Padrões Evolutivos Para Transformar Seu Sistema Monolítico. Novatec, 2020. Artigos especializados na área de Computação, a serem definidos pelo docente, publicados em Conferências e Revistas Científicas |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS094 |
Tópicos em Robótica |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
ITC010 e ITI275 |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estudos de temas específicos em Robótica, a critério do docente |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar as mais recentes tendências de pesquisa em Robótica |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Identificar os principais temas e linhas de pesquisa atuais em robótica · Explorar frameworks, linguagens e plataformas de desenvolvimento robótico · Investigar aplicações práticas da robótica em diferentes setores · Projetar e implementar, em grupo, protótipos experimentais ou simulações |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Artigos especializados na área de Robótica, a serem definidos pelo docente, publicados em Conferências e Revistas Científicas |
||||||
|
SIGLA |
DISCIPLINA |
CRÉDITO |
CH |
PR |
||
|
T |
P |
E |
||||
|
ITS095 |
Seminários para o ENADE |
3.2.1.0 |
30 |
30 |
0 |
- |
|
Coordenação Ofertante: |
Sistemas de Informação |
|||||
|
EMENTA |
||||||
|
Estudos de temas específicos para o ENADE, a critério do docente |
||||||
|
OBJETIVO |
||||||
|
GERAL: Apresentar os principais tipos de questões, estratégias de resolução e principais áreas de conhecimento que são cobradas na prova do ENADE da área de Sistemas de Informação |
||||||
|
ESPECÍFICOS: · Mostrar como o Enade avalia a educação superior no Brasil · Ofertar palestras sobre o conteúdo programática que consta na prova do Enade · Aplicar redação nos variados temas da área da computação |
||||||
|
REFERÊNCIAS |
||||||
|
BÁSICAS: Literatura especializada da área de Sistemas de Informação, a ser definida pelo docente, de acordo com os conteúdos programáticos que fazem parte da prova do ENADE |
||||||
ANEXO IV
QUADRO DE TRANSIÇÃO CURRICULAR
|
ANO |
SEMESTRE |
CURRÍCULO 2020/2 |
CURRÍCULO 2020/3 |
|
2026 |
1º |
3º, 5º, 7º, 9º |
1º |
|
2º |
4º, 6º, 8º, 10º |
2º |
|
|
2027 |
1º |
5º, 7º, 9º |
1º, 3º |
|
2º |
6º, 8º, 10º |
2º, 4º |
|
|
2028 |
1º |
7º, 9º |
1º, 3º, 5º |
|
2º |
8º, 10º |
2º, 4º, 6º |
|
|
2029 |
1º |
9º |
1º, 3º, 5º, 7º |
|
2º |
10º |
2º, 4º, 6º, 8º |
normas e procedimentos para a realização das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01)
Estabelece Normas e Procedimentos para a Realização das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais do Curso de Sistemas de Informação do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas.
O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas (ICET/UFAM), no uso de suas atribuições legais e regimentais;
CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar a forma para realização das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) ou Atividades Complementares;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 018/2007 - CEG/CONSEPE, que regulamenta as atividades complementares dos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas.
RESOLVE:
Art. 1º As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) ou Atividades Complementares são todas aquelas realizadas pelos discentes e que estão relacionadas com o Ensino, Pesquisa e Extensão, além de outras atividades relacionadas à formação profissional, que sejam consideradas relevantes para que o discente adquira, durante a integralização curricular do seu curso, os saberes, as competências e habilidades necessárias à sua formação.
Art. 2º Essas atividades possibilitam ao aluno oportunidades para refletir e aprimorar os conteúdos teóricos discutidos em cada disciplina, estabelecendo uma interface entre teoria e realidade a partir das atividades complementares desenvolvidas a cada semestre.
Art. 3º As Atividades Complementares deverão ser avaliadas e validadas por uma Comissão de Avaliação de Atividades Acadêmico-Científico Culturais, constituída por até 4 (quatro) docentes do curso nomeados pelo Colegiado do Curso, com mandato de 2 (dois) anos renováveis por igual período.
Art. 4º As Atividades Complementares deverão contemplar um total de 90 (noventa) horas e podem ser realizadas desde o primeiro semestre do curso de Bacharel em Sistemas de Informação.
Art. 5º O prazo para o discente solicitar o cômputo dos créditos da Atividade Complementar para a Coordenação de Curso será de até 180 (cento e oitenta dias) dias após a emissão do documento comprobatório expedido pelo órgão competente, anexando cópia do documento comprobatório da atividade realizada.
§ 1º Todas as Atividades Complementares deverão ser relacionadas à área do curso.
§ 2º Os documentos comprobatórios obtidos eletronicamente devem conter código de autenticidade (válido) para conferência da comissão de avaliação da AACC. Os demais documentos deverão ser autenticados por um servidor no ato da entrega, onde o discente deverá apresentar, junto com a cópia, o documento original.
§ 3º Poderão ser validadas atividades realizadas pelo aluno somente a partir de sua matrícula institucional no curso.
§ 4º As Atividades Complementares registradas como complementares no histórico do discente não poderão ser aproveitadas como carga horária optativa.
Art. 6º Cabe à Coordenação de Curso encaminhar as solicitações de aproveitamento de AACC para a comissão de avaliação, que analisará a documentação e atribuirá carga horária conforme documento comprobatório e respeitando a “Carga Horária Máxima” de cada atividade. No caso do documento comprobatório não especificar a carga horária da atividade, deverá ser computada a carga horária mínima estabelecida conforme definido no campo “Carga Horária Mínima”.
Art. 7º O campo “Aproveitamento Máximo” indica a carga horária máxima que pode ser aproveitada como Atividade Complementar para uma determinada atividade.
Art. 8º O cômputo da carga horária de cada Atividade Complementar deverá seguir o seguinte trâmite: Após a solicitação do aluno das atividades realizadas, a Comissão de Avaliação de AACC irá analisar os documentos comprobatórios e emitir um parecer. Em seguida, deve encaminhar para a Coordenação do Curso para que seja submetido à apreciação do Colegiado do Curso de SI. O Colegiado apreciará e aprovará ou não o parecer do avaliador da comissão. Por fim, a Coordenação de Curso irá registrar no histórico do discente.
Art. 9º A presente norma somente poderá ser alterada através da aprovação de maioria simples do Colegiado do Curso de Sistemas de Informação do ICET em reunião convocada para tal fim.
Art. 10. Compete ao Colegiado do Curso de Sistemas de Informação do ICET dirimir dúvidas referentes à interpretação da presente norma, bem como em relação aos casos omissos, sendo expedidas normas complementares que se fizerem necessários.
Art. 11. Estas Normas e Procedimentos entrarão em vigor na data de sua publicação salvo disposição em contrário.
|
MODALIDADE: ENSINO |
|||||
|
Código |
Atividade |
Carga Horária Mínima |
Carga Horária Máxima |
Aproveitamento Máximo |
Documento Comprobatório |
|
EN1 |
Ministrante de curso, minicurso, treinamento ou oficina |
6 |
20 |
50 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EN2 |
Palestrante em congressos, seminários, simpósios, conferências, fóruns e outros similares |
4 |
10 |
30 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EN3 |
Debatedor/Mediador em mesa redonda |
6 |
15 |
30 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EN4 |
Atividade de monitoria desenvolvida em relação às disciplinas oferecidas na área e conhecimento |
60 |
60 |
60 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EN5 |
Participação em Programa Especial de Treinamento (PET) |
60 |
60 |
60 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EN6 |
Carga horária optativa excedente (carga horária total da disciplina) |
30 |
60 |
60 |
Histórico |
|
EN7 |
Estágios não obrigatórios, vinculados ao Ensino de Graduação e à matriz curricular do curso em que o aluno se encontra matriculado (carga horária obrigatória especificada no contrato) |
30 |
60 |
60 |
Contrato |
|
EN8 |
Discente de curso Técnico de Nível Médio na área de concentração do curso |
60 |
60 |
60 |
Certificado e Histórico |
|
MODALIDADE: PESQUISA |
|||||
|
Código |
Atividade |
Carga Horária Mínima |
Carga Horária Máxima |
Aproveitamento Máximo |
Documento Comprobatório |
|
PE1 |
Participação em projetos de pesquisa aprovados e concluídos com bolsas do PIBIC/PIBIT |
60 |
60 |
60 |
Certificado |
|
PE2 |
Participação em projetos de pesquisa aprovados e concluídos na forma de voluntário/apoio técnico do PIBIC/PIBIT |
60 |
60 |
60 |
Certificado |
|
PE3 |
Participação em projetos de pesquisa aprovados e concluídos com bolsas do PIBITI |
60 |
60 |
60 |
Certificado |
|
PE4 |
Participação em projetos de pesquisa aprovados e concluídos na forma de voluntário/apoio técnico do PIBITI |
60 |
60 |
60 |
Certificado |
|
PE5 |
Participação em projetos de pesquisa aprovados em outros programas |
60 |
60 |
60 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE6 |
Autor de artigo científico completo publicado em periódico com comissão editorial |
30 |
30 |
60 |
Página do artigo que conste a referência do periódico |
|
PE7 |
Coautor de artigo científico completo publicado em periódico com comissão editorial |
20 |
20 |
40 |
Página do artigo que conste a referência do periódico |
|
PE8 |
Autor de artigo científico completo publicado em anais de eventos com comissão editorial/científica |
20 |
20 |
40 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE9 |
Coautor de artigo científico completo publicado em anais de eventos com comissão editorial/científica |
10 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE10 |
Autor de resumo expandido (artigo resumido) publicado em anais de eventos com comissão editorial/científica |
15 |
15 |
30 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE11 |
Coautor de resumo expandido (artigo resumido) publicado em anais de eventos com comissão editorial/científica |
7 |
7 |
14 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE12 |
Autor de resumo científico publicado em anais de eventos com comissão editorial/científica |
10 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE13 |
Coautor de resumo científico publicado em anais de eventos com comissão editorial/científica |
5 |
5 |
10 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE14 |
Autor de livros com ISBN |
60 |
60 |
60 |
Capa e Ficha Catalográfica |
|
PE15 |
Organizador de livros com ISBN |
30 |
30 |
30 |
Capa e Ficha Catalográfica |
|
PE16 |
Autor de capítulo de livro com ISBN |
20 |
20 |
40 |
Capa, Ficha Catalográfica e Sumário |
|
PE17 |
Premiação em trabalho acadêmico |
10 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE18 |
Apresentação, como autor, de artigo científico com comissão editorial/científica em eventos de âmbitos regionais e nacionais |
10 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE19 |
Apresentação, como autor, de artigo científico com comissão editorial/científica em eventos de âmbitos internacionais |
20 |
20 |
40 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE20 |
Apresentação, como autor, de pôster ou painel em eventos científicos com comissão editorial/científica de âmbitos regionais e nacionais |
5 |
5 |
10 |
Certificado e/ou Declaração |
|
PE21 |
Apresentação, como autor, de pôster ou painel em eventos científicos com comissão editorial/científica de âmbitos internacionais |
10 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
MODALIDADE: EXTENSÃO |
|||||
|
Código |
Atividade |
Carga Horária Mínima |
Carga Horária Máxima |
Aproveitamento Máximo |
Documento Comprobatório |
|
EX1 |
Participação em eventos científicos (congressos, seminários, simpósios, conferências, palestras, fóruns, workshops, etc.) |
10 |
20 |
60 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX2 |
Participação em curso, minicurso, treinamento ou oficina (presencial ou on-line) |
4 |
20 |
40 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX3 |
Participação como membro de comissão organizadora de eventos científicos |
10 |
30 |
30 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX4 |
Participação em projetos de assessoria e/ou consultoria com anotação de responsabilidade técnica |
10 |
30 |
30 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX5 |
Participação no PACE |
30 |
30 |
60 |
Certificado |
|
EX6 |
Participação no PIBEX |
60 |
60 |
60 |
Certificado |
|
EX7 |
Participação em outros projetos de extensão aprovados em outros programas |
30 |
30 |
30 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX8 |
Representação discente comprovada no Colegiado de Cursos ou Conselhos Superiores (por mês) |
2 |
2 |
24 |
Declaração |
|
EX9 |
Participação, como atleta, nos jogos universitários da UFAM |
5 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX10 |
Participação em Maratonas/Torneios/Olimpíadas na área de concentração do curso |
5 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX11 |
Visita técnica às organizações não associada a uma disciplina |
2 |
5 |
20 |
Declaração |
|
EX12 |
Atividades de promoção da cidadania (Promoção da Igualdade Étnico-Racial, História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, Educação Ambiental e Direitos Humanos) |
4 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX13 |
Participação em Programas Acadêmicos ou em Comissões Acadêmicas |
4 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX14 |
Participação em atividades acadêmicas e sociais voltadas para os direitos da população LGBTQIA+ |
4 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX15 |
Participação em atividades acadêmicas e sociais voltadas para pessoas com deficiência física, intelectual, visual ou auditiva |
4 |
10 |
20 |
Certificado e/ou Declaração |
|
EX16 |
Participação no Centro Acadêmico do Curso de Sistemas de Informação (por mês) |
2 |
2 |
24 |
Declaração |
|
EX17 |
Participação em Empresa Junior da UFAM (por mês) |
2 |
2 |
24 |
Declaração |
|
EX18 |
Participação voluntária em projetos que envolvam ação social e cidadania em diversas áreas como saúde, comunicação, educação, meio ambiente, tecnologia, trabalho e afins |
10 |
30 |
30 |
Declaração |
normas e procedimentos para a realização da Disciplina Obrigatória Estágio em Sistemas de Informação do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01)
Estabelece Normas e Procedimentos para a Realização da Disciplina Obrigatória Estágio em Sistemas de Informação do Curso de Sistemas de Informação do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas.
O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas (ICET/UFAM), no uso de suas atribuições legais e regimentais;
CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar a forma de condução da disciplina Estágio em Sistemas de Informação;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 067/2011 - CEG/CONSEPE, que disciplina os estágios obrigatórios e não obrigatórios na Universidade Federal do Amazonas;
CONSIDERANDO a Lei Nº 11.788/2008, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes.
RESOLVE:
Art. 2º O estágio poderá ser realizado em empresas públicas ou privadas, ou órgão que mantenha atividades na área de Sistemas de Informação ou da área de Computação/Tecnológica, no qual o aluno cumprirá o Plano de Trabalho previamente elaborado.
Art. 3º A matrícula na disciplina Estágio em Sistemas de Informação deverá ser efetuada no período de matrícula, conforme calendário acadêmico da UFAM.
Art. 4º A PROEG deverá proporcionar os recursos financeiros e materiais necessários para o bom funcionamento das atividades da disciplina Estágio em Sistemas de Informação.
Art. 5º A disciplina Estágio em Sistemas de Informação deve ser ministrada pelo Coordenador de Estágio do curso de SI que deve coordenar todas as atividades referentes a disciplina até a sua conclusão.
§ 1º O Coordenador de Estágio será escolhido pela Colegiado de Curso de SI.
§ 2º O Coordenador de Estágio está subordinado à Coordenação do Curso de SI e à Coordenação Local de Estágio.
§ 3º O Coordenador de Estágio terá um mandato de 2 (dois) anos, sendo permitida a recondução uma única vez.
§ 4º Excepcionalmente, na ausência do Coordenador de Estágio, responderá pela coordenação o Coordenador do Curso de SI.
§ 5º O Coordenador de Estágio terá a colaboração dos professores orientadores durante a oferta da disciplina.
Art. 6º O estágio somente poderá iniciar após o Termo de Compromisso ter sido devidamente assinados por todas as partes interessadas.
Art. 7º A disciplina Estágio em Sistemas de Informação tem uma carga horária de 195 horas, entretanto, 15 horas (1 hora semanal) são destinadas para a coordenação das atividades da disciplina e as outas 180 horas para o efetivo estágio do discente.
§ 1º O estágio deverá ser cumprido no período letivo em que o aluno encontra-se matriculado na disciplina, com a carga horária semanal de até 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais.
§ 2º Caso o discente esteja matriculado somente na disciplina Estágio em Sistemas de Informação, o mesmo poderá ter uma jornada de até 40 (quarenta) horas semanais.
§ 3º Caso seja constatada deficiência no desempenho acadêmico do aluno, o Coordenador de Estágio poderá solicitar à empresa ou órgão concedente, o cancelamento ou a redução da carga horária semanal do estagiário.
§ 4º O estágio não poderá ser utilizado como justificativa para a ausência do aluno em sala de aula em prejuízo das demais atividades acadêmicas.
Art. 8º Os alunos matriculados na disciplina de Estágio em Sistemas de Informação serão acompanhados por um Professor Orientador, da área de Computação do ICET.
§ 1º O Professor Orientador deverá ser indicado pelo professor da disciplina Estágio em Sistemas de Informação, podendo o discente sugerir um de sua escolha.
§ 2º Ao Professor Orientador serão atribuídas 2 (duas) horas-aula semanais, por aluno, para a atividade de orientação de estágio.
Art. 9º O aluno deverá ter na empresa ou órgão que concede o estágio um Supervisor de Estágio, indicado no Termo de Compromisso de estágio.
Parágrafo Único. O Supervisor de Estágio deve ter nível superior na área de computação, com formação compatível com as atividades a serem desenvolvidas, pertencente ao quadro da empresa ou órgão onde se realiza o estágio.
Art. 10. Os seguintes documentos são obrigatórios para a conclusão da disciplina Estágio em Sistemas de Informação e devem ser entregues pelo aluno no prazo estabelecido:
a) Plano de Trabalho
b) Avaliação do Orientador
c) Avaliação do Supervisor
d) Relatório Final
e) Ficha de Frequência
§ 1º O Plano de Trabalho deverá ser estruturado contendo as seguintes seções: (1) Introdução (Objetivos, Justificativa e Metodologia), (2) Apresentação da Empresa/Instituição, (3) Planejamento das Atividades e (4) Cronograma das Atividades.
§ 2º O Relatório Final deverá ser estruturado contendo as seguintes seções: (1) Introdução (Objetivos, Justificativa e Metodologia), (2) Apresentação da Empresa/Instituição, (3) Atividades Desenvolvidas e (4) Relato de Experiência do Estagiário.
§ 3º O Plano de Trabalho e o Relatório Final devem ser assinados pelo Supervisor de Estágio e pelo Professor Orientador.
§ 4º O aluno deverá encaminhar, mensalmente, por e-mail, para o Professor da Disciplina, a Ficha de Frequência, para fins de registro das horas da disciplina de Estágio em Sistemas de Informação.
§ 5º O discente terá um prazo de até 10 dias úteis, a partir do momento em que ele iniciou o estágio, para entregar ao Professor da Disciplina o Plano de Trabalho.
§ 6º O discente terá um prazo de até 7 dias úteis, a partir do momento em que ele finalizou o estágio, para entregar ao Professor da Disciplina o Relatório Final e as Fichas de Frequências originais.
§ 7º As documentações entregues pelo discente fora das datas e prazos estabelecidos não serão aceitas, o que poderá implicar na reprovação na disciplina.
§ 8º As atividades descritas no Plano de Trabalho e no Relatório Final deverão ser relacionadas à área de Sistemas de Informação.
§ 9º As atividades do estagiário deverão ser projetadas para serem iniciadas e concluídas durante o estágio. A universidade ou a supervisão não pode assumir as tarefas do estagiário.
Art. 11. O discente receberá 3 notas: N1 que corresponde a nota do Supervisor de Estágio (Peso 4), N2 que corresponde a nota do Professor Orientador (Peso 3) e N3 que corresponde a nota do Professor da Disciplina (Peso 3). Dessa forma, a MEE será calculada da seguinte maneira: (4xN1 + 3xN2 + 3xN3)/10.
§ 1º Por se tratar de uma disciplina atípica, a nota da Prova Final (PF) será igual à Média dos Exercícios Escolares (MEE).
§ 2º A não entrega de algum dos documentos do estágio, para o Professor da Disciplina, na data definida, implicará na reprovação do aluno e este receberá N1, N2 e N3 = 0.
Art. 12. Compete ao Coordenador de Estágio:
I - Coordenar, acompanhar e providenciar a firmação de convênios da Empresa com a UFAM;
II - Solicitar credenciamento e coordenar a escolha das empresas que podem servir de estágio;
III - Incentivar empresas e órgãos na celebração de convênios;
IV - Visitar “in loco”, quando necessário, os locais de estágio;
V - Publicar um Edital, no início do período letivo onde conste, entre outros, o quantitativo de vagas por empresa/instituição e perfil requerido, documentação necessária, os critérios de seleção e desempate, cronograma e local de inscrição.
VI - Estabelecer prazos e cronograma para a entrega dos documentos obrigatórios do estágio;
VII - Encaminhar aos discentes, aos Professores Orientadores e Supervisores de Estágio os documentos obrigatórios da disciplina;
VIII - Apoiar o planejamento, o acompanhamento e a avaliação das atividades de estágio;
IX - Promover o debate e a troca de experiências no próprio curso e nos locais de estágio;
X - Manter registros atualizados sobre os locais e supervisores de estágio;
XI - Prestar informações aos discentes, professores e supervisores de estágio e orientá-los sobre os atos administrativos que envolvem a realização do estágio;
XII - Solicitar ajuda de custo a PROEG/UFAM, para os discentes cujo estágio ocorrerá em outro município;
XIII - Ao final do semestre letivo deve envelopar todos os documentos produzidos no estágio pelos discentes e encaminhar para a Coordenação do Curso de SI.
Art. 13. Compete ao Professor Orientador:
I - Acompanhar as atividades desenvolvidas pelo discente durante o estágio;
II - Orientar, acompanhar e assinar o Plano de Trabalho e o Relatório Final de estágio;
III - Preencher e encaminhar a Avaliação do Orientador para o professor da disciplina;
IV - Solicitar ao Professor da Disciplina, quando necessário, consulta aos documentos do estágio.
Art. 14. Compete ao Discente estagiário:
I - Participar do planejamento do estágio e solicitar esclarecimentos sobre o processo de avaliação de seu desempenho;
II - Informar-se e seguir as normas da empresa onde o estágio está sendo realizado;
III - Solicitar orientações e acompanhamento do Professor Orientador e do Supervisor de Estágio sempre que isso se fizer necessário;
IV - Solicitar ao Professor da Disciplina a mudança de local de estágio, mediante justificativa, quando as normas estabelecidas e o planejamento do estágio não estiverem sendo seguidos;
V - Preencher todos os documentos de sua responsabilidade e entregá-los ao Professor da Disciplina nos prazos estabelecidos;
VI - Informar ao Professor Orientar qualquer mudança que ocorrer durante o estágio.
Art. 15. Compete ao Supervisor de Estágio:
I - Planejar, orientar e acompanhar as atividades desenvolvidas pelo aluno;
II - Auxiliar no planejamento das atividades e assinar o Plano de Trabalho e o Relatório Final de estágio;
III - Preencher e encaminhar a Avaliação do Supervisor para o professor da disciplina;
IV - Controlar a frequência do estagiário;
V - Informar ao estagiário sobre as normas da empresa/instituição de estágio;
VI - Comunicar ao Professor Orientador e ao Professor da Disciplina sobre qualquer anormalidade que venha ocorrer durante o estágio em decorrência do desempenho do estagiário.
Art. 16. A presente norma somente poderá ser alterada através da aprovação de maioria simples do Colegiado do Curso de Sistemas de Informação do ICET em reunião convocada para tal fim.
Art. 17. Compete ao Colegiado do Curso de Sistemas de Informação do ICET dirimir dúvidas referentes à interpretação da presente norma, bem como em relação aos casos omissos, sendo expedidas normas complementares que se fizerem necessários.
Art. 18. Estas Normas e Procedimentos entrarão em vigor na data de sua publicação salvo disposição em contrário.
normas e procedimentos para a realização da Disciplina Obrigatória Trabalho Final de Graduação do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01)
Estabelece Normas e Procedimentos para a Realização da Disciplina Obrigatória Trabalho Final de Graduação do Curso de Sistemas de Informação do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas.
O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas (ICET/UFAM), no uso de suas atribuições legais e regimentais;
CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar a forma de condução da disciplina Trabalho Final de Graduação;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 021/2007 – CEG/CONSEPE, que estabelece e consolida as normas para Aproveitamento de Estudos na Universidade Federal do Amazonas.
RESOLVE:
Art. 1º A disciplina Trabalho Final de Graduação (TFG) é um requisito curricular necessário para a obtenção do grau de Bacharel(a) em Sistemas de Informação. O TFG tem por objetivo básico promover a integração entre teoria e prática, além de fortalecer a consolidação, em torno de um projeto, do conteúdo de diversas disciplinas adquiridas durante o curso. É também objetivo do TFG desenvolver no aluno as habilidades de apresentação oral de ideias, e de redação de textos científicos de forma clara, concisa e objetiva.
Art. 2º A disciplina de TFG tem uma carga horária de 90 horas, entretanto, 30 horas (2 horas semanais) são destinadas para a coordenação das atividades da disciplina e as outras 60 horas para a efetiva elaboração do trabalho científico.
Parágrafo Único - A carga horária da disciplina deve ser cumprida em um período letivo.
Art. 3º O aluno deve entrar em contato com o seu orientador que seja da área em que deseja realizar o trabalho para definir a sistemática de orientação.
§ 1º É de responsabilidade do aluno contatar o professor orientador e definir com este o cronograma de execução do trabalho.
§ 2º O aluno poderá ter um coorientador tanto na área de formação direta ou que tenha equivalência com a área de pesquisa. A principal função do coorientador é contribuir com seu conhecimento, de forma a permitir um melhor desenvolvimento do trabalho.
§ 3º O orientador/coorientador deve preencher o Termo de Compromisso, a Ata de Orientação e a Ficha de Frequência.
Art. 4º O discente, como 1º autor do trabalho, que tenha um artigo científico completo, publicado em algum periódico ou conferência (nacional ou internacional) com Qualis igual ou superior a B4, inserido na área de Computação, e que apresente corpo editorial, deve solicitar ao Colegiado do Curso de SI, até 30 dias do início do semestre letivo, que seja utilizado na disciplina Trabalho Final de Graduação (desde que seja a partir do seu ingresso no curso e que apresente resultados gerados em alguma disciplina/atividade vinculada ao curso).
§ 1º Os documentos para fins de comprovação, são: (i) o artigo publicado completo, (ii) página que contém o corpo editorial, (iii) página que contém o sumário, (iv) página que contém a catalogação do periódico/conferência (caso já tenha sido publicado e deve citar o ISSN/ISBN), (v) um documento que comprove o Qualis ou métrica de qualidade equivalente e (vi) o certificado (caso seja conferência).
§ 2º Caso seja deferida a solicitação, o discente não precisará entregar um trabalho de conclusão de curso na disciplina, pois será considerado que seu artigo foi aceito por um corpo editorial competente e, neste caso, a nota do trabalho escrito será 10,0 (dez). Entretanto, o aluno deverá defender o seu artigo, caso seja publicado em um periódico, para uma banca examinadora, durante a semana de defesa dos TFGs, para que receba a nota referente a defesa oral.
§ 3º Caso o aluno comprove que foi apresentador oral do artigo na conferência, ele não precisará passar por uma banca examinadora, mas terá que apresentar para a comunidade acadêmica do ICET, durante a semana de defesa dos TFGs, e neste caso, a nota da defesa oral será 10,0 (dez).
§ 4º Em ambos os casos (publicado em periódico ou conferência), a nota da defesa oral somente será atribuída ao aluno que realizar a apresentação oral na semana de defesa dos TFGs.
§ 5º Nos casos do § 2º e do § 3º, o aluno deverá frequentar normalmente as aulas teóricas para fins de lançamento no Diário de Classe e Boletim de Notas/Faltas. No caso das aulas práticas, a frequência será atribuída somente se o aluno realizar a apresentação oral na semana de defesa dos TFGs.
Art. 5º O aluno receberá 2 notas: N1 que corresponde à média das notas do trabalho escrito e da defesa oral (Peso 7) e N2 que corresponde a nota do professor responsável pela disciplina (Peso 3). Assim, a MEE será calculada da seguinte maneira: (7xN1 + 3xN2)/10.
§ 1º Por se tratar de uma disciplina atípica, a nota da Prova Final (PF) será igual à Média dos Exercícios Escolares (MEE).
§ 2º A não entrega do trabalho escrito, para o professor da disciplina, na data definida implicará na reprovação do aluno e este receberá N1 = 0 e N2 = 0.
Art. 6º O trabalho escrito deverá ser entregue com antecedência mínima de 10 dias do início do período das apresentações orais, em formato PDF e por e-mail, para os membros da banca e o orientador/coorientador.
Parágrafo Único. Depois de enviado para os membros da banca e o orientador/coorientador, deverá ser gerado um PDF do email e enviado para o professor da disciplina para fins de comprovação do envio do TFG para os membros da banca.
Art. 7º O trabalho escrito será avaliado por uma banca examinadora, composta por dois membros convidados, sendo um deles vinculados a uma instituição de ensino superior.
§ 1º Um dos membros convidados da banca deve ser professor do ICET/UFAM (da área de computação) e o outro pode ser (i) membro externo ao ICET/UFAM que tenha afinidade com o escopo do trabalho desenvolvido, desde que tenha no mínimo graduação, tenha conhecimento técnico ou produção científica, ou ainda, (ii) membro do ICET/UFAM, desde que não seja da área de computação, e que tenha afinidade com o escopo do trabalho desenvolvido.
§ 2º Os dois membros receberão o trabalho escrito e preencherão os critérios de avaliação atribuindo uma nota. Esses critérios de avaliação se referem ao Trabalho Escrito e a Defesa Oral, enviado pelo(a) professor(a) da disciplina.
§ 3º Os membros da banca examinadora serão definidos pelo professor da disciplina, entretanto, caso seja de interesse, poderá ser solicitado aos orientadores uma sugestão de nomes que irão compor a banca examinadora.
§ 4º Além dos dois avaliadores, o orientador/coorientador irá compor a banca, porém não irá atribuir uma nota e deverá presidir a defesa oral pública.
§ 5º O membro externo poderá participar de forma remota, desde que não haja um disponível em Itacoatiara que tenha afinidade com o escopo do trabalho desenvolvido e que possa participar de forma presencial.
Art. 8º A defesa oral será avaliada pelos dois membros da banca examinadora e estes deverão preencher os critérios de avaliação atribuindo uma nota. A ordem das defesas orais será definida pelo professor da disciplina. O aluno terá no mínimo 20 e máximo 30 minutos para apresentar.
Art. 9º A versão final do TFG deverá conter os devidos ajustes e correções, com concordância do orientador/coorientador, recomendados pelos membros e deverá ser entregue no prazo determinado pelo professor da disciplina (máximo de 5 dias corridos após a defesa oral).
§ 1º Será de responsabilidade do orientador a verificação do cumprimento do prazo e das correções.
§ 2º O comprovante de entrega da versão final do TFG, deverá ser encaminhado por email, pelo orientador do aluno com o seguinte texto: “Encaminhamos à Vossa Senhoria a Versão Final (em PDF) do Trabalho de Conclusão de Curso, referente a disciplina Trabalho Final de Graduação, do semestre (indicar o semestre), do(a) aluno(a) (indicar o nome do aluno), ao qual foram incorporados os devidos ajustes e correções, com concordância do orientador/coorientador, recomendados pelos membros da banca examinadora”.
§ 3º A aprovação na disciplina somente será efetivada após a entrega de uma cópia do trabalho em meio arquivo eletrônico (no formato PDF). Caso tenha gerado um produto de software/aplicativo, deverá ser informado no TCC o local onde está disponibilizado.
Art. 10. O aluno deverá preencher a Ata de Orientação/Coorientação, semanalmente, juntamente com o seu orientador/coorientador, além da Ficha de Frequência e entregar ao professor da disciplina, totalmente preenchidos, na data marcada por ele.
Art. 11. Quanto as atribuições do professor da disciplina:
a. Definir o cronograma da disciplina
b. Verificar, através da ficha de frequência, se o aluno está frequentando as orientações/coorientações e se está desenvolvendo seu trabalho final de graduação
c. Explicar as normas e procedimentos da disciplina, informar os documentos que devem ser gerados pelos alunos e apresentar o cronograma das atividades para o período letivo
d. Receber e validar os documentos necessários para aprovação na disciplina
e. Enviar o convite formal para os membros da banca examinadora
f. Informar os alunos e orientadores/coorientadores sobre o cronograma das defesas orais
g. Reservar o local para as defesas orais
h. Comunicar aos orientadores e membros da banca examinadora os dados das defesas orais
Art. 12. São pré-requisitos e atribuições do orientador:
Pré-Requisitos:
a. Ser graduado em curso superior, possuindo titulação na área de computação ou engenharia elétrica/mecatrônica
b. Ser professor ativo e que esteja ministrando disciplinas no ICET/UFAM, e que não esteja afastado para capacitação ou de licença por qualquer que seja o motivo
c. Ter habilidade na produção de trabalhos acadêmico-científicos
d. Ter a titulação mínima de especialista
Atribuições:
a. Reunir com o orientando para discutir o trabalho, pelo menos uma hora semanalmente em um horário determinado
b. Avaliar o progresso do trabalho e informar ao professor da disciplina caso o aluno desista da disciplina
c. Ter ciência e cumprir os prazos determinados no cronograma de atividades da disciplina
d. Informar o professor da disciplina o período que ficará ausente de suas atividades acadêmicas, seja o motivo que for, como por exemplo, férias
e. Participar da defesa oral do aluno
Art. 13. São pré-requisitos e atribuições do coorientador:
Pré-Requisitos:
a. Ser graduado em curso superior
b. Ter habilidade na produção de trabalhos acadêmico-científicos
Atribuições:
a. Acompanhar o desenvolvimento do trabalho
b. Sugerir alterações ou melhorias no trabalho para o aluno, quando for necessário
c. Participar, na ausência do orientador, da defesa oral
Art. 14. O trabalho escrito a ser apresentado na disciplina Trabalho Final de Graduação deve obedecer a formatação de artigo científico disponibilizado pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), com algumas adaptações, para que fique o mais padronizado possível e que seja com características de um trabalho de conclusão de curso. Caso seja editado no LaTeX, observar e revisar as referências, e utilizar o modelo adotado pelo curso.
Art. 15. O trabalho deve ter no mínimo 20 laudas, contadas a partir da página da Introdução, incluindo as referências. Os elementos pré-textuais não serão contabilizados no quantitativo de páginas. A estrutura deve conter, obrigatoriamente, os seguintes itens: Resumo, 1. Introdução, 2. Fundamentação Teórica, 3. Método da Pesquisa, 4. Resultados e Discussões, 5. Conclusão e Referências.
Resumo: Apresenta de forma concisa: introdução, objetivo, metodologia e principais resultados. Citações científicas não são colocadas no resumo. Não colocar abreviações ou símbolos.
Introdução: Uma introdução bem escrita é fundamental. Como sugestão de organização, considere a apresentação de forma concisa das seguintes informações: Contextualização, justificativa, definições principais, metodologia, objetivo e resultados. O antepenúltimo parágrafo trata do objetivo. O penúltimo parágrafo fala dos resultados obtidos. No último parágrafo colocar: “O restante do artigo está organizado da seguinte maneira. A Seção 2 apresenta alguns conceitos básicos e discute os trabalhos relacionados. A Seção 3 apresenta o método de pesquisa utilizado enquanto a Seção 4 mostra os resultados e as discussões. A Seção 5 apresenta as conclusões e os trabalhos futuros”. Nesta seção utilizar citações científicas (citação indireta) com o propósito de dar credibilidade ao trabalho científico em todos os parágrafos (com exceção dos 3 últimos). Como sugestão utilize no máximo 2 laudas.
Fundamentação Teórica: É composta de 2 subseções. Na Subseção Conceitos Relacionados colocar as definições necessárias para entender o seu trabalho, com as devidas citações. Na Subseção Trabalhos Relacionados citar pelo menos 3 trabalhos (publicados nos últimos 7 anos) cujos temas estejam relacionados com o seu, com as devidas citações. Colocar de forma sucinta, para cada trabalho relacionado, o objetivo, a metodologia utilizada e os resultados obtidos, assim como um texto citando a diferença desse trabalho para o seu trabalho. Como sugestão utilize no máximo 4 laudas.
Método da Pesquisa: Descrição de métodos, ferramentas e meios utilizados para desenvolvimento da pesquisa, obtenção dos dados e análise dos resultados. Nesta seção utilizar citações científicas para dar credibilidade ao método utilizado. Como sugestão utilize no máximo 4 laudas.
Resultados e Discussões: Colocar todos os resultados obtidos em relação ao objetivo definidas. É obrigatório discutir cada resultado obtido, podendo ser utilizado comparações com a outros trabalhos, tabelas, gráficos, métodos estatísticos, etc.
Conclusão: Constitui parte final do artigo. Colocar uma pequena introdução, objetivo e principais resultados/contribuições. Citar as limitações e trabalhos futuros. Como sugestão utilize no máximo 1 lauda.
Referências: As referências devem ser preferencialmente dos últimos 7 anos. Podem ser utilizados como referências: Trabalhos de Conclusão de Curso (monografia, dissertação e tese), Artigos Científicos e Relatos de Experiência, Livro, Relatório Técnico, Textos de Sites (evitar) e Documentos de Empresas/Organização. Os nomes dos autores devem estar em ordem alfabética. Todas as obras listadas no conjunto de referências devem ser mencionadas no texto, e vice-versa.
Art. 16. No caso do trabalho ser um produto de software/aplicativo, este deve conter pelo menos a descrição/documentos dos seguintes itens: Análise dos Requisitos, Modelagem, Banco de Dados, Arquitetura, Telas e Avaliação. Além disso, no trabalho escrito deve ser indicado o local onde o software desenvolvido (funcionando) está armazenado e um documento que comprove que o produto de software foi entregue aos interessados ou o registro de patente, e caso seja um aplicativo, um documento que comprove que foi publicado em uma das lojas de aplicativos.
Art. 17. O trabalho escrito deverá seguir o documento de “Normas para Construção do Trabalho Acadêmico”, referente a disciplina Trabalho Final de Graduação do curso de SI, disponibilizado pelo professor da disciplina.
Art. 18. No primeiro dia de aula o professor da disciplina deverá apresentar o cronograma e os documentos necessários para a realização e aprovação na disciplina.
Parágrafo Único - O cronograma de defesas do TFG deverá ser publicado até 5 dias do início das defesas orais.
Art. 19. O TFG deverá conter os seguintes elementos integrantes antes do texto do artigo científico: (i) Capa, (ii) Folha de Rosto, (iii) Ficha Catalográfica, (iv) Folha de Aprovação, (v) Dedicatória, (vi) Agradecimentos, (vii) Epígrafe.
§ 1º Os itens (i), (ii), (iii) e (iv) são obrigatórios.
§ 2º Apêndices e Anexos são opcionais e podem integrar o artigo científico após as referências.
Art. 20. O aluno deve enviar uma foto, de boa qualidade, de sua defesa, com o primeiro slide da apresentação ao fundo e que contenha os seguintes integrantes: Aluno(a), Orientador(a), Membro da Banca 1 e Membro da Banca 2. A foto deve ser enviada no grupo de WhatsApp da Disciplina ou por E-mail logo após a defesa. Veja, abaixo, um exemplo da foto:
Art. 21. Os documentos necessários para a realização e aprovação na disciplina Trabalho Final de Graduação estão descritos abaixo e devem ser encaminhados para o professor da disciplina, juntamente com o PDF do Trabalho de Conclusão de Curso:
Termo de Compromisso do Orientador/Coorientador
b. Ata de Orientação do Orientador/Coorientador
c. Ficha de Frequência
d. Sugestão de Banca Examinadora (opcional)
e. Comprovante de Entrega do TFG para os Membros da Banca
f. Entrega da Versão Final do TFG
Art. 22. Os documentos descritos abaixo devem ser encaminhados para a Coordenação de Curso, juntamente com o PDF do Trabalho de Conclusão de Curso, ao final da disciplina, pelo professor da disciplina:
a. Termo de Compromisso do Orientador/Coorientador
b. Ata de Orientação do Orientador/Coorientador
c. Ficha de Frequência
d. Sugestão de Banca Examinadora (opcional)
e. Comprovante de Entrega do TCC para os Membros da Banca
f. Comprovante de Entrega para a Biblioteca
g. Folha de Aprovação
h. Critérios de Avaliação do Trabalho Escrito
i. Fotos da Defesa Oral
j. Declaração de Orientação/Coorientação
k. Declaração de Participação como Membro da Banca
Art. 23. É necessário o envio da Declaração de Depósito no Repositório Institucional da UFAM, que será disponibilizado no E-campus, após o envio do TFG. Essa declaração é para ser enviada para o professor da disciplina por e-mail. A nota na disciplina somente será lançada após o envio dessa declaração.
Art. 24. A presente norma somente poderá ser alterada através da aprovação de maioria simples do Colegiado do Curso de Sistemas de Informação do ICET em reunião convocada para tal fim.
Art. 25. Compete ao Colegiado do Curso de Sistemas de Informação do ICET dirimir dúvidas referentes à interpretação da presente norma, bem como em relação aos casos omissos, sendo expedidas normas complementares que se fizerem necessários.
Art. 26. Estas Normas e Procedimentos entrarão em vigor na data de sua publicação salvo disposição em contrário.
normas e procedimentos para a realização da Curricularização das Atividades de Extensão do Curso de Graduação em Sistema de Informação (IT01)
Estabelece Normas e Procedimentos para a Realização da Curricularização das Atividades de Extensão do Curso de Sistemas de Informação do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas
O COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO do Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas (ICET/UFAM), no uso de suas atribuições legais e regimentais;
CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar a forma de condução da Curricularização das Atividades de Extensão;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 044/2023 – CONSEPE, que dispõe sobre a regulamentação da Curricularização das ações de Extensão Universitária nos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Amazonas e dá outras providências;
CONSIDERANDO a Resolução Nº 7/2018 - CNE/CES, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei Nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 20214-2024 e dá outras providências.
RESOLVE:
Art. 1º A Curricularização da Extensão é a inserção da formação extensionista do/a discente no Curso de Graduação, com orientação da sua ação, prioritariamente, para áreas de pertinência social, compreendidas enquanto ações de interação transformadora entre a Universidade e outros setores da sociedade buscando beneficiar a comunidade próxima às instituições.
Art. 2º As ações extensionistas são caracterizadas por intervenções que envolvam diretamente a comunidade externa à Universidade Federal do Amazonas, vinculadas à formação do aluno e que possam por meio da relação dialógica realizar transformações no processo de desenvolvimento humano.
Art. 3º A Curricularização de Extensão no Curso de Sistemas de Informação tem 10% do total de carga horária curricular do Projeto Pedagógico do Curso, contemplando 315 horas, podendo ocorrer a partir de duas possibilidades: (i) Como componente curricular (disciplina) parcialmente de extensão e (ii) Participação nas modalidades extensionistas (Programa de Extensão, Projeto de Extensão, Curso de Extensão, Evento e Prestação de Serviço).
Art. 4º São consideradas atividades de extensão as intervenções que envolvam diretamente as comunidades externas às instituições de ensino superior e que estejam vinculadas à formação do estudante. Poderão ser realizadas visitas aos centros comunitários, escolas, setores comerciais, associação comunitária ou organizações/movimentos sociais.
Art. 5º O aluno poderá integralizar a carga horária das atividades de Curricularização de Extensão da seguinte maneira: 135 horas quando for aprovado nas nove disciplinas obrigatórias e 180 horas com a execução das atividades das modalidades de extensão.
Art. 6º O aluno, sob a supervisão de um professor, deverá cumprir a carga horária das disciplinas obrigatórias, no qual deverá desenvolver um projeto extensionista, que será avaliado por meio de conceito.
Art. 7º As disciplinas parciais de extensão, que implica numa carga horária integrada entre ensino e extensão, e somadas tem 135 horas, são as seguintes:
|
SIGLA |
COMPONENTE CURRICULAR (Disciplinas Obrigatória) |
CR |
CH |
||||
|
T |
P |
E |
TOTAL |
||||
|
1º |
ITS100 |
Ética, Cidadania e Meio Ambiente |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
2º |
ITS101 |
Teoria Geral de Sistemas |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
3º |
ITS102 |
Empreendedorismo e Inovação em TI |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
5º |
ITS103 |
Governança em TI |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
6º |
ITS104 |
Organização, Processos e Tomada de Decisão |
4.3.0.1 |
45 |
0 |
15 |
60 |
|
7º |
ITS105 |
Segurança e Auditoria de Sistemas |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
8º |
ITS106 |
Metodologia da Pesquisa para Computação |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
8º |
ITS107 |
Seminários em Sistemas de Informação |
3.1.1.1 |
15 |
30 |
15 |
60 |
|
9º |
ITS108 |
Computação e Sociedade |
2.1.0.1 |
15 |
0 |
15 |
30 |
§ 1º O Plano de Ensino dessas disciplinas deverá constar nos seguintes campos:
a) Conteúdo Programático/Cronograma:
Indicar → O dia e as ações que serão realizadas
b) Procedimentos de Ensino e de Aprendizagem:
Inserir → “Interação com a comunidade externa à Universidade”, os tipos de ações que serão realizadas e outro(s) procedimento(s) a critério do professor.
c) Procedimentos de Avaliação:
Inserir → “Para avaliar as ações extensionistas, deverá ser apresentado um Registro das Atividades de Extensão, contendo: Título, Alunos da UFAM envolvidos, Período, Nome da disciplina, Resumo (contendo Introdução, Objetivo, Metodologia, Número de pessoas envolvidas direta e indiretamente, Atividades desenvolvidas e Resultados alcançados) e Fotos”, será enviado para o(a) docente, pela coordenação de curso, um template para o devido registro das atividades de extensão. Fica a critério do docente a nota para as ações de extensão e da fórmula do cálculo da Média dos Exercícios Escolares (MEE).
§ 2º O Registro das Atividades de Extensão pode ser feito de forma individual ou em grupo pelos alunos, dependendo da ação extensionista que será executada.
§ 3º O(A) docente que ministrar um dos componentes curriculares parciais de extensão deve enviar para o e-mail da Coordenação de Curso o(s) Registros(s) da(s) Atividades de Extensão do(s) discente(s), até 10 dias após a finalização do período letivo conforme indicado no Calendário Acadêmico.
.
Art. 8º Os docentes podem escolher quais temas e procedimentos de ensino serão tratados nas disciplinas que possuem carga horária de extensão. São exemplos de temas e procedimentos de ações extensionistas que podem ser utilizadas para a execução das atividades:
I – Exemplos de Temas de Ações Extensionistas
a) Realização de Evento
b) Realização de Palestras, Minicurso, Oficinas ou Treinamentos com os Temas: Linguagem de Programação, Programação Web, Google Workspace, Segurança da Informação, Cibersegurança, Engenharia Social, Lógica de Programação, Scratch, Microsoft 365, Canvas, Metodologias Ativas, Ferramentas de Tarefas, dentre outros
c) Realização de Rodas de Conversa com os Temas: Mulheres na Computação, Tecnologias da Informação, Mercado de Trabalho, Soft Skills, Hard Skills, dentre outros
d) Computação de Portas Abertas
e) Aplicação de Softwares e Jogos Educacionais
f) Gravação de Episódios de Podcast
g) Produção de Vídeos Educacionais
h) Elaboração de Materiais Multimídias
i) Elaboração de Cartilhas Educacionais
j) Elaboração e Publicação de Post
k) Maratona de Programação do ICET
l) Olímpiada de Informática do ICET
m) Apresentação de Produtos Tecnológicos
n) Exposição de Projetos
o) Aplicação das Técnicas da Computação Desplugada
p) Reciclagem de Computadores (Tecnologia da Informação Verde – TI Verde)
q) Apresentação de Trabalhos Acadêmicos
r) Atendimentos e Campanhas
s) Divulgação dos Cursos do ICET
II – Exemplos de Procedimentos de Ensino e de Aprendizagem:
a) Aulas Expositivas
b) Aulas Práticas
c) Metodologias Ativas
d) Canva
e) Design Thinking
f) Palestras
g) Oficinas
h) Seminários
i) Minicursos
j) Rodas de Conversa
k) Podcast
l) Atendimentos
m) Assistência Especializada
n) Consultorias
o) Visitas
p) Vídeos
q) Exposições
r) Desenvolvimento de Produtos
Art. 9º As modalidades de extensão, para fins de aproveitamento de carga horária de 180 horas, são: Programa de Extensão, Projeto de Extensão, Curso de Extensão, Evento e Prestação de Serviço.
Art. 10. Para cada uma dessas modalidades serão aceitas as atividades abaixo, com sua respectiva carga horária, sendo obrigatoriamente desenvolvidas junto à comunidade externa à Universidade:
I - Programa de Extensão
|
Atividade |
Carga Horária |
|
Participação em Programas de Extensão aprovados pela PROEXT |
60 horas (por programa) - (no máximo 2) |
II - Projeto de Extensão
|
Atividades |
Carga Horária |
|
Participação no Programa Atividade Curricular de Extensão (PACE) |
60 horas (por projeto) - (no máximo 2) |
|
Participação no Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX) – 6 meses |
60 horas (por projeto) - (no máximo 2) |
|
Participação no Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX) – 12 meses |
120 horas (por projeto) - (no máximo 1) |
|
Participação no Programa de Apoio à Realização de Cursos e Eventos (PAREC) |
60 horas (por projeto) - (no máximo 2) |
III - Curso de Extensão
|
Atividades |
Carga Horária |
|
Ministrante de Curso Temático (curta duração – De 8 horas a 30 horas) |
Mínima: 10 horas (por curso) - (no máximo 2) |
|
Ministrante de Curso de Qualificação (longa duração – De 31 horas a 360 horas) |
Mínima: 30 horas (por curso) - (no máximo 1) |
IV - Evento
|
Atividades |
Carga Horária |
|
Ministrante de Palestras |
Mínima: 2 horas (por evento) - (no máximo 6) |
|
Ministrante de Minicursos/Oficinas |
Mínima: 4 horas (por evento) - (no máximo 3) |
|
Apresentação de Produtos Digitais ou Inovadores |
Mínima: 4 horas (por evento) - (no máximo 3) |
|
Comissão Organizadora |
Mínima: 10 horas (por evento) - (no máximo 3) |
V - Prestação de Serviços
|
Atividades |
Carga Horária |
|
Assessoria |
Mínima: 20 horas (por prestação) - (no máximo 2) |
|
Consultoria |
Mínima: 20 horas (por prestação) - (no máximo 2) |
|
Assistência |
Mínima: 10 horas (por prestação) - (no máximo 3) |
|
Serviço Técnico Especializado |
Mínima: 40 horas (por prestação) - (no máximo 1) |
Art. 11. Na modalidade de extensão “Programa de Extensão” não tem prazo determinado, pois a qualquer momento o aluno pode solicitar a sua participação em um programa de extensão, bastando para isso entrar em contato com o Coordenador do programa.
Art. 12. A oferta de projetos da modalidade de extensão “Projeto de Extensão” depende de um edital específico para essa finalidade publicado pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEXT).
Art. 13. A oferta das atividades das modalidades de extensão “Curso de Extensão”, “Evento” e “Prestação de Serviço” depende da iniciativa do professor que deverá submeter um Projeto de Custo Restrito, que não exige recursos internos ou externos, para a PROEXT. As propostas de Custo Restrito podem ser submetidas em qualquer período do ano letivo, sem a necessidade de edital.
Art. 14. Como documento comprobatório das modalidades de extensão somente serão aceitos os certificados emitidos pela PROEXT.
Art. 15. O docente que coordenar o projeto das modalidades de extensão deve enviar para o e-mail da Coordenação de Curso o Relatório Final aprovado pela Câmara de Extensão e Interiorização (CEI) da PROEXT, até 10 dias após a sua aprovação.
Art. 16. Cabe ao aluno encaminhar o certificado emitido pela PROEXT para a Coordenação de Curso, que irá analisar o documento e atribuirá a carga horária descrita. No caso do documento comprobatório não especificar a carga horária da atividade, deverá ser computada a carga horária mínima estabelecida conforme definido no campo “Carga Horária Mínima”.
Art. 17. É vedado a integralização da carga horária, do componente curricular de extensão, para participação de discentes na condição de ouvintes ou espectadores de qualquer modalidade de extensão.
Art. 18. Serão consideradas somente as atividades realizadas ao longo do período do curso como um todo, desde a matrícula no curso até o momento da entrega dos comprovantes para a disciplina. Atividades parciais, pendentes, sem comprovação ou realizadas em período anterior à matrícula no curso não serão aceitas.
Art. 19. Não são consideradas, para fins de integralização curricular da extensão: as atividades acadêmico-científico-culturais, as monitorias e tutoria.
Art. 20. A carga horária integralizada como ação extensionista das modalidades de extensão não poderá ser duplamente contabilizada como atividade de outra natureza.
Art. 21. O discente deve cumprir os seguintes requisitos para a obtenção da certificação pela PROEXT: I – Estar devidamente matriculado(a) no curso e II – Ter, no mínimo, 75% de frequência e respectiva aprovação na ação extensionista.
Art. 22. Na modalidade “Curso de Extensão”, os cursos de curta e longa duração poderão ser na forma presencial ou remota.
Art. 23. Na modalidade “Prestação de Serviços”, temos as seguintes definições:
I - Assessoria: Avaliação de caráter opinativo com emissão de parecer ou informação técnica de alguma demanda da comunidade externa à Universidade.
II - Consultoria: Elaboração ou proposta de execução de projeto(s) para a comunidade externa à Universidade.
III - Assistência: Atendimento, individual ou coletivo, a pessoas da comunidade externa à Universidade.
IV - Serviço Técnico Especializado: Atividades de desenvolvimento tecnológico concluído para a comunidade externa à Universidade.
Art. 24. O Aproveitamento de Estudos para as disciplinas obrigatórias/optativas que tem carga horária de Curricularização de Extensão previstas nesta resolução, somente será concedida se houver equivalência de carga horária extensionista e número de créditos.
Art. 25. A presente norma somente poderá ser alterada através da aprovação de maioria simples do Colegiado do Curso de Sistemas de Informação do ICET em reunião convocada para tal fim.
Art. 26. Compete ao Colegiado do Curso de Sistemas de Informação do ICET dirimir dúvidas referentes à interpretação da presente norma, bem como em relação aos casos omissos, sendo expedidas normas complementares que se fizerem necessários.
Art. 27. Estas Normas e Procedimentos entrarão em vigor na data de sua publicação salvo disposição em contrário.
| | Documento assinado eletronicamente por Sílvia Cristina Conde Nogueira, Presidenta, em 22/12/2025, às 12:33, conforme horário oficial de Manaus, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
| | A autenticidade deste documento pode ser conferida no site https://sei.ufam.edu.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 2946760 e o código CRC AC0B2EAF. |
Avenida General Rodrigo Octávio, 6200 - Bairro Coroado I Campus Universitário Senador Arthur Virgílio Filho, Prédio Administrativo da Reitoria (Térreo), Setor Norte - Telefone: (92) 3305-1181 / Ramal 1482
CEP 69080-900, Manaus/AM, cegconsepe@ufam.edu.br
|
Referência: Processo nº 23105.044795/2025-51 |
SEI nº 2946760 |